Educação para a
Morte
“Estou aqui hoje e sempre
Pois minha irmã é a vida
E a dançar em vossa roda
É ela quem me convida.”
(Manifesto Tânatos)
VIDA E MORTE
“A morte é, simplesmente, um
segundo nascimento;
deixamos o mundo pela
mesma razão por que nele
entramos, segundo a ordem
da mesma lei.”
(DENIS, Léon, in “O Grande Enigma”))
EDUCAÇÃO - Conceito
“A educação é uma
resposta da finitude da
infinitude.(...).”
(FREIRE, Paulo in “ Educação e Mudança”)
“As religiões podiam ter prestado
um grande serviço se
houvessem colocado o problema
da morte em termos de
naturalidade.”
(PIRES, J. Herculano in “Educação para a Morte”)
“A educação, baseada numa concepção exata da
vida, transformaria a face do mundo. Suponhamos
cada família iniciada nas crenças espiritualistas
sancionada pelos fatos e incutindo-as aos filhos,
ao mesmo tempo que a escola laica lhes ensinasse
os princípios da Ciência e as maravilhas do
Universo: uma rápida transformação social
operar-se-ia então sob a força dessa dupla
corrente.”
(DENIS, Léon in “Depois da Morte”)
“(...) uma sociedade que contribui para um medo
sempre crescente da destruição quer física quer
psicológica e que, portanto, contribui para o
medo sempre crescente da morte é uma sociedade
que, (...) oferece ao homem uma única forma de
defesa para lidar com seu medo da morte: a
sedução para o irracional, o apelo à violência.”
(TORRES, Wilma C. in “Morte e Suicídio – uma abordagem multidisciplinar”)
A CRIANÇA E A MORTE
“Só mais recentemente psicólogos da linha
clínica e sociocomportamental, vem
enfatizando a importância do significado da
morte no desenvolvimento cognitivo,
afetivo e social da criança, chamando
atenção para o fato de que silenciar sobre o
tema da morte diante da criança em vez de
ajudar prejudica seu crescimento.”
(TORRES, Wilma C. in “Morte e Suicídio – uma abordagem multidisciplinar”)
Irreversibilidade
Universalidade/Inevitabilidade
Não-funcionalidade
Causalidade
(PAIVA, Lucélia E. in “A Arte de Morrer – Visões Plurais”)
“(...) E se somos Severinos
iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual,
mesma morte severina:
que é a morte de que se morre
de velhice antes dos trinta,
de emboscada antes dos vinte,
de fome um pouco por dia (...).”
(NETO, João C. de M. in “Morte e Vida Severina”)
CONCEITO DE MORTE
“Nossos ancestrais pensavam na morte
e em sua própria natureza íntima como
literalmente unidos na mesma
respiração. A “alma” ou “espírito” era o
que partia da residência corpórea,
temporariamente (como nos espirros e
sonhos) ou permanentemente (como
na morte)”.
(KASTENBAUM, R. & AISENBERG, R. in “Psicologia da Morte”)
“... pois a
filosofia não
é o estudo da
morte?
Ciência
Acadêmica
Morte
Encefálica
“(...) é o critério maior para a caracterização
e constatação da morte do indivíduo, pois
nessas condições o cérebro não mais coordena
nem comanda as funções elementares da vida
orgânica.”
(CAJAZEIRAS, F. in “Eutanásia”)
Doutrina
Espírita
Morte x
Desencarnação
“(...) A alma se desprende
gradualmente (do corpo) e não
escapa como um pássaro cativo
subitamente libertado.”
(“O Livro dos Espíritos”, questão 155 “a”)
“No momento da morte, tudo, a princípio, é
confuso; a alma necessita de algum tempo pra se
reconhecer; sente-se como atordoada, no mesmo
estado de um homem que saísse de um sono
profundo e procurasse compreender a sua
situação.(...)”
(“O Livro dos Espíritos”, questão nº 165”)
O TEMOR DA MORTE
“O homem moral, que se elevou acima das
necessidades artificiais criadas pelas paixões, tem,
desde este mundo, prazeres desconhecidos do homem
material. A moderação dos seus desejos dá ao seu
Espírito calma e serenidade. Feliz com o bem que se
fez, não há para ele decepções e as contrariedades
deslizam por sua alma sem lhe deixarem marcas
dolorosas.”
