SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 32
FITORMÔNIOS
HORMÔNIOS VEGETAIS
HORMÔNIOS VEGETAIS
• Uma das características
que distingue os
organismos vivos das coisas
não vivas é a sua
capacidade de
responderem a estímulos
• Os vegetais, assim como os
animais, têm grande parte
de seu metabolismo
controlado por hormônios.
HORMÔNIOS VEGETAIS
• Os hormônios são substâncias químicas
produzidas por células especiais do organismo,
agem como mensageiros químicos, que vão
atuar a distância em estruturas ou órgãos
específicos, desencadeando ou inibindo uma
atividade, como crescimento, por exemplo.
HORMÔNIOS VEGETAIS
• O desenvolvimento e
crescimento das
plantas são afetados
pela luz, gravidade,
temperatura, duração
do dia e da noite etc.
Os hormônios
vegetais influenciam-
os diretamente.
HORMÔNIOS VEGETAIS
• Nas plantas, existem vários hormônios,
também conhecidos como fitormônios.
Os principais são :
• As auxinas 

São os fitormônios mais importantes
das plantas. Dentre as auxinas a mais
comum é o AIA (ácido indolilacético )
• As Giberelinas

São produzidas no embrião
das sementes, meristema
apical do caule e em
folhas jovens. Promove o
alongamento e distensão
celular e estimulam o
crescimento de plantas
geneticamente anãs.
Servem para induzir a
floração, e promovem a
quebra da dormência de
sementes, possibilitando a
germinação.
• As Citocininas

É o grupo de substâncias reguladoras do crescimento e
desenvolvimento vegetal, encontradas em sementes em
germinação e frutos jovens. Estimulam a divisão celular;
retardam a senescência (envelhecimento) foliar e
auxiliam no desenvolvimento de frutos e na germinação
de sementes.
Efeito do tratamento com citocininas em uvas.
• Etileno influencia muitos aspectos do crecimento e
desenvolvimento das plantas quer seja ele produzido
pela própria planta, quer seja oriundo de fonte
exógena. Entre eles citam-se:
- o estimulo e amadurecimento em frutas e verduras 

- a queda (abscisão) das folhas 

- o desbotar das flores 

- o murchar das flores 

- o amarelecer das folhas
Uma prática comum para acelerar o amadurecimento de frutos de banana é
queimar pó de madeira nas câmaras de armazenamento. A queima de
serragem libera gás etileno que é indutor do amadurecimento de frutos. O
etileno é produzido em diversas partes da planta e se difundindo-se no ar
que existe entre as cédulas.
Em frutas e vegetais, o
estímulo da produção de
etileno causado por cortes
ou escoriações, pode
comprometer a
armazenagem desses
produtos. O escurecimento
das folhas, induzido pelo
etileno, é uma causa comum
de perdas em muitos
produtos, como na alface.
• Ácido Abscísico - um
inibidor do crescimento
das plantas produzido
nas folhas, na coifa e no
caule. É o principal
responsável pelo blo-
queio do crescimento
das plantas no inverno.
Ele também é res-
ponsável pelas alte-
rações que a planta so-
fre quando colocado em
condições adversa.
Auxinas

• A principal auxina encontrada nas plantas é o
ácido indolacético, conhecido pela sigla AIA.
Essa substância é produzida principalmente no
meristema apical do caule e transportada através
das células do parênquima até as raízes.
• O transporte do AIA é unidirecional, dependendo
de energia para ocorrer.
• Se um pedaço de caule é invertido, o AIA
continua a se deslocar em direção à extremidade
das raízes, contra a força de gravidade.
• Efeitos da auxina
O principal efeito da auxina é promover o crescimento de
raízes e caules, através do alongamento das células
recém-formadas nos meristema. Isso depende, da
concentração do hormônio; em concentrações muito altas
a auxina inibe a elongação celular e, portanto, o
crescimento do órgão.
• A sensibilidade das células à auxina varia nas diferentes
partes da planta. O caule, por exemplo, é menos
sensível à auxina que a raiz. Por isso uma concentração
de auxina suficiente para induzir crescimento do caule
tem forte efeito inibidor sobre o crescimento da raiz
podem ser insuficientes para produzir efeitos sobre o
crescimento do caule.
Auxina e tropismos

O fototropismo é resultado da
ação da auxina sobre a
elongação celular. Quando uma
p l a n t a é i l u m i n a d a
unidirecionalmente, a auxina
migra para o lado menos
expostos à luz antes de descer
pelo caule. Com isso as células
do lado menos iluminado se
alongam mais do que as do lado
mais iluminado e a planta se
dobra em direção à fonte de
luz.
TROPISMOS
• Fototropismo - É o
desenvolvimento da
planta influenciado
pela direção da luz.
Muitos caules exibem
fototropismo positivo,
curvando-se na
direção donde
recebem luz.
Geotropismo

