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ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA
ESPÍRITA – ESDE –PROGRAMA FUNDAMENTAL 2 -
TOMO II
MÓDULO XIV – LEI DE DESTRUIÇÃO E LEI DE
CONSERVAÇÃOROTEIRO 5 – VALORIZAÇÃO E
CONSERVAÇÃO DA VIDA SUBSÍDIOS
VALORIZAÇÃO DA VIDA
Allan Kardecem O livrodosespíritos, livro fundamental da Codificação Espírita, pergunta aos
Espíritos Superiores sobre o primeiro de todos os direitos naturais do ser humano, obtendo a
resposta seguinte:“O de viver.Por isso é que ninguém tem o direito de atentar contra a vida de seu
semelhante nem de fazer o que quer que possa comprometer-lhe a existência corporal”.265
Essa indagação leva a outra, contida na mesma obra. Kardec pede esclarecimentos aos Espíritos
instrutores sobre a questão do assassínio, perguntando seeste é considerado crime aosolhos de
Deus. Aresposta vem incisiva: “Grande crime, pois aquele que tira a vida ao seu semelhante
corta o fio de uma existência de expiação ou de missão. Aí é que está o mal”.266
Essa resposta dos Espíritos apresenta um foco singular, somente compreensível à luz dos
ensinos espíritas. Com efeito, o mal em se tirar a vida do semelhante está na perda de sua
oportunidade existencial, uma vez que a vida, propriamente considerada, não se lhe poderia
retirar, por ser imperecível.
Dessa forma, sua existência física deve ser preservada para que se cumpra seu plano de
reencarnação. Se, em virtude de nosso livre-arbítrio, lhe impusermos tal perda, ou mesmo se
comprometermos essa existência de algum modo, estaremos infringindo a Lei Divina,
submetendo-nos ao princípio da Lei de Causa e Efeito, com as consequências inevitáveis do
nosso ato.
A mesma lógica transparece quando se trata da própria existência. Tudo aquilo que
fizermos apressando o fim de nossa reencarnação será considerado, igualmente, uma
transgressão à Lei Divina.
Assim é que o homem não possui o direito de dispor de sua vida. Somente a Deus cabe esse
direito. O suicídio é uma transgressão da Lei Natural.267
Osuicídio,porém,nãoocorreexclusivamente porato voluntário;pode ser fruto de descuidos
continuados em relação a nossa integridade física. É o que os Espíritos Superiores chamam de
suicídio moral, Kardec indaga:
Comete suicídio o homem que perece vítima de paixões que ele sabia lhe haviam de
apressaro fim, poréma quejánão podia resistir,por havê-las ohábito mudado em
verdadeiras necessidades físicas?
“É um suicídio moral. Não percebeis que, nesse caso, o homem é duplamente culpado?
Há nele entãofalta de coragem, e bestialidade, acrescidas do esquecimento de Deus”.268
A propósito do suicídio moral, extraímos do livro Nosso laralgumas explicações do ministro
Clarêncio, dadas a André Luiz, a respeito do comportamento suicida deste último:
– Vejamos a zona intestinal – disse. – A oclusão derivava de elementos cancerosos, e
estes, por sua vez,de algumas leviandades do meu estimado irmão, no campo da sífilis.
A moléstia talvez não assumisse características tão graves se o seu procedimento
mental no planeta estivesse enquadrado nos princípios da fraternidade e da temperança.
Entretanto, seu modo especial de conviver, muita vez exasperado e sombrio, captava
destruidoras vibrações naqueles que o ouviam. Nunca imaginou que a cólera fosse
manancial de forças negativas para nós mesmos? A ausência do autodomínio, a
inadvertência no trato com os semelhantes, aos quais muitas vezes ofendeu sem refletir,
conduziam-no frequentemente à esfera dos seres doentes e inferiores. Tal situação
agravou de muito o seu estado físico. [...]
– Já observou, meua migo, que seu fígado foi maltratado pelas sua própria
ação; que seus rins foram esquecidos,com terrível menosprezo às dádivas
sagradas?
[...]
– Os órgãos do corpo somático possuem incalculáveis reservas, segundoosde- sígnios do
Senhor. O meu amigo, no entanto, iludiu excelentes oportunidades, desperdiçando
patrimônios preciosos da experiência física. [...] Todo o aparelho gástrico foi destruído à
custa de excessos de alimentação e bebidas alcoólicas,aparentemente sem importância.
