REVOLUÇÃO INDUSTRIAL 03
...estórias da história e do design a historiografia “ oficial ” do Design cria  matrizes de interpretação  sobre sua origem. são  matrizes , de origem  inglesa  ou  americana , viciadas como nos textos de:  READ,1934; MUNFORD, 1934; PEVSNER, 1936; GIEDEON, 1941 , etc.
...estórias da história e do design para  PEVSNER ,  MUNFORD  e  READ , ... o debate, final do séc. XIX e séc. XX, exalta as relações:  arte e indústria \  arte e técnica ,  como incidente sobre a arquitetura moderna. ...concedem à  arquitetura  uma duvidosa posição de “ unidade de todas as artes ”
...estórias da história e do design o  Design  seria uma  relação de influências  recíprocas entre alguns  conceitos estéticos  e  formais , protagonizado por  algumas personalidades :  RUSKIN, MORRIS, VAN DE VELDE, GROPIUS...
...estórias da história e do design O  Design  seria influenciado também por algumas contribuições de  inovações tecnológicas  e recursos energéticos ... vapor, eletricidade, transportes, telégrafo. Mas, ...de onde vieram essas idéias ?
...estórias da história e do design o  caráter fragmentado  ... da historiografia oficial , mascara as contradições: -  desenvolvimento das forças produtivas   (máquinas, sistemas de produção) ; -  e as relações sociais de produção   (trabalho,consumo)
 
 
 
...estórias da história e do design
...estórias da história e do design a História do Design ... não é linear o processo de desenvolvimento da sociedade e  do modo de produção capitalista ...remete à  “ uma consciência social e cultural da técnica...  e do design ”   ,  como resultado de um desenvolvimento autônomo  (SOUZA,1998, p. 11)
...estórias da história e do design o  Design  é contraditório ...de um lado a  PERMANÊNCIA   >  racionalidade , e de outro, a  MUDANÇA   >  o mercado .  o  Design   ...é apresentado como recurso para artistas e arquitetos superarem problemas com uma “ suposta industrialização brutal   ”
...estórias da história e do design o  Design   ...se estabelece mais por  formas de ensino  do que pelas práticas; inclui no seu discurso, como programa:  apelo à ordem,  à racionalidade,  ao método,  à contribuições no desenvolvimento de novas formas de produção e consumo
...estórias da história e do design “ Nada há de romântico nem na história das cidades nem na da arquitetura e menos ainda do design ...é uma distorção a ser corrigida das historiografias oficiais “   (SOUZA, 1998, p.11)   E, ...como tudo começou ?
...estórias da história e do design ◄ ... 1600  1650  1700  1750  1800  1850 ... ► Reis, Rainhas, Castelos, Guerras, Descobertas Utensílios, Vestimentas, Informações, Máquinas ... REVOLUÇÃO INDUSTRIAL !
...estórias da história e do design Valorização do Ser Humano , Colocado no centro de todos os tipos de ação. Acumulação de Capital  como fator de motivação. Grandes consórcios  de empresas privadas. Arsenal de Veneza , primeira fábrica a usar o sistema de linha de montagem. Separação entre os papéis do  empreendedor e do empregado . Maquiavel  publica “ O Príncipe ”, primeiro manual para executivos. a  Contabilidade  como procedimento é aperfeiçoado. Surgimento da  hierarquia  enxuta do Protestantismo. Administração  começa a tornar-se área do Conhecimento. no...RENASCIMENTO
TRANSPORTES
Estrutura de  colaboração e coordenação entre cidades-estados . Formação de uma classe de  dirigentes profissionais , os reis-sacerdotes. Planejamento  de longo prazo. Formação de uma classe de  funcionários públicos . Administração de  grandes projetos  de construção. Exércitos profissionais  especializados. Legislações . REVOLUÇÃO URBANA Surgimento das  cidade e estados .
FÁBRICAS...
