O documento examina a relação entre gestão do conhecimento e inovação, destacando resistência à mudança e o conservadorismo nas organizações. Discute a aversão ao risco na cultura empresarial brasileira, que impede a adoção efetiva da gestão do conhecimento e a inovação. Por fim, sugere que as inovações em processos gerenciais não requerem grandes investimentos e que a transformação organizacional é possível sem tecnologias de ponta.