Hanseníase
Vanessa Lys Boeira
Definição:
o Doença infecto-contagiosa, sistêmica, provocada
  pelo bacilo de Hansen
o Possui evolução lenta e se manifesta por sinais e
  sintomas dermatoneurológicos
Epidemiologia

• Países em desenvolvimento
• Mais de 100o novos casos foram documentados
  em 2009
• Índia, Brasil, Indonésia, Bangladesh e Nigéria
• Aumento de viagens internacionais > pacientes
  com hanseníase em qualquer parte do mundo.
Transmissão
• Vias aéreas
• Contato com feridas abertas de doentes não tratados

Apenas 10% das pessoas não são resistentes.

   Após a inalação:
• Destruição
• Defesa
• Disseminação

Incubação : 2 a 7 anos
Fatores de risco
•   Contactante
•   Forma clínica do índex: PB ou MB?
•   Idade
•   Genética:
    ▫ resposta imunológica ao M. leprae
    ▫ celular/ imunidade inata
    ▫ Exposição x Genética
• Imunossupressão
Agente Etiológico
• Mycobacterium leprae
  ▫ bacilo ácido álcool resistente;
  ▫ encapsulado e aerobio
  ▫ parasitas intracelulares obrigatórios
  ▫ afinidade por células cutâneas e por
    células dos nervos periféricos
  ▫ multiplicação (11 – 16 dias)
  ▫ Alta infectividade e baixa
    patogenicidade
Patogenia
            Não Infecção

                            Sem doença



Exposição       Infecção                     Com doença




                           Boa resistência            Pouca resistência
                                Pauci                      Multi
Espectral
Ridley & Jopling, 1996.
Hanseníase Indeterminada
                                       • Máculas hipocrômicas
                                       • Perda dos anexos
                                       • Alteração de sensibilidade
                                         térmica
                                       • Aumento da sudorese
                                       • Curável
                                       • Não há comprometimento
                                         de tronco nervoso

*A classificação indeterminada só pode ser utilizada quando a biópsia
demonstra diagnóstico definitivo de hanseníase :
envolvimento neural e presença de BAAR
Hanseníase Tuberculóide
• Lesões avermelhadas,
  assimétricas e circunscritas.
• Alteração de sensibilidade
  térmica e dolorosa
• Troncos nervosos podem ser
  envolvidos intensamente.
• Sensibilidade abolida
• Alopécia
• É estável, benigna com bom
  prognóstico
Hanseníase Dimorfa
• É instável
• Acometimento dos nervos
  periféricos
• Lesões em placas delimitadas e
  avermelhadas por todo o corpo
• Bordas irregulares e contorno
  interno mal definido
• Nódulos pardacentos e lesões
  satélites
• Orelha lepromatosa
• Baciloscopia positiva e com
  muitos bacilos
Hanseníase Virchowiana
 • Extremamente contagiosa
 • O bacilo vai se localizar em
   regiões mais frias
 • Máculas e nódulos
 • Lesões assimétricas no tronco
   e na face (facies leonina)[
 • Facies leonina
 • Destruição nasal
 • Madarose
 • Lesões orais
 • Alterações oculares
Hanseníase Virchowiana
•   Comprometimento dos ns. Periféricos
•   Ulcerações
•   Mãos em garras
•   Auto-amputação
•   Olhos: Logoftalmo, Ectrópio e Entrópio
Deformidades nas mãos
Operacional (OMS)
• Visa o tratamento multidrogas utilizando como
  critério o número de lesões.

• Paucibalares  Até cinco lesões cutâneas.
• Multibacilares  Mais de cinco lesões cutâneas.


  Classificação equivocada = erro no tratamento!
Formas Clínicas
•    Formas Paucibacilares (não contagiosa)
    1. Hanseníase Indeterminada
    2. Hanseníase Tuberculóide

•    Formas Multibacilares (contagiosas)
    1. Hanseníase Virchowiana
    2. Hanseníase Dimorfa
Sinais e Sintomas Dermatológicos
•   Máculas pigmentadas ou discrômicas
•   Infiltração
•   Tubérculo
•   Nódulo

* As lesões SEMPRE apresentarão alteração de
  sensibilidade (hipoestesia ou anestesia).
Manifestações neurológicas
• Diminuição da sensibilidade local
• Sensação de anestesia (dolorosa e térmica)

O comprometimento dos nervos provoca:
• Diminuição da força muscular
• Atrofia e contratura dos pés e mãos (inclusive
  dedos)
• Ressecamento dos olhos
• Lesões de mucosas
Sinais e Sintomas Neurológicos
Lesões no nervos periféricos.
• Dor e espessamento dos nervos periféricos
• Perda de sensibilidade (principalmente olhos,
  mãos e pés)
• Perda de força muscular (principalmente
  pálpebras, MMSS e MMII)
Diagnóstico
• Exames laboratoriais
1. Baciloscopia
2. Teste de Mitsuda
Teste de Mitsuda
• Suspensão de bacilos, substâncias lipídicas dos
  bacilos e restos bacilares em solução salina
• Não dá o diagnóstico da doença
• Avalia hipersensibilidade celular específica do
  indivíduo ao bacilo
• Não é espécie-específica:
  ▫ sensibilização por outras micobactérias
• Determina o grau de imunidade celular específica do
  indivíduo ao bacilo de Hansen
  ▫ Se positiva: formas benignas
  ▫ Se negativa: pólo anérgico, formas multibacilares
Diagnóstico – Exame Clínico
Uma pessoa com Hanseníase apresenta uma ou
  mais das características:
• Lesão(ões) de pele com alteração de
  sensibilidade
• Acometimento de nervo(s) com espessamento
  neural
• Baciloscopia positiva
Roteiro de diagnóstico clínico
• Anamnese- história clínica e epidemiológica
• Avaliação dermatológica (face, orelhas, nádegas,
  braços, pernas e costas)
• Avaliação neurológica: identificação de neurites,
  incapacidades e deformidades.
• Classificação do grau de incapacidade física
• Testes de sensibilidade (tátil, térmica e dolorosa)
Principais ns.periféricos acometidos
• FACE: Trigêmio e facial

