Alessandra Barros
Carlos Robério
Thiago Senna
Kelen Cristina
 AIA – Associação Americana para o
desenvolvimento Social e
Econômico
 Criação da ETA – Projeto Técnico de
Agricultura
 ACAR (1948) – Associação de Crédito e Assistência
Rural
 ANCAR (1954) – Associação Nordestina de Crédito e
Assistência Rural
 ABCAR - Associação Brasileira de Crédito e
Assistência Rural
 EMATER/MG (1976) – Empresa de Assistência e
Extensão Rural do Estado de Minas Gerais
 1. Ater para o Desenvolvimento Rural
Sustentável;
 2. Ater para a diversidade da agricultura
familiar e a redução das desigualdades;
 3. Ater e políticas públicas;
 4. Gestão, financiamento, demanda e oferta de
serviços de Ater;
 5. Metodologia e abordagens de extensão rural.
Incorporação da construção social das últimas
décadas, especialmente em relação a conceitos
como agricultura familiar, participação, relações
de gênero, enfoque multidisciplinar,
interdisciplinar e intercultural, pedagogia
construtivista, transição agroecológica, etnia,
geração, gestão social, acesso a renda e
agregação de valor
Perspectivas para o desenvolvimento Rural
Perfis do produtor
A situação de exclusão estrutural dos setores periféricos aparece mais clara
ainda ao se considerar os dados de assistência técnica e de infra-estrutura
existentes na agricultura familiar na época que começou o PRONAF.
Apenas 16,7 % dos agricultores familiares tinham assistência
técnica na época que começou o PRONAF , e quase a metade
deles trabalhava com uso apenas de força manual, ou
seja, "na enxada". Guanziroli(2007)
Orientação técnica e nível
de instrução do produtor
Segundo IBGE (2006), a orientação
técnica continua muito limitada, sendo
praticada em
22,0% dos estabelecimentos, os quais,
entretanto, ocupam 46,0% das terras.
Fonte: IBGE, Censo Agropecuário 2006.
Fonte:ASBRAER (reprodução))
Perspectivas para o Desenvolvimento
Rural
Ruraltins
O Instituto de desenvolvimento Rural do Estado do Tocantins -
Ruraltins, órgão oficial de Assistência Técnica e Extensão Rural
(ATER),criado em 1989
1. Objetivo : assegurar aos agricultores, em especial familiares
e pequenos produtores rurais a sobrevivência por meio da
promoção da inclusão social, produtiva e ambiental,
tornando-os auto-sustentáveis.
2. órgão tornou-se uma instituição governamental
importantíssima para o desenvolvimento socioeconômico do
Estado.
3. Sua atuação representa uma força essencial para o setor da
agricultura,
4. em especial entre os agricultores familiares existentes no
Tocantins, os quais são os clientes potenciais e prioritários
do Ruraltins e sua estrutura organograma já não condiz com
a realidade atual.
Entraves na área de assistência técnica
e extensão rural oficial no Tocantins
• Grande número de Agricultores familiares: Mais de
122 mil agricultores familiares vivem no campo
• Estabelecimentos Rurais: Grande número de
estabelecimentos rurais, sendo 42.899 da agricultura
familiar e 13.688 entre outros.
• Quadro de Servidores/Lotação: Insuficiente para
atender as demandas e má distribuição dos servidores
por unidades.
• Estrutura física: Frota em más condições de uso,
tendo muitos veículos com mais de 10 anos de uso e
outros sem manutenção; Equipamentos de
informática na sua maioria obsoletos e sucateados;
Estruturas dos escritórios inadequadas para abrigar os
servidores
A orientação técnica de origem governamental
atinge 43,0% dos estabelecimentos assistidos. IBGE (2006).
 Assegurar, com exclusividade aos agricultores
familiares, assentados por programas de reforma
agrária, extrativistas, ribeirinhos, indígenas,
quilombolas, pescadores artesanais e aquiculturas,
povos da floresta, seringueiros, e outros públicos
definidos como beneficiários dos programas do
MDA/SAF, o acesso a serviço de assistência técnica
e extensão rural pública, gratuita, de qualidade e
em quantidade suficiente, visando o fortalecimento
da agricultura familiar;
 Estabelecer um modo de gestão capaz
de democratizar as decisões, contribuir
para a construção da cidadania e
facilitar o processo de controle social no
planejamento, monitoramento e
avaliação das atividades, de maneira a
permitir a análise e melhoria no
andamento das ações.
