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DIRETRIZES GERAIS
     DA AÇÃO EVANGELIZADORA
      DA IGREJA NO BRASIL
               2011 – 2015
1


               Jesus Cristo,
    “Caminho, Verdade e Vida” (Jo 14, 6)
INTRODUÇÃO
2
A Igreja no Brasil reafirma a importância
de conhecer a realidade e de traçar
metas para a ação evangelizadora.
                 Desde o Plano de
                 Emergência
                 (1962),        a Igreja no
                 Brasil nunca interrompeu
                 o rico processo de
                 planejamento
                 pastoral, elaborando
                 diretrizes e planos.
                                          3
As atuais Diretrizes
                       indicam
                       caminhos, rumos
                       norteadores e
                       urgências
                       irrenunciáveis.

As Igrejas Locais aterrizam as
DGAE, através de planos de pastoral.
A Igreja no Brasil clama pela superação   4
PARTIR
    DE JESUS CRISTO
5
Não há como planejar a ação
pastoral, sem antes pararmos e nos
colocarmos diante de Jesus Cristo.
           Toda ação eclesial se volta para
           Ele e para o Reino do Deus.

                    Nosso olhar, nosso ser
                    e agir cristão precisam
                    ser reflexos do
                    seguimento de Jesus.
                                          6
Através de nós, Jesus precisa ir
 pelo mundo inteiro, para anunciar
 e edificar o Reino de Deus.
                           A missão consiste
                           em sair de si e ir
                           ao encontro dos
                           outros, na
                           gratuidade,

superando toda atitude mercantilista.
 .
                                            7
Por isso, a missão não tem
destinatários, mas interlocutores.
  Só é autêntica
  em uma relação
  de alteridade,
  na acolhida
  das diferenças,
  no diálogo.
                                     8
O seguimento de Jesus e a missão
só se dão no seio de uma comunidade
de fé, na Igreja.

No mistério do
Deus-comunhão,
o discípulo-
missionário

é sempre um irmão entre irmãos.
                                      9
Não há verdadeiro cristão, sem Igreja.



É a Igreja que
é missionária
e é sempre
ela quem envia
missionários.
                                         10
MARCAS
     DO NOSSO TEMPO
11
Para evangelizar, encarnar o
Evangelho, o discípulo missionário
precisa conhecer a realidade.

Dada a complexidade
da realidade,
conhecê-la implica
visão crítica,
condição para uma ação eclesial
assentada em fundamentos sólidos.    12
Característica marcante de nosso tempo
são mudanças profundas, de caráter
global, atingindo tudo e todos.

   A crise de referenciais
   de sentido, critérios
   de juízo, de valores,
   deixa as pessoas
   estressadas e
   desnorteadas.                         13
Daí o surgimento do relativismo
e do fundamentalismo,
bem como
de um
laicismo
militante.


                                  14
Há uma mercantilização das relações,
                      incluídas as
                     relações
                     humanas, familiares
                     e sociais, até a
                     religião.

Há oferta de propostas de felicidade
me realização pessoal, em detrimento
do bem comum, comprometendo            15
No campo religioso, preocupa o surgimento
                           de práticas
                           religiosas
                           emocionalistas, s
                           entimentalistas
                           e individualistas.
Oportunistas manipulam a mensagem do
Evangelho, apresentando a salvação de
Jesus Cristo como prosperidade
material, saúde física e realização afetiva.16
Com isso, a prática religiosa é desvincu-
lada do compromisso comunitário e
direcionada para interesses pessoais.
                      A situação de
                      carência de
                      condições de vida
                      da grande maioria da
                      população fortalece
                      este tipo de
                      experiência religiosa.
                                          17
Em meio a essas transformações,


                             é preciso
                             discernir, n
                             o
                             Espírito, os
                             novos sinais
                             dos tempos.
                                       18
URGÊNCIAS NA AÇÃO
      EVANGELIZADORA
             E
       PERSPECTIVAS
19
         DE AÇÃO
A mudança da realidade leva a
              Igreja a mudar o modo de levar
              a cabo sua ação.
              Consciente disso, Aparecida
              nos convocou a uma
              conversão pastoral.

A passar de uma “pastoral de conservação”
(de cristandade) a uma “pastoral
decididamente missionária”
(no contexto da renovação do Vat. II).      20
Isso exige auto-avaliação e coragem
de mudar estruturas ultrapassadas em
todos os
níveis, serviços, organismos, movimentos
e associações.

