ENCONTRO DE ESPIRITUALIDADE  7. PPO
OBJETIVO GERAL  “ Evangelizar a partir do encontro com Jesus Cristo, como discípulos missionários, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, promovendo a dignidade da pessoa, renovando a comunidade, participando da construção de uma sociedade justa e solidária, para que todos tenham vida e a tenham em abundância (Jo 10, 10)”.
INTRODUÇÃO
A Pastoral consiste  no agir da Igreja
Conhecer  Organizar e coordenar  Unir recursos humanos e materiais   Partilhar  Planejar
O processo de planejamento resulta no Plano de Pastoral “ Agir pastoralmente é projetar e executar ações.”
1. PLANO DE PASTORAL
Todo Plano supõe  um Objetivo Geral como horizonte a ser atingido e marca o ponto de chegada.
Os projetos pastorais indicam os caminhos concretos a serem percorridos
Farol que ilumina, orienta Garante a unidade pastoral O Objetivo Geral é:
Tem um horizonte amplo e abrangente É um vínculo de articulação orgânica  que assegura  a eficácia pastoral
Estreita os laços de comunhão de nossa Igreja Particular com as Diretrizes Gerais da Igreja no Brasil
PALAVRAS CHAVE Evangelizar Participação e Comunhão Missão
Alegria e Mística do  Discípulo Missionário Planejamento participativo  =  colegialidade e  corresponsabilidade
2. PÉS NO CHÃO
Ponto de partida – A Realidade O Plano quer chamar atenção para a Realidade onde acontece a  missão da Igreja – Evangelizar
RMC: caracterizada por Zonas luminosas   habitadas por: Gente “rica e ligeira”  Alta qualidade de vida Maior número de católicos
Zonas Opacas     habitadas por: Gente “pobre e lenta”.  Baixa escolaridade. Maior número de evangélicos.
População residente em 2009 Total = 2.752.991 Homens = 1.355.703   Mulheres = 1.397.288 Fonte: Projeções Fundação  SEADE QUANTOS SOMOS?
Uma configuração urbana de chocantes contrastes sociais de desigualdade e exclusão CONSEQUÊNCIAS
Globalização garante conforto e bem estar para uns, desigualdade e exclusão de outros
Violência - insegurança e medo  Individualismo e isolamento das pessoas
Nova configuração familiar
Pluralismo religioso
Divórcio entre fé e vida Privatização da fé.
3. OLHOS NO HORIZONTE
Toda ação Pastoral supõe uma iluminação;  Teologia  na qual se fundamenta: permeia o 7º. PPO uma Eclesiologia de Povo de Deus e de Mistério de Comunhão.
Esta iluminação Teológica transparece sempre que todos os membros da Igreja são chamados,  no Plano, a exercer sua corresponsabilidade na vida das Comunidades nos vários ministérios da Palavra, Liturgia e Caridade.
A  Metodologia Participativa  supõe corresponsabilidade e colegialidade, características de uma Igreja Povo de Deus em Comunhão.
CONCLUSÃO TEOLÓGICO PASTORAL Toda a Igreja, Povo de Deus, em comunhão e participação é responsável pela Evangelização e pela Pastoral na Vida da Igreja  de forma planejada,  organicamente articulada.
Concílio Vaticano II:  “Toda a Igreja é missionária e a obra da Evangelização é um dever fundamental do Povo de Deus”
“ A Missão da Igreja consiste em reconhecer os ‘sinais dos tempos’ e interpretá-los à luz do Evangelho.” Doc 62 da CNBB – Missão e Ministérios dos cristãos leigos(as)
É necessário conhecer e compreender o mundo em que vivemos,  as suas esperanças e aspirações, o seu caráter tantas vezes dramático.
Esta teologia de Igreja Povo de Deus e Mistério de Comunhão  é o  fio   condutor  que perpassa todo o 7º. PPO.
“ No Povo de Deus a comunhão e a missão estão profundamente unidas entre si.  A comunhão é missionária e a missão é para a comunhão...
... Nas Igrejas particulares todos os membros do Povo de Deus, segundo suas vocações, somos convocados à santidade na comunhão e na missão.”
MÃOS NA MASSA
Muito importante a interpenetração dos três eixos:  Igreja que acolhe,  Igreja que se renova,  Igreja do  serviço solidário.
Acolher- atitude humana e pastoral em relação aos membros da comunidade e em relação àqueles que se encontram afastados.
Quem acolhe precisa ser criativo e conhecer os trabalhos pastorais a fim de sugerir possibilidades de inclusão, engajamento e participação.
É preciso ir ao encontro com disposição de diálogo e abertura.
“ Jesus percorria todas as cidades e aldeias... ia às casas e sinagogas para levar sua Palavra e a Misericórdia de Deus” (Mt 9,35)
Nos Atos dos Apóstolos Paulo reafirma com veemência  “...nunca deixei de anunciar publicamente e também de casa em casa ”.  (At 20,20)
É preciso cuidar com zelo e carinho da chama que ainda fumega.
