Introduç
Introduçã
ão
o Logística
Logística
a
a
2
PRIMEIRA FASE – ATUAÇÃO SEGMENTADA
Logística: Evolução Histórica
Logística: Evolução Histórica
1950-1970
 Condições de mudança:
 alteração no padrão de atitude do cliente.
 Especialistas de marketing foram propondo aos consumidores
aspirações por produtos mais diferenciados.
 Consumidores demandavam variedade – da casa de 1.000 itens
subiu para 12.000.
 Variedade significa maior custo de manutenção de estoques. (de 1
tipo para 3 tipos pode aumentar em 60% o nível de estoque).
 Mudança no padrão de distribuição. Varejista sem capacidade de
armazenagem demandava entregas mais freqüentes e mais
rápidas.
 pressão por custos nas indústrias – otimização de
atividades e planejamento - ampliação do planejamento da produção
consultando os varejistas (clientes) para fazerem a previsão de
demanda.
 avanço na tecnologia dos computadores.
Logística: Evolução Histórica
1970 em diante
 Aumento acentuado na oferta de produtos e de
opções;
 Aumento dos custos dos derivados de petróleo (crise
do petróleo), encarecendo o transporte de
mercadorias e, consequentemente, o produto;
 Inflação e aumento dos custos dos estoques;
 Necessidade de novas alternativas de escoamento do
fluxo logístico (multimodalidade);
 Logística Integrada, mas ainda muito rígida.
SEGUNDA FASE – INTEGRAÇÃO RÍGIDA
Integração formando um duto rígido, com
otimização dois a dois (começa a existir uma
integração de planejamento entre os elos da cadeia de
suprimento)
Manufatura Centro de
Distribuição
Varejista
Transporte
Logística: Evolução Histórica
Logística: Evolução Histórica
Terceira Fase: Início em fins da década de 1980
 Integração dinâmica e flexível entre os agentes da cadeia de
suprimento tanto dentro da empresa como nas inter-relações
da empresa com seus clientes e fornecedores. Entretanto, a
integração das empresas ainda se dá duas a duas;
 O intercâmbio entre dois elementos da cadeia de suprimento
passou a se dar por via eletrônica – EDI (Intercâmbio Eletrônico
de Dados), possibilitando uma integração dinâmica. (ex:
introdução do código de barras nos supermercados que
permite a integração flexível das vendas com o CD);
 Maior preocupação com a satisfação plena do cliente final,
bem como dos clientes intermediários;
 Busca pelo “estoque zero”.
TERCEIRA FASE – INTEGRAÇÃO FLEXÍVEL
FORNECEDOR
FÁBRICA ATACADISTA
VAREJISTA
CONSUMIDOR
TRANSPORTE
Duto Flexível adaptável às
condições externas
Logística: Evolução Histórica
QUARTA FASE – INTEGRAÇÃO ESTRATÉGICA
Fornecedor
Matéria-prima
Fornecedor
Componentes
Manufatura
Distribuidor
Varejista
Integração plena, estratégica e
flexível ao longo de toda a
cadeia de suprimento
Logística: Evolução Histórica
Logística: Evolução Histórica
Quarta Fase: Integração Estratégica (SCM)
 Empresas da cadeia de suprimento passam a tratar as questões
logísticas de forma estratégica.
 Postponement (postergação da produção do produto final),
visando redução dos prazos e das incertezas ao longo da cadeia.
 Surgimento das empresas virtuais - agile enterprises (empresas
ágeis). Ex: fabricantes de produtos eletrônicos (grande valor
agregado) se localizam junto a aeroportos para recebimento e envio
de produtos customizados.
 Logística verde e logística reversa (processo de recuperação de
materiais diversos através da reciclagem).
 Aplicação em larga escala de tecnologia da informação para
atender necessidades atuais de custos reduzidos e prazos curtos
no ciclo do pedido.
Logística: Evolução Histórica
Quarta Fase – Supply Chaim Management
características:
 Ênfase na satisfação do consumidor final;
 Formação de parcerias entre fornecedores e clientes;
 Abertura plena entre os parceiros, possibilitando acesso
mútuo às informações operacionais e estratégicas;
 Aplicação de esforços de maneira continuada em busca
de agregar valor para o consumidor final e eliminar
desperdícios, visando a redução de custos.
Logística Integrada
Gestão da Cadeia de Suprimentos x Logística Integrada
Logística de Abastecimento Logística deDistibuição
Logística Interna
Fornecedor Fornecedor Fábrica Distribuidor CLIENTE
Vender e Atender ao Cliente
PRODUZIR
Gestão da Cadeia de Suprimentos x Logística Integrada
Logística de Abastecimento Logística deDistribuição
Logística Interna
Fornecedor Fornecedor Fábrica Distribuidor CLIENTE
Vender e Atender ao Cliente
PRODUZIR
MARKETING
Atividades:
- Promoção.