Estão implicados a
necessidade de
mudança de mentalidade,
mudança na ação                       21
De nosso novo contexto
globalizado, à luz de
Aparecida, emergem pelo menos cinco
urgências na evangelização.
As cinco urgências não são cinco
iniciativas avulsas. Elas conformam
um todo, uma está imbricada na outra
e compõem um modelo de Igreja e de
pastoral.                              22
Elas precisam estar presentes em todos
os processos de planejamento e planos
de pastoral, independente do local onde
a evangelização aconteça.
                           Assumir estas
                           urgências mostra
                           uma Igreja em
                           comunhão com
                           as conclusões
de Aparecida, com as demais Igrejas e com
a realidade sofrida de nossos.                23
1ª Urgência:
Igreja em estado
permanente de missão
Diagnóstico
A missão do discípulo deriva
do encontro com a pessoa de
Jesus Cristo. Ela consiste em
anunciar e edificar o Reino de Deus, no encontro
com as pessoas, famílias, comunidades e povos. 24
Por natureza, a Igreja
é missionária. Fechar-se
à missão, é fechar-se ao
chamado e envio de
Jesus Cristo, na força
do Espírito.

Missão não é
proselitismo,              concorrência
religiosa, competição por maior número de
fiéis.
O discípulo missionário sabe que não lhe cabe   25
O primeiro ato evangelizador é o
testemunho, base para a explicitação
do anúncio.
Na sequência, em atitude de diálogo, cabe
anunciar a pessoa e a mensagem de
Jesus,            conclamando toda a
humanidade à
comunhão, busca
da cultura da
vida,                                     a
caminho do Reino                          26
A missionariedade precisa impregnar
todas as estruturas eclesiais e todos
os planos pastorais.
Uma verdadeira conversão pastoral
se faz necessária para passar de uma
“pastoral de
conservação para
uma pastoral
missionária”.
                                        27
Perspectivas de ação
A missão, respaldada pelo
testemunho, implica o anúncio
explícito, nas mais variadas formas que
o ministério da Palavra pode assumir.
Na ação pastoral, cabe a cada comunidade
eclesial priorizar os
grupos humanos ou as
categorias sociais que
merecem atenção especial.                  28
Entre eles estão os que vivem nas
periferias das cidades, os jovens, os
trabalhadores, os formadores de
opinião, etc.
Atenção especial merecem os jovens, através
                        de iniciativas pastorais
                        que garantam a
                        animação e organização
                        da juventude na Igreja.
                                             29
O anúncio missionário precisa também
ter presente os povos indígenas e os
afro-brasileiros.
                        É preciso ir ao encontro
                        das pessoas, nas
                        residências, nos
                        ambientes: locais de
                        trabalho, favelas, assent
                        amentos, prisões, mora
                        dores de rua...
A Pastoral da Visitação pode dar maior
eficácia a este serviço.                      30
Contradiz a dinâmica do Reino de Deus
e uma Igreja missionária, a existência
de comunidades eclesiais fechadas
sobre si mesmas.
Faz parte da missão estar à serviço da
                         sociedade,
                            em diálogo com as
                         culturas e com as
                         demais Igrejas e
                         religiões.
                                           31
Na missão, como o
                 testemunho de unidade
                 dos cristãos é
                 fundamental, um grande
                 desafio é o ecumenismo.
               Outro desafio é o diálogo
               inter-religioso.
A uma Igreja toda ela missionária
interpela, igualmente, a missão Ad
gentes, dando     “de nossa pobreza”.      32
2ª Urgência:
Igreja, casa da iniciação à vida cristã
Diagnóstico
                 “Não se começa a ser cristão
                 por uma decisão ética, mas
                 pelo encontro com um
                 acontecimento, com a pessoa
                 de Jesus Cristo”, que é
                 sempre mediado por pessoas
                 de fé, pela ação da Igreja.
                                           33
Em outros tempos, a família, a escola e
o meio social ajudavam a pessoa a se
inserir na cultura e também na religião.
Hoje, isso já não acontece, o que exige
uma radical transformação no modo de
se levar a cabo a ação evangelizadora.
   O anúncio de
   Jesus Cristo não
   pode ser encarado
   como algo já dado.                      34
Isto exige, um efetivo processo de
iniciação à vida cristã dos batizandos e
batizados, em cada comunidade eclesial.
É um processo permanente de conversão
                   que exige familiaridade
                   com a Palavra de Deus
                   e vida em
                   comunidade, no qual os
                   catequistas têm
                   importante papel.
                                        35
Perspectivas de ação
Na iniciação cristã, precisa haver relação
interpessoal, no seio de uma comunidade
eclesial. O cristão crê com os outros e naquilo
que os outros crêem.

                As pessoas não buscam
                em primeiro lugar
                doutrinas,    mas acolhida
                pessoal                e
                relacionamento fraterno.     36
Iniciação cristã implica uma catequese
permanente, não limitada à formação
doutrinal, mas abarcando a vida cristã
como um todo.
              Ela se expressa na oração
              pessoal, na frequência à
              liturgia, na vida comunitária
              e no compromisso
              apostólico, mediante no
              serviço aos demais.             37
As pessoas, hoje, ciosas de sua
subjetividade autonomia, interpelam
uma catequese respeitosa da liberdade
dos interlocutores.
A pedagogia evangélica consiste
na persuasão do interlocutor pelo
testemunho de vida e pela argumentação
sincera e rigorosa, que estimula a busca
da verdade.                             38
É parte integrante do processo de iniciação
                          cristã a formação de
                          cristãos adultos na
                          fé, que precisa ser
                          uma das prioridades
                          na Igreja Local.

