SlideShare uma empresa Scribd logo
A arquitectura do Ferro no    Séc. XIXEscola  E.B. 2,3 de Campo de BesteirosAno lectivo: 2008/09
Arquitectura do ferroSurgiu como sistema construtivo nos finais do século XVIII, o ferro protagonizou em grande parte o desenvolvimento de arquitectura do século XIX e XX.A Inglaterra, um dos países mais industrializados da altura, assumiu um papel pioneiro e determinante neste  processo.O desenvolvimento dos meios de transporte, em especial  do caminho-de-ferro, teve como consequência, para além da construção de inúmeras pontes de ferro, a criação de principalmente estações de comboios.
Quias foram os factores que contribuíram para o aparecimento?A revolução industrial  foi o principal  factor  que contribuiu para o desenvolvimento/aparecimento  da arquitectura do ferro.O desenvolvimento da industria metalúrgica, a máquina a vapor  e as novas  fontes de energia (electricidade e petróleo) caracterizam este processo que teve consequências  económicas, tecnológicas e sócio-económicas.
Onde é que esta construção foi utilizada?O ferro foi utilizado na construção de edifícios com carácter utilitário, como pontes, mercados, pavilhões de exposições, grandes armázens e estações ferroviárias.O primeiro edifício construído com este “novo” estilo do século XIX foi o Palácio de Cristal de Londres  em 1851.Foi construído para uma exposição  Mundial de Paris.
Características da arquitectura do ferroA arquitectura de ferro ficou caracterizada por: estruturas metálicas;
Carácter  utilitário;
Coberturas de vidro;Estação de São Bento É considerada a  grande estação central do Porto, é um edifício eclético, enquadrado entre duas torres, bem no centro da cidade. Construída por Manuel Marques da Silva.
Ponte D. Maria Pia		É uma ponte metálica situada no Porto, criada exclusivamente para caminho-de-ferro, destaca-se pelo seu enorme arco central e  integração paisagística. Foi construída por Gustav Eiffel em 1877, para vencer o enorme declive imposto pelo rio Douro.
Palácio de Cristal de Londres	O Palácio de Cristal foi uma enorme construção em ferro fundido e vidro erguido no Hyde Park, em Londres, para albergar a Grande Exposição de 1851. É um dos símbolos da arquitectura do ferro no século XIX.
Palácio de Cristal no PortoAutor:Thomas  Dillen JonesData: Inaugurado em 1865, o Palácio de Cristal original acabou por ser demolido em 1951.Período: Foi construído em plena Revolução Industrial, em que o local predilecto era as gares. Espaço muito importante para promover a arte e os seus artistas.Localização: Freguesia de Massarelos, na cidade do Porto.Tipologia: Arquitectura do Ferro.Função:Exposição industrial.Nos dias de hoje este palácio já não existe.
Torre EiffelA Torre Eiffel foi construída em 1887/1889 para honrar o centenário da Revolução Francesa. Foi construída por Gustav Eiffel. É um edifício todo construído em ferro com uma altura de 317 metros e 10000 toneladas.É o símbolo mais associado à arquitectura do ferro.
A arquitectura do ferro em PortugalEsta nova aplicação do ferro foi muito utilizada em Portugal  no século XIX. Entre os monumentos construídos  nesta época já utilizando o ferro encontram-se as pontes sobre o Douro.O Porto é na Europa , a cidade que mais cedo utiliza a arquitectura de ferro
Ponte D. Luís I	Foi inaugurada a 31 de Outobro de 1886, com projecto do belga Théophile Seyring, discípulo e colaborador de Gustav Eiffel.
Mercado Ferreira Borges  Foi construído entre 1885 e 1889 pela companhia Aliança, um projecto de João Carlos Machado, serviu de mercado de fruta, cozinha dos pobres e palco dos comícios.
Trabalho elaborado por:Tatiana 8ºA Nº19

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo JoaninoD. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
BarbaraSilveira9
 
Urbanismo Pombalino
Urbanismo PombalinoUrbanismo Pombalino
Urbanismo Pombalino
crie_historia8
 
