O artigo discute a retórica messiânica e paradoxos narrativos presentes na Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural de 2004 e em publicações similares. O autor argumenta que esses documentos adotam um discurso dualista que ofusca pontos de vista pluralistas e levam a uma argumentação circular sobre a "Nova Ater" em oposição à imaginada "Antiga Ater". Também critica o caráter messiânico subjacente à ideia de "transição agroecológica".