Apresentação da disciplina Curso de Design / Habilitação em Programação Visual  e/ou Projeto de Produto 00
História do Design ...algumas anotações 00 Apresentação 01 Conceitos 02 Premissas 03 Revolução Industrial 04 Movimentos de Reforma 05 Movimentos de Vanguarda 06 Movimentos de Vanguarda (cont.) 07 Movimento Moderno: Bauhaus 08 Pós-Guerra...EUA 09 Pós-Guerra...Ulm/Alemanha 10 Design Brasil
Disciplina:   HISTÓRIA DO DESIGN Carga-Horária: Professor: Nº de Créditos: Turma:   Horário: Período: Ano/Semestre: Em torno de 68 h/a Valdir F. Soares   4crd.   2 dias na semana 1º. ou 2º.
O que estudaremos? Com foco no  Design Gráfico & Design Industrial ...a  História do Design : Textos; Signos Visuais, Produtos, sua identificação, transformações e influências; Construção de textos, multimídias para apresentação dos diferentes conceitos.
Objetivo Geral: Desenvolver o senso crítico do aluno, sua cultura visual, com atenção às influências do desenvolvimento tecnológico sobre o  Design .  Relacionar as mudanças de concepção formal.  Ênfase na história do  Design Gráfico  e  Industrial (Produto),  nos signos gerados pela interação com a cultura contemporânea.
Objetivo específico: Investigar e refletir sobre os conceitos determinantes da evolução da atividade de  Design  e seu papel na atualidade. Exercitar a investigação, coleta, organização e apresentação de dados e referências conceituais e visuais.
Investigar e sintetizar conceitos Estudando os momentos históricos e teorias  transformadoras  do fazer em  Design . Analisando documentos,  Imagens e textos. Criando material de síntese Informacional, textual e  visual. Como?
O que é preciso? Organização:  individual e coletiva. Empenho:  aprofundar as questões apresentadas em aula; leitura dos textos indicados. Comprometimento:  envolvimento com a disciplina, enquanto bagagem para o seu  crescimento profissional
Metodologia Geral: Aulas expositivas com projeções de exemplos, leitura e produção de textos desenvolvidos pelos participantes, promovendo a acumulação de conhecimento e permitindo transpor, para a reflexão da prática, os conceitos trabalhados nas aulas expositivas, exames e avaliação pelos alunos, das referências históricas e os resultados, encontrados no contexto do  Design Gráfico & Design Industrial .
Avaliação: Trabalhos individuais e em grupo Exercícios individuais de avaliação (prova) Média de aprovação: 5,0  (igual ou maior , as instituições privadas colocam uma referência ao grau 7,0 )
Sistema de Avaliação: Exemplos de Trabalhos: P1 - Prova (50%)  Exercícios e Trabalhos no bimestre (50%) P2 -  Prova  (50%)  Exercícios e Trabalhos no bimestre (50%) Avaliação Final:  (P1 + P2): 2  =  Tf   – Total Final Prova substitutiva:  Só será aplicada para as situações em que, por algum motivo justificável, o estudante tenha perdido parte dos exercícios em aula ou prova, não alcançando o percentual necessário à avaliação.
Tarefas Grupo :  em geral 2 a 3 componentes  (formação definida para cada exercício) Realização :  exercícios individuais e/ou em grupo ao longo do semestre O que será realizado :   Apresentação em textos e/ou mídia visual (ppt, cartaz, pôster científico, etc.) definidos durante os seminários, sobre tópicos específicos ou de interesse na disciplina.
Exercício individual de avaliação Aplicação de conceitos e teorias estudadas Produção de textos a partir do material estudado Reconhecer conceitos estudados em aplicações de autores diversos.