...estórias da história e do design Doutrina Social da Igreja . Substituição do artesão pelo  Operário Especializado . Darwinismo Social . Invenção das  Fábricas . consolidam-se  Área do Conhecimento ,  engenharia, administração, etc Crescimento das  Cidades , originando novas necessidades de administração pública. Primeiras experiências práticas com a  Moderna Administração de Empresas . Surgimento dos  Sindicatos . Marxismo . REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
...estórias da história e do design 1851 é um dos referenciais...  para situar o Design no contexto histórico.   O  Palácio de Cristal ,  projeto de um jardineiro  da corte inglesa, abrigaria a primeira  Grande Feira / Exposição  da indústria da época ...uma das  estratégias  fundamentais  para o progresso  da industrialização
...estórias da história e do design O PROCESSO DE INDUSTRIALIZAÇÃO Iniciativas... de  aceleração do desenvolvimento  pelos  governos, expansão da empresa industrial com medidas de: libertação dos escravos ; abolição dos privilégios  medievais  (associações  e municipalidades) retirada ou  redução dos pedágios  nos rios e  estradas; criação de  moedas fortes  (com base no ouro ou  prata);
...estórias da história e do design INDUSTRIALIZAÇÃO...EVOLUÇÃO GRADATIVA O crescimento do  comércio no período medieval  foi da maior importância...assim como: evolução das especializações  da mão de obra; oficinas  para atender aos gostos sofisticados das  cortes, igrejas e ricos comerciantes; exigências de  duplicação ou repetição de modelos   originados no artesanato; as  fronteiras entre artesão e artistas  tornam-se  tênues; Século XVI (1500) a Itália e a Alemanha vêem a  necessidade de criar  livros de padrões ;
...estórias da história e do design INDUSTRIALIZAÇÃO...EVOLUÇÃO GRADATIVA ...de igual importância também: os  padrões de formas , elementos decorativos, as  padronagens e motivos; Século XVII (1600) ...o  centro de comércio  da  Europa se desloca do Mediterrâneo para o  litoral do Atlântico; governos monárquicos  centralizados,  nações-Estado   se estabelecem (Luis XIV – França); patronatos de artistas e artesãos  são apoiados pelas  cortes;
...estórias da história e do design INDUSTRIALIZAÇÃO...EVOLUÇÃO GRADATIVA ...de igual importância também: em  Gobelins , 1667 , produção de tapeçaria,  marcenaria e metais finos...e, uma escola,  abriga e treina 70 aprendizes; a  porcelana da China  provoca a busca de melhor  qualidade da cerâmica produzida na Europa; 1720, em Meissen , o grão-duque da Saxônia, funda  uma manufatura e estimula a  pesquisa da  qualidade  do material e seus produtos; a  cerâmica  era um complemento para a vida da  corte, os produtos de maior requinte  ainda  exigiam a intervenção do artesão ;
...estórias da história e do design INDUSTRIALIZAÇÃO...EVOLUÇÃO GRADATIVA ...de igual importância também: e... novos mercados , com o café, o chá e o chocolate  nas classes médias em ascensão  ampliavam o  uso da porcelana ; a  qualidade artística  do trabalho  se deteriora  sob a  pressão da produção em larga escala; A  Revolução Francesa , como marco  ou colapso do  sistema absolutista de governo...exigirá  competitividade nas manufaturas ; A  Inglaterra do Século XVIII   é um terreno fértil para  novos empreendimentos  ...”  o dinheiro não só  fala como governa ”  (Eric Hobsbawn)
...estórias da história e do design INDUSTRIALIZAÇÃO...EVOLUÇÃO GRADATIVA ...de igual importância também: as  miudezas do comércio , fivelas, presilhas e  encaixes, de  Matthew  Boulton , em 1759  é um  exemplo da produção mecanizada; 1763, Wedgwood  produzia uma  cerâmica  em dois  segmentos –  úteis e ornamentais  – e já  esboçava fortes estratégias de marketing; em  1773  lança um  catálogo em inglês, francês e  holandês, anunciando  seus  produtos  úteis  (Wedgwood);
...estórias da história e do design A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL... ...características de importância: a  mecanização  em segmentos fabris como têxteis,  aço, cerâmica; a indústria de móveis, armas e joalheria ainda  reservavam-se o direito a uma  forte intervenção  do artesão ; a produção comercializada apropria-se de  formas e   valores do passado , modifica-os, tornando-os  mais acessíveis a um público maior; design e industrialização  ...pontos de conflito; “ os produtos eram disfarçados...não embelezados ”
...estórias da história e do design O PROCESSO DE INDUSTRIALIZAÇÃO mais medidas... criação de um  banco central ; construção de  obras públicas , portos, etc; aplicação de  tarifas aduaneiras ; estabelecimento de um  código naval ; recrutamento de  operários especializados estrangeiros ; proibição da exportação de mão de obra, máquinas  e desenhos ; subsídios   à produção industrial e promoção da  exportação;
...estórias da história e do design O PROCESSO DE INDUSTRIALIZAÇÃO Mais medidas... regulamentação dos custos  de fretes em trens e  canais; fundação de  institutos técnicos ; e, realização de  exposições industriais .