Preservar e reavivar os vínculos que afloram em ocasiões especiais:
IGREJA QUE ACOLHE
Acolher a Pessoa como é,  com disposição fraterna e pastoral de dialogar.
Quais os sujeitos de nosso acolhimento pastoral?
Os que vêm em busca dos serviços religiosos, especialmente dos Sacramentos... Os que procuram atendimento pessoal, aconselhamento e orientação espiritual
Quais são os sujeitos, cujos rostos nos interpelam mais, hoje? Rostos sofredores que doem em nós?
Pessoas que vivem nas ruas nas grandes cidades, inclusive meninos e meninas
Migrantes – por conta da mobilidade humana e social
Enfermos: Dependentes de Drogas: Detidos em prisões:
O acolhimento se prolonga no acompanhamento:   Como dar continuidade  e seguimento?
Poderia, concretizar-se no processo de iniciação à vida cristã.  Catequese permanente.
Pastoral da Saúde -acompanha o enfermo criando um vínculo afetivo com ele e também com os cuidadores e  familiares...
Destaques  Igreja que acolhe
A Palavra de Deus gera uma comunidade acolhedora PROPOSTA 1
Intensificar a Espiritualidade Bíblico-Litúrgica   OBJETIVO 1
Duas realidades inseparáveis:  Ser Igreja e acolher.   PROPOSTA 2
   Sair e ir ao encontro
  Pastoral da Visitação Reinventar a missão popular urbana Atenção pastoral  especial aos pobres,  idosos, doentes e  pessoas com  deficiência.
Quantos idosos?  Maiores de 65 anos = 289.349   Fonte: Projeções Fundação  SEADE QUANTOS SOMOS?
Acompanhamento:   expressão de acolhida PROPOSTA 3
Reorganizar a preparação aos sacramentos conforme a catequese da iniciação à vida cristã
Acolher e evangelizar o jovem PROPOSTA 4
Quantos jovens ? Menores de 15 anos = 589.818  De 15 a 24 anos = 454.583  Fonte: Projeções Fundação  SEADE QUANTOS SOMOS?
Conhecer a realidade e a cultura do jovem... seus anseios e seus medos.
Capacitação de lideranças para o trabalho com os jovens: Agentes, jovens e também sacerdotes e diáconos
Jovens evangelizando jovens por conta da: proximidade etária cultura jovem ideais próprios medos comuns linguagens
IGREJA QUE SE RENOVA
Insistente interpelação do Plano é a Renovação da Paróquia cujas estruturas são consideradas ultrapassadas, estagnadas e antiquadas, de tal modo que não dão conta da Pastoral Urbana
Esta é a grande questão   Renovar  sim, mas também  inovar . É preciso: uma boa dose de ousadia  e coragem
Passos importantes foram dados, contudo não ainda de forma global, abrangente e significativa, de tal modo a criar um novo rosto de Igreja, na cidade, segundo uma nova configuração
Os pastoralistas destacam nas últimas décadas configurações  predominantes que a Igreja assumiu na Cidade.
Ação católica  (50-60) Comunidades Eclesiais de Base  (70-80) As Pastorais Sociais  (80-90...)
Nossos Planos Pastorais sempre tiveram como luz e interpelação constantes a opção preferencial pelos pobres e excluídos, seja no enunciado do Objetivo Geral,  seja nos projetos específicos.
O Plano também considera as novas comunidades que se organizam em vista de um determinado carisma, mas que não têm a mesma configuração e identidade das CEBs
Igreja como Rede de Comunidades PROPOSTA 1
1.      CEBs:
Sinal de vitalidade da Igreja Primeiro e fundamental núcleo eclesial   Fator primordial da promoção humana em lugares como vizinhança, bairros, periferia, favelas
Valoriza as relações de gratuidade e reciprocidade: oferecer – receber – retribuir Gente simples, fazendo coisas pequenas em lugares pouco importantes consegue mudanças extraordinárias
Ao surgimento de um novo sujeito social - o sujeito popular – corresponde o surgimento de um novo sujeito eclesial com nova consciência de Igreja  - CEBs
Encontros intereclesiais das CEBs CEBs ajudam a Igreja a estar mais comprometida com a vida e o sofrimento dos pobres, como fez Jesus.
A paróquia seja uma rede de comunidades, quando possível.
Como  viver em comunidade numa realidade globalizada e urbana? DESAFIOS
A lógica do mercado expulsa as relações de cooperação e solidariedade e introduz relações de competição Como viabilizar esta proposta nos centros urbanos?
–  Igreja toda Ministerial   PROPOSTA 2
A Igreja, Povo de Deus é uma realidade histórica, os caminhos da humanidade são os caminhos da Igreja – dos discípulos missionários.
