FACULDADE MASTER DE PARAUAPEBAS
CURSOS DE NUTRIÇÃO, ENFERMAGEM E FARMÁCIA
MSc. Fábio A. C. Baía – Mestre em Análises Clínicas
Contatos:
• medicovetfabio@gmail.com
• (91) 981716863
▪ O Plasmodium sp. é o AGENTE
ETIOLÓGICO da malária
▪ Doença infecciosa grave
▪ Transmitida pela fêmea do
mosquito do gênero Anopheles
▪ Principal sinal/sintoma: febre
intermitente
▪ Sinonímia:
▪ Impaludismo
▪ Febre palustre
▪ Maleita
▪ Sezão
▪ Gorilla foi o hospedeiro inicial das espécies
de malária humana
▪ Plasmoium knowlesi ainda não ultrpassou a
barreira entre as espécies
Distribuição Mundial
AGENTE
ETIOLÓGICO
▪ Plasmodium spp.
▪ Filo: Apicomplexa
▪ Classe: Sporozoa
▪ Família: Plasmodiidae
▪ Gênero: Plasmodium
▪ Espécies: 150, 4 infectam o homem
▪ Plasmodium spp.
Plasmodium falciparum Plasmodium vivax
Plasmodium malarie Plasmodium ovale
▪ CICLO DE VIDA HETEROXENO
▪ HOSPEDEIRO DEFINITIVO: MOSQUITO
▪ CICLO SEXUADO ESPOROGÔNICO
▪ HOSPEDEIRO INTERMEDIÁRIO: HOMEM
▪ CICLO ASSEXUADO ESQUIZOGÔNICO
▪ Vetor: mosquito Anopheles
▪ Filo: Arthropoda
▪ Classe: Insecta
▪ Ordem: Diptera
▪ Gênero: Anopheles
▪ O mosquito introduz uma forma ativa
do Plasmodium, denominada
esporozoíto, ao realizar o repasto
sanguíneo
▪ Pela circulação sanguínea os
esporozoítas chegam ao fígado,
penetram as células hepáticas e se
multiplicam por esquizogonia
formando esquizontes teciduais, que
liberam a forma evolutiva chamada
merozoíto
▪ Uma parte dos merozoítas permanece
no fígado e continua a se reproduzir
nos hepatócitos ou ficando latentes
(hipnozoítos), a outra cai na circulação
sanguínea e penetra as hemácias e
evoluem para trofozoítos jovens e
depois maduros.
▪ Após nova esquizogonia, formam-se os
esquizontes eritrocitários
▪ As hemácias parasitadas são
destruídas e originam ora outros
merozoítos realizando um ciclo
eritrocitário, ora evoluem para
gametócitos, células precursoras dos
gametas do parasito
▪ Ao realizar o repasto
sanguíneo, o Anopheles
ingere os gametócitos
▪ O gametócito masculine
sofre esflagelação geranto 8
microgametas e o
gametócito feminine evolui
para um único
macrogameta
▪ Ocorre a fecundação
formando o ovo ou zigoto
móvel, que migra até a
parede do intestine onde se
adere (oocineto) e encista
(oocisto)
▪ O oocisto sofre esporogonia
até a rupture do cisto
liberando os esporozoítos,
que atingem as glandulas
salivares do mosquito
▪ Distribuição mundial
▪ Regiões mais pobres ou mais distantes dos países subdesenvolvidos especialmente:
▪ Américas, África, Ásia, e Oceania
▪ BRASIL
▪ Endêmica na Amazônica
▪ Surtos esporádicos em outros estados - quando viajantes ou trabalhadores retornam à
suas cidades e funcionam como fontes de infecção para o mosquito
Notificaçoes por estado até 2015
(Prettzb, 2015)
Notificações no Brasil, por faixa etária/sexo (Prettzb, 2015)
