ANÁLISE COMPARATIVA DA AVALIAÇÃO DA GESTÃO EM SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO NOS HOSPITAIS BRASILEIROS, MEXICANO E PORTUGUÊS
SUMÁRIOApresentando o trabalhoQuem participouCaracterização dos hospitaisRecursos humanosGestão estratégica do hospitalPesquisa e desenvolvimento – P&DInvestimento em inovação tecnológicaEquipamentos e demais recursos de TIComércio EletrônicoTelemedicina Encerrando
APRESENTANDO O TRABALHO (1/2)
APRESENTANDO O TRABALHO (2/2)
QUEM PARTICIPOUUAEMUTAD
CARACTERIZAÇÃO DOS HOSPITAIS64 hospitais pesquisados,47.872 funcionários em atividade e 10.826 leitos ativos
RECURSOS HUMANOSIndicador de produtividade: funcionário x leito (1/2)
RECURSOS HUMANOSQualificação tecnológica do pessoal (2/2)?
Gestão estratégica do hospital
PESQUISA E DESEN-VOLVIMENTO – P&D(1/2)A maioria dos dirigentes entrevistados teve dificuldade em compreender os quesitos referentes à pesquisa & desenvolvimento.Das respostas válidas obteve-se que as atividades de pesquisa e desenvolvimento se dão de forma ocasional em 49% dos hospitais e contínuas em 31% dos hospitais (incluídos os universitários). Os demais 20% não responderam o quesito.
PESQUISA E DESEN-VOLVIMENTO – P&D(2/2)Qual a importância da pesquisa & desenvolvimento?53%
INVESTIMENTO EM INOVAÇÃO TECNOLÓGICA (1/2)
INVESTIMENTO EM INOVAÇÃO TECNOLÓGICA (2/2)
EQUIPAMENTOS E DEMAIS RECURSOS DE TI (1/2)Os hospitais de porte especial têm em média 653 computadores, dos quais 617 conectados à Internet por meio de rede local (LAN). Enquanto os de grande porte apresentaram em média 230 computadores, dos quais 185 conectados à Internet por meio de LAN. A impressora laser é a preferida no momento de aquisição  (53%) entre os hospitais pesquisados
EQUIPAMENTOS E DEMAIS RECURSOS DE TI (2/2)
Comércio EletrônicoComo grande parte dos hospitais pesquisados são filantrópicos, públicos ou universitários estatais, não faz sentido falar de comércio de serviços em unidades de atendimento gratuito. Mesmo nas organizações privadas a maior barreira para venda de serviços na Internet refere-se à dificuldade em adaptar os produtos à venda neste canalOs dirigentes hospitalares  ENTREVISTADOS veem o portal como a única solução de Internet para o ramo.
Telemedicina (1/3)
Telemedicina (2/3)No Brasil os que a utilizam dividem-se nas especialidades médica de cardiologia, medicina intensiva, neurologia, radiologia, patologia, vídeo-endoscopia, ginecologia, medicina de emergência, dermatologia e oncologia. O uso mais comum desta tecnologia se dá em diagnósticos, gerenciamento de doenças crônicas e segunda opinião médica.
Telemedicina (3/3)A utilização de Conexão IP foi  única reportadaDestaque positivo para Santa Catarina onde os hospitais que usam a Telemedicina integram-se ao LABTELEMED (www.telemedicina.ufsc.br) da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Santa Catarina, possibilitando a interação entre o profissional no hospital com professores e alunos na faculdade
Em campo foram relatados problemas de exclusão de hospitais da amostragem da investigação por conta do nível crítico de desconhecimento dos entrevistados em relação ao tema (TI e SI). O estudo mostrou que depois de oito anos da implantação da Política Nacional de Informação e Informática em Saúde (PNIIS) pelo Ministério da Saúde do Brasil não se conhece o programa, nem mesmo nos hospitais públicos brasileiros.Concluindo parcialmente (1/2)
O volume de dados produzidos, por vários meios, nas organizações hospitalares é muito grande. Entretanto, o emprego desses dados raramente se dá na tomada de decisão ou na formação de diagnóstico. Como principal desdobramento é necessário ampliar o escopo da pesquisa, visando identificar razões do fraco uso do comércio eletrônico, da Telemedicina e de softwares integrados de gestão nos hospitais brasileiros. Concluindo parcialmente (2/2)
Agradecemos a atenção

Gestão de TI em hospitais

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    ANÁLISE COMPARATIVA DAAVALIAÇÃO DA GESTÃO EM SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO NOS HOSPITAIS BRASILEIROS, MEXICANO E PORTUGUÊS
  • 2.
