SlideShare uma empresa Scribd logo
Agrupamento de Escolas n.º 1 de Serpa
ESCOLA BÁSICA DE PIAS

UNIDADE 3: Ficha de Trabalho n. º 2
9.º Ano de Escolaridade

Português
Ano Letivo 2012/2013 | 07 de março de 2013
9.º A

Os Lusíadas – Canto III

Episódio de Inês de Castro
Vais ouvir as estâncias 118 a 137 do Canto III (Episódio de Inês de Castro).
Sabendo que cada sequência abaixo apresentada corresponde à paráfrase de uma estância, ordena as
sequências de acordo com o texto ouvido.

EXPOSIÇÃO (estâncias 118 – 119)
(a) Foi o Amor, unicamente, que deu causa à sua morte, como se ela fosse uma inimiga. Dizem que
o Amor cruel não se contenta com as lágrimas: exige, como um deus despótico, vítimas
humanas.
(b) D. Afonso IV voltou para Portugal a lograr a paz com a mesma felicidade que já tivera na guerra;
aconteceu então o caso memorável da malfadada que foi rainha depois de morta.
CONFLITO (estâncias 120 – 132)
Estâncias 120-125
(c) Alevantando os olhos ao céu – só os olhos, porque um carrasco lhe atava as mãos – e olhando
depois para as acrianças que iam ficar órfãs falou para o avô.
(d) Ela estava em Coimbra, gozando a alegria enganosa e breve da juventude. Nos campos e nos
montes, entre lágrimas de amor, repetia o nome do seu amado.
(e) Quando os carrascos trouxeram Inês, já o rei estava comovido e arrependido. Mas o povo
incitava-o a matá-la. Então ela, com palavras inspiradas pela pena e saudade do príncipe e dos
filhos, mais que pela própria morte,
(f) Recusou outros casamentos, porque o amor rejeita tudo quanto não seja o rosto amado. Vendo
este estranho amor e o capricho do filho em não se querer casar, o pai, atendendo ao murmurar
do povo,
(g) Resolveu matar Inês para libertar dela o filho. Julgava que o sangue da morte basta para apagar
o fogo do amor. Que fúria foi essa que fez levantar contra uma débil mulher a espada cortante
que desbaratara o poder dos Mouros?
(h) Respondiam-lhe, em pensamentos e em sonhos, as lembranças do Príncipe. Ele nunca a
esquecia quando estava longe; pensava nela e sonhava com ela, e tudo quanto via ou pensava o
fazia feliz.
Estâncias 126 a 129
(i)

E se era capaz de dar a morte, como o mostrara contra os Mouros, que soubesse também dar a
vida a quem estava inocente. Mas se, apesar da sua inocência, a quisesse castigar, que a
desterrasse para uma região tórrida ou gelada;

(j)

Lembrou-lhe os animais ferozes e as aves de rapina que a gente viu terem sentimentos de
piedade, como o mostram o caso de Semiramis e o dos fundadores de Roma;

(k) Que a mandasse mesmo para junto das feras, onde procuraria a piedade que não encontrara
entre os homens. Ali, por amor e bem querer daquele por quem morria, criaria os filhos,
memórias do pai, consolação da mãe.
(l)

Se assim era, ele, que tinha coração e rosto humanos, se é humano matar uma mulher só
porque a ama um homem que a enamorou, devia pelo menos ter em consideração as
criancinhas, já que o não impressionava a triste morte da mãe. Pedia-lhe que se compadecesse
dela mesma e das crianças, já que não queria absolvê-la de uma culpa que ela não tinha
praticado.