Exemplo: Grade de Conteúdo/Aula Encerramento da Disciplina Vistas de Notas e Faltas  1o.  E 2o. Bimestres - Junho Prova substitutiva AVALIAÇÃO   2o. Bimestre P2 Junho a. Apresentação em mídia visual Trabalho orientado 10 Junho a. pós-modernidadem,  b. globalização História do Design:   Novos conceitos e tendências 9 Maio a. O Design leigo  b. Primeiras contribuições pedagógicas,  c. políticas e incentivos História do   Design no Brasil 8 Maio a. Design no EUA  b. design na Europa,  c.organismos de apoio e fomento. História do Design e a  Economia do Pós-Guerra 7 Maio Prova substitutiva AVALIAÇÃO   1o. Bimestre P1 Abril a. Weimar, b. Dessau, c. Berlin, d. New Bauhaus-Chicago História do Design e a   Bauhaus  6 Abril a. DeStijl, b. Construtivismo, c. Dadaismo... História do Design e os  Movimentos de Vanguarda 5 Abril a. Arts & Crafts, b. Art Nouveau, c. Deutscher Werkbund. d. os exemplos de  Glasgow ,  Wiena História do Design e os   Movimentos de Reforma 4 Março a. Do artesanato e oficinas para as fábricas / b. Exposições internacionais / c. Representações: arte e o grafismo leigo. História do Design e a   Revolução Industrial 3 Março a. Industrialização e tecnologia / b. Os processos civilizatórios / c. Cultura e objeto. História do Design:   Conceitos e Premissas 2 Março a. procedimentos didáticos / b. leitura e análise do texto / c. seminários e material de consulta Apresentação da disciplina:  História do Design 1 Março Objetivo Específico Módulo de Conteúdo Aulas Mês
Ênfase da disciplina Cursos de Design Gráfico  /  Visual Cursos de Design Industrial  /  Produto História do Design
O  Design , ...sua prática nos últimos anos, passa a exigir que a qualificação profissional, antes com o foco no patamar estritamente operacional do projeto, desenvolva ações também no nível estratégico de uma organização.   Ilustração: Paulo Reis
O " fazer " do  Design  para bens e serviços , de  produtos  à  programação visual  dos elementos constituintes da  identidade visual  de um empreendimento, do tratamento visual da informação dos serviços de uma empresa,  produtos, impressos e imagens virtuais ,  segue como conteúdo do perfil profissional do  Designer   mas,  outras exigências , vão sendo  apontadas como : « ...elemento dinamizador para administradores; elemento diferenciador entre concorrentes; peça chave no incremento das vendas para o pessoal de marketing e parte fundamental do motor  do avanço tecnológico...  » (PUERTO, H.B.  Design e Inovação Tecnológica , Salvador, IEL-Prog. Bahia Design, 1999.)
O " IDEO  " um dos maiores escritórios de  Design  , no Estados Unidos, pesquisando sobre a busca de empresas que, mesmo possuindo seus setores de  Design , buscavam externamente a contratação desses serviços apontou que:  « ...condensamos as respostas em quatro razões principais: ... capacidade , ... velocidade ,  ... especializações  fora de suas atividades principais. E a quarta era  inovação .   »   ( KELLEY, T. A Arte da Inovação , São Paulo, Futura, 2001) 
Para definir  Design  , o que é  ...enfrenta-se dificuldades variadas e contraditórias. Contudo, o serviço que se espera que o  Designer  cumpra, na maioria das vezes, é mais objetivo exigindo competência profissional ( capacidade  e a devida  especialização ), tempos exíguos para apresentação e um diferencial das soluções ( velocidade  e  inovação ).
Daí, um dos  compromisso pedagógico com a formação dos futuros profissionais  transita na esfera de discutir e procurar denominadores comuns, que forneçam a devida segurança de, no futuro, marcarem sua posição no mercado de trabalho, sem levarem questões dúbias para as negociações, provavelmente preexistentes, no repertório dos clientes.  « ..Design ?  É...design !  » ( STRUNCK, G.,  Viver de Design , Rio, 2AB,1999)
« .. Designer gráfico  é um termo relativamente novo para designar um profissional. Usava-se artista gráfico até alguém falar que o trabalho de desenhar logotipos, cartazes, folhetos, embalagens, livros é design e que design não é arte.  Daí, designer gráfico. ...afinal quais os limites do design gráfico ?  » ( OHTAKE, R.  O que é ser designer gráfico hoje   ?  in:  Revista ADG - Revista da Assoc. dos Designers Gráficos\Brasil, São Paulo, n º 27, Fevereiro, 2003, p. 78-79   .  ver também:  ESCOREL, A. L.  O Efeito Multiplicador do Design , São Paulo, Ed.SENAC, 2000 ). 
