SlideShare uma empresa Scribd logo
Em 
defesa 
da vida 
DOUTRINA ESPÍRITA
JESUS 
RESSUSCITA 
LÁZARO 
E, tendo di to 
isto, clamou 
com grande 
voz: Lázaro, 
sai para fora. 
João 11:43
Ainda que 
estejam 
desfalecentes 
todas as 
esperanças, 
o direito à 
vida é 
inviolável.
INSTRUÇÃO DE SÃO LUÍS NO ITEM 28 
CAP. V BEM AVENTURADOS OS AFLITOS 
Um homem está agonizante, presa de cruéis 
sofrimentos. 
Sabe-se que seu estado 
é desesperador. 
Será lícito pouparem –se - lhe alguns instantes de 
angústias, apressando –se -lhe o fim?
Acelerar o processo natural 
de maturação da larva 
facilitando o nascimento 
de uma lagarta, embora 
pareça uma ajuda, na 
verdade atrapalha. 
Tocar o casulo e antecipar o processo pode 
comprometer para sempre a possibilidade de ter asas e de ser 
uma borboleta. 
A larva que é ajudada, à revelia de seu tempo fica condenada a 
ter o corpo murcho, tornar-se um ser preso ao solo, rastejando 
para sempre 
( Marcos Bersam)
André Luiz – 
Evolução em dois mundos 1958- 
Comparação do processo de morrer com 
a metamorfose da borboleta
No estágio final da 
metamorfose, a lagarta 
começa a diminuir os seus 
movimentos, até paralisá-los 
completamente. 
Sua digestão fica totalmente 
paralisada e ela não consome 
mais nenhum tipo de alimento. 
Ela permanece imóvel, 
transformando-se em crisálida. 
Nesse estado, pode ficar 
alguns dias e até meses na 
posição de crisálida.
Histólise : Deterioração e 
dissolução 
dos tecidos orgânicos. 
Histogênese : Formação e 
desenvolvimento dos diferentes 
tecidos embrionários. 
Modificação que se opera nos 
tecidos dos insetos, ao término da 
metamorfose 
Os sistemas digestivos e 
musculares sofrem alterações de 
cunho degenerativo, reconstruindo-se 
depois em bases novas. 
Nessa reconstrução (histogênese), 
formam-se novo orifício bucal e 
trompas de sucção e os músculos 
estriados são substituídos por 
órgãos novos.
ASSIM, UM BELO DIA, UMA LINDA 
BORBOLETA DEIXA O CASULO.
Com o esgotamento 
da força vital, em 
virtude da idade 
avançada, da 
enfermidade ou por 
algum outro fator 
destrutivo externo, 
declinam as forças 
fisiológicas, 
paralisam-se os 
movimentos 
corpóreos e o 
paciente, em estado 
terminal, não mais 
tolera a 
alimentação.
. 
A imobilização lembra o estágio de pupa ou crisálida. 
E assim como a lagarta produz os filamentos com que se enovela no casulo, 
também a alma envolve-se nos fios dos próprios pensamentos. Nessa fase, há o 
predomínio das forças mentais, tecido com as próprias ideias reflexas 
dominantes do Espírito, estabelecendo-se estado de crisálida, por um período que 
varia entre minutos, horas, dias, meses ou decênios
Com a morte, há destruição 
dos tecidos corpóreos 
(histólise) e, ao mesmo 
tempo, uma reconstrução 
(histogênese) de alguns 
tecidos do corpo espiritual ou 
envoltório sutil. 
Este é em tudo semelhante 
ao corpo físico, só que 
construído de outro tipo de 
matéria, ainda desconhecido 
da Ciência, e que serve de 
vestimenta ao Espírito na 
outra dimensão da vida
Somente ao término desse 
processo de reconstituição 
do corpo espiritual, a 
borboleta abandona o 
casulo, isto é, o Espírito larga 
o corpo físico, ao qual se 
uniu, temporariamente 
durante a existência física
SÃO LUÍS- PARIS, 1860 
“Quem vos daria o direito de prejulgar os desígnios de Deus? 
Não pode ele conduzir o homem até à borda do fosso, para daí o retirar, a 
