SlideShare uma empresa Scribd logo
E ngenharia   d o T rabalho   Leonardo Nogueira
O que é a Engenharia do Trabalho? Abepro – pesquisa realizada no dia 10 de outubro de 2011.      Projeto, aperfeiçoamento, implantação e avaliação de tarefas, sistemas de trabalho, produtos, ambientes e sistemas para fazê-los compatíveis com as necessidades, habilidades e capacidades das pessoas visando a melhor qualidade e produtividade, preservando a saúde e integridade física. Seus conhecimentos são usados na compreensão das interações entre os humanos e outros elementos de um sistema. Pode-se também afirmar que esta área trata da tecnologia da interface máquina - ambiente - homem - organização.
Subáreas Projeto e Organização do Trabalho;  Ergonomia;  Sistemas de Higiene e Segurança do Trabalho; Gestão de Riscos de Acidentes de Trabalho;
Projeto e Organização do Trabalho Qual a origem do Projeto e Organização do Trabalho? “ Segundo Proença (1993), no início do século XX, o engenheiro americano F. W. Taylor, foi um dos primeiros a utilizar um método de organização objetiva do trabalho, conhecido no Brasil, a partir dos anos 30, por Organização Científica do Trabalho (OCT), ou simplesmente Taylorismo.”
Projeto e Organização do Trabalho Projeto do Trabalho De uma forma mais restrita, entendemos como trabalho o conjunto específico de tarefas de cada empregado. Qualquer organização tem, portanto, um conjunto de trabalho espalhados pelas várias unidades funcionais. O projeto de trabalho diz respeito exatamente à especificação dos conteúdos e dos métodos associados a cada um desses trabalho
Projeto e Organização do Trabalho Elementos do projeto do trabalho Fonte: Slack. Nigel. Administração da produção.2ed.São Paulo: Atlas, 2002.
Projeto e Organização do Trabalho Objetivos do projeto do trabalho 1- Qualidade 2- Rapidez 3- Confiabilidade 4- Flexibilidade 5- Custo 6- Saúde e Segurança 7- Qualidade de vida no trabalho
Projeto e Organização do Trabalho Divisão do Trabalho A divisão do trabalho torna-se uma questão no projeto do trabalho logo que a operação atinja porte grande o bastante para necessitar o emprego de mais do que uma pessoa.
Projeto e Organização do Trabalho Vantagens da Divisão do Trabalho Proporciona aprendizado mais rápido; A automação torna-se mais fácil; Trabalho não produtivo reduzido;
Projeto e Organização do Trabalho Desvantagens da Divisão do Trabalho Monotonia; Dano Físico; Baixa Flexibilidade; Baixa Robustez;
Projeto e Organização do Trabalho Análise de métodos de trabalho 1-   Selecionar a operação a ser estudada; 2- Registrar o método atual; 3- Examinar os fatos; 4- Desenvolvimento de um novo método; 5- Implantação do novo método; 6- Acompanhamento do novo método;
Projeto e Organização do Trabalho Organização do Trabalho A organização do trabalho pode ser definida como a "especificação do conteúdo, métodos e inter-relações entre os cargos, de modo a satisfazer os requisitos organizacionais e tecnológicos, assim como os requisitos sociais e individuais do ocupante do cargo" (Davis, apud Bresciani, 1991). Fonte: Fleury Apud Proença (1993).
 
 
 
 
Subáreas Projeto e Organização do Trabalho;  Ergonomia;  Sistemas de Higiene e Segurança do Trabalho; Gestão de Riscos de Acidentes de Trabalho;
Ergonomia O surgimento da Ergonomia Mas, foi na revolução industrial que a ergonomia começou a surgir. Nas grandes guerras ela teve uma importância fundamental no desenvolvimento de armas e equipamentos bélicos que deveriam ser precisos e habilitados a serem usados por soldados de vários países com medidas antropométricas diferentes (altura é um item apenas!).
Ergonomia O que é Ergonomia É uma ciência multidisciplinar que envolve aspectos ligados a anatomia, fisiologia, biomecânica, antropometria, psicologia, engenharia, desenho industrial, informática e administração de maneira a proporcionar ao homem mais conforto, segurança e eficiência em qualquer atividade.
 
 
 
