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expiação ou de missão. Aí é que está o mal”.
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SUICÍDIO FÍSICO
Tudo aquilo que fizermos apressando o fim de nossa
reencarnação será considerado, igualmente, um
transgressão à Lei Divina. Assim é que o homem não possui o
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direito. O suicídio é uma transgressão da Lei Natural.
SUICÍDIO MORAL
Comete suicídio o homem que perece vítima de paixões que
ele sabia lhe haviam de apressar o fim, porém a que já não
podia resistir, por havê-las o hábito mudado em verdadeiras
necessidades físicas? “É um suicídio moral. Não percebeis
que, nesse caso, o homem é duplamente culpado? Há nele
então falta de coragem, e bestialidade, acrescidas do
Pena de morte
Os cuidados com a existência física
emergem, de igual modo, da orientação dos
instrutores espirituais acerca da pena de
morte. Dizem esses que tal penalidade
desaparecerá da legislação de todos os
povos e que sua supressão assinalará um
avanço para a Humanidade. E acrescentam:
“Há outros meios de ele [o ser humano] se
preservar do perigo, que não matando.
Ademais, é preciso abrir e não fechar ao
criminoso a porta do arrependimento”.
Aborto
Constitui crime a provocação do aborto,
em qualquer período da gestação? “Há
crime sempre que transgredis a Lei de
Deus. Uma mãe, ou quem quer que seja,
cometerá crime sempre que tirar a vida a
uma criança antes do seu nascimento, por
isso que impede uma alma de passar
pelas provas a que serviria de instrumento
o corpo que se estava formando”.
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Um homem está agonizante, presa de cruéis sofrimentos. Sabe-se que seu
estado é desesperador. Será lícito pouparem-se-lhe alguns instantes de
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Quem vos daria o direito de prejulgar os desígnios de Deus? Não pode Ele
conduzir o homem até à borda do fosso, para daí o retirar, a fim de fazê-lo
voltar a si e alimentar ideias diversas das que tinha? Ainda que haja
chegado ao último extremo um moribundo, ninguém pode afirmar com
segurança que lhe haja soado a hora derradeira. A Ciência não se terá
enganado nunca em suas previsões?
Os recursos do Espiritismo
o Espiritismo, nos habilita ao enfrentamento de todas as dores ou desafios,
ainda que se nos apresentem superlativos ou arrasadores ante a vontade
enfraquecida. Passamos, assim, a adquirir a precisa coragem de não
desistir diante do obstáculo, mas a prosseguir um pouco mais, confiantes
na Providência Divina, a qual jamais deixa de socorrer o peregrino de boa
vontade.
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O SUICÍDIO E A LOUCURA
A calma e a resignação hauridas da maneira de considerar a vida terrestre
e da confiança no futuro dão ao espírito uma serenidade que é o melhor
preservativo contra a loucura e o suicídio. Aquele que está certo de que
só é desventurado por um dia e que melhores serão os dias que hão
de vir, enche-se facilmente de paciência.
A incredulidade, a simples dúvida sobre o futuro, as ideias materialistas,
numa palavra, são os maiores incitantes ao suicídio; ocasionam a covardia
moral. Apóstolos de semelhantes doutrinas (ciência materialista) assumem
tremenda responsabilidade.
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O SUICÍDIO E A LOUCURA
O espírita tem, assim, vários motivos a contrapor à ideia do suicídio: a
certeza de uma vida futura, em que, sabe-o ele, será tanto mais ditoso,
quanto mais inditoso e resignado haja sido na Terra; a certeza de que,
abreviando seus dias, chega, precisamente, a resultado oposto ao que
esperava; que se liberta de um mal, para incorrer num mal pior, mais longo
e mais terrível; que se engana, imaginando que, com o matar-se, vai mais
depressa para o céu; que o suicídio é um obstáculo a que no outro mundo
ele se reúna aos que foram objeto de suas afeições e aos quais esperava
encontrar; donde a consequência de que o suicídio, só lhe trazendo
decepções, é contrário aos seus próprios interesses.
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A MELANCOLIA
Crede-me, resisti com energia a essas impressões que vos enfraquecem a
vontade. São inatas no espírito de todos os homens as aspirações por uma
vida melhor; mas, não a busqueis neste mundo e aguardai pacientemente o
anjo da libertação.
