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Mesa redonda
Educação x Pesquisa
     Prof. Dr. Ruy Ferreira
A EQUAÇÃO NÃO FECHA...
A ORIGEM DE NOSSAS PESQUISAS
       Criado em 1996 o grupo GENTE – Grupo de Estudos e Pesquisas
          em Tecnologias Educacionais foi rebatizado em 2009 para
          GEPATI - Grupo de Estudos e Pesquisas em Aplicações das
            Tecnologias da Informação e atua junto aos cursos de
       graduação e pós-graduação oferecidos no Câmpus da UFMT em
                               Rondonópolis.

           O GEPATI possui duas linhas de pesquisa bem delineadas:
                          Tecnologia Educacional
                    Gestão da Tecnologia da Informação (TI).


           Pretendo apresentar coisas que o grupo produziu,
           pesquisou e/ou estudou dentro da linha Tecnologia
                    Educacional de 2009 até 2011.
        http://dgp.cnpq.br/diretorioc/fontes/detalhegrupo.jsp?grupo=0332708O5HQY71
Estudos e pesquisas relacionados à teoria e metodologia do
   processo ensino-aprendizagem quando realizado com a
               mediação da tecnologia digital

               Investigando
                                 Bem como       E em novas
Em temas       relação entre
                                    na        metodologias e
    da         Tecnologia e
                                                técnicas de
             Educação na sala    formação
realidade       de aula e no
                                              ensino voltadas
                                tecnológica   para o emprego
  local e        triângulo          do        de tecnologias
 regional    professor-aluno-    professor        digitais
                 conteúdo
O QUE SE TEM ESTUDADO NO
                    GEPATI?
  Na linha de pesquisa
Gestão de TI apresentou
                          • Gestão de TI em Hospitais ($$$$$).
seus resultados em dois
 eventos internacionais

                          • Qualificação tecnológica dos professores;
  Na linha de pesquisa    • Seleção de softwares educativos
Tecnologia Educacional      (especialmente do Linux Educacional);
 foram realizadas oito    • Análise comparativa e seleção de leitores de
                            telas para deficientes visuais;
     apresentações
                          • Aprendizagem colaborativa em rede;
    nacionais e uma
                          • Uso de tecnologias digitais em sala de aula
   internacional . Os       (lousa digital, projetor multimídia, portáteis,
  estudos se dividem        etc.);
 nos seguintes tópicos:   • Planejamento e criação de material didático
                            em meio digital.
QUALIFICAÇÃO TECNOLÓGICA       Como            Com quais
                           diagnosticar o     categorias de
                           estado atual?         análise?
    DOS PROFESSORES


                                                 Formação
                              O Modelo do          Inicial
                              ISTE: NETST

                                                 Formação
                                                Continuada
                              O instrumento
                                   EDIE
                                                Formadores
                                               de Professores



                                                  Tópicos relacionados:
                                                 Currículo; PROINFO; etc.
Escala de Desempenho em
          Informática Educacional – EDIE
 Trazida para o Brasil por Maria Cristina Rodrigues Azevedo Joly, da
 Universidade São Francisco – Itatiba-SP, se baseia nos critérios e indicadores
 de padrões de desempenho docente ao utilizar a informática como recurso
 educacional, chamados de National Educational Technology Standards for
 Teachers - NETST (Padrão Nacional de Tecnologia Educacional para
 Professores), desenvolvido pelo ISTE – International Society for Technology
 in Education dos Estados Unidos da América do Norte (EUA).


      O NETST é um dos padrões, utilizado pela United Nation
   Educational, Scientific and Cultural Organization – UNESCO para
     medir a qualificação docente em informática educacional.