 
SLACK, Nigel. Administração da produção.2ed. São Paulo: Atlas, 2002 .
Ergonomia Projeto ergonômico do local de trabalho Entender como os locais de trabalho afetam o desemprenho, a fadiga, o desgaste e os danos físicos é parte a abordagem ergonômica do projeto do trabalho.
“ O AMBIENTE DE TRABALHO DEVE SE ADEQUAR AO HOMEM E NÃO O HOMEM AO AMBIENTE DE TRABALHO”
Ergonomia Projeto ergonômico do ambiente de trabalho O ambiente imediato na qual o trabalho acontece pode influenciar a forma como ele é executado.
Ergonomia Relação entre Ergonomia e Organização do Trabalho A definição pela ergonomia, de critérios em matéria de organização do trabalho não é assim tão simples: Os critérios exclusivos de eficácia do sistema de produção, colocados pela organização do trabalho, não são aceitáveis em ergonomia, porque certas formas de organização do trabalho, julgadas “eficazes” num determinado momento, se traduzem por efeitos desfavoráveis à saúde do trabalhador; Os critérios de “consenso social” são de extrema fragilidade e não devem ser superestimados.
Subáreas Projeto e Organização do Trabalho;  Ergonomia;  Sistemas de Higiene e Segurança do Trabalho; Gestão de Riscos de Acidentes de Trabalho;
O que é um Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho?  Um Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho - SGSST - baseia-se na gestão da prevenção, e surge como a ferramenta ideal para a implementação de medidas preventivas, dotando as empresas de meios de gestão dos aspectos de segurança e saúde no trabalho de uma forma estruturada. Estudos demonstram que a implementação de SGSST traz melhorias significativas nas condições de trabalho, principalmente quando acompanhada de uma nova cultura que considera a SST um dos fatores essenciais na avaliação global do desempenho da empresa. Material do Prof. Blake Charles Diniz
Conceitos importantes Trabalho “  É toda atividade coordenada de caráter físico e/ou intelectual, necessária à realização de qualquer tarefa, serviço ou empreendimento.” Material do Prof. Blake Charles Diniz
Material cedido pelo Prof. Blake Charles Diniz Conceitos importantes Material do Prof. Blake Charles Diniz
Revolução Industrial (1760/1830)  Improvisação das fábricas  Mão de obra constituída por homens e, principalmente, mulheres e crianças, sem quaisquer restrições quanto ao estado de saúde e desenvolvimento físico, resultaram em problemas de saúde extremamente sérios  Material do Prof. Blake Charles Diniz
Os acidentes de trabalho eram numerosos  Máquinas sem qualquer proteção  As mortes, principalmente de crianças, eram muito freqüentes.  Inexistindo limites de horas de trabalho  Revolução Industrial (1760/1830)  Material do Prof. Blake Charles Diniz
Revolução Industrial (1760/1830)  Material do Prof. Blake Charles Diniz
Pressionado, o Parlamento aprovou, em 1802, a “Lei de Saúde e Moral dos Aprendizes”, que estabeleceu o limite de 12 horas de trabalho por dia, proibiu o trabalho noturno e introduziu medidas de higiene nas fábricas.  Esta lei estabelecia:   Material do Prof. Blake Charles Diniz
Em 1830, preocupado com as péssimas condições de trabalho de seus operários, o proprietário de uma fábrica inglesa procurou Robert Baker, famoso médico inglês, pedindo-lhe conselho sobre a melhor forma de proteger a saúde dos trabalhadores.  Surgia, assim, o primeiro serviço médico industrial em todo mundo. Material do Prof. Blake Charles Diniz
Evolução da Segurança do Trabalho no Brasil Material do Prof. Blake Charles Diniz 1919 promulgação, no Brasil, da Lei de Acidentes do Trabalho; 1930 criação do Ministério do Trabalho (MTb) – denominado, naquela época, de Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio; 1933 criação dos Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPM, IAPC, IAPB, IAPI, IAPTEC); 1943 no dia primeiro de maio, aprovação da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho); 1966 unificação dos Institutos com a criação do INPS; criação da FUNDACENTRO (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho); 1972 implantação do Programa Nacional de Valorização do Trabalhador, pelo governo, período 72/74, com o objetivo de baixar os elevados índices de acidentes do trabalho registrados naquela época; 1978 Normas Regulamentadoras de segurança e saúde do trabalho urbano; 1988 Constituição Federal e Normas Regulamentadoras de segurança e saúde do trabalho rural.
O  engenheiro de segurança do trabalho deve desenvolver a sua competência através das várias possibilidades de ação que a profissão lhe permite, atuando como:  E ngenheiro de organizações,  P rojetista de sistemas produtivos,  P rojetista de produtos de segurança,  I nstrutor, assistente técnico de sindicatos e perito judicial.  E o resultado esperado do seu trabalho é:  Papel do Eng. De Segurança do Trabalho •  Pelo Trabalhador : preservação da sua saúde, boas condições de trabalho, incremento na  sua produtividade e o conseqüente ganho financeiro;  •  Pela Empresa : lucratividade decorrente do controle de perdas;  •  Pela Sociedade e pelo Estado : preservação da saúde dos trabalhadores, e da natureza, bem como a redução dos custos sociais e financeiros decorrentes dos infortúnios laborais.  Material do Prof. Blake Charles Diniz
Agentes Físicos Material do Prof. Blake Charles Diniz Ruído 1 Vibração 2 Frio e Calor 3 Radiações ionizantes e não ionizantes 4
Anexo 1 - NR-15 Material do Prof. Blake Charles Diniz
Material cedido pelo Prof. Blake Charles Diniz
Acidente:  é o evento não planejado e não desejado em que  há perda  de qualquer natureza Perda: Qualquer tipo de dano às pessoas, ao meio ambiente, às instalações ou ao processo de produção Incidente: é o evento não planejado e não desejado em que não há perda de qualquer natureza. O que é acidente? Material do Prof. Blake Charles Diniz
Doenças profissionais são aquelas adquiridas em decorrência do exercício do trabalho em si. Já doenças do trabalho são aquelas decorrentes das condições especiais em que o trabalho é realizado. Ambas são consideradas como acidentes do trabalho, quando delas decorrer a incapacidade para o trabalho. Material do Prof. Blake Charles Diniz
DOENÇAS  DO  TRABALHO Condições  especiais  em  que  é realizado  o trabalho  e  que com ele  se  relacione diretamente. Exemplo:  Surdez,  Varizes. São  as  adquiridas  ou  desencadeadas  em  função  de: Material do Prof. Blake Charles Diniz
DOENÇAS  PROFISSIONAIS São  causadas  por  Agentes: FÍSICOS QUÍMICOS BIOLÓGICOS ERGONÔMICOS específicos  de  determinadas  funções. Exemplo:  Saturnismo,  Silicose,  Asbestose,  Pneumoconiose,  Tenossinovite. (Constam  da  Relação  do  MTb) Material do Prof. Blake Charles Diniz
O ponto de distinção básico é que na doença profissional o fator determinante é a atividade, enquanto na doença do trabalho a relevância está nas condições em que a atividade é exercida.  Doenças profissionais e doenças do trabalho são equiparadas a acidentes de trabalho Material do Prof. Blake Charles Diniz
ACIDENTADO: INCAPACIDADE FISICA DOENÇAS DIVERSAS SOFRIMENTOS BLOQUEIO DA CARREIRA EMPRESA: QUEDA DA PRODUÇÃO ATRASOS NOS COMPROMISSOS ALTO CUSTO GRAU DA QUALIDADE MORAL FAMILIA: DESEMPREGO DESAMPARO DESAJUSTES DIVERSOS SOCIEDADE: REVERSÃO DOS ENCARGOS ATRAVÉS DE IMPOSTOS Material do Prof. Blake Charles Diniz
Os acidentes são  evitáveis? Se  realizarmos um estudo sistemático de um grande número dessas ocorrências nos revelará que a maior parte delas é causada por falhas humanas e de equipamentos, falhas essas que deveriam ser controladas por diretrizes gerenciais, procedimentos e programas de manutenção.  Material do Prof. Blake Charles Diniz
O Brasil perde, por ano, o equivalente a 4% do PIB por causa dos acidentes de trabalho.  Além do incalculável prejuízo social, os acidentes de trabalho são responsáveis também por uma perda econômica anual da ordem de 2,3% do PIB brasileiro, e que pode chegar a 4%, se forem considerados também os acidentes e doenças que atingem trabalhadores do setor informal da economia, do setor público, da área rural e entre os cooperados e autônomos, dados não registrados pelas estatísticas oficiais.   Foram registrados em 2007, em todo o País, 503.890 acidentes de trabalho.  Material do Prof. Blake Charles Diniz
Dados Estatísticos de Acidentes Apesar da diminuição dos índices nos últimos dez anos, os números decorrentes dos acidentes no país ainda representam fatores de instabilidade econômico-social, uma vez que dados do Anuário Estatístico do Trabalho da OIT – Ano 2002 apresentam o Brasil como 4º lugar mundial dentre os países com mais mortes no trabalho, atrás apenas da China, Estados Unidos e Federação Russa. Pesquisa realizada no país pelo economista José Pastore, da USP-SP, contabilizou um desperdício financeiro de R$ 20 bilhões para o país no ano de 2000 com acidentes de trabalho, dos quais R$ 12,5 bilhões representado por custos para as empresas, R$ 5 bilhões foram gastos do Estado e R$ 2,5 bilhões custos para as famílias. Fonte: Anuário Brasileiro de Proteção – Edição 2003 (p.18, 24-25)
Obrigado!
Referências -SLACK, Nigel. Administração da produção.2ed. São Paulo: Atlas, 2002. -MARTINS, Petrônio. Administração da produção. São Paulo: Saraiva, 2005. -Site da ABEPRO,  ( http://www.abepro.org.br/interna.asp?p=399&m=424&ss=1&c=362 ). Acessado em 10/10/2011. -MACHADO, Bartholdo,  http://professorbertholdo.br.tripod.com/bertholdo38.html . Acessado em 10/10/2011. -http://pt.scribd.com/doc/51274331/24/Objetivos-do-projeto-do-trabalho. Acessado em 10/10/2011. -Pesuisa realizada nos sites: (www.shutterstock.com) e (www.eps.ufsc.br/ergon/disciplinas/EPS5225/aula7.htm) em outubro de 2011. Pesquisa realizada no site (http:// www.mundoergonomia.com.br ) em outubro de 2011.  -Pesquisa realizada no site ( http://www.segurancaetrabalho.com.br/download/nocoes-seg-hig.pd ) em outubro de 2011. -Pesquisa realizada no site ( http://www.ergonomianotrabalho.com.br/produtos.html ) em outubro de 2011.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Mapa de riscos
Mapa de riscosMapa de riscos
Mapa de riscos
Aline Arantes
 