fim de fazê-lo voltar a si e alimentar ideias diversas das que tinha? 
Ainda que haja chegado ao último extremo um moribundo, ninguém pode 
afirmar com segurança que lhe haja soado a hora derradeira. A Ciência não 
se terá enganado nunca em suas previsões? … 
Pois bem: essa hora de graça, que lhe é concedida, pode ser-lhe de grande 
importância. Desconheceis as reflexões que seu Espírito poderá fazer nas 
convulsões da agonia e quantos tormentos lhe pode poupar um relâmpago 
de arrependimento… Minorai os derradeiros sofrimentos, quanto o puderdes; 
mas, guardai-vos de abreviar a vida, ainda que de um minuto, porque esse 
minuto pode evitar muitas lágrimas no futuro.”
Direito a vida
Distanásia = atitude médica que, na intenção de 
estender a vida do paciente terminal, submete este a 
grande sofrimento. Essa conduta não prolonga a vida 
propriamente dita, mas o processo de morrer. 
Ortotanásia processo pelo qual se opta por não 
submeter um paciente terminal a procedimentos 
invasivos que adiam sua morte, mas, ao mesmo 
tempo, comprometem sua qualidade de vida. Assim, a 
ortotanásia foca na adoção de procedimentos 
paliativos, buscando o controle da dor e de outros 
Eutanásia = Ação de provocar morte (indolor) a um 
paciente atingido por uma doença sem cura que causa 
sofrimento e/ou dor insuportáveis
Países que sofrem 
pressões para a 
legalização 
Países onde a 
eutanásia é 
permitida
Mortes anuais na Holanda 
Mortes Naturais 
São apressadas por 
médicos 
Suicidios assistidos 
Eutanásia autorizada 
Eutanásia não consentida
OPINIÕES FAVORÁVEIS 
"Depois de um ano a medicina já não é obrigada a persistir com o 
tratamento, quando a situação do paciente é irreversível". 
Especialista em bioética de Buenos Aires Juan Carlos Tealdi 
Caso 
Vicent Humbert
Para boa parte da humanidade, o 
sofrimento e a angústia provocados 
por uma situação extrema é um mal 
que deve ser eliminado a qualquer 
preço. 
Alegam incapacidade de enfrentar e 
suportar um drama desta proporção. 
Assim eliminar a dor através da 
aceleração do processo da morte para 
o instante considerado oportuno é 
justificado por uma falsa compaixão 
e pela visão utilitarista de baixar os 
custos hospitalares.
Os homens continuam 
a reconhecer a 
importância capital da 
vida 
humana a despeito do 
desolador 
avanço da cultura da 
morte nos meios ditos 
“intelectuais”. 
Ainda há esperança!
. 
Pais que 
mantiveram o 
filho vivo por 
anos 
revezando-se 
diuturnament 
e no bombeio 
de um saco 
ressuscitador
OS SÃOS NÃO PRECISAM DE MÉDICO
CASOS DE 
BEZERRA 
DE 
MENEZES 
Psicograf ia 
de Yvonne do 
Amaral
“ Q UA N D O ALGUÉM NÃO SENTE O MAL QUE PRATICA, EM 
VERDADE CARREGA CONSIGO A CONSCIÊNCIA MORTA. 
É UM MORTO-VIVO."
“DESPERTA TU QUE DORMES” 
DO SONO DA IGNORÂNCIA
Coloquemos o amor em benefício dos outros, confiando na solicitude 
e na misericórdia divina, que nunca nos desampara. 
E, se houver alguma dúvida sobre o que fazer, recordemos Jesus, o 
Mestre dos mestres, e perguntemos: 
o que Ele faria no meu lugar? 
Certamente, em compreendendo os desígnios divinos, sempre justos, 
Ele teria resignação, fé e coragem para sempre viver e 
permitir que a vida nos abençoe com novas e abençoadas 
oportunidades.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Liberdade comentários do art 5º
Liberdade comentários do art 5ºLiberdade comentários do art 5º
Liberdade comentários do art 5º
mbdmm
 