ISTE. Technology Standards and Performance Indicators for Teachers. NETS Project. 2000.
Disponível em: http://cnets.iste.org/teachstandintro.html. Acesso em 11 Mar. 2010.
Níveis de desempenho em
  Informática Educacional (EDIE-ISTE)
   Nível                   Padrão de Desempenho

   Básico       Uso pessoal e acadêmico limitado da tecnologia.
                    Seleção e uso dos recursos tecnológicos,
                 envolvendo o uso produtivo de ferramentas de
Intermediário
                 processamento de palavras e administração de
                                      dados.
                Avaliação da aprendizagem utilizando recursos
                  tecnológicos, avaliação da própria tecnologia
 Avançado
                    educacional e utilização legal e ética das
                           tecnologias educacionais.
Perfil do professor (EDIE-ISTE)

   Fator                       Indica
             O uso da informática educativa à sua
Desempenho
             própria prática docente
             A atuação como gestor de recursos e das
  Gestão     aplicações educativas, longe da ação
             pedagógica propriamente dita
NOSSOS RESULTADOS

            Inicial


Conteúdos             Continuada




    Software      PROINFO
Os dados analisados apontam o aluno da Licenciatura em Informática como
   aquele que possui melhor fator de desempenho. Enquanto, o de pior
       desempenho é o estudante oriundo do curso de Geografia.

            PEDAGOGIA


              BIOLOGIA


                LETRAS


              HISTÓRIA


            GEOGRAFIA


          LETRAS INGLÊS


           INFORMÁTICA


                          0   20   40       60       80       100

         Fator de Gestão                Fator de Desempenho
Níveis das Licenciaturas                                              Nível Avançado


                                                                      Nível Intermediario


                                                                      Nível Básico


            PEDAGOGIA

              BIOLOGIA

                LETRAS

              HISTÓRIA

            GEOGRAFIA

          LETRAS INGLÊS

           INFORMÁTICA


                          0   10   20   30   40   50   60   70   80        90        100
A FORMAÇÃO INICIAL NO CUR
    Repensar o currículo de formação de professores.
 Em termos de fator de desempenho os licenciandos são
  gestores dos recursos e aplicações quando deveriam
 estar desempenhando a função de professor que aplica
    a informática educativa em sua prática docente.

   Para mudar tal quadro é preciso expor os estudantes à
  tecnologia educativa e a formadores de professores que
    utilizem tais tecnologias em suas práticas docentes,
               durante todo o tempo de curso.

GOMES, Luzane Francisca. A Formação Tecnológica do Professor: O caso das Licenciaturas do
           CUR/UFMT. Monografia de graduação. Rondonópolis: UFMT, 2010.
NOSSOS RESULTADOS

               Inicial


Conteúdos                  Continuada




    Software             PROINFO
A FORMAÇÃO TECNOLÓGICA
     CONTINUADA NA REGIÃO

   A qualificação tecnológica do professor não tem como
 consequência direta a melhoria da aprendizagem do aluno.


 As ações de formação são desarticuladas entre si e com as necessidades da
escola e do professor, pecando pela falta de interdisciplinaridade, repetitivas
      e voltadas para o “formador” disponível nos órgão de formação.


  A dificuldade do professor em elaborar por si próprio o material
    didático fundamentado teoricamente, como marca de teor
             emancipatório e de autonomia profissional.
Educacao x pesquisa
A FORMAÇÃO TECNOLÓGICA
     CONTINUADA NA REGIÃO

                            Isso indica que são
Enquadram-se no nível      necessárias ações de
básico de qualificação        formação para o
  tecnológica que se       desenvolvimento das
 caracteriza pelo uso    habilidades requeridas no
  pessoal limitado da       uso das tecnologias
                          educacionais na prática
      tecnologia.                 didática.
Educacao x pesquisa
A FORMAÇÃO TECNOLÓGICA
               CONTINUADA NA REGIÃO




SUDRÉ, Núria Catiuxe Santos. A formação tecnológica continuada do professor: O caso da rede
 pública estadual de Rondonópolis-MT. Monografia de graduação. Rondonópolis: UFMT, 2010.
A FORMAÇÃO TECNOLÓGICA EM
                      JUSCIMEIRA

• A maioria dos professores da rede pública estadual de Juscimeira-MT não
estão preparados para utilizar recursos tecnológicos na prática docente.
• Os professores do gênero masculino mostraram que conhecem os recursos
tecnológicos, se enquadrando no Nível Intermediário de qualificação
tecnológica, entretanto, limitam-se apenas às ações gestoras .
• Dentre os poucos professores que possuem especialização 75%
enquadra-se no Nível Intermediário de qualificação tecnológica e 58%
enquadrados no perfil educacional de desempenho.
• A maioria dos professores mais jovens (faixa etária 20 a 30 anos) se
enquadraram no Nível Básico com perfil de Gestão.
• Os professores da faixa etária (31 a 40 anos) se enquadraram nos níveis
Intermediário e Avançado.