Aula 5 - Sistemas de Produção
Aula 5 - Sistemas de ProduçãoAula 5 - Sistemas de Produção
Aula 5 - Sistemas de Produção
Unidade Acedêmica de Engenharia de Produção
 
Higiene e segurança no trabalho
Higiene e segurança no trabalhoHigiene e segurança no trabalho
Higiene e segurança no trabalho
Rita Galrito
 
Administração aplicada em saúde e segurança no trabalho
Administração aplicada em saúde e segurança no trabalhoAdministração aplicada em saúde e segurança no trabalho
Administração aplicada em saúde e segurança no trabalho
R Gómez
 
Aula 26-04-16 - Segurança do Trabalho
Aula   26-04-16 - Segurança do TrabalhoAula   26-04-16 - Segurança do Trabalho
Aula 26-04-16 - Segurança do Trabalho
Silvia Aguiar
 
Segurança do Trabalho e sua história
Segurança do Trabalho e sua históriaSegurança do Trabalho e sua história
Segurança do Trabalho e sua história
Gilsimar Marques Francisco
 
Capacidade de produção
Capacidade de produçãoCapacidade de produção
Capacidade de produção
Mauro Enrique
 
Nr5. 2
Nr5. 2Nr5. 2
Nr5. 2
aildo
 
Aula 1 - Higiene e Segurança do Trabalho
Aula 1 - Higiene e Segurança do TrabalhoAula 1 - Higiene e Segurança do Trabalho
Aula 1 - Higiene e Segurança do Trabalho
Unidade Acedêmica de Engenharia de Produção
 
Organização do trabalho
Organização do trabalhoOrganização do trabalho
Organização do trabalho
Marcelo Vianello
 
Planejamento e Controle da Produção
Planejamento e Controle da Produção Planejamento e Controle da Produção
Planejamento e Controle da Produção
Geovana Pires Lima
 
Segurança, Saúde no Trabalho e Meio Ambiente + PNQC - Slides - Prof. Enon Laé...
Segurança, Saúde no Trabalho e Meio Ambiente + PNQC - Slides - Prof. Enon Laé...Segurança, Saúde no Trabalho e Meio Ambiente + PNQC - Slides - Prof. Enon Laé...
Segurança, Saúde no Trabalho e Meio Ambiente + PNQC - Slides - Prof. Enon Laé...
Sustentare Escola de Negócios
 
Ergonomia
ErgonomiaErgonomia
Ergonomia
Professor Robson
 
Segurança e higiene do trabalho - Aula 1
Segurança e higiene do trabalho - Aula 1Segurança e higiene do trabalho - Aula 1
Segurança e higiene do trabalho - Aula 1
IBEST ESCOLA
 
Higiene e Segurança no Trabalho
Higiene e Segurança no TrabalhoHigiene e Segurança no Trabalho
Higiene e Segurança no Trabalho
Camila Falcão
 
Acidentes do trabalho-1
Acidentes do trabalho-1Acidentes do trabalho-1
Acidentes do trabalho-1
Sandro Neves
 
Aula 3 doenças ocupacionais
Aula 3   doenças ocupacionaisAula 3   doenças ocupacionais
Aula 3 doenças ocupacionais
Daniel Moura
 
Comportamento organizacional stephen p. robbins (livro)
Comportamento organizacional    stephen p. robbins (livro)Comportamento organizacional    stephen p. robbins (livro)
Comportamento organizacional stephen p. robbins (livro)
Nilo Corrêa
 
Nr 3 embargo ou interdição
Nr 3 embargo ou interdiçãoNr 3 embargo ou interdição
Nr 3 embargo ou interdição
Isadora Ribeiro Duarte
 
Nr 7 - pcmso
Nr   7 - pcmsoNr   7 - pcmso
Nr 7 - pcmso
Adriano Schorr
 

Mais procurados (20)

Mapa de riscos
Mapa de riscosMapa de riscos
Mapa de riscos
 
Aula 5 - Sistemas de Produção
Aula 5 - Sistemas de ProduçãoAula 5 - Sistemas de Produção
Aula 5 - Sistemas de Produção
 
Higiene e segurança no trabalho
Higiene e segurança no trabalhoHigiene e segurança no trabalho
Higiene e segurança no trabalho
 
Administração aplicada em saúde e segurança no trabalho
Administração aplicada em saúde e segurança no trabalhoAdministração aplicada em saúde e segurança no trabalho
Administração aplicada em saúde e segurança no trabalho
 
Aula 26-04-16 - Segurança do Trabalho
Aula   26-04-16 - Segurança do TrabalhoAula   26-04-16 - Segurança do Trabalho
Aula 26-04-16 - Segurança do Trabalho
 
Segurança do Trabalho e sua história
Segurança do Trabalho e sua históriaSegurança do Trabalho e sua história
Segurança do Trabalho e sua história
 
Capacidade de produção
Capacidade de produçãoCapacidade de produção
Capacidade de produção
 
Nr5. 2
Nr5. 2Nr5. 2
Nr5. 2
 
Aula 1 - Higiene e Segurança do Trabalho
Aula 1 - Higiene e Segurança do TrabalhoAula 1 - Higiene e Segurança do Trabalho
Aula 1 - Higiene e Segurança do Trabalho
 
Organização do trabalho
Organização do trabalhoOrganização do trabalho
Organização do trabalho
 
Planejamento e Controle da Produção
Planejamento e Controle da Produção Planejamento e Controle da Produção
Planejamento e Controle da Produção
 
Segurança, Saúde no Trabalho e Meio Ambiente + PNQC - Slides - Prof. Enon Laé...
Segurança, Saúde no Trabalho e Meio Ambiente + PNQC - Slides - Prof. Enon Laé...Segurança, Saúde no Trabalho e Meio Ambiente + PNQC - Slides - Prof. Enon Laé...
Segurança, Saúde no Trabalho e Meio Ambiente + PNQC - Slides - Prof. Enon Laé...
 