A noção de Povo de Deus exprime: A profunda e radical unidade entre seus membros A comum dignidade
A fundamental habilitação de todos. A participação corresponsável na vida e missão da Igreja
Raiz comum é a condição cristã.“Um é, pois, o povo eleito:um só Senhor uma só fé um só  batismo”
O Doc 62 da CNBB – apresenta a missão e ministérios dos leigos segundo os três múnus (ofícios):  profético  sacerdotal e real  (pastoral)
O povo de Deus participa da função profética de Jesus Cristo
O Sacerdócio comum pertence e abrange todos os fiéis
Todos os fiéis cristãos participam também da função real ,  pastoral, de Jesus Cristo  enquanto Igreja
O ministério é um dom que torna a pessoa habilitada a desempenhar determinadas atividades e serviços na vida da Comunidade que atendem às necessidades de sua vida e missão.
O Batismo é a fonte de todas as vocações e desta fonte emanam os Ministérios na Igreja.
reconhecer, confirmar e valorizar a presença e ministérios das Mulheres DESTAQUE
na Evangelização, Pastorais e tantos outros serviços em nossas Comunidades. DESTAQUE
Igreja de Comunhão e Partilha   PROPOSTA 3
Expressão de uma Igreja Povo de Deus, onde todos são chamados a participar e se corresponsabilizar por toda a Vida e Missão da Igreja.
Os ministros ordenados são os primeiros corresponsáveis com o  Bispo,  Agentes das Pastorais Organismos  Movimentos pela vida e missão da Igreja
Urge ultrapassar uma visão piramidal e autoritária de Igreja por outra de circularidade – comunhão – participação e colegialidade.
Na organização e funcionamento da Arquidiocese, Paróquias e  Comunidades :
corresponsabilidade dos Conselhos  Coordenações Socialização e Partilha  dos bens materiais de  toda a Igreja
Formação e Espiritualidade PROPOSTA 4
A formação é um requisito fundamental para uma presença e atuação competentes dos cristãos na Igreja e na Sociedade
Formação humana, bíblica, teológico-pastoral e espiritual
Escolas da Fé Curso de Teologia para leigos Escola de Fé e Política Itinerário de formação catequética permanente.
Evangelização pela Comunicação   PROPOSTA 5
Existem muitas iniciativas nesta direção.  Longo caminho a percorrer em tecnologia dos meios, em conteúdos e qualidade da própria Comunicação.
Metodologia Participativa   PROPOSTA 6
Metodologia do Planejamento Participativo - processo pedagógico envolvendo todos, de forma progressiva e cumulativa, na  participação e responsabilidade na Igreja, povo de Deus.
IGREJA DO  SERVIÇO  SOLIDÁRIO
É profundamente evangélica e eclesial: Pés na dura realidade social da pobreza, miséria, exclusão e marginalização
Confirma a “opção pelos pobres”  não só como uma interpelação da realidade social e econômica, mas como uma interpelação do Evangelho.
Contemplamos no rosto de nossos irmãos sofredores o rosto de Jesus crucificado que nos convoca a servi-los.
O serviço solidário da Igreja é um sinal e testemunho para sua credibilidade.
“ Os discípulos que outrora na fé acolheram Jesus de Nazaré, na carne humilde e pobre, hoje devem acolhê-lo, no amor, na carne desprezada e descartada:
dos famintos  sedentos,  migrantes,  despojados,  doentes e encarcerados”,  “esperando contra  toda  a esperança”.
Opção Preferencial pelos Pobres   DESTAQUES PROPOSTA 1
Quando propõe uma Pastoral Social organizada e descentralizada, que se sustente por uma espiritualidade encarnada de todos os Agentes de Pastoral
que deve provocar um estilo de vida sóbrio, simples e samaritano como foi o de Jesus de Nazaré.
Rede de solidariedade  DESTAQUES PROPOSTA 2
Compromisso sócio-transformador - de toda a Igreja.   Os leigos cristãos   têm neste âmbito sua missão própria, são chamados a tornar presente e operante a Igreja nos lugares e circunstâncias, onde ela só por meio deles pode vir a ser sal da terra”.
No mundo do: Trabalho e Saúde Cultura, Ciência e  Economia   Comunicação Sindicatos e movimentos populares... Política
Para uma presença que faça a diferença em tarefas tão desafiadoras: Formação cristã profunda e específica.  Não basta só boa vontade e amadorismo.
Pastoral da Saúde: expressão da misericórdia de Deus DESTAQUES PROPOSTA 3
A Pastoral da Saúde é uma resposta à interpelação do Evangelho da Vida.
É o rosto misericordioso de Deus pelo ministério da Igreja que “enxuga toda lágrima dos olhos e todo o suor das faces sofredoras”.