É o desenvolvimento da planta em resposta à
direção da gravidade. Os caules geralmente
têm geotropismo negativo e nas raízes, o
geotropismo é positivo.
Quando uma planta é colocada
horizontalmente, as zonas do caule e da
raiz voltadas para baixo recebem maior
quantidade de auxinas do que as zonas
superiores. Isso favorece o crescimento
do caule e inibe o crescimento da raiz.
A região do caule voltada para baixo alonga-se
mais rapidamente que a região superior,
dirigindo-se a curvatura do caule para a parte
superior. Na da raiz, a zona inferior cresce
mais lentamente originando uma curva de
crescimento dirigida para baixo.
HORMÔNIOS VEGETAIS
Tigmotropismo - É o
desenvolvimento em
resposta a um
estímulo mecânico
tal como o contacto
com um objeto.
HORMÔNIOS VEGETAIS
O enrolamento das
gavinhas que ajuda a
prender a planta ao
suporte é um
exemplo de
tigmotropismo.
Auxina e dominância apical

• Nas plantas, a gema apical exerce um efeito
inibidor sobre o desenvolvimento das gemas
laterais.
Auxina e dominância apical

Com a eliminação do ápice de um caule.
Rapidamente diversas gemas laterais passam a
ser desenvolver, produzindo ramos. É o princípio
da antiga técnica de jardinagem chamada poda.
Auxina e dominância apical

A auxina produzida pelo meristema apical é a
responsável pela inibição das gemas laterais.
Quando a gema apical é removida, cessa sua
produção e as gemas laterais podem se de-
senvolver.


Auxina e desenvolvimento de frutos 


• O crescimento dos frutos é estimulado pela auxina
liberada pelas sementes em formação.Podem-se produzir
frutos sem sementes (partenocárpicos) pulverizando-se
auxina sobre flores não fecundadas
Podem-se produzir frutos sem sementes
(partenocárpicos) pulverizando-se auxina sobre
flores não fecundadas
As auxinas sintéticas controlam ervas daninhas
em campos de cultivo de monocotiledôneas. A
aplicação de grande quantidade desse hormônio
em campos de cultivo impede o crescimento de
dicotiledôneas ervas daninhas, sem afetar o
desenvolvimento de monocotiledôneas como o
milho, por exemplo.
LINKS
http://www.herbario.com.br/cie/universi/creveg.htm
http://members.fortunecity.com/rl/fototrop.htm
http://www.colostate.edu/Depts/CoopExt/4DMG/
PHC/organic.htm
http://ipmworld.umn.edu/chapters/wareherb.htm
http://fai.unne.edu.ar/biologia/plantas/externos.htm
http://www.terralia.com/revista14/pagina31.htm
1 - Quando uma planta é colocada na posição horizontal, em
ambiente homogeneamente iluminado, exibe uma
resposta de crescimento orientado, conhecido como
geotropismo.
a) Como são os geotropismos do caule e da raiz?
b) Explique o mecanismo fisiológico responsável por esse
crescimento orientado.
2 - O gráfico a seguir apresenta o efeito de diferentes
concentrações da auxina AIA sobre o crescimento de
raízes e caules. A esse respeito podemos afirmar
corretamente que:
EXERCÍCIOS
a) quanto maior a concentração de auxina, maior a percentagem de indução.
b) são necessárias concentrações maiores de auxina para estimular o
crescimento das raízes do que para estimular o crescimento caulinar.
c) a concentração de auxina necessária à inibição do crescimento caulinar é
menor do que aquela necessária à inibição do crescimento da raiz.
d) a concentração ótima para indução do crescimento caulinar é fortemente
inibidora do crescimento da raiz.
e) a concentração ótima para a estimulação do crescimento é semelhante em
ambos os casos.
• 3-Uma prática comum em
agricultura é a poda de
árvores frutíferas. Numa
laranjeira, por exemplo, a
formação de novos ramos
contribui para a produção
de mais flores e mais
frutos. Com base nas
figuras apresentadas aci-
ma e em seus conhe-
cimentos biológicos, res-
ponda aos itens a seguir.
a)Qual é a denominação do fenômeno evidenciado nas figuras 1 e 2? B)Qual é o
hormônio vegetal envolvido no fenômeno em questão e representado no gráfico? C)A
partir da interpretação do gráfico, explique o fenômeno em análise.
4-Uma planta submetida a
iluminação unilateral cres-
cerá em direção à fonte de
luz, como mostrado no es-
quema. Isso ocorre devido à
migração de auxina para
a)a região I, o que provoca maior divisão das células desse lado.
b)a região II, o que provoca maior divisão das células do lado oposto.
c)a raiz que, ao crescer em direção oposta à luz, orienta o crescimento do caule no
sentido contrário.
d)a região II, o que provoca maior elongação das células do lado oposto.
e)a região I, o que provoca maior elongação das células desse lado.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Nutricao vegetal
Nutricao vegetalNutricao vegetal
Nutricao vegetalURCA
 
Hormônios vegetais – giberelinas, etileno, citocininas e Ácido Abscísico.
Hormônios vegetais – giberelinas, etileno, citocininas e Ácido Abscísico.Hormônios vegetais – giberelinas, etileno, citocininas e Ácido Abscísico.
Hormônios vegetais – giberelinas, etileno, citocininas e Ácido Abscísico.Lucas Pereira
 
Reino das Plantas
Reino das PlantasReino das Plantas
Reino das PlantasIkaro Slipk
 
Aula 7 Prof. Guth Berger
Aula 7 Prof. Guth BergerAula 7 Prof. Guth Berger
Aula 7 Prof. Guth BergerMatheus Yuri
 
