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Ecogestão – Profa Valéria Bolognini Por  Denisiane Souza  E Andressa Martins
 
Os sérios problemas ambientais que afetavam o mundo foram a causa da convocação pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1968, da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, que veio a se realizar em junho de 1972 em Estocolmo.
Essa Conferência chamou a atenção das nações para o fato de que a ação humana estava causando séria degradação da natureza e criando severos riscos para o bem estar e para a própria sobrevivência da humanidade. Foi marcada por uma visão antropocêntrica de mundo, em que o homem era tido como o centro de toda a atividade realizada no planeta, desconsiderando o fato de a espécie humana ser parte da grande cadeia ecológica que rege a vida na Terra.
A Conferência foi marcada pelo confronto entre as perspectivas dos  “ países desenvolvidos .”  e dos países  “ em desenvolvimento.”
A Conferência contou com representantes de 113 países, 250 organizações-não-governamentais e dos organismos da ONU. A Conferência produziu a Declaração sobre o Meio Ambiente Humano, uma declaração de princípios de comportamento e responsabilidade que deveriam governar as decisões concernentes a questões ambientais. Outro resultado formal foi um Plano de Ação que convocava todos os países, os organismos das Nações Unidas, bem como todas as organizações internacionais a cooperarem na busca de soluções para uma série de problemas ambientais.
 
Primeira Conferência Mundial sobre o Clima, que reuniu cientistas e alertou para a necessidade de reduzir os gases do efeito estufa. A ONU cria o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), para avaliar o risco da mudança climática devido à atividade humana.
 
Estabeleceu a necessidade de um tal tratado internacional climático, que acabaria sendo produzido em 1992. As negociações para ele começaram no mesmo ano, com a criação de um comitê para produzi-lo: o Comitê Intergovernamental de Negociação para uma Convenção-Quadro sobre Mudanças Climáticas. O IPCC divulga seu primeiro relatório de avaliação, que mostrava que a temperatura do planeta estaria aumentando. A projeção era de cerca de 0,15 ºC e 0,3 ºC para a década seguinte.
 
A Conferência das Nações Unidas  para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (CNUMAD ou Rio-92) resulta nos tratados internacionais Agenda 21, Convenção da Biodiversidade e Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCC, na sigla em inglês). O objetivo da UNFCC é de estabilizar a concentração de gases do efeito estufa na atmosfera.
 
Na primeira Conferência das Partes (COP-1), foram definidos os compromissos legais de redução de emissões, que fariam parte do Protocolo de Kyoto. No mesmo ano, é divulgado o segundo relatório do IPCC.
 
Na COP-2, fica definido que os relatórios do IPCC nortearão as decisões futuras.
 
A COP-3 passa para a história como a convenção em que a comunidade internacional firmou um amplo acordo de caráter ambiental, apesar das divergências entre Estados Unidos e União Européia: o   Protocolo de Kyoto .
Ele é um instrumento legal que sugere a redução de emissões de gases do efeito estufa nos países signatários e, no caso dos grandes poluidores do mundo desenvolvido, impõe metas variadas de redução, sendo 5,2% em média, tomando como parâmetro as emissões de 1990. Para que tivesse efeito, teria que ser ratificado pelos países desenvolvidos, cuja soma de emissões de CO 2  representava 55% do total. São criados o MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo), a partir de uma proposta brasileira, e os certificados de carbono.
 
Na COP-4, começam as discussões sobre um cronograma para implementar o Protocolo de Kyoto. No ano seguinte, durante a COP-5, em Bonn (Alemanha), as discussões de implementação continuam.
 
A tensão entre a União Europeia e o grupo liderado pelos Estados Unidos aumenta na COP-6, levando ao impasse as negociações. No ano seguinte, o presidente George W. Bush declara que os Estados Unidos não ratificarão o Protocolo de Kyoto, um entrave para a continuidade das negociações. Com a saída do maior poluidor do mundo, o protocolo corre o risco de perder seu efeito.
 
O IPCC convoca uma COP extraordinária para divulgar o terceiro relatório, em que fica cada vez mais evidente a interferência do homem nas mudanças climáticas. A tensão entre os países industrializados diminui na COP-7, em Marrakesh.
 
A COP-8 pede ações mais objetivas para a redução das emissões. Os países entram em acordo sobre as regras do MDL. A questão do desenvolvimento sustentável entra em foco.
 
Na COP-9, aprofundam-se as diferenças entre os países industrializados e o resto do mundo. Fica clara a falta de lideranças comprometidas para costurar acordos, o que é cobrado por ONGs. O assunto "florestas" entra em pauta.
 