Criar e dinamizar as Capelanias dos hospitais Vazio Pastoral no que diz respeito à  situação do luto
Pastoral da Educação presença profética da Igreja:  palavra  testemunho DESTAQUES PROPOSTA 4
A urgente necessidade da presença e missão dos educadores cristãos no mundo da Educação
Permanece ainda sem perspectiva o Ensino Religioso nas Escolas...
Pastoral Carcerária: presença de Jesus libertador DESTAQUES PROPOSTA 5
“ Estive preso  e viestes  ver-me”  (Mt 25,35) “  Por acaso não consiste nisso o jejum que escolhi” (I s 58,7)
Urgência de nucleação de Agentes da Pastoral Carcerária: formação específica e conhecimento do sistema prisional Prisão, desemprego e violência são situações correlacionadas.
Consciência Ecológica: sinal de amor pela criação   DESTAQUES PROPOSTA 6
Trata-se da preservação da integridade da criação e de seus cuidados, como casa de todos.
O 7o. PPO assume claramente, com palavras corajosas e firmes, que o sistema paroquial está ultrapassado, estagnado e antiquado, exigindo uma conversão pastoral que provoque mudança de mentalidade de todos os responsáveis e uma transformação institucional. ENFIM...
Ultrapassar uma pastoral de mera conservação para uma pastoral decididamente missionária e evangelizadora.
A obediência ao Espírito passa pela atenção aos “sinais dos tempos” e pela fidelidade ao que pede a  realidade.
Escutar e discernir o que o Espírito está dizendo à nossa Igreja: Abertura para o novo Liberdade frente ao tradicional Busca de novas formas para  evangelizar de acordo com as culturas e circunstâncias Abandonar estruturas que já não favorecem a transmissão e vivência da fé
Por força da tradição ou pela falta de imaginação criativa, ou até pela lei da inércia, quanto tempo em reuniões, quanta energia e vigor de nossos jovens padres e recursos materiais temos gasto na criação de novas paróquias que reproduzem o modelo que nós mesmos, há tanto tempo, avaliamos superado.
Por que não avançar para águas mais profundas, com coragem e ousadia lançar as redes confiantes nas palavras do Senhor?
“ Não tenham medo, eu estou com vocês”
Por que não buscar novos caminhos, novos modelos, novas configurações eclesiais na desafiadora realidade urbana?
Deve passar por uma Igreja de místicos – profunda espiritualidade – a partir do encontro pessoal com Jesus Cristo que provoca conversão e seguimento – discípulo. NOVA FIGURAÇÃO DA IGREJA
Uma Igreja de cristãos(ãs) missionários(as). Pois a Igreja é comunidade de salvação e o será somente quando viver profundamente a vida cristã. NOVA FIGURAÇÃO DA IGREJA
Uma Igreja dos pobres que tem seu fundamento na revelação. Não se trata de compaixão. Nem que os pobres sejam mais virtuosos. Mas de predileção de Deus revelada em Jesus Cristo. NOVA FIGURAÇÃO DA IGREJA
Não se trata de nenhuma aventura, pois temos desde o início da elaboração do 7o. PPO a carta pastoral de nosso Bispo e Pastor,
que desencadeou o processo, acompanhou-o passo a passo,  promulgou-o solenemente na 5a. feira santa, na Catedral Metropolitana e o entregou a toda a Igreja.
Na confiança e na humildade da fé também podemos dizer: pareceu bem ao Espírito e a nós. (At 15,28)
Esta é a Igreja: nós, a comunidade dos fiéis, o povo de Deus com seus pastores chamados a percorrer os caminhos da história.
entre as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens e mulheres  de hoje .
QUE NOSOS PASSOS SE TORNEM MEMÓRIA DO AMOR FIEL QUE MARIA GEROU, REINO DE DEUS  ATUANDO NA HISTÓRIA.

7º PPO – Encontro de Espiritualidade: Padre Nadai

  • 1.
  • 2.
  • 3.
    OBJETIVO GERAL “ Evangelizar a partir do encontro com Jesus Cristo, como discípulos missionários, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, promovendo a dignidade da pessoa, renovando a comunidade, participando da construção de uma sociedade justa e solidária, para que todos tenham vida e a tenham em abundância (Jo 10, 10)”.
  • 4.
  • 5.
    A Pastoral consiste no agir da Igreja
  • 6.
    Conhecer Organizare coordenar Unir recursos humanos e materiais Partilhar Planejar
  • 7.
    O processo deplanejamento resulta no Plano de Pastoral “ Agir pastoralmente é projetar e executar ações.”
  • 8.
    1. PLANO DEPASTORAL
  • 9.
    Todo Plano supõe um Objetivo Geral como horizonte a ser atingido e marca o ponto de chegada.
  • 10.
    Os projetos pastoraisindicam os caminhos concretos a serem percorridos
  • 11.