Módulo 8 contextualização histórica
Módulo 8   contextualização históricaMódulo 8   contextualização histórica
Módulo 8 contextualização histórica
Carla Freitas
 
A revolução americana
A revolução americanaA revolução americana
A revolução americana
cattonia
 
Pintura e escultura do romantismo
Pintura e escultura do romantismoPintura e escultura do romantismo
Pintura e escultura do romantismo
Ana Barreiros
 
AMOR DE PERDIÇÃO análise capítulo IV
AMOR DE PERDIÇÃO análise capítulo IVAMOR DE PERDIÇÃO análise capítulo IV
AMOR DE PERDIÇÃO análise capítulo IV
Emília Maij
 
O Fontismo
O FontismoO Fontismo
O Fontismo
Jorge Almeida
 
2.1 estratificação social e poder político
2.1 estratificação social e poder político2.1 estratificação social e poder político
2.1 estratificação social e poder político
cattonia
 
O Mundo Industrializado no século XIX e o Caso Português
O Mundo Industrializado no século XIX e o Caso PortuguêsO Mundo Industrializado no século XIX e o Caso Português
O Mundo Industrializado no século XIX e o Caso Português
Carlos Vieira
 
O Antigo Regime
O Antigo RegimeO Antigo Regime
O Antigo Regime
cattonia
 
Teorias estéticas
Teorias estéticas Teorias estéticas
Teorias estéticas
Paulo Gomes
 
Loucos Anos 20
Loucos Anos 20Loucos Anos 20
Loucos Anos 20
Jorge Almeida
 
Regioes agrarias
Regioes agrariasRegioes agrarias
Regioes agrarias
Ilda Bicacro
 
Capítulo V Sermão Santo António aos Peixes Padre António Vieira
Capítulo V Sermão Santo António aos Peixes Padre António VieiraCapítulo V Sermão Santo António aos Peixes Padre António Vieira
Capítulo V Sermão Santo António aos Peixes Padre António Vieira
Alexandra Madail
 
Revolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em PortugalRevolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em Portugal
Susana Simões
 
Karl popper - Filosofia 11º ano
Karl popper - Filosofia 11º anoKarl popper - Filosofia 11º ano
Karl popper - Filosofia 11º ano
FilipaFonseca
 
A arte nova
A arte novaA arte nova
A arte nova
Feliciabalan04
 
Trabalho sobre o terramoto 11º e
Trabalho sobre o terramoto 11º eTrabalho sobre o terramoto 11º e
Trabalho sobre o terramoto 11º e
Carla Teixeira
 
1ª Grande Exposição de Londres
1ª Grande Exposição de Londres1ª Grande Exposição de Londres
1ª Grande Exposição de Londres
hcaslides
 
A Sociedade no Século XIX
A Sociedade no Século XIXA Sociedade no Século XIX
A Sociedade no Século XIX
José Ferreira
 

Mais procurados (20)

D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo JoaninoD. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
 
Urbanismo Pombalino
Urbanismo PombalinoUrbanismo Pombalino
Urbanismo Pombalino
 
Módulo 8 contextualização histórica
Módulo 8   contextualização históricaMódulo 8   contextualização histórica
Módulo 8 contextualização histórica
 
A revolução americana
A revolução americanaA revolução americana
A revolução americana
 
Pintura e escultura do romantismo
Pintura e escultura do romantismoPintura e escultura do romantismo
Pintura e escultura do romantismo
 
AMOR DE PERDIÇÃO análise capítulo IV
AMOR DE PERDIÇÃO análise capítulo IVAMOR DE PERDIÇÃO análise capítulo IV
AMOR DE PERDIÇÃO análise capítulo IV
 
O Fontismo
O FontismoO Fontismo
O Fontismo
 
2.1 estratificação social e poder político
2.1 estratificação social e poder político2.1 estratificação social e poder político
2.1 estratificação social e poder político
 
O Mundo Industrializado no século XIX e o Caso Português
O Mundo Industrializado no século XIX e o Caso PortuguêsO Mundo Industrializado no século XIX e o Caso Português
O Mundo Industrializado no século XIX e o Caso Português
 