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Folha
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre FolhaSlides da aula de Biologia (Renato) sobre Folha
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre FolhaTurma Olímpica
 
Fisiologia do estresse em plantas
Fisiologia do estresse em plantasFisiologia do estresse em plantas
Fisiologia do estresse em plantasAna Carolina Boa
 
Biologia - Morfologia Vegetal
Biologia - Morfologia VegetalBiologia - Morfologia Vegetal
Biologia - Morfologia VegetalCarson Souza
 
Hormonios vegetais
Hormonios vegetaisHormonios vegetais
Hormonios vegetaiseli292011
 
Aula 2° Ano EM - O reino dos vegetais (Reino Plantae)
Aula 2° Ano EM - O reino dos vegetais (Reino Plantae)Aula 2° Ano EM - O reino dos vegetais (Reino Plantae)
Aula 2° Ano EM - O reino dos vegetais (Reino Plantae)Ronaldo Santana
 
C1 e2 ppt_aspectos_botanicos_de_plantas_medicinais
C1 e2 ppt_aspectos_botanicos_de_plantas_medicinaisC1 e2 ppt_aspectos_botanicos_de_plantas_medicinais
C1 e2 ppt_aspectos_botanicos_de_plantas_medicinaissedis-suporte
 
Morfologia: Raiz, Caule e Folhas
Morfologia: Raiz, Caule e FolhasMorfologia: Raiz, Caule e Folhas
Morfologia: Raiz, Caule e FolhasAline Souza
 
Briofitas
BriofitasBriofitas
Briofitasjcrrios
 

Mais procurados (20)

Nutricao vegetal
Nutricao vegetalNutricao vegetal
Nutricao vegetal
 
Fisiologia dos Estômatos
Fisiologia dos EstômatosFisiologia dos Estômatos
Fisiologia dos Estômatos
 
1 introdução à botânica
1 introdução à botânica1 introdução à botânica
1 introdução à botânica
 
Hormônios vegetais – giberelinas, etileno, citocininas e Ácido Abscísico.
Hormônios vegetais – giberelinas, etileno, citocininas e Ácido Abscísico.Hormônios vegetais – giberelinas, etileno, citocininas e Ácido Abscísico.
Hormônios vegetais – giberelinas, etileno, citocininas e Ácido Abscísico.
 
Reino das Plantas
Reino das PlantasReino das Plantas
Reino das Plantas
 
Aula fisiologia vegetal
Aula fisiologia vegetalAula fisiologia vegetal
Aula fisiologia vegetal
 
Hormônios vegetais
Hormônios vegetaisHormônios vegetais
Hormônios vegetais
 
Raiz
RaizRaiz
Raiz
 
Aula 7 Prof. Guth Berger
Aula 7 Prof. Guth BergerAula 7 Prof. Guth Berger
Aula 7 Prof. Guth Berger
 
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Folha
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre FolhaSlides da aula de Biologia (Renato) sobre Folha
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Folha
 
Fisiologia do estresse em plantas
Fisiologia do estresse em plantasFisiologia do estresse em plantas
Fisiologia do estresse em plantas
 
Biologia - Morfologia Vegetal
Biologia - Morfologia VegetalBiologia - Morfologia Vegetal
Biologia - Morfologia Vegetal
 
Hormonios vegetais
Hormonios vegetaisHormonios vegetais
Hormonios vegetais
 
Angiospermas
AngiospermasAngiospermas
Angiospermas
 
Manejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhasManejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhas
 
Aula 2° Ano EM - O reino dos vegetais (Reino Plantae)
Aula 2° Ano EM - O reino dos vegetais (Reino Plantae)Aula 2° Ano EM - O reino dos vegetais (Reino Plantae)
Aula 2° Ano EM - O reino dos vegetais (Reino Plantae)
 
C1 e2 ppt_aspectos_botanicos_de_plantas_medicinais
C1 e2 ppt_aspectos_botanicos_de_plantas_medicinaisC1 e2 ppt_aspectos_botanicos_de_plantas_medicinais
C1 e2 ppt_aspectos_botanicos_de_plantas_medicinais
 
Morfologia: Raiz, Caule e Folhas
Morfologia: Raiz, Caule e FolhasMorfologia: Raiz, Caule e Folhas
Morfologia: Raiz, Caule e Folhas
 
Briofitas
BriofitasBriofitas
Briofitas
 
Reino plantae
Reino plantaeReino plantae
Reino plantae
 

Semelhante a Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Fitormônios

Hormoniosvegetais
HormoniosvegetaisHormoniosvegetais
HormoniosvegetaisLuiz Santos
 
Aula hormoniosvegetais 2017 1
Aula hormoniosvegetais 2017 1Aula hormoniosvegetais 2017 1
Aula hormoniosvegetais 2017 1Fabrícia Martins
 
(11) biologia e geologia 10º ano - hormonas vegetais
(11) biologia e geologia   10º ano - hormonas vegetais(11) biologia e geologia   10º ano - hormonas vegetais
(11) biologia e geologia 10º ano - hormonas vegetaisHugo Martins
 
Regulação hormonal nas plantas
Regulação hormonal nas plantasRegulação hormonal nas plantas
Regulação hormonal nas plantasmargaridabt
 
