SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 50
LASER
Laser L ight  A mplification of  S timulated  E missions of  R adiation. Amplificação da luz por estimulação da emissão de radiação.
Einstein (1916)   primeiro a postular os teoremas do desenvolvimento dos lasers. O primeiro trabalho tratava dos  MASERs (amplificação de microondas por estimulação da emissão de radiação). 1960  Primeiro maser óptico construído.
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
LUZ   energia eletromagnética Comprimento de onda entre 100 e 10.000 nanômetros. Luz visível  400 (violeta) a 700 nm
 
A energia luminosa é transmitida no espaço como ondas que contém pequenos “pacotes de energia” : Os fótons   contém uma quantidade definida de energia, dependendo do seu comprimento de onda
 
Princípios da geração do  laser Átomo:  nêutrons prótons elétrons Nêutrons + prótons  = núcleo do átomo (carga positiva) Elétrons  = giram em órbita ao redor do núcleo (carga negativa)
Os elétrons não absorvem nem irradiam energia desde que sejam mantidos nas suas órbitas  (estado fundamental).
Elétron ganha ou perde uma quantidade de energia Muda de órbita Um fóton colide com o elétron de um átomo, ele faz o elétron mudar de nível.
Quando isso ocorre o átomo fica em um   estado excitado. Ele permanece nesse estado apenas momentaneamente e libera um fóton (nível de energia) idêntico ao que ele absorveu, que o faz retornar ao seu estado fundamental. Esse processo é denominado de  emissão espontânea.
 
Outro meio de excitar o átomo, além da colisão de fótons, é com uma descarga elétrica.
Emissões estimuladas Este conceito foi postulado por Einstein e é essencial ao princípio de funcionamento do laser. Um fóton liberado estimularia outro átomo igualmente excitado a se desexcitar, liberando fóton idêntico.
O fóton desencadeante continuaria a sua trajetória inalterado. Esses dois fótons promoveriam a liberação de fótons adicionais idênticos desde que estivessem presentes outros átomos excitados. Para isso é necessário um ambiente com número ilimitado de átomos excitados, que é chamado de inversão de população (mais átomos em estado excitado do que em estado fundamental).
Para ocorrer a inversão de população é necessário uma aplicação de uma fonte de força externa ao meio produtor de laser. Os fótons liberados são idênticos em fase, direção e freqüência. Para contê-los e gerar mais fótons, são colocados espelhos nas terminações da câmara.
Os fótons são refletidos na câmara , que amplifica a luz e estimula a emissão de outros fótons a partir dos átomos excitados.
São tantos fótons estimulados que a câmara não pode conter a energia. Quando se atinge um nível específico de energia, fótons de um comprimento de onda particular são ejetados pelo espelho semipermeável. Assim, é produzida uma luz amplificada por meio de estimulação de emissões (LASER).
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
COERÊNCIA Significa que todos os fótons de luz emitidos  a partir de moléculas individuais de gás têm o mesmo comprimento de onda e estão em fase uma com a outra.
MONOCROMATICIDADE Significa a especificidade da luz de um único comprimento de onda definido. Se a especificidade está no espectro da luz visível, ela tem apenas uma cor.
COLIMAÇÃO Há uma divergência mínima dos fótons. Os fótons se movem de forma paralela, concentrando o feixe de luz.
 