Estâncias 130 a 132
(m) Assim como Pirro se prepara para matar Policena por ordem do espectro de Aquiles e ela,
serenamente, se oferece à imolação, pondo os olhos na mãe, louca de dor,
(n) Assim os assassinos de Inês se encarniçavam raivosamente, sem pensarem no castigo que os
esperava; embebem as espadas no pescoço que sustenta as belas feições de que se enamorou o
príncipe, que depois a fará rainha; o sangue banha também as faces pálidas molhadas de
lágrimas.
(o) Comovido por estas palavras, o Rei queria perdoar a Inês. Mas o povo e o destino dela não o
quiseram. Os que aconselham a morte puxam das espadas. Mostram a sua valentia atacando
uma dama.
DESENLACE (estâncias 133 – 137)
(p) As ninfas do Mondego recordaram a morte de Inês durante muito tempo com lágrimas que
transformaram, para memória perpétua, numa fonte, chamada «dos amores de Inês», que ali
aconteceram.
(q) Como uma flor colhida e amachucada pelas mãos travessas de uma criança para a pôr numa
grinalda, assim está Inês, morta, já sem cor e sem perfume, faces murchas.
(r) Este rei foi muito justiceiro e o seu maior gosto era castigar os maus. Defendia as cidades contra
as opressões dos poderosos e matou muitos salteadores, como outrora Hércules e Teseu.
(s) Foi sucesso não menos cruel que o banquete em que Atreu deu a comer a seu irmão Tiestes os
próprios filhos deste. A última palavra de Inês foi o nome de Pedro, que os ecos repetiram
longamente.
(t) Pedro vingou-se pouco tempo depois, quando subiu ao trono. Fez um injusto acordo com outro
Pedro crudelíssimo, pelo qual alcançou os homicidas refugiados em Castela, semelhante ao de
Lépido, António e Augusto.
Fonte: Luís de Camões, Os Lusíadas, Introdução, notas e vocabulário do Prof. António José Saraiva (adaptação)

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

"Mensagem" de Fernando Pessoa: "O das Quinas"
"Mensagem" de Fernando Pessoa: "O das Quinas""Mensagem" de Fernando Pessoa: "O das Quinas"
"Mensagem" de Fernando Pessoa: "O das Quinas"
CatarinaSilva1000
 
Análise do episódio "Inês de Castro"
Análise do episódio "Inês de Castro"Análise do episódio "Inês de Castro"
Análise do episódio "Inês de Castro"
Inês Moreira
 
Auto_Barca_Cavaleiros_Os_Quatro_Cavaleiros
Auto_Barca_Cavaleiros_Os_Quatro_CavaleirosAuto_Barca_Cavaleiros_Os_Quatro_Cavaleiros
Auto_Barca_Cavaleiros_Os_Quatro_Cavaleiros
sin3stesia
 
Inês de castro
Inês de castroInês de castro
Inês de castro
Lurdes
 
Lusíadas - Episódio do Adamastor
Lusíadas - Episódio do AdamastorLusíadas - Episódio do Adamastor
Lusíadas - Episódio do Adamastor
cristianavieitas
 
A ilha dos amores canto ix, estâncias52 53; 66-70
A ilha dos amores canto ix, estâncias52 53; 66-70 A ilha dos amores canto ix, estâncias52 53; 66-70
A ilha dos amores canto ix, estâncias52 53; 66-70
Fernanda Pereira
 
Lusiadas 10º ano
Lusiadas 10º anoLusiadas 10º ano
Lusiadas 10º ano
DanielaMoreira84
 
Os lusiadas - camões
Os lusiadas - camõesOs lusiadas - camões
Os lusiadas - camões
julykathy
 
Sermão de Santo António aos Peixes - Cap. II e III
Sermão de Santo António aos Peixes - Cap. II e IIISermão de Santo António aos Peixes - Cap. II e III
Sermão de Santo António aos Peixes - Cap. II e III
Dina Baptista
 
Os Lusíadas - a estrutura
Os Lusíadas - a estruturaOs Lusíadas - a estrutura
Os Lusíadas - a estrutura
Rosalina Simão Nunes
 
Ficha de trabalho episódio de inês de castro
Ficha de trabalho episódio de inês de castroFicha de trabalho episódio de inês de castro
Ficha de trabalho episódio de inês de castro
Ricardo Ferreira
 
"D. Sebastião, Rei de Portugal" - análise
"D. Sebastião, Rei de Portugal" - análise"D. Sebastião, Rei de Portugal" - análise
"D. Sebastião, Rei de Portugal" - análise
Maria João Oliveira
 
114592028 analise-de-poemas-de-alvaro-de-campos
114592028 analise-de-poemas-de-alvaro-de-campos114592028 analise-de-poemas-de-alvaro-de-campos
114592028 analise-de-poemas-de-alvaro-de-campos
Elizabeth Simão Miguens
 
Despedidas em belém
Despedidas em belémDespedidas em belém
Despedidas em belém
Lurdes
 
Sebastianismo: Os Lusíadas & Mensagem
Sebastianismo: Os Lusíadas & MensagemSebastianismo: Os Lusíadas & Mensagem
Sebastianismo: Os Lusíadas & Mensagem
Inesa M
 