Devorou-lhe a sífilis energias essenciais. Como vê, o suicídio é incontestável.269
Os cuidados com a existência física emergem, de igual modo, da orien- tação dos instrutores
espirituais acerca da pena de morte. Dizem esses que tal penalidade desaparecerá da legislação de
todos os povos e que sua supressão assinalará um avanço para a Humanidade.270 E acrescentam:
“Há outros meios de ele [o ser humano] se preservar do perigo, que não matando. Ademais, é
preciso abrir e não fechar ao criminoso a porta do arrependimento”.271
O mesmo sentido de preservação da existência, para que o ser humano consiga realizar sua
programação de ascensão espiritual, se evidencia pela forma como a Espiritualidade Superior
toca a questão do aborto.
Kardec pergunta:
Constitui crime a provocação do aborto, em qualquer período da gestação?
“Há crime sempre que transgredis a Lei de Deus. Uma mãe, ou quem quer que seja,
cometerá crime sempre que tirar a vida a uma criança antes do seu nascimento, por isso
que impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que se
estavaf ormando”.272
Dentre os casos de atentados contra a Lei de Conservação, um deles, entretanto, pode
apresentar-se com feição amorável. Referimo-nos à tentativa de abreviar a existência física de
alguém, quando essa existência atinge um estágio desesperador, sem que haja qualquer
esperança de recuperação.
Um homem está agonizante, presa de cruéis sofrimentos. Sabe-se que seu estado é
desesperador. Será lícito pouparem-se lhe alguns instantes de angústias, apressando-se
lhe o fim? Quem vos daria o direito de prejulgar os desígnios de Deus? Não pode Ele
conduzir o homem até à bordado fosso, para daí o retirar, a fim de fazê-lo voltar a si e
alimentar ideias diversas das que tinha? Ainda que haja chegado ao último extremo um
moribundo, ninguém pode afirmar com segurançaque lhe haja soado ahora derradeira. A
Ciência não se terá enganado nunca em suas previsões?
Sei bem haver casos que se pode, com razão, considerar desesperadores; mas, se não há
nenhuma esperançafundada de um regresso definitivo à vida e à saúde, existe
apossibilidade, atestada por inúmeros exemplos,de o doente, no momento mesmo de
exalar o último suspiro, reanimar-se e recobrar por alguns instantes as faculdades! Pois
bem: essa hora de graça, que lhe é concedida, pode ser-lhe de grande importância.
Desconheceis as reflexões que seu Espírito poderá fazer nas convulsões da agonia e
quantos tormentos lhe pode poupar um relâmpago de arrependimento.
O materialista, que apenas vê o corpo e em nenhuma conta tem a alma, é inapto a
compreender essas coisas;o espírita, porém, que já sabe o que se passa no Além-Túmulo,
conhece o valor de um último pensamento.
Minorai os derradeiros sofrimentos, quanto puderdes; mas, guardai-vos de abreviar a vida,
ainda que de umminuto, porque esse minuto pode evitar muitas lágrimas no futuro. – São LUÍS
(Paris, 1860).273
O estudo dessas questões, à luz dos ensinamentos espíritas, ajuda-nos a compreender a real
dimensão da vida na Terra, levando-nos a valorizá-la, por necessidade evolutiva. Com efeito, a
existência física é uma Bênção Divina, oportunidade única de expiação e resgate, de provas e
missões, tudo isso convergindo para o destino que nos foi traçado pelo Criador: a perfeição
espiritual.
OS RECURSOS DO ESPIRITISMO
O Espiritismo, a par dos esclarecimentos que levam à valorização da vida, acima vistos,
oferece-nos recursos valiosos para sua sustentação em face das provações. Esses recursos
revelam-se sob a forma de ensinamentos, que nos auxiliam a adquirir uma fé fundamentada no
raciocínio e na lógica. Despertando-nos para a compreensão da Justiça Divina, sensibilizando-nos
para que sejamos gratos a Deus, pelo benefício da vida e pela faculdade de amar, ele, o
Espiritismo, nos habilita ao enfrentamento de todas as dores ou desafios, ainda que se nos
apresentem superlativos ou arrasadores ante a vontade enfraquecida. Passamos, assim, a adquirir
a precisa coragem de não desistir diante do obstáculo, mas a prosseguir um pouco mais,
confiantes na Providência Divina, a qual jamais deixa de socorrer o peregrino de boa vontade.