Notificações no Brasil, entre 2008 e 2013 (Prettzb, 2015)
Risco de Incidência
Parasitária Anual na
Amazônia (BRASIL, 2008)
▪ Fonte de infecção: Humanos com gametas no sangue (gametóforos)
▪ Forma de transmissão: Esporozoito
▪ Via de transmissão: Inoculação do esporozoito durante a hematofagia do mosquito
▪ Via de penetração: Pele ou transcutânea
▪ Oustras formas de transmissão:
▪ Transfusão sanguínea, seringas contaminadas, acidentes em laboratório e infecção
congênita
▪ Nestes casos, o ciclo exo-eritrocítico não é observado
▪ RESISTENCIA INATA ou IMUNIDADE NATURAL
▪ Grupo sanguíneo Duffy: FYa e FYb
▪ FY (a+/b-), menos susceptíveis
▪ FY (a-/b+), mais susceptíveis
▪ Anemia falciforme
▪ Não falcêmicos: mais susceptíveis
▪ Traço falcêmico (HbAS): menos susceptíveis
▪ Falcêmicos (HbSS): quase imunes, mas possuem a doença Anemia Falciforme
▪ RESISTÊNCIA ADQUIRIDA
▪ Exposição constante e cronicamente
▪ Recém nascidos: até os 3 primeiros meses: IgG materno + HbF
▪ Após este período, durante 2 ou 3 anos de vida, pode se afetado por malária fatal
▪ Alimentação deficiente em PABA (ácido paraminobenzoico) (Vitamina BX)
▪ Determinada pelo ciclo ERITROCÍTICO
▪ Ciclo hepático NÃO PROVOCA SINTOMAS
▪ Mecanismos envolvidos:
▪ DESTRUIÇÃO DOS ERITRÓCITOS
▪ TOXICIDADE RESULTANTE DA LIBERAÇÃO DE CITOCINAS
▪ SEQUESTRO DOS ERITRÓCITOS PARASITADOS NA REDE CAPILAR
▪ LESÃO CAPILAR POR DEPOSIÇÃO DE IMUNOCOMPLEXOS
▪ DESTRUIÇÃO DOS ERITRÓCITOS «
▪ Destruição dos parasitados
▪ Destruição dos não parasitados, devido auto-
anticorpos
▪ TOXICIDADE RESULTANTE DA
LIBERAÇÃO DE CITOCINAS «
▪ Liberação de pirogênio endógeno por
monócitos e macrófagos
▪ Citocinas: fator necrose tumoral (TFN)
▪ Interleucinas:1, 6 e 8
▪ SEQUESTRO DOS ERITRÓCITOS
PARASITADOS NA REDE CAPILAR «
▪ Adesão à parede endotelial dos capilares
▪ Órgãos vitais: cérebro, rins e fígado (C.I.D.)
▪ LESÃO CAPILAR POR DEPOSIÇÃO DE
IMUNOCOMPLEXOS «
▪ Deposição nos glomérulos = lesão renal
▪ Perda massiva de proteínas
ESPÉCIES TIPO DE MALÁRIA
PERIODO DE
INCUBAÇÃO
(dias)
Plasmodium ovale Malária terçã suave 16 - 18
Plasmodium vivax Malária terçã benigna 12 -17
Plasmodium malariae Malária quartã 18 -40
Plasmodium falciparum
Malária cerebral
(fatal)
9 -14
▪ Febre terçã
▪ 1 dia de febre, 2 sem
▪ Febre quartã
▪ 1 dia de febre, 3 sem
▪ Sintomas e sinais clínicos
▪ Acesso ou paroxismo malárico: febre elevada, calafrio,calor, sudorese
▪ O “acesso” corresponde à esquizogonia sanguinea
▪ Anemia, causada principalmente por:
▪ Destruição das hemácias durante as esquizogonias sanguineas
▪ Destruição das hemácias parasitadas e hemácias sadias no baço
▪ Hemólise de hemácias normais por auto-anticorpos
▪ Complicações representadas por:
▪ Lesões cerebrais, insuficiência renal, hemoglobinúria etc.