Ergonomia
ErgonomiaErgonomia
Ergonomia
 
Segurança e higiene do trabalho - Aula 1
Segurança e higiene do trabalho - Aula 1Segurança e higiene do trabalho - Aula 1
Segurança e higiene do trabalho - Aula 1
 
Higiene e Segurança no Trabalho
Higiene e Segurança no TrabalhoHigiene e Segurança no Trabalho
Higiene e Segurança no Trabalho
 
Acidentes do trabalho-1
Acidentes do trabalho-1Acidentes do trabalho-1
Acidentes do trabalho-1
 
Aula 3 doenças ocupacionais
Aula 3   doenças ocupacionaisAula 3   doenças ocupacionais
Aula 3 doenças ocupacionais
 
Comportamento organizacional stephen p. robbins (livro)
Comportamento organizacional    stephen p. robbins (livro)Comportamento organizacional    stephen p. robbins (livro)
Comportamento organizacional stephen p. robbins (livro)
 
Nr 3 embargo ou interdição
Nr 3 embargo ou interdiçãoNr 3 embargo ou interdição
Nr 3 embargo ou interdição
 
Nr 7 - pcmso
Nr   7 - pcmsoNr   7 - pcmso
Nr 7 - pcmso
 

Destaque

Engenharia da Sustentabilidade
Engenharia da SustentabilidadeEngenharia da Sustentabilidade
Engenharia da Sustentabilidade
Adriana Mendes
 
Engenharia Organizacional
Engenharia OrganizacionalEngenharia Organizacional
Engenharia Organizacional
Leonardo Pinto
 
III PROJETO DO TRABALHO - Parte 1
III PROJETO DO TRABALHO - Parte 1III PROJETO DO TRABALHO - Parte 1
III PROJETO DO TRABALHO - Parte 1
Thays J. Perassoli Boiko
 
Engenharia do produto
Engenharia do produtoEngenharia do produto
Engenharia do produto
karentiago
 
Organização da Rotina de Trabalho
Organização da Rotina de TrabalhoOrganização da Rotina de Trabalho
Organização da Rotina de Trabalho
Grupo E. Fabris
 
Planejamento e Organização no Ambiente de Trabalho
Planejamento e Organização no Ambiente de TrabalhoPlanejamento e Organização no Ambiente de Trabalho
Planejamento e Organização no Ambiente de Trabalho
Benjamim Garcia Netto
 
Formas de Organização do Trabalho
Formas de Organização do TrabalhoFormas de Organização do Trabalho
Formas de Organização do Trabalho
Luisa Lamas
 
Organização do trabalho
Organização do trabalhoOrganização do trabalho
Organização do trabalho
José Gomes
 
PROJETO DO TRABALHO - APOSTILA - PARTE III
PROJETO DO TRABALHO - APOSTILA - PARTE IIIPROJETO DO TRABALHO - APOSTILA - PARTE III
PROJETO DO TRABALHO - APOSTILA - PARTE III
Thays J. Perassoli Boiko
 
Trabalho de conclusão do Curso Gestão integrada em QSMS
Trabalho de conclusão do Curso Gestão integrada em QSMSTrabalho de conclusão do Curso Gestão integrada em QSMS
Trabalho de conclusão do Curso Gestão integrada em QSMS
Maryluce Coelho
 
Engenharia da qualidade
Engenharia da qualidadeEngenharia da qualidade
Engenharia da qualidade
Alexandre Oliveira
 
A responsabilidade social na formação de engenheiros
A responsabilidade social na formação de engenheirosA responsabilidade social na formação de engenheiros
A responsabilidade social na formação de engenheiros
Joana Cardozo
 
OrganizaçãO Do Posto De Trabalho
OrganizaçãO Do Posto De TrabalhoOrganizaçãO Do Posto De Trabalho
OrganizaçãO Do Posto De Trabalho
guest8e2d2a
 
Engenharia De MéTodos Conceitos
Engenharia De MéTodos ConceitosEngenharia De MéTodos Conceitos
Engenharia De MéTodos Conceitos
Alexandre Bonifacio Silva
 
Projetos de trabalho
Projetos de trabalhoProjetos de trabalho
Projetos de trabalho
Escola
 
Organização do trabalho
Organização do trabalhoOrganização do trabalho
Organização do trabalho
catarinamaria
 
APOSTILA DE INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE PRODUÇÃO - Parte I
APOSTILA DE INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE PRODUÇÃO - Parte IAPOSTILA DE INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE PRODUÇÃO - Parte I
APOSTILA DE INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE PRODUÇÃO - Parte I
Thays J. Perassoli Boiko
 
Engenharia de operações e processos da produção
Engenharia de operações e processos da produçãoEngenharia de operações e processos da produção
Engenharia de operações e processos da produção
Sara Dantas
 
Aula 1 biomecanica, conceitos, historico e definicoes
Aula 1   biomecanica, conceitos, historico e definicoesAula 1   biomecanica, conceitos, historico e definicoes
Aula 1 biomecanica, conceitos, historico e definicoes
Felipe P Carpes - Universidade Federal do Pampa
 
01 aula biomecanica conceitos
01 aula  biomecanica conceitos01 aula  biomecanica conceitos
01 aula biomecanica conceitos
Bruno Mendes
 

Destaque (20)

Engenharia da Sustentabilidade
Engenharia da SustentabilidadeEngenharia da Sustentabilidade
Engenharia da Sustentabilidade
 
Engenharia Organizacional
Engenharia OrganizacionalEngenharia Organizacional
Engenharia Organizacional
 
III PROJETO DO TRABALHO - Parte 1
III PROJETO DO TRABALHO - Parte 1III PROJETO DO TRABALHO - Parte 1
III PROJETO DO TRABALHO - Parte 1
 
Engenharia do produto
Engenharia do produtoEngenharia do produto
Engenharia do produto
 
Organização da Rotina de Trabalho
Organização da Rotina de TrabalhoOrganização da Rotina de Trabalho
Organização da Rotina de Trabalho
 
Planejamento e Organização no Ambiente de Trabalho
Planejamento e Organização no Ambiente de TrabalhoPlanejamento e Organização no Ambiente de Trabalho
Planejamento e Organização no Ambiente de Trabalho
 