 QUEIROZ , Gesane Zanata. O Nível de Desempenho em Informática Educativa dos Professores da Rede
     Pública de Ensino de Juscimeira-MT. Monografia de Graduação. Rondonópolis: UFMT, 2010.
NOSSOS RESULTADOS

            Inicial


Conteúdos             Continuada




    Software      PROINFO
RAIO X DO PROINFO NA REDE
                 ESTADUAL EM 2010
  Padrão
                                                Descrição do Padrão
Referencial
   PR-1             Infraestrutura física, tecnológica e de recursos humanos

   PR-2             Direção e gestão administrativa e pedagógica

   PR-3             Apropriação da informática e da cultura educativa

   PR-4             Aperfeiçoamento e expansão do programa

   PR-5             Inovação e desenvolvimento social
BRANDÃO, Maria de Fátima Ramos; TRÓCCOLI, Bartholomeu T.; GUEDEA, Miriam Teresa Domínguez. Um Modelo de
Avaliação do Programa Nacional de Informática na Educação. In: WORKSHOP DE INFORMÁTICA NA ESCOLA-WIE, 11.
Anais do XXIII Congresso da SBC. 2003, pp. 456-465.
P
R
1

  A gestão administrativa é inadequada, pois não se aplica os
    recursos necessários para o pleno desenvolvimento do
potencial tecnológico, agravado pela pouca disponibilidade do
    docente para participar dos cursos de formação e pela       P
  barreira tecnológica em relação ao professor que carregam
 consigo certo conservadorismo. Na visão dos alunos a aula é    R
    pouco interessante devido ao pouco conhecimento do          2
               professor sobre tecnologia digital.
PR - 3
Toda comunidade escolar é favorável ao uso da Informática na
Educação. O desenvolvimento de metodologia própria pelos
professores tem ocorrido de maneira lenta. Poucos se aventuram
em buscar atualizações na área tecnológica, devido ao comodismo e
a insegurança do professor em saber menos sobre esse assunto que
o aluno. As aulas em laboratório são para realizar buscas e
pesquisas. Todos os segmentos investigados empregam a tecnologia
no ambiente familiar. Também foi observado que professores não
utilizam outras ferramentas tecnológicas disponíveis e pagam a
terceiros para realizarem tarefas que envolvam o seu uso.

                             PR - 4
 A comunidade escolar classifica o PROINFO como bom, porém ainda
 não esta atendendo completamente a demanda. Pois estão
 investindo em recursos tecnológicos e se esquecendo da
 qualificação dos gestores e professores.
Esse é um dos fatores que mais tem peso no modelo
avaliativo, quando se trata do uso das tecnologias e                       P
resultados da capacitação do professor, ele diz respeito
a produção de material digital. Nenhuma das escolas
                                                                           R
pesquisadas apresentou material produzido por seus                         5
integrantes.

            Conclusão ...
[...] sabendo que só fornecer os recursos tecnológicos não
basta, assim como oferecer uma capacitação ultrapassada
tecnologicamente para qualificar os professores e gestores
não vai dar certo. Pois eles estão receosos de sempre ouvir a
mesma coisa em seus cursos de capacitação. A maioria
desiste também por causa dos cursos serem ofertados para
grandes turmas e obrigados a trabalhar em duplas.