A título de ilustração, vejam-se duas passagens de O evangelho segundo o espiritismo, de grande
alento para todo aquele que se sente enfraquecido diantedos grandes dissabores da existência. São
pontos específicos de contribuição da Doutrina Espírita para a sustentação da vida, pelo
fortalecimento da vontade e pela manutenção dafé.
Mensagens de sustentação da vida
» O suicídio e a loucura
14. A calma e a resignação hauridas da maneira de considerar a vida terrestre e da
confiança no futuro dão ao espírito uma serenidade que é o melhor preservativo contra
a loucura e o suicídio. Com efeito, écerto que a maioria dos casos de loucura se deve à
comoção produzida pelas vicissitudes que o homem não tem a coragem de suportar. Ora,
se encarando as coisas deste mundo da maneira por que o Espiritismo faz que ele as
considere, o homem recebe com indiferença, mesmo com alegria, os reveses e as
decepções que o houveram desesperado noutras circunstâncias, evidente se torna que essa
força, que o coloca acima dos acontecimentos, lhe preserva de abalo a razão, os quais,
se não fora isso, a conturbariam.
15. O mesmo ocorre com o suicídio. Postos de lado os que se dão em estado de
embriaguez e deloucura, aos quais se pode chamar de inconscientes, é incontestável que
teme-le sempre por causa um descontentamento, quaisquer que sejam os motivos
particulares que se lhe a pontem. Ora, aquele que está certo de que só édesventurado
por um dia e que melhores serão os dias que hão de vir, enche-se facilmente de
paciência. Só se desespera quando nenhum termo divisa paraos seus sofrimentos. E que é
a vida humana, com relação à eternidade, senãobem menos de um dia? Mas para o
que não crên a eternidade e julga que com avida tudo se acaba, se os infortúnios e as
aflições o acabrunham, unicamente na morte vê uma solução para as suas amarguras.
Nada esperando, acha natural, muito lógico mesmo, abreviar pelo suicídio, as suas
misérias.
16. A incredulidade, a simples dúvida sobre o futuro, as ideias materialistas, numa
palavra,são os maiores incitantes ao suicídio; ocasionam a covardia moral. Quando
homens de ciência, apoiados na autoridade do seu saber, se esforçam por provar aos que
os ouvem ou leem que estes nada têm a esperar depois da morte, não estão de fato
levando-os a deduzir que, se são desgraçados, coisa melhor nãolhes resta senão
sematarem?
Que lhes poderiam dizer para desviá-los dessa consequência? Que compensação lhes podem
oferecer? Que esperança lhes podem dar? Nenhuma, a não ser o nada. Daí se deve concluir que, se
o nada é oúnico remédio heroico, a única perspectiva, mais vale buscá-lo imediatamente e não
mais tarde, para sofrer por menos tempo.
A propagação das ideias materialistas é, pois, o veneno que inocula a ideia do suicídio
na maioria dos quese suicidam, e os que se constituem apóstolos de semelhantes
doutrinas assumem tremenda responsabilidade. Como Espiritismo, tornada impossível a
dúvida, muda o aspecto da vida. O crente sabe quea existência se propaga indefinidamente
para lá do túmulo, mas em condições muito diversas; donde a paciência e a resignação
que o afastam muito naturalmente de pensar no suicídio; donde, em suma, acoragem
moral.
17.