49461743-A-Farsa-de-Ines-Pereira-analise.pdf
49461743-A-Farsa-de-Ines-Pereira-analise.pdf49461743-A-Farsa-de-Ines-Pereira-analise.pdf
49461743-A-Farsa-de-Ines-Pereira-analise.pdf
MarianaAlmeida674808
 
Gil Vicente
Gil VicenteGil Vicente
Gil Vicente
AnaPinto02
 
Velho do Restelo
Velho do ResteloVelho do Restelo
Velho do Restelo
nelsonalves70
 
"Mensagem" de Fernando Pessoa: "O Infante D. Henrique"
"Mensagem" de Fernando Pessoa: "O Infante D. Henrique""Mensagem" de Fernando Pessoa: "O Infante D. Henrique"
"Mensagem" de Fernando Pessoa: "O Infante D. Henrique"
CatarinaSilva1000
 
Cap vi
Cap viCap vi

Mais procurados (20)

"Mensagem" de Fernando Pessoa: "O das Quinas"
"Mensagem" de Fernando Pessoa: "O das Quinas""Mensagem" de Fernando Pessoa: "O das Quinas"
"Mensagem" de Fernando Pessoa: "O das Quinas"
 
Análise do episódio "Inês de Castro"
Análise do episódio "Inês de Castro"Análise do episódio "Inês de Castro"
Análise do episódio "Inês de Castro"
 
Auto_Barca_Cavaleiros_Os_Quatro_Cavaleiros
Auto_Barca_Cavaleiros_Os_Quatro_CavaleirosAuto_Barca_Cavaleiros_Os_Quatro_Cavaleiros
Auto_Barca_Cavaleiros_Os_Quatro_Cavaleiros
 
Inês de castro
Inês de castroInês de castro
Inês de castro
 
Lusíadas - Episódio do Adamastor
Lusíadas - Episódio do AdamastorLusíadas - Episódio do Adamastor
Lusíadas - Episódio do Adamastor
 
A ilha dos amores canto ix, estâncias52 53; 66-70
A ilha dos amores canto ix, estâncias52 53; 66-70 A ilha dos amores canto ix, estâncias52 53; 66-70
A ilha dos amores canto ix, estâncias52 53; 66-70
 
Lusiadas 10º ano
Lusiadas 10º anoLusiadas 10º ano
Lusiadas 10º ano
 
Os lusiadas - camões
Os lusiadas - camõesOs lusiadas - camões
Os lusiadas - camões
 
Sermão de Santo António aos Peixes - Cap. II e III
Sermão de Santo António aos Peixes - Cap. II e IIISermão de Santo António aos Peixes - Cap. II e III
Sermão de Santo António aos Peixes - Cap. II e III
 
Os Lusíadas - a estrutura
Os Lusíadas - a estruturaOs Lusíadas - a estrutura
Os Lusíadas - a estrutura
 
Ficha de trabalho episódio de inês de castro
Ficha de trabalho episódio de inês de castroFicha de trabalho episódio de inês de castro
Ficha de trabalho episódio de inês de castro
 
"D. Sebastião, Rei de Portugal" - análise
"D. Sebastião, Rei de Portugal" - análise"D. Sebastião, Rei de Portugal" - análise
"D. Sebastião, Rei de Portugal" - análise
 
114592028 analise-de-poemas-de-alvaro-de-campos
114592028 analise-de-poemas-de-alvaro-de-campos114592028 analise-de-poemas-de-alvaro-de-campos
114592028 analise-de-poemas-de-alvaro-de-campos
 
Despedidas em belém
Despedidas em belémDespedidas em belém
Despedidas em belém
 
Sebastianismo: Os Lusíadas & Mensagem
Sebastianismo: Os Lusíadas & MensagemSebastianismo: Os Lusíadas & Mensagem
Sebastianismo: Os Lusíadas & Mensagem
 
49461743-A-Farsa-de-Ines-Pereira-analise.pdf
49461743-A-Farsa-de-Ines-Pereira-analise.pdf49461743-A-Farsa-de-Ines-Pereira-analise.pdf
49461743-A-Farsa-de-Ines-Pereira-analise.pdf
 
Gil Vicente
Gil VicenteGil Vicente
Gil Vicente
 
Velho do Restelo
Velho do ResteloVelho do Restelo
Velho do Restelo
 
"Mensagem" de Fernando Pessoa: "O Infante D. Henrique"
"Mensagem" de Fernando Pessoa: "O Infante D. Henrique""Mensagem" de Fernando Pessoa: "O Infante D. Henrique"
"Mensagem" de Fernando Pessoa: "O Infante D. Henrique"
 