SANTOS, José Junio Moura dos. O PROINFO na rede escolar estadual: Um diagnóstico em
      Rondonópolis-MT. Monografia de graduação. Rondonópolis: UFMT, 2010.
Pesquisa TIC Educação
 Pesquisa sobre o Uso das TIC nas Escolas Brasileiras
    CGI.br – Comitê Gestor da Internet no Brasil
          São Paulo, 09 de Agosto de 2011
• O número de computadores na sala é a principal barreira
para o uso das TIC na escola.
• 81% das escolas pesquisadas possuem laboratórios de
informática.
• 52% dessas escolas contam com um monitor no laboratório
de informática.
• 64% dos professores das escolas pesquisadas apontam que
o aluno tem mais conhecimento sobre o uso das TIC
• O aspecto geracional se reflete no desenvolvimento das
habilidades para o uso do computador e Internet.
 • 48% dos professores participaram de algum curso. 27% dos
 professores não participaram de nenhum curso de formação
 continuada entre 2009-2011.
 • 75% dos professores tiveram como principal tipo de apoio
 o CONTATO INFORMAL para o desenvolvimento de seus
 conhecimentos.
 • 82% dos professores não usam o computador em sala de
 aula e 7% dos que usam mencionam o laboratório como o
 local mais frequente.
• Ao mesmo tempo em que o professor iniciava sua carreira,
 iniciava a disseminação do uso da Internet no Brasil.
 • 1/3 dos professores trabalha mais de 40h por semana.
 • 42% dos professores ganham menos que R$ 1.530,00 e
 menos que 2% recebem mais que R$ 5.100,01 de salário
 mensal.
• 40% dos professores possuem graduação, 56% cursaram
uma especialização e 4% são mestres.
• 74% dos professores adquiriram seu computador portátil
através de recursos próprios. 90% deles tem computador em
casa e desses 81% tem acesso a Internet.
• Qual o cotidiano escolar: 74% faz exercícios para prática e
fixação do conteúdo e 55% usa a aula expositiva. Ensinar os
alunos a usar computador e internet somente 2% faz isso.
• 44% usa em pesquisa de informações.
• 76% não usa o computador em aula expositiva.
• 77% não usam o computador em exercícios para prática e
fixação do conteúdo, interpretação de textos e para o apoio
de atividades em grupo e trabalho colaborativo.
• 78% não usam o computador para realização de debates e
apresentações feitas pelos alunos.
• 80% não usam o computador para mediar a comunicação
entre estudantes e orientadores externos.
• 82% não usam o computador para o apoio individualizado
a alguns estudantes para que possam alcançar o resto do
grupo.
• 92% não usam o computador para conversas com pais
sobre como eles podem apoiar / monitorar a aprendizagem
dos filhos e oferecer aconselhamento.
NOSSOS RESULTADOS

            Inicial


Conteúdos             Continuada




    Software      PROINFO
SOFTWARES

 GODOY, Helton Carlos Lima. Sistema Linux Educacional 3.0: ampliando uma
visão sobre metodologia de análise de software. Monografia de Graduação.
Rondonópolis: UFMT, 2009.
 BAIA, Telma de Oliveira. Análise e classificação de software educacional de
Matemática para as séries iniciais do ensino fundamental. Monografia de
Graduação. Rondonópolis: UFMT, 2010.
 MENDES, Simone de Oliveira. Avaliação de softwares leitores de tela para
apoio a inclusão digital: a opinião dos portadores de necessidades visuais de
um centro de reabilitação em Rondonópolis. Monografia de Graduação.
Rondonópolis: UFMT, 2010.
 SILVEIRA, Laís Ribeiro. Aprendizagem Colaborativa em Lista de Discussão
Composta por Profissionais de TI: o caso GESITI. Monografia de Graduação.
Rondonópolis: UFMT, 2010.
 SOUZA, Jefferson Oliveira de. How-to para Segurança Digital em Escolas
Públicas de Ensino Médio e Fundamental – Estudo de caso Escola Arão Gomes
Bezerra. Monografia de Graduação. Rondonópolis: UFMT, 2010.
NOSSOS RESULTADOS

            Inicial


Conteúdos             Continuada




    Software      PROINFO
NOSSAS PROPOSTAS (1)
Empregar o modelo de formação continuada denominado de Modelo de Formação
Centrado na Análise e Transformação das Práticas, desenvolvido por José Alberto
Correia e que permite uma ruptura do círculo vicioso instalado pelos governos,
qualificando o professor naquilo que ele julgar necessário para o emprego das TIC em
sua prática pedagógica.


Expor os estudantes durante todo o tempo de curso (de qualquer nível), à
tecnologia educativa e a formadores de professores que utilizem tais
tecnologias em suas práticas docentes.



É imprescindível e urgente desenvolver programa de qualificação tecnológica
voltados para os formadores de professores em todas as licenciaturas.
NOSSAS PROPOSTAS (2)

Debater e alterar o Currículo das licenciaturas do CUR/UFMT dando-lhes a
possibilidade de qualificar tecnologicamente seus egressos em nível avançado
em relação ao padrão de desempenho em informática educacional.