▪ PRINCIPAIS INTOMAS
▪ Cefaleia
▪ Mialgia
▪ Fraqueza
▪ Febre
▪ Náusea
▪ Calafrio
▪ Sudorese
▪ Artralgia
▪ Dor abdominal
▪ MALÁRIA GRAVE E COMPLICADA: adultos não-imunes
▪ Anemia grave
▪ Nefropatias
▪ Hemoglobinúria
▪ Hipoglicemia
▪ Hepatoesplenomegalia
▪ Malária cerebral
▪ Morte
▪ HEMATOLOGIA
▪ Leucopenia com Linfocitose
▪ Trombocitopenia (plaquetopenia)
▪ Anemia Normocromica, Normocitica
▪ Presença de formas evolutivas no sangue periférico
▪ BIOQUÍMICA
▪ Insuficiência Renal (URE e CRE)
▪ Alterações no perfil hepático (TGO/AST e TGP/ALT)
▪ Alteração de LDH
▪ Hipocolesterolemia
▪ Exames parasitológicos (hematoscopia)
▪ Esfregaços espesso
▪ Esfregaços estirados
▪ Corados pelo giensa ou panótico rápido
▪ O sangue deve ser colhido durante ou logo depois do acesso malárico (maior
número de formas no sangue periférico)
▪ Técnica de coloração específica
▪ AULA PRÁTICA
▪Descrição na aula prática
▪ Descrição na aula prática
▪OUTROS TESTES
DIAGNÓSTICOS
▪Testes rápidos:
▪imunocromatografia
▪Biologia molecular
▪PCR
TRATAMENTO
▪PADRONIZAÇÃO NO BRASIL
▪FATORES IMPORTANTES
▪Espécie do agente etiológico
▪Idade do paciente: maior toxicidade em idosos e crianças
▪Exposição anterior: reinfecção tendem a quadros mais
graves
▪Condições associadas: gravidez
▪Gravidade da doença
▪ OBJETIVO: erradicação dos estágios assexuados sanguíneos do
parasito
▪ QUIMIOTERAPIA
▪PREVENÇÃO
▪FATORES IMPORTANTES
▪Itinerário: epidemiologia do local
▪Objetivo da viagem
▪Condições de acomodação: dormir ao ar livre?
Acampamentos? Barcos? Proteção contra mosquitos?
▪Duração da viagem: período de incubação do agente
etiológico
▪Período do ano: sazonalidade das estações
▪Fatores de risco
▪Indivíduos de áreas onde a malária não é endêmica
▪Crianças < 5 anos
▪Idosos
▪Esplenectomizados
▪HIV/AIDS
▪Tratamento de neoplasias
▪Transplantados
▪ MÉTODOS/MEDIDAS DE
PROTEÇÃO
▪ Conhecimento da biologia dos
agentes etiológicos
▪ Roupas de manga longa durante
atividades de exposição
▪ Medidas de barreira ao
mosquito vetor
▪ Repelentes
▪ Fumacê
ACABOU A AULA!

Malaria - Plasmodium

  • 1.
    FACULDADE MASTER DEPARAUAPEBAS CURSOS DE NUTRIÇÃO, ENFERMAGEM E FARMÁCIA MSc. Fábio A. C. Baía – Mestre em Análises Clínicas Contatos: • medicovetfabio@gmail.com • (91) 981716863
  • 2.
    ▪ O Plasmodiumsp. é o AGENTE ETIOLÓGICO da malária ▪ Doença infecciosa grave ▪ Transmitida pela fêmea do mosquito do gênero Anopheles ▪ Principal sinal/sintoma: febre intermitente ▪ Sinonímia: ▪ Impaludismo ▪ Febre palustre ▪ Maleita ▪ Sezão
  • 3.
    ▪ Gorilla foio hospedeiro inicial das espécies de malária humana ▪ Plasmoium knowlesi ainda não ultrpassou a barreira entre as espécies
  • 4.
  • 5.
    AGENTE ETIOLÓGICO ▪ Plasmodium spp. ▪Filo: Apicomplexa ▪ Classe: Sporozoa ▪ Família: Plasmodiidae ▪ Gênero: Plasmodium ▪ Espécies: 150, 4 infectam o homem
  • 6.
    ▪ Plasmodium spp. Plasmodiumfalciparum Plasmodium vivax Plasmodium malarie Plasmodium ovale
  • 7.
    ▪ CICLO DEVIDA HETEROXENO ▪ HOSPEDEIRO DEFINITIVO: MOSQUITO ▪ CICLO SEXUADO ESPOROGÔNICO ▪ HOSPEDEIRO INTERMEDIÁRIO: HOMEM ▪ CICLO ASSEXUADO ESQUIZOGÔNICO
  • 8.
    ▪ Vetor: mosquitoAnopheles ▪ Filo: Arthropoda ▪ Classe: Insecta ▪ Ordem: Diptera ▪ Gênero: Anopheles
  • 9.