Direitos e garantias
Direitos e garantiasDireitos e garantias
Direitos e garantias
mbdmm
 
Artigo 5 Da Constituio Federal 1193627426867250 3
Artigo 5 Da Constituio Federal 1193627426867250 3Artigo 5 Da Constituio Federal 1193627426867250 3
Artigo 5 Da Constituio Federal 1193627426867250 3
Grupo VAHALI
 
Garantias constitucionais
Garantias constitucionaisGarantias constitucionais
Garantias constitucionais
Dimensson Costa Santos
 
Direito penal iii restante dos crimes
Direito penal iii   restante dos crimesDireito penal iii   restante dos crimes
Direito penal iii restante dos crimes
Urbano Felix Pugliese
 
1379 5160-1-pb
1379 5160-1-pb1379 5160-1-pb
1379 5160-1-pb
Cris Fernandes
 
Aula 09 - Direitos e Garantias Fundamentais
Aula 09 -  Direitos e Garantias FundamentaisAula 09 -  Direitos e Garantias Fundamentais
Aula 09 - Direitos e Garantias Fundamentais
Tércio De Santana
 
O direito de morrer dignamente
O direito de morrer dignamenteO direito de morrer dignamente
O direito de morrer dignamente
Elenilton Freitas
 
Os direitos humanos na ( ok ) constituição federal de 1988 (artigos 5.º ao 15.º
Os direitos humanos na ( ok ) constituição federal de 1988 (artigos 5.º ao 15.ºOs direitos humanos na ( ok ) constituição federal de 1988 (artigos 5.º ao 15.º
Os direitos humanos na ( ok ) constituição federal de 1988 (artigos 5.º ao 15.º
John Paul John Paul
 
2 de i capacidade juridica da pessoa natural
2 de i capacidade juridica da pessoa natural2 de i capacidade juridica da pessoa natural
2 de i capacidade juridica da pessoa natural
Celio Fialho
 
Aula 07 - Direitos e Garantias Fundamentais
Aula 07 - Direitos e Garantias FundamentaisAula 07 - Direitos e Garantias Fundamentais
Aula 07 - Direitos e Garantias Fundamentais
Tércio De Santana
 
Apostila direitos humanos
Apostila direitos humanosApostila direitos humanos
Apostila direitos humanos
Elisangela Santos
 
Pl 478 2007 institui o estatuto do nascituro
Pl 478 2007 institui o estatuto do nascituroPl 478 2007 institui o estatuto do nascituro
Pl 478 2007 institui o estatuto do nascituro
José Ripardo
 
Trabalho de ética direitos humanos 03
Trabalho de ética   direitos humanos 03Trabalho de ética   direitos humanos 03
Trabalho de ética direitos humanos 03
Monica Silva
 
Constituição Federal atualizada 2015
Constituição Federal atualizada 2015Constituição Federal atualizada 2015
Constituição Federal atualizada 2015
Christiano Morais
 
Declaração universal dos direitos humanos
Declaração universal dos direitos humanosDeclaração universal dos direitos humanos
Declaração universal dos direitos humanos
Nilberte
 
Apresentação1do progredh
Apresentação1do progredhApresentação1do progredh
Apresentação1do progredh
Cleide Magáli dos Santos
 
Valéria Diez IX Congresso LMP
Valéria Diez IX Congresso LMPValéria Diez IX Congresso LMP
Valéria Diez IX Congresso LMP
Atualidades Do Direito
 
Aula 06 - Direitos e Garantias Fundamentais
Aula 06 - Direitos e Garantias FundamentaisAula 06 - Direitos e Garantias Fundamentais
Aula 06 - Direitos e Garantias Fundamentais
Tércio De Santana
 
Constituicao compilado
Constituicao compiladoConstituicao compilado
Constituicao compilado
Luciana Pinheiro
 

Mais procurados (20)

Liberdade comentários do art 5º
Liberdade comentários do art 5ºLiberdade comentários do art 5º
Liberdade comentários do art 5º
 
Direitos e garantias
Direitos e garantiasDireitos e garantias
Direitos e garantias
 
Artigo 5 Da Constituio Federal 1193627426867250 3
Artigo 5 Da Constituio Federal 1193627426867250 3Artigo 5 Da Constituio Federal 1193627426867250 3
Artigo 5 Da Constituio Federal 1193627426867250 3
 
Garantias constitucionais
Garantias constitucionaisGarantias constitucionais
Garantias constitucionais
 
Direito penal iii restante dos crimes
Direito penal iii   restante dos crimesDireito penal iii   restante dos crimes
Direito penal iii restante dos crimes
 
1379 5160-1-pb
1379 5160-1-pb1379 5160-1-pb
1379 5160-1-pb
 
Aula 09 - Direitos e Garantias Fundamentais
Aula 09 -  Direitos e Garantias FundamentaisAula 09 -  Direitos e Garantias Fundamentais
Aula 09 - Direitos e Garantias Fundamentais
 
O direito de morrer dignamente
O direito de morrer dignamenteO direito de morrer dignamente
O direito de morrer dignamente
 
Os direitos humanos na ( ok ) constituição federal de 1988 (artigos 5.º ao 15.º
Os direitos humanos na ( ok ) constituição federal de 1988 (artigos 5.º ao 15.ºOs direitos humanos na ( ok ) constituição federal de 1988 (artigos 5.º ao 15.º
Os direitos humanos na ( ok ) constituição federal de 1988 (artigos 5.º ao 15.º
 
2 de i capacidade juridica da pessoa natural
2 de i capacidade juridica da pessoa natural2 de i capacidade juridica da pessoa natural
2 de i capacidade juridica da pessoa natural
 
Aula 07 - Direitos e Garantias Fundamentais
Aula 07 - Direitos e Garantias FundamentaisAula 07 - Direitos e Garantias Fundamentais
Aula 07 - Direitos e Garantias Fundamentais
 
