René Descartes acreditava que não havia como distinguir sonhos da realidade e que todos os nossos sentidos podem ser ilusões. Ele defendia que devemos nos ater apenas ao que podemos provar racionalmente. Blaise Pascal via o ser humano como insignificante diante da eternidade e do infinito, questionando o propósito de nossa existência. Immanuel Kant acreditava que as idéias da razão pura podem ser mal interpretadas se abusadas e que devemos ter conhecimentos variados, não focados em uma única coisa.