...estórias da história e do design A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL... ...características de importância para o Design: Século XIX , fundação do “ Journal of Design ” por  Henry Cole  começa a levantar as  ...questões conceituais da atividade ; “  O design tem uma relação dupla, ...uma estrita  referência à utilidade na coisa desenhada; e,  ...ao embelezamento dessa utilidade .”
“  Design...é projeto   de produtos que utilizem processos...  decorrentes do desenvolvimento tecnológico...”  (SOUZA,1998, p.9) ...estórias da história e do design “ Design  é uma área de conhecimento autônomo.  não depende ou decorre da arquitetura ou arte. consciência social e cultural da técnica e do design resulta de um desenvolvimento próprio, ...influenciado pelo modo de produção capitalista.”  (SOUZA,1998, p.20)
Design  Industrial ,  ...de Produto  ou  Projeto de Produto atividade criativa   objetivo... determinar  propriedades formais  objetos produzidos industrialmente .  características exteriores   relações estruturais e funcionais coerente , ...do  ponto de vista  do produtor  e , ... do consumidor. abrange   todos os aspectos do  ambiente   humano condicionado pela produção industrial.”  (veja : ICSID - International Council of Societies of Industrial Design)   ...estórias da história e do design
Design  Gráfico ,  Visual  ou  Programação Visual  atividade técnica e criativa ,   produção de imagens ,  análise ,  organização e métodos de apresentação de soluções visuais  problemas de comunicação visual (veja : ICOGRADA- International Council of Graphic Design Associations) ...estórias da história e do design
Algumas referências... SOUZA, Pedro L. de. Notas para uma História do Design, Rio, 2AB, 1998, HESKETT, J. Desenho Industrial, Rio, J.Olympio, 1997 , p. 7 – 69. HOLLIS, R. Design Gráfico, S.Paulo, M.Fontes, 2001 , p. 1-19. DENIS, R.C. Uma Introdução à História do Design,  S.Paulo, E. Blücher, 2000. http://www.historywiz.com/indrevimage.htm   http://members.aol.com/TeacherNet/Industrial.html   http://studystop.thehistorychannel.co.uk/site/fromTHC.htm   http://www.bartleby.com/65/in/IndustR.html   http://www.culturabrasil.pro.br/revolucaoindustrial.htm   HENDERSON, W. O.  The Industrialization of Europe, 1780–1914  (1969);  DIETZ, F. C.  The Industrial Revolution  (1927, repr. 1973);  ASHTON, T. S.  The Industrial Revolution  (1948);  HARTWELL, R. M.,  The Industrial Revolution and Economic Growth  (1971);  OSBORNE, J. W.  The Silent Revolution: The Industrial Revolution in England as a Source of Cultural Change  (1970);  STEARNS, P. N.  The Impact of the Industrial Revolution  (1972);  BRACEGIRDLE, B. et al.  The Archaeology of the Industrial Revolution  (1973).

História do Design - RevoluçãO Industrial - Hd03

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    ...estórias da históriae do design a historiografia “ oficial ” do Design cria matrizes de interpretação sobre sua origem. são matrizes , de origem inglesa ou americana , viciadas como nos textos de: READ,1934; MUNFORD, 1934; PEVSNER, 1936; GIEDEON, 1941 , etc.
  • 3.
    ...estórias da históriae do design para PEVSNER , MUNFORD e READ , ... o debate, final do séc. XIX e séc. XX, exalta as relações: arte e indústria \ arte e técnica , como incidente sobre a arquitetura moderna. ...concedem à arquitetura uma duvidosa posição de “ unidade de todas as artes ”
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    ...estórias da históriae do design o Design seria uma relação de influências recíprocas entre alguns conceitos estéticos e formais , protagonizado por algumas personalidades : RUSKIN, MORRIS, VAN DE VELDE, GROPIUS...