- Pesquisa
de mercado.
- Gerencia-
mento das
vendas.
PRODUÇÃO
Atividades:
- Controle da
qualidade.
- Programação
da produção.
- Manutenção
de equipa-
mentos.
- Planejamen-
to da capacidade.
- Mensuração do trabalho.
Atividades de
interface:
- Programação
da produção.
- Localização
industrial.
- Compra de
suprimentos.
Atividades de
interface:
- Padrões de
serviço.
- Formação
de preço.
- Embalagem.
- Localização
do varejo.
LOGÍSTICA
Atividades:
- Transportes.
- Estoques.
- Processamento
de pedidos.
- Armazenagem.
- Manuseio de
materiais.
A Logística na Empresa
Logística
2-A: Definição
14
2-B: segundo Carvalho, 2002, p. 31
Logística
15
2-C: entre as Atividades
da Logística, estão
Outra subdivisão da logística
 Logística interna
 Logística de distribuição
 Logística reversa
17
Logística Interna
Atividades Relacionadas
A logística interna começa no momento em que a demanda é
identificada e o pedido é confirmado.
 Ela inclui toda a movimentação de materiais até o momento em
que o produto ou serviço solicitado é entregue ao cliente.
Também inclui ações complementares, como devoluções,
trocas, manutenção e monitoramento.
“ O processo de planejamento, implementação e
controle do fluxo eficiente e economicamente
eficaz de matérias primas, estoque em processo,
produtos acabados e informações relativas desde
o ponto de consumo até o ponto de origem, com o
propósito de recapturar valor ou disposição
ambientalmente adequada”. (ROGERS E TIBBEN-
LEMBKE,1999)
Conceito:
O Surgimento da Logística Reversa foi motivado por
fatores como:
 Crescente preocupação com as questões ambientais;
 O surgimento de leis e normas que estabelecem regras para o
recolhimento, a reciclagem e a disposição de produtos
industrializados;
 Existência de mercados secundários para componentes, matéria
prima e produtos reciclados;
 Necessidade de redução de desperdícios e a busca pela redução
nos custos de fabricação de produtos;
 Avanços tecnológicos nos processos de recuperação;
 Redução do ciclo de vida dos produtos.
• Medição dos impactos
ambientais de um modo de
transporte particular. Mede a
emissão de gases e ruído no
modal.
• Certificação na ISO 14000
• Reduzir o uso de materiais
na fabricação dos produtos
Logística Reversa Logística Verde
x
• Coleta de produtos
• Armazenagem
• Reprocessamento
• Distribuição
Reciclagem e Remanufatura
Atividades Comuns
Situações possíveis:
 Fabricante abastece diretamente as lojas de varejo;
 Fabricante abastece seus próprios depósitos ou
CDs e, a partir desses pontos, abastece as lojas de
varejo;
 Fabricante abastece os CDs do varejista que, por sua
vez, abastece as lojas;
 Fabricante distribui seus produtos para o centro de
distribuição de um operador logístico, que distribui
as lojas de varejo;
 Fabricante entrega o produto diretamente
no domicílio do consumidor final.
 Garantir a rápida disponibilidade do produto nos
segmentos do mercado identificados como
prioritários (varejista certo);
 Intensificar ao máximo o potencial de vendas do
produto (parcerias para exposição do produto);
 Buscar cooperação entre os participantes da
cadeia no que se refere aos fatores relevantes
ligados a distribuição (definição de lotes mínimos
de pedido, definição de tipos especiais de
embalagem, condições de descarga, restrições de
tempo nas entrega, etc.)
 Garantir fluxo rápido e preciso de informações;
 Buscar a redução de custo de maneira integrada.
Video Logistica distribuiçao
Fonte: Pesquisa CEL/Coppead – Custos Logísticos 2005
Modais
Rodoviário
Aeroviário
Ferroviário
Dutoviário
Aquaviário
Rodoviário
Modal mais utilizado no Brasil;
Vantagem de ter um serviço porta a porta;
Alta disponibilidade de empresas
transportadoras, operadores logísticos;
Alta disponibilidade de estradas;
Custo relativamente barato;
Utilização de pallets para agilizar a
movimentação;
Rodoviário
Apresenta opções diversas :
grandes cargas (carretas);
cargas pequenas (avião terrestre).
Bom para cargas volumosas, pesadas.
Problemas atuais :
roubo de carga,
má conservação das estradas;
tempo da entrega em alguns lugares
devido as dimensões continentais do Brasil.