Apostila direitos humanos
Apostila direitos humanosApostila direitos humanos
Apostila direitos humanos
 
Pl 478 2007 institui o estatuto do nascituro
Pl 478 2007 institui o estatuto do nascituroPl 478 2007 institui o estatuto do nascituro
Pl 478 2007 institui o estatuto do nascituro
 
Trabalho de ética direitos humanos 03
Trabalho de ética   direitos humanos 03Trabalho de ética   direitos humanos 03
Trabalho de ética direitos humanos 03
 
Constituição Federal atualizada 2015
Constituição Federal atualizada 2015Constituição Federal atualizada 2015
Constituição Federal atualizada 2015
 
Declaração universal dos direitos humanos
Declaração universal dos direitos humanosDeclaração universal dos direitos humanos
Declaração universal dos direitos humanos
 
Apresentação1do progredh
Apresentação1do progredhApresentação1do progredh
Apresentação1do progredh
 
Valéria Diez IX Congresso LMP
Valéria Diez IX Congresso LMPValéria Diez IX Congresso LMP
Valéria Diez IX Congresso LMP
 
Aula 06 - Direitos e Garantias Fundamentais
Aula 06 - Direitos e Garantias FundamentaisAula 06 - Direitos e Garantias Fundamentais
Aula 06 - Direitos e Garantias Fundamentais
 
Constituicao compilado
Constituicao compiladoConstituicao compilado
Constituicao compilado
 

Semelhante a Direito a vida

EutanáSia E SacrifíCio Da PróPria Vida
EutanáSia E SacrifíCio Da PróPria VidaEutanáSia E SacrifíCio Da PróPria Vida
EutanáSia E SacrifíCio Da PróPria Vida
Sergio Menezes
 
Terminalidade, a eutanásia, a distanásia e ortotanásia
Terminalidade, a eutanásia, a distanásia e ortotanásiaTerminalidade, a eutanásia, a distanásia e ortotanásia
Terminalidade, a eutanásia, a distanásia e ortotanásia
Denise Aguiar
 
Eutanásia, nunca!
Eutanásia, nunca!Eutanásia, nunca!
Eutanásia, nunca!
Helio Cruz
 
A DÍVIDA, O TEMPO E A EUTANÁSIA
A DÍVIDA, O TEMPO E A EUTANÁSIAA DÍVIDA, O TEMPO E A EUTANÁSIA
Eutanásia e Vida
Eutanásia e VidaEutanásia e Vida
Eutanásia e Vida
Alaide Chaded
 
Eutanasia
EutanasiaEutanasia
Eutanasia
Marta Alves
 
FLAGELOS DESTRUIDORES.pptx
FLAGELOS DESTRUIDORES.pptxFLAGELOS DESTRUIDORES.pptx
FLAGELOS DESTRUIDORES.pptx
ssuser9b8021
 
Informativo jul-12
Informativo   jul-12Informativo   jul-12
ALERTA
ALERTAALERTA
FINITUDE, MORTE E MORRER.pdf
FINITUDE, MORTE E MORRER.pdfFINITUDE, MORTE E MORRER.pdf
FINITUDE, MORTE E MORRER.pdf
IsadoraPereira32
 
Icaro Redimido - Estudo sobre o Perispirito
Icaro Redimido - Estudo sobre o PerispiritoIcaro Redimido - Estudo sobre o Perispirito
Icaro Redimido - Estudo sobre o Perispirito
Jose Augusto Castro Chagas
 
Transplan..
Transplan..Transplan..
Transplan..
Sandra Teixeira
 
Transplan..
Transplan..Transplan..
Transplan..
Sandra Teixeira
 
A morte e o processo de morrer
A morte e o processo de morrerA morte e o processo de morrer
A morte e o processo de morrer
Eliane Santos
 
Seminário "seu último ano de vida"
Seminário "seu último ano de vida"Seminário "seu último ano de vida"
Seminário "seu último ano de vida"
Anderson Santos
 
O Despertar da Consciência no Além Túmulo - o suporte Espiritual_TEXTO
O Despertar da Consciência no Além Túmulo - o suporte Espiritual_TEXTOO Despertar da Consciência no Além Túmulo - o suporte Espiritual_TEXTO
O Despertar da Consciência no Além Túmulo - o suporte Espiritual_TEXTO
ADALBERTO COELHO DA SILVA JR
 
Os espíritas diante da morte
Os espíritas diante da morteOs espíritas diante da morte
Os espíritas diante da morte
home
 
Gee perispirito e enfermidade
Gee perispirito e enfermidadeGee perispirito e enfermidade
Gee perispirito e enfermidade
ventofrio
 