O Antigo Regime
O Antigo RegimeO Antigo Regime
O Antigo Regime
 
Teorias estéticas
Teorias estéticas Teorias estéticas
Teorias estéticas
 
Loucos Anos 20
Loucos Anos 20Loucos Anos 20
Loucos Anos 20
 
Regioes agrarias
Regioes agrariasRegioes agrarias
Regioes agrarias
 
Capítulo V Sermão Santo António aos Peixes Padre António Vieira
Capítulo V Sermão Santo António aos Peixes Padre António VieiraCapítulo V Sermão Santo António aos Peixes Padre António Vieira
Capítulo V Sermão Santo António aos Peixes Padre António Vieira
 
Revolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em PortugalRevolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em Portugal
 
Karl popper - Filosofia 11º ano
Karl popper - Filosofia 11º anoKarl popper - Filosofia 11º ano
Karl popper - Filosofia 11º ano
 
A arte nova
A arte novaA arte nova
A arte nova
 
Trabalho sobre o terramoto 11º e
Trabalho sobre o terramoto 11º eTrabalho sobre o terramoto 11º e
Trabalho sobre o terramoto 11º e
 
1ª Grande Exposição de Londres
1ª Grande Exposição de Londres1ª Grande Exposição de Londres
1ª Grande Exposição de Londres
 
A Sociedade no Século XIX
A Sociedade no Século XIXA Sociedade no Século XIX
A Sociedade no Século XIX
 

Destaque

Arquitectura do Ferro no século XIX
Arquitectura do Ferro no século XIXArquitectura do Ferro no século XIX
Arquitectura do Ferro no século XIX
Jorge Almeida
 
A civilização industrial
A civilização industrialA civilização industrial
A civilização industrial
cattonia
 
Realismo
RealismoRealismo
Realismo
CrisBiagio
 
O Impressionismo
O ImpressionismoO Impressionismo
O Impressionismo
Jorge Almeida
 
O mundo industrializado (recuperação 8ºano)
O mundo industrializado (recuperação 8ºano)O mundo industrializado (recuperação 8ºano)
O mundo industrializado (recuperação 8ºano)
Teresa Maia
 
Impressionismo
Impressionismo Impressionismo
Impressionismo
Ellen_Assad
 
H2 o caso português
H2 o caso portuguêsH2 o caso português
H2 o caso português
Vítor Santos
 
O Realismo
O RealismoO Realismo
O Realismo
MissBlackBerryBush
 
O Mundo Industrializado no século XIX e o Caso Português
O Mundo Industrializado no século XIX e o Caso PortuguêsO Mundo Industrializado no século XIX e o Caso Português
O Mundo Industrializado no século XIX e o Caso Português
Carlos Vieira
 

Destaque (9)

Arquitectura do Ferro no século XIX
Arquitectura do Ferro no século XIXArquitectura do Ferro no século XIX
Arquitectura do Ferro no século XIX
 
A civilização industrial
A civilização industrialA civilização industrial
A civilização industrial
 
Realismo
RealismoRealismo
Realismo
 
O Impressionismo
O ImpressionismoO Impressionismo
O Impressionismo
 
O mundo industrializado (recuperação 8ºano)
O mundo industrializado (recuperação 8ºano)O mundo industrializado (recuperação 8ºano)
O mundo industrializado (recuperação 8ºano)
 
Impressionismo
Impressionismo Impressionismo
Impressionismo
 
H2 o caso português
H2 o caso portuguêsH2 o caso português
H2 o caso português
 
O Realismo
O RealismoO Realismo
O Realismo
 
O Mundo Industrializado no século XIX e o Caso Português
O Mundo Industrializado no século XIX e o Caso PortuguêsO Mundo Industrializado no século XIX e o Caso Português
O Mundo Industrializado no século XIX e o Caso Português
 

Semelhante a A Arquitectura do Ferro no século XIX

Caderno 2 - Arquitetura do Ferro.pptx
Caderno 2 - Arquitetura do Ferro.pptxCaderno 2 - Arquitetura do Ferro.pptx
Caderno 2 - Arquitetura do Ferro.pptx
mafaldateixeira11
 