• BRAÇOS: Radial, Ulnar e Mediano

• PERNAS: Fibular comum e tibial posterior

Palpação dos troncos dos nervos periféricos
Diagnóstico Diferencial
• Desordens dermatológicas
 ▫   Pitiríase Versicolor
 ▫   Eczemátide
 ▫   Tinha do corpo
 ▫   Vitiligo
• Desordens neurológicas
 ▫   Síndrome do túnel do carpo
 ▫   Neuropatia parestésica
 ▫   Neuropatia diabética
 ▫   Neuropatia alcoolica
 ▫   Lesões por esforços repetitivos (LER)
Tratamentos
• Medicamentoso (poliquimioterapia: Dapsona,
  Clofazimina, Rifampicina, Etionamida)
• Fisioterapia (prevenção e tratamento de
  incapacidades físicas)
• Cirurgia reparadora e de transferência
Tratamento
 Faixa Etária   Cartela PB                            Cartela MB

 Adulto         Rifampicina (RFM): cápsula de 300mg   Rifampicina (RFM): cápsula de 300mg
                (2)                                   (2)
                Dapsona(DDS): comprimido de           Dapsona(DDS): comprimido de 100mg
                100mg (28)                            (28)
                -                                     Clofazimina(CFZ): cápsula de 100mg(3)
                                                      e cápsula de 50mg(27)



 Criança        Rifampicina (RFM): cápsula de 150mg   Rifampicina (RFM): cápsula de 150mg
                (1) e cápsula de 300mg(1)             (1) e cápsula de 300mg(1)
                Dapsona(DDS): comprimido de 50mg      Dapsona(DDS): comprimido de 50mg
                (28)                                  (28)
                -                                     Clofazimina(CFZ): cápsula de 50mg (16)
Tratamento
Tratamento: Paucibacilares
   Adulto            Rifampicina (RFM): dose mensal de 600mg (2 cápsulas
                     de 300mg), com administração supervisionada
                     Dapsona (DDS): dose mensal de 100mg, supervisionada,
                     e dose diária de 100mg, autoadministrada




Esquemas terapêuticos utilizados para Paucibacilar: 6 cartelas
Duração: 6 doses
Seguimento de casos: comparecimento mensal para dose supervisionada.
Critério de alta: o tratamento estará concluído com 6 doses supervisionadas, em
até 9 meses.
Na 6ª dose, os pacientes deverão ser submetidos ao exame dermatológico,
avaliação neurológica simplificada e do grau de incapacidade física e receber alta
por cura.
Tratamento: Multibacilares
Adulto             Rifampicina (RFM): dose mensal de 600mg (2 cápsulas de 300mg),
                   com administração supervisionada
                   Dapsona (DDS): dose mensal de 100mg, supervisionada, e dose
                   diária de 100mg, autoadministrada
                   Clofazimina(CFZ): dose mensal de 300mg (3 cápsulas de 100mg),
                   com administração supervisionada, e uma dose diária de 50mg
                   autoadministrada