« ...Num mercado globalizado, são  fatores decisivos  para o  sucesso  de uma empresa a  credibilidade de sua imagem  e a  qualidade de seus produtos e serviços  que ela oferece,  ...nos últimos anos os  investimentos  voltados para a área de  design  deixaram de ser uma  questão de   estética  e se tornaram uma  questão estratégica  para  sobrevivência das organizações . ...Entende-se por  design  a  melhoria dos aspectos funcionais ,  ergonômicos  e  visuais dos produtos , de modo a atender às  necessidades do consumidor , melhorando o  conforto , a  segurança  e a  satisfação  dos usuários.  » ( CNI - Bahiana,C.,  A Importância do Design para sua Empresa , Brasília -DF, 1998. Ver também: BAXTER, M.  Projeto de Produto , São Paulo, Ed.E.Blucher, 1998  e  LOBACH, B.  Design Industrial , São Paulo, Ed.E.Blucher, 2000, do qual, parte do texto foi aqui anexado.)
DESIGN... Desenho Industrial  ...programação visual & projeto de produto DESIGN INDUSTRIAL DESIGN GRÁFICO
O  Desenho industrial  \  Design , em seus dois grandes blocos de habilitação  Programação Visual  \  Design Gráfico   e  o  Projeto de Produto  \  Design Industrial , vão encontrar posicionamentos conceituais sobre o que é  Design  visitando textos encontrados desde o campo da Arte ao das Engenharias, passando pela Comunicação, Antropologia, Economia, o Marketing, a Sociologia e o Direito, cada qual emprestando suas reflexões de forma positiva, ou não,  à aqueles que estarão no  " front ", disputando seu espaço no mercado de trabalho.
« ...A Ciência do Designer encontra-se definida em função produtiva, tecnológica como no caso do tecnólogo.  Mas, a Tecnologia do Designer encontra-se definida em função estética, o que faz que essa ação estética seja também tecnológico-científica.  A Ciência, a Tecnologia e a Arte  integradas unitária, orgânica e sinergeticamente no ato produtor do Design, permitem denominar este com o neologismo:  O PROJETAR ou  ATO “POIETICO”.  ...Querer fazer do Design uma atividade exclusivamente tecnológica ou artística é não compreender seu sentido.   O Design é um ato distinto, próprio, integrado, científico-tecnológico-estético:   Uma tecnologia-estética-opera-cional ou uma operação-estético-tecnológica ´sui generis`  » ( apud. PUERTO, 1999 \  DUSSEL, E.  La Filosofia de la Producción , México, UNAM, 1984 \  ato poiético  , do gr.  Poiesis  é a atividade produtiva fabricativa, que é dirigida ao trabalho da natureza, como produção dos homens livres, dos artesãos ou dos escravos; relacionada à arte, à semiótica e ao  Design .).
Os textos, indicados abaixo e outros, indicados ao longo do curso, vão nos remeter à algumas reflexões como -  Por que? e Para que ? - estudar a História do Design bem como, o que é produzir e como organizar o conhecimento acumulado, no sentido de estimular e subsidiar a  práxis  do Design. Referências Bibliográficas DENIS, Rafael C.  UMA INTRODUÇÃO À HISTÓRIA DO DESIGN  . São Paulo, E Blücher, 2000 / História e design, p. 12 a 15 / A natureza do design, p. 16 – 18 SOUZA, Pedro Luiz Pereira de.  NOTAS PARA UMA HISTÓRIA DO DESIGN  . Rio de Janeiro, 2AB, 1998 / Introdução, p. 09 a 12  HÜHNE, L. M.(org.)  METODOLOGIA CIENTÍFICA – Cadernos de Textos e Técnicas  . Rio de Janeiro, Agir, 6a. ed. 1995 / Apresentação, p. 11 e 12 / O Ato de Estudar, p. 13 – 20 / A Organização do Trabalho Acadêmico p. 21, 44 - 54, 64 e 65. HESKETT, J.  DESENHO INDUSTRIAL .  Rio de Janeiro: Jose Olympio-UnB. 1997. PEVSNER, N.  PIONEIROS DO DESENHO MODERNO . São Paulo: Martins Fontes, 1995. NIEMEYER, L.  DESIGN NO BRASIL: ORIGENS E INSTALAÇÃO . Rio de Janeiro: 2AB, 1998. HOLLIS ,  R.  DESIGN GRÁFICO: UMA HISTÓRIA CONCISA .  São Paulo: Martins Fontes, 2001. MEGGS, P. B.  A HISTORY OF GRAPHIC DESIGN , 3rd.ed., N.York, J.Willey, 2000 .
