ABORDAGEM DIAGNÓSTICA
DO DERRAME PLEURAL
ALICEVIANNA
GABRIELA PORTELA
PLEURAS
6
Disponível em: http://www.uff.br/fisio6/aulas/aula_18/topico_01. Acesso em 02/04/2017 às 22:45.
ETIOLOGIA E PATOGÊNESE
• Quantidade fisiológica de fluido  0,1ml/kg;
PRESSÃO HIDROSTÁTICA
PRESSÃO ONCÓTICA
• DESEQUILÍBRIO
DAS PRESSÕES.
• DESEQUILÍBRIO DAS
PRESSÕES;
• PERMEABILIDADE
CAPILAR;
• PERMEABILIDADE DA
MEMB. PLEURAL;
• BLOQUEIO LINFÁTICO.
TRANSUDATO EXSUDATO
QUANTIDADE DE PROTEÍNAS E LDH
ETIOLOGIA E PATOGÊNESE
ETIOLOGIA E PATOGÊNESE
INSUFICIÊNCIA CARDÍACA
PNEUMONIA BACTERIANA
EMBOLISMO PULMONAR
MALIGNIDADE
DOENÇAVIRAL
PÓS CIRURGIA CARDÍACA
TRANSUDATO
EXSUDATO
ETIOLOGIA E PATOGÊNESE
ETIOLOGIA E PATOGÊNESE
ETIOLOGIA E PATOGÊNESE
ETIOLOGIA E PATOGÊNESE
ETIOLOGIA E PATOGÊNESE
APRESENTAÇÃO CLÍNICA
ASSINTOMÁTICO
DISPNEIA
TOSSE
DORTORÁCICA
MACICEZ À
PERCUSSÃO
SINAIS E SINTOMAS – ETIOLOGIA
SINAIS E SINTOMAS – ETIOLOGIA
CIRROSE IC MALIGNO TUBERCULOSE TEP
ASCITE?
• ASCITE. • DISTENSÃO
VEIAS;
• DISPNEIA
ESFORÇO;
• ORTOPNEIA;
• EDEMA
PERIFÉRICO.
• FEBRE;
• HEMOPTISE;
• HEP-ESPL;
• LINFAD.;
• PERDA
PONDERAL.
• FEBRE;
• HEMOPTISE;
• PERDA
PONDERAL.
• HEMOPTISE;
• EDEMA MI
UNILATERAL
DISTENSÃOVEIAS PESCOÇO?DISPNEIA AOS ESFORÇOS?FEBRE?HEMOPTISE?HEPATOESPLENOMEGALIA?LINFADENOPATIA?ORTOPNEIA?EDEMA PERIFÉRICO?EDEMA MI UNILATERAL?PERDA DE PESO?
EXAMES DE IMAGEM
RAIO-X
http://www.ncpba.com.br/portal/index.php?site=2&modulo=ev
a_conteudo&co_cod=45. Acesso em 02/04/2017 às 23:43.
https://pt.slideshare.net/flaviasmatos/radiografia-normal-
do-trax-7023018. Acesso em 02/04/2017 às 23:43.
EXAMES DE IMAGEM
RAIO-X
http://www.pneumoimagem.com.br/imagens_pneumo_detalh
e.asp?idcat=39&imagem=147#.WOGuZ2_yvIU.Acesso em
02/04/2017 às 23:43.
https://pt.slideshare.net/flaviasmatos/radiografia-normal-do-
trax-7023018. Acesso em 02/04/2017 às 23:43.
EXAMES DE IMAGEM
RAIO-X
https://www.medicinanet.com.br/m/conteudos/revisoes/3638/metodos
_diagnosticos_em_pneumologia.htm.Acesso em 02/04/2017 às 23:43.
EXAMES DE IMAGEM
TC
http://revista.hupe.uerj.br/detalhe_artigo.asp?id=234. Acesso em 02/04/2017 às 23:49.
EXAMES DE IMAGEM
USG
Brant e Helms, 2008.
EXAMES DE IMAGEM
USG
Bugalho, 2010.