Frente 3 módulo 12 Hormônios Vegetais Auxinas Tropismos
Frente 3 módulo 12 Hormônios Vegetais Auxinas TropismosFrente 3 módulo 12 Hormônios Vegetais Auxinas Tropismos
Frente 3 módulo 12 Hormônios Vegetais Auxinas TropismosColégio Batista de Mantena
 
Ppt 2 RegulaçãO Nos Seres Vivos (Hormonas Vegetais Parte Ii)
Ppt 2   RegulaçãO Nos Seres Vivos (Hormonas Vegetais   Parte Ii)Ppt 2   RegulaçãO Nos Seres Vivos (Hormonas Vegetais   Parte Ii)
Ppt 2 RegulaçãO Nos Seres Vivos (Hormonas Vegetais Parte Ii)Nuno Correia
 
Ppt 2 RegulaçãO Nos Seres Vivos (Hormonas Vegetais Parte Ii)
Ppt 2   RegulaçãO Nos Seres Vivos (Hormonas Vegetais   Parte Ii)Ppt 2   RegulaçãO Nos Seres Vivos (Hormonas Vegetais   Parte Ii)
Ppt 2 RegulaçãO Nos Seres Vivos (Hormonas Vegetais Parte Ii)Nuno Correia
 
Hormônios vegetais ou fitormônios
Hormônios vegetais ou fitormôniosHormônios vegetais ou fitormônios
Hormônios vegetais ou fitormôniosAndrea Barreto
 
2º Ano - Hormônios vegetais - Fitormônios
2º Ano - Hormônios vegetais - Fitormônios2º Ano - Hormônios vegetais - Fitormônios
2º Ano - Hormônios vegetais - FitormôniosEscola Modelo de Iguatu
 
Condução de Seiva Bio
Condução de Seiva Bio Condução de Seiva Bio
Condução de Seiva Bio Laguat
 
Aprsentação fito hormonas_rita
Aprsentação fito hormonas_ritaAprsentação fito hormonas_rita
Aprsentação fito hormonas_ritaPelo Siro
 
Hormônios vegetais e suas principais funções
Hormônios vegetais e suas principais funçõesHormônios vegetais e suas principais funções
Hormônios vegetais e suas principais funçõescamilasantos195061
 

Semelhante a Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Fitormônios (20)

Fisveg aula3
Fisveg aula3Fisveg aula3
Fisveg aula3
 
Hormoniosvegetais
HormoniosvegetaisHormoniosvegetais
Hormoniosvegetais
 
hormoniosvegetais.ppt
hormoniosvegetais.ppthormoniosvegetais.ppt
hormoniosvegetais.ppt
 
Aula hormoniosvegetais 2017 1
Aula hormoniosvegetais 2017 1Aula hormoniosvegetais 2017 1
Aula hormoniosvegetais 2017 1
 
(11) biologia e geologia 10º ano - hormonas vegetais
(11) biologia e geologia   10º ano - hormonas vegetais(11) biologia e geologia   10º ano - hormonas vegetais
(11) biologia e geologia 10º ano - hormonas vegetais
 
Regulação hormonal nas plantas
Regulação hormonal nas plantasRegulação hormonal nas plantas
Regulação hormonal nas plantas
 
Frente 3 módulo 12 Hormônios Vegetais Auxinas Tropismos
Frente 3 módulo 12 Hormônios Vegetais Auxinas TropismosFrente 3 módulo 12 Hormônios Vegetais Auxinas Tropismos
Frente 3 módulo 12 Hormônios Vegetais Auxinas Tropismos
 
Ppt 2 RegulaçãO Nos Seres Vivos (Hormonas Vegetais Parte Ii)
Ppt 2   RegulaçãO Nos Seres Vivos (Hormonas Vegetais   Parte Ii)Ppt 2   RegulaçãO Nos Seres Vivos (Hormonas Vegetais   Parte Ii)
Ppt 2 RegulaçãO Nos Seres Vivos (Hormonas Vegetais Parte Ii)
 
Ppt 2 RegulaçãO Nos Seres Vivos (Hormonas Vegetais Parte Ii)
Ppt 2   RegulaçãO Nos Seres Vivos (Hormonas Vegetais   Parte Ii)Ppt 2   RegulaçãO Nos Seres Vivos (Hormonas Vegetais   Parte Ii)
Ppt 2 RegulaçãO Nos Seres Vivos (Hormonas Vegetais Parte Ii)
 
Hormônios vegetais ou fitormônios
Hormônios vegetais ou fitormôniosHormônios vegetais ou fitormônios
Hormônios vegetais ou fitormônios
 
2016 Frente 3 módulo 10 hormonios vegetais
2016 Frente 3 módulo 10 hormonios vegetais2016 Frente 3 módulo 10 hormonios vegetais
2016 Frente 3 módulo 10 hormonios vegetais
 
2016 Frente 3 módulo 10 hormonios vegetais
2016 Frente 3 módulo 10 hormonios vegetais2016 Frente 3 módulo 10 hormonios vegetais
2016 Frente 3 módulo 10 hormonios vegetais
 
2º Ano - Hormônios vegetais - Fitormônios
2º Ano - Hormônios vegetais - Fitormônios2º Ano - Hormônios vegetais - Fitormônios
2º Ano - Hormônios vegetais - Fitormônios
 