FIM  ! Até o próximo tema  !

História do Design - Apresentação - Hd00

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    Apresentação da disciplinaCurso de Design / Habilitação em Programação Visual e/ou Projeto de Produto 00
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    História do Design...algumas anotações 00 Apresentação 01 Conceitos 02 Premissas 03 Revolução Industrial 04 Movimentos de Reforma 05 Movimentos de Vanguarda 06 Movimentos de Vanguarda (cont.) 07 Movimento Moderno: Bauhaus 08 Pós-Guerra...EUA 09 Pós-Guerra...Ulm/Alemanha 10 Design Brasil
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    Disciplina: HISTÓRIA DO DESIGN Carga-Horária: Professor: Nº de Créditos: Turma: Horário: Período: Ano/Semestre: Em torno de 68 h/a Valdir F. Soares 4crd. 2 dias na semana 1º. ou 2º.
  • 4.
    O que estudaremos?Com foco no Design Gráfico & Design Industrial ...a História do Design : Textos; Signos Visuais, Produtos, sua identificação, transformações e influências; Construção de textos, multimídias para apresentação dos diferentes conceitos.
  • 5.
    Objetivo Geral: Desenvolvero senso crítico do aluno, sua cultura visual, com atenção às influências do desenvolvimento tecnológico sobre o Design . Relacionar as mudanças de concepção formal. Ênfase na história do Design Gráfico e Industrial (Produto), nos signos gerados pela interação com a cultura contemporânea.
  • 6.
    Objetivo específico: Investigare refletir sobre os conceitos determinantes da evolução da atividade de Design e seu papel na atualidade. Exercitar a investigação, coleta, organização e apresentação de dados e referências conceituais e visuais.
  • 7.
    Investigar e sintetizarconceitos Estudando os momentos históricos e teorias transformadoras do fazer em Design . Analisando documentos, Imagens e textos. Criando material de síntese Informacional, textual e visual. Como?
  • 8.
    O que épreciso? Organização: individual e coletiva. Empenho: aprofundar as questões apresentadas em aula; leitura dos textos indicados. Comprometimento: envolvimento com a disciplina, enquanto bagagem para o seu crescimento profissional
  • 9.
    Metodologia Geral: Aulasexpositivas com projeções de exemplos, leitura e produção de textos desenvolvidos pelos participantes, promovendo a acumulação de conhecimento e permitindo transpor, para a reflexão da prática, os conceitos trabalhados nas aulas expositivas, exames e avaliação pelos alunos, das referências históricas e os resultados, encontrados no contexto do Design Gráfico & Design Industrial .
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    Avaliação: Trabalhos individuaise em grupo Exercícios individuais de avaliação (prova) Média de aprovação: 5,0 (igual ou maior , as instituições privadas colocam uma referência ao grau 7,0 )
  • 11.
    Sistema de Avaliação:Exemplos de Trabalhos: P1 - Prova (50%) Exercícios e Trabalhos no bimestre (50%) P2 - Prova (50%) Exercícios e Trabalhos no bimestre (50%) Avaliação Final: (P1 + P2): 2 = Tf – Total Final Prova substitutiva: Só será aplicada para as situações em que, por algum motivo justificável, o estudante tenha perdido parte dos exercícios em aula ou prova, não alcançando o percentual necessário à avaliação.
  • 12.
    Tarefas Grupo : em geral 2 a 3 componentes (formação definida para cada exercício) Realização : exercícios individuais e/ou em grupo ao longo do semestre O que será realizado : Apresentação em textos e/ou mídia visual (ppt, cartaz, pôster científico, etc.) definidos durante os seminários, sobre tópicos específicos ou de interesse na disciplina.
  • 13.
    Exercício individual deavaliação Aplicação de conceitos e teorias estudadas Produção de textos a partir do material estudado Reconhecer conceitos estudados em aplicações de autores diversos.
  • 14.