Lembrai-vos de que, durante o vosso degredo na Terra, tendes de
desempenhar uma missão de que não suspeitais, quer dedicando-vos
à vossa família, quer cumprindo as diversas obrigações que Deus vos
confiou. Se, no curso desse degredo–provação, exonerando-vos dos
vossos encargos, sobre vós desabarem os cuidados, as inquietações e
tribulações, sede fortes e corajosos para os suportar. Afrontai-os resolutos –
François de Genève (Bordeaux).
Advento do Espírito de Verdade
Sou o grande médico das almas e venho trazer-vos o remédio que vos há
de curar. Os fracos, os sofredores e os enfermos são os meus filhos
prediletos. Venho salvá-los. Vinde, pois, a mim, vós que sofreis e vos
achais oprimidos, e sereis aliviados e consolados. Não busqueis alhures a
força e a consolação, pois que o mundo é impotente para dá-las. [...]
Extirpados sejam de vossas almas doloridas a impiedade, a mentira, o
erro, a incredulidade. São monstros que sugam o vosso mais puro
sangue e que vos abrem chagas quase sempre mortais. Que, no futuro,
humildes e submissos ao Criador, pratiqueis a sua Lei Divina. Amai e orai;
sede dóceis aos Espíritos do Senhor; invocai-o do fundo de vossos
corações. Ele, então, vos enviará o seu Filho bem-amado, para vos instruir
e dizer estas boas palavras: “Eis-me aqui; venho até vós, porque me
chamastes.” – O Espírito de Verdade (Bordeaux, 1861).
Advento do Espírito de Verdade
Deus consola os humildes e dá força aos aflitos que lha pedem. Seu poder
cobre a Terra e, por toda a parte, junto de cada lágrima colocou Ele um
bálsamo que consola. A abnegação e o devotamento são uma prece
contínua e encerram um ensinamento profundo. [...] Possam todos os
Espíritos sofredores compreender essa verdade, em vez de clamarem
contra suas dores, contra os sofrimentos morais que neste mundo vos
cabem em partilha. Tomai, pois, por divisa estas duas palavras:
devotamento e abnegação, e sereis fortes, porque elas resumem todos
os deveres que a caridade e a humildade vos impõe. O sentimento do
dever cumprido vos dará repouso ao espírito e resignação. O coração bate
então melhor, a alma se asserena e o corpo se forra aos desfalecimentos,
por isso que o corpo tanto menos forte se sente, quanto mais
profundamente golpeado é o espírito. – O Espírito de Verdade (Havre,
1863).
Referências
KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Trad. Guillon Ribeiro. 93. ed. 9. imp.
(Edição Histórica) Brasília: FEB, 2019. q. 880.
XAVIER, Francisco Cândido. Nosso lar. Pelo Espírito André Luiz. 64. ed. 15.
imp. Brasília: FEB, 2020. cap. 4 – O médico espiritual.
KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Trad. Guillon Ribeiro. 93. ed. 9. imp.
(Edição Histórica) Brasília: FEB, 2019, q. 760.
O evangelho segundo o espiritismo. Trad. Guillon Ribeiro. 131. ed. 14. imp.
(Edição Histórica). Brasília: FEB, 2019. cap. 5, it. 28.
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  • 1. MOVIMENTO ESPÍRITA DE PICOS-PI ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA - ESDE / TOMO II Valorização e XIV - LEI DE DESTRUIÇÃO E CONSERVAÇÃO- ROT. 5 Conservação da Vida
  • 2. MÓDULO XIV Lei de destruição e lei de conservação ROTEIRO 1 Destruição necessária e destruição abusiva ROTEIRO 2 Flagelos destruidores ROTEIRO 3 Instinto e inteligência ROTEIRO 4 O necessário e o supérfluo ROTEIRO 5 Valorização e conservação da vida
  • 3. Allan Kardec em O livro dos espíritos, livro fundamental da Codificação Espírita, pergunta aos Espíritos Superiores sobre o primeiro de todos os direitos naturais do ser humano, obtendo a resposta seguinte: “O de viver. Por isso é que ninguém tem o direito de atentar contra a vida de seu semelhante nem de fazer o que quer que possa comprometer-lhe a existência corporal”.