  Duração: 12 doses
  Seguimento dos casos: comparecimento mensal para dose supervisionada.
  Critério de alta: o tratamento estarará concluído com 12 doses
  supervisionadas, em até 18 meses.
  Na 12ª dose, os pacientes deverão ser submetidos ao exame dermatológico,
  avaliação neurológica simplificada e do grau de incapacidade física, e receber
  alta por cura.
  Os pacientes MB que não apresentam melhora clínica, ao final do tratamento
  preconizado de 12 doses (cartelas), deverão ser encaminhados para avaliação
  nas unidades de maior complexidade, para verificar a necessidade de um
  segundo ciclo de tratamento, com 12 doses.
Vacinação
Complicações
• Reações hansênicas
 ▫ São alterações do sistema imunológico
 ▫ Se exteriorizam como manifestações inflamatórias
   agudas e subagudas
 ▫ Ocorrem mais frequentemente nos casos de MB
 ▫ Podem ocorrer antes (as vezes levando á suspeita
   diagnóstica de Hanseníase), durante ou depois do
   tratamento com Poliquimioterapia (PQT)
 ▫ São a principal causa de lesões dos nervos e de
   incapacidade provocados pela Hanseníase
 ▫ Portanto é importante que o diagnóstico das reações
   seja feito precocemente, para se dar início imediato ao
   tratamento, visando prevenir essas incapacidades.
Reação Tipo 1 ou reação reversa (RR)
• Pacientes paucibacilares
• Aparecimento de novas lesões dermatológicas
  (manchas ou placas)
• Infiltração, alteração de cor e edema nas lesões
  antigas, com ou sem espessamento e dor de
  nervos periféricos (neurite).
• Tratamento: Corticoesteróide: predinisona -1 a
  2mg/kg/dia, conforme avaliação clínica
Reação Tipo 2
• Pacientes multibacilares
• A manifestação clínica mais frequente é o eritema
  nodoso hansênico (ENH)
• Nódulos subcutâneos dolorosos
• Acompanhados ou não de febre, dores articulares e
  mal-estar generalizado, com ou sem espessamento e
  dor de nervos periféricos (neurite)
• Tratamento:
 ▫ Talidomida 100 a 400 mg/ dia conforme intensidade
   do quadro;
 ▫ manter dose inicial até regressão do quadro reacional
Conduta em reações hansênicas
• Confirmar o diagnóstico de Hanseníase e fazer
  classificação operacional;
• Diferenciar o tipo de ração hansênica;
• Investigar fatores predisponentes:
  ▫ infecções, infestações, distúrbios hormonais, fatores
    emocionais e outros
• A identificação dos mesmos não contraindica o
  início do tratamento (PQT/OMS)
• Se aparecerem durante o tratamento, não
  interrompê-lo!
• Terapêutica antirreacional
Vanessa Lys Boeira
Como é o nome desta lesão?
Logoftalmo
Questão 1
• Quanto a etiopatogenia da Hanseníase, sabes-se que:
a) Seu agente etiológico apresenta alta infectividade e
   patogenicidade e a via principal de transmissão é a
   respiratória.
b) As lesões nos nervos periféricos são decorrentes tanto da
   ação do bacilo nos nervos periféricos como pela reação do
   organismo ou por ambas
c) Após a entrada do M.leprae no organismo , se o sistema
   imunitário for incapaz de deter a doença, haverá invasão
   dos gânglios linfáticos e desenvolvimento das formas
   reacionais
d) A capacidade do macrófago lisar o M. leprae é determinante
   para o desenvolvimento da forma virchowiana
Questão 1
• Quanto a etiopatogenia da Hanseníase, sabes-se que:
a) Seu agente etiológico apresenta alta infectividade e
   patogenicidade e a via principal de transmissão é a
   respiratória.
b) As lesões nos nervos periféricos são decorrentes tanto da
   ação do bacilo nos nervos periféricos como pela reação do
   organismo ou por ambas
c) Após a entrada do M.leprae no organismo , se o sistema
   imunitário for incapaz de deter a doença, haverá invasão
   dos gânglios linfáticos e desenvolvimento das formas
   reacionais
d) A capacidade do macrófago lisar o M. leprae é determinante
   para o desenvolvimento da forma virchowiana
Questão 2
• Em relação ás reações hansênicas é correto afirmar:
a) Ocorrem somente com a doença em atividade
b) A reação reversa só ocorre nos casos tuberculóides
c) Na reação tipo 2, o comprometimento sistêmico é
   frequente e há aparecimento brusco de nódulos
   eritemato-dolorosos, que podem evoluir para
   vesículas, pústulas, bolhas ou úlceras
d) Nos casos paucibaclires há aparecimento de novas
   lesões que podem ser eritemato-infiltradas
   (aspecto erisipelóide) e reagudização de lesões
   antigas, mostrando falha terapêutica.
Questão 2
• Em relação ás reações hansênicas é correto afirmar:
a) Ocorrem somente com a doença em atividade
b) A reação reversa só ocorre nos casos tuberculóides
c) Na reação tipo 2, o comprometimento sistêmico é
   frequente e há aparecimento brusco de nódulos
   eritemato-dolorosos, que podem evoluir para
   vesículas, pústulas, bolhas ou úlceras
d) Nos casos paucibaclires há aparecimento de novas
   lesões que podem ser eritemato-infiltradas
   (aspecto erisipelóide) e reagudização de lesões
   antigas, mostrando falha terapêutica.
Questão 3
• Quanto á terapêutica da Hanseníase, segundo o Ministério da
  Saúde:
a) O esquema para os paucibacilares é Rifampicina uma dose
    mensal supervisionada de 600mg e Dapsona 100mg, diariamente,
    supervisionada por 6 meses
b) Para as formas multibacilares o esquema é: Rifampicina 600mg
    mensal supervisionada, Clofazimina 100mg mensal
    supervisionada MAIS 50mg diareiamente e Dapsona 100mg,
    diariamente, por 12 meses.
c) O critério de alta pra multibacilares é de 12 doses supervisionadas
    em até 18 meses e para paucibacilares é de seis doses
    supervisionadas em 12 meses
d) Nos casos de reação tipo 1, a droga de escolha é a Predinisona, na
    dose de 1 a 2 mg/kg/dia e, nos casos de reação tipo 2, a droga de
    escolha é Talidomida, exceto mulheres em idade fértil, na dose de
    100 a 400 mg/dia.
Questão 3
• Quanto á terapêutica da Hanseníase, segundo o Ministério da
  Saúde:
a) O esquema para os paucibacilares é Rifampicina uma dose
    mensal supervisionada de 600mg e Dapsona 100mg, diariamente,
    supervisionada por 6 meses
b) Para as formas multibacilares o esquema é: Rifampicina 600mg
    mensal supervisionada, Clofazimina 100mg mensal
    supervisionada MAIS 50mg diareiamente e Dapsona 100mg,
    diariamente, por 12 meses.
c) O critério de alta pra multibacilares é de 12 doses supervisionadas
    em até 18 meses e para paucibacilares é de seis doses
    supervisionadas em 12 meses
d) Nos casos de reação tipo 1, a droga de escolha é a Predinisona, na
    dose de 1 a 2 mg/kg/dia e, nos casos de reação tipo 2, a droga de
    escolha é Talidomida, exceto mulheres em idade fértil, na dose de
    100 a 400 mg/dia.
Questão 4
• Em relação à hanseníase, é CORRETO afirmar:
a) No tipo virchowiano, é estimulada prinicipalmente por resposta
   imune celular
b) No esquema multibacilar de tratamento, todas as drogas
   utilizadas (rifampicina, dapsona e clofazimina) têm uma dose
   mensal com administração supervisionada e uma dose diária
   auto-administratida.
c) Ao nível de saúde pública, os pacientes com mais de três lesões de
   pele são considerados multibacilares, devendo assim receber o
   esquema multibacilar de tratamento (rifampicina, dapsona e
   clofazimina)
d) No tipo tuberculóide, os bacilos fagocitados induzem, nos
   macrófagos, a produção das seguintes citoquinas: interleucinas
   (IL) 1, IL-12 e fator de necrose tumoral (TNF). Tais citoquinas
   atuam sobre a população linfocitária T heleper 1, que induzem as
   citoquinas IL-2, interferon gama e TNF beta.
Questão 4
• Em relação à hanseníase, é CORRETO afirmar:
a) No tipo virchowiano, é estimulada prinicipalmente por resposta
   imune celular
b) No esquema multibacilar de tratamento, todas as drogas
   utilizadas (rifampicina, dapsona e clofazimina) têm uma dose
   mensal com administração supervisionada e uma dose diária
   auto-administratida.
c) Ao nível de saúde pública, os pacientes com mais de três lesões de
   pele são considerados multibacilares, devendo assim receber o
   esquema multibacilar de tratamento (rifampicina, dapsona e
   clofazimina)
d) No tipo tuberculóide, os bacilos fagocitados induzem, nos
   macrófagos, a produção das seguintes citoquinas: interleucinas
   (IL) 1, IL-12 e fator de necrose tumoral (TNF). Tais citoquinas
   atuam sobre a população linfocitária T heleper 1, que induzem as
   citoquinas IL-2, interferon gama e TNF beta.
Questão 5
• Em relação á hanseníase, todas as alternativas estão
  corretas, exceto:
a) A hanseníase tem longo período de incubação, em
    média de 2 a 7 anos.
b) O Mycobacterium leprae tem alta patogenicidade
c) O Mycobacterium leprae tem alta infectividade
d) O Mycobacterium leprae tem baixa virulência
Questão 5
• Em relação á hanseníase, todas as alternativas estão
  corretas, exceto:
a) A hanseníase tem longo período de incubação, em
    média de 2 a 7 anos.
b) O Mycobacterium leprae tem alta patogenicidade
c) O Mycobacterium leprae tem alta infectividade
d) O Mycobacterium leprae tem baixa virulência
Questão 6
• Homem de 64 anos queixa-se de hipoestesia e
  redução da força muscular na mão direita. Ao exame
  físico nota-se espessamento importante do nervo
  ulnar, redução da força muscular, principalmente
  durante a extensão do punho, e ansetesia superficial
  no aspecto palmar ulnar e no dorso da mão, onde se
  nota hipopigmentação circunscrita e anidrose.
  Caracteriza-se no csaso, o diagnóstico de:
a) Neuropatia tomaculosa
b) Hanseníase tuberculóide
c) Axonopatia virchowiana
d) Esclerose múltipla
Questão 6
• Homem de 64 anos queixa-se de hipoestesia e
  redução da força muscular na mão direita. Ao exame
  físico nota-se espessamento importante do nervo
  ulnar, redução da força muscular, principalmente
  durante a extensão do punho, e ansetesia superficial
  no aspecto palmar ulnar e no dorso da mão, onde se
  nota hipopigmentação circunscrita e anidrose.
  Caracteriza-se no csaso, o diagnóstico de:
a) Neuropatia tomaculosa
b) Hanseníase tuberculóide
c) Axonopatia virchowiana
d) Esclerose múltipla
Neuropatia tomaculosa