O%20 porto%20há%20100%20anos[1]
O%20 porto%20há%20100%20anos[1]O%20 porto%20há%20100%20anos[1]
O%20 porto%20há%20100%20anos[1]
António Luís Catarino
 
Pedro,guilherme,carolina conde[2]
Pedro,guilherme,carolina conde[2]Pedro,guilherme,carolina conde[2]
Pedro,guilherme,carolina conde[2]
António Luís Catarino
 
05 mundo novo formas novas
05 mundo novo formas novas05 mundo novo formas novas
05 mundo novo formas novas
Vítor Santos
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
luismoura1957
 
Cultura da Gare
Cultura da Gare Cultura da Gare
Cultura da Gare
Marta Marinho
 
Cultura da gare
Cultura da gareCultura da gare
Cultura da gare
Marta Marinho
 
Realismo
RealismoRealismo
Realismo
Carla Teixeira
 
Arquitetura do Ferro
Arquitetura do FerroArquitetura do Ferro
Arquitetura do Ferro
Marcia Rodrigues
 
R.i.
R.i.R.i.
R.i.
Edmir IFP
 
Cidades importantes e seus pontos turísticos
Cidades importantes e seus pontos turísticosCidades importantes e seus pontos turísticos
Cidades importantes e seus pontos turísticos
Thibyriçá Valle Junior
 
Cidades importantes e seus pontos turísticos
Cidades importantes e seus pontos turísticosCidades importantes e seus pontos turísticos
Cidades importantes e seus pontos turísticos
Thibyriçá Valle Junior
 
Monumentos de Londres
Monumentos de LondresMonumentos de Londres
Monumentos de Londres
LuisMagina
 
3.2 lev edif_ferro
3.2 lev edif_ferro3.2 lev edif_ferro
3.2 lev edif_ferro
Susana Cardigos
 
Levantamento de edificios em ferro em portugal
Levantamento de edificios em ferro em portugalLevantamento de edificios em ferro em portugal
Levantamento de edificios em ferro em portugal
Susana Cardigos
 
Ponte d. luiz
Ponte d. luizPonte d. luiz
Ponte d. luiz
Ana Maria
 
Ponte D. Luiz
Ponte D. LuizPonte D. Luiz
Ponte D. Luiz
Joaquim Almeida
 
Ponte D. Luiz
Ponte D. LuizPonte D. Luiz
Ponte D. Luiz
Carmen María Pérez
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
Nequinho
 
Pontes do Porto
Pontes do PortoPontes do Porto
Pontes do Porto
Umberto Pacheco
 

Semelhante a A Arquitectura do Ferro no século XIX (20)

Caderno 2 - Arquitetura do Ferro.pptx
Caderno 2 - Arquitetura do Ferro.pptxCaderno 2 - Arquitetura do Ferro.pptx
Caderno 2 - Arquitetura do Ferro.pptx
 
O%20 porto%20há%20100%20anos[1]
O%20 porto%20há%20100%20anos[1]O%20 porto%20há%20100%20anos[1]
O%20 porto%20há%20100%20anos[1]
 
Pedro,guilherme,carolina conde[2]
Pedro,guilherme,carolina conde[2]Pedro,guilherme,carolina conde[2]
Pedro,guilherme,carolina conde[2]
 
05 mundo novo formas novas
05 mundo novo formas novas05 mundo novo formas novas
05 mundo novo formas novas
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
 
Cultura da Gare
Cultura da Gare Cultura da Gare
Cultura da Gare
 
Cultura da gare
Cultura da gareCultura da gare
Cultura da gare
 
Realismo
RealismoRealismo
Realismo
 
Arquitetura do Ferro
Arquitetura do FerroArquitetura do Ferro
Arquitetura do Ferro
 
R.i.
R.i.R.i.
R.i.
 