  • 4. Com relação à vida do outro... Kardec pede esclarecimentos aos Espíritos instrutores sobre a questão do assassínio, perguntando se este é considerado crime aos olhos de Deus. A resposta vem incisiva: “Grande crime, pois aquele que tira a vida ao seu semelhante corta o fio de uma existência de expiação ou de missão. Aí é que está o mal”. Se, em virtude de nosso livre-arbítrio, lhe impusermos tal perda, ou mesmo se comprometermos essa existência de algum modo, estaremos infringindo a Lei Divina, submetendo-nos ao princípio da Lei de Causa e Efeito, com as consequências inevitáveis do nosso
  • 5. Com relação à nossa vida... SUICÍDIO FÍSICO Tudo aquilo que fizermos apressando o fim de nossa reencarnação será considerado, igualmente, um transgressão à Lei Divina. Assim é que o homem não possui o direito de dispor de sua vida. Somente a Deus cabe esse direito. O suicídio é uma transgressão da Lei Natural. SUICÍDIO MORAL Comete suicídio o homem que perece vítima de paixões que ele sabia lhe haviam de apressar o fim, porém a que já não podia resistir, por havê-las o hábito mudado em verdadeiras necessidades físicas? “É um suicídio moral. Não percebeis que, nesse caso, o homem é duplamente culpado? Há nele então falta de coragem, e bestialidade, acrescidas do
  • 6. Pena de morte Os cuidados com a existência física emergem, de igual modo, da orientação dos instrutores espirituais acerca da pena de morte. Dizem esses que tal penalidade desaparecerá da legislação de todos os povos e que sua supressão assinalará um avanço para a Humanidade. E acrescentam: “Há outros meios de ele [o ser humano] se preservar do perigo, que não matando. Ademais, é preciso abrir e não fechar ao criminoso a porta do arrependimento”.
  • 7. Aborto Constitui crime a provocação do aborto, em qualquer período da gestação? “Há crime sempre que transgredis a Lei de Deus. Uma mãe, ou quem quer que seja, cometerá crime sempre que tirar a vida a uma criança antes do seu nascimento, por isso que impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que se estava formando”.
  • 8. Eutanásia Um homem está agonizante, presa de cruéis sofrimentos. Sabe-se que seu estado é desesperador. Será lícito pouparem-se-lhe alguns instantes de angústias, apressando-se-lhe o fim? Quem vos daria o direito de prejulgar os desígnios de Deus? Não pode Ele conduzir o homem até à borda do fosso, para daí o retirar, a fim de fazê-lo voltar a si e alimentar ideias diversas das que tinha? Ainda que haja chegado ao último extremo um moribundo, ninguém pode afirmar com segurança que lhe haja soado a hora derradeira. A Ciência não se terá enganado nunca em suas previsões?
  • 9. Os recursos do Espiritismo o Espiritismo, nos habilita ao enfrentamento de todas as dores ou desafios, ainda que se nos apresentem superlativos ou arrasadores ante a vontade enfraquecida. Passamos, assim, a adquirir a precisa coragem de não desistir diante do obstáculo, mas a prosseguir um pouco mais, confiantes na Providência Divina, a qual jamais deixa de socorrer o peregrino de boa vontade.
  • 10. Mensagens de sustentação da vida O SUICÍDIO E A LOUCURA A calma e a resignação hauridas da maneira de considerar a vida terrestre e da confiança no futuro dão ao espírito uma serenidade que é o melhor preservativo contra a loucura e o suicídio. Aquele que está certo de que só é desventurado por um dia e que melhores serão os dias que hão de vir, enche-se facilmente de paciência. A incredulidade, a simples dúvida sobre o futuro, as ideias materialistas, numa palavra, são os maiores incitantes ao suicídio; ocasionam a covardia moral. Apóstolos de semelhantes doutrinas (ciência materialista) assumem tremenda responsabilidade.