• Paralisia Hereditária Neuropática por Pressão ou
  HNPP é uma doença autossômica dominante dos
  nervos periféricos, na qual os indivíduos afetados
  são predispostos a repetidas neuropatias por
  pressão, assim como a Síndrome do túnel do carpo e
  paralisia peroneal com gota.
• A recuperação da neuropatia aguda é muitas vezes
  completa;
• Quando isso não acontece, a incapacidade é
  geralmente leve. Algumas pessoas afetadas têm
  também sinais de uma neuropatia periférica leve à
  moderada.
É Brincadeira!!!!
Questão 6
• Homem de 64 anos queixa-se de hipoestesia e
  redução da força muscular na mão direita. Ao exame
  físico nota-se espessamento importante do nervo
  ulnar, redução da força muscular, principalmente
  durante a extensão do punho, e ansetesia superficial
  no aspecto palmar ulnar e no dorso da mão, onde se
  nota hipopigmentação circunscrita e anidrose.
  Caracteriza-se no csaso, o diagnóstico de:
a) Neuropatia tomaculosa
b) Hanseníase tuberculóide
c) Axonopatia virchowiana
d) Esclerose múltipla
Obrigada!

Hanseníase laderm

  • 1.
  • 3.
    Definição: o Doença infecto-contagiosa,sistêmica, provocada pelo bacilo de Hansen o Possui evolução lenta e se manifesta por sinais e sintomas dermatoneurológicos
  • 4.
    Epidemiologia • Países emdesenvolvimento • Mais de 100o novos casos foram documentados em 2009 • Índia, Brasil, Indonésia, Bangladesh e Nigéria • Aumento de viagens internacionais > pacientes com hanseníase em qualquer parte do mundo.
  • 8.
    Transmissão • Vias aéreas •Contato com feridas abertas de doentes não tratados Apenas 10% das pessoas não são resistentes. Após a inalação: • Destruição • Defesa • Disseminação Incubação : 2 a 7 anos
  • 9.
    Fatores de risco • Contactante • Forma clínica do índex: PB ou MB? • Idade • Genética: ▫ resposta imunológica ao M. leprae ▫ celular/ imunidade inata ▫ Exposição x Genética • Imunossupressão
  • 10.
    Agente Etiológico • Mycobacteriumleprae ▫ bacilo ácido álcool resistente; ▫ encapsulado e aerobio ▫ parasitas intracelulares obrigatórios ▫ afinidade por células cutâneas e por células dos nervos periféricos ▫ multiplicação (11 – 16 dias) ▫ Alta infectividade e baixa patogenicidade
  • 11.
    Patogenia Não Infecção Sem doença Exposição Infecção Com doença Boa resistência Pouca resistência Pauci Multi
  • 13.
  • 14.
    Hanseníase Indeterminada • Máculas hipocrômicas • Perda dos anexos • Alteração de sensibilidade térmica • Aumento da sudorese • Curável • Não há comprometimento de tronco nervoso *A classificação indeterminada só pode ser utilizada quando a biópsia demonstra diagnóstico definitivo de hanseníase : envolvimento neural e presença de BAAR
  • 16.
    Hanseníase Tuberculóide • Lesõesavermelhadas, assimétricas e circunscritas. • Alteração de sensibilidade térmica e dolorosa • Troncos nervosos podem ser envolvidos intensamente. • Sensibilidade abolida • Alopécia • É estável, benigna com bom prognóstico
  • 19.
    Hanseníase Dimorfa • Éinstável • Acometimento dos nervos periféricos • Lesões em placas delimitadas e avermelhadas por todo o corpo • Bordas irregulares e contorno interno mal definido • Nódulos pardacentos e lesões satélites • Orelha lepromatosa • Baciloscopia positiva e com muitos bacilos
  • 21.
    Hanseníase Virchowiana •Extremamente contagiosa • O bacilo vai se localizar em regiões mais frias • Máculas e nódulos • Lesões assimétricas no tronco e na face (facies leonina)[ • Facies leonina • Destruição nasal • Madarose • Lesões orais • Alterações oculares
  • 22.
    Hanseníase Virchowiana • Comprometimento dos ns. Periféricos • Ulcerações • Mãos em garras • Auto-amputação • Olhos: Logoftalmo, Ectrópio e Entrópio
  • 24.
  • 25.
    Operacional (OMS) • Visao tratamento multidrogas utilizando como critério o número de lesões. • Paucibalares  Até cinco lesões cutâneas. • Multibacilares  Mais de cinco lesões cutâneas.  Classificação equivocada = erro no tratamento!
  • 26.
    Formas Clínicas • Formas Paucibacilares (não contagiosa) 1. Hanseníase Indeterminada 2. Hanseníase Tuberculóide • Formas Multibacilares (contagiosas) 1. Hanseníase Virchowiana 2. Hanseníase Dimorfa
  • 27.
    Sinais e SintomasDermatológicos • Máculas pigmentadas ou discrômicas • Infiltração • Tubérculo • Nódulo * As lesões SEMPRE apresentarão alteração de sensibilidade (hipoestesia ou anestesia).
  • 28.
    Manifestações neurológicas • Diminuiçãoda sensibilidade local • Sensação de anestesia (dolorosa e térmica) O comprometimento dos nervos provoca: • Diminuição da força muscular • Atrofia e contratura dos pés e mãos (inclusive dedos) • Ressecamento dos olhos • Lesões de mucosas
  • 29.
    Sinais e SintomasNeurológicos Lesões no nervos periféricos. • Dor e espessamento dos nervos periféricos • Perda de sensibilidade (principalmente olhos, mãos e pés) • Perda de força muscular (principalmente pálpebras, MMSS e MMII)