    Farol que ilumina,orienta Garante a unidade pastoral O Objetivo Geral é:
  • 12.
    Tem um horizonteamplo e abrangente É um vínculo de articulação orgânica que assegura a eficácia pastoral
  • 13.
    Estreita os laçosde comunhão de nossa Igreja Particular com as Diretrizes Gerais da Igreja no Brasil
  • 14.
    PALAVRAS CHAVE EvangelizarParticipação e Comunhão Missão
  • 15.
    Alegria e Místicado Discípulo Missionário Planejamento participativo = colegialidade e corresponsabilidade
  • 16.
  • 17.
    Ponto de partida– A Realidade O Plano quer chamar atenção para a Realidade onde acontece a missão da Igreja – Evangelizar
  • 18.
    RMC: caracterizada porZonas luminosas habitadas por: Gente “rica e ligeira” Alta qualidade de vida Maior número de católicos
  • 19.
    Zonas Opacas habitadas por: Gente “pobre e lenta”. Baixa escolaridade. Maior número de evangélicos.
  • 20.
    População residente em2009 Total = 2.752.991 Homens = 1.355.703 Mulheres = 1.397.288 Fonte: Projeções Fundação SEADE QUANTOS SOMOS?
  • 21.
    Uma configuração urbanade chocantes contrastes sociais de desigualdade e exclusão CONSEQUÊNCIAS
  • 22.
    Globalização garante confortoe bem estar para uns, desigualdade e exclusão de outros
  • 23.
    Violência - insegurançae medo Individualismo e isolamento das pessoas
  • 24.
  • 25.
  • 26.
    Divórcio entre fée vida Privatização da fé.
  • 27.
    3. OLHOS NOHORIZONTE
  • 28.
    Toda ação Pastoralsupõe uma iluminação; Teologia na qual se fundamenta: permeia o 7º. PPO uma Eclesiologia de Povo de Deus e de Mistério de Comunhão.
  • 29.
    Esta iluminação Teológicatransparece sempre que todos os membros da Igreja são chamados, no Plano, a exercer sua corresponsabilidade na vida das Comunidades nos vários ministérios da Palavra, Liturgia e Caridade.
  • 30.
    A MetodologiaParticipativa supõe corresponsabilidade e colegialidade, características de uma Igreja Povo de Deus em Comunhão.
  • 31.
    CONCLUSÃO TEOLÓGICO PASTORALToda a Igreja, Povo de Deus, em comunhão e participação é responsável pela Evangelização e pela Pastoral na Vida da Igreja de forma planejada, organicamente articulada.
  • 32.
    Concílio Vaticano II: “Toda a Igreja é missionária e a obra da Evangelização é um dever fundamental do Povo de Deus”
  • 33.
    “ A Missãoda Igreja consiste em reconhecer os ‘sinais dos tempos’ e interpretá-los à luz do Evangelho.” Doc 62 da CNBB – Missão e Ministérios dos cristãos leigos(as)
  • 34.
    É necessário conhecere compreender o mundo em que vivemos, as suas esperanças e aspirações, o seu caráter tantas vezes dramático.
  • 35.
    Esta teologia deIgreja Povo de Deus e Mistério de Comunhão é o fio condutor que perpassa todo o 7º. PPO.
  • 36.
    “ No Povode Deus a comunhão e a missão estão profundamente unidas entre si. A comunhão é missionária e a missão é para a comunhão...
  • 37.
    ... Nas Igrejasparticulares todos os membros do Povo de Deus, segundo suas vocações, somos convocados à santidade na comunhão e na missão.”
  • 38.
  • 39.
    Muito importante ainterpenetração dos três eixos: Igreja que acolhe, Igreja que se renova, Igreja do serviço solidário.
  • 40.
    Acolher- atitude humanae pastoral em relação aos membros da comunidade e em relação àqueles que se encontram afastados.
  • 41.
    Quem acolhe precisaser criativo e conhecer os trabalhos pastorais a fim de sugerir possibilidades de inclusão, engajamento e participação.
  • 42.
    É preciso irao encontro com disposição de diálogo e abertura.
  • 43.
    “ Jesus percorriatodas as cidades e aldeias... ia às casas e sinagogas para levar sua Palavra e a Misericórdia de Deus” (Mt 9,35)
  • 44.
    Nos Atos dosApóstolos Paulo reafirma com veemência “...nunca deixei de anunciar publicamente e também de casa em casa ”. (At 20,20)
  • 45.
    É preciso cuidarcom zelo e carinho da chama que ainda fumega.
  • 46.
    Preservar e reavivaros vínculos que afloram em ocasiões especiais:
  • 47.
  • 48.
    Acolher a Pessoacomo é, com disposição fraterna e pastoral de dialogar.
  • 49.
    Quais os sujeitosde nosso acolhimento pastoral?
  • 50.