 Ele precisa estar integrado em um projeto
 orgânico de formação, com formação básica
 para todos e formação especializada
 para aqueles que atuam na sociedade.        39
3ª Urgência: Igreja, lugar de animação
bíblica da vida e da pastoral
Diagnóstico
Deus se dá a conhecer no
diálogo que estabelece
conosco pela sua Palavra.
Um contato profundo e vivencial com
as Escrituras é condição para o encontro
com Jesus e a adesão ao Reino de Deus.     40
Daí a importância do contato pessoal
e comunitário com a Palavra de Deus.
                     Infelizmente, a Bíblia nem
                     sempre é tratada como luz
                     para a vida. Muitas
                     vezes, é instrumentalizada
                     e usada até mesmo como
                     engodo.
O discípulo é, antes de tudo, um ouvinte da
Palavra, acolhendo-a na gratuidade, deixando-
se interpelar por ela.                       41
Tanto o contato com a Palavra como sua
acolhida, não se dão isoladamente, mas
em comunidade, tal como nos Círculos
Bíblicos, nos Grupos de Reflexão, etc.
                 Tem especial importância
                 a Leitura
                 Orante, sobretudo na
                 Liturgia, lugar
                 privilegiado onde Deus
                 fala a seu povo.     42
A animação bíblica de toda a pastoral
vai além de uma pastoral bíblica, pois
conduz a uma animação bíblica de toda
a vida cristã.

Perspectivas de ação
A vida cristã e todos os serviços
eclesiais precisam estar alicerçados
na Palavra de Deus e serem por ela
iluminados.                            43
Para isso, estimulem-se as iniciativas
que permitam colocar a Bíblia nas mãos
de todos, em especial dos mais pobres.
Depois, propicie-se os meios para que
se possa ler corretamente as Escrituras
e chegar à uma interpretação adequada.
É premente a capacitação, tanto no
conteúdo quanto na pedagogia bíblica.
                                        44
Para isso, são importantes as equipes de
animação bíblica da pastoral, que podem
proporcionar retiros, cursos, encontros e
subsídios de estudo sobre a Palavra de
Deus.
                     Merecem
                     destaque, também, o
                     s cursos e escolas
                     bíblicas.          45
Para além dos espaços
eclesiais,      a Bíblica pode estar
presente nas escolas e
universidades, sobretudo através da
educação religiosa.
                   É importante também
                   estimular manifestações
                   artísticas inspiradas nas
                   Escrituras, tanto nas artes
                   figurativas como na
                   arquitetura, na literatura 46
Igualmente é necessário que a Palavra se
faça presente nos meios de comunicação
social, especialmente na internet, com
suas inúmeras redes sociais.
Na animação bíblica da pastoral, é importante
a instituição e formação continuada dos
ministros da Palavra.
Especial atenção merece a
homilia,     espaço privilegiado de
atualização da Palavra, no hoje da assembléia
                                            47
4ª Urgência:
Igreja, comunidade de comunidades
Diagnóstico

A fé cristã é
eclesial, comunitária,   pois se funda
no mistério da Trindade e na utopia do
Reino de Deus,         que é uma
realidade coletiva.
                                    48
A forma de viver em comunidade está
sujeita às condições de cada tempo
e lugar. Hoje, além de comunidades
territoriais, surgem comunidades
ambientais ou afetivas, por eleição.
Também a Paróquia está desafiada ser
Igreja comunidade de
comunidades,, pois, a vivência cristã
implica afeto, convívio, vida fraterna.   49
Neste particular, as CEBs, hoje, são sinal
de vitalidade da Igreja, presença eclesial
junto aos mais pobres, comprometida
com uma sociedade justa e solidária.
                       Mas, no contexto
                       atual, também
                       elas precisam se
                       repensar.
                                             50
Para comunidades vivas e
missionárias, é importante a
multiplicação e diversificação de
ministérios confiados aos leigos.
                   Estes precisam ter uma
                   afetiva participação nos
                   processos de
                   planejamento e tomada
                   de decisões.
                                         51
Perspectivas de ação
A variedade de
vocações, carismas, espiritualidades e
movimentos na Igreja é uma
riqueza, mas por vezes, motivo de
competição, rejeição ou discriminação.

Grande desafio, portanto, é a vivência
da unidade na diversidade. O diálogo interno
é o caminho para uma convivência fraterna.
                                           52
Para ser comunidade de comunidades,
                       a paróquia precisa
                       renovar suas
                       estruturas.

Sua setorização em unidades territoriais
menores, com equipes próprias de animação
e de coordenação, permite maior
proximidade das pessoas e
grupos,       que vivem na região.     53
Para a comunidade seja sujeito,
é fundamental o funcionamento de
                    assembléias e conselhos
                    de pastoral, assim como
                    de comissões e equipes
                    de coordenação.
 A pastoral orgânica e de conjunto
 é o meio para a articulação de todas
 as ações e iniciativas, no seio da
 comunidade eclesial.                    54
Para isso, instrumento privilegiado
é o planejamento, com a participação
de todos, tanto na projeção da ação
como na execução.
A efetivação de uma Igreja comunidade de
                         comunidades
                         manifesta-
                         se, também, na
                         experiência de Igrejas-
                         irmãs, seja entre
                         dioceses como         55
5ª Urgência:
Igreja a serviço da vida plena
para todos
Diagnóstico

O Evangelho da vida está no centro da
mensagem de Jesus. Em
consequência, a missão dos discípulos
missionários é o serviço à vida.        56
Como afirmou Aparecida,
 “as condições de vida de muitos
 abandonados, excluídos e ignorados em sua
 miséria e dor, contradizem o projeto do Pai e
 desafiam os discípulos missionários a maior
 compromisso a favor da cultura da vida”.
                    É através da promoção da
                    cultura da vida que os
                    discípulos missionários de
                    Jesus Cristo testemunham
                    sua fé.                   57
Em consequência, urge uma Igreja
samaritana e profética
                      diante de tantos rostos
                      sofredores, da legalização
                      do aborto, dos
                      famintos, sem teto e
                      sem terra, sem
                      trabalho, educação, saúde,
                      lazer, liberdade, esperança
                      e fé.
Daí a importância de ratificar e potenciar a
opção preferencial pelos pobres, implícita     58
A opção pelos pobres precisa
       “atravessar todas as estruturas
       e prioridades pastorais, e traduzir-se
       em opções e gestos concretos”.
Optar pelos pobres não é fazer deles
                      um objeto de
                      caridade, mas sujeitos
                      de um mundo justo e
                      fraterno. Para isso, a
                      atuação no mundo da
                      política é            59
No cuidado e promoção da vida, está
a preocupação com a ecologia, num
planeta degradado, ameaça à viabilidade
da vida e de seus ecossistemas.

Perspectivas de ação
A missão primordial da Igreja de cuidar
e promover a vida em todas as suas
expressões e da natureza como sua
casa.                                     60
O serviço à vida começa pelo respeito
e defesa da dignidade
humana,           em todas as etapas da
existência, desde a fecundação até a
morte natural.

A Pastoral Social -
estruturada, orgânica e integral – é a
forma atual de dar eficacidade à ação
da Igreja no social.                      61
Olhar especial merece a
família,     lugar e escola de fé, que
precisa ser considerada um dos eixos
transversais de toda a ação
evangelizadora.


                 Urge respaldar a família
                 com uma pastoral
                 familiar
                 intensa, vigorosa e
                                         62
As crianças, adolescentes e
jovens,     os mais expostos a
perigos, precisam de maior atenção. A
pastoral da juventude e uma pastoral
infanto-juvenil podem dar importante
contribuição .
                Faz-se necessário uma
                presença mais efetiva da
                Igreja no mundo do
                trabalho, junto aos
                trabalhadores, nos sindicatos
                                            63
Cabe à Igreja associar-se à luta contra
o desemprego e o subemprego, criando
ou apoiando alternativas de geração de
renda.
É preciso apoiar:
 a economia solidária, a agricultura familiar, a
agroecologia, o consumo solidário, a segurança
alimentar, as redes de trocas, o aceso a crédito
popular, o trabalho coletivo e busca do
desenvolvimento local sustentável e solidário. 64
No serviço à vida, cabe promover uma
sociedade que respeite as legítimas
diferenças, combatendo toda espécie
de preconceito e discriminação.
                   Cabe aos cristãos
                   apoiar as iniciativas em
                   prol da inclusão social
                   e o reconhecimento
                   das populações
                   indígenas e africana.
                                        65
É preciso denunciar a discriminação e o
racismo, apoiar reivindicações de defesa
de seus territórios, afirmação de seus
direitos, cidadania.

              Importante campo de ação
              da Igreja é educar para a
              preservação da natureza
              e o cuidado com a ecologia
              humana.
                                           66
Incentive-se a participação social

                 e política dos
                 cristãos, especialmente
                 nos Conselhos de
                 Direitos.