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    ...estórias da históriae do design O Design seria influenciado também por algumas contribuições de inovações tecnológicas e recursos energéticos ... vapor, eletricidade, transportes, telégrafo. Mas, ...de onde vieram essas idéias ?
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    ...estórias da históriae do design o caráter fragmentado ... da historiografia oficial , mascara as contradições: - desenvolvimento das forças produtivas (máquinas, sistemas de produção) ; - e as relações sociais de produção (trabalho,consumo)
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    ...estórias da históriae do design a História do Design ... não é linear o processo de desenvolvimento da sociedade e do modo de produção capitalista ...remete à “ uma consciência social e cultural da técnica... e do design ” , como resultado de um desenvolvimento autônomo (SOUZA,1998, p. 11)
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    ...estórias da históriae do design o Design é contraditório ...de um lado a PERMANÊNCIA > racionalidade , e de outro, a MUDANÇA > o mercado . o Design ...é apresentado como recurso para artistas e arquitetos superarem problemas com uma “ suposta industrialização brutal ”
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    ...estórias da históriae do design o Design ...se estabelece mais por formas de ensino do que pelas práticas; inclui no seu discurso, como programa: apelo à ordem, à racionalidade, ao método, à contribuições no desenvolvimento de novas formas de produção e consumo
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    ...estórias da históriae do design “ Nada há de romântico nem na história das cidades nem na da arquitetura e menos ainda do design ...é uma distorção a ser corrigida das historiografias oficiais “ (SOUZA, 1998, p.11) E, ...como tudo começou ?
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    ...estórias da históriae do design ◄ ... 1600 1650 1700 1750 1800 1850 ... ► Reis, Rainhas, Castelos, Guerras, Descobertas Utensílios, Vestimentas, Informações, Máquinas ... REVOLUÇÃO INDUSTRIAL !
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    ...estórias da históriae do design Valorização do Ser Humano , Colocado no centro de todos os tipos de ação. Acumulação de Capital como fator de motivação. Grandes consórcios de empresas privadas. Arsenal de Veneza , primeira fábrica a usar o sistema de linha de montagem. Separação entre os papéis do empreendedor e do empregado . Maquiavel publica “ O Príncipe ”, primeiro manual para executivos. a Contabilidade como procedimento é aperfeiçoado. Surgimento da hierarquia enxuta do Protestantismo. Administração começa a tornar-se área do Conhecimento. no...RENASCIMENTO
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    Estrutura de colaboração e coordenação entre cidades-estados . Formação de uma classe de dirigentes profissionais , os reis-sacerdotes. Planejamento de longo prazo. Formação de uma classe de funcionários públicos . Administração de grandes projetos de construção. Exércitos profissionais especializados. Legislações . REVOLUÇÃO URBANA Surgimento das cidade e estados .
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    ...estórias da históriae do design Doutrina Social da Igreja . Substituição do artesão pelo Operário Especializado . Darwinismo Social . Invenção das Fábricas . consolidam-se Área do Conhecimento , engenharia, administração, etc Crescimento das Cidades , originando novas necessidades de administração pública. Primeiras experiências práticas com a Moderna Administração de Empresas . Surgimento dos Sindicatos . Marxismo . REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
  • 21.
    ...estórias da históriae do design 1851 é um dos referenciais... para situar o Design no contexto histórico. O Palácio de Cristal , projeto de um jardineiro da corte inglesa, abrigaria a primeira Grande Feira / Exposição da indústria da época ...uma das estratégias fundamentais para o progresso da industrialização
  • 22.