  • 30.
    Diagnóstico • Exames laboratoriais 1.Baciloscopia 2. Teste de Mitsuda
  • 31.
    Teste de Mitsuda •Suspensão de bacilos, substâncias lipídicas dos bacilos e restos bacilares em solução salina • Não dá o diagnóstico da doença • Avalia hipersensibilidade celular específica do indivíduo ao bacilo • Não é espécie-específica: ▫ sensibilização por outras micobactérias • Determina o grau de imunidade celular específica do indivíduo ao bacilo de Hansen ▫ Se positiva: formas benignas ▫ Se negativa: pólo anérgico, formas multibacilares
  • 32.
    Diagnóstico – ExameClínico Uma pessoa com Hanseníase apresenta uma ou mais das características: • Lesão(ões) de pele com alteração de sensibilidade • Acometimento de nervo(s) com espessamento neural • Baciloscopia positiva
  • 33.
    Roteiro de diagnósticoclínico • Anamnese- história clínica e epidemiológica • Avaliação dermatológica (face, orelhas, nádegas, braços, pernas e costas) • Avaliação neurológica: identificação de neurites, incapacidades e deformidades. • Classificação do grau de incapacidade física • Testes de sensibilidade (tátil, térmica e dolorosa)
  • 37.
    Principais ns.periféricos acometidos •FACE: Trigêmio e facial • BRAÇOS: Radial, Ulnar e Mediano • PERNAS: Fibular comum e tibial posterior Palpação dos troncos dos nervos periféricos
  • 42.
    Diagnóstico Diferencial • Desordensdermatológicas ▫ Pitiríase Versicolor ▫ Eczemátide ▫ Tinha do corpo ▫ Vitiligo • Desordens neurológicas ▫ Síndrome do túnel do carpo ▫ Neuropatia parestésica ▫ Neuropatia diabética ▫ Neuropatia alcoolica ▫ Lesões por esforços repetitivos (LER)
  • 43.
    Tratamentos • Medicamentoso (poliquimioterapia:Dapsona, Clofazimina, Rifampicina, Etionamida) • Fisioterapia (prevenção e tratamento de incapacidades físicas) • Cirurgia reparadora e de transferência
  • 44.
    Tratamento Faixa Etária Cartela PB Cartela MB Adulto Rifampicina (RFM): cápsula de 300mg Rifampicina (RFM): cápsula de 300mg (2) (2) Dapsona(DDS): comprimido de Dapsona(DDS): comprimido de 100mg 100mg (28) (28) - Clofazimina(CFZ): cápsula de 100mg(3) e cápsula de 50mg(27) Criança Rifampicina (RFM): cápsula de 150mg Rifampicina (RFM): cápsula de 150mg (1) e cápsula de 300mg(1) (1) e cápsula de 300mg(1) Dapsona(DDS): comprimido de 50mg Dapsona(DDS): comprimido de 50mg (28) (28) - Clofazimina(CFZ): cápsula de 50mg (16)
  • 45.
  • 46.
    Tratamento: Paucibacilares Adulto Rifampicina (RFM): dose mensal de 600mg (2 cápsulas de 300mg), com administração supervisionada Dapsona (DDS): dose mensal de 100mg, supervisionada, e dose diária de 100mg, autoadministrada Esquemas terapêuticos utilizados para Paucibacilar: 6 cartelas Duração: 6 doses Seguimento de casos: comparecimento mensal para dose supervisionada. Critério de alta: o tratamento estará concluído com 6 doses supervisionadas, em até 9 meses. Na 6ª dose, os pacientes deverão ser submetidos ao exame dermatológico, avaliação neurológica simplificada e do grau de incapacidade física e receber alta por cura.
  • 48.
    Tratamento: Multibacilares Adulto Rifampicina (RFM): dose mensal de 600mg (2 cápsulas de 300mg), com administração supervisionada Dapsona (DDS): dose mensal de 100mg, supervisionada, e dose diária de 100mg, autoadministrada Clofazimina(CFZ): dose mensal de 300mg (3 cápsulas de 100mg), com administração supervisionada, e uma dose diária de 50mg autoadministrada Duração: 12 doses Seguimento dos casos: comparecimento mensal para dose supervisionada. Critério de alta: o tratamento estarará concluído com 12 doses supervisionadas, em até 18 meses. Na 12ª dose, os pacientes deverão ser submetidos ao exame dermatológico, avaliação neurológica simplificada e do grau de incapacidade física, e receber alta por cura. Os pacientes MB que não apresentam melhora clínica, ao final do tratamento preconizado de 12 doses (cartelas), deverão ser encaminhados para avaliação nas unidades de maior complexidade, para verificar a necessidade de um segundo ciclo de tratamento, com 12 doses.
  • 50.
  • 51.
    Complicações • Reações hansênicas ▫ São alterações do sistema imunológico ▫ Se exteriorizam como manifestações inflamatórias agudas e subagudas ▫ Ocorrem mais frequentemente nos casos de MB ▫ Podem ocorrer antes (as vezes levando á suspeita diagnóstica de Hanseníase), durante ou depois do tratamento com Poliquimioterapia (PQT) ▫ São a principal causa de lesões dos nervos e de incapacidade provocados pela Hanseníase ▫ Portanto é importante que o diagnóstico das reações seja feito precocemente, para se dar início imediato ao tratamento, visando prevenir essas incapacidades.
  • 52.
