O poema narra a trágica morte de D. Inês de Castro às mãos do rei D. Afonso IV, seu sogro. D. Inês faz um emocionante discurso pedindo clemência para si e seus filhos, mas o povo exige sua morte. Apesar dos pedidos de D. Inês, os carrascos a assassinam brutalmente, banhando de sangue as flores que regava com suas lágrimas. A natureza chora sua morte, transformando suas lágrimas em uma fonte com o nome "Amores".