    Exemplo: Grade deConteúdo/Aula Encerramento da Disciplina Vistas de Notas e Faltas 1o. E 2o. Bimestres - Junho Prova substitutiva AVALIAÇÃO 2o. Bimestre P2 Junho a. Apresentação em mídia visual Trabalho orientado 10 Junho a. pós-modernidadem, b. globalização História do Design: Novos conceitos e tendências 9 Maio a. O Design leigo b. Primeiras contribuições pedagógicas, c. políticas e incentivos História do Design no Brasil 8 Maio a. Design no EUA b. design na Europa, c.organismos de apoio e fomento. História do Design e a Economia do Pós-Guerra 7 Maio Prova substitutiva AVALIAÇÃO 1o. Bimestre P1 Abril a. Weimar, b. Dessau, c. Berlin, d. New Bauhaus-Chicago História do Design e a Bauhaus 6 Abril a. DeStijl, b. Construtivismo, c. Dadaismo... História do Design e os Movimentos de Vanguarda 5 Abril a. Arts & Crafts, b. Art Nouveau, c. Deutscher Werkbund. d. os exemplos de Glasgow , Wiena História do Design e os Movimentos de Reforma 4 Março a. Do artesanato e oficinas para as fábricas / b. Exposições internacionais / c. Representações: arte e o grafismo leigo. História do Design e a Revolução Industrial 3 Março a. Industrialização e tecnologia / b. Os processos civilizatórios / c. Cultura e objeto. História do Design: Conceitos e Premissas 2 Março a. procedimentos didáticos / b. leitura e análise do texto / c. seminários e material de consulta Apresentação da disciplina: História do Design 1 Março Objetivo Específico Módulo de Conteúdo Aulas Mês
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    Ênfase da disciplinaCursos de Design Gráfico / Visual Cursos de Design Industrial / Produto História do Design
  • 16.
    O Design, ...sua prática nos últimos anos, passa a exigir que a qualificação profissional, antes com o foco no patamar estritamente operacional do projeto, desenvolva ações também no nível estratégico de uma organização. Ilustração: Paulo Reis
  • 17.
    O " fazer" do Design para bens e serviços , de produtos à programação visual dos elementos constituintes da identidade visual de um empreendimento, do tratamento visual da informação dos serviços de uma empresa, produtos, impressos e imagens virtuais , segue como conteúdo do perfil profissional do Designer mas, outras exigências , vão sendo apontadas como : « ...elemento dinamizador para administradores; elemento diferenciador entre concorrentes; peça chave no incremento das vendas para o pessoal de marketing e parte fundamental do motor do avanço tecnológico... » (PUERTO, H.B. Design e Inovação Tecnológica , Salvador, IEL-Prog. Bahia Design, 1999.)
  • 18.
    O " IDEO " um dos maiores escritórios de Design , no Estados Unidos, pesquisando sobre a busca de empresas que, mesmo possuindo seus setores de Design , buscavam externamente a contratação desses serviços apontou que:  « ...condensamos as respostas em quatro razões principais: ... capacidade , ... velocidade , ... especializações fora de suas atividades principais. E a quarta era inovação . » ( KELLEY, T. A Arte da Inovação , São Paulo, Futura, 2001) 
  • 19.
    Para definir Design , o que é ...enfrenta-se dificuldades variadas e contraditórias. Contudo, o serviço que se espera que o Designer cumpra, na maioria das vezes, é mais objetivo exigindo competência profissional ( capacidade e a devida especialização ), tempos exíguos para apresentação e um diferencial das soluções ( velocidade e inovação ).
  • 20.
    Daí, um dos compromisso pedagógico com a formação dos futuros profissionais transita na esfera de discutir e procurar denominadores comuns, que forneçam a devida segurança de, no futuro, marcarem sua posição no mercado de trabalho, sem levarem questões dúbias para as negociações, provavelmente preexistentes, no repertório dos clientes.  « ..Design ? É...design ! » ( STRUNCK, G., Viver de Design , Rio, 2AB,1999)
  • 21.
    « .. Designergráfico é um termo relativamente novo para designar um profissional. Usava-se artista gráfico até alguém falar que o trabalho de desenhar logotipos, cartazes, folhetos, embalagens, livros é design e que design não é arte. Daí, designer gráfico. ...afinal quais os limites do design gráfico ? » ( OHTAKE, R. O que é ser designer gráfico hoje ? in: Revista ADG - Revista da Assoc. dos Designers Gráficos\Brasil, São Paulo, n º 27, Fevereiro, 2003, p. 78-79 . ver também: ESCOREL, A. L. O Efeito Multiplicador do Design , São Paulo, Ed.SENAC, 2000 ). 
  • 22.