Hormonios vegetais
Hormonios vegetaisHormonios vegetais
Hormonios vegetais
 
2S_Mov veg e hormônios
2S_Mov veg e hormônios2S_Mov veg e hormônios
2S_Mov veg e hormônios
 
Mov veg e hormônios 17092012
Mov veg e hormônios  17092012Mov veg e hormônios  17092012
Mov veg e hormônios 17092012
 
Condução de Seiva Bio
Condução de Seiva Bio Condução de Seiva Bio
Condução de Seiva Bio
 
Aprsentação fito hormonas_rita
Aprsentação fito hormonas_ritaAprsentação fito hormonas_rita
Aprsentação fito hormonas_rita
 
Hormônios vegetais e suas principais funções
Hormônios vegetais e suas principais funçõesHormônios vegetais e suas principais funções
Hormônios vegetais e suas principais funções
 
FISIOLOGIA VEGETAL (1).pptx
FISIOLOGIA VEGETAL (1).pptxFISIOLOGIA VEGETAL (1).pptx
FISIOLOGIA VEGETAL (1).pptx
 

Mais de Turma Olímpica

Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Células-Tronco
Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Células-TroncoSlides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Células-Tronco
Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Células-TroncoTurma Olímpica
 
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Zoologia dos Invertebrados
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Zoologia dos InvertebradosSlides da aula de Biologia (Renato) sobre Zoologia dos Invertebrados
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Zoologia dos InvertebradosTurma Olímpica
 
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Reino Protista
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Reino ProtistaSlides da aula de Biologia (Renato) sobre Reino Protista
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Reino ProtistaTurma Olímpica
 
Slides da aula de Química (Manoel) sobre Reações Orgânicas
Slides da aula de Química (Manoel) sobre Reações OrgânicasSlides da aula de Química (Manoel) sobre Reações Orgânicas
Slides da aula de Química (Manoel) sobre Reações OrgânicasTurma Olímpica
 
Slides da aula de Química (Manoel) sobre Cinética Química
Slides da aula de Química (Manoel) sobre Cinética QuímicaSlides da aula de Química (Manoel) sobre Cinética Química
Slides da aula de Química (Manoel) sobre Cinética QuímicaTurma Olímpica
 
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre O que é Linguagem?
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre O que é Linguagem?Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre O que é Linguagem?
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre O que é Linguagem?Turma Olímpica
 
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre Filosofia, Linguagem, Conhecime...
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre Filosofia, Linguagem, Conhecime...Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre Filosofia, Linguagem, Conhecime...
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre Filosofia, Linguagem, Conhecime...Turma Olímpica
 
Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema Respiratório
Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema RespiratórioSlides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema Respiratório
Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema RespiratórioTurma Olímpica
 
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Introdução à Ecologia
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Introdução à EcologiaSlides da aula de Biologia (Renato) sobre Introdução à Ecologia
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Introdução à EcologiaTurma Olímpica
 
Slides da aula de Sociologia (Luciano) sobre Violência
Slides da aula de Sociologia (Luciano) sobre ViolênciaSlides da aula de Sociologia (Luciano) sobre Violência
Slides da aula de Sociologia (Luciano) sobre ViolênciaTurma Olímpica
 
Slides da aula de História (Daniel) sobre Revolução Francesa
Slides da aula de História (Daniel) sobre Revolução FrancesaSlides da aula de História (Daniel) sobre Revolução Francesa
Slides da aula de História (Daniel) sobre Revolução FrancesaTurma Olímpica
 
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre História e Filosofia
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre História e FilosofiaSlides da aula de Filosofia (João Luís) sobre História e Filosofia
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre História e FilosofiaTurma Olímpica
 
Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema Digestório
Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema DigestórioSlides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema Digestório
Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema DigestórioTurma Olímpica
 
Slides da aula de Química (Manoel) sobre Química Orgânica
Slides da aula de Química (Manoel) sobre Química OrgânicaSlides da aula de Química (Manoel) sobre Química Orgânica
Slides da aula de Química (Manoel) sobre Química OrgânicaTurma Olímpica
 
Slides da aula de Sociologia (Luciano) sobre Desigualdade Social
Slides da aula de Sociologia (Luciano) sobre Desigualdade SocialSlides da aula de Sociologia (Luciano) sobre Desigualdade Social
Slides da aula de Sociologia (Luciano) sobre Desigualdade SocialTurma Olímpica
 
Slides da aula de Sociologia (João Luís) sobre Cultura e Sociedade
Slides da aula de Sociologia (João Luís) sobre Cultura e SociedadeSlides da aula de Sociologia (João Luís) sobre Cultura e Sociedade
Slides da aula de Sociologia (João Luís) sobre Cultura e SociedadeTurma Olímpica
 
Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema Imunológico
Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema ImunológicoSlides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema Imunológico
Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema ImunológicoTurma Olímpica
 
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Fisiologia Vegetal
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Fisiologia VegetalSlides da aula de Biologia (Renato) sobre Fisiologia Vegetal
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Fisiologia VegetalTurma Olímpica
 
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Sementes e Frutos
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Sementes e FrutosSlides da aula de Biologia (Renato) sobre Sementes e Frutos
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Sementes e FrutosTurma Olímpica
 
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Bacterioses
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre BacteriosesSlides da aula de Biologia (Renato) sobre Bacterioses
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre BacteriosesTurma Olímpica
 