(“O Livro dos Espíritos”, questão nº 941 )
Descrença na Vida Futura
Distorções e Ritualísticas do
Morrer
A Cadaverização do Ser
(PERISPÍRITO)
O Instinto de Conservação
(“O Céu e o Inferno” – Iª parte – Cap. II)
PROVAS DA SOBREVIVÊNCIA DO SER
“Estudamos vinte mil casos de pessoas ao redor
do mundo que, depois de terem sido declaradas
clinicamente mortas, voltaram a viver. (...)
Morrer, assim como nascer, é um processo normal
pelo qual todos os seres humanos terão de passar
um dia.”
(ROSS, Elizabeth K. in “A Morte: Um amanhecer”)
“Uma das razões pelas quais a morte é tão
agonizante para muitas pessoas é que morrer
aciona um repasse de mortes passadas. O
paciente é sobrecarregado com a confusão, da
dor, o medo e a incerteza das muitas
experiências que passou em mortes anteriores.”
(NETHERTON, Morris in “Vida Passada – uma abordagem psicoterápica”)
“A Transcomunicação Instrumental
se tornará tão natural, qual ocorre
com os fenômenos da mediunidade,
que será totalmente inexequível
negar-lhe a legitimidade dos fatos
comprovados.”
Espírito Viana de Carvalho
(FRANCO, Divaldo P. in “Atualidade do Pensamento Espírita”)
EDUCAÇÃO PARA A MORTE
“E um processo educacional que tende a
ajustar os educandos à realidade da
Vida, que não consiste apenas no viver,
mas também no existir e no
transcender.”
(PIRES, J. Herculano in “Educação para a Morte”)
“De preferência a viver os cem anos da
vida de um homem que não tem a
percepção do estado em que a morte não
existe, o melhor é viver a curta vida de um
único dia daquele que já sabe disso.”
(HEAD, J & CRANSTO S.L. in “O Livro da Reencarnação”)
“Se você já possui o tesouro de
uma fé religiosa, viva de acordo
com os preceitos que abraça.
(...).”
(XAVIER, F. Cândido in “Cartas e Crônicas”)

EDUCAÇÃO PARA A MORTE

  • 1.
  • 2.
    “Estou aqui hojee sempre Pois minha irmã é a vida E a dançar em vossa roda É ela quem me convida.” (Manifesto Tânatos) VIDA E MORTE
  • 3.
    “A morte é,simplesmente, um segundo nascimento; deixamos o mundo pela mesma razão por que nele entramos, segundo a ordem da mesma lei.” (DENIS, Léon, in “O Grande Enigma”))
  • 4.
    EDUCAÇÃO - Conceito “Aeducação é uma resposta da finitude da infinitude.(...).” (FREIRE, Paulo in “ Educação e Mudança”)
  • 5.
    “As religiões podiamter prestado um grande serviço se houvessem colocado o problema da morte em termos de naturalidade.” (PIRES, J. Herculano in “Educação para a Morte”)
  • 6.
    “A educação, baseadanuma concepção exata da vida, transformaria a face do mundo. Suponhamos cada família iniciada nas crenças espiritualistas sancionada pelos fatos e incutindo-as aos filhos, ao mesmo tempo que a escola laica lhes ensinasse os princípios da Ciência e as maravilhas do Universo: uma rápida transformação social operar-se-ia então sob a força dessa dupla corrente.” (DENIS, Léon in “Depois da Morte”)
  • 7.
    “(...) uma sociedadeque contribui para um medo sempre crescente da destruição quer física quer psicológica e que, portanto, contribui para o medo sempre crescente da morte é uma sociedade que, (...) oferece ao homem uma única forma de defesa para lidar com seu medo da morte: a sedução para o irracional, o apelo à violência.” (TORRES, Wilma C. in “Morte e Suicídio – uma abordagem multidisciplinar”)
  • 8.
    A CRIANÇA EA MORTE “Só mais recentemente psicólogos da linha clínica e sociocomportamental, vem enfatizando a importância do significado da morte no desenvolvimento cognitivo, afetivo e social da criança, chamando atenção para o fato de que silenciar sobre o tema da morte diante da criança em vez de ajudar prejudica seu crescimento.” (TORRES, Wilma C. in “Morte e Suicídio – uma abordagem multidisciplinar”)
  • 9.