Envolver a Universidade na formação continuada de professores, oferecendo
cursos de pós-graduação lato sensu em Informática Educativa e afins, de
maneira sistemática.

Criar redes virtuais envolvendo pesquisadores, professores, formadores de
professores e estudantes das licenciaturas visando criar laços fortes entre
profissionais da Educação.
Encerrando ?
MUITO AGRADECIDO




 Prof. Dr. Ruy Ferreira
     ruy@ufmt.br

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Educacao x pesquisa

  • 1. Mesa redonda Educação x Pesquisa Prof. Dr. Ruy Ferreira
  • 2. A EQUAÇÃO NÃO FECHA...
  • 3. A ORIGEM DE NOSSAS PESQUISAS Criado em 1996 o grupo GENTE – Grupo de Estudos e Pesquisas em Tecnologias Educacionais foi rebatizado em 2009 para GEPATI - Grupo de Estudos e Pesquisas em Aplicações das Tecnologias da Informação e atua junto aos cursos de graduação e pós-graduação oferecidos no Câmpus da UFMT em Rondonópolis. O GEPATI possui duas linhas de pesquisa bem delineadas: Tecnologia Educacional Gestão da Tecnologia da Informação (TI). Pretendo apresentar coisas que o grupo produziu, pesquisou e/ou estudou dentro da linha Tecnologia Educacional de 2009 até 2011. http://dgp.cnpq.br/diretorioc/fontes/detalhegrupo.jsp?grupo=0332708O5HQY71
  • 4. Estudos e pesquisas relacionados à teoria e metodologia do processo ensino-aprendizagem quando realizado com a mediação da tecnologia digital Investigando Bem como E em novas Em temas relação entre na metodologias e da Tecnologia e técnicas de Educação na sala formação realidade de aula e no ensino voltadas tecnológica para o emprego local e triângulo do de tecnologias regional professor-aluno- professor digitais conteúdo
  • 5. O QUE SE TEM ESTUDADO NO GEPATI? Na linha de pesquisa Gestão de TI apresentou • Gestão de TI em Hospitais ($$$$$). seus resultados em dois eventos internacionais • Qualificação tecnológica dos professores; Na linha de pesquisa • Seleção de softwares educativos Tecnologia Educacional (especialmente do Linux Educacional); foram realizadas oito • Análise comparativa e seleção de leitores de telas para deficientes visuais; apresentações • Aprendizagem colaborativa em rede; nacionais e uma • Uso de tecnologias digitais em sala de aula internacional . Os (lousa digital, projetor multimídia, portáteis, estudos se dividem etc.); nos seguintes tópicos: • Planejamento e criação de material didático em meio digital.
  • 6. QUALIFICAÇÃO TECNOLÓGICA Como Com quais diagnosticar o categorias de estado atual? análise? DOS PROFESSORES Formação O Modelo do Inicial ISTE: NETST Formação Continuada O instrumento EDIE Formadores de Professores Tópicos relacionados: Currículo; PROINFO; etc.
  • 7. Escala de Desempenho em Informática Educacional – EDIE Trazida para o Brasil por Maria Cristina Rodrigues Azevedo Joly, da Universidade São Francisco – Itatiba-SP, se baseia nos critérios e indicadores de padrões de desempenho docente ao utilizar a informática como recurso educacional, chamados de National Educational Technology Standards for Teachers - NETST (Padrão Nacional de Tecnologia Educacional para Professores), desenvolvido pelo ISTE – International Society for Technology in Education dos Estados Unidos da América do Norte (EUA). O NETST é um dos padrões, utilizado pela United Nation Educational, Scientific and Cultural Organization – UNESCO para medir a qualificação docente em informática educacional. ISTE. Technology Standards and Performance Indicators for Teachers. NETS Project. 2000. Disponível em: http://cnets.iste.org/teachstandintro.html. Acesso em 11 Mar. 2010.
  • 8. Níveis de desempenho em Informática Educacional (EDIE-ISTE) Nível Padrão de Desempenho Básico Uso pessoal e acadêmico limitado da tecnologia. Seleção e uso dos recursos tecnológicos, envolvendo o uso produtivo de ferramentas de Intermediário processamento de palavras e administração de dados. Avaliação da aprendizagem utilizando recursos tecnológicos, avaliação da própria tecnologia Avançado educacional e utilização legal e ética das tecnologias educacionais.