Cidades importantes e seus pontos turísticos
Cidades importantes e seus pontos turísticosCidades importantes e seus pontos turísticos
Cidades importantes e seus pontos turísticos
 
Cidades importantes e seus pontos turísticos
Cidades importantes e seus pontos turísticosCidades importantes e seus pontos turísticos
Cidades importantes e seus pontos turísticos
 
Monumentos de Londres
Monumentos de LondresMonumentos de Londres
Monumentos de Londres
 
3.2 lev edif_ferro
3.2 lev edif_ferro3.2 lev edif_ferro
3.2 lev edif_ferro
 
Levantamento de edificios em ferro em portugal
Levantamento de edificios em ferro em portugalLevantamento de edificios em ferro em portugal
Levantamento de edificios em ferro em portugal
 
Ponte d. luiz
Ponte d. luizPonte d. luiz
Ponte d. luiz
 
Ponte D. Luiz
Ponte D. LuizPonte D. Luiz
Ponte D. Luiz
 
Ponte D. Luiz
Ponte D. LuizPonte D. Luiz
Ponte D. Luiz
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
 
Pontes do Porto
Pontes do PortoPontes do Porto
Pontes do Porto
 

Mais de Jorge Almeida

Guerra fria 1
Guerra fria 1Guerra fria 1
Guerra fria 1
Jorge Almeida
 
Exposição especiarias e frutas tropiciais 8.º ano_2011-12
Exposição especiarias e frutas tropiciais 8.º ano_2011-12Exposição especiarias e frutas tropiciais 8.º ano_2011-12
Exposição especiarias e frutas tropiciais 8.º ano_2011-12
Jorge Almeida
 
Exposição trabalhos alunos_7.º ano_2011-12
Exposição trabalhos alunos_7.º ano_2011-12Exposição trabalhos alunos_7.º ano_2011-12
Exposição trabalhos alunos_7.º ano_2011-12
Jorge Almeida
 
Salazar e o estado novo
Salazar e o estado novoSalazar e o estado novo
Salazar e o estado novo
Jorge Almeida
 
Exposição visitai viseu
Exposição visitai viseuExposição visitai viseu
Exposição visitai viseu
Jorge Almeida
 
Exposição trabalhos alunos_25 de abril
Exposição trabalhos alunos_25 de abrilExposição trabalhos alunos_25 de abril
Exposição trabalhos alunos_25 de abril
Jorge Almeida
 
Tertúlia 25 de abril
Tertúlia 25 de abrilTertúlia 25 de abril
Tertúlia 25 de abril
Jorge Almeida
 
25 de abril de 1974 2
25 de abril de 1974 225 de abril de 1974 2
25 de abril de 1974 2
Jorge Almeida
 
O 25 de_abril_de_1974[1]
O 25 de_abril_de_1974[1]O 25 de_abril_de_1974[1]
O 25 de_abril_de_1974[1]
Jorge Almeida
 
Iª república
Iª repúblicaIª república
Iª república
Jorge Almeida
 
Guerra colonial entrevista
Guerra colonial entrevistaGuerra colonial entrevista
Guerra colonial entrevista
Jorge Almeida
 
Guerra colonial (1)
Guerra colonial (1)Guerra colonial (1)
Guerra colonial (1)
Jorge Almeida
 
A guerra colonial
A guerra colonialA guerra colonial
A guerra colonial
Jorge Almeida
 
A 1ª guerra mundial hgp
A 1ª guerra mundial hgpA 1ª guerra mundial hgp
A 1ª guerra mundial hgp
Jorge Almeida
 
25 de abril de 1974 3
25 de abril de 1974 325 de abril de 1974 3
25 de abril de 1974 3
Jorge Almeida
 
Trabalhos alunos 7.º pca
Trabalhos alunos 7.º pcaTrabalhos alunos 7.º pca
Trabalhos alunos 7.º pca
Jorge Almeida
 
Salamanca
SalamancaSalamanca
Salamanca
Jorge Almeida
 
Folheto visionarium e castelo st.ª m.ª feira -2010-11
Folheto visionarium e castelo st.ª m.ª feira -2010-11Folheto visionarium e castelo st.ª m.ª feira -2010-11
Folheto visionarium e castelo st.ª m.ª feira -2010-11
Jorge Almeida
 