  • 11. Mensagens de sustentação da vida O SUICÍDIO E A LOUCURA O espírita tem, assim, vários motivos a contrapor à ideia do suicídio: a certeza de uma vida futura, em que, sabe-o ele, será tanto mais ditoso, quanto mais inditoso e resignado haja sido na Terra; a certeza de que, abreviando seus dias, chega, precisamente, a resultado oposto ao que esperava; que se liberta de um mal, para incorrer num mal pior, mais longo e mais terrível; que se engana, imaginando que, com o matar-se, vai mais depressa para o céu; que o suicídio é um obstáculo a que no outro mundo ele se reúna aos que foram objeto de suas afeições e aos quais esperava encontrar; donde a consequência de que o suicídio, só lhe trazendo decepções, é contrário aos seus próprios interesses.
  • 12. Mensagens de sustentação da vida A MELANCOLIA Crede-me, resisti com energia a essas impressões que vos enfraquecem a vontade. São inatas no espírito de todos os homens as aspirações por uma vida melhor; mas, não a busqueis neste mundo e aguardai pacientemente o anjo da libertação. Lembrai-vos de que, durante o vosso degredo na Terra, tendes de desempenhar uma missão de que não suspeitais, quer dedicando-vos à vossa família, quer cumprindo as diversas obrigações que Deus vos confiou. Se, no curso desse degredo–provação, exonerando-vos dos vossos encargos, sobre vós desabarem os cuidados, as inquietações e tribulações, sede fortes e corajosos para os suportar. Afrontai-os resolutos – François de Genève (Bordeaux).
  • 13. Advento do Espírito de Verdade Sou o grande médico das almas e venho trazer-vos o remédio que vos há de curar. Os fracos, os sofredores e os enfermos são os meus filhos prediletos. Venho salvá-los. Vinde, pois, a mim, vós que sofreis e vos achais oprimidos, e sereis aliviados e consolados. Não busqueis alhures a força e a consolação, pois que o mundo é impotente para dá-las. [...] Extirpados sejam de vossas almas doloridas a impiedade, a mentira, o erro, a incredulidade. São monstros que sugam o vosso mais puro sangue e que vos abrem chagas quase sempre mortais. Que, no futuro, humildes e submissos ao Criador, pratiqueis a sua Lei Divina. Amai e orai; sede dóceis aos Espíritos do Senhor; invocai-o do fundo de vossos corações. Ele, então, vos enviará o seu Filho bem-amado, para vos instruir e dizer estas boas palavras: “Eis-me aqui; venho até vós, porque me chamastes.” – O Espírito de Verdade (Bordeaux, 1861).
  • 14. Advento do Espírito de Verdade Deus consola os humildes e dá força aos aflitos que lha pedem. Seu poder cobre a Terra e, por toda a parte, junto de cada lágrima colocou Ele um bálsamo que consola. A abnegação e o devotamento são uma prece contínua e encerram um ensinamento profundo. [...] Possam todos os Espíritos sofredores compreender essa verdade, em vez de clamarem contra suas dores, contra os sofrimentos morais que neste mundo vos cabem em partilha. Tomai, pois, por divisa estas duas palavras: devotamento e abnegação, e sereis fortes, porque elas resumem todos os deveres que a caridade e a humildade vos impõe. O sentimento do dever cumprido vos dará repouso ao espírito e resignação. O coração bate então melhor, a alma se asserena e o corpo se forra aos desfalecimentos, por isso que o corpo tanto menos forte se sente, quanto mais profundamente golpeado é o espírito. – O Espírito de Verdade (Havre, 1863).
  • 15. Referências KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Trad. Guillon Ribeiro. 93. ed. 9. imp. (Edição Histórica) Brasília: FEB, 2019. q. 880. XAVIER, Francisco Cândido. Nosso lar. Pelo Espírito André Luiz. 64. ed. 15. imp. Brasília: FEB, 2020. cap. 4 – O médico espiritual. KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Trad. Guillon Ribeiro. 93. ed. 9. imp. (Edição Histórica) Brasília: FEB, 2019, q. 760. O evangelho segundo o espiritismo. Trad. Guillon Ribeiro. 131. ed. 14. imp. (Edição Histórica). Brasília: FEB, 2019. cap. 5, it. 28.
  • 16. MOVIMENTO ESPÍRITA DE PICOS-PI ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA - ESDE / TOMO II Valorização e XIV - LEI DE DESTRUIÇÃO E CONSERVAÇÃO- ROT. 5 Conservação da Vida