O documento discute a questão da eutanásia e do direito à vida comparando o processo de morrer com a metamorfose de uma lagarta em borboleta. Apresenta argumentos contra a eutanásia, afirmando que acelerar a morte pode privar o paciente de momentos importantes de reflexão e arrependimento, e cita a posição de São Luís sobre não antecipar o fim da vida. Também discute os processos de histólise e histogênese que ocorrem no corpo durante a morte.