    Os que vêmem busca dos serviços religiosos, especialmente dos Sacramentos... Os que procuram atendimento pessoal, aconselhamento e orientação espiritual
  • 51.
    Quais são ossujeitos, cujos rostos nos interpelam mais, hoje? Rostos sofredores que doem em nós?
  • 52.
    Pessoas que vivemnas ruas nas grandes cidades, inclusive meninos e meninas
  • 53.
    Migrantes – porconta da mobilidade humana e social
  • 54.
    Enfermos: Dependentes deDrogas: Detidos em prisões:
  • 55.
    O acolhimento seprolonga no acompanhamento: Como dar continuidade e seguimento?
  • 56.
    Poderia, concretizar-se noprocesso de iniciação à vida cristã. Catequese permanente.
  • 57.
    Pastoral da Saúde-acompanha o enfermo criando um vínculo afetivo com ele e também com os cuidadores e familiares...
  • 58.
    Destaques Igrejaque acolhe
  • 59.
    A Palavra deDeus gera uma comunidade acolhedora PROPOSTA 1
  • 60.
    Intensificar a EspiritualidadeBíblico-Litúrgica OBJETIVO 1
  • 61.
    Duas realidades inseparáveis: Ser Igreja e acolher. PROPOSTA 2
  • 62.
      Saire ir ao encontro
  • 63.
      Pastoral daVisitação Reinventar a missão popular urbana Atenção pastoral especial aos pobres, idosos, doentes e pessoas com deficiência.
  • 64.
    Quantos idosos? Maiores de 65 anos = 289.349 Fonte: Projeções Fundação SEADE QUANTOS SOMOS?
  • 65.
    Acompanhamento: expressão de acolhida PROPOSTA 3
  • 66.
    Reorganizar a preparaçãoaos sacramentos conforme a catequese da iniciação à vida cristã
  • 67.
    Acolher e evangelizaro jovem PROPOSTA 4
  • 68.
    Quantos jovens ?Menores de 15 anos = 589.818 De 15 a 24 anos = 454.583 Fonte: Projeções Fundação SEADE QUANTOS SOMOS?
  • 69.
    Conhecer a realidadee a cultura do jovem... seus anseios e seus medos.
  • 70.
    Capacitação de liderançaspara o trabalho com os jovens: Agentes, jovens e também sacerdotes e diáconos
  • 71.
    Jovens evangelizando jovenspor conta da: proximidade etária cultura jovem ideais próprios medos comuns linguagens
  • 72.
  • 73.
    Insistente interpelação doPlano é a Renovação da Paróquia cujas estruturas são consideradas ultrapassadas, estagnadas e antiquadas, de tal modo que não dão conta da Pastoral Urbana
  • 74.
    Esta é agrande questão Renovar sim, mas também inovar . É preciso: uma boa dose de ousadia e coragem
  • 75.
    Passos importantes foramdados, contudo não ainda de forma global, abrangente e significativa, de tal modo a criar um novo rosto de Igreja, na cidade, segundo uma nova configuração
  • 76.
    Os pastoralistas destacamnas últimas décadas configurações predominantes que a Igreja assumiu na Cidade.
  • 77.
    Ação católica (50-60) Comunidades Eclesiais de Base (70-80) As Pastorais Sociais (80-90...)
  • 78.
    Nossos Planos Pastoraissempre tiveram como luz e interpelação constantes a opção preferencial pelos pobres e excluídos, seja no enunciado do Objetivo Geral, seja nos projetos específicos.
  • 79.
    O Plano tambémconsidera as novas comunidades que se organizam em vista de um determinado carisma, mas que não têm a mesma configuração e identidade das CEBs
  • 80.
    Igreja como Redede Comunidades PROPOSTA 1
  • 81.
  • 82.
    Sinal de vitalidadeda Igreja Primeiro e fundamental núcleo eclesial Fator primordial da promoção humana em lugares como vizinhança, bairros, periferia, favelas
  • 83.
    Valoriza as relaçõesde gratuidade e reciprocidade: oferecer – receber – retribuir Gente simples, fazendo coisas pequenas em lugares pouco importantes consegue mudanças extraordinárias
  • 84.
    Ao surgimento deum novo sujeito social - o sujeito popular – corresponde o surgimento de um novo sujeito eclesial com nova consciência de Igreja - CEBs
  • 85.
    Encontros intereclesiais dasCEBs CEBs ajudam a Igreja a estar mais comprometida com a vida e o sofrimento dos pobres, como fez Jesus.
  • 86.
    A paróquia sejauma rede de comunidades, quando possível.
  • 87.
    Como viverem comunidade numa realidade globalizada e urbana? DESAFIOS
  • 88.
    A lógica domercado expulsa as relações de cooperação e solidariedade e introduz relações de competição Como viabilizar esta proposta nos centros urbanos?
  • 89.
    – Igrejatoda Ministerial PROPOSTA 2
  • 90.