Formas de Organização do Trabalho
Formas de Organização do TrabalhoFormas de Organização do Trabalho
Formas de Organização do Trabalho
 
Organização do trabalho
Organização do trabalhoOrganização do trabalho
Organização do trabalho
 
PROJETO DO TRABALHO - APOSTILA - PARTE III
PROJETO DO TRABALHO - APOSTILA - PARTE IIIPROJETO DO TRABALHO - APOSTILA - PARTE III
PROJETO DO TRABALHO - APOSTILA - PARTE III
 
Trabalho de conclusão do Curso Gestão integrada em QSMS
Trabalho de conclusão do Curso Gestão integrada em QSMSTrabalho de conclusão do Curso Gestão integrada em QSMS
Trabalho de conclusão do Curso Gestão integrada em QSMS
 
Engenharia da qualidade
Engenharia da qualidadeEngenharia da qualidade
Engenharia da qualidade
 
A responsabilidade social na formação de engenheiros
A responsabilidade social na formação de engenheirosA responsabilidade social na formação de engenheiros
A responsabilidade social na formação de engenheiros
 
OrganizaçãO Do Posto De Trabalho
OrganizaçãO Do Posto De TrabalhoOrganizaçãO Do Posto De Trabalho
OrganizaçãO Do Posto De Trabalho
 
Engenharia De MéTodos Conceitos
Engenharia De MéTodos ConceitosEngenharia De MéTodos Conceitos
Engenharia De MéTodos Conceitos
 
Projetos de trabalho
Projetos de trabalhoProjetos de trabalho
Projetos de trabalho
 
Organização do trabalho
Organização do trabalhoOrganização do trabalho
Organização do trabalho
 
APOSTILA DE INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE PRODUÇÃO - Parte I
APOSTILA DE INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE PRODUÇÃO - Parte IAPOSTILA DE INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE PRODUÇÃO - Parte I
APOSTILA DE INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE PRODUÇÃO - Parte I
 
Engenharia de operações e processos da produção
Engenharia de operações e processos da produçãoEngenharia de operações e processos da produção
Engenharia de operações e processos da produção
 
Aula 1 biomecanica, conceitos, historico e definicoes
Aula 1   biomecanica, conceitos, historico e definicoesAula 1   biomecanica, conceitos, historico e definicoes
Aula 1 biomecanica, conceitos, historico e definicoes
 
01 aula biomecanica conceitos
01 aula  biomecanica conceitos01 aula  biomecanica conceitos
01 aula biomecanica conceitos
 

Semelhante a Engenharia do Trabalho

A influência dos riscos físicos como consequência ergonômica em um processo p...
A influência dos riscos físicos como consequência ergonômica em um processo p...A influência dos riscos físicos como consequência ergonômica em um processo p...
A influência dos riscos físicos como consequência ergonômica em um processo p...
Ana Thais Souza
 
Aula 2 - Higiene e segurança do trabalho.pdf
Aula 2 - Higiene e segurança do trabalho.pdfAula 2 - Higiene e segurança do trabalho.pdf
Aula 2 - Higiene e segurança do trabalho.pdf
TedTrindade1
 
Ergonomia seguradora cabeli análise das condições de trabalho márcia gor...
Ergonomia seguradora cabeli análise das condições de trabalho  márcia gor...Ergonomia seguradora cabeli análise das condições de trabalho  márcia gor...
Ergonomia seguradora cabeli análise das condições de trabalho márcia gor...
A. Rui Teixeira Santos
 
Aula 1 2011
Aula 1   2011Aula 1   2011
Aula 1 2011
cavaleirodoalem
 
AULA_GRADUCAO_ERGONOMIA tst seguranca do trabalho
AULA_GRADUCAO_ERGONOMIA tst seguranca do trabalhoAULA_GRADUCAO_ERGONOMIA tst seguranca do trabalho
AULA_GRADUCAO_ERGONOMIA tst seguranca do trabalho
GabrielCarbona
 
1026 ergonomia e segurança do trabalho
1026 ergonomia e segurança do trabalho1026 ergonomia e segurança do trabalho
1026 ergonomia e segurança do trabalho
Michel Silva
 
1026 ergonomia e segurança do trabalho
1026 ergonomia e segurança do trabalho1026 ergonomia e segurança do trabalho
1026 ergonomia e segurança do trabalho
fabiana vitoria souto
 
1026 ergonomia e segurança do trabalho
1026 ergonomia e segurança do trabalho1026 ergonomia e segurança do trabalho
1026 ergonomia e segurança do trabalho
Janaina Leitinho
 
Ergonomia Cefet
Ergonomia CefetErgonomia Cefet
Ergonomia Cefet
guest5b3078
 
rh
rhrh
Treinamento_Completo_de_NR_17_Ergonomia__1713929889.pdf
Treinamento_Completo_de_NR_17_Ergonomia__1713929889.pdfTreinamento_Completo_de_NR_17_Ergonomia__1713929889.pdf
Treinamento_Completo_de_NR_17_Ergonomia__1713929889.pdf
MarcoAurlioTrindade2
 
Manual de ergonomia
Manual de ergonomiaManual de ergonomia
Manual de ergonomia
Hospital da Restauração
 
Trabalho de adm estrategica de rh
Trabalho de adm estrategica de rhTrabalho de adm estrategica de rh
Trabalho de adm estrategica de rh
juliana goés
 
Ergonomia
ErgonomiaErgonomia
Ergonomia
Talita Ribeiro
 
Treinamento OHSAS.ppt
Treinamento OHSAS.pptTreinamento OHSAS.ppt
Treinamento OHSAS.ppt
SheilaAlves44
 
TREINAMENTO DE SM - FOCO EM ERGONOMIA E POSTURA
TREINAMENTO DE SM - FOCO EM ERGONOMIA E POSTURATREINAMENTO DE SM - FOCO EM ERGONOMIA E POSTURA
TREINAMENTO DE SM - FOCO EM ERGONOMIA E POSTURA
akillasoares
 
Enegep1997 t2107
Enegep1997 t2107Enegep1997 t2107
Enegep1997 t2107
Rinaldo Marques
 
Minicurso empregos verdes
Minicurso empregos verdesMinicurso empregos verdes
Minicurso empregos verdes
Lucy Jesus
 
ERGONOMIA_AULA1.pdf
ERGONOMIA_AULA1.pdfERGONOMIA_AULA1.pdf
ERGONOMIA_AULA1.pdf
MarciaDelaneSilva
 
Ergonomia
ErgonomiaErgonomia
Ergonomia
alessandra_775
 

Semelhante a Engenharia do Trabalho (20)

A influência dos riscos físicos como consequência ergonômica em um processo p...
A influência dos riscos físicos como consequência ergonômica em um processo p...A influência dos riscos físicos como consequência ergonômica em um processo p...
A influência dos riscos físicos como consequência ergonômica em um processo p...
 