O Espiritismo ainda produz, sob esse aspecto, outro resultado igualmente positivo
e talvez mais decisivo. Apresenta-nososprópriossuicidasainformar-nos da situação
desgraçada em que se encontram e a provar que ninguém viola impune mente a Lei de
Deus,que proíbe ao homem encurtar a sua vida. Entre os suicidas, alguns há cujos
sofrimentos, nem por serem temporários e não eternos, não são menos terríveis e de
natureza a fazer refletir os que porventura pensam em daqui sair, antes que Deus o haja
ordenado. O espírita tem, assim, vários motivos a contrapor à ideiado suicídio: a certeza
de uma vida futura, em que, sabe-oele, será tanto mais ditoso,quanto mais inditoso e
resignado haja sido na Terra; a certeza de que, abreviando seus dias, chega, precisamente, a
resultado oposto ao que esperava; que se liberta de um mal, para incorrer num mal pior,
mais longo e mais terrível;que se engana, imaginando que, com o matar-se, vai mais
depressa para o céu; que o suicídio é um obstáculo a que no outro mundo ele se reúna
aos que foram objeto de suas afeições e aos quais esperavaencontrar;
dondeaconsequênciadequeosuicídio, só lhetrazendodecepções, écontrário
aosseuspróprios interesses. Por isso mesmo, considerável já é o número dos que têm sido,
pelo Espiritismo, obstados de suicidar-se, podendo daí concluir-se que, quando todos os
homens forem espíritas [isto é, aceitarem asideias espíritas], deixará de haver suicídios
conscientes [...].274
» A melancolia
25. Sabeis porque,àsvezes,uma vaga tristeza se apodera dos vossos corações e vos leva a
considerar amarga a vida? É quevosso Espírito, aspirando à felicidade e à liberdade ,se
esgota, sujungido ao corpo que lhe serve de prisão, em vão esforços para sair dele.
Reconhecendo inúteis esses esforços, cai no desânimo e, como ocorpo lhe sofre a
influência, toma-vos a lassidão, o abatimento, uma espécie de apatia, e vos julgais
infelizes.
Crede-me, resisti com energia a essas impressões que vos enfraquecem a vontade. São
inatas no espírito detodos os homens as aspirações por uma vida melhor; mas, não a
busqueis neste mundo e, agora, quando Deus vos envia os Espíritos que lhe pertencem,
para vos instruírem acerca da felicidade que Ele vos reser- va, aguardai pacientemente o
anjo da libertação, para vos ajudar a romper os liames que vos mantêm cativo o Espírito.
Lembrai-vos de que, durante o vosso degredo na Terra, tendes de desempenhar uma
missão de que não suspeitais, quer dedicando-vos à vossa família, quer cumprindo as diversas
obrigações que Deus vos confiou. Se, no curso desse degredo–provação, exonerando-vos dos
vossos encargos, sobre vós desabarem os cuidados, as inquietações e tribulações, sede fortes e
corajosos para os suportar. Afrontai-os resolutos. Duram pouco e vos conduzirão à
companhia dos amigos por quem chorais e que, jubilosos por ver-vos de novo entreeles, vos
estenderão os braços, a fim de guiar-vos a uma região inacessível às aflições da Terra. –
FRANÇoIS DE GENÈVE (Bordeaux).275
Instruções dos Espíritos – Advento do Espírito de Verdade chamastes.” – O EspÍRITo DE
VERDADE (Bordeaux, 1861).
7. Deusconsolaoshumildesedáforçaaosaflitosquelhapedem. Seupodercobre a Terra e,
por toda a parte,junto de cada lágrima colocou Ele um bálsamo que consola. A
abnegação e o devotamento são uma prece contínua e encerram um ensinamento profundo.
[...] Possam todos os Espíritos sofredores compreender essa verdade,
emvezdeclamaremcontrasuasdores, contraossofrimentosmoraisque
nestemundovoscabemem partilha. Tomai, pois, pordivisa estasduaspalavras:
devotamento e abnegação, esereisfortes, porqueelasresumemtodososdeveres que a
caridade e a humildade vos impõe. O sentimento do dever cumprido vosdará repouso
ao espírito e resignação. O coração bate então melhor, a alma se asserenaeocorposeforra
aosdesfalecimentos,porissoqueocorpotantomenos forte se sente, quanto mais
profundamente golpeado éo espírito. – O EspÍRITo DE VERDADE (Havre, 1863).276
Como se vê, os ensinos do Espiritismo possuem fortes argumentos em prol da valorização e
sustentação da vida, em quaisquer circunstâncias, ainda que ideias, inspiradas pelas doutrinas
materialistas e por nossa própria fraqueza se apresentem, insidiosas, conduzindo-nos ao
desrespeito pela existência física. E isso porque somente a Doutrina Espírita tem o preciso
embasamento filosófico e científico para explicar a razão da vida e inspi- rar-nos a necessária
coragem à frente doinfortúnio.