Com a crise da democracia
representativa, cresce a importância e
a necessidade de colaboração da Igreja   67
Como cidadãos-cristãos, cabe-nos
buscar de políticas públicas inclusivas
de todos, em parceria com instituições
privadas ou públicas e com os
movimentos populares.
                       Merecem especial
                       atenção as regiões
                       suburbanas e a
                       população
                       carcerária.
                                            68
O empenho da Igreja na promoção
humana e da justiça social exige educar
a comunidade eclesial no conhecimento e
na aplicação da Doutrina Social da Igreja.
                      É condição para os
                      cristãos tornarem-se
                      verdadeiros
                      missionários da
                      caridade, no seio da
                      sociedade secular. 69
CONCLUSÃO
     COMPROMISSO DE UNIDADE
           NA MISSÃO
70
As atuais DGAE apontam
                para o compromisso
                evangelizador da Igreja
                no Brasil para o início da
                segunda década do
                século XXI.
Manifestam, através das cinco
urgências, o caminho discernido, à luz
do Espírito Santo, como resposta a este
tempo de profundas transformações.       71
Em continuidade com as orientações
 de toda a Igreja, elas assumem:
  ►o mais profundo espírito do Concílio
     Vaticano II
  ► e acolhem, de modo especial, as
     Conclusões da Conferência de
  Aparecida.
As DGAE representam             um forte
apelo à efetiva unidade.
                                           72

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Diretrizes Gerais da Evangelização da Igreja no Brasil 2011-2015 (Visão Geral)