  • 10.
    “(...) E sesomos Severinos iguais em tudo na vida, morremos de morte igual, mesma morte severina: que é a morte de que se morre de velhice antes dos trinta, de emboscada antes dos vinte, de fome um pouco por dia (...).” (NETO, João C. de M. in “Morte e Vida Severina”)
  • 11.
    CONCEITO DE MORTE “Nossosancestrais pensavam na morte e em sua própria natureza íntima como literalmente unidos na mesma respiração. A “alma” ou “espírito” era o que partia da residência corpórea, temporariamente (como nos espirros e sonhos) ou permanentemente (como na morte)”. (KASTENBAUM, R. & AISENBERG, R. in “Psicologia da Morte”)
  • 12.
    “... pois a filosofianão é o estudo da morte?
  • 13.
    Ciência Acadêmica Morte Encefálica “(...) é ocritério maior para a caracterização e constatação da morte do indivíduo, pois nessas condições o cérebro não mais coordena nem comanda as funções elementares da vida orgânica.” (CAJAZEIRAS, F. in “Eutanásia”)
  • 14.
    Doutrina Espírita Morte x Desencarnação “(...) Aalma se desprende gradualmente (do corpo) e não escapa como um pássaro cativo subitamente libertado.” (“O Livro dos Espíritos”, questão 155 “a”)
  • 15.
    “No momento damorte, tudo, a princípio, é confuso; a alma necessita de algum tempo pra se reconhecer; sente-se como atordoada, no mesmo estado de um homem que saísse de um sono profundo e procurasse compreender a sua situação.(...)” (“O Livro dos Espíritos”, questão nº 165”)
  • 16.
    O TEMOR DAMORTE “O homem moral, que se elevou acima das necessidades artificiais criadas pelas paixões, tem, desde este mundo, prazeres desconhecidos do homem material. A moderação dos seus desejos dá ao seu Espírito calma e serenidade. Feliz com o bem que se fez, não há para ele decepções e as contrariedades deslizam por sua alma sem lhe deixarem marcas dolorosas.” (“O Livro dos Espíritos”, questão nº 941 )
  • 17.
    Descrença na VidaFutura Distorções e Ritualísticas do Morrer A Cadaverização do Ser (PERISPÍRITO) O Instinto de Conservação (“O Céu e o Inferno” – Iª parte – Cap. II)
  • 18.
    PROVAS DA SOBREVIVÊNCIADO SER “Estudamos vinte mil casos de pessoas ao redor do mundo que, depois de terem sido declaradas clinicamente mortas, voltaram a viver. (...) Morrer, assim como nascer, é um processo normal pelo qual todos os seres humanos terão de passar um dia.” (ROSS, Elizabeth K. in “A Morte: Um amanhecer”)
  • 19.
    “Uma das razõespelas quais a morte é tão agonizante para muitas pessoas é que morrer aciona um repasse de mortes passadas. O paciente é sobrecarregado com a confusão, da dor, o medo e a incerteza das muitas experiências que passou em mortes anteriores.” (NETHERTON, Morris in “Vida Passada – uma abordagem psicoterápica”)
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    “A Transcomunicação Instrumental setornará tão natural, qual ocorre com os fenômenos da mediunidade, que será totalmente inexequível negar-lhe a legitimidade dos fatos comprovados.” Espírito Viana de Carvalho (FRANCO, Divaldo P. in “Atualidade do Pensamento Espírita”)
  • 21.
    EDUCAÇÃO PARA AMORTE “E um processo educacional que tende a ajustar os educandos à realidade da Vida, que não consiste apenas no viver, mas também no existir e no transcender.” (PIRES, J. Herculano in “Educação para a Morte”)
  • 22.
    “De preferência aviver os cem anos da vida de um homem que não tem a percepção do estado em que a morte não existe, o melhor é viver a curta vida de um único dia daquele que já sabe disso.” (HEAD, J & CRANSTO S.L. in “O Livro da Reencarnação”)
  • 23.
    “Se você jápossui o tesouro de uma fé religiosa, viva de acordo com os preceitos que abraça. (...).” (XAVIER, F. Cândido in “Cartas e Crônicas”)