    ▪ O mosquitointroduz uma forma ativa do Plasmodium, denominada esporozoíto, ao realizar o repasto sanguíneo ▪ Pela circulação sanguínea os esporozoítas chegam ao fígado, penetram as células hepáticas e se multiplicam por esquizogonia formando esquizontes teciduais, que liberam a forma evolutiva chamada merozoíto ▪ Uma parte dos merozoítas permanece no fígado e continua a se reproduzir nos hepatócitos ou ficando latentes (hipnozoítos), a outra cai na circulação sanguínea e penetra as hemácias e evoluem para trofozoítos jovens e depois maduros. ▪ Após nova esquizogonia, formam-se os esquizontes eritrocitários ▪ As hemácias parasitadas são destruídas e originam ora outros merozoítos realizando um ciclo eritrocitário, ora evoluem para gametócitos, células precursoras dos gametas do parasito
  • 10.
    ▪ Ao realizaro repasto sanguíneo, o Anopheles ingere os gametócitos ▪ O gametócito masculine sofre esflagelação geranto 8 microgametas e o gametócito feminine evolui para um único macrogameta ▪ Ocorre a fecundação formando o ovo ou zigoto móvel, que migra até a parede do intestine onde se adere (oocineto) e encista (oocisto) ▪ O oocisto sofre esporogonia até a rupture do cisto liberando os esporozoítos, que atingem as glandulas salivares do mosquito
  • 12.
    ▪ Distribuição mundial ▪Regiões mais pobres ou mais distantes dos países subdesenvolvidos especialmente: ▪ Américas, África, Ásia, e Oceania ▪ BRASIL ▪ Endêmica na Amazônica ▪ Surtos esporádicos em outros estados - quando viajantes ou trabalhadores retornam à suas cidades e funcionam como fontes de infecção para o mosquito
  • 14.
    Notificaçoes por estadoaté 2015 (Prettzb, 2015)
  • 15.
    Notificações no Brasil,por faixa etária/sexo (Prettzb, 2015)
  • 16.
    Notificações no Brasil,entre 2008 e 2013 (Prettzb, 2015)
  • 17.
    Risco de Incidência ParasitáriaAnual na Amazônia (BRASIL, 2008)
  • 18.
    ▪ Fonte deinfecção: Humanos com gametas no sangue (gametóforos) ▪ Forma de transmissão: Esporozoito ▪ Via de transmissão: Inoculação do esporozoito durante a hematofagia do mosquito ▪ Via de penetração: Pele ou transcutânea ▪ Oustras formas de transmissão: ▪ Transfusão sanguínea, seringas contaminadas, acidentes em laboratório e infecção congênita ▪ Nestes casos, o ciclo exo-eritrocítico não é observado
  • 19.
    ▪ RESISTENCIA INATAou IMUNIDADE NATURAL ▪ Grupo sanguíneo Duffy: FYa e FYb ▪ FY (a+/b-), menos susceptíveis ▪ FY (a-/b+), mais susceptíveis ▪ Anemia falciforme ▪ Não falcêmicos: mais susceptíveis ▪ Traço falcêmico (HbAS): menos susceptíveis ▪ Falcêmicos (HbSS): quase imunes, mas possuem a doença Anemia Falciforme
  • 20.
    ▪ RESISTÊNCIA ADQUIRIDA ▪Exposição constante e cronicamente ▪ Recém nascidos: até os 3 primeiros meses: IgG materno + HbF ▪ Após este período, durante 2 ou 3 anos de vida, pode se afetado por malária fatal ▪ Alimentação deficiente em PABA (ácido paraminobenzoico) (Vitamina BX)
  • 21.
    ▪ Determinada pelociclo ERITROCÍTICO ▪ Ciclo hepático NÃO PROVOCA SINTOMAS ▪ Mecanismos envolvidos: ▪ DESTRUIÇÃO DOS ERITRÓCITOS ▪ TOXICIDADE RESULTANTE DA LIBERAÇÃO DE CITOCINAS ▪ SEQUESTRO DOS ERITRÓCITOS PARASITADOS NA REDE CAPILAR ▪ LESÃO CAPILAR POR DEPOSIÇÃO DE IMUNOCOMPLEXOS
  • 22.
    ▪ DESTRUIÇÃO DOSERITRÓCITOS « ▪ Destruição dos parasitados ▪ Destruição dos não parasitados, devido auto- anticorpos
  • 23.
    ▪ TOXICIDADE RESULTANTEDA LIBERAÇÃO DE CITOCINAS « ▪ Liberação de pirogênio endógeno por monócitos e macrófagos ▪ Citocinas: fator necrose tumoral (TFN) ▪ Interleucinas:1, 6 e 8
  • 24.
