04. comunidade-de-comunidades

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04. comunidade-de-comunidades

  1. 1. COMUNIDADE DE COMUNIDADES: UMA NOVA PARÓQUIA A conversão pastoral da paróquia
  2. 2. Aparecida registra a “lentidão na renovação paroquial”, a qual deve ser compensada “com uma autêntica conversão pastoral que não se reduz a mudanças de estruturas e planos, mas principalmente de mentalidade” (Doc. 100,150)
  3. 3. A paróquia “não é principalmente uma estrutura, um território, nem edifício, é a família de Deus, como uma fraternidade animada pelo espírito de unidade [...] a paróquia se funda sobre uma realidade teológica porque ela é uma comunidade eucarística [...] Se a paróquia é a Igreja que se encontra entre a casa dos homens, então ela vive e trabalha profundamente inserida na sociedade humana e intimamente solidária com suas aspirações e dificuldades. [...] A paróquia, comunhão orgânica e missionária, é assim uma rede de comunidades.” (CfL 26)
  4. 4. Aparecida insiste que uma paróquia só será uma “rede de comunidades e grupos” se houver uma “reformulação de suas estruturas” (A 172). O Doc. 100, aponta que esta reformulação deverá ser acompanhada pela conversão de mentalidade e conversão pastoral (cf. Doc. 100, 151)
  5. 5. Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2011-2015 Igreja: comunidade de comunidades • Urgências na ação evangelizadora (cap. III); • Perspectivas de ação (cap. IV).
  6. 6. Recordam a dimensão comunional na vida em comunidade. (Doc. 94,56). Abrem os horizontes da concretização comunitária, falando também de comunidades transterritoriais, ambientais, afetivas e virtuais. (Doc. 94, 56). O Doc. 100 da CNBB exemplifica tais comunidades: grupos de moradores de rua, universitários, empresários ou artistas, escolas, hospitais... (cf. Doc 100, 237-239)
  7. 7. Procura-se a paróquia não por causa de seu território, mas pelo serviço que ela pode oferecer. Na realidade, a igreja não é mais a referência para as pessoas, mas, sim, o serviço ou o comércio (cf. Doc. 94,99)
  8. 8. As diversas formas de vida comunitária estão articuladas entre si pela busca sincera de viver em Jesus Cristo (cf. Doc. 94,58). A comunidade cristã se define pelo estilo de vida dos autênticos discípulos missionários de Jesus.
  9. 9. “Nas grandes cidades, vizinhança geográfica não significa, necessariamente, partilha de vida. Geralmente, quem menos se conhece é o vizinho de porta.” (Doc. 100,249) Aguda urbanização a vizinhança geográfica (Doc. 94,58)
  10. 10. Papel das CEBs na busca da realização da vida comunitária: • presença eclesial junto aos mais simples (Doc. 94, 60); • verdadeiras escolas que formam cristão comprometidos com sua fé; • são expressão visível da opção preferencial pelos pobres (Doc. 94,102).
  11. 11. Nosso documento de estudo reconhece as CEBs sendo um dos “sujeitos da conversão paroquial” (nos 228-230): • no compromisso social; • no surgimento de novos ministérios dos leigos e leigas; • no novo ardor evangelizador; • na capacidade de diálogo com o mundo; • como sinal de vitalidade na Igreja particular; • como forma privilegiada da vivência comunitária da fé; • como inserção na sociedade em perspectiva profética; • com forte acento missionário; • e ligado ao compromisso sócio- transformador.
  12. 12. “O caminho para que a paróquia se torne verdadeiramente uma comunidade de comunidades é inevitável, desafiando a criatividade, o respeito mútuo, a sensibilidade para o momento histórico e a capacidade de agir com rapidez” (Doc. 94,62)
  13. 13. “Uma Igreja com diversas formas de ser comunidade deve ser igualmente uma Igreja que testemunha a comunhão de dons, serviços e ministérios” (Doc. 94, 63) Uma corajosa descentralização da paróquia, assumida por todos, “com equipes próprias de animação e coordenação [...] importa investir na descentralização.” (Doc. 94,101)
  14. 14. Outros sujeitos da conversão pastoral são os movimentos e as associações de fiéis: • são formas de pequenas comunidades, ação do Espírito (Doc. 94,103).
  15. 15. No Doc. 100 da CNBB, destacam-se os seguintes aspectos: • a necessidade de integrá-las para enriquecer a paróquia; • são escolas ou linhas de espiritualidade que atraem muitas pessoas; • apresentam-se como desafio a integração na pastoral de conjunto; • merecem orientações pastorais; • não podem se colocar no mesmo plano das comunidades paroquiais como possíveis alternativas e nem podem alimentar pretensões de totalidade. (cf. Doc. 100,231-236)
  16. 16. Para uma Igreja de saída missionária se faz necessário promover: a)Diversidade ministerial; b)Valorização do carisma da vida consagrada; c)Formação e o funcionamento de conselhos (pastoral e econômico); d)Articulação das ações evangelizadoras através da pastoral orgânica e de conjunto; e)Incentivo da experiência de paróquias irmãs.
  17. 17. “O que derruba as estruturas caducas, o que leva a mudar o coração dos cristãos é, justamente, a missionariedade” (Doc. 100,50)
  18. 18. “Prefiro uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento e a comodidade de se agarrar às próprias seguranças. Não quero uma Igreja preocupada com ser o centro, e que acaba presa num emaranhado de obsessões e procedimentos”! (EG 39)

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