Iniciam-se, durante a COP-10, discussões informais sobre novos compromissos de longo prazo a partir de 2012, quando vence o primeiro período do Protocolo de Kyoto.
 
Fica clara a necessidade de um amplo acordo internacional, ajustado à nova realidade mundial: Brasil, China e Índia tornaram-se emissores importantes. Na COP-11, é proposta pelo Brasil a negociação em dois trilhos: o pós-Kyoto e outra paralela entre os grandes emissores, o que inclui os Estados Unidos.
 
Na COP-12, a vulnerabilidade dos países mais pobres fica evidente. Ainda repercute o Relatório Stern, lançado na Inglaterra no mesmo ano e considerado o estudo econômico mais complexo e abrangente sobre os prejuízos do aquecimento global. Em Nairóbi, o Brasil apresenta a proposta de um mecanismo de incentivos financeiros para a manutenção das florestas, o Redd (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação).
 
É criado o Mapa do Caminho, com cinco pilares de discussão para facilitar a assinatura de um compromisso internacional em Copenhague: visão compartilhada, mitigação, adaptação, transferência de tecnologia e suporte financeiro.  Na COP-13 ficou acertado que seriam criados um fundo de recursos para os países em desenvolvimento e as Namas (Ações de Mitigação Nacionalmente Adequadas), modelo ideal para os países em desenvolvimento que, mesmo sem obrigação legal, concordem em diminuir suas emissões.
 
Continuam as costuras para um acordo amplo em Compenhague, sem muitos avanços. O Brasil lança o Plano Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC), incluindo metas para a redução do desmatamento. Apresenta ainda o Fundo Amazônia, iniciativa para captar recursos para projetos de combate ao desmatamento e de promoção da conservação e uso sustentável na região.
Conferência de Copenhagen
Em Dezembro de 2009 foi realizada  a 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 15), em Copenhagen. Essa foi a maior reunião diplomática da história,  que resultou em frustrações, visto que as expectativas eram grandes, mas também, em avanços significativos.
Foto da Conferência em Copenhagen( COP15 /2009)
A Conferência teve como objetivo a difícil missão de Líderes de 190 países chegarem a um consenso sobre o novo acordo climático para complementar o Protocolo de Kyoto depois de 2012. O desafio incluiu a conciliação de interesses de países ricos e nações em desenvolvimento para chegar a níveis de redução de emissões de gases de efeito estufa que evitem o colapso climático do planeta.
É necessária a UNIÃO dos países para a SOBREVIVÊNCIA  do PLANETA!!!
Como já foi dito, a Conferência resultou em muitas  frustrações,  mas também teve suas notícias positivas.A primeira delas é que o mundo todo tomou conhecimento do problema; a segunda é que os Estados Unidos e a China, os dois maiores emissores de gases de efeito estufa, concordaram em participar do acordo pela primeira vez,com metas. É um avanço significativo. Dá um claro sinal às empresas daqueles países – e do mundo - de que o aquecimento deixa de ser uma  preocupação ambiental  movida por altruísmo e se firma como  questão geopolítica e estratégica.
O papel do Brasil merece destaque.O país, que até pouco, mostrava pouco entusiasmo pela questão pode ser considerado hoje um dos lideres mundiais no que tange ao  aquecimento global . Ficou claro, ainda, que o debate sobre o assunto vai estar no centro da próxima campanha para presidente no nosso país. Os três pré-candidatos -  José Serra ,  Dilma Rousseff  e  Marina Silva  - estiveram atuantes no COP15. E a questão do aquecimento esteve, pelo menos durante a conferência, no centro da grande imprensa brasileira, com  direito a manchetes nas primeiras páginas dos jornais e revistas. “ Diz Caco de Paula , coordenador do Planeta Sustentável.”
Para que possamos enxergar no  FUTURO ! Está na hora de olhar e trabalhar no presente...
Enquanto houverem somente palavras e não existirem ações concretas,não adianta fazer congressos nem conferências.
 
 
O MUNDO NUNCA COBROU ALUGUEL  MAS JÁ ESTÁ A PONTO DE MANDAR VOCÊ EMBORA!!!
 