TIPOS DE LASERS Os lasers são classificados de acordo com a natureza do material colocado entre as duas superfícies refletoras. Existem milhares de tipos diferentes de lasers, cada um com comprimento de onda específico e características únicas, dependendo do meio condutor.
Os meios de produção de laser podem ser: Cristal e vidro (estado sólido) Gás  (HeNe) Semicondutor Corante líquido e químico Diodo  (GaAs)
Lasers podem ser:  alta e baixa potência Alta potência:  apresentam respostas térmicas. São usados para: Cortes cirúrgicos e coagulação Oftalmologia Dermatologia Oncologia Cirurgia vascular
Baixa potência:  atérmicos. São usados para: Cicatrização de ferimentos Manuseio da dor Produzem efeitos fotoquímicos em vez de térmicos.
Lasers mais comuns GaAs  (904 nm) – arsenieto de gálio  GaAlAs  (830 nm) – arsenieto de gálio e alumínio AlGaInP  (660 nm) – alumínio, gálio, índio e fósforo HeNe  (632,8 nm) – hélio e neônio
Contínuo e pulsado Caneta Laser  660 nm e 830nn : operam no modo contínuo e pulsado (50%) com possibilidade de escolha de 10 freqüências: 2,5 Hz, 5 Hz, 10 Hz, 20 Hz, 75 Hz, 150 Hz, 300 Hz, 700 Hz, 1 KHz e 2KHz Modos de emissão
Estas freqüências servem para proporcionar analgesia por diferentes vias fisiológicas. 2,5 Hz  – para lesões agudas 20 Hz  – para cura de feridas 150 Hz  – para alívio da dor 2 KHz  – para lesões crônicas e feridas que não fecham
Caneta laser  904 nm : opera somente no modo pulsado a 9500 Hz.
Ação e efeito 1 – Efeitos primários ou diretos: Efeito bioquímico Efeito bioelétrico Efeito bioenergético 2 – Efeitos secundário: Estímulo a microcirculação Estímulo trófico celular
3 – Efeitos terapêuticos: Aumento do ATP intracelular Analgésico Anti-inflamatório, anti-edematoso e normalizador circulatório Efeito estimulante do trofismo dos tecidos Estimulador dos pontos de acupuntura
Doses Efeito analgésico:  2 a 4 J/cm2 Efeito anti-inflamatório:  1 a 3 J/cm2 Efeito regenerativo:  3 a 6 J/cm2 Efeito circulatório:  1 a 3 J/cm2
Situações inflamatórias Fase aguda  ________  doses baixas Fase sub-aguda  ____  doses médias Fase crônica  _______  doses altas
Indicações Cicatrizes Ferimentos Úlceras Queimaduras Tendinites Neuralgias Hematomas Dor localizada
Precauções e Contra-indicações Os lasers fornecem radiação não-ionizante. Isso significa que não foram observados efeitos mutagênicos sobre o DNA e nenhum dano às células ou membranas celulares.
[object Object],[object Object],[object Object],Contra-Indicações
[object Object],[object Object],[object Object],Precauções
Técnicas de aplicação 1 – pontual  2 – Por zona ou região 3 - Varredura
Pontual Marcar pontos na área a ser tratada de 1 em 1 cm. Aplicar o laser em cada ponto
Por zona ou região É necessário fazer o cálculo da área e do tempo de aplicação. Utilza-se uma lente divergente para divergir os feixes e pegar toda a área. Colocar a intensidade no  free .
Varredura É necessário fazer o cálculo da área e do tempo de aplicação. Colocar a intensidade no free. Fazer a aplicação “varrendo” a área a ser tratada.
Cálculo da área A = b x h A = 2 x 2 A = 4 cm 2 2 cm (b) 2 cm (h)
A =  π  R 2 π  = 3,14 A = 3 x 2 2 A = 12 cm 2 R = 2 cm
Cálculo do tempo Potência de Emissão do Laser (660 nm ou 830 nm) Potência média (904 nm) (Pm) Área a ser irradiada (A) Densidade de energia desejada (D)
Fórmula Tempo necessário = D (joules/cm 2 )   x  A (cm2) Potência de Emissão (W)
No caso do laser de AsGa (904 nm) devemos utilizar a Potência média no local da Potência de emissão pelo fato de esse laser ser emitido em regime de pulsos.
Pm = Pp x Tp x Fr Pm = potência média (W) Pp = potência de pico (W) – 70 W Tp = tempo de pulso (S) – 60 ns – 0,00000006 s Fr = freqüência de repetição do pulso (Hz) – 9500 Hz

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS)
Estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS)Estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS)
Estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS)
FUAD HAZIME
 
Diatermia por Ondas Curtas e Microondas
Diatermia por Ondas Curtas e MicroondasDiatermia por Ondas Curtas e Microondas
Diatermia por Ondas Curtas e Microondas
FUAD HAZIME
 