A Verdadeira Cura
A Verdadeira CuraA Verdadeira Cura
A Verdadeira Cura
Ricardo Azevedo
 
O Despertar da Consciência no Além Túmulo
O Despertar da Consciência no Além TúmuloO Despertar da Consciência no Além Túmulo
O Despertar da Consciência no Além Túmulo
ADALBERTO COELHO DA SILVA JR
 

Semelhante a Direito a vida (20)

EutanáSia E SacrifíCio Da PróPria Vida
EutanáSia E SacrifíCio Da PróPria VidaEutanáSia E SacrifíCio Da PróPria Vida
EutanáSia E SacrifíCio Da PróPria Vida
 
Terminalidade, a eutanásia, a distanásia e ortotanásia
Terminalidade, a eutanásia, a distanásia e ortotanásiaTerminalidade, a eutanásia, a distanásia e ortotanásia
Terminalidade, a eutanásia, a distanásia e ortotanásia
 
Eutanásia, nunca!
Eutanásia, nunca!Eutanásia, nunca!
Eutanásia, nunca!
 
A DÍVIDA, O TEMPO E A EUTANÁSIA
A DÍVIDA, O TEMPO E A EUTANÁSIAA DÍVIDA, O TEMPO E A EUTANÁSIA
A DÍVIDA, O TEMPO E A EUTANÁSIA
 
Eutanásia e Vida
Eutanásia e VidaEutanásia e Vida
Eutanásia e Vida
 
Eutanasia
EutanasiaEutanasia
Eutanasia
 
FLAGELOS DESTRUIDORES.pptx
FLAGELOS DESTRUIDORES.pptxFLAGELOS DESTRUIDORES.pptx
FLAGELOS DESTRUIDORES.pptx
 
Informativo jul-12
Informativo   jul-12Informativo   jul-12
Informativo jul-12
 
ALERTA
ALERTAALERTA
ALERTA
 
FINITUDE, MORTE E MORRER.pdf
FINITUDE, MORTE E MORRER.pdfFINITUDE, MORTE E MORRER.pdf
FINITUDE, MORTE E MORRER.pdf
 
Icaro Redimido - Estudo sobre o Perispirito
Icaro Redimido - Estudo sobre o PerispiritoIcaro Redimido - Estudo sobre o Perispirito
Icaro Redimido - Estudo sobre o Perispirito
 
Transplan..
Transplan..Transplan..
Transplan..
 
Transplan..
Transplan..Transplan..
Transplan..
 
A morte e o processo de morrer
A morte e o processo de morrerA morte e o processo de morrer
A morte e o processo de morrer
 
Seminário "seu último ano de vida"
Seminário "seu último ano de vida"Seminário "seu último ano de vida"
Seminário "seu último ano de vida"
 
O Despertar da Consciência no Além Túmulo - o suporte Espiritual_TEXTO
O Despertar da Consciência no Além Túmulo - o suporte Espiritual_TEXTOO Despertar da Consciência no Além Túmulo - o suporte Espiritual_TEXTO
O Despertar da Consciência no Além Túmulo - o suporte Espiritual_TEXTO
 
Os espíritas diante da morte
Os espíritas diante da morteOs espíritas diante da morte
Os espíritas diante da morte
 
Gee perispirito e enfermidade
Gee perispirito e enfermidadeGee perispirito e enfermidade
Gee perispirito e enfermidade
 
A Verdadeira Cura
A Verdadeira CuraA Verdadeira Cura
A Verdadeira Cura
 
O Despertar da Consciência no Além Túmulo
O Despertar da Consciência no Além TúmuloO Despertar da Consciência no Além Túmulo
O Despertar da Consciência no Além Túmulo
 

Mais de nelmarvoc

Palestra Espírita- Sua casa Mental "Casa adornada"
 Palestra Espírita- Sua casa Mental "Casa adornada" Palestra Espírita- Sua casa Mental "Casa adornada"
Palestra Espírita- Sua casa Mental "Casa adornada"
nelmarvoc
 
Palestra Pública - A verdadeira cura
Palestra Pública - A verdadeira curaPalestra Pública - A verdadeira cura
Palestra Pública - A verdadeira cura
nelmarvoc
 
Palestra Pública - Estudo do Evangelho - Sobre as águas
 Palestra Pública - Estudo do Evangelho - Sobre as águas Palestra Pública - Estudo do Evangelho - Sobre as águas
Palestra Pública - Estudo do Evangelho - Sobre as águas
nelmarvoc
 
A cura de um lunático
A cura de um lunáticoA cura de um lunático
A cura de um lunático
nelmarvoc
 