Aula 2 - Higiene e segurança do trabalho.pdf
Aula 2 - Higiene e segurança do trabalho.pdfAula 2 - Higiene e segurança do trabalho.pdf
Aula 2 - Higiene e segurança do trabalho.pdf
 
Ergonomia seguradora cabeli análise das condições de trabalho márcia gor...
Ergonomia seguradora cabeli análise das condições de trabalho  márcia gor...Ergonomia seguradora cabeli análise das condições de trabalho  márcia gor...
Ergonomia seguradora cabeli análise das condições de trabalho márcia gor...
 
Aula 1 2011
Aula 1   2011Aula 1   2011
Aula 1 2011
 
AULA_GRADUCAO_ERGONOMIA tst seguranca do trabalho
AULA_GRADUCAO_ERGONOMIA tst seguranca do trabalhoAULA_GRADUCAO_ERGONOMIA tst seguranca do trabalho
AULA_GRADUCAO_ERGONOMIA tst seguranca do trabalho
 
1026 ergonomia e segurança do trabalho
1026 ergonomia e segurança do trabalho1026 ergonomia e segurança do trabalho
1026 ergonomia e segurança do trabalho
 
1026 ergonomia e segurança do trabalho
1026 ergonomia e segurança do trabalho1026 ergonomia e segurança do trabalho
1026 ergonomia e segurança do trabalho
 
1026 ergonomia e segurança do trabalho
1026 ergonomia e segurança do trabalho1026 ergonomia e segurança do trabalho
1026 ergonomia e segurança do trabalho
 
Ergonomia Cefet
Ergonomia CefetErgonomia Cefet
Ergonomia Cefet
 
rh
rhrh
rh
 
Treinamento_Completo_de_NR_17_Ergonomia__1713929889.pdf
Treinamento_Completo_de_NR_17_Ergonomia__1713929889.pdfTreinamento_Completo_de_NR_17_Ergonomia__1713929889.pdf
Treinamento_Completo_de_NR_17_Ergonomia__1713929889.pdf
 
Manual de ergonomia
Manual de ergonomiaManual de ergonomia
Manual de ergonomia
 
Trabalho de adm estrategica de rh
Trabalho de adm estrategica de rhTrabalho de adm estrategica de rh
Trabalho de adm estrategica de rh
 
Ergonomia
ErgonomiaErgonomia
Ergonomia
 
Treinamento OHSAS.ppt
Treinamento OHSAS.pptTreinamento OHSAS.ppt
Treinamento OHSAS.ppt
 
TREINAMENTO DE SM - FOCO EM ERGONOMIA E POSTURA
TREINAMENTO DE SM - FOCO EM ERGONOMIA E POSTURATREINAMENTO DE SM - FOCO EM ERGONOMIA E POSTURA
TREINAMENTO DE SM - FOCO EM ERGONOMIA E POSTURA
 
Enegep1997 t2107
Enegep1997 t2107Enegep1997 t2107
Enegep1997 t2107
 
Minicurso empregos verdes
Minicurso empregos verdesMinicurso empregos verdes
Minicurso empregos verdes
 
ERGONOMIA_AULA1.pdf
ERGONOMIA_AULA1.pdfERGONOMIA_AULA1.pdf
ERGONOMIA_AULA1.pdf
 
Ergonomia
ErgonomiaErgonomia
Ergonomia
 

Último

Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
shirleisousa9166
 
Matemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
Matemática para Concursos - Teoria dos ConjuntosMatemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
Matemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
Instituto Walter Alencar
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
felipescherner
 
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTAEstudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
deboracorrea21
 
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdfGeotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Falcão Brasil
 
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdfCaderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
SupervisoEMAC
 
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONALEMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
JocelynNavarroBonta
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Luiz C. da Silva
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Falcão Brasil
 
Atividade Análise literária O GUARANI.pdf
Atividade Análise literária O GUARANI.pdfAtividade Análise literária O GUARANI.pdf
Atividade Análise literária O GUARANI.pdf
sesiomzezao
 
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamasConhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
edusegtrab
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
Sandra Pratas
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Luzia Gabriele
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Colaborar Educacional
 
Guerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibéricaGuerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibérica
felipescherner
 
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
Manuais Formação
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Falcão Brasil
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
Sandra Pratas
 

Último (20)

Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
 
Matemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
Matemática para Concursos - Teoria dos ConjuntosMatemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
Matemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
 
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
 
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
 
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTAEstudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
 
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdfGeotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
 
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdfCaderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
 
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONALEMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
 
Atividade Análise literária O GUARANI.pdf
Atividade Análise literária O GUARANI.pdfAtividade Análise literária O GUARANI.pdf
Atividade Análise literária O GUARANI.pdf
 
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamasConhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
 
Guerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibéricaGuerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibérica
 