Eletroterapia glaydes avila
Eletroterapia   glaydes avilaEletroterapia   glaydes avila
Eletroterapia glaydes avila
Dinha
 

Mais procurados (20)

Ultra Som
Ultra SomUltra Som
Ultra Som
 
Eletroterapia
EletroterapiaEletroterapia
Eletroterapia
 
Aula de ultra som 2014.1
Aula de ultra som 2014.1Aula de ultra som 2014.1
Aula de ultra som 2014.1
 
Ultra som
Ultra somUltra som
Ultra som
 
Eletroterapia - corrente aussie - capitulo 8 aula 18
Eletroterapia - corrente aussie - capitulo 8 aula 18Eletroterapia - corrente aussie - capitulo 8 aula 18
Eletroterapia - corrente aussie - capitulo 8 aula 18
 
ultrasom
ultrasomultrasom
ultrasom
 
ondas curtas
ondas curtasondas curtas
ondas curtas
 
Eletroterapia - história e processo de resposta à lesão - Aula 1
Eletroterapia - história e processo de resposta à lesão - Aula 1Eletroterapia - história e processo de resposta à lesão - Aula 1
Eletroterapia - história e processo de resposta à lesão - Aula 1
 
Eletroterapia Resumo
Eletroterapia ResumoEletroterapia Resumo
Eletroterapia Resumo
 
Estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS)
Estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS)Estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS)
Estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS)
 
Associação da Fototerapia e ativos cosméticos nos tratamentos estéticos facia...
Associação da Fototerapia e ativos cosméticos nos tratamentos estéticos facia...Associação da Fototerapia e ativos cosméticos nos tratamentos estéticos facia...
Associação da Fototerapia e ativos cosméticos nos tratamentos estéticos facia...
 
Eletroterapia - corrente russa - capitulo 7 aula 17
Eletroterapia - corrente russa - capitulo 7 aula 17Eletroterapia - corrente russa - capitulo 7 aula 17
Eletroterapia - corrente russa - capitulo 7 aula 17
 
Laser Fisioterápico
Laser FisioterápicoLaser Fisioterápico
Laser Fisioterápico
 
slide - eletroterapia - prof Roosivelt.pdf
slide - eletroterapia - prof Roosivelt.pdfslide - eletroterapia - prof Roosivelt.pdf
slide - eletroterapia - prof Roosivelt.pdf
 
Eletroterapia
EletroterapiaEletroterapia
Eletroterapia
 
Diatermia por Ondas Curtas e Microondas
Diatermia por Ondas Curtas e MicroondasDiatermia por Ondas Curtas e Microondas
Diatermia por Ondas Curtas e Microondas
 
Eletroterapia glaydes avila
Eletroterapia   glaydes avilaEletroterapia   glaydes avila
Eletroterapia glaydes avila
 
Laser
LaserLaser
Laser
 
4 radiofrequência multifrequencial e multipolar nos tratamentos corporais e...
4   radiofrequência multifrequencial e multipolar nos tratamentos corporais e...4   radiofrequência multifrequencial e multipolar nos tratamentos corporais e...
4 radiofrequência multifrequencial e multipolar nos tratamentos corporais e...
 
Manual Ultrassom Focalizado Ultrafocus HTM
Manual Ultrassom Focalizado Ultrafocus HTMManual Ultrassom Focalizado Ultrafocus HTM
Manual Ultrassom Focalizado Ultrafocus HTM
 

Semelhante a laser

Laser de argônio – aplicações
Laser de argônio – aplicaçõesLaser de argônio – aplicações
Laser de argônio – aplicações
Pablo Vasconcelos
 
Manual luminotécnico_osram.pdf_
 Manual luminotécnico_osram.pdf_ Manual luminotécnico_osram.pdf_
Manual luminotécnico_osram.pdf_
Priscylla Gondim
 
A física do diagnóstico com raios
A física do diagnóstico com raiosA física do diagnóstico com raios
A física do diagnóstico com raios
Claudia Sanches
 