Mais de Turma Olímpica (20)

Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Células-Tronco
Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Células-TroncoSlides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Células-Tronco
Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Células-Tronco
 
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Zoologia dos Invertebrados
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Zoologia dos InvertebradosSlides da aula de Biologia (Renato) sobre Zoologia dos Invertebrados
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Zoologia dos Invertebrados
 
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Reino Protista
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Reino ProtistaSlides da aula de Biologia (Renato) sobre Reino Protista
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Reino Protista
 
Slides da aula de Química (Manoel) sobre Reações Orgânicas
Slides da aula de Química (Manoel) sobre Reações OrgânicasSlides da aula de Química (Manoel) sobre Reações Orgânicas
Slides da aula de Química (Manoel) sobre Reações Orgânicas
 
Slides da aula de Química (Manoel) sobre Cinética Química
Slides da aula de Química (Manoel) sobre Cinética QuímicaSlides da aula de Química (Manoel) sobre Cinética Química
Slides da aula de Química (Manoel) sobre Cinética Química
 
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre O que é Linguagem?
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre O que é Linguagem?Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre O que é Linguagem?
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre O que é Linguagem?
 
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre Filosofia, Linguagem, Conhecime...
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre Filosofia, Linguagem, Conhecime...Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre Filosofia, Linguagem, Conhecime...
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre Filosofia, Linguagem, Conhecime...
 
Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema Respiratório
Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema RespiratórioSlides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema Respiratório
Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema Respiratório
 
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Introdução à Ecologia
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Introdução à EcologiaSlides da aula de Biologia (Renato) sobre Introdução à Ecologia
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Introdução à Ecologia
 
Slides da aula de Sociologia (Luciano) sobre Violência
Slides da aula de Sociologia (Luciano) sobre ViolênciaSlides da aula de Sociologia (Luciano) sobre Violência
Slides da aula de Sociologia (Luciano) sobre Violência
 
Slides da aula de História (Daniel) sobre Revolução Francesa
Slides da aula de História (Daniel) sobre Revolução FrancesaSlides da aula de História (Daniel) sobre Revolução Francesa
Slides da aula de História (Daniel) sobre Revolução Francesa
 
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre História e Filosofia
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre História e FilosofiaSlides da aula de Filosofia (João Luís) sobre História e Filosofia
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre História e Filosofia
 
Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema Digestório
Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema DigestórioSlides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema Digestório
Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema Digestório
 
Slides da aula de Química (Manoel) sobre Química Orgânica
Slides da aula de Química (Manoel) sobre Química OrgânicaSlides da aula de Química (Manoel) sobre Química Orgânica
Slides da aula de Química (Manoel) sobre Química Orgânica
 
Slides da aula de Sociologia (Luciano) sobre Desigualdade Social
Slides da aula de Sociologia (Luciano) sobre Desigualdade SocialSlides da aula de Sociologia (Luciano) sobre Desigualdade Social
Slides da aula de Sociologia (Luciano) sobre Desigualdade Social
 
Slides da aula de Sociologia (João Luís) sobre Cultura e Sociedade
Slides da aula de Sociologia (João Luís) sobre Cultura e SociedadeSlides da aula de Sociologia (João Luís) sobre Cultura e Sociedade
Slides da aula de Sociologia (João Luís) sobre Cultura e Sociedade
 
Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema Imunológico
Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema ImunológicoSlides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema Imunológico
Slides da aula de Biologia (Marcelo) sobre Sistema Imunológico
 
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Fisiologia Vegetal
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Fisiologia VegetalSlides da aula de Biologia (Renato) sobre Fisiologia Vegetal
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Fisiologia Vegetal
 
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Sementes e Frutos
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Sementes e FrutosSlides da aula de Biologia (Renato) sobre Sementes e Frutos
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Sementes e Frutos
 
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Bacterioses
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre BacteriosesSlides da aula de Biologia (Renato) sobre Bacterioses
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Bacterioses
 

Último

Atividade com a letra da música Meu Abrigo
Atividade com a letra da música Meu AbrigoAtividade com a letra da música Meu Abrigo
Atividade com a letra da música Meu AbrigoMary Alvarenga
 
trabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditaduratrabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditaduraAdryan Luiz
 
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicas
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicasCenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicas
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicasRosalina Simão Nunes
 
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISPrática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISVitor Vieira Vasconcelos
 
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxQUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxIsabellaGomes58
 
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024Jeanoliveira597523
 
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptx
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptxSlides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptx
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfBRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfHenrique Pontes
 
activIDADES CUENTO lobo esta CUENTO CUARTO GRADO
activIDADES CUENTO  lobo esta  CUENTO CUARTO GRADOactivIDADES CUENTO  lobo esta  CUENTO CUARTO GRADO
activIDADES CUENTO lobo esta CUENTO CUARTO GRADOcarolinacespedes23
 
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalGerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalJacqueline Cerqueira
 
FCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimir
FCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimirFCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimir
FCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimirIedaGoethe
 
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e TaniModelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e TaniCassio Meira Jr.
 
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfEditoraEnovus
 
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptxAula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptxBiancaNogueira42
 
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasPrograma de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasCassio Meira Jr.
 