    Reação Tipo 1ou reação reversa (RR) • Pacientes paucibacilares • Aparecimento de novas lesões dermatológicas (manchas ou placas) • Infiltração, alteração de cor e edema nas lesões antigas, com ou sem espessamento e dor de nervos periféricos (neurite). • Tratamento: Corticoesteróide: predinisona -1 a 2mg/kg/dia, conforme avaliação clínica
  • 54.
    Reação Tipo 2 •Pacientes multibacilares • A manifestação clínica mais frequente é o eritema nodoso hansênico (ENH) • Nódulos subcutâneos dolorosos • Acompanhados ou não de febre, dores articulares e mal-estar generalizado, com ou sem espessamento e dor de nervos periféricos (neurite) • Tratamento: ▫ Talidomida 100 a 400 mg/ dia conforme intensidade do quadro; ▫ manter dose inicial até regressão do quadro reacional
  • 56.
    Conduta em reaçõeshansênicas • Confirmar o diagnóstico de Hanseníase e fazer classificação operacional; • Diferenciar o tipo de ração hansênica; • Investigar fatores predisponentes: ▫ infecções, infestações, distúrbios hormonais, fatores emocionais e outros • A identificação dos mesmos não contraindica o início do tratamento (PQT/OMS) • Se aparecerem durante o tratamento, não interrompê-lo! • Terapêutica antirreacional
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  • 58.
    Como é onome desta lesão?
  • 59.
  • 60.
    Questão 1 • Quantoa etiopatogenia da Hanseníase, sabes-se que: a) Seu agente etiológico apresenta alta infectividade e patogenicidade e a via principal de transmissão é a respiratória. b) As lesões nos nervos periféricos são decorrentes tanto da ação do bacilo nos nervos periféricos como pela reação do organismo ou por ambas c) Após a entrada do M.leprae no organismo , se o sistema imunitário for incapaz de deter a doença, haverá invasão dos gânglios linfáticos e desenvolvimento das formas reacionais d) A capacidade do macrófago lisar o M. leprae é determinante para o desenvolvimento da forma virchowiana
  • 61.
    Questão 1 • Quantoa etiopatogenia da Hanseníase, sabes-se que: a) Seu agente etiológico apresenta alta infectividade e patogenicidade e a via principal de transmissão é a respiratória. b) As lesões nos nervos periféricos são decorrentes tanto da ação do bacilo nos nervos periféricos como pela reação do organismo ou por ambas c) Após a entrada do M.leprae no organismo , se o sistema imunitário for incapaz de deter a doença, haverá invasão dos gânglios linfáticos e desenvolvimento das formas reacionais d) A capacidade do macrófago lisar o M. leprae é determinante para o desenvolvimento da forma virchowiana
  • 62.
    Questão 2 • Emrelação ás reações hansênicas é correto afirmar: a) Ocorrem somente com a doença em atividade b) A reação reversa só ocorre nos casos tuberculóides c) Na reação tipo 2, o comprometimento sistêmico é frequente e há aparecimento brusco de nódulos eritemato-dolorosos, que podem evoluir para vesículas, pústulas, bolhas ou úlceras d) Nos casos paucibaclires há aparecimento de novas lesões que podem ser eritemato-infiltradas (aspecto erisipelóide) e reagudização de lesões antigas, mostrando falha terapêutica.
  • 63.
    Questão 2 • Emrelação ás reações hansênicas é correto afirmar: a) Ocorrem somente com a doença em atividade b) A reação reversa só ocorre nos casos tuberculóides c) Na reação tipo 2, o comprometimento sistêmico é frequente e há aparecimento brusco de nódulos eritemato-dolorosos, que podem evoluir para vesículas, pústulas, bolhas ou úlceras d) Nos casos paucibaclires há aparecimento de novas lesões que podem ser eritemato-infiltradas (aspecto erisipelóide) e reagudização de lesões antigas, mostrando falha terapêutica.
  • 64.
    Questão 3 • Quantoá terapêutica da Hanseníase, segundo o Ministério da Saúde: a) O esquema para os paucibacilares é Rifampicina uma dose mensal supervisionada de 600mg e Dapsona 100mg, diariamente, supervisionada por 6 meses b) Para as formas multibacilares o esquema é: Rifampicina 600mg mensal supervisionada, Clofazimina 100mg mensal supervisionada MAIS 50mg diareiamente e Dapsona 100mg, diariamente, por 12 meses. c) O critério de alta pra multibacilares é de 12 doses supervisionadas em até 18 meses e para paucibacilares é de seis doses supervisionadas em 12 meses d) Nos casos de reação tipo 1, a droga de escolha é a Predinisona, na dose de 1 a 2 mg/kg/dia e, nos casos de reação tipo 2, a droga de escolha é Talidomida, exceto mulheres em idade fértil, na dose de 100 a 400 mg/dia.
  • 65.
    Questão 3 • Quantoá terapêutica da Hanseníase, segundo o Ministério da Saúde: a) O esquema para os paucibacilares é Rifampicina uma dose mensal supervisionada de 600mg e Dapsona 100mg, diariamente, supervisionada por 6 meses b) Para as formas multibacilares o esquema é: Rifampicina 600mg mensal supervisionada, Clofazimina 100mg mensal supervisionada MAIS 50mg diareiamente e Dapsona 100mg, diariamente, por 12 meses. c) O critério de alta pra multibacilares é de 12 doses supervisionadas em até 18 meses e para paucibacilares é de seis doses supervisionadas em 12 meses d) Nos casos de reação tipo 1, a droga de escolha é a Predinisona, na dose de 1 a 2 mg/kg/dia e, nos casos de reação tipo 2, a droga de escolha é Talidomida, exceto mulheres em idade fértil, na dose de 100 a 400 mg/dia.