    SUMÁRIOApresentando o trabalhoQuemparticipouCaracterização dos hospitaisRecursos humanosGestão estratégica do hospitalPesquisa e desenvolvimento – P&DInvestimento em inovação tecnológicaEquipamentos e demais recursos de TIComércio EletrônicoTelemedicina Encerrando
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    CARACTERIZAÇÃO DOS HOSPITAIS64hospitais pesquisados,47.872 funcionários em atividade e 10.826 leitos ativos
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    RECURSOS HUMANOSIndicador deprodutividade: funcionário x leito (1/2)
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    PESQUISA E DESEN-VOLVIMENTO– P&D(1/2)A maioria dos dirigentes entrevistados teve dificuldade em compreender os quesitos referentes à pesquisa & desenvolvimento.Das respostas válidas obteve-se que as atividades de pesquisa e desenvolvimento se dão de forma ocasional em 49% dos hospitais e contínuas em 31% dos hospitais (incluídos os universitários). Os demais 20% não responderam o quesito.
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    PESQUISA E DESEN-VOLVIMENTO– P&D(2/2)Qual a importância da pesquisa & desenvolvimento?53%
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    INVESTIMENTO EM INOVAÇÃOTECNOLÓGICA (1/2)
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    INVESTIMENTO EM INOVAÇÃOTECNOLÓGICA (2/2)
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    EQUIPAMENTOS E DEMAISRECURSOS DE TI (1/2)Os hospitais de porte especial têm em média 653 computadores, dos quais 617 conectados à Internet por meio de rede local (LAN). Enquanto os de grande porte apresentaram em média 230 computadores, dos quais 185 conectados à Internet por meio de LAN. A impressora laser é a preferida no momento de aquisição (53%) entre os hospitais pesquisados
  • 15.
    EQUIPAMENTOS E DEMAISRECURSOS DE TI (2/2)
  • 16.
    Comércio EletrônicoComo grandeparte dos hospitais pesquisados são filantrópicos, públicos ou universitários estatais, não faz sentido falar de comércio de serviços em unidades de atendimento gratuito. Mesmo nas organizações privadas a maior barreira para venda de serviços na Internet refere-se à dificuldade em adaptar os produtos à venda neste canalOs dirigentes hospitalares ENTREVISTADOS veem o portal como a única solução de Internet para o ramo.
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  • 18.
    Telemedicina (2/3)No Brasilos que a utilizam dividem-se nas especialidades médica de cardiologia, medicina intensiva, neurologia, radiologia, patologia, vídeo-endoscopia, ginecologia, medicina de emergência, dermatologia e oncologia. O uso mais comum desta tecnologia se dá em diagnósticos, gerenciamento de doenças crônicas e segunda opinião médica.
  • 19.
    Telemedicina (3/3)A utilizaçãode Conexão IP foi única reportadaDestaque positivo para Santa Catarina onde os hospitais que usam a Telemedicina integram-se ao LABTELEMED (www.telemedicina.ufsc.br) da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Santa Catarina, possibilitando a interação entre o profissional no hospital com professores e alunos na faculdade
  • 20.
    Em campo foramrelatados problemas de exclusão de hospitais da amostragem da investigação por conta do nível crítico de desconhecimento dos entrevistados em relação ao tema (TI e SI). O estudo mostrou que depois de oito anos da implantação da Política Nacional de Informação e Informática em Saúde (PNIIS) pelo Ministério da Saúde do Brasil não se conhece o programa, nem mesmo nos hospitais públicos brasileiros.Concluindo parcialmente (1/2)
  • 21.
    O volume dedados produzidos, por vários meios, nas organizações hospitalares é muito grande. Entretanto, o emprego desses dados raramente se dá na tomada de decisão ou na formação de diagnóstico. Como principal desdobramento é necessário ampliar o escopo da pesquisa, visando identificar razões do fraco uso do comércio eletrônico, da Telemedicina e de softwares integrados de gestão nos hospitais brasileiros. Concluindo parcialmente (2/2)
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