Salvos pela fé
Salvos pela féSalvos pela fé
Salvos pela fé
nelmarvoc
 
Os sãos não precisam de médico
Os sãos não precisam de médicoOs sãos não precisam de médico
Os sãos não precisam de médico
nelmarvoc
 
As curas efetuadas por Jesus - Tanque de Betesda
 As curas efetuadas por Jesus  - Tanque de Betesda As curas efetuadas por Jesus  - Tanque de Betesda
As curas efetuadas por Jesus - Tanque de Betesda
nelmarvoc
 
O mordomo infiel
O mordomo infielO mordomo infiel
O mordomo infiel
nelmarvoc
 
Brilhe a vossa Luz.
Brilhe a vossa Luz.Brilhe a vossa Luz.
Brilhe a vossa Luz.
nelmarvoc
 
Palestra Pública Doutrina Espírita Tema Casa adornada
 Palestra Pública Doutrina Espírita Tema Casa adornada Palestra Pública Doutrina Espírita Tema Casa adornada
Palestra Pública Doutrina Espírita Tema Casa adornada
nelmarvoc
 
O centro espírita
O centro espíritaO centro espírita
O centro espírita
nelmarvoc
 
Nem Ouro Nem Prata
Nem Ouro Nem PrataNem Ouro Nem Prata
Nem Ouro Nem Prata
nelmarvoc
 
A Rediviva de Magdala
A Rediviva de MagdalaA Rediviva de Magdala
A Rediviva de Magdala
nelmarvoc
 
A FUGA PARA O EGITO
A FUGA PARA O EGITOA FUGA PARA O EGITO
A FUGA PARA O EGITO
nelmarvoc
 
Afonso revista espiritas 1858_1859_1
Afonso revista espiritas 1858_1859_1Afonso revista espiritas 1858_1859_1
Afonso revista espiritas 1858_1859_1
nelmarvoc
 

Mais de nelmarvoc (15)

Palestra Espírita- Sua casa Mental "Casa adornada"
 Palestra Espírita- Sua casa Mental "Casa adornada" Palestra Espírita- Sua casa Mental "Casa adornada"
Palestra Espírita- Sua casa Mental "Casa adornada"
 
Palestra Pública - A verdadeira cura
Palestra Pública - A verdadeira curaPalestra Pública - A verdadeira cura
Palestra Pública - A verdadeira cura
 
Palestra Pública - Estudo do Evangelho - Sobre as águas
 Palestra Pública - Estudo do Evangelho - Sobre as águas Palestra Pública - Estudo do Evangelho - Sobre as águas
Palestra Pública - Estudo do Evangelho - Sobre as águas
 
A cura de um lunático
A cura de um lunáticoA cura de um lunático
A cura de um lunático
 
Salvos pela fé
Salvos pela féSalvos pela fé
Salvos pela fé
 
Os sãos não precisam de médico
Os sãos não precisam de médicoOs sãos não precisam de médico
Os sãos não precisam de médico
 
As curas efetuadas por Jesus - Tanque de Betesda
 As curas efetuadas por Jesus  - Tanque de Betesda As curas efetuadas por Jesus  - Tanque de Betesda
As curas efetuadas por Jesus - Tanque de Betesda
 
O mordomo infiel
O mordomo infielO mordomo infiel
O mordomo infiel
 
Brilhe a vossa Luz.
Brilhe a vossa Luz.Brilhe a vossa Luz.
Brilhe a vossa Luz.
 
Palestra Pública Doutrina Espírita Tema Casa adornada
 Palestra Pública Doutrina Espírita Tema Casa adornada Palestra Pública Doutrina Espírita Tema Casa adornada
Palestra Pública Doutrina Espírita Tema Casa adornada
 
O centro espírita
O centro espíritaO centro espírita
O centro espírita
 
Nem Ouro Nem Prata
Nem Ouro Nem PrataNem Ouro Nem Prata
Nem Ouro Nem Prata
 
A Rediviva de Magdala
A Rediviva de MagdalaA Rediviva de Magdala
A Rediviva de Magdala
 
A FUGA PARA O EGITO
A FUGA PARA O EGITOA FUGA PARA O EGITO
A FUGA PARA O EGITO
 
Afonso revista espiritas 1858_1859_1
Afonso revista espiritas 1858_1859_1Afonso revista espiritas 1858_1859_1
Afonso revista espiritas 1858_1859_1
 

Último

A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita RafaelA Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
DavidBertelli3
 
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.pptEncontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
SanturioTacararu
 
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
Marta Gomes
 
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptxO MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
valneirocha
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - RevidesSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Ricardo Azevedo
 
4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...
4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...
4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...
PIB Penha
 