Visita de estudo a Foz Côa
Visita de estudo a Foz CôaVisita de estudo a Foz Côa
Visita de estudo a Foz Côa
Jorge Almeida
 
Folheto Foz Côa -2010-11
Folheto Foz Côa -2010-11Folheto Foz Côa -2010-11
Folheto Foz Côa -2010-11
Jorge Almeida
 

Mais de Jorge Almeida (20)

Guerra fria 1
Guerra fria 1Guerra fria 1
Guerra fria 1
 
Exposição especiarias e frutas tropiciais 8.º ano_2011-12
Exposição especiarias e frutas tropiciais 8.º ano_2011-12Exposição especiarias e frutas tropiciais 8.º ano_2011-12
Exposição especiarias e frutas tropiciais 8.º ano_2011-12
 
Exposição trabalhos alunos_7.º ano_2011-12
Exposição trabalhos alunos_7.º ano_2011-12Exposição trabalhos alunos_7.º ano_2011-12
Exposição trabalhos alunos_7.º ano_2011-12
 
Salazar e o estado novo
Salazar e o estado novoSalazar e o estado novo
Salazar e o estado novo
 
Exposição visitai viseu
Exposição visitai viseuExposição visitai viseu
Exposição visitai viseu
 
Exposição trabalhos alunos_25 de abril
Exposição trabalhos alunos_25 de abrilExposição trabalhos alunos_25 de abril
Exposição trabalhos alunos_25 de abril
 
Tertúlia 25 de abril
Tertúlia 25 de abrilTertúlia 25 de abril
Tertúlia 25 de abril
 
25 de abril de 1974 2
25 de abril de 1974 225 de abril de 1974 2
25 de abril de 1974 2
 
O 25 de_abril_de_1974[1]
O 25 de_abril_de_1974[1]O 25 de_abril_de_1974[1]
O 25 de_abril_de_1974[1]
 
Iª república
Iª repúblicaIª república
Iª república
 
Guerra colonial entrevista
Guerra colonial entrevistaGuerra colonial entrevista
Guerra colonial entrevista
 
Guerra colonial (1)
Guerra colonial (1)Guerra colonial (1)
Guerra colonial (1)
 
A guerra colonial
A guerra colonialA guerra colonial
A guerra colonial
 
A 1ª guerra mundial hgp
A 1ª guerra mundial hgpA 1ª guerra mundial hgp
A 1ª guerra mundial hgp
 
25 de abril de 1974 3
25 de abril de 1974 325 de abril de 1974 3
25 de abril de 1974 3
 
Trabalhos alunos 7.º pca
Trabalhos alunos 7.º pcaTrabalhos alunos 7.º pca
Trabalhos alunos 7.º pca
 
Salamanca
SalamancaSalamanca
Salamanca
 
Folheto visionarium e castelo st.ª m.ª feira -2010-11
Folheto visionarium e castelo st.ª m.ª feira -2010-11Folheto visionarium e castelo st.ª m.ª feira -2010-11
Folheto visionarium e castelo st.ª m.ª feira -2010-11
 
Visita de estudo a Foz Côa
Visita de estudo a Foz CôaVisita de estudo a Foz Côa
Visita de estudo a Foz Côa
 
Folheto Foz Côa -2010-11
Folheto Foz Côa -2010-11Folheto Foz Côa -2010-11
Folheto Foz Côa -2010-11
 

Último

NR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.ppt
NR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.pptNR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.ppt
NR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.ppt
Vanessa F. Rezende
 
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Mary Alvarenga
 
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsxSe A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Luzia Gabriele
 
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptxLicao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
jetroescola
 
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdfApostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
pattyhsilva271204
 
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdfTrabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
marcos oliveira
 
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. WeaverAs Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
C4io99
 
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdfIdeais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
Anesio2
 
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdfCALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CristviaFerreira
 
Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!
Mary Alvarenga
 
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdfOficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
beathrizalves131
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
shirleisousa9166
 
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Luzia Gabriele
 
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
antonio carlos
 

Último (20)

NR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.ppt
NR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.pptNR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.ppt
NR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.ppt
 
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
 
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsxSe A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
 
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptxLicao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
 
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdfApostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
 
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
 
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdfTrabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
 
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. WeaverAs Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
 
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdfIdeais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
 
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdfCALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
 
Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!
 