    ...estórias da históriae do design O PROCESSO DE INDUSTRIALIZAÇÃO Iniciativas... de aceleração do desenvolvimento pelos governos, expansão da empresa industrial com medidas de: libertação dos escravos ; abolição dos privilégios medievais (associações e municipalidades) retirada ou redução dos pedágios nos rios e estradas; criação de moedas fortes (com base no ouro ou prata);
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    ...estórias da históriae do design INDUSTRIALIZAÇÃO...EVOLUÇÃO GRADATIVA O crescimento do comércio no período medieval foi da maior importância...assim como: evolução das especializações da mão de obra; oficinas para atender aos gostos sofisticados das cortes, igrejas e ricos comerciantes; exigências de duplicação ou repetição de modelos originados no artesanato; as fronteiras entre artesão e artistas tornam-se tênues; Século XVI (1500) a Itália e a Alemanha vêem a necessidade de criar livros de padrões ;
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    ...estórias da históriae do design INDUSTRIALIZAÇÃO...EVOLUÇÃO GRADATIVA ...de igual importância também: os padrões de formas , elementos decorativos, as padronagens e motivos; Século XVII (1600) ...o centro de comércio da Europa se desloca do Mediterrâneo para o litoral do Atlântico; governos monárquicos centralizados, nações-Estado se estabelecem (Luis XIV – França); patronatos de artistas e artesãos são apoiados pelas cortes;
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    ...estórias da históriae do design INDUSTRIALIZAÇÃO...EVOLUÇÃO GRADATIVA ...de igual importância também: em Gobelins , 1667 , produção de tapeçaria, marcenaria e metais finos...e, uma escola, abriga e treina 70 aprendizes; a porcelana da China provoca a busca de melhor qualidade da cerâmica produzida na Europa; 1720, em Meissen , o grão-duque da Saxônia, funda uma manufatura e estimula a pesquisa da qualidade do material e seus produtos; a cerâmica era um complemento para a vida da corte, os produtos de maior requinte ainda exigiam a intervenção do artesão ;
  • 26.
    ...estórias da históriae do design INDUSTRIALIZAÇÃO...EVOLUÇÃO GRADATIVA ...de igual importância também: e... novos mercados , com o café, o chá e o chocolate nas classes médias em ascensão ampliavam o uso da porcelana ; a qualidade artística do trabalho se deteriora sob a pressão da produção em larga escala; A Revolução Francesa , como marco ou colapso do sistema absolutista de governo...exigirá competitividade nas manufaturas ; A Inglaterra do Século XVIII é um terreno fértil para novos empreendimentos ...” o dinheiro não só fala como governa ” (Eric Hobsbawn)
  • 27.
    ...estórias da históriae do design INDUSTRIALIZAÇÃO...EVOLUÇÃO GRADATIVA ...de igual importância também: as miudezas do comércio , fivelas, presilhas e encaixes, de Matthew Boulton , em 1759 é um exemplo da produção mecanizada; 1763, Wedgwood produzia uma cerâmica em dois segmentos – úteis e ornamentais – e já esboçava fortes estratégias de marketing; em 1773 lança um catálogo em inglês, francês e holandês, anunciando seus produtos úteis (Wedgwood);
  • 28.
    ...estórias da históriae do design A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL... ...características de importância: a mecanização em segmentos fabris como têxteis, aço, cerâmica; a indústria de móveis, armas e joalheria ainda reservavam-se o direito a uma forte intervenção do artesão ; a produção comercializada apropria-se de formas e valores do passado , modifica-os, tornando-os mais acessíveis a um público maior; design e industrialização ...pontos de conflito; “ os produtos eram disfarçados...não embelezados ”
  • 29.
    ...estórias da históriae do design O PROCESSO DE INDUSTRIALIZAÇÃO mais medidas... criação de um banco central ; construção de obras públicas , portos, etc; aplicação de tarifas aduaneiras ; estabelecimento de um código naval ; recrutamento de operários especializados estrangeiros ; proibição da exportação de mão de obra, máquinas e desenhos ; subsídios à produção industrial e promoção da exportação;
  • 30.
    ...estórias da históriae do design O PROCESSO DE INDUSTRIALIZAÇÃO Mais medidas... regulamentação dos custos de fretes em trens e canais; fundação de institutos técnicos ; e, realização de exposições industriais .
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    ...estórias da históriae do design A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL... ...características de importância para o Design: Século XIX , fundação do “ Journal of Design ” por Henry Cole começa a levantar as ...questões conceituais da atividade ; “ O design tem uma relação dupla, ...uma estrita referência à utilidade na coisa desenhada; e, ...ao embelezamento dessa utilidade .”
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    “ Design...éprojeto de produtos que utilizem processos... decorrentes do desenvolvimento tecnológico...” (SOUZA,1998, p.9) ...estórias da história e do design “ Design é uma área de conhecimento autônomo. não depende ou decorre da arquitetura ou arte. consciência social e cultural da técnica e do design resulta de um desenvolvimento próprio, ...influenciado pelo modo de produção capitalista.” (SOUZA,1998, p.20)
  • 33.