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújoquem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
Rogério Augusto Ayres de Araujo
 
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
AlailzaSoares1
 
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são pe...
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são  pe...2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são  pe...
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são pe...
PIB Penha
 
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptxBatismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
nadeclarice
 
7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...
7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...
7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...
PIB Penha
 
Apresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptx
Apresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptxApresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptx
Apresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptx
AlexandreCarvalho858758
 
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
PIB Penha
 
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdfBiblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
AndreyCamarini
 
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
EdimarEdigesso
 
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyugcontrole-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
AntonioMugiba
 
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf radedgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
carla983678
 
6 - O ato de Reconciliação do cristão Versículo-Chave: Mateus 5.22.
6 - O ato de Reconciliação do cristão Versículo-Chave: Mateus 5.22.6 - O ato de Reconciliação do cristão Versículo-Chave: Mateus 5.22.
6 - O ato de Reconciliação do cristão Versículo-Chave: Mateus 5.22.
PIB Penha
 
8 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.12
8 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.128 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.12
8 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.12
PIB Penha
 
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
Nilson Almeida
 

Último (20)

A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita RafaelA Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
 
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.pptEncontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
 
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
 
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptxO MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - RevidesSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
 
4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...
4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...
4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...
 
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújoquem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
 
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
 
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são pe...
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são  pe...2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são  pe...
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são pe...
 
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptxBatismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
 
7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...
7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...
7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...
 
Apresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptx
Apresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptxApresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptx
Apresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptx
 
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
 
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdfBiblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
 
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
 
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyugcontrole-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
 
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf radedgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
 
6 - O ato de Reconciliação do cristão Versículo-Chave: Mateus 5.22.
6 - O ato de Reconciliação do cristão Versículo-Chave: Mateus 5.22.6 - O ato de Reconciliação do cristão Versículo-Chave: Mateus 5.22.
6 - O ato de Reconciliação do cristão Versículo-Chave: Mateus 5.22.
 
8 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.12
8 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.128 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.12
8 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.12
 