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Reformas da Educacao Profissional - anos 80 e anos 90
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Reformas da Educacao Profissional - anos 80 e anos 90
 
Parte I - Centralidade do Trabalho no Marxismo Clássico
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Parte II - Descentralidade do Trabalho e Modernidade
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Conferencias Do Clima

  • 1. Ecogestão – Profa Valéria Bolognini Por Denisiane Souza E Andressa Martins
  • 2.  
  • 3. Os sérios problemas ambientais que afetavam o mundo foram a causa da convocação pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1968, da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, que veio a se realizar em junho de 1972 em Estocolmo.
  • 4. Essa Conferência chamou a atenção das nações para o fato de que a ação humana estava causando séria degradação da natureza e criando severos riscos para o bem estar e para a própria sobrevivência da humanidade. Foi marcada por uma visão antropocêntrica de mundo, em que o homem era tido como o centro de toda a atividade realizada no planeta, desconsiderando o fato de a espécie humana ser parte da grande cadeia ecológica que rege a vida na Terra.
  • 5. A Conferência foi marcada pelo confronto entre as perspectivas dos “ países desenvolvidos .” e dos países “ em desenvolvimento.”
  • 6. A Conferência contou com representantes de 113 países, 250 organizações-não-governamentais e dos organismos da ONU. A Conferência produziu a Declaração sobre o Meio Ambiente Humano, uma declaração de princípios de comportamento e responsabilidade que deveriam governar as decisões concernentes a questões ambientais. Outro resultado formal foi um Plano de Ação que convocava todos os países, os organismos das Nações Unidas, bem como todas as organizações internacionais a cooperarem na busca de soluções para uma série de problemas ambientais.
  • 7.  
  • 8. Primeira Conferência Mundial sobre o Clima, que reuniu cientistas e alertou para a necessidade de reduzir os gases do efeito estufa. A ONU cria o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), para avaliar o risco da mudança climática devido à atividade humana.
  • 9.  
  • 10. Estabeleceu a necessidade de um tal tratado internacional climático, que acabaria sendo produzido em 1992. As negociações para ele começaram no mesmo ano, com a criação de um comitê para produzi-lo: o Comitê Intergovernamental de Negociação para uma Convenção-Quadro sobre Mudanças Climáticas. O IPCC divulga seu primeiro relatório de avaliação, que mostrava que a temperatura do planeta estaria aumentando. A projeção era de cerca de 0,15 ºC e 0,3 ºC para a década seguinte.
  • 11.  
  • 12. A Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (CNUMAD ou Rio-92) resulta nos tratados internacionais Agenda 21, Convenção da Biodiversidade e Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCC, na sigla em inglês). O objetivo da UNFCC é de estabilizar a concentração de gases do efeito estufa na atmosfera.
  • 13.  
  • 14. Na primeira Conferência das Partes (COP-1), foram definidos os compromissos legais de redução de emissões, que fariam parte do Protocolo de Kyoto. No mesmo ano, é divulgado o segundo relatório do IPCC.
  • 15.  
  • 16. Na COP-2, fica definido que os relatórios do IPCC nortearão as decisões futuras.
  • 17.  
  • 18. A COP-3 passa para a história como a convenção em que a comunidade internacional firmou um amplo acordo de caráter ambiental, apesar das divergências entre Estados Unidos e União Européia: o Protocolo de Kyoto .
  • 19. Ele é um instrumento legal que sugere a redução de emissões de gases do efeito estufa nos países signatários e, no caso dos grandes poluidores do mundo desenvolvido, impõe metas variadas de redução, sendo 5,2% em média, tomando como parâmetro as emissões de 1990. Para que tivesse efeito, teria que ser ratificado pelos países desenvolvidos, cuja soma de emissões de CO 2 representava 55% do total. São criados o MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo), a partir de uma proposta brasileira, e os certificados de carbono.
  • 20.  
  • 21. Na COP-4, começam as discussões sobre um cronograma para implementar o Protocolo de Kyoto. No ano seguinte, durante a COP-5, em Bonn (Alemanha), as discussões de implementação continuam.
  • 22.  
  • 23. A tensão entre a União Europeia e o grupo liderado pelos Estados Unidos aumenta na COP-6, levando ao impasse as negociações. No ano seguinte, o presidente George W. Bush declara que os Estados Unidos não ratificarão o Protocolo de Kyoto, um entrave para a continuidade das negociações. Com a saída do maior poluidor do mundo, o protocolo corre o risco de perder seu efeito.
  • 24.  
