O documento defende que a eutanásia é sempre uma forma de homicídio e que ninguém tem o direito de interromper a vida de outra pessoa, mesmo que seja para evitar sofrimento. A vida é um dom de Deus e só Ele pode determinar quando ela deve terminar. O espiritismo mostra que a alma continua viva após a morte do corpo e que as experiências na Terra, mesmo as dolorosas, são necessárias para a evolução espiritual.