    « ...Num mercadoglobalizado, são fatores decisivos para o sucesso de uma empresa a credibilidade de sua imagem e a qualidade de seus produtos e serviços que ela oferece, ...nos últimos anos os investimentos voltados para a área de design deixaram de ser uma questão de estética e se tornaram uma questão estratégica para sobrevivência das organizações . ...Entende-se por design a melhoria dos aspectos funcionais , ergonômicos e visuais dos produtos , de modo a atender às necessidades do consumidor , melhorando o conforto , a segurança e a satisfação dos usuários. » ( CNI - Bahiana,C., A Importância do Design para sua Empresa , Brasília -DF, 1998. Ver também: BAXTER, M. Projeto de Produto , São Paulo, Ed.E.Blucher, 1998 e LOBACH, B. Design Industrial , São Paulo, Ed.E.Blucher, 2000, do qual, parte do texto foi aqui anexado.)
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    DESIGN... Desenho Industrial ...programação visual & projeto de produto DESIGN INDUSTRIAL DESIGN GRÁFICO
  • 24.
    O Desenhoindustrial \ Design , em seus dois grandes blocos de habilitação Programação Visual \ Design Gráfico e o Projeto de Produto \ Design Industrial , vão encontrar posicionamentos conceituais sobre o que é Design visitando textos encontrados desde o campo da Arte ao das Engenharias, passando pela Comunicação, Antropologia, Economia, o Marketing, a Sociologia e o Direito, cada qual emprestando suas reflexões de forma positiva, ou não, à aqueles que estarão no " front ", disputando seu espaço no mercado de trabalho.
  • 25.
    « ...A Ciênciado Designer encontra-se definida em função produtiva, tecnológica como no caso do tecnólogo. Mas, a Tecnologia do Designer encontra-se definida em função estética, o que faz que essa ação estética seja também tecnológico-científica. A Ciência, a Tecnologia e a Arte integradas unitária, orgânica e sinergeticamente no ato produtor do Design, permitem denominar este com o neologismo: O PROJETAR ou ATO “POIETICO”. ...Querer fazer do Design uma atividade exclusivamente tecnológica ou artística é não compreender seu sentido. O Design é um ato distinto, próprio, integrado, científico-tecnológico-estético: Uma tecnologia-estética-opera-cional ou uma operação-estético-tecnológica ´sui generis` » ( apud. PUERTO, 1999 \ DUSSEL, E. La Filosofia de la Producción , México, UNAM, 1984 \ ato poiético , do gr. Poiesis é a atividade produtiva fabricativa, que é dirigida ao trabalho da natureza, como produção dos homens livres, dos artesãos ou dos escravos; relacionada à arte, à semiótica e ao Design .).
  • 26.
    Os textos, indicadosabaixo e outros, indicados ao longo do curso, vão nos remeter à algumas reflexões como - Por que? e Para que ? - estudar a História do Design bem como, o que é produzir e como organizar o conhecimento acumulado, no sentido de estimular e subsidiar a práxis do Design. Referências Bibliográficas DENIS, Rafael C. UMA INTRODUÇÃO À HISTÓRIA DO DESIGN . São Paulo, E Blücher, 2000 / História e design, p. 12 a 15 / A natureza do design, p. 16 – 18 SOUZA, Pedro Luiz Pereira de. NOTAS PARA UMA HISTÓRIA DO DESIGN . Rio de Janeiro, 2AB, 1998 / Introdução, p. 09 a 12 HÜHNE, L. M.(org.) METODOLOGIA CIENTÍFICA – Cadernos de Textos e Técnicas . Rio de Janeiro, Agir, 6a. ed. 1995 / Apresentação, p. 11 e 12 / O Ato de Estudar, p. 13 – 20 / A Organização do Trabalho Acadêmico p. 21, 44 - 54, 64 e 65. HESKETT, J. DESENHO INDUSTRIAL . Rio de Janeiro: Jose Olympio-UnB. 1997. PEVSNER, N. PIONEIROS DO DESENHO MODERNO . São Paulo: Martins Fontes, 1995. NIEMEYER, L. DESIGN NO BRASIL: ORIGENS E INSTALAÇÃO . Rio de Janeiro: 2AB, 1998. HOLLIS , R. DESIGN GRÁFICO: UMA HISTÓRIA CONCISA . São Paulo: Martins Fontes, 2001. MEGGS, P. B. A HISTORY OF GRAPHIC DESIGN , 3rd.ed., N.York, J.Willey, 2000 .
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    FIM !Até o próximo tema !