  • 1. DIRETRIZES GERAIS DA AÇÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA NO BRASIL 2011 – 2015 1 Jesus Cristo, “Caminho, Verdade e Vida” (Jo 14, 6)
  • 3. A Igreja no Brasil reafirma a importância de conhecer a realidade e de traçar metas para a ação evangelizadora. Desde o Plano de Emergência (1962), a Igreja no Brasil nunca interrompeu o rico processo de planejamento pastoral, elaborando diretrizes e planos. 3
  • 4. As atuais Diretrizes indicam caminhos, rumos norteadores e urgências irrenunciáveis. As Igrejas Locais aterrizam as DGAE, através de planos de pastoral. A Igreja no Brasil clama pela superação 4
  • 5. PARTIR DE JESUS CRISTO 5
  • 6. Não há como planejar a ação pastoral, sem antes pararmos e nos colocarmos diante de Jesus Cristo. Toda ação eclesial se volta para Ele e para o Reino do Deus. Nosso olhar, nosso ser e agir cristão precisam ser reflexos do seguimento de Jesus. 6
  • 7. Através de nós, Jesus precisa ir pelo mundo inteiro, para anunciar e edificar o Reino de Deus. A missão consiste em sair de si e ir ao encontro dos outros, na gratuidade, superando toda atitude mercantilista. . 7
  • 8. Por isso, a missão não tem destinatários, mas interlocutores. Só é autêntica em uma relação de alteridade, na acolhida das diferenças, no diálogo. 8
  • 9. O seguimento de Jesus e a missão só se dão no seio de uma comunidade de fé, na Igreja. No mistério do Deus-comunhão, o discípulo- missionário é sempre um irmão entre irmãos. 9
  • 10. Não há verdadeiro cristão, sem Igreja. É a Igreja que é missionária e é sempre ela quem envia missionários. 10
  • 11. MARCAS DO NOSSO TEMPO 11
  • 12. Para evangelizar, encarnar o Evangelho, o discípulo missionário precisa conhecer a realidade. Dada a complexidade da realidade, conhecê-la implica visão crítica, condição para uma ação eclesial assentada em fundamentos sólidos. 12
  • 13. Característica marcante de nosso tempo são mudanças profundas, de caráter global, atingindo tudo e todos. A crise de referenciais de sentido, critérios de juízo, de valores, deixa as pessoas estressadas e desnorteadas. 13
  • 14. Daí o surgimento do relativismo e do fundamentalismo, bem como de um laicismo militante. 14
  • 15. Há uma mercantilização das relações, incluídas as relações humanas, familiares e sociais, até a religião. Há oferta de propostas de felicidade me realização pessoal, em detrimento do bem comum, comprometendo 15
  • 16. No campo religioso, preocupa o surgimento de práticas religiosas emocionalistas, s entimentalistas e individualistas. Oportunistas manipulam a mensagem do Evangelho, apresentando a salvação de Jesus Cristo como prosperidade material, saúde física e realização afetiva.16
  • 17. Com isso, a prática religiosa é desvincu- lada do compromisso comunitário e direcionada para interesses pessoais. A situação de carência de condições de vida da grande maioria da população fortalece este tipo de experiência religiosa. 17
  • 18. Em meio a essas transformações, é preciso discernir, n o Espírito, os novos sinais dos tempos. 18
  • 19. URGÊNCIAS NA AÇÃO EVANGELIZADORA E PERSPECTIVAS 19 DE AÇÃO
  • 20. A mudança da realidade leva a Igreja a mudar o modo de levar a cabo sua ação. Consciente disso, Aparecida nos convocou a uma conversão pastoral. A passar de uma “pastoral de conservação” (de cristandade) a uma “pastoral decididamente missionária” (no contexto da renovação do Vat. II). 20
  • 21. Isso exige auto-avaliação e coragem de mudar estruturas ultrapassadas em todos os níveis, serviços, organismos, movimentos e associações. Estão implicados a necessidade de mudança de mentalidade, mudança na ação 21
  • 22. De nosso novo contexto globalizado, à luz de Aparecida, emergem pelo menos cinco urgências na evangelização. As cinco urgências não são cinco iniciativas avulsas. Elas conformam um todo, uma está imbricada na outra e compõem um modelo de Igreja e de pastoral. 22
  • 23. Elas precisam estar presentes em todos os processos de planejamento e planos de pastoral, independente do local onde a evangelização aconteça. Assumir estas urgências mostra uma Igreja em comunhão com as conclusões de Aparecida, com as demais Igrejas e com a realidade sofrida de nossos. 23
  • 24. 1ª Urgência: Igreja em estado permanente de missão Diagnóstico A missão do discípulo deriva do encontro com a pessoa de Jesus Cristo. Ela consiste em anunciar e edificar o Reino de Deus, no encontro com as pessoas, famílias, comunidades e povos. 24
  • 25. Por natureza, a Igreja é missionária. Fechar-se à missão, é fechar-se ao chamado e envio de Jesus Cristo, na força do Espírito. Missão não é proselitismo, concorrência religiosa, competição por maior número de fiéis. O discípulo missionário sabe que não lhe cabe 25
  • 26. O primeiro ato evangelizador é o testemunho, base para a explicitação do anúncio. Na sequência, em atitude de diálogo, cabe anunciar a pessoa e a mensagem de Jesus, conclamando toda a humanidade à comunhão, busca da cultura da vida, a caminho do Reino 26
  • 27. A missionariedade precisa impregnar todas as estruturas eclesiais e todos os planos pastorais. Uma verdadeira conversão pastoral se faz necessária para passar de uma “pastoral de conservação para uma pastoral missionária”. 27
  • 28. Perspectivas de ação A missão, respaldada pelo testemunho, implica o anúncio explícito, nas mais variadas formas que o ministério da Palavra pode assumir. Na ação pastoral, cabe a cada comunidade eclesial priorizar os grupos humanos ou as categorias sociais que merecem atenção especial. 28
  • 29. Entre eles estão os que vivem nas periferias das cidades, os jovens, os trabalhadores, os formadores de opinião, etc. Atenção especial merecem os jovens, através de iniciativas pastorais que garantam a animação e organização da juventude na Igreja. 29