    A Igreja, Povode Deus é uma realidade histórica, os caminhos da humanidade são os caminhos da Igreja – dos discípulos missionários.
  • 91.
    A noção dePovo de Deus exprime: A profunda e radical unidade entre seus membros A comum dignidade
  • 92.
    A fundamental habilitaçãode todos. A participação corresponsável na vida e missão da Igreja
  • 93.
    Raiz comum éa condição cristã.“Um é, pois, o povo eleito:um só Senhor uma só fé um só batismo”
  • 94.
    O Doc 62da CNBB – apresenta a missão e ministérios dos leigos segundo os três múnus (ofícios): profético sacerdotal e real (pastoral)
  • 95.
    O povo deDeus participa da função profética de Jesus Cristo
  • 96.
    O Sacerdócio comumpertence e abrange todos os fiéis
  • 97.
    Todos os fiéiscristãos participam também da função real , pastoral, de Jesus Cristo enquanto Igreja
  • 98.
    O ministério éum dom que torna a pessoa habilitada a desempenhar determinadas atividades e serviços na vida da Comunidade que atendem às necessidades de sua vida e missão.
  • 99.
    O Batismo éa fonte de todas as vocações e desta fonte emanam os Ministérios na Igreja.
  • 100.
    reconhecer, confirmar evalorizar a presença e ministérios das Mulheres DESTAQUE
  • 101.
    na Evangelização, Pastoraise tantos outros serviços em nossas Comunidades. DESTAQUE
  • 102.
    Igreja de Comunhãoe Partilha PROPOSTA 3
  • 103.
    Expressão de umaIgreja Povo de Deus, onde todos são chamados a participar e se corresponsabilizar por toda a Vida e Missão da Igreja.
  • 104.
    Os ministros ordenadossão os primeiros corresponsáveis com o Bispo, Agentes das Pastorais Organismos Movimentos pela vida e missão da Igreja
  • 105.
    Urge ultrapassar umavisão piramidal e autoritária de Igreja por outra de circularidade – comunhão – participação e colegialidade.
  • 106.
    Na organização efuncionamento da Arquidiocese, Paróquias e Comunidades :
  • 107.
    corresponsabilidade dos Conselhos Coordenações Socialização e Partilha dos bens materiais de toda a Igreja
  • 108.
  • 109.
    A formação éum requisito fundamental para uma presença e atuação competentes dos cristãos na Igreja e na Sociedade
  • 110.
    Formação humana, bíblica,teológico-pastoral e espiritual
  • 111.
    Escolas da FéCurso de Teologia para leigos Escola de Fé e Política Itinerário de formação catequética permanente.
  • 112.
  • 113.
    Existem muitas iniciativasnesta direção. Longo caminho a percorrer em tecnologia dos meios, em conteúdos e qualidade da própria Comunicação.
  • 114.
  • 115.
    Metodologia do PlanejamentoParticipativo - processo pedagógico envolvendo todos, de forma progressiva e cumulativa, na participação e responsabilidade na Igreja, povo de Deus.
  • 116.
    IGREJA DO SERVIÇO SOLIDÁRIO
  • 117.
    É profundamente evangélicae eclesial: Pés na dura realidade social da pobreza, miséria, exclusão e marginalização
  • 118.
    Confirma a “opçãopelos pobres” não só como uma interpelação da realidade social e econômica, mas como uma interpelação do Evangelho.
  • 119.
    Contemplamos no rostode nossos irmãos sofredores o rosto de Jesus crucificado que nos convoca a servi-los.
  • 120.
    O serviço solidárioda Igreja é um sinal e testemunho para sua credibilidade.
  • 121.
    “ Os discípulosque outrora na fé acolheram Jesus de Nazaré, na carne humilde e pobre, hoje devem acolhê-lo, no amor, na carne desprezada e descartada:
  • 122.
    dos famintos sedentos, migrantes, despojados, doentes e encarcerados”, “esperando contra toda a esperança”.
  • 123.
    Opção Preferencial pelosPobres DESTAQUES PROPOSTA 1
  • 124.
    Quando propõe umaPastoral Social organizada e descentralizada, que se sustente por uma espiritualidade encarnada de todos os Agentes de Pastoral
  • 125.
    que deve provocarum estilo de vida sóbrio, simples e samaritano como foi o de Jesus de Nazaré.
  • 126.
    Rede de solidariedade DESTAQUES PROPOSTA 2
  • 127.
    Compromisso sócio-transformador -de toda a Igreja. Os leigos cristãos têm neste âmbito sua missão própria, são chamados a tornar presente e operante a Igreja nos lugares e circunstâncias, onde ela só por meio deles pode vir a ser sal da terra”.
  • 128.
    No mundo do:Trabalho e Saúde Cultura, Ciência e Economia Comunicação Sindicatos e movimentos populares... Política
  • 129.