  • 9. Perfil do professor (EDIE-ISTE) Fator Indica O uso da informática educativa à sua Desempenho própria prática docente A atuação como gestor de recursos e das Gestão aplicações educativas, longe da ação pedagógica propriamente dita
  • 10. NOSSOS RESULTADOS Inicial Conteúdos Continuada Software PROINFO
  • 11. Os dados analisados apontam o aluno da Licenciatura em Informática como aquele que possui melhor fator de desempenho. Enquanto, o de pior desempenho é o estudante oriundo do curso de Geografia. PEDAGOGIA BIOLOGIA LETRAS HISTÓRIA GEOGRAFIA LETRAS INGLÊS INFORMÁTICA 0 20 40 60 80 100 Fator de Gestão Fator de Desempenho
  • 12. Níveis das Licenciaturas Nível Avançado Nível Intermediario Nível Básico PEDAGOGIA BIOLOGIA LETRAS HISTÓRIA GEOGRAFIA LETRAS INGLÊS INFORMÁTICA 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
  • 13. A FORMAÇÃO INICIAL NO CUR Repensar o currículo de formação de professores. Em termos de fator de desempenho os licenciandos são gestores dos recursos e aplicações quando deveriam estar desempenhando a função de professor que aplica a informática educativa em sua prática docente. Para mudar tal quadro é preciso expor os estudantes à tecnologia educativa e a formadores de professores que utilizem tais tecnologias em suas práticas docentes, durante todo o tempo de curso. GOMES, Luzane Francisca. A Formação Tecnológica do Professor: O caso das Licenciaturas do CUR/UFMT. Monografia de graduação. Rondonópolis: UFMT, 2010.
  • 14. NOSSOS RESULTADOS Inicial Conteúdos Continuada Software PROINFO
  • 15. A FORMAÇÃO TECNOLÓGICA CONTINUADA NA REGIÃO A qualificação tecnológica do professor não tem como consequência direta a melhoria da aprendizagem do aluno. As ações de formação são desarticuladas entre si e com as necessidades da escola e do professor, pecando pela falta de interdisciplinaridade, repetitivas e voltadas para o “formador” disponível nos órgão de formação. A dificuldade do professor em elaborar por si próprio o material didático fundamentado teoricamente, como marca de teor emancipatório e de autonomia profissional.
  • 17. A FORMAÇÃO TECNOLÓGICA CONTINUADA NA REGIÃO Isso indica que são Enquadram-se no nível necessárias ações de básico de qualificação formação para o tecnológica que se desenvolvimento das caracteriza pelo uso habilidades requeridas no pessoal limitado da uso das tecnologias educacionais na prática tecnologia. didática.
  • 19. A FORMAÇÃO TECNOLÓGICA CONTINUADA NA REGIÃO SUDRÉ, Núria Catiuxe Santos. A formação tecnológica continuada do professor: O caso da rede pública estadual de Rondonópolis-MT. Monografia de graduação. Rondonópolis: UFMT, 2010.
  • 20. A FORMAÇÃO TECNOLÓGICA EM JUSCIMEIRA • A maioria dos professores da rede pública estadual de Juscimeira-MT não estão preparados para utilizar recursos tecnológicos na prática docente. • Os professores do gênero masculino mostraram que conhecem os recursos tecnológicos, se enquadrando no Nível Intermediário de qualificação tecnológica, entretanto, limitam-se apenas às ações gestoras . • Dentre os poucos professores que possuem especialização 75% enquadra-se no Nível Intermediário de qualificação tecnológica e 58% enquadrados no perfil educacional de desempenho. • A maioria dos professores mais jovens (faixa etária 20 a 30 anos) se enquadraram no Nível Básico com perfil de Gestão. • Os professores da faixa etária (31 a 40 anos) se enquadraram nos níveis Intermediário e Avançado. QUEIROZ , Gesane Zanata. O Nível de Desempenho em Informática Educativa dos Professores da Rede Pública de Ensino de Juscimeira-MT. Monografia de Graduação. Rondonópolis: UFMT, 2010.
  • 21. NOSSOS RESULTADOS Inicial Conteúdos Continuada Software PROINFO