    Design Industrial, ...de Produto ou Projeto de Produto atividade criativa objetivo... determinar propriedades formais objetos produzidos industrialmente . características exteriores relações estruturais e funcionais coerente , ...do ponto de vista do produtor e , ... do consumidor. abrange todos os aspectos do ambiente humano condicionado pela produção industrial.” (veja : ICSID - International Council of Societies of Industrial Design) ...estórias da história e do design
  • 34.
    Design Gráfico, Visual ou Programação Visual atividade técnica e criativa , produção de imagens , análise , organização e métodos de apresentação de soluções visuais problemas de comunicação visual (veja : ICOGRADA- International Council of Graphic Design Associations) ...estórias da história e do design
  • 35.
    Algumas referências... SOUZA,Pedro L. de. Notas para uma História do Design, Rio, 2AB, 1998, HESKETT, J. Desenho Industrial, Rio, J.Olympio, 1997 , p. 7 – 69. HOLLIS, R. Design Gráfico, S.Paulo, M.Fontes, 2001 , p. 1-19. DENIS, R.C. Uma Introdução à História do Design, S.Paulo, E. Blücher, 2000. http://www.historywiz.com/indrevimage.htm http://members.aol.com/TeacherNet/Industrial.html http://studystop.thehistorychannel.co.uk/site/fromTHC.htm http://www.bartleby.com/65/in/IndustR.html http://www.culturabrasil.pro.br/revolucaoindustrial.htm HENDERSON, W. O. The Industrialization of Europe, 1780–1914 (1969); DIETZ, F. C. The Industrial Revolution (1927, repr. 1973); ASHTON, T. S. The Industrial Revolution (1948); HARTWELL, R. M., The Industrial Revolution and Economic Growth (1971); OSBORNE, J. W. The Silent Revolution: The Industrial Revolution in England as a Source of Cultural Change (1970); STEARNS, P. N. The Impact of the Industrial Revolution (1972); BRACEGIRDLE, B. et al. The Archaeology of the Industrial Revolution (1973).

Notas do Editor

  • #2 ANOTAÇÕES 01A LEITURAS RECOMENDADAS: 01ª DESIGN...CONCEITOS TEXTOS DE APOIO ESPM RJ Design Gráfico HISTÓRIA DO DESIGN -  DSGS1A Prof. Valdir Soares DESIGN ...CONCEITOS O Design , ...sua prática nos últimos anos, passa a exigir que a qualificação profissional, antes com o foco no patamar estritamente operacional do projeto, desenvolva ações também no nível estratégico de uma organização. O " fazer " do Design para bens e serviços, de produtos à programação visual dos elementos constituintes da identidade visual de um empreendimento, do tratamento visual da informação dos serviços de uma empresa, produtos, impressos e imagens virtuais , segue como conteúdo do perfil profissional do Designer mas, outras exigências, vão sendo apontadas como: « ...elemento dinamizador para administradores; elemento diferenciador entre concorrentes; peça chave no incremento das vendas para o pessoal de marketing e parte fundamental do motor  do avanço tecnológico... » (PUERTO, H.B. Design e Inovação Tecnológica , Salvador, IEL-Prog. Bahia Design, 1999.) ¨O " IDEO " um dos maiores escritórios de Design , no Estados Unidos, pesquisando sobre a busca de empresas que, mesmo possuindo seus setores de Design , buscavam externamente a contratação desses serviços apontou que: « ...condensamos as respostas em quatro razões principais: ...capacidade, ...velocidade, ...especializações fora de suas atividades principais. E a quarta era inovação. » ( KELLEY, T. A Arte da Inovação , São Paulo, Futura, 2001) ¨Para definir Design , o que é  ...enfrenta-se dificuldades variadas e contraditórias. Contudo, o serviço que se espera que o Designer cumpra, na maioria das vezes, é mais objetivo exigindo competência profissional ( capacidade e a devida especialização ), tempos exíguos para apresentação e um diferencial das soluções ( velocidade e inovação ).  