Cap vi
Cap viCap vi
Cap vi
 

Semelhante a Ficha de Trabalho - Episódio de Inês de Castro - Paráfrase

Resumo do episódio Despedidas de Belém.docx
Resumo do episódio Despedidas de Belém.docxResumo do episódio Despedidas de Belém.docx
Resumo do episódio Despedidas de Belém.docx
Paula Vieira
 
Insdecastro apresentao
Insdecastro apresentaoInsdecastro apresentao
Insdecastro apresentao
armindaalmeida
 
Insdecastro apresentao
Insdecastro apresentaoInsdecastro apresentao
Insdecastro apresentao
armindaalmeida
 
D.Pedro & Inês de Castro
D.Pedro & Inês de CastroD.Pedro & Inês de Castro
D.Pedro & Inês de Castro
Chuck Gary
 
D.Pedro e Inês de Castro
D.Pedro e Inês de CastroD.Pedro e Inês de Castro
D.Pedro e Inês de Castro
Umberto Pacheco
 
C:\Users\Enzo Vernuccio\Desktop\Lusiadas
C:\Users\Enzo Vernuccio\Desktop\LusiadasC:\Users\Enzo Vernuccio\Desktop\Lusiadas
C:\Users\Enzo Vernuccio\Desktop\Lusiadas
Delfina Vernuccio
 
Os Lusíadas - Canto III
Os Lusíadas - Canto IIIOs Lusíadas - Canto III
Os Lusíadas - Canto III
Cláudia Augusto
 
Inês de castro
Inês de castroInês de castro
Trabalho de Português - Gabriela Pinto nº2
Trabalho de Português - Gabriela Pinto nº2Trabalho de Português - Gabriela Pinto nº2
Trabalho de Português - Gabriela Pinto nº2
Rita Costa
 
A Morte de Inês de Castro - Os Lusíadas
A Morte de Inês de Castro - Os LusíadasA Morte de Inês de Castro - Os Lusíadas
A Morte de Inês de Castro - Os Lusíadas
sin3stesia
 
Resumo inês de castro
Resumo inês de castroResumo inês de castro
Resumo inês de castro
Salomé Raposo
 
O contexto sócio-cultural de Pedro & Inês
O contexto sócio-cultural de Pedro & InêsO contexto sócio-cultural de Pedro & Inês
O contexto sócio-cultural de Pedro & Inês
Gonçalo Silva
 
Power Point Sobre InêS De Castro
Power Point Sobre InêS De CastroPower Point Sobre InêS De Castro
Power Point Sobre InêS De Castro
dmcb
 
Biografia de Inês de Castro
Biografia de Inês de CastroBiografia de Inês de Castro
Biografia de Inês de Castro
AnaRita9
 
D pedroed-insdecastroumatrgicahistriadeamor-090312060204-phpapp02
D pedroed-insdecastroumatrgicahistriadeamor-090312060204-phpapp02D pedroed-insdecastroumatrgicahistriadeamor-090312060204-phpapp02
D pedroed-insdecastroumatrgicahistriadeamor-090312060204-phpapp02
Maria Ferreira
 
Pedro e inês
Pedro e inêsPedro e inês
Pedro e inês
davidjpereira
 
Era uma vez a história de Pedro e Inês
Era uma vez a história de Pedro e InêsEra uma vez a história de Pedro e Inês
Era uma vez a história de Pedro e Inês
Amadeu Sousa
 
Inesdecastro exposioconflitoedesenlace
Inesdecastro exposioconflitoedesenlaceInesdecastro exposioconflitoedesenlace
Inesdecastro exposioconflitoedesenlace
armindaalmeida
 
Inesdecastro exposioconflitoedesenlace
Inesdecastro exposioconflitoedesenlaceInesdecastro exposioconflitoedesenlace
Inesdecastro exposioconflitoedesenlace
armindaalmeida
 
D.Pedro E D.InêS De Castro Uma TráGica HistóRia De Amor
D.Pedro E D.InêS De Castro Uma TráGica HistóRia De AmorD.Pedro E D.InêS De Castro Uma TráGica HistóRia De Amor
D.Pedro E D.InêS De Castro Uma TráGica HistóRia De Amor
Juliana Campos
 

Semelhante a Ficha de Trabalho - Episódio de Inês de Castro - Paráfrase (20)

Resumo do episódio Despedidas de Belém.docx
Resumo do episódio Despedidas de Belém.docxResumo do episódio Despedidas de Belém.docx
Resumo do episódio Despedidas de Belém.docx
 
Insdecastro apresentao
Insdecastro apresentaoInsdecastro apresentao
Insdecastro apresentao
 
Insdecastro apresentao
Insdecastro apresentaoInsdecastro apresentao
Insdecastro apresentao
 
D.Pedro & Inês de Castro
D.Pedro & Inês de CastroD.Pedro & Inês de Castro
D.Pedro & Inês de Castro
 
D.Pedro e Inês de Castro
D.Pedro e Inês de CastroD.Pedro e Inês de Castro
D.Pedro e Inês de Castro
 
C:\Users\Enzo Vernuccio\Desktop\Lusiadas
C:\Users\Enzo Vernuccio\Desktop\LusiadasC:\Users\Enzo Vernuccio\Desktop\Lusiadas
C:\Users\Enzo Vernuccio\Desktop\Lusiadas
 
Os Lusíadas - Canto III
Os Lusíadas - Canto IIIOs Lusíadas - Canto III
Os Lusíadas - Canto III
 
Inês de castro
Inês de castroInês de castro
Inês de castro
 
Trabalho de Português - Gabriela Pinto nº2
Trabalho de Português - Gabriela Pinto nº2Trabalho de Português - Gabriela Pinto nº2
Trabalho de Português - Gabriela Pinto nº2
 
A Morte de Inês de Castro - Os Lusíadas
A Morte de Inês de Castro - Os LusíadasA Morte de Inês de Castro - Os Lusíadas
A Morte de Inês de Castro - Os Lusíadas
 
Resumo inês de castro
Resumo inês de castroResumo inês de castro
Resumo inês de castro
 
O contexto sócio-cultural de Pedro & Inês
O contexto sócio-cultural de Pedro & InêsO contexto sócio-cultural de Pedro & Inês
O contexto sócio-cultural de Pedro & Inês
 
Power Point Sobre InêS De Castro
Power Point Sobre InêS De CastroPower Point Sobre InêS De Castro
Power Point Sobre InêS De Castro
 
Biografia de Inês de Castro
Biografia de Inês de CastroBiografia de Inês de Castro
Biografia de Inês de Castro
 
D pedroed-insdecastroumatrgicahistriadeamor-090312060204-phpapp02
D pedroed-insdecastroumatrgicahistriadeamor-090312060204-phpapp02D pedroed-insdecastroumatrgicahistriadeamor-090312060204-phpapp02
D pedroed-insdecastroumatrgicahistriadeamor-090312060204-phpapp02
 
Pedro e inês
Pedro e inêsPedro e inês
Pedro e inês
 
Era uma vez a história de Pedro e Inês
Era uma vez a história de Pedro e InêsEra uma vez a história de Pedro e Inês
Era uma vez a história de Pedro e Inês
 
Inesdecastro exposioconflitoedesenlace
Inesdecastro exposioconflitoedesenlaceInesdecastro exposioconflitoedesenlace
Inesdecastro exposioconflitoedesenlace
 
Inesdecastro exposioconflitoedesenlace
Inesdecastro exposioconflitoedesenlaceInesdecastro exposioconflitoedesenlace
Inesdecastro exposioconflitoedesenlace
 
D.Pedro E D.InêS De Castro Uma TráGica HistóRia De Amor
D.Pedro E D.InêS De Castro Uma TráGica HistóRia De AmorD.Pedro E D.InêS De Castro Uma TráGica HistóRia De Amor
D.Pedro E D.InêS De Castro Uma TráGica HistóRia De Amor
 

Mais de Susana Sobrenome

Ilha dos amores
Ilha dos amoresIlha dos amores
Ilha dos amores
Susana Sobrenome
 
Palavras divergentes e convergentes
Palavras divergentes e convergentesPalavras divergentes e convergentes
Palavras divergentes e convergentes
Susana Sobrenome
 
Vamos praticar - HLP - Origem da Língua Portuguesa
Vamos praticar - HLP - Origem da Língua PortuguesaVamos praticar - HLP - Origem da Língua Portuguesa
Vamos praticar - HLP - Origem da Língua Portuguesa
Susana Sobrenome
 
Texto poético - Noções de versificação
Texto poético - Noções de versificaçãoTexto poético - Noções de versificação
Texto poético - Noções de versificação
Susana Sobrenome
 
FT - Despedida em Belém - Item de construção
FT - Despedida em Belém - Item de construçãoFT - Despedida em Belém - Item de construção
FT - Despedida em Belém - Item de construção
Susana Sobrenome
 