  • 22. RAIO X DO PROINFO NA REDE ESTADUAL EM 2010 Padrão Descrição do Padrão Referencial PR-1 Infraestrutura física, tecnológica e de recursos humanos PR-2 Direção e gestão administrativa e pedagógica PR-3 Apropriação da informática e da cultura educativa PR-4 Aperfeiçoamento e expansão do programa PR-5 Inovação e desenvolvimento social BRANDÃO, Maria de Fátima Ramos; TRÓCCOLI, Bartholomeu T.; GUEDEA, Miriam Teresa Domínguez. Um Modelo de Avaliação do Programa Nacional de Informática na Educação. In: WORKSHOP DE INFORMÁTICA NA ESCOLA-WIE, 11. Anais do XXIII Congresso da SBC. 2003, pp. 456-465.
  • 23. P R 1 A gestão administrativa é inadequada, pois não se aplica os recursos necessários para o pleno desenvolvimento do potencial tecnológico, agravado pela pouca disponibilidade do docente para participar dos cursos de formação e pela P barreira tecnológica em relação ao professor que carregam consigo certo conservadorismo. Na visão dos alunos a aula é R pouco interessante devido ao pouco conhecimento do 2 professor sobre tecnologia digital.
  • 24. PR - 3 Toda comunidade escolar é favorável ao uso da Informática na Educação. O desenvolvimento de metodologia própria pelos professores tem ocorrido de maneira lenta. Poucos se aventuram em buscar atualizações na área tecnológica, devido ao comodismo e a insegurança do professor em saber menos sobre esse assunto que o aluno. As aulas em laboratório são para realizar buscas e pesquisas. Todos os segmentos investigados empregam a tecnologia no ambiente familiar. Também foi observado que professores não utilizam outras ferramentas tecnológicas disponíveis e pagam a terceiros para realizarem tarefas que envolvam o seu uso. PR - 4 A comunidade escolar classifica o PROINFO como bom, porém ainda não esta atendendo completamente a demanda. Pois estão investindo em recursos tecnológicos e se esquecendo da qualificação dos gestores e professores.
  • 25. Esse é um dos fatores que mais tem peso no modelo avaliativo, quando se trata do uso das tecnologias e P resultados da capacitação do professor, ele diz respeito a produção de material digital. Nenhuma das escolas R pesquisadas apresentou material produzido por seus 5 integrantes. Conclusão ... [...] sabendo que só fornecer os recursos tecnológicos não basta, assim como oferecer uma capacitação ultrapassada tecnologicamente para qualificar os professores e gestores não vai dar certo. Pois eles estão receosos de sempre ouvir a mesma coisa em seus cursos de capacitação. A maioria desiste também por causa dos cursos serem ofertados para grandes turmas e obrigados a trabalhar em duplas. SANTOS, José Junio Moura dos. O PROINFO na rede escolar estadual: Um diagnóstico em Rondonópolis-MT. Monografia de graduação. Rondonópolis: UFMT, 2010.
  • 26. Pesquisa TIC Educação Pesquisa sobre o Uso das TIC nas Escolas Brasileiras CGI.br – Comitê Gestor da Internet no Brasil São Paulo, 09 de Agosto de 2011 • O número de computadores na sala é a principal barreira para o uso das TIC na escola. • 81% das escolas pesquisadas possuem laboratórios de informática. • 52% dessas escolas contam com um monitor no laboratório de informática.
  • 27. • 64% dos professores das escolas pesquisadas apontam que o aluno tem mais conhecimento sobre o uso das TIC • O aspecto geracional se reflete no desenvolvimento das habilidades para o uso do computador e Internet. • 48% dos professores participaram de algum curso. 27% dos professores não participaram de nenhum curso de formação continuada entre 2009-2011. • 75% dos professores tiveram como principal tipo de apoio o CONTATO INFORMAL para o desenvolvimento de seus conhecimentos. • 82% dos professores não usam o computador em sala de aula e 7% dos que usam mencionam o laboratório como o local mais frequente.