  • 30. O anúncio missionário precisa também ter presente os povos indígenas e os afro-brasileiros. É preciso ir ao encontro das pessoas, nas residências, nos ambientes: locais de trabalho, favelas, assent amentos, prisões, mora dores de rua... A Pastoral da Visitação pode dar maior eficácia a este serviço. 30
  • 31. Contradiz a dinâmica do Reino de Deus e uma Igreja missionária, a existência de comunidades eclesiais fechadas sobre si mesmas. Faz parte da missão estar à serviço da sociedade, em diálogo com as culturas e com as demais Igrejas e religiões. 31
  • 32. Na missão, como o testemunho de unidade dos cristãos é fundamental, um grande desafio é o ecumenismo. Outro desafio é o diálogo inter-religioso. A uma Igreja toda ela missionária interpela, igualmente, a missão Ad gentes, dando “de nossa pobreza”. 32
  • 33. 2ª Urgência: Igreja, casa da iniciação à vida cristã Diagnóstico “Não se começa a ser cristão por uma decisão ética, mas pelo encontro com um acontecimento, com a pessoa de Jesus Cristo”, que é sempre mediado por pessoas de fé, pela ação da Igreja. 33
  • 34. Em outros tempos, a família, a escola e o meio social ajudavam a pessoa a se inserir na cultura e também na religião. Hoje, isso já não acontece, o que exige uma radical transformação no modo de se levar a cabo a ação evangelizadora. O anúncio de Jesus Cristo não pode ser encarado como algo já dado. 34
  • 35. Isto exige, um efetivo processo de iniciação à vida cristã dos batizandos e batizados, em cada comunidade eclesial. É um processo permanente de conversão que exige familiaridade com a Palavra de Deus e vida em comunidade, no qual os catequistas têm importante papel. 35
  • 36. Perspectivas de ação Na iniciação cristã, precisa haver relação interpessoal, no seio de uma comunidade eclesial. O cristão crê com os outros e naquilo que os outros crêem. As pessoas não buscam em primeiro lugar doutrinas, mas acolhida pessoal e relacionamento fraterno. 36
  • 37. Iniciação cristã implica uma catequese permanente, não limitada à formação doutrinal, mas abarcando a vida cristã como um todo. Ela se expressa na oração pessoal, na frequência à liturgia, na vida comunitária e no compromisso apostólico, mediante no serviço aos demais. 37
  • 38. As pessoas, hoje, ciosas de sua subjetividade autonomia, interpelam uma catequese respeitosa da liberdade dos interlocutores. A pedagogia evangélica consiste na persuasão do interlocutor pelo testemunho de vida e pela argumentação sincera e rigorosa, que estimula a busca da verdade. 38
  • 39. É parte integrante do processo de iniciação cristã a formação de cristãos adultos na fé, que precisa ser uma das prioridades na Igreja Local. Ele precisa estar integrado em um projeto orgânico de formação, com formação básica para todos e formação especializada para aqueles que atuam na sociedade. 39
  • 40. 3ª Urgência: Igreja, lugar de animação bíblica da vida e da pastoral Diagnóstico Deus se dá a conhecer no diálogo que estabelece conosco pela sua Palavra. Um contato profundo e vivencial com as Escrituras é condição para o encontro com Jesus e a adesão ao Reino de Deus. 40
  • 41. Daí a importância do contato pessoal e comunitário com a Palavra de Deus. Infelizmente, a Bíblia nem sempre é tratada como luz para a vida. Muitas vezes, é instrumentalizada e usada até mesmo como engodo. O discípulo é, antes de tudo, um ouvinte da Palavra, acolhendo-a na gratuidade, deixando- se interpelar por ela. 41
  • 42. Tanto o contato com a Palavra como sua acolhida, não se dão isoladamente, mas em comunidade, tal como nos Círculos Bíblicos, nos Grupos de Reflexão, etc. Tem especial importância a Leitura Orante, sobretudo na Liturgia, lugar privilegiado onde Deus fala a seu povo. 42
  • 43. A animação bíblica de toda a pastoral vai além de uma pastoral bíblica, pois conduz a uma animação bíblica de toda a vida cristã. Perspectivas de ação A vida cristã e todos os serviços eclesiais precisam estar alicerçados na Palavra de Deus e serem por ela iluminados. 43
  • 44. Para isso, estimulem-se as iniciativas que permitam colocar a Bíblia nas mãos de todos, em especial dos mais pobres. Depois, propicie-se os meios para que se possa ler corretamente as Escrituras e chegar à uma interpretação adequada. É premente a capacitação, tanto no conteúdo quanto na pedagogia bíblica. 44
  • 45. Para isso, são importantes as equipes de animação bíblica da pastoral, que podem proporcionar retiros, cursos, encontros e subsídios de estudo sobre a Palavra de Deus. Merecem destaque, também, o s cursos e escolas bíblicas. 45
  • 46. Para além dos espaços eclesiais, a Bíblica pode estar presente nas escolas e universidades, sobretudo através da educação religiosa. É importante também estimular manifestações artísticas inspiradas nas Escrituras, tanto nas artes figurativas como na arquitetura, na literatura 46
  • 47. Igualmente é necessário que a Palavra se faça presente nos meios de comunicação social, especialmente na internet, com suas inúmeras redes sociais. Na animação bíblica da pastoral, é importante a instituição e formação continuada dos ministros da Palavra. Especial atenção merece a homilia, espaço privilegiado de atualização da Palavra, no hoje da assembléia 47
  • 48. 4ª Urgência: Igreja, comunidade de comunidades Diagnóstico A fé cristã é eclesial, comunitária, pois se funda no mistério da Trindade e na utopia do Reino de Deus, que é uma realidade coletiva. 48
  • 49. A forma de viver em comunidade está sujeita às condições de cada tempo e lugar. Hoje, além de comunidades territoriais, surgem comunidades ambientais ou afetivas, por eleição. Também a Paróquia está desafiada ser Igreja comunidade de comunidades,, pois, a vivência cristã implica afeto, convívio, vida fraterna. 49
  • 50. Neste particular, as CEBs, hoje, são sinal de vitalidade da Igreja, presença eclesial junto aos mais pobres, comprometida com uma sociedade justa e solidária. Mas, no contexto atual, também elas precisam se repensar. 50