TORACOCENTESE
RETIRADA DE LÍQUIDO NO ESPAÇO PLEURAL
LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA:
9º EIC LINHA HEMIESCAPULAR LADO
ACOMETIDO
PODE SER GUIADO POR ULTRASSOM
RADIOGRAFIA PÓS PROCEDIMENTO
TORACOCENTESE
ASPIRAÇÃO DIAGNÓSTICA
ASPIRAÇÃOTERAPÊUTICA
PEQUENOSVOLUMES
CAUSAS DESCONHECIDAS
50-60 mL
DESCOMPENSAÇÃO
RESPIRATÓRIA
DESCOMPENSAÇÃO
CARDÍACA
MAIORVOLUME
ASSOCIADO A DISPNEIA
DE EMERGÊNCIA:
INDICAÇÃO DE ASPIRAÇÃO
>1CM NO RX DECÚBITO SEM DIAGNÓSTICO;
>5CM NO RX LATERAL COM PNEUMÔNIA;
SUSPEITA DE DERRAME BILATERAL COM EXSUDATO:
APENAS REALIZA TORACOCENTESE SE ACOMPANHADO DE
OUTROS SINTOMAS ATÍPICOS: FEBRE, DOR PLEURÍTICA,
TRATAMENTO NÃO RESPONSIVO.
ANÁLISE DO FLUIDO
PROTEÍNAS
LACTATO DESIDROGENASE
PH
GLICOSECITOLOGIA
COLORAÇÃO
CULTURA DE GRAMHEMATÓCRITO
ACHADOS E PROVÁVEIS ETIOLOGIAS
LINFÓCITOS
ANÁLISE DO FLUIDO
GLICOSE < 60 mg PH < 7,2
• COMPLICAÇÃO
PARAPNEUMÔNICA
• EMPIEMA
HEMATÓCRITO
>1%
• PNEUMONIA
•TRAUMA
• MALIGNIDADE
NEUTRÓFILOS
CAUSA AGUDA:
DERRAME
PARAPNEUMONICO
•TUBERCULOSE
•MALIGNIDADE
CRITÉRIO DE LIGHT
EXSUDATO
>0,6
>0,5
TRANSUDATO
<0,6
<0,5
LDH
PROTEÍNAS
CASO CLÍNICO
 J.C.R, HOMEM, 26 ANOS. QUEIXA DE DISPNEIA COM DOR
EM HEMITÓRAX ESQUERDO QUE PIORA AO ESFORÇO
FÍSICO. ACHADOS DO EXAME FÍSICO: REDUÇÃO DO FTV E
DO MV, MACICEZ EM BASE, EDEMA DE EXTREMIDADES E
TURGÊNCIA DE JUGULAR.
 REALIZOU TORACOCENTESE DIAGNÓSTICA COM
SEGUINTE RESULTADO DA AMOSTRA:
 LDH= 0,4
 PROTEÍNAS=0,3
SUSPEITAS?
TRANSUDATO? EXSUDATO?
DERRAME PLEURAL COM ETIOLOGIA CARDÍACA (ICC)
OBRIGADO!
ALICEVIANNA
GABRIELA PORTELA

Derrame pleural

Notas do Editor

  • #3 Para entendermos melhor derrame pleural, precisamos esclarecer como é a pleura, precisamos entender a anatomia dela. A pleura visceral e parietal limitam um espaço potencial na cavidade torácica, a cavidade pleural. Pensem no pulmão sendo essa mão em punho fechado, a pleura sendo a membrana do balão, e a cavidade pleural a cavidade do balão. Agora pensem nesse punho dando um murro no balão (de modo que todo o punho seja recoberto pelo balão, parte da pleura que estiver em contato com a víscera, ou seja, com o pulmão (representado pelo punho) vai ser chamado de pleura visceral. A outra parte da pleura vai ta em contato com a parede torácica, logo é chamada pleura parietal. Mas percebam que mesmo tendo nomes diferentes, as duas são contínuas entre si. Vale ressaltar que a pleura visceral compartilha a inervação do pulmão, que não tem sensibilidade geral à dor. A pleura parietal compartilha a inervação da parede torácica, que tem sensibilidade à dor. Daí a gente conclui que o sintoma de dor torácica indica acometimento da pleura parietal. Perguntar qual é visceral e qual é parietal! E entre elas tem-se a cavidade pleural
  • #4 Dentro da cavidade torácica, tem um quantidade fisiológica de fluido, cerca de 0,1mL/kg. O que regula essa quantidade de liquido é: Pressão oncótica e pressão hidrostática. Aumento da pressão hidrostática e diminuição da pressão oncótica promovem a saída de fluido e acúmulo de líquido na cavidade pleural. Se houver um desequilíbrio dessas forças, o derrame promovido será de TRANSUDATO. Porém, processos inflamatórios e malignos, podem promover aumento da permeabilidade capilar local e da membrana pleural, ou então bloqueio da drenagem linfática. Isso levará a acúmulo de EXSUDATO. A diferença entre exsudato e transudato é que o exsudato é mais denso em proteínas e lactato desidrogenase. Outra causa de derrame pleural é perda da integridade do diafragma, que pela íntima relação leva também ao acúmulo de fluido.
  • #5 Várias causas estão associadas ao derrame pleural, muitas são idiopáticas. Geralmente o derrame tende a seguir uma evolução benigna. Mostrar na tabela.
  • #11 Amiodarona, beta bloqueadores, ergotamina, L-triptofano, metotrexato, nitrofurantoina, fenitoina!
  • #12 Podem ser assintomáticos. Podem apresentar: dispneia, tosse, dor torácica pleurítica. Falar tabela 3 e 4. A história deve focar em diferenciar as etiologias cardíacas das pulmonares, e de outras causas de derrame. Um exame físico completo deve ser feito, com foco no achado de MACICEZ À PERCUSSÃO (sensível e específico para o diagnóstico de derrame pleural).
  • #14 Podem ser assintomáticos. Podem apresentar: dispneia, tosse, dor torácica pleurítica. Falar tabela 3 e 4. A história deve focar em diferenciar as etiologias cardíacas das pulmonares, e de outras causas de derrame. Um exame físico completo deve ser feito, com foco no achado de MACICEZ À PERCUSSÃO (sensível e específico para o diagnóstico de derrame pleural).
  • #15 Na suspeita de derrame pleural, o primeiro exame a ser pedido é o RX de tórax. Pode ser pedido em três incidências: PA, perfil e decúbito lateral. Em PA, detecta o derrame a partir de 200ml de fluido.
  • #16 Perfil, a partir de 50ml de fluido, logo é mais sensível.
  • #17 Decúbito lateral, ajuda a determinar o tamanho do derrame, e se é livre ou loculado.
  • #18 TC detecta derrames que não foram vistos no RX, diferenciar líquido pleural de espessamento pleural, e obter pistas para descobrir a causa.
  • #19 USG é mais acurada que a ausculta/RX em detectar derrame pleural em cuidados intensivos. É mais sensível que a TC em ver septações no derrame.
  • #20 Derrame septado Setas: dreno!
  • #21 QUANDO GUIADOS POR USG DIMINUEM O RISCO DE PNEUMOTORAX, AUXILIAM NO ACERTO DO PROCEDIMENTO, POREM HÁ ESTUDOS DE REVISÃO QUE NÃO CONCORDAM COM ISSO. RX POS PROCEDIMENTO: APENAS QUANDO AINDA HÁ SINTOMAS
  • #22 A TORACOCENTESE PODE TER UM OBJETIVO DIAGNÓSTICO TERAPEUTICO, DE ALIVIO. A PUNÇÃO DIAGNOSTICA SERVE COMO ESTUDO, NORMALMENTE RETIRA PEQUENOS VOLUMES, NÃO SE SABE A CAUSA DO DERRAME PLEURAL. A TERAPEUTICA POR SUA VEZ RETIRA MAIORES VOLUMES, ESTÁ ASSOCIADO A SINTOMAS, POR EXEMPLO, A DISPNEIA. E EM CASO DE GRANDE DESCOMPENSAÇÃO RESPIRATORIA OU CARDIACA REALIZA TB UM DRENO DE TORAX