  • 25. O IPCC convoca uma COP extraordinária para divulgar o terceiro relatório, em que fica cada vez mais evidente a interferência do homem nas mudanças climáticas. A tensão entre os países industrializados diminui na COP-7, em Marrakesh.
  • 26.  
  • 27. A COP-8 pede ações mais objetivas para a redução das emissões. Os países entram em acordo sobre as regras do MDL. A questão do desenvolvimento sustentável entra em foco.
  • 28.  
  • 29. Na COP-9, aprofundam-se as diferenças entre os países industrializados e o resto do mundo. Fica clara a falta de lideranças comprometidas para costurar acordos, o que é cobrado por ONGs. O assunto "florestas" entra em pauta.
  • 30.  
  • 31. Iniciam-se, durante a COP-10, discussões informais sobre novos compromissos de longo prazo a partir de 2012, quando vence o primeiro período do Protocolo de Kyoto.
  • 32.  
  • 33. Fica clara a necessidade de um amplo acordo internacional, ajustado à nova realidade mundial: Brasil, China e Índia tornaram-se emissores importantes. Na COP-11, é proposta pelo Brasil a negociação em dois trilhos: o pós-Kyoto e outra paralela entre os grandes emissores, o que inclui os Estados Unidos.
  • 34.  
  • 35. Na COP-12, a vulnerabilidade dos países mais pobres fica evidente. Ainda repercute o Relatório Stern, lançado na Inglaterra no mesmo ano e considerado o estudo econômico mais complexo e abrangente sobre os prejuízos do aquecimento global. Em Nairóbi, o Brasil apresenta a proposta de um mecanismo de incentivos financeiros para a manutenção das florestas, o Redd (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação).
  • 36.  
  • 37. É criado o Mapa do Caminho, com cinco pilares de discussão para facilitar a assinatura de um compromisso internacional em Copenhague: visão compartilhada, mitigação, adaptação, transferência de tecnologia e suporte financeiro. Na COP-13 ficou acertado que seriam criados um fundo de recursos para os países em desenvolvimento e as Namas (Ações de Mitigação Nacionalmente Adequadas), modelo ideal para os países em desenvolvimento que, mesmo sem obrigação legal, concordem em diminuir suas emissões.
  • 38.  
  • 39. Continuam as costuras para um acordo amplo em Compenhague, sem muitos avanços. O Brasil lança o Plano Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC), incluindo metas para a redução do desmatamento. Apresenta ainda o Fundo Amazônia, iniciativa para captar recursos para projetos de combate ao desmatamento e de promoção da conservação e uso sustentável na região.
  • 41. Em Dezembro de 2009 foi realizada a 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 15), em Copenhagen. Essa foi a maior reunião diplomática da história, que resultou em frustrações, visto que as expectativas eram grandes, mas também, em avanços significativos.
  • 42. Foto da Conferência em Copenhagen( COP15 /2009)
  • 43. A Conferência teve como objetivo a difícil missão de Líderes de 190 países chegarem a um consenso sobre o novo acordo climático para complementar o Protocolo de Kyoto depois de 2012. O desafio incluiu a conciliação de interesses de países ricos e nações em desenvolvimento para chegar a níveis de redução de emissões de gases de efeito estufa que evitem o colapso climático do planeta.
  • 44. É necessária a UNIÃO dos países para a SOBREVIVÊNCIA do PLANETA!!!
  • 45. Como já foi dito, a Conferência resultou em muitas frustrações, mas também teve suas notícias positivas.A primeira delas é que o mundo todo tomou conhecimento do problema; a segunda é que os Estados Unidos e a China, os dois maiores emissores de gases de efeito estufa, concordaram em participar do acordo pela primeira vez,com metas. É um avanço significativo. Dá um claro sinal às empresas daqueles países – e do mundo - de que o aquecimento deixa de ser uma preocupação ambiental movida por altruísmo e se firma como questão geopolítica e estratégica.
  • 46. O papel do Brasil merece destaque.O país, que até pouco, mostrava pouco entusiasmo pela questão pode ser considerado hoje um dos lideres mundiais no que tange ao aquecimento global . Ficou claro, ainda, que o debate sobre o assunto vai estar no centro da próxima campanha para presidente no nosso país. Os três pré-candidatos - José Serra , Dilma Rousseff e Marina Silva - estiveram atuantes no COP15. E a questão do aquecimento esteve, pelo menos durante a conferência, no centro da grande imprensa brasileira, com direito a manchetes nas primeiras páginas dos jornais e revistas. “ Diz Caco de Paula , coordenador do Planeta Sustentável.”
  • 47. Para que possamos enxergar no FUTURO ! Está na hora de olhar e trabalhar no presente...
  • 48. Enquanto houverem somente palavras e não existirem ações concretas,não adianta fazer congressos nem conferências.
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  • 51. O MUNDO NUNCA COBROU ALUGUEL MAS JÁ ESTÁ A PONTO DE MANDAR VOCÊ EMBORA!!!
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