  • 28. • Ao mesmo tempo em que o professor iniciava sua carreira, iniciava a disseminação do uso da Internet no Brasil. • 1/3 dos professores trabalha mais de 40h por semana. • 42% dos professores ganham menos que R$ 1.530,00 e menos que 2% recebem mais que R$ 5.100,01 de salário mensal. • 40% dos professores possuem graduação, 56% cursaram uma especialização e 4% são mestres. • 74% dos professores adquiriram seu computador portátil através de recursos próprios. 90% deles tem computador em casa e desses 81% tem acesso a Internet. • Qual o cotidiano escolar: 74% faz exercícios para prática e fixação do conteúdo e 55% usa a aula expositiva. Ensinar os alunos a usar computador e internet somente 2% faz isso. • 44% usa em pesquisa de informações.
  • 29. • 76% não usa o computador em aula expositiva. • 77% não usam o computador em exercícios para prática e fixação do conteúdo, interpretação de textos e para o apoio de atividades em grupo e trabalho colaborativo. • 78% não usam o computador para realização de debates e apresentações feitas pelos alunos. • 80% não usam o computador para mediar a comunicação entre estudantes e orientadores externos. • 82% não usam o computador para o apoio individualizado a alguns estudantes para que possam alcançar o resto do grupo. • 92% não usam o computador para conversas com pais sobre como eles podem apoiar / monitorar a aprendizagem dos filhos e oferecer aconselhamento.
  • 30. NOSSOS RESULTADOS Inicial Conteúdos Continuada Software PROINFO
  • 31. SOFTWARES  GODOY, Helton Carlos Lima. Sistema Linux Educacional 3.0: ampliando uma visão sobre metodologia de análise de software. Monografia de Graduação. Rondonópolis: UFMT, 2009.  BAIA, Telma de Oliveira. Análise e classificação de software educacional de Matemática para as séries iniciais do ensino fundamental. Monografia de Graduação. Rondonópolis: UFMT, 2010.  MENDES, Simone de Oliveira. Avaliação de softwares leitores de tela para apoio a inclusão digital: a opinião dos portadores de necessidades visuais de um centro de reabilitação em Rondonópolis. Monografia de Graduação. Rondonópolis: UFMT, 2010.  SILVEIRA, Laís Ribeiro. Aprendizagem Colaborativa em Lista de Discussão Composta por Profissionais de TI: o caso GESITI. Monografia de Graduação. Rondonópolis: UFMT, 2010.  SOUZA, Jefferson Oliveira de. How-to para Segurança Digital em Escolas Públicas de Ensino Médio e Fundamental – Estudo de caso Escola Arão Gomes Bezerra. Monografia de Graduação. Rondonópolis: UFMT, 2010.
  • 32. NOSSOS RESULTADOS Inicial Conteúdos Continuada Software PROINFO
  • 33. NOSSAS PROPOSTAS (1) Empregar o modelo de formação continuada denominado de Modelo de Formação Centrado na Análise e Transformação das Práticas, desenvolvido por José Alberto Correia e que permite uma ruptura do círculo vicioso instalado pelos governos, qualificando o professor naquilo que ele julgar necessário para o emprego das TIC em sua prática pedagógica. Expor os estudantes durante todo o tempo de curso (de qualquer nível), à tecnologia educativa e a formadores de professores que utilizem tais tecnologias em suas práticas docentes. É imprescindível e urgente desenvolver programa de qualificação tecnológica voltados para os formadores de professores em todas as licenciaturas.
  • 34. NOSSAS PROPOSTAS (2) Debater e alterar o Currículo das licenciaturas do CUR/UFMT dando-lhes a possibilidade de qualificar tecnologicamente seus egressos em nível avançado em relação ao padrão de desempenho em informática educacional. Envolver a Universidade na formação continuada de professores, oferecendo cursos de pós-graduação lato sensu em Informática Educativa e afins, de maneira sistemática. Criar redes virtuais envolvendo pesquisadores, professores, formadores de professores e estudantes das licenciaturas visando criar laços fortes entre profissionais da Educação.
  • 35. Encerrando ? MUITO AGRADECIDO Prof. Dr. Ruy Ferreira ruy@ufmt.br