Semelhante a laser (20)

Sonodemia+electrolog+galvan+outrascorr_+diatermia
Sonodemia+electrolog+galvan+outrascorr_+diatermiaSonodemia+electrolog+galvan+outrascorr_+diatermia
Sonodemia+electrolog+galvan+outrascorr_+diatermia
 
So_laser
So_laserSo_laser
So_laser
 
Laser fundamentos e indicações em dermatologia
Laser fundamentos e indicações em dermatologiaLaser fundamentos e indicações em dermatologia
Laser fundamentos e indicações em dermatologia
 
Laser de argônio – aplicações
Laser de argônio – aplicaçõesLaser de argônio – aplicações
Laser de argônio – aplicações
 
RadiaçõEs
RadiaçõEsRadiaçõEs
RadiaçõEs
 
Ws laser co2 fracionado
Ws laser co2 fracionadoWs laser co2 fracionado
Ws laser co2 fracionado
 
Capítulo 3 2014_pos
Capítulo 3 2014_posCapítulo 3 2014_pos
Capítulo 3 2014_pos
 
Termoterapia ultra-som - capítulo 14
Termoterapia   ultra-som - capítulo 14Termoterapia   ultra-som - capítulo 14
Termoterapia ultra-som - capítulo 14
 
FíSica Das RadiaçõEs
FíSica Das RadiaçõEsFíSica Das RadiaçõEs
FíSica Das RadiaçõEs
 
Analise espectro eletromagnética
Analise espectro eletromagnéticaAnalise espectro eletromagnética
Analise espectro eletromagnética
 
A luz como onda 2012
A luz como onda   2012A luz como onda   2012
A luz como onda 2012
 
Absorcao molecular
Absorcao molecularAbsorcao molecular
Absorcao molecular
 
Proteção e Higiene das Radiações
Proteção e Higiene das RadiaçõesProteção e Higiene das Radiações
Proteção e Higiene das Radiações
 
A luz como onda 2012
A luz como onda   2012A luz como onda   2012
A luz como onda 2012
 
Manual iluminacao osram - elétrica
Manual iluminacao osram - elétricaManual iluminacao osram - elétrica
Manual iluminacao osram - elétrica
 
Manual luminotécnico ( Osram )
Manual luminotécnico ( Osram )Manual luminotécnico ( Osram )
Manual luminotécnico ( Osram )
 
Manual luminotécnico_osram.pdf_
 Manual luminotécnico_osram.pdf_ Manual luminotécnico_osram.pdf_
Manual luminotécnico_osram.pdf_
 
Laser.pdf
Laser.pdfLaser.pdf
Laser.pdf
 
A física do diagnóstico com raios
A física do diagnóstico com raiosA física do diagnóstico com raios
A física do diagnóstico com raios
 
Lasers.pdf
Lasers.pdfLasers.pdf
Lasers.pdf
 

Mais de Nay Ribeiro

Reabilitação em amputados
Reabilitação em amputadosReabilitação em amputados
Reabilitação em amputados
Nay Ribeiro
 
Análise ergonômica
Análise ergonômicaAnálise ergonômica
Análise ergonômica
Nay Ribeiro
 
11 artigo análise_das_tendências_8(1)2006
11 artigo análise_das_tendências_8(1)200611 artigo análise_das_tendências_8(1)2006
11 artigo análise_das_tendências_8(1)2006
Nay Ribeiro
 
Lidando com a famìlia do bebê prematuro
Lidando com a  famìlia do bebê prematuroLidando com a  famìlia do bebê prematuro
Lidando com a famìlia do bebê prematuro
Nay Ribeiro
 
Paralisia cerebral
Paralisia cerebralParalisia cerebral
Paralisia cerebral
Nay Ribeiro
 
úLceras de pressão
úLceras de pressãoúLceras de pressão
úLceras de pressão
Nay Ribeiro
 
atuação da Fisioterapia nas ulceras de pressão
atuação da Fisioterapia nas ulceras de pressão atuação da Fisioterapia nas ulceras de pressão
atuação da Fisioterapia nas ulceras de pressão
Nay Ribeiro
 