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ESDE II - MÓD. XIV - ROT. 5 - VALORIZAÇÃO E CONSERVAÇÃO DA VIDA-1.pdf

  • 1. ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA – ESDE –PROGRAMA FUNDAMENTAL 2 - TOMO II MÓDULO XIV – LEI DE DESTRUIÇÃO E LEI DE CONSERVAÇÃOROTEIRO 5 – VALORIZAÇÃO E CONSERVAÇÃO DA VIDA SUBSÍDIOS VALORIZAÇÃO DA VIDA Allan Kardecem O livrodosespíritos, livro fundamental da Codificação Espírita, pergunta aos Espíritos Superiores sobre o primeiro de todos os direitos naturais do ser humano, obtendo a resposta seguinte:“O de viver.Por isso é que ninguém tem o direito de atentar contra a vida de seu semelhante nem de fazer o que quer que possa comprometer-lhe a existência corporal”.265 Essa indagação leva a outra, contida na mesma obra. Kardec pede esclarecimentos aos Espíritos instrutores sobre a questão do assassínio, perguntando seeste é considerado crime aosolhos de Deus. Aresposta vem incisiva: “Grande crime, pois aquele que tira a vida ao seu semelhante corta o fio de uma existência de expiação ou de missão. Aí é que está o mal”.266 Essa resposta dos Espíritos apresenta um foco singular, somente compreensível à luz dos ensinos espíritas. Com efeito, o mal em se tirar a vida do semelhante está na perda de sua oportunidade existencial, uma vez que a vida, propriamente considerada, não se lhe poderia retirar, por ser imperecível. Dessa forma, sua existência física deve ser preservada para que se cumpra seu plano de reencarnação. Se, em virtude de nosso livre-arbítrio, lhe impusermos tal perda, ou mesmo se comprometermos essa existência de algum modo, estaremos infringindo a Lei Divina, submetendo-nos ao princípio da Lei de Causa e Efeito, com as consequências inevitáveis do nosso ato. A mesma lógica transparece quando se trata da própria existência. Tudo aquilo que fizermos apressando o fim de nossa reencarnação será considerado, igualmente, uma transgressão à Lei Divina. Assim é que o homem não possui o direito de dispor de sua vida. Somente a Deus cabe esse direito. O suicídio é uma transgressão da Lei Natural.267 Osuicídio,porém,nãoocorreexclusivamente porato voluntário;pode ser fruto de descuidos continuados em relação a nossa integridade física. É o que os Espíritos Superiores chamam de suicídio moral, Kardec indaga:
  • 2. Comete suicídio o homem que perece vítima de paixões que ele sabia lhe haviam de apressaro fim, poréma quejánão podia resistir,por havê-las ohábito mudado em verdadeiras necessidades físicas? “É um suicídio moral. Não percebeis que, nesse caso, o homem é duplamente culpado? Há nele entãofalta de coragem, e bestialidade, acrescidas do esquecimento de Deus”.268 A propósito do suicídio moral, extraímos do livro Nosso laralgumas explicações do ministro Clarêncio, dadas a André Luiz, a respeito do comportamento suicida deste último: – Vejamos a zona intestinal – disse. – A oclusão derivava de elementos cancerosos, e estes, por sua vez,de algumas leviandades do meu estimado irmão, no campo da sífilis. A moléstia talvez não assumisse características tão graves se o seu procedimento mental no planeta estivesse enquadrado nos princípios da fraternidade e da temperança. Entretanto, seu modo especial de conviver, muita vez exasperado e sombrio, captava destruidoras vibrações naqueles que o ouviam. Nunca imaginou que a cólera fosse manancial de forças negativas para nós mesmos? A ausência do autodomínio, a inadvertência no trato com os semelhantes, aos quais muitas vezes ofendeu sem refletir, conduziam-no frequentemente à esfera dos seres doentes e inferiores. Tal situação agravou de muito o seu estado físico. [...] – Já observou, meua migo, que seu fígado foi maltratado pelas sua própria ação; que seus rins foram esquecidos,com terrível menosprezo às dádivas sagradas? [...] – Os órgãos do corpo somático possuem incalculáveis reservas, segundoosde- sígnios do Senhor. O meu amigo, no entanto, iludiu excelentes oportunidades, desperdiçando patrimônios preciosos