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfO Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfPastor Robson Colaço
 
Regência Nominal e Verbal português .pdf
Regência Nominal e Verbal português .pdfRegência Nominal e Verbal português .pdf
Regência Nominal e Verbal português .pdfmirandadudu08
 
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresLilianPiola
 

Último (20)

Atividade com a letra da música Meu Abrigo
Atividade com a letra da música Meu AbrigoAtividade com a letra da música Meu Abrigo
Atividade com a letra da música Meu Abrigo
 
trabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditaduratrabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditadura
 
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicas
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicasCenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicas
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicas
 
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISPrática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
 
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxQUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
 
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
 
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptx
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptxSlides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptx
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptx
 
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfBRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
 
activIDADES CUENTO lobo esta CUENTO CUARTO GRADO
activIDADES CUENTO  lobo esta  CUENTO CUARTO GRADOactivIDADES CUENTO  lobo esta  CUENTO CUARTO GRADO
activIDADES CUENTO lobo esta CUENTO CUARTO GRADO
 
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalGerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
 
FCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimir
FCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimirFCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimir
FCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimir
 
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e TaniModelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
 
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
 
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptxAula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
 
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasPrograma de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
 
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfO Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
 
Regência Nominal e Verbal português .pdf
Regência Nominal e Verbal português .pdfRegência Nominal e Verbal português .pdf
Regência Nominal e Verbal português .pdf
 
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
 
Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024
Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024
Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024
 

Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Fitormônios

  • 2. HORMÔNIOS VEGETAIS • Uma das características que distingue os organismos vivos das coisas não vivas é a sua capacidade de responderem a estímulos • Os vegetais, assim como os animais, têm grande parte de seu metabolismo controlado por hormônios.
  • 3. HORMÔNIOS VEGETAIS • Os hormônios são substâncias químicas produzidas por células especiais do organismo, agem como mensageiros químicos, que vão atuar a distância em estruturas ou órgãos específicos, desencadeando ou inibindo uma atividade, como crescimento, por exemplo.
  • 4. HORMÔNIOS VEGETAIS • O desenvolvimento e crescimento das plantas são afetados pela luz, gravidade, temperatura, duração do dia e da noite etc. Os hormônios vegetais influenciam- os diretamente.
  • 5. HORMÔNIOS VEGETAIS • Nas plantas, existem vários hormônios, também conhecidos como fitormônios. Os principais são : • As auxinas 
 São os fitormônios mais importantes das plantas. Dentre as auxinas a mais comum é o AIA (ácido indolilacético )
  • 6.
  • 7. • As Giberelinas
 São produzidas no embrião das sementes, meristema apical do caule e em folhas jovens. Promove o alongamento e distensão celular e estimulam o crescimento de plantas geneticamente anãs. Servem para induzir a floração, e promovem a quebra da dormência de sementes, possibilitando a germinação.
  • 8. • As Citocininas
 É o grupo de substâncias reguladoras do crescimento e desenvolvimento vegetal, encontradas em sementes em germinação e frutos jovens. Estimulam a divisão celular; retardam a senescência (envelhecimento) foliar e auxiliam no desenvolvimento de frutos e na germinação de sementes. Efeito do tratamento com citocininas em uvas.
  • 9. • Etileno influencia muitos aspectos do crecimento e desenvolvimento das plantas quer seja ele produzido pela própria planta, quer seja oriundo de fonte exógena. Entre eles citam-se: - o estimulo e amadurecimento em frutas e verduras 
 - a queda (abscisão) das folhas 
 - o desbotar das flores 
 - o murchar das flores 
 - o amarelecer das folhas
  • 10. Uma prática comum para acelerar o amadurecimento de frutos de banana é queimar pó de madeira nas câmaras de armazenamento. A queima de serragem libera gás etileno que é indutor do amadurecimento de frutos. O etileno é produzido em diversas partes da planta e se difundindo-se no ar que existe entre as cédulas. Em frutas e vegetais, o estímulo da produção de etileno causado por cortes ou escoriações, pode comprometer a armazenagem desses produtos. O escurecimento das folhas, induzido pelo etileno, é uma causa comum de perdas em muitos produtos, como na alface.
  • 11. • Ácido Abscísico - um inibidor do crescimento das plantas produzido nas folhas, na coifa e no caule. É o principal responsável pelo blo- queio do crescimento das plantas no inverno. Ele também é res- ponsável pelas alte- rações que a planta so- fre quando colocado em condições adversa.
  • 12. Auxinas
 • A principal auxina encontrada nas plantas é o ácido indolacético, conhecido pela sigla AIA. Essa substância é produzida principalmente no meristema apical do caule e transportada através das células do parênquima até as raízes. • O transporte do AIA é unidirecional, dependendo de energia para ocorrer. • Se um pedaço de caule é invertido, o AIA continua a se deslocar em direção à extremidade das raízes, contra a força de gravidade.
  • 13. • Efeitos da auxina O principal efeito da auxina é promover o crescimento de raízes e caules, através do alongamento das células recém-formadas nos meristema. Isso depende, da concentração do hormônio; em concentrações muito altas a auxina inibe a elongação celular e, portanto, o crescimento do órgão.
  • 14. • A sensibilidade das células à auxina varia nas diferentes partes da planta. O caule, por exemplo, é menos sensível à auxina que a raiz. Por isso uma concentração de auxina suficiente para induzir crescimento do caule tem forte efeito inibidor sobre o crescimento da raiz podem ser insuficientes para produzir efeitos sobre o crescimento do caule.
  • 15. Auxina e tropismos
 O fototropismo é resultado da ação da auxina sobre a elongação celular. Quando uma p l a n t a é i l u m i n a d a unidirecionalmente, a auxina migra para o lado menos expostos à luz antes de descer pelo caule. Com isso as células do lado menos iluminado se alongam mais do que as do lado mais iluminado e a planta se dobra em direção à fonte de luz.
  • 16. TROPISMOS • Fototropismo - É o desenvolvimento da planta influenciado pela direção da luz. Muitos caules exibem fototropismo positivo, curvando-se na direção donde recebem luz.
  • 17. Geotropismo
 É o desenvolvimento da planta em resposta à direção da gravidade. Os caules geralmente têm geotropismo negativo e nas raízes, o geotropismo é positivo.
  • 18. Quando uma planta é colocada horizontalmente, as zonas do caule e da raiz voltadas para baixo recebem maior quantidade de auxinas do que as zonas superiores. Isso favorece o crescimento do caule e inibe o crescimento da raiz.
  • 19. A região do caule voltada para baixo alonga-se mais rapidamente que a região superior, dirigindo-se a curvatura do caule para a parte superior. Na da raiz, a zona inferior cresce mais lentamente originando uma curva de crescimento dirigida para baixo.
  • 20. HORMÔNIOS VEGETAIS Tigmotropismo - É o desenvolvimento em resposta a um estímulo mecânico tal como o contacto com um objeto.
  • 21. HORMÔNIOS VEGETAIS O enrolamento das gavinhas que ajuda a prender a planta ao suporte é um exemplo de tigmotropismo.
  • 22. Auxina e dominância apical
 • Nas plantas, a gema apical exerce um efeito inibidor sobre o desenvolvimento das gemas laterais.
  • 23. Auxina e dominância apical
 Com a eliminação do ápice de um caule. Rapidamente diversas gemas laterais passam a ser desenvolver, produzindo ramos. É o princípio da antiga técnica de jardinagem chamada poda.
  • 24. Auxina e dominância apical
 A auxina produzida pelo meristema apical é a responsável pela inibição das gemas laterais. Quando a gema apical é removida, cessa sua produção e as gemas laterais podem se de- senvolver.
  • 25. 
 Auxina e desenvolvimento de frutos 
 