FT - Despedidas em Belém - adaptação em prosa
FT - Despedidas em Belém - adaptação em prosaFT - Despedidas em Belém - adaptação em prosa
FT - Despedidas em Belém - adaptação em prosa
Susana Sobrenome
 
Ficha de trabalho - Despedidas em Belém (Paráfrase)
Ficha de trabalho - Despedidas em Belém (Paráfrase)Ficha de trabalho - Despedidas em Belém (Paráfrase)
Ficha de trabalho - Despedidas em Belém (Paráfrase)
Susana Sobrenome
 
Ficha informativa - Tempestade e chegada à Índia
Ficha informativa - Tempestade e chegada à ÍndiaFicha informativa - Tempestade e chegada à Índia
Ficha informativa - Tempestade e chegada à Índia
Susana Sobrenome
 
"Que" integrante ou relativo?
"Que" integrante ou relativo?"Que" integrante ou relativo?
"Que" integrante ou relativo?
Susana Sobrenome
 
Ficha de trabalho - episódio da Tempestade
Ficha de trabalho - episódio da TempestadeFicha de trabalho - episódio da Tempestade
Ficha de trabalho - episódio da Tempestade
Susana Sobrenome
 
Comparação_Adamastor e Mostrengo
Comparação_Adamastor e MostrengoComparação_Adamastor e Mostrengo
Comparação_Adamastor e Mostrengo
Susana Sobrenome
 
A reportagem - estrutura e características
A reportagem - estrutura e característicasA reportagem - estrutura e características
A reportagem - estrutura e características
Susana Sobrenome
 
Texto de opinião
Texto de opiniãoTexto de opinião
Texto de opinião
Susana Sobrenome
 
2009/2010_5ª ficha de avaliação9a
2009/2010_5ª ficha de avaliação9a2009/2010_5ª ficha de avaliação9a
2009/2010_5ª ficha de avaliação9a
Susana Sobrenome
 
2009/2010_6ª ficha de avaliação9a
2009/2010_6ª ficha de avaliação9a2009/2010_6ª ficha de avaliação9a
2009/2010_6ª ficha de avaliação9a
Susana Sobrenome
 
2009/2010_5ª ficha de avaliação9a
2009/2010_5ª ficha de avaliação9a2009/2010_5ª ficha de avaliação9a
2009/2010_5ª ficha de avaliação9a
Susana Sobrenome
 
2009/2010_4ª ficha de avaliação_9
2009/2010_4ª ficha de avaliação_92009/2010_4ª ficha de avaliação_9
2009/2010_4ª ficha de avaliação_9
Susana Sobrenome
 
2009/2010_3ª ficha de avaliação_9ano
2009/2010_3ª ficha de avaliação_9ano2009/2010_3ª ficha de avaliação_9ano
2009/2010_3ª ficha de avaliação_9ano
Susana Sobrenome
 
9ano_HLP
9ano_HLP9ano_HLP
FT_Auto da Barca do Inferno_Cena introdutória
FT_Auto da Barca do Inferno_Cena introdutóriaFT_Auto da Barca do Inferno_Cena introdutória
FT_Auto da Barca do Inferno_Cena introdutória
Susana Sobrenome
 

Mais de Susana Sobrenome (20)

Ilha dos amores
Ilha dos amoresIlha dos amores
Ilha dos amores
 
Palavras divergentes e convergentes
Palavras divergentes e convergentesPalavras divergentes e convergentes
Palavras divergentes e convergentes
 
Vamos praticar - HLP - Origem da Língua Portuguesa
Vamos praticar - HLP - Origem da Língua PortuguesaVamos praticar - HLP - Origem da Língua Portuguesa
Vamos praticar - HLP - Origem da Língua Portuguesa
 
Texto poético - Noções de versificação
Texto poético - Noções de versificaçãoTexto poético - Noções de versificação
Texto poético - Noções de versificação
 
FT - Despedida em Belém - Item de construção
FT - Despedida em Belém - Item de construçãoFT - Despedida em Belém - Item de construção
FT - Despedida em Belém - Item de construção
 
FT - Despedidas em Belém - adaptação em prosa
FT - Despedidas em Belém - adaptação em prosaFT - Despedidas em Belém - adaptação em prosa
FT - Despedidas em Belém - adaptação em prosa
 
Ficha de trabalho - Despedidas em Belém (Paráfrase)
Ficha de trabalho - Despedidas em Belém (Paráfrase)Ficha de trabalho - Despedidas em Belém (Paráfrase)
Ficha de trabalho - Despedidas em Belém (Paráfrase)
 
Ficha informativa - Tempestade e chegada à Índia
Ficha informativa - Tempestade e chegada à ÍndiaFicha informativa - Tempestade e chegada à Índia
Ficha informativa - Tempestade e chegada à Índia
 
"Que" integrante ou relativo?
"Que" integrante ou relativo?"Que" integrante ou relativo?
"Que" integrante ou relativo?
 