 Orientar estratégias que permitam
a construção e valorização de
mercados locais e a inserção não
subordinada dos agricultores e
demais públicos da extensão no
mercado globalizado, visando gerar
novas fontes de renda.
 Desenvolver ações que levem à conservação e
recuperação dos recursos naturais dos agro
ecossistemas e à proteção dos ecossistemas e da
biodiversidade;
 Apoiar ações específicas voltadas à construção da
equidade social e valorização da cidadania, visando
à superação da discriminação, da opressão e da
exclusão de categorias sociais, tais como as
mulheres trabalhadoras rurais, os quilombolas e os
indígenas
Lei 12.188/ 2010
Institui a Política Nacional de Assistência
Técnica e Extensão Rural (PNATER) e o
Programa Nacional de Assistência Técnica
e Extensão Rural na Agricultura Familiar e
na Reforma Agrária (Pronater).
• O modelo de agricultura ainda praticado continua a causar
impactos negativos como a perda de solo, erosão genética,
contaminação do solo e da água.
• Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural –
PNATER
•governos das unidades federativas e suas instituições, assim
como os segmentos da sociedade civil,
•lideranças das organizações de representação dos agricultores
familiares e dos movimentos sociais comprometidos com o
desenvolvimento rural sustentável.
 Política Nacional e a recomposição do Sistema
Nacional de Ater revigoram a Ater, com a
perspectiva de um trabalho em rede:
 movimentos sociais;
 organizações não-governamentais;
 Prefeituras Municipais;
 Sindicatos;
 universidades;
 escolas agrotécnicas.
 A Ater foi implantada como um serviço
privado ou paraestatal, com o apoio de
entidades públicas e privadas
 governo do presidente Juscelino Kubitschek
 40% do total dos recursos orçamentários das
Emater, alcançando até 80%
Alteração da Desistência Técnica
 A participação financeira do Governo
Federal, desde os anos 90, caiu
abruptamente, passando a ser irrisória
em relação ao orçamento das empresas
de Ater do setor público ainda
existentes,que gira em torno de R$ 1
bilhão por ano.
Alteração da Desistência Técnica
 A participação financeira do Governo
Federal, desde os anos 90, caiu
abruptamente, passando a ser irrisória
em relação ao orçamento das empresas
de Ater do setor público ainda
existentes,que gira em torno de R$ 1
bilhão por ano.
Alteração da Desistência Técnica
Extensão rural
Extensão rural

Extensão rural

  • 1.
  • 2.
     AIA –Associação Americana para o desenvolvimento Social e Econômico  Criação da ETA – Projeto Técnico de Agricultura
  • 3.
     ACAR (1948)– Associação de Crédito e Assistência Rural  ANCAR (1954) – Associação Nordestina de Crédito e Assistência Rural  ABCAR - Associação Brasileira de Crédito e Assistência Rural  EMATER/MG (1976) – Empresa de Assistência e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais
  • 4.
     1. Aterpara o Desenvolvimento Rural Sustentável;  2. Ater para a diversidade da agricultura familiar e a redução das desigualdades;  3. Ater e políticas públicas;  4. Gestão, financiamento, demanda e oferta de serviços de Ater;  5. Metodologia e abordagens de extensão rural.
  • 5.
    Incorporação da construçãosocial das últimas décadas, especialmente em relação a conceitos como agricultura familiar, participação, relações de gênero, enfoque multidisciplinar, interdisciplinar e intercultural, pedagogia construtivista, transição agroecológica, etnia, geração, gestão social, acesso a renda e agregação de valor
  • 6.
    Perspectivas para odesenvolvimento Rural Perfis do produtor
  • 7.
    A situação deexclusão estrutural dos setores periféricos aparece mais clara ainda ao se considerar os dados de assistência técnica e de infra-estrutura existentes na agricultura familiar na época que começou o PRONAF.
  • 8.
    Apenas 16,7 %dos agricultores familiares tinham assistência técnica na época que começou o PRONAF , e quase a metade deles trabalhava com uso apenas de força manual, ou seja, "na enxada". Guanziroli(2007)
  • 9.
    Orientação técnica enível de instrução do produtor Segundo IBGE (2006), a orientação técnica continua muito limitada, sendo praticada em 22,0% dos estabelecimentos, os quais, entretanto, ocupam 46,0% das terras.
  • 10.
    Fonte: IBGE, CensoAgropecuário 2006.
  • 13.
  • 14.
    Perspectivas para oDesenvolvimento Rural Ruraltins
  • 15.