Daí, um dos compromisso pedagógico com a formação dos futuros profissionais transita na esfera de discutir e procurar denominadores comuns, que forneçam a devida segurança de, no futuro, marcarem sua posição no mercado de trabalho, sem levarem questões dúbias para as negociações, provavelmente preexistentes, no repertório dos clientes. « ..Design ?  É...design ! » ( STRUNCK, G., Viver de Design , Rio, 2AB,1999) ¨« ..Designer gráfico é um termo relativamente novo para designar um profissional. Usava-se artista gráfico até alguém falar que o trabalho de desenhar logotipos, cartazes, folhetos, embalagens, livros é design e que design não é arte.  Daí, designer gráfico. ...afinal quais os limites do design gráfico ? » ( OHTAKE, R. O que é ser designer gráfico hoje ?  in: Revista ADG - Revista da Assoc. dos Designers GráficosBrasil, São Paulo, n º 27, Fevereiro, 2003, p. 78-79 .  ver também:  ESCOREL, A. L. O Efeito Multiplicador do Design , São Paulo, Ed.SENAC, 2000 ).¨ « ...Num mercado globalizado, são fatores decisivos para o sucesso de uma empresa a credibilidade de sua imagem e a qualidade de seus produtos e serviços que ela oferece ...nos últimos anos os investimentos voltados para a área de design deixaram de ser uma questão de estética e se tornaram uma questão estratégica para sobrevivência das organizações....Entende-se por design a melhoria dos aspectos funcionais, ergonômicos e visuais dos produtos, de modo a atender às necessidades do consumidor, melhorando o conforto, a segurança e a satisfação dos usuários. » ( CNI - Bahiana,C., A Importância do Design para sua Empresa , Brasília -DF, 1998. Ver também: BAXTER, M. Projeto de Produto , São Paulo, Ed.E.Blucher, 1998  e  LOBACH, B. Design Industrial , São Paulo, Ed.E.Blucher, 2000, do qual, parte do texto foi aqui anexado.) ¨O Desenho industrial Design , em seus dois grandes blocos de habilitação Programação Visual Design Gráfico   e  o Projeto de Produto Design Industrial , vão encontrar posicionamentos conceituais sobre o que é Design na literatura que, hoje, vai do campo da Arte ao das Engenharias, passando pela Comunicação, Antropologia, Economia, Sociologia e Direito, cada qual emprestando suas reflexões de forma positiva, ou não,  à aqueles que estarão no  " front ", disputando seu espaço no mercado de trabalho.¨ « ...A Ciência do Designer encontra-se definida em função produtiva, tecnológica como no caso do tecnólogo.  Mas, a Tecnologia do Designer encontra-se definida em função estética, o que faz que essa ação estética seja também tecnológico-científica.  A Ciência, a Tecnologia e a Arte integradas unitária, orgânica e sinergeticamente no ato produtor do Design, permitem denominar este com o neologismo: O PROJETAR ou  ATO ´POIETICO`. Querer fazer do Design uma atividade exclusivamente tecnológica ou artística é não compreender seu sentido.   O Design é um ato distinto, próprio, integrado, científico-tecnológico-estético: Uma tecnologia-estética-opera-cional ou uma operação-estético-tecnológica ´sui generis`. »  ( apud. PUERTO, 1999   DUSSEL, E.  La Filosofia de la Producción , México, UNAM, 1984 ato poiético , do gr. Poiesis é a atividade produtiva fabricativa, que é dirigida ao trabalho da natureza, como produção dos homens livres, dos artesãos ou dos escravos; relacionada à arte, à semiótica e ao Design .). Os textos, em anexo, vão nos remeter à algumas reflexões como -  Por que? e Para que ? - estudar a História do Design bem como, o que é produzir e como organizar o conhecimento acumulado, no sentido de estimular e subsidiar a práxis do Design.  DENIS, Rafael C. UMA INTRODUÇÃO À HISTÓRIA DO DESIGN . São Paulo, E Blücher, 2000 / História e design, p. 12 a 15 / A natureza do design, p. 16 – 18 SOUZA, Pedro Luiz Pereira de. NOTAS PARA UMA HISTÓRIA DO DESIGN . Rio de Janeiro, 2AB, 1998 / Introdução, p. 09 a 12 HÜHNE, L. M.(org.) METODOLOGIA CIENTÍFICA – Cadernos de Textos e Técnicas . Rio de Janeiro, Agir, 6a. ed. 1995 / Apresentação, p. 11 e 12 / O Ato de Estudar, p. 13 – 20 / A Organização do Trabalho Acadêmico p. 21, 44 - 54, 64 e 65.