    Para uma presençaque faça a diferença em tarefas tão desafiadoras: Formação cristã profunda e específica. Não basta só boa vontade e amadorismo.
  • 130.
    Pastoral da Saúde:expressão da misericórdia de Deus DESTAQUES PROPOSTA 3
  • 131.
    A Pastoral daSaúde é uma resposta à interpelação do Evangelho da Vida.
  • 132.
    É o rostomisericordioso de Deus pelo ministério da Igreja que “enxuga toda lágrima dos olhos e todo o suor das faces sofredoras”.
  • 133.
    Criar e dinamizaras Capelanias dos hospitais Vazio Pastoral no que diz respeito à situação do luto
  • 134.
    Pastoral da Educaçãopresença profética da Igreja: palavra testemunho DESTAQUES PROPOSTA 4
  • 135.
    A urgente necessidadeda presença e missão dos educadores cristãos no mundo da Educação
  • 136.
    Permanece ainda semperspectiva o Ensino Religioso nas Escolas...
  • 137.
    Pastoral Carcerária: presençade Jesus libertador DESTAQUES PROPOSTA 5
  • 138.
    “ Estive preso e viestes ver-me” (Mt 25,35) “ Por acaso não consiste nisso o jejum que escolhi” (I s 58,7)
  • 139.
    Urgência de nucleaçãode Agentes da Pastoral Carcerária: formação específica e conhecimento do sistema prisional Prisão, desemprego e violência são situações correlacionadas.
  • 140.
    Consciência Ecológica: sinalde amor pela criação DESTAQUES PROPOSTA 6
  • 141.
    Trata-se da preservaçãoda integridade da criação e de seus cuidados, como casa de todos.
  • 142.
    O 7o. PPOassume claramente, com palavras corajosas e firmes, que o sistema paroquial está ultrapassado, estagnado e antiquado, exigindo uma conversão pastoral que provoque mudança de mentalidade de todos os responsáveis e uma transformação institucional. ENFIM...
  • 143.
    Ultrapassar uma pastoralde mera conservação para uma pastoral decididamente missionária e evangelizadora.
  • 144.
    A obediência aoEspírito passa pela atenção aos “sinais dos tempos” e pela fidelidade ao que pede a realidade.
  • 145.
    Escutar e discerniro que o Espírito está dizendo à nossa Igreja: Abertura para o novo Liberdade frente ao tradicional Busca de novas formas para evangelizar de acordo com as culturas e circunstâncias Abandonar estruturas que já não favorecem a transmissão e vivência da fé
  • 146.
    Por força datradição ou pela falta de imaginação criativa, ou até pela lei da inércia, quanto tempo em reuniões, quanta energia e vigor de nossos jovens padres e recursos materiais temos gasto na criação de novas paróquias que reproduzem o modelo que nós mesmos, há tanto tempo, avaliamos superado.
  • 147.
    Por que nãoavançar para águas mais profundas, com coragem e ousadia lançar as redes confiantes nas palavras do Senhor?
  • 148.
    “ Não tenhammedo, eu estou com vocês”
  • 149.
    Por que nãobuscar novos caminhos, novos modelos, novas configurações eclesiais na desafiadora realidade urbana?
  • 150.
    Deve passar poruma Igreja de místicos – profunda espiritualidade – a partir do encontro pessoal com Jesus Cristo que provoca conversão e seguimento – discípulo. NOVA FIGURAÇÃO DA IGREJA
  • 151.
    Uma Igreja decristãos(ãs) missionários(as). Pois a Igreja é comunidade de salvação e o será somente quando viver profundamente a vida cristã. NOVA FIGURAÇÃO DA IGREJA
  • 152.
    Uma Igreja dospobres que tem seu fundamento na revelação. Não se trata de compaixão. Nem que os pobres sejam mais virtuosos. Mas de predileção de Deus revelada em Jesus Cristo. NOVA FIGURAÇÃO DA IGREJA
  • 153.
    Não se tratade nenhuma aventura, pois temos desde o início da elaboração do 7o. PPO a carta pastoral de nosso Bispo e Pastor,
  • 154.
    que desencadeou oprocesso, acompanhou-o passo a passo, promulgou-o solenemente na 5a. feira santa, na Catedral Metropolitana e o entregou a toda a Igreja.
  • 155.
    Na confiança ena humildade da fé também podemos dizer: pareceu bem ao Espírito e a nós. (At 15,28)
  • 156.
    Esta é aIgreja: nós, a comunidade dos fiéis, o povo de Deus com seus pastores chamados a percorrer os caminhos da história.
  • 157.
    entre as alegriase as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens e mulheres de hoje .
  • 158.
    QUE NOSOS PASSOSSE TORNEM MEMÓRIA DO AMOR FIEL QUE MARIA GEROU, REINO DE DEUS ATUANDO NA HISTÓRIA.