• O crescimento dos frutos é estimulado pela auxina liberada pelas sementes em formação.Podem-se produzir frutos sem sementes (partenocárpicos) pulverizando-se auxina sobre flores não fecundadas
  • 26. Podem-se produzir frutos sem sementes (partenocárpicos) pulverizando-se auxina sobre flores não fecundadas
  • 27. As auxinas sintéticas controlam ervas daninhas em campos de cultivo de monocotiledôneas. A aplicação de grande quantidade desse hormônio em campos de cultivo impede o crescimento de dicotiledôneas ervas daninhas, sem afetar o desenvolvimento de monocotiledôneas como o milho, por exemplo.
  • 29. 1 - Quando uma planta é colocada na posição horizontal, em ambiente homogeneamente iluminado, exibe uma resposta de crescimento orientado, conhecido como geotropismo. a) Como são os geotropismos do caule e da raiz? b) Explique o mecanismo fisiológico responsável por esse crescimento orientado. 2 - O gráfico a seguir apresenta o efeito de diferentes concentrações da auxina AIA sobre o crescimento de raízes e caules. A esse respeito podemos afirmar corretamente que: EXERCÍCIOS
  • 30. a) quanto maior a concentração de auxina, maior a percentagem de indução. b) são necessárias concentrações maiores de auxina para estimular o crescimento das raízes do que para estimular o crescimento caulinar. c) a concentração de auxina necessária à inibição do crescimento caulinar é menor do que aquela necessária à inibição do crescimento da raiz. d) a concentração ótima para indução do crescimento caulinar é fortemente inibidora do crescimento da raiz. e) a concentração ótima para a estimulação do crescimento é semelhante em ambos os casos.
  • 31. • 3-Uma prática comum em agricultura é a poda de árvores frutíferas. Numa laranjeira, por exemplo, a formação de novos ramos contribui para a produção de mais flores e mais frutos. Com base nas figuras apresentadas aci- ma e em seus conhe- cimentos biológicos, res- ponda aos itens a seguir. a)Qual é a denominação do fenômeno evidenciado nas figuras 1 e 2? B)Qual é o hormônio vegetal envolvido no fenômeno em questão e representado no gráfico? C)A partir da interpretação do gráfico, explique o fenômeno em análise.
  • 32. 4-Uma planta submetida a iluminação unilateral cres- cerá em direção à fonte de luz, como mostrado no es- quema. Isso ocorre devido à migração de auxina para a)a região I, o que provoca maior divisão das células desse lado. b)a região II, o que provoca maior divisão das células do lado oposto. c)a raiz que, ao crescer em direção oposta à luz, orienta o crescimento do caule no sentido contrário. d)a região II, o que provoca maior elongação das células do lado oposto. e)a região I, o que provoca maior elongação das células desse lado.