  • 51. Para comunidades vivas e missionárias, é importante a multiplicação e diversificação de ministérios confiados aos leigos. Estes precisam ter uma afetiva participação nos processos de planejamento e tomada de decisões. 51
  • 52. Perspectivas de ação A variedade de vocações, carismas, espiritualidades e movimentos na Igreja é uma riqueza, mas por vezes, motivo de competição, rejeição ou discriminação. Grande desafio, portanto, é a vivência da unidade na diversidade. O diálogo interno é o caminho para uma convivência fraterna. 52
  • 53. Para ser comunidade de comunidades, a paróquia precisa renovar suas estruturas. Sua setorização em unidades territoriais menores, com equipes próprias de animação e de coordenação, permite maior proximidade das pessoas e grupos, que vivem na região. 53
  • 54. Para a comunidade seja sujeito, é fundamental o funcionamento de assembléias e conselhos de pastoral, assim como de comissões e equipes de coordenação. A pastoral orgânica e de conjunto é o meio para a articulação de todas as ações e iniciativas, no seio da comunidade eclesial. 54
  • 55. Para isso, instrumento privilegiado é o planejamento, com a participação de todos, tanto na projeção da ação como na execução. A efetivação de uma Igreja comunidade de comunidades manifesta- se, também, na experiência de Igrejas- irmãs, seja entre dioceses como 55
  • 56. 5ª Urgência: Igreja a serviço da vida plena para todos Diagnóstico O Evangelho da vida está no centro da mensagem de Jesus. Em consequência, a missão dos discípulos missionários é o serviço à vida. 56
  • 57. Como afirmou Aparecida, “as condições de vida de muitos abandonados, excluídos e ignorados em sua miséria e dor, contradizem o projeto do Pai e desafiam os discípulos missionários a maior compromisso a favor da cultura da vida”. É através da promoção da cultura da vida que os discípulos missionários de Jesus Cristo testemunham sua fé. 57
  • 58. Em consequência, urge uma Igreja samaritana e profética diante de tantos rostos sofredores, da legalização do aborto, dos famintos, sem teto e sem terra, sem trabalho, educação, saúde, lazer, liberdade, esperança e fé. Daí a importância de ratificar e potenciar a opção preferencial pelos pobres, implícita 58
  • 59. A opção pelos pobres precisa “atravessar todas as estruturas e prioridades pastorais, e traduzir-se em opções e gestos concretos”. Optar pelos pobres não é fazer deles um objeto de caridade, mas sujeitos de um mundo justo e fraterno. Para isso, a atuação no mundo da política é 59
  • 60. No cuidado e promoção da vida, está a preocupação com a ecologia, num planeta degradado, ameaça à viabilidade da vida e de seus ecossistemas. Perspectivas de ação A missão primordial da Igreja de cuidar e promover a vida em todas as suas expressões e da natureza como sua casa. 60
  • 61. O serviço à vida começa pelo respeito e defesa da dignidade humana, em todas as etapas da existência, desde a fecundação até a morte natural. A Pastoral Social - estruturada, orgânica e integral – é a forma atual de dar eficacidade à ação da Igreja no social. 61
  • 62. Olhar especial merece a família, lugar e escola de fé, que precisa ser considerada um dos eixos transversais de toda a ação evangelizadora. Urge respaldar a família com uma pastoral familiar intensa, vigorosa e 62
  • 63. As crianças, adolescentes e jovens, os mais expostos a perigos, precisam de maior atenção. A pastoral da juventude e uma pastoral infanto-juvenil podem dar importante contribuição . Faz-se necessário uma presença mais efetiva da Igreja no mundo do trabalho, junto aos trabalhadores, nos sindicatos 63
  • 64. Cabe à Igreja associar-se à luta contra o desemprego e o subemprego, criando ou apoiando alternativas de geração de renda. É preciso apoiar: a economia solidária, a agricultura familiar, a agroecologia, o consumo solidário, a segurança alimentar, as redes de trocas, o aceso a crédito popular, o trabalho coletivo e busca do desenvolvimento local sustentável e solidário. 64
  • 65. No serviço à vida, cabe promover uma sociedade que respeite as legítimas diferenças, combatendo toda espécie de preconceito e discriminação. Cabe aos cristãos apoiar as iniciativas em prol da inclusão social e o reconhecimento das populações indígenas e africana. 65
  • 66. É preciso denunciar a discriminação e o racismo, apoiar reivindicações de defesa de seus territórios, afirmação de seus direitos, cidadania. Importante campo de ação da Igreja é educar para a preservação da natureza e o cuidado com a ecologia humana. 66
  • 67. Incentive-se a participação social e política dos cristãos, especialmente nos Conselhos de Direitos. Com a crise da democracia representativa, cresce a importância e a necessidade de colaboração da Igreja 67
  • 68. Como cidadãos-cristãos, cabe-nos buscar de políticas públicas inclusivas de todos, em parceria com instituições privadas ou públicas e com os movimentos populares. Merecem especial atenção as regiões suburbanas e a população carcerária. 68
  • 69. O empenho da Igreja na promoção humana e da justiça social exige educar a comunidade eclesial no conhecimento e na aplicação da Doutrina Social da Igreja. É condição para os cristãos tornarem-se verdadeiros missionários da caridade, no seio da sociedade secular. 69
  • 70. CONCLUSÃO COMPROMISSO DE UNIDADE NA MISSÃO 70
  • 71. As atuais DGAE apontam para o compromisso evangelizador da Igreja no Brasil para o início da segunda década do século XXI. Manifestam, através das cinco urgências, o caminho discernido, à luz do Espírito Santo, como resposta a este tempo de profundas transformações. 71
  • 72. Em continuidade com as orientações de toda a Igreja, elas assumem: ►o mais profundo espírito do Concílio Vaticano II ► e acolhem, de modo especial, as Conclusões da Conferência de Aparecida. As DGAE representam um forte apelo à efetiva unidade. 72