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
 

Direito a vida

  • 1. Em defesa da vida DOUTRINA ESPÍRITA
  • 2. JESUS RESSUSCITA LÁZARO E, tendo di to isto, clamou com grande voz: Lázaro, sai para fora. João 11:43
  • 3. Ainda que estejam desfalecentes todas as esperanças, o direito à vida é inviolável.
  • 4. INSTRUÇÃO DE SÃO LUÍS NO ITEM 28 CAP. V BEM AVENTURADOS OS AFLITOS Um homem está agonizante, presa de cruéis sofrimentos. Sabe-se que seu estado é desesperador. Será lícito pouparem –se - lhe alguns instantes de angústias, apressando –se -lhe o fim?
  • 5. Acelerar o processo natural de maturação da larva facilitando o nascimento de uma lagarta, embora pareça uma ajuda, na verdade atrapalha. Tocar o casulo e antecipar o processo pode comprometer para sempre a possibilidade de ter asas e de ser uma borboleta. A larva que é ajudada, à revelia de seu tempo fica condenada a ter o corpo murcho, tornar-se um ser preso ao solo, rastejando para sempre ( Marcos Bersam)
  • 6. André Luiz – Evolução em dois mundos 1958- Comparação do processo de morrer com a metamorfose da borboleta
  • 7. No estágio final da metamorfose, a lagarta começa a diminuir os seus movimentos, até paralisá-los completamente. Sua digestão fica totalmente paralisada e ela não consome mais nenhum tipo de alimento. Ela permanece imóvel, transformando-se em crisálida. Nesse estado, pode ficar alguns dias e até meses na posição de crisálida.
  • 8. Histólise : Deterioração e dissolução dos tecidos orgânicos. Histogênese : Formação e desenvolvimento dos diferentes tecidos embrionários. Modificação que se opera nos tecidos dos insetos, ao término da metamorfose Os sistemas digestivos e musculares sofrem alterações de cunho degenerativo, reconstruindo-se depois em bases novas. Nessa reconstrução (histogênese), formam-se novo orifício bucal e trompas de sucção e os músculos estriados são substituídos por órgãos novos.
  • 9. ASSIM, UM BELO DIA, UMA LINDA BORBOLETA DEIXA O CASULO.
  • 10. Com o esgotamento da força vital, em virtude da idade avançada, da enfermidade ou por algum outro fator destrutivo externo, declinam as forças fisiológicas, paralisam-se os movimentos corpóreos e o paciente, em estado terminal, não mais tolera a alimentação.
  • 11. . A imobilização lembra o estágio de pupa ou crisálida. E assim como a lagarta produz os filamentos com que se enovela no casulo, também a alma envolve-se nos fios dos próprios pensamentos. Nessa fase, há o predomínio das forças mentais, tecido com as próprias ideias reflexas dominantes do Espírito, estabelecendo-se estado de crisálida, por um período que varia entre minutos, horas, dias, meses ou decênios
  • 12. Com a morte, há destruição dos tecidos corpóreos (histólise) e, ao mesmo tempo, uma reconstrução (histogênese) de alguns tecidos do corpo espiritual ou envoltório sutil. Este é em tudo semelhante ao corpo físico, só que construído de outro tipo de matéria, ainda desconhecido da Ciência, e que serve de vestimenta ao Espírito na outra dimensão da vida
  • 13. Somente ao término desse processo de reconstituição do corpo espiritual, a borboleta abandona o casulo, isto é, o Espírito larga o corpo físico, ao qual se uniu, temporariamente durante a existência física
  • 14. SÃO LUÍS- PARIS, 1860 “Quem vos daria o direito de prejulgar os desígnios de Deus? Não pode ele conduzir o homem até à borda do fosso, para daí o retirar, a fim de fazê-lo voltar a si e alimentar ideias diversas das que tinha? Ainda que haja chegado ao último extremo um moribundo, ninguém pode afirmar com segurança que lhe haja soado a hora derradeira. A Ciência não se terá enganado nunca em suas previsões? … Pois bem: essa hora de graça, que lhe é concedida, pode ser-lhe de grande importância. Desconheceis as reflexões que seu Espírito poderá fazer nas convulsões da agonia e quantos tormentos lhe pode poupar um relâmpago de arrependimento… Minorai os derradeiros sofrimentos, quanto o puderdes; mas, guardai-vos de abreviar a vida, ainda que de um minuto, porque esse minuto pode evitar muitas lágrimas no futuro.”
  • 16. Distanásia = atitude médica que, na intenção de estender a vida do paciente terminal, submete este a grande sofrimento. Essa conduta não prolonga a vida propriamente dita, mas o processo de morrer. Ortotanásia processo pelo qual se opta por não submeter um paciente terminal a procedimentos invasivos que adiam sua morte, mas, ao mesmo tempo, comprometem sua qualidade de vida. Assim, a ortotanásia foca na adoção de procedimentos paliativos, buscando o controle da dor e de outros Eutanásia = Ação de provocar morte (indolor) a um paciente atingido por uma doença sem cura que causa sofrimento e/ou dor insuportáveis
  • 17. Países que sofrem pressões para a legalização Países onde a eutanásia é permitida
  • 18. Mortes anuais na Holanda Mortes Naturais São apressadas por médicos Suicidios assistidos Eutanásia autorizada Eutanásia não consentida
  • 19. OPINIÕES FAVORÁVEIS "Depois de um ano a medicina já não é obrigada a persistir com o tratamento, quando a situação do paciente é irreversível". Especialista em bioética de Buenos Aires Juan Carlos Tealdi Caso Vicent Humbert
  • 20. Para boa parte da humanidade, o sofrimento e a angústia provocados por uma situação extrema é um mal que deve ser eliminado a qualquer preço. Alegam incapacidade de enfrentar e suportar um drama desta proporção. Assim eliminar a dor através da aceleração do processo da morte para o instante considerado oportuno é justificado por uma falsa compaixão e pela visão utilitarista de baixar os custos hospitalares.
  • 21. Os homens continuam a reconhecer a importância capital da vida humana a despeito do desolador avanço da cultura da morte nos meios ditos “intelectuais”. Ainda há esperança!
  • 22. . Pais que mantiveram o filho vivo por anos revezando-se diuturnament e no bombeio de um saco ressuscitador
  • 23. OS SÃOS NÃO PRECISAM DE MÉDICO
  • 24. CASOS DE BEZERRA DE MENEZES Psicograf ia de Yvonne do Amaral
  • 25. “ Q UA N D O ALGUÉM NÃO SENTE O MAL QUE PRATICA, EM VERDADE CARREGA CONSIGO A CONSCIÊNCIA MORTA. É UM MORTO-VIVO."
  • 26. “DESPERTA TU QUE DORMES” DO SONO DA IGNORÂNCIA
  • 27. Coloquemos o amor em benefício dos outros, confiando na solicitude e na misericórdia divina, que nunca nos desampara. E, se houver alguma dúvida sobre o que fazer, recordemos Jesus, o Mestre dos mestres, e perguntemos: o que Ele faria no meu lugar? Certamente, em compreendendo os desígnios divinos, sempre justos, Ele teria resignação, fé e coragem para sempre viver e permitir que a vida nos abençoe com novas e abençoadas oportunidades.