da experiência física. [...] Todo o aparelho gástrico foi destruído à custa de excessos de alimentação e bebidas alcoólicas,aparentemente sem importância. Devorou-lhe a sífilis energias essenciais. Como vê, o suicídio é incontestável.269 Os cuidados com a existência física emergem, de igual modo, da orien- tação dos instrutores espirituais acerca da pena de morte. Dizem esses que tal penalidade desaparecerá da legislação de todos os povos e que sua supressão assinalará um avanço para a Humanidade.270 E acrescentam: “Há outros meios de ele [o ser humano] se preservar do perigo, que não matando. Ademais, é preciso abrir e não fechar ao criminoso a porta do arrependimento”.271 O mesmo sentido de preservação da existência, para que o ser humano consiga realizar sua programação de ascensão espiritual, se evidencia pela forma como a Espiritualidade Superior
  • 3. toca a questão do aborto. Kardec pergunta: Constitui crime a provocação do aborto, em qualquer período da gestação? “Há crime sempre que transgredis a Lei de Deus. Uma mãe, ou quem quer que seja, cometerá crime sempre que tirar a vida a uma criança antes do seu nascimento, por isso que impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que se estavaf ormando”.272 Dentre os casos de atentados contra a Lei de Conservação, um deles, entretanto, pode apresentar-se com feição amorável. Referimo-nos à tentativa de abreviar a existência física de alguém, quando essa existência atinge um estágio desesperador, sem que haja qualquer esperança de recuperação. Um homem está agonizante, presa de cruéis sofrimentos. Sabe-se que seu estado é desesperador. Será lícito pouparem-se lhe alguns instantes de angústias, apressando-se lhe o fim? Quem vos daria o direito de prejulgar os desígnios de Deus? Não pode Ele conduzir o homem até à bordado fosso, para daí o retirar, a fim de fazê-lo voltar a si e alimentar ideias diversas das que tinha? Ainda que haja chegado ao último extremo um moribundo, ninguém pode afirmar com segurançaque lhe haja soado ahora derradeira. A Ciência não se terá enganado nunca em suas previsões? Sei bem haver casos que se pode, com razão, considerar desesperadores; mas, se não há nenhuma esperançafundada de um regresso definitivo à vida e à saúde, existe apossibilidade, atestada por inúmeros exemplos,de o doente, no momento mesmo de exalar o último suspiro, reanimar-se e recobrar por alguns instantes as faculdades! Pois bem: essa hora de graça, que lhe é concedida, pode ser-lhe de grande importância. Desconheceis as reflexões que seu Espírito poderá fazer nas convulsões da agonia e quantos tormentos lhe pode poupar um relâmpago de arrependimento. O materialista, que apenas vê o corpo e em nenhuma conta tem a alma, é inapto a compreender essas coisas;o espírita, porém, que já sabe o que se passa no Além-Túmulo, conhece o valor de um último pensamento. Minorai os derradeiros sofrimentos, quanto puderdes; mas, guardai-vos de abreviar a vida, ainda que de umminuto, porque esse minuto pode evitar muitas lágrimas no futuro. – São LUÍS (Paris, 1860).273 O estudo dessas questões, à luz dos ensinamentos espíritas, ajuda-nos a compreender a real dimensão da vida na Terra, levando-nos a valorizá-la, por necessidade evolutiva. Com efeito, a
  • 4. existência física é uma Bênção Divina, oportunidade única de expiação e resgate, de provas e missões, tudo isso convergindo para o destino que nos foi traçado pelo Criador: a perfeição espiritual. OS RECURSOS DO ESPIRITISMO O Espiritismo, a par dos esclarecimentos que levam à valorização da vida, acima vistos, oferece-nos recursos valiosos para sua sustentação em face das provações. Esses recursos revelam-se sob a forma de ensinamentos, que nos auxiliam a adquirir uma fé fundamentada no raciocínio e na lógica. Despertando-nos para a compreensão da Justiça Divina, sensibilizando-nos para que sejamos gratos a Deus, pelo benefício da vida e pela faculdade de amar, ele, o Espiritismo, nos habilita ao enfrentamento de