Fisioterapia em individuos queimados
Fisioterapia em individuos queimadosFisioterapia em individuos queimados
Fisioterapia em individuos queimados
Nay Ribeiro
 
Abordagem fisioterápica de um paciente com pneumonia e pneumotorax
Abordagem fisioterápica de um paciente com pneumonia e pneumotoraxAbordagem fisioterápica de um paciente com pneumonia e pneumotorax
Abordagem fisioterápica de um paciente com pneumonia e pneumotorax
Nay Ribeiro
 
Biomecanica do osso
Biomecanica do ossoBiomecanica do osso
Biomecanica do osso
Nay Ribeiro
 

Mais de Nay Ribeiro (20)

Trabalho de conclusão de curso - Ginastica laboral
Trabalho de conclusão de curso - Ginastica laboralTrabalho de conclusão de curso - Ginastica laboral
Trabalho de conclusão de curso - Ginastica laboral
 
Reabilitação em amputados
Reabilitação em amputadosReabilitação em amputados
Reabilitação em amputados
 
Análise ergonômica
Análise ergonômicaAnálise ergonômica
Análise ergonômica
 
11 artigo análise_das_tendências_8(1)2006
11 artigo análise_das_tendências_8(1)200611 artigo análise_das_tendências_8(1)2006
11 artigo análise_das_tendências_8(1)2006
 
Autismo aula
Autismo aulaAutismo aula
Autismo aula
 
Lidando com a famìlia do bebê prematuro
Lidando com a  famìlia do bebê prematuroLidando com a  famìlia do bebê prematuro
Lidando com a famìlia do bebê prematuro
 
Gonartrose - revisão bibliográfica
Gonartrose - revisão bibliográficaGonartrose - revisão bibliográfica
Gonartrose - revisão bibliográfica
 
Fisioterapia em TRAUMATO ORTOPEDIA
Fisioterapia em TRAUMATO ORTOPEDIAFisioterapia em TRAUMATO ORTOPEDIA
Fisioterapia em TRAUMATO ORTOPEDIA
 
Paralisia cerebral
Paralisia cerebralParalisia cerebral
Paralisia cerebral
 
úLceras de pressão
úLceras de pressãoúLceras de pressão
úLceras de pressão
 
Esclerose sistêmica
Esclerose sistêmica Esclerose sistêmica
Esclerose sistêmica
 
Insuficiência cardíaca congestiva da câmara esquerda
Insuficiência cardíaca congestiva da câmara esquerdaInsuficiência cardíaca congestiva da câmara esquerda
Insuficiência cardíaca congestiva da câmara esquerda
 
Fisioterapia dermatofuncional em queimados
Fisioterapia dermatofuncional em queimadosFisioterapia dermatofuncional em queimados
Fisioterapia dermatofuncional em queimados
 
atuação da Fisioterapia nas ulceras de pressão
atuação da Fisioterapia nas ulceras de pressão atuação da Fisioterapia nas ulceras de pressão
atuação da Fisioterapia nas ulceras de pressão
 
Fisioterapia em individuos queimados
Fisioterapia em individuos queimadosFisioterapia em individuos queimados
Fisioterapia em individuos queimados
 
Abordagem fisioterápica de um paciente com pneumonia e pneumotorax
Abordagem fisioterápica de um paciente com pneumonia e pneumotoraxAbordagem fisioterápica de um paciente com pneumonia e pneumotorax
Abordagem fisioterápica de um paciente com pneumonia e pneumotorax
 