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
 

Engenharia do Trabalho

  • 1. E ngenharia d o T rabalho   Leonardo Nogueira
  • 2. O que é a Engenharia do Trabalho? Abepro – pesquisa realizada no dia 10 de outubro de 2011.      Projeto, aperfeiçoamento, implantação e avaliação de tarefas, sistemas de trabalho, produtos, ambientes e sistemas para fazê-los compatíveis com as necessidades, habilidades e capacidades das pessoas visando a melhor qualidade e produtividade, preservando a saúde e integridade física. Seus conhecimentos são usados na compreensão das interações entre os humanos e outros elementos de um sistema. Pode-se também afirmar que esta área trata da tecnologia da interface máquina - ambiente - homem - organização.
  • 3. Subáreas Projeto e Organização do Trabalho;  Ergonomia;  Sistemas de Higiene e Segurança do Trabalho; Gestão de Riscos de Acidentes de Trabalho;
  • 4. Projeto e Organização do Trabalho Qual a origem do Projeto e Organização do Trabalho? “ Segundo Proença (1993), no início do século XX, o engenheiro americano F. W. Taylor, foi um dos primeiros a utilizar um método de organização objetiva do trabalho, conhecido no Brasil, a partir dos anos 30, por Organização Científica do Trabalho (OCT), ou simplesmente Taylorismo.”
  • 5. Projeto e Organização do Trabalho Projeto do Trabalho De uma forma mais restrita, entendemos como trabalho o conjunto específico de tarefas de cada empregado. Qualquer organização tem, portanto, um conjunto de trabalho espalhados pelas várias unidades funcionais. O projeto de trabalho diz respeito exatamente à especificação dos conteúdos e dos métodos associados a cada um desses trabalho
  • 6. Projeto e Organização do Trabalho Elementos do projeto do trabalho Fonte: Slack. Nigel. Administração da produção.2ed.São Paulo: Atlas, 2002.
  • 7. Projeto e Organização do Trabalho Objetivos do projeto do trabalho 1- Qualidade 2- Rapidez 3- Confiabilidade 4- Flexibilidade 5- Custo 6- Saúde e Segurança 7- Qualidade de vida no trabalho
  • 8. Projeto e Organização do Trabalho Divisão do Trabalho A divisão do trabalho torna-se uma questão no projeto do trabalho logo que a operação atinja porte grande o bastante para necessitar o emprego de mais do que uma pessoa.
  • 9. Projeto e Organização do Trabalho Vantagens da Divisão do Trabalho Proporciona aprendizado mais rápido; A automação torna-se mais fácil; Trabalho não produtivo reduzido;
  • 10. Projeto e Organização do Trabalho Desvantagens da Divisão do Trabalho Monotonia; Dano Físico; Baixa Flexibilidade; Baixa Robustez;
  • 11. Projeto e Organização do Trabalho Análise de métodos de trabalho 1- Selecionar a operação a ser estudada; 2- Registrar o método atual; 3- Examinar os fatos; 4- Desenvolvimento de um novo método; 5- Implantação do novo método; 6- Acompanhamento do novo método;
  • 12. Projeto e Organização do Trabalho Organização do Trabalho A organização do trabalho pode ser definida como a "especificação do conteúdo, métodos e inter-relações entre os cargos, de modo a satisfazer os requisitos organizacionais e tecnológicos, assim como os requisitos sociais e individuais do ocupante do cargo" (Davis, apud Bresciani, 1991). Fonte: Fleury Apud Proença (1993).
  • 13.  
  • 14.  
  • 15.  
  • 16.  
  • 17. Subáreas Projeto e Organização do Trabalho;  Ergonomia;  Sistemas de Higiene e Segurança do Trabalho; Gestão de Riscos de Acidentes de Trabalho;
  • 18. Ergonomia O surgimento da Ergonomia Mas, foi na revolução industrial que a ergonomia começou a surgir. Nas grandes guerras ela teve uma importância fundamental no desenvolvimento de armas e equipamentos bélicos que deveriam ser precisos e habilitados a serem usados por soldados de vários países com medidas antropométricas diferentes (altura é um item apenas!).
  • 19. Ergonomia O que é Ergonomia É uma ciência multidisciplinar que envolve aspectos ligados a anatomia, fisiologia, biomecânica, antropometria, psicologia, engenharia, desenho industrial, informática e administração de maneira a proporcionar ao homem mais conforto, segurança e eficiência em qualquer atividade.
  • 20.  
  • 21.  
  • 22.  
  • 23.  
  • 24. SLACK, Nigel. Administração da produção.2ed. São Paulo: Atlas, 2002 .
  • 25. Ergonomia Projeto ergonômico do local de trabalho Entender como os locais de trabalho afetam o desemprenho, a fadiga, o desgaste e os danos físicos é parte a abordagem ergonômica do projeto do trabalho.
  • 26. “ O AMBIENTE DE TRABALHO DEVE SE ADEQUAR AO HOMEM E NÃO O HOMEM AO AMBIENTE DE TRABALHO”
  • 27. Ergonomia Projeto ergonômico do ambiente de trabalho O ambiente imediato na qual o trabalho acontece pode influenciar a forma como ele é executado.
  • 28. Ergonomia Relação entre Ergonomia e Organização do Trabalho A definição pela ergonomia, de critérios em matéria de organização do trabalho não é assim tão simples: Os critérios exclusivos de eficácia do sistema de produção, colocados pela organização do trabalho, não são aceitáveis em ergonomia, porque certas formas de organização do trabalho, julgadas “eficazes” num determinado momento, se traduzem por efeitos desfavoráveis à saúde do trabalhador; Os critérios de “consenso social” são de extrema fragilidade e não devem ser superestimados.
  • 29. Subáreas Projeto e Organização do Trabalho;  Ergonomia;  Sistemas de Higiene e Segurança do Trabalho; Gestão de Riscos de Acidentes de Trabalho;
  • 30. O que é um Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho? Um Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho - SGSST - baseia-se na gestão da prevenção, e surge como a ferramenta ideal para a implementação de medidas preventivas, dotando as empresas de meios de gestão dos aspectos de segurança e saúde no trabalho de uma forma estruturada. Estudos demonstram que a implementação de SGSST traz melhorias significativas nas condições de trabalho, principalmente quando acompanhada de uma nova cultura que considera a SST um dos fatores essenciais na avaliação global do desempenho da empresa. Material do Prof. Blake Charles Diniz
  • 31. Conceitos importantes Trabalho “ É toda atividade coordenada de caráter físico e/ou intelectual, necessária à realização de qualquer tarefa, serviço ou empreendimento.” Material do Prof. Blake Charles Diniz
  • 32. Material cedido pelo Prof. Blake Charles Diniz Conceitos importantes Material do Prof. Blake Charles Diniz
  • 33. Revolução Industrial (1760/1830) Improvisação das fábricas Mão de obra constituída por homens e, principalmente, mulheres e crianças, sem quaisquer restrições quanto ao estado de saúde e desenvolvimento físico, resultaram em problemas de saúde extremamente sérios Material do Prof. Blake Charles Diniz
  • 34. Os acidentes de trabalho eram numerosos Máquinas sem qualquer proteção As mortes, principalmente de crianças, eram muito freqüentes. Inexistindo limites de horas de trabalho Revolução Industrial (1760/1830) Material do Prof. Blake Charles Diniz
  • 35. Revolução Industrial (1760/1830) Material do Prof. Blake Charles Diniz