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdfOficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
 
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
 
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
 
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
 
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
 
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
 

A Arquitectura do Ferro no século XIX

  • 1. A arquitectura do Ferro no Séc. XIXEscola E.B. 2,3 de Campo de BesteirosAno lectivo: 2008/09
  • 2. Arquitectura do ferroSurgiu como sistema construtivo nos finais do século XVIII, o ferro protagonizou em grande parte o desenvolvimento de arquitectura do século XIX e XX.A Inglaterra, um dos países mais industrializados da altura, assumiu um papel pioneiro e determinante neste processo.O desenvolvimento dos meios de transporte, em especial do caminho-de-ferro, teve como consequência, para além da construção de inúmeras pontes de ferro, a criação de principalmente estações de comboios.
  • 3. Quias foram os factores que contribuíram para o aparecimento?A revolução industrial foi o principal factor que contribuiu para o desenvolvimento/aparecimento da arquitectura do ferro.O desenvolvimento da industria metalúrgica, a máquina a vapor e as novas fontes de energia (electricidade e petróleo) caracterizam este processo que teve consequências económicas, tecnológicas e sócio-económicas.
  • 4. Onde é que esta construção foi utilizada?O ferro foi utilizado na construção de edifícios com carácter utilitário, como pontes, mercados, pavilhões de exposições, grandes armázens e estações ferroviárias.O primeiro edifício construído com este “novo” estilo do século XIX foi o Palácio de Cristal de Londres em 1851.Foi construído para uma exposição Mundial de Paris.
  • 5. Características da arquitectura do ferroA arquitectura de ferro ficou caracterizada por: estruturas metálicas;
  • 7. Coberturas de vidro;Estação de São Bento É considerada a grande estação central do Porto, é um edifício eclético, enquadrado entre duas torres, bem no centro da cidade. Construída por Manuel Marques da Silva.
  • 8. Ponte D. Maria Pia É uma ponte metálica situada no Porto, criada exclusivamente para caminho-de-ferro, destaca-se pelo seu enorme arco central e integração paisagística. Foi construída por Gustav Eiffel em 1877, para vencer o enorme declive imposto pelo rio Douro.
  • 9. Palácio de Cristal de Londres O Palácio de Cristal foi uma enorme construção em ferro fundido e vidro erguido no Hyde Park, em Londres, para albergar a Grande Exposição de 1851. É um dos símbolos da arquitectura do ferro no século XIX.
  • 10. Palácio de Cristal no PortoAutor:Thomas Dillen JonesData: Inaugurado em 1865, o Palácio de Cristal original acabou por ser demolido em 1951.Período: Foi construído em plena Revolução Industrial, em que o local predilecto era as gares. Espaço muito importante para promover a arte e os seus artistas.Localização: Freguesia de Massarelos, na cidade do Porto.Tipologia: Arquitectura do Ferro.Função:Exposição industrial.Nos dias de hoje este palácio já não existe.
  • 11. Torre EiffelA Torre Eiffel foi construída em 1887/1889 para honrar o centenário da Revolução Francesa. Foi construída por Gustav Eiffel. É um edifício todo construído em ferro com uma altura de 317 metros e 10000 toneladas.É o símbolo mais associado à arquitectura do ferro.
  • 12. A arquitectura do ferro em PortugalEsta nova aplicação do ferro foi muito utilizada em Portugal no século XIX. Entre os monumentos construídos nesta época já utilizando o ferro encontram-se as pontes sobre o Douro.O Porto é na Europa , a cidade que mais cedo utiliza a arquitectura de ferro
  • 13. Ponte D. Luís I Foi inaugurada a 31 de Outobro de 1886, com projecto do belga Théophile Seyring, discípulo e colaborador de Gustav Eiffel.
  • 14. Mercado Ferreira Borges Foi construído entre 1885 e 1889 pela companhia Aliança, um projecto de João Carlos Machado, serviu de mercado de fruta, cozinha dos pobres e palco dos comícios.