Biomecanica do osso
Biomecanica do ossoBiomecanica do osso
Biomecanica do osso
 
Dança Sênior
Dança SêniorDança Sênior
Dança Sênior
 
Cinesioterapia II
Cinesioterapia IICinesioterapia II
Cinesioterapia II
 
Hidroterapia
HidroterapiaHidroterapia
Hidroterapia
 

laser

  • 2. Laser L ight A mplification of S timulated E missions of R adiation. Amplificação da luz por estimulação da emissão de radiação.
  • 3. Einstein (1916) primeiro a postular os teoremas do desenvolvimento dos lasers. O primeiro trabalho tratava dos MASERs (amplificação de microondas por estimulação da emissão de radiação). 1960 Primeiro maser óptico construído.
  • 4.
  • 5. LUZ energia eletromagnética Comprimento de onda entre 100 e 10.000 nanômetros. Luz visível 400 (violeta) a 700 nm
  • 6.  
  • 7. A energia luminosa é transmitida no espaço como ondas que contém pequenos “pacotes de energia” : Os fótons contém uma quantidade definida de energia, dependendo do seu comprimento de onda
  • 8.  
  • 9. Princípios da geração do laser Átomo: nêutrons prótons elétrons Nêutrons + prótons = núcleo do átomo (carga positiva) Elétrons = giram em órbita ao redor do núcleo (carga negativa)
  • 10. Os elétrons não absorvem nem irradiam energia desde que sejam mantidos nas suas órbitas (estado fundamental).
  • 11. Elétron ganha ou perde uma quantidade de energia Muda de órbita Um fóton colide com o elétron de um átomo, ele faz o elétron mudar de nível.
  • 12. Quando isso ocorre o átomo fica em um estado excitado. Ele permanece nesse estado apenas momentaneamente e libera um fóton (nível de energia) idêntico ao que ele absorveu, que o faz retornar ao seu estado fundamental. Esse processo é denominado de emissão espontânea.
  • 13.  
  • 14. Outro meio de excitar o átomo, além da colisão de fótons, é com uma descarga elétrica.
  • 15. Emissões estimuladas Este conceito foi postulado por Einstein e é essencial ao princípio de funcionamento do laser. Um fóton liberado estimularia outro átomo igualmente excitado a se desexcitar, liberando fóton idêntico.
  • 16. O fóton desencadeante continuaria a sua trajetória inalterado. Esses dois fótons promoveriam a liberação de fótons adicionais idênticos desde que estivessem presentes outros átomos excitados. Para isso é necessário um ambiente com número ilimitado de átomos excitados, que é chamado de inversão de população (mais átomos em estado excitado do que em estado fundamental).
  • 17. Para ocorrer a inversão de população é necessário uma aplicação de uma fonte de força externa ao meio produtor de laser. Os fótons liberados são idênticos em fase, direção e freqüência. Para contê-los e gerar mais fótons, são colocados espelhos nas terminações da câmara.
  • 18. Os fótons são refletidos na câmara , que amplifica a luz e estimula a emissão de outros fótons a partir dos átomos excitados.
  • 19. São tantos fótons estimulados que a câmara não pode conter a energia. Quando se atinge um nível específico de energia, fótons de um comprimento de onda particular são ejetados pelo espelho semipermeável. Assim, é produzida uma luz amplificada por meio de estimulação de emissões (LASER).
  • 20.
  • 21. COERÊNCIA Significa que todos os fótons de luz emitidos a partir de moléculas individuais de gás têm o mesmo comprimento de onda e estão em fase uma com a outra.
  • 22. MONOCROMATICIDADE Significa a especificidade da luz de um único comprimento de onda definido. Se a especificidade está no espectro da luz visível, ela tem apenas uma cor.
  • 23. COLIMAÇÃO Há uma divergência mínima dos fótons. Os fótons se movem de forma paralela, concentrando o feixe de luz.
  • 24.  
