O documento discute a organização da Igreja como uma comunidade de comunidades, com ênfase nas Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). Ele ressalta a importância das CEBs como lugares de vivência da Palavra, celebração litúrgica, missão e caridade. O documento também discute a necessidade de estruturar as paróquias em setores para descentralizar as atividades e dar autonomia às comunidades locais.