todas as dores ou desafios, ainda que se nos apresentem superlativos ou arrasadores ante a vontade enfraquecida. Passamos, assim, a adquirir a precisa coragem de não desistir diante do obstáculo, mas a prosseguir um pouco mais, confiantes na Providência Divina, a qual jamais deixa de socorrer o peregrino de boa vontade. A título de ilustração, vejam-se duas passagens de O evangelho segundo o espiritismo, de grande alento para todo aquele que se sente enfraquecido diantedos grandes dissabores da existência. São pontos específicos de contribuição da Doutrina Espírita para a sustentação da vida, pelo fortalecimento da vontade e pela manutenção dafé. Mensagens de sustentação da vida » O suicídio e a loucura 14. A calma e a resignação hauridas da maneira de considerar a vida terrestre e da confiança no futuro dão ao espírito uma serenidade que é o melhor preservativo contra a loucura e o suicídio. Com efeito, écerto que a maioria dos casos de loucura se deve à comoção produzida pelas vicissitudes que o homem não tem a coragem de suportar. Ora, se encarando as coisas deste mundo da maneira por que o Espiritismo faz que ele as considere, o homem recebe com indiferença, mesmo com alegria, os reveses e as decepções que o houveram desesperado noutras circunstâncias, evidente se torna que essa força, que o coloca acima dos acontecimentos, lhe preserva de abalo a razão, os quais, se não fora isso, a conturbariam. 15. O mesmo ocorre com o suicídio. Postos de lado os que se dão em estado de embriaguez e deloucura, aos quais se pode chamar de inconscientes, é incontestável que teme-le sempre por causa um descontentamento, quaisquer que sejam os motivos particulares que se lhe a pontem. Ora, aquele que está certo de que só édesventurado
  • 5. por um dia e que melhores serão os dias que hão de vir, enche-se facilmente de paciência. Só se desespera quando nenhum termo divisa paraos seus sofrimentos. E que é a vida humana, com relação à eternidade, senãobem menos de um dia? Mas para o que não crên a eternidade e julga que com avida tudo se acaba, se os infortúnios e as aflições o acabrunham, unicamente na morte vê uma solução para as suas amarguras. Nada esperando, acha natural, muito lógico mesmo, abreviar pelo suicídio, as suas misérias. 16. A incredulidade, a simples dúvida sobre o futuro, as ideias materialistas, numa palavra,são os maiores incitantes ao suicídio; ocasionam a covardia moral. Quando homens de ciência, apoiados na autoridade do seu saber, se esforçam por provar aos que os ouvem ou leem que estes nada têm a esperar depois da morte, não estão de fato levando-os a deduzir que, se são desgraçados, coisa melhor nãolhes resta senão sematarem? Que lhes poderiam dizer para desviá-los dessa consequência? Que compensação lhes podem oferecer? Que esperança lhes podem dar? Nenhuma, a não ser o nada. Daí se deve concluir que, se o nada é oúnico remédio heroico, a única perspectiva, mais vale buscá-lo imediatamente e não mais tarde, para sofrer por menos tempo. A propagação das ideias materialistas é, pois, o veneno que inocula a ideia do suicídio na maioria dos quese suicidam, e os que se constituem apóstolos de semelhantes doutrinas assumem tremenda responsabilidade. Como Espiritismo, tornada impossível a dúvida, muda o aspecto da vida. O crente sabe quea existência se propaga indefinidamente para lá do túmulo, mas em condições muito diversas; donde a paciência e a resignação que o afastam muito naturalmente de pensar no suicídio; donde, em suma, acoragem moral. 17. O Espiritismo ainda produz, sob esse aspecto, outro resultado igualmente positivo e talvez mais decisivo. Apresenta-nososprópriossuicidasainformar-nos da situação desgraçada em que se encontram e a provar que ninguém viola impune mente a Lei de Deus,que proíbe ao homem encurtar a sua vida. Entre os suicidas, alguns há cujos sofrimentos, nem por serem temporários e não eternos, não são menos terríveis e de natureza a fazer refletir os que porventura pensam em daqui sair, antes que Deus o haja ordenado. O espírita tem, assim, vários motivos a contrapor à ideiado suicídio: a certeza de uma vida futura, em que, sabe-oele, será tanto mais ditoso,quanto mais inditoso e resignado haja sido na Terra; a certeza de que, abreviando seus dias, chega, precisamente, a resultado oposto ao que esperava; que se liberta de um mal, para incorrer num mal pior, mais longo e mais terrível;que se engana, imaginando que, com o matar-se, vai mais