Ficha de trabalho - episódio da Tempestade
Ficha de trabalho - episódio da TempestadeFicha de trabalho - episódio da Tempestade
Ficha de trabalho - episódio da Tempestade
 
Comparação_Adamastor e Mostrengo
Comparação_Adamastor e MostrengoComparação_Adamastor e Mostrengo
Comparação_Adamastor e Mostrengo
 
A reportagem - estrutura e características
A reportagem - estrutura e característicasA reportagem - estrutura e características
A reportagem - estrutura e características
 
Texto de opinião
Texto de opiniãoTexto de opinião
Texto de opinião
 
2009/2010_5ª ficha de avaliação9a
2009/2010_5ª ficha de avaliação9a2009/2010_5ª ficha de avaliação9a
2009/2010_5ª ficha de avaliação9a
 
2009/2010_6ª ficha de avaliação9a
2009/2010_6ª ficha de avaliação9a2009/2010_6ª ficha de avaliação9a
2009/2010_6ª ficha de avaliação9a
 
2009/2010_5ª ficha de avaliação9a
2009/2010_5ª ficha de avaliação9a2009/2010_5ª ficha de avaliação9a
2009/2010_5ª ficha de avaliação9a
 
2009/2010_4ª ficha de avaliação_9
2009/2010_4ª ficha de avaliação_92009/2010_4ª ficha de avaliação_9
2009/2010_4ª ficha de avaliação_9
 
2009/2010_3ª ficha de avaliação_9ano
2009/2010_3ª ficha de avaliação_9ano2009/2010_3ª ficha de avaliação_9ano
2009/2010_3ª ficha de avaliação_9ano
 
9ano_HLP
9ano_HLP9ano_HLP
9ano_HLP
 
FT_Auto da Barca do Inferno_Cena introdutória
FT_Auto da Barca do Inferno_Cena introdutóriaFT_Auto da Barca do Inferno_Cena introdutória
FT_Auto da Barca do Inferno_Cena introdutória
 

Último

Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
pamellaaraujo10
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
ANDRÉA FERREIRA
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
todorokillmepls
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Pedro Luis Moraes
 
Trabalho de Geografia industrialização.pdf
Trabalho de Geografia industrialização.pdfTrabalho de Geografia industrialização.pdf
Trabalho de Geografia industrialização.pdf
erico paulo rocha guedes
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
mamaeieby
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Mary Alvarenga
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Professor Belinaso
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
JoanaFigueira11
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
lveiga112
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
joseanesouza36
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Mary Alvarenga
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
eaiprofpolly
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
HisrelBlog
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
silvamelosilva300
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
joaresmonte3
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
fagnerlopes11
 
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.pptESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
maria-oliveira
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
rloureiro1
 

Último (20)

Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
 
Trabalho de Geografia industrialização.pdf
Trabalho de Geografia industrialização.pdfTrabalho de Geografia industrialização.pdf
Trabalho de Geografia industrialização.pdf
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
 
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.pptESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
 