    ▪ SEQUESTRO DOSERITRÓCITOS PARASITADOS NA REDE CAPILAR « ▪ Adesão à parede endotelial dos capilares ▪ Órgãos vitais: cérebro, rins e fígado (C.I.D.) ▪ LESÃO CAPILAR POR DEPOSIÇÃO DE IMUNOCOMPLEXOS « ▪ Deposição nos glomérulos = lesão renal ▪ Perda massiva de proteínas
  • 25.
    ESPÉCIES TIPO DEMALÁRIA PERIODO DE INCUBAÇÃO (dias) Plasmodium ovale Malária terçã suave 16 - 18 Plasmodium vivax Malária terçã benigna 12 -17 Plasmodium malariae Malária quartã 18 -40 Plasmodium falciparum Malária cerebral (fatal) 9 -14
  • 26.
    ▪ Febre terçã ▪1 dia de febre, 2 sem ▪ Febre quartã ▪ 1 dia de febre, 3 sem
  • 27.
    ▪ Sintomas esinais clínicos ▪ Acesso ou paroxismo malárico: febre elevada, calafrio,calor, sudorese ▪ O “acesso” corresponde à esquizogonia sanguinea ▪ Anemia, causada principalmente por: ▪ Destruição das hemácias durante as esquizogonias sanguineas ▪ Destruição das hemácias parasitadas e hemácias sadias no baço ▪ Hemólise de hemácias normais por auto-anticorpos ▪ Complicações representadas por: ▪ Lesões cerebrais, insuficiência renal, hemoglobinúria etc.
  • 28.
    ▪ PRINCIPAIS INTOMAS ▪Cefaleia ▪ Mialgia ▪ Fraqueza ▪ Febre ▪ Náusea ▪ Calafrio ▪ Sudorese ▪ Artralgia ▪ Dor abdominal
  • 29.
    ▪ MALÁRIA GRAVEE COMPLICADA: adultos não-imunes ▪ Anemia grave ▪ Nefropatias ▪ Hemoglobinúria ▪ Hipoglicemia ▪ Hepatoesplenomegalia ▪ Malária cerebral ▪ Morte
  • 30.
    ▪ HEMATOLOGIA ▪ Leucopeniacom Linfocitose ▪ Trombocitopenia (plaquetopenia) ▪ Anemia Normocromica, Normocitica ▪ Presença de formas evolutivas no sangue periférico ▪ BIOQUÍMICA ▪ Insuficiência Renal (URE e CRE) ▪ Alterações no perfil hepático (TGO/AST e TGP/ALT) ▪ Alteração de LDH ▪ Hipocolesterolemia
  • 31.
    ▪ Exames parasitológicos(hematoscopia) ▪ Esfregaços espesso ▪ Esfregaços estirados ▪ Corados pelo giensa ou panótico rápido ▪ O sangue deve ser colhido durante ou logo depois do acesso malárico (maior número de formas no sangue periférico)
  • 32.
    ▪ Técnica decoloração específica ▪ AULA PRÁTICA
  • 33.
  • 34.
    ▪ Descrição naaula prática
  • 38.
  • 39.
    TRATAMENTO ▪PADRONIZAÇÃO NO BRASIL ▪FATORESIMPORTANTES ▪Espécie do agente etiológico ▪Idade do paciente: maior toxicidade em idosos e crianças ▪Exposição anterior: reinfecção tendem a quadros mais graves ▪Condições associadas: gravidez ▪Gravidade da doença
  • 40.
    ▪ OBJETIVO: erradicaçãodos estágios assexuados sanguíneos do parasito ▪ QUIMIOTERAPIA
  • 43.
    ▪PREVENÇÃO ▪FATORES IMPORTANTES ▪Itinerário: epidemiologiado local ▪Objetivo da viagem ▪Condições de acomodação: dormir ao ar livre? Acampamentos? Barcos? Proteção contra mosquitos? ▪Duração da viagem: período de incubação do agente etiológico ▪Período do ano: sazonalidade das estações
  • 44.
    ▪Fatores de risco ▪Indivíduosde áreas onde a malária não é endêmica ▪Crianças < 5 anos ▪Idosos ▪Esplenectomizados ▪HIV/AIDS ▪Tratamento de neoplasias ▪Transplantados
  • 45.
    ▪ MÉTODOS/MEDIDAS DE PROTEÇÃO ▪Conhecimento da biologia dos agentes etiológicos ▪ Roupas de manga longa durante atividades de exposição ▪ Medidas de barreira ao mosquito vetor ▪ Repelentes ▪ Fumacê
  • 46.