  • 25. TIPOS DE LASERS Os lasers são classificados de acordo com a natureza do material colocado entre as duas superfícies refletoras. Existem milhares de tipos diferentes de lasers, cada um com comprimento de onda específico e características únicas, dependendo do meio condutor.
  • 26. Os meios de produção de laser podem ser: Cristal e vidro (estado sólido) Gás (HeNe) Semicondutor Corante líquido e químico Diodo (GaAs)
  • 27. Lasers podem ser: alta e baixa potência Alta potência: apresentam respostas térmicas. São usados para: Cortes cirúrgicos e coagulação Oftalmologia Dermatologia Oncologia Cirurgia vascular
  • 28. Baixa potência: atérmicos. São usados para: Cicatrização de ferimentos Manuseio da dor Produzem efeitos fotoquímicos em vez de térmicos.
  • 29. Lasers mais comuns GaAs (904 nm) – arsenieto de gálio GaAlAs (830 nm) – arsenieto de gálio e alumínio AlGaInP (660 nm) – alumínio, gálio, índio e fósforo HeNe (632,8 nm) – hélio e neônio
  • 30. Contínuo e pulsado Caneta Laser 660 nm e 830nn : operam no modo contínuo e pulsado (50%) com possibilidade de escolha de 10 freqüências: 2,5 Hz, 5 Hz, 10 Hz, 20 Hz, 75 Hz, 150 Hz, 300 Hz, 700 Hz, 1 KHz e 2KHz Modos de emissão
  • 31. Estas freqüências servem para proporcionar analgesia por diferentes vias fisiológicas. 2,5 Hz – para lesões agudas 20 Hz – para cura de feridas 150 Hz – para alívio da dor 2 KHz – para lesões crônicas e feridas que não fecham
  • 32. Caneta laser 904 nm : opera somente no modo pulsado a 9500 Hz.
  • 33. Ação e efeito 1 – Efeitos primários ou diretos: Efeito bioquímico Efeito bioelétrico Efeito bioenergético 2 – Efeitos secundário: Estímulo a microcirculação Estímulo trófico celular
  • 34. 3 – Efeitos terapêuticos: Aumento do ATP intracelular Analgésico Anti-inflamatório, anti-edematoso e normalizador circulatório Efeito estimulante do trofismo dos tecidos Estimulador dos pontos de acupuntura
  • 35. Doses Efeito analgésico: 2 a 4 J/cm2 Efeito anti-inflamatório: 1 a 3 J/cm2 Efeito regenerativo: 3 a 6 J/cm2 Efeito circulatório: 1 a 3 J/cm2
  • 36. Situações inflamatórias Fase aguda ________ doses baixas Fase sub-aguda ____ doses médias Fase crônica _______ doses altas
  • 37. Indicações Cicatrizes Ferimentos Úlceras Queimaduras Tendinites Neuralgias Hematomas Dor localizada
  • 38. Precauções e Contra-indicações Os lasers fornecem radiação não-ionizante. Isso significa que não foram observados efeitos mutagênicos sobre o DNA e nenhum dano às células ou membranas celulares.
  • 39.
  • 40.
  • 41. Técnicas de aplicação 1 – pontual 2 – Por zona ou região 3 - Varredura
  • 42. Pontual Marcar pontos na área a ser tratada de 1 em 1 cm. Aplicar o laser em cada ponto
  • 43. Por zona ou região É necessário fazer o cálculo da área e do tempo de aplicação. Utilza-se uma lente divergente para divergir os feixes e pegar toda a área. Colocar a intensidade no free .
  • 44. Varredura É necessário fazer o cálculo da área e do tempo de aplicação. Colocar a intensidade no free. Fazer a aplicação “varrendo” a área a ser tratada.
  • 45. Cálculo da área A = b x h A = 2 x 2 A = 4 cm 2 2 cm (b) 2 cm (h)
  • 46. A = π R 2 π = 3,14 A = 3 x 2 2 A = 12 cm 2 R = 2 cm
  • 47. Cálculo do tempo Potência de Emissão do Laser (660 nm ou 830 nm) Potência média (904 nm) (Pm) Área a ser irradiada (A) Densidade de energia desejada (D)
  • 48. Fórmula Tempo necessário = D (joules/cm 2 ) x A (cm2) Potência de Emissão (W)
  • 49. No caso do laser de AsGa (904 nm) devemos utilizar a Potência média no local da Potência de emissão pelo fato de esse laser ser emitido em regime de pulsos.
  • 50. Pm = Pp x Tp x Fr Pm = potência média (W) Pp = potência de pico (W) – 70 W Tp = tempo de pulso (S) – 60 ns – 0,00000006 s Fr = freqüência de repetição do pulso (Hz) – 9500 Hz