    O Instituto dedesenvolvimento Rural do Estado do Tocantins - Ruraltins, órgão oficial de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER),criado em 1989 1. Objetivo : assegurar aos agricultores, em especial familiares e pequenos produtores rurais a sobrevivência por meio da promoção da inclusão social, produtiva e ambiental, tornando-os auto-sustentáveis. 2. órgão tornou-se uma instituição governamental importantíssima para o desenvolvimento socioeconômico do Estado. 3. Sua atuação representa uma força essencial para o setor da agricultura, 4. em especial entre os agricultores familiares existentes no Tocantins, os quais são os clientes potenciais e prioritários do Ruraltins e sua estrutura organograma já não condiz com a realidade atual.
  • 16.
    Entraves na áreade assistência técnica e extensão rural oficial no Tocantins • Grande número de Agricultores familiares: Mais de 122 mil agricultores familiares vivem no campo • Estabelecimentos Rurais: Grande número de estabelecimentos rurais, sendo 42.899 da agricultura familiar e 13.688 entre outros. • Quadro de Servidores/Lotação: Insuficiente para atender as demandas e má distribuição dos servidores por unidades. • Estrutura física: Frota em más condições de uso, tendo muitos veículos com mais de 10 anos de uso e outros sem manutenção; Equipamentos de informática na sua maioria obsoletos e sucateados; Estruturas dos escritórios inadequadas para abrigar os servidores
  • 17.
    A orientação técnicade origem governamental atinge 43,0% dos estabelecimentos assistidos. IBGE (2006).
  • 19.
     Assegurar, comexclusividade aos agricultores familiares, assentados por programas de reforma agrária, extrativistas, ribeirinhos, indígenas, quilombolas, pescadores artesanais e aquiculturas, povos da floresta, seringueiros, e outros públicos definidos como beneficiários dos programas do MDA/SAF, o acesso a serviço de assistência técnica e extensão rural pública, gratuita, de qualidade e em quantidade suficiente, visando o fortalecimento da agricultura familiar;
  • 20.
     Estabelecer ummodo de gestão capaz de democratizar as decisões, contribuir para a construção da cidadania e facilitar o processo de controle social no planejamento, monitoramento e avaliação das atividades, de maneira a permitir a análise e melhoria no andamento das ações.
  • 21.
     Orientar estratégiasque permitam a construção e valorização de mercados locais e a inserção não subordinada dos agricultores e demais públicos da extensão no mercado globalizado, visando gerar novas fontes de renda.
  • 22.
     Desenvolver açõesque levem à conservação e recuperação dos recursos naturais dos agro ecossistemas e à proteção dos ecossistemas e da biodiversidade;  Apoiar ações específicas voltadas à construção da equidade social e valorização da cidadania, visando à superação da discriminação, da opressão e da exclusão de categorias sociais, tais como as mulheres trabalhadoras rurais, os quilombolas e os indígenas
  • 23.
    Lei 12.188/ 2010 Instituia Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (PNATER) e o Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar e na Reforma Agrária (Pronater).
  • 24.
    • O modelode agricultura ainda praticado continua a causar impactos negativos como a perda de solo, erosão genética, contaminação do solo e da água. • Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural – PNATER •governos das unidades federativas e suas instituições, assim como os segmentos da sociedade civil, •lideranças das organizações de representação dos agricultores familiares e dos movimentos sociais comprometidos com o desenvolvimento rural sustentável.
  • 25.
     Política Nacionale a recomposição do Sistema Nacional de Ater revigoram a Ater, com a perspectiva de um trabalho em rede:  movimentos sociais;  organizações não-governamentais;  Prefeituras Municipais;  Sindicatos;  universidades;  escolas agrotécnicas.
  • 26.
     A Aterfoi implantada como um serviço privado ou paraestatal, com o apoio de entidades públicas e privadas  governo do presidente Juscelino Kubitschek  40% do total dos recursos orçamentários das Emater, alcançando até 80% Alteração da Desistência Técnica
  • 27.
     A participaçãofinanceira do Governo Federal, desde os anos 90, caiu abruptamente, passando a ser irrisória em relação ao orçamento das empresas de Ater do setor público ainda existentes,que gira em torno de R$ 1 bilhão por ano. Alteração da Desistência Técnica
  • 28.
     A participaçãofinanceira do Governo Federal, desde os anos 90, caiu abruptamente, passando a ser irrisória em relação ao orçamento das empresas de Ater do setor público ainda existentes,que gira em torno de R$ 1 bilhão por ano. Alteração da Desistência Técnica