  • 66.
    Questão 4 • Emrelação à hanseníase, é CORRETO afirmar: a) No tipo virchowiano, é estimulada prinicipalmente por resposta imune celular b) No esquema multibacilar de tratamento, todas as drogas utilizadas (rifampicina, dapsona e clofazimina) têm uma dose mensal com administração supervisionada e uma dose diária auto-administratida. c) Ao nível de saúde pública, os pacientes com mais de três lesões de pele são considerados multibacilares, devendo assim receber o esquema multibacilar de tratamento (rifampicina, dapsona e clofazimina) d) No tipo tuberculóide, os bacilos fagocitados induzem, nos macrófagos, a produção das seguintes citoquinas: interleucinas (IL) 1, IL-12 e fator de necrose tumoral (TNF). Tais citoquinas atuam sobre a população linfocitária T heleper 1, que induzem as citoquinas IL-2, interferon gama e TNF beta.
  • 67.
    Questão 4 • Emrelação à hanseníase, é CORRETO afirmar: a) No tipo virchowiano, é estimulada prinicipalmente por resposta imune celular b) No esquema multibacilar de tratamento, todas as drogas utilizadas (rifampicina, dapsona e clofazimina) têm uma dose mensal com administração supervisionada e uma dose diária auto-administratida. c) Ao nível de saúde pública, os pacientes com mais de três lesões de pele são considerados multibacilares, devendo assim receber o esquema multibacilar de tratamento (rifampicina, dapsona e clofazimina) d) No tipo tuberculóide, os bacilos fagocitados induzem, nos macrófagos, a produção das seguintes citoquinas: interleucinas (IL) 1, IL-12 e fator de necrose tumoral (TNF). Tais citoquinas atuam sobre a população linfocitária T heleper 1, que induzem as citoquinas IL-2, interferon gama e TNF beta.
  • 68.
    Questão 5 • Emrelação á hanseníase, todas as alternativas estão corretas, exceto: a) A hanseníase tem longo período de incubação, em média de 2 a 7 anos. b) O Mycobacterium leprae tem alta patogenicidade c) O Mycobacterium leprae tem alta infectividade d) O Mycobacterium leprae tem baixa virulência
  • 69.
    Questão 5 • Emrelação á hanseníase, todas as alternativas estão corretas, exceto: a) A hanseníase tem longo período de incubação, em média de 2 a 7 anos. b) O Mycobacterium leprae tem alta patogenicidade c) O Mycobacterium leprae tem alta infectividade d) O Mycobacterium leprae tem baixa virulência
  • 70.
    Questão 6 • Homemde 64 anos queixa-se de hipoestesia e redução da força muscular na mão direita. Ao exame físico nota-se espessamento importante do nervo ulnar, redução da força muscular, principalmente durante a extensão do punho, e ansetesia superficial no aspecto palmar ulnar e no dorso da mão, onde se nota hipopigmentação circunscrita e anidrose. Caracteriza-se no csaso, o diagnóstico de: a) Neuropatia tomaculosa b) Hanseníase tuberculóide c) Axonopatia virchowiana d) Esclerose múltipla
  • 71.
    Questão 6 • Homemde 64 anos queixa-se de hipoestesia e redução da força muscular na mão direita. Ao exame físico nota-se espessamento importante do nervo ulnar, redução da força muscular, principalmente durante a extensão do punho, e ansetesia superficial no aspecto palmar ulnar e no dorso da mão, onde se nota hipopigmentação circunscrita e anidrose. Caracteriza-se no csaso, o diagnóstico de: a) Neuropatia tomaculosa b) Hanseníase tuberculóide c) Axonopatia virchowiana d) Esclerose múltipla
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    Neuropatia tomaculosa • ParalisiaHereditária Neuropática por Pressão ou HNPP é uma doença autossômica dominante dos nervos periféricos, na qual os indivíduos afetados são predispostos a repetidas neuropatias por pressão, assim como a Síndrome do túnel do carpo e paralisia peroneal com gota. • A recuperação da neuropatia aguda é muitas vezes completa; • Quando isso não acontece, a incapacidade é geralmente leve. Algumas pessoas afetadas têm também sinais de uma neuropatia periférica leve à moderada.
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    Questão 6 • Homemde 64 anos queixa-se de hipoestesia e redução da força muscular na mão direita. Ao exame físico nota-se espessamento importante do nervo ulnar, redução da força muscular, principalmente durante a extensão do punho, e ansetesia superficial no aspecto palmar ulnar e no dorso da mão, onde se nota hipopigmentação circunscrita e anidrose. Caracteriza-se no csaso, o diagnóstico de: a) Neuropatia tomaculosa b) Hanseníase tuberculóide c) Axonopatia virchowiana d) Esclerose múltipla
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