  • 36. Pressionado, o Parlamento aprovou, em 1802, a “Lei de Saúde e Moral dos Aprendizes”, que estabeleceu o limite de 12 horas de trabalho por dia, proibiu o trabalho noturno e introduziu medidas de higiene nas fábricas. Esta lei estabelecia: Material do Prof. Blake Charles Diniz
  • 37. Em 1830, preocupado com as péssimas condições de trabalho de seus operários, o proprietário de uma fábrica inglesa procurou Robert Baker, famoso médico inglês, pedindo-lhe conselho sobre a melhor forma de proteger a saúde dos trabalhadores. Surgia, assim, o primeiro serviço médico industrial em todo mundo. Material do Prof. Blake Charles Diniz
  • 38. Evolução da Segurança do Trabalho no Brasil Material do Prof. Blake Charles Diniz 1919 promulgação, no Brasil, da Lei de Acidentes do Trabalho; 1930 criação do Ministério do Trabalho (MTb) – denominado, naquela época, de Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio; 1933 criação dos Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPM, IAPC, IAPB, IAPI, IAPTEC); 1943 no dia primeiro de maio, aprovação da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho); 1966 unificação dos Institutos com a criação do INPS; criação da FUNDACENTRO (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho); 1972 implantação do Programa Nacional de Valorização do Trabalhador, pelo governo, período 72/74, com o objetivo de baixar os elevados índices de acidentes do trabalho registrados naquela época; 1978 Normas Regulamentadoras de segurança e saúde do trabalho urbano; 1988 Constituição Federal e Normas Regulamentadoras de segurança e saúde do trabalho rural.
  • 39. O engenheiro de segurança do trabalho deve desenvolver a sua competência através das várias possibilidades de ação que a profissão lhe permite, atuando como: E ngenheiro de organizações, P rojetista de sistemas produtivos, P rojetista de produtos de segurança, I nstrutor, assistente técnico de sindicatos e perito judicial. E o resultado esperado do seu trabalho é: Papel do Eng. De Segurança do Trabalho • Pelo Trabalhador : preservação da sua saúde, boas condições de trabalho, incremento na sua produtividade e o conseqüente ganho financeiro; • Pela Empresa : lucratividade decorrente do controle de perdas; • Pela Sociedade e pelo Estado : preservação da saúde dos trabalhadores, e da natureza, bem como a redução dos custos sociais e financeiros decorrentes dos infortúnios laborais. Material do Prof. Blake Charles Diniz
  • 40. Agentes Físicos Material do Prof. Blake Charles Diniz Ruído 1 Vibração 2 Frio e Calor 3 Radiações ionizantes e não ionizantes 4
  • 41. Anexo 1 - NR-15 Material do Prof. Blake Charles Diniz
  • 42. Material cedido pelo Prof. Blake Charles Diniz
  • 43. Acidente: é o evento não planejado e não desejado em que há perda de qualquer natureza Perda: Qualquer tipo de dano às pessoas, ao meio ambiente, às instalações ou ao processo de produção Incidente: é o evento não planejado e não desejado em que não há perda de qualquer natureza. O que é acidente? Material do Prof. Blake Charles Diniz
  • 44. Doenças profissionais são aquelas adquiridas em decorrência do exercício do trabalho em si. Já doenças do trabalho são aquelas decorrentes das condições especiais em que o trabalho é realizado. Ambas são consideradas como acidentes do trabalho, quando delas decorrer a incapacidade para o trabalho. Material do Prof. Blake Charles Diniz
  • 45. DOENÇAS DO TRABALHO Condições especiais em que é realizado o trabalho e que com ele se relacione diretamente. Exemplo: Surdez, Varizes. São as adquiridas ou desencadeadas em função de: Material do Prof. Blake Charles Diniz
  • 46. DOENÇAS PROFISSIONAIS São causadas por Agentes: FÍSICOS QUÍMICOS BIOLÓGICOS ERGONÔMICOS específicos de determinadas funções. Exemplo: Saturnismo, Silicose, Asbestose, Pneumoconiose, Tenossinovite. (Constam da Relação do MTb) Material do Prof. Blake Charles Diniz
  • 47. O ponto de distinção básico é que na doença profissional o fator determinante é a atividade, enquanto na doença do trabalho a relevância está nas condições em que a atividade é exercida. Doenças profissionais e doenças do trabalho são equiparadas a acidentes de trabalho Material do Prof. Blake Charles Diniz
  • 48. ACIDENTADO: INCAPACIDADE FISICA DOENÇAS DIVERSAS SOFRIMENTOS BLOQUEIO DA CARREIRA EMPRESA: QUEDA DA PRODUÇÃO ATRASOS NOS COMPROMISSOS ALTO CUSTO GRAU DA QUALIDADE MORAL FAMILIA: DESEMPREGO DESAMPARO DESAJUSTES DIVERSOS SOCIEDADE: REVERSÃO DOS ENCARGOS ATRAVÉS DE IMPOSTOS Material do Prof. Blake Charles Diniz
  • 49. Os acidentes são evitáveis? Se realizarmos um estudo sistemático de um grande número dessas ocorrências nos revelará que a maior parte delas é causada por falhas humanas e de equipamentos, falhas essas que deveriam ser controladas por diretrizes gerenciais, procedimentos e programas de manutenção. Material do Prof. Blake Charles Diniz
  • 50. O Brasil perde, por ano, o equivalente a 4% do PIB por causa dos acidentes de trabalho. Além do incalculável prejuízo social, os acidentes de trabalho são responsáveis também por uma perda econômica anual da ordem de 2,3% do PIB brasileiro, e que pode chegar a 4%, se forem considerados também os acidentes e doenças que atingem trabalhadores do setor informal da economia, do setor público, da área rural e entre os cooperados e autônomos, dados não registrados pelas estatísticas oficiais. Foram registrados em 2007, em todo o País, 503.890 acidentes de trabalho. Material do Prof. Blake Charles Diniz
  • 51. Dados Estatísticos de Acidentes Apesar da diminuição dos índices nos últimos dez anos, os números decorrentes dos acidentes no país ainda representam fatores de instabilidade econômico-social, uma vez que dados do Anuário Estatístico do Trabalho da OIT – Ano 2002 apresentam o Brasil como 4º lugar mundial dentre os países com mais mortes no trabalho, atrás apenas da China, Estados Unidos e Federação Russa. Pesquisa realizada no país pelo economista José Pastore, da USP-SP, contabilizou um desperdício financeiro de R$ 20 bilhões para o país no ano de 2000 com acidentes de trabalho, dos quais R$ 12,5 bilhões representado por custos para as empresas, R$ 5 bilhões foram gastos do Estado e R$ 2,5 bilhões custos para as famílias. Fonte: Anuário Brasileiro de Proteção – Edição 2003 (p.18, 24-25)
  • 53. Referências -SLACK, Nigel. Administração da produção.2ed. São Paulo: Atlas, 2002. -MARTINS, Petrônio. Administração da produção. São Paulo: Saraiva, 2005. -Site da ABEPRO, ( http://www.abepro.org.br/interna.asp?p=399&m=424&ss=1&c=362 ). Acessado em 10/10/2011. -MACHADO, Bartholdo, http://professorbertholdo.br.tripod.com/bertholdo38.html . Acessado em 10/10/2011. -http://pt.scribd.com/doc/51274331/24/Objetivos-do-projeto-do-trabalho. Acessado em 10/10/2011. -Pesuisa realizada nos sites: (www.shutterstock.com) e (www.eps.ufsc.br/ergon/disciplinas/EPS5225/aula7.htm) em outubro de 2011. Pesquisa realizada no site (http:// www.mundoergonomia.com.br ) em outubro de 2011. -Pesquisa realizada no site ( http://www.segurancaetrabalho.com.br/download/nocoes-seg-hig.pd ) em outubro de 2011. -Pesquisa realizada no site ( http://www.ergonomianotrabalho.com.br/produtos.html ) em outubro de 2011.