  • 6. depressa para o céu; que o suicídio é um obstáculo a que no outro mundo ele se reúna aos que foram objeto de suas afeições e aos quais esperavaencontrar; dondeaconsequênciadequeosuicídio, só lhetrazendodecepções, écontrário aosseuspróprios interesses. Por isso mesmo, considerável já é o número dos que têm sido, pelo Espiritismo, obstados de suicidar-se, podendo daí concluir-se que, quando todos os homens forem espíritas [isto é, aceitarem asideias espíritas], deixará de haver suicídios conscientes [...].274 » A melancolia 25. Sabeis porque,àsvezes,uma vaga tristeza se apodera dos vossos corações e vos leva a considerar amarga a vida? É quevosso Espírito, aspirando à felicidade e à liberdade ,se esgota, sujungido ao corpo que lhe serve de prisão, em vão esforços para sair dele. Reconhecendo inúteis esses esforços, cai no desânimo e, como ocorpo lhe sofre a influência, toma-vos a lassidão, o abatimento, uma espécie de apatia, e vos julgais infelizes. Crede-me, resisti com energia a essas impressões que vos enfraquecem a vontade. São inatas no espírito detodos os homens as aspirações por uma vida melhor; mas, não a busqueis neste mundo e, agora, quando Deus vos envia os Espíritos que lhe pertencem, para vos instruírem acerca da felicidade que Ele vos reser- va, aguardai pacientemente o anjo da libertação, para vos ajudar a romper os liames que vos mantêm cativo o Espírito. Lembrai-vos de que, durante o vosso degredo na Terra, tendes de desempenhar uma missão de que não suspeitais, quer dedicando-vos à vossa família, quer cumprindo as diversas obrigações que Deus vos confiou. Se, no curso desse degredo–provação, exonerando-vos dos vossos encargos, sobre vós desabarem os cuidados, as inquietações e tribulações, sede fortes e corajosos para os suportar. Afrontai-os resolutos. Duram pouco e vos conduzirão à companhia dos amigos por quem chorais e que, jubilosos por ver-vos de novo entreeles, vos estenderão os braços, a fim de guiar-vos a uma região inacessível às aflições da Terra. – FRANÇoIS DE GENÈVE (Bordeaux).275 Instruções dos Espíritos – Advento do Espírito de Verdade chamastes.” – O EspÍRITo DE VERDADE (Bordeaux, 1861). 7. Deusconsolaoshumildesedáforçaaosaflitosquelhapedem. Seupodercobre a Terra e, por toda a parte,junto de cada lágrima colocou Ele um bálsamo que consola. A abnegação e o devotamento são uma prece contínua e encerram um ensinamento profundo. [...] Possam todos os Espíritos sofredores compreender essa verdade,
  • 7. emvezdeclamaremcontrasuasdores, contraossofrimentosmoraisque nestemundovoscabemem partilha. Tomai, pois, pordivisa estasduaspalavras: devotamento e abnegação, esereisfortes, porqueelasresumemtodososdeveres que a caridade e a humildade vos impõe. O sentimento do dever cumprido vosdará repouso ao espírito e resignação. O coração bate então melhor, a alma se asserenaeocorposeforra aosdesfalecimentos,porissoqueocorpotantomenos forte se sente, quanto mais profundamente golpeado éo espírito. – O EspÍRITo DE VERDADE (Havre, 1863).276 Como se vê, os ensinos do Espiritismo possuem fortes argumentos em prol da valorização e sustentação da vida, em quaisquer circunstâncias, ainda que ideias, inspiradas pelas doutrinas materialistas e por nossa própria fraqueza se apresentem, insidiosas, conduzindo-nos ao desrespeito pela existência física. E isso porque somente a Doutrina Espírita tem o preciso embasamento filosófico e científico para explicar a razão da vida e inspi- rar-nos a necessária coragem à frente doinfortúnio.