Ficha de Trabalho - Episódio de Inês de Castro - Paráfrase

  • 1. Agrupamento de Escolas n.º 1 de Serpa ESCOLA BÁSICA DE PIAS UNIDADE 3: Ficha de Trabalho n. º 2 9.º Ano de Escolaridade Português Ano Letivo 2012/2013 | 07 de março de 2013 9.º A Os Lusíadas – Canto III Episódio de Inês de Castro Vais ouvir as estâncias 118 a 137 do Canto III (Episódio de Inês de Castro). Sabendo que cada sequência abaixo apresentada corresponde à paráfrase de uma estância, ordena as sequências de acordo com o texto ouvido. EXPOSIÇÃO (estâncias 118 – 119) (a) Foi o Amor, unicamente, que deu causa à sua morte, como se ela fosse uma inimiga. Dizem que o Amor cruel não se contenta com as lágrimas: exige, como um deus despótico, vítimas humanas. (b) D. Afonso IV voltou para Portugal a lograr a paz com a mesma felicidade que já tivera na guerra; aconteceu então o caso memorável da malfadada que foi rainha depois de morta. CONFLITO (estâncias 120 – 132) Estâncias 120-125 (c) Alevantando os olhos ao céu – só os olhos, porque um carrasco lhe atava as mãos – e olhando depois para as acrianças que iam ficar órfãs falou para o avô. (d) Ela estava em Coimbra, gozando a alegria enganosa e breve da juventude. Nos campos e nos montes, entre lágrimas de amor, repetia o nome do seu amado. (e) Quando os carrascos trouxeram Inês, já o rei estava comovido e arrependido. Mas o povo incitava-o a matá-la. Então ela, com palavras inspiradas pela pena e saudade do príncipe e dos filhos, mais que pela própria morte, (f) Recusou outros casamentos, porque o amor rejeita tudo quanto não seja o rosto amado. Vendo este estranho amor e o capricho do filho em não se querer casar, o pai, atendendo ao murmurar do povo, (g) Resolveu matar Inês para libertar dela o filho. Julgava que o sangue da morte basta para apagar o fogo do amor. Que fúria foi essa que fez levantar contra uma débil mulher a espada cortante que desbaratara o poder dos Mouros? (h) Respondiam-lhe, em pensamentos e em sonhos, as lembranças do Príncipe. Ele nunca a esquecia quando estava longe; pensava nela e sonhava com ela, e tudo quanto via ou pensava o fazia feliz.
  • 2. Estâncias 126 a 129 (i) E se era capaz de dar a morte, como o mostrara contra os Mouros, que soubesse também dar a vida a quem estava inocente. Mas se, apesar da sua inocência, a quisesse castigar, que a desterrasse para uma região tórrida ou gelada; (j) Lembrou-lhe os animais ferozes e as aves de rapina que a gente viu terem sentimentos de piedade, como o mostram o caso de Semiramis e o dos fundadores de Roma; (k) Que a mandasse mesmo para junto das feras, onde procuraria a piedade que não encontrara entre os homens. Ali, por amor e bem querer daquele por quem morria, criaria os filhos, memórias do pai, consolação da mãe. (l) Se assim era, ele, que tinha coração e rosto humanos, se é humano matar uma mulher só porque a ama um homem que a enamorou, devia pelo menos ter em consideração as criancinhas, já que o não impressionava a triste morte da mãe. Pedia-lhe que se compadecesse dela mesma e das crianças, já que não queria absolvê-la de uma culpa que ela não tinha praticado. Estâncias 130 a 132 (m) Assim como Pirro se prepara para matar Policena por ordem do espectro de Aquiles e ela, serenamente, se oferece à imolação, pondo os olhos na mãe, louca de dor, (n) Assim os assassinos de Inês se encarniçavam raivosamente, sem pensarem no castigo que os esperava; embebem as espadas no pescoço que sustenta as belas feições de que se enamorou o príncipe, que depois a fará rainha; o sangue banha também as faces pálidas molhadas de lágrimas. (o) Comovido por estas palavras, o Rei queria perdoar a Inês. Mas o povo e o destino dela não o quiseram. Os que aconselham a morte puxam das espadas. Mostram a sua valentia atacando uma dama. DESENLACE (estâncias 133 – 137) (p) As ninfas do Mondego recordaram a morte de Inês durante muito tempo com lágrimas que transformaram, para memória perpétua, numa fonte, chamada «dos amores de Inês», que ali aconteceram. (q) Como uma flor colhida e amachucada pelas mãos travessas de uma criança para a pôr numa grinalda, assim está Inês, morta, já sem cor e sem perfume, faces murchas. (r) Este rei foi muito justiceiro e o seu maior gosto era castigar os maus. Defendia as cidades contra as opressões dos poderosos e matou muitos salteadores, como outrora Hércules e Teseu. (s) Foi sucesso não menos cruel que o banquete em que Atreu deu a comer a seu irmão Tiestes os próprios filhos deste. A última palavra de Inês foi o nome de Pedro, que os ecos repetiram longamente. (t) Pedro vingou-se pouco tempo depois, quando subiu ao trono. Fez um injusto acordo com outro Pedro crudelíssimo, pelo qual alcançou os homicidas refugiados em Castela, semelhante ao de Lépido, António e Augusto. Fonte: Luís de Camões, Os Lusíadas, Introdução, notas e vocabulário do Prof. António José Saraiva (adaptação)