Video Modal Rodoviariao
Aeroviário
Rápida entrega;
Não esquecer de levar em conta o processo
de descarga e carga para um transporte
rodoviário;
Alto custo ????
Tem bons operadores no Brasil;
empresas aéreas de linha;
transportadoras de carga (cargo);
taxis aéreos;
operadores logísticos.
Aeroviário
Limitações em relação à tamanho e peso dos
produtos.
limites das áreas de armazenamento;
limites de capacidade na decolagem;
Poucos danos às mercadorias.
Video Modal Aeroviario
Ferroviário
Transportador para longos trechos;
Utilizado para transporte de matéria-prima
e commodities;
Foi privatizado recentemente.
Video Modal Ferroviario
Aquaviário
Transporte lento;
Grande capacidade de carga;
Limitado à bacia fluvial do país para
movimentação interna;
Muito utilizado nos transportes
internacionais;
Utilização de contêineres para facilitar a
operação.
Aquaviário
 Cabotagem – transporte marítimo realizado entre
dois portos da costa de um mesmo país ou entre um
porto costeiro e um fluvial.
 Cabotagem Internacional – navegação costeira
entre dois ou mais países.
Video Modal Aquaviario
Dutoviário
Utilizado para transporte de petróleo e seus
derivados;
Velocidade de transporte é baixa, porém o
tempo efetivo de transporte é alto (24hs x 30
dias);
Entrega porta a porta muito efetiva (ir
direto aos fornos).
Problemas mínimos no transporte.
Video Modal Dutoviario
 Rodoviário
Custos fixos baixos (rodovias estabelecidas e construídas com fundos públicos)
Custo variável médio (combustível, manutenção, etc.)
 Ferroviário
Altos custos fixos em equipamentos, terminais, vias férreas, etc
Custo variável baixo
 Aquaviário
Custo fixo médio (navios e equipamentos)
Custo variável baixo (capacidade para transportar grande quantidade de
tonelagem)
 Dutoviário
Custo fixo mais elevado (direito de acesso, construção, requisitos para controle
das estações e capacidade de bombeamento)
Custo variável mais baixo (nenhum custo de mão-de-obra de grande importância)
 Aeroviário
Custo fixo alto (aeronaves e manuseio e sistema de cargas)
Alto custo variável (combustível, mão-de-obra, manutenção, etc.)
Divisão do transporte de
cargas no Brasil
0,33%
13,86%
20,86%
4,46%
60,49%
Rodoviário
Aéreo
Aquaviário
Dutoviário
Ferroviário
Custo x margem do produto;
Tempo de entrega;
Perdas inerentes ao
tipo de transporte.
43
Como Fazer Logística?
• Conhecendo e administrando conjuntamente os fluxos logísticos.
Fluxos Logísticos
• São os caminhos percorridos pelos materiais e pelas informações que colocam
estes materiais em movimento, dentro de cada organização e entre
organizações diferentes.
44
Fluxo de Materiais
Fluxo de Informações
Fabricação
Aprovisionamento
(compras)
Fornecedor
Distribuição
Física
Cliente
Empresa
Fluxo Logístico:
Relações Diretas da Empresa
45
Logística Empresarial:
É a administração integrada dos fluxos
das informações e dos materiais nas
empresas e cadeias produtivas, partindo
da demanda do cliente final e indo até à
fonte de matéria-prima.
Council Logistics Management
E qual a participação da atividade de Transporte?
A Logísitica possui atividades primárias que são:
Transportes, Manutenção de estoques
Transportes, Manutenção de estoques
e Processamento de Pedidos
e Processamento de Pedidos
O
O transporte
transporte é a atividade básica que trata da
é a atividade básica que trata da
movimentação
movimentação tanto de
tanto de matérias primas
matérias primas
quanto do
quanto do produto final
produto final
É considerada por muitos como a atividade mais notória e conhecida
no meio empresarial, devido a sua importância nos custos logísticos
( absorve cerca de 2/3 desses custos )
LOGÍSTICA
LOGÍSTICA
É o meio de traslado de pessoas ou bens
de um lugar para outro.
Transporte é o principal componente
componente dos
sistemas logísticos
sistemas logísticos das empresas, pois
impacta diretamente
impacta diretamente o tempo de entrega
tempo de entrega, a
confiabilidade
confiabilidade e a segurança dos produtos
segurança dos produtos
Em geral, há cinco modos de transporte:
Aquático, Rodoviário, Ferroviário, Aéreo e por Oleodutos
Aquático, Rodoviário, Ferroviário, Aéreo e por Oleodutos
INTRODUÇÃO
Trata-se do canal de demanda
Trata-se do canal de demanda
Estratégias de distribuição ao cliente
Empresa de manufatura:
 transporte da mercadoria da empresa ao cliente
Empresa de serviços:
 alto contato com o cliente
TRANSPORTE LOGÍSTICO
Análise Modal e Intermodal
Gestão Estratégica do Transporte
Gestão Estratégica do Transporte
Administrar o transporte significa tomar
decisões sobre um amplo conjunto de aspectos:
✔ Decisões Estratégicas
Decisões Estratégicas
✔ Decisões Operacionais
Decisões Operacionais
Gestão Estratégica do Transporte
Gestão Estratégica do Transporte
Decisões Estratégicas
Decisões Estratégicas
 Escolha de modais
Escolha de modais
 Propriedade da frota
Propriedade da frota
 Seleção e negociação com transportadores
Seleção e negociação com transportadores
 Política de consolidação de cargas
Política de consolidação de cargas
Escolha de Modais
Propriedade da frota
Propriedade da frota
Operação maior  Frota própria
Competência no setor
Carga de retorno
Modal utilizado
Seleção e negociação com transportadores
Seleção e negociação com transportadores
Confiabilidade, Preço, Flexibilidade, Saúde Financeira, etc
Política de consolidação de cargas
Política de consolidação de cargas
Capacidade plena, reduzindo custos
Gestão Estratégica do Transporte
Gestão Estratégica do Transporte
Decisões Operacionais
Decisões Operacionais
 Planejamento de embarques
Planejamento de embarques
 Programação de veículos
Programação de veículos
 Roteirização
Roteirização
 Auditoria de Fretes
Auditoria de Fretes
 Gerenciamento de avarias
Gerenciamento de avarias
Dados Comparativos
Custeio do Transporte Rodoviário de Cargas
Custeio do Transporte Rodoviário de Cargas
O transporte rodoviário de carga no Brasil chama a
atenção por faturar o equivalente a 10% do PIB e
movimentar 2/3 da carga total do país
Pulverização do Transporte Rodoviário
Pulverização do Transporte Rodoviário
- 800 mil transportadores autônomos
- 40 mil empresas transportadoras
- 50 mil transportadores de carga própria
Custeio do Transporte Rodoviário de Cargas
Custeio do Transporte Rodoviário de Cargas
Custos Fixos e Variáveis
Custos Fixos e Variáveis
A classificação dever ser c/ relação a algum parâmetro
Transportador
Transportador
Quilometragem percorrida será a unidade variável
Longo Prazo
Longo Prazo
Todos os custos são variáveis
Serviço Comprometido
Serviço Comprometido
Empresa de Ônibus, os custos variáveis se tornam fixos
( exemplo: combustível )
Etapas do Custeio
Custeio do Transporte Rodoviário de Cargas
Custeio do Transporte Rodoviário de Cargas
Os custos de
Os custos de carga
carga e
e descarga
descarga independem
independem da
da distância
distância
percorrida
percorrida, enquanto o custo da
, enquanto o custo da viagem
viagem é
é diretamente
diretamente
proporcional
proporcional ao tamanho da
ao tamanho da rota
rota
Fatores que influenciam o custo e o preço do transporte
Fatores que influenciam o custo e o preço do transporte
( manuseio, acomodação, risco da carga, tipo veículo, etc )
Custos calculados e preços praticados
Custos calculados e preços praticados
( grande volume e baixo valor o preço praticado é menor )
O problema dos subsídios cruzados
O problema dos subsídios cruzados
( evitar que clientes sejam beneficiados em detrimento de outros )
Oportunidades para redução dos custos
Oportunidades para redução dos custos
( planejamento, menor variabilidade do volume e utilização da frota )
Custeio do Transporte Rodoviário de Cargas
Custeio do Transporte Rodoviário de Cargas
O
O custo
custo do transporte
do transporte não
não deve ser encarado
deve ser encarado
como sendo de
como sendo de responsabilidade
responsabilidade de uma
de uma
única empresa
única empresa na cadeia de suprimentos
na cadeia de suprimentos
Na verdade, diversos membros da cadeia,
Na verdade, diversos membros da cadeia,
como o
como o transportador
transportador, o
, o embarcador
embarcador e o
e o
destinatário
destinatário, têm influência direta sobre a
, têm influência direta sobre a
eficiência e o custo da operação
eficiência e o custo da operação
Aprenda a exportar
Aprenda a exportar
Em 2006 o governo lançou um site de apoio aos
empresários que tenham intereçe em
exportar seus produtos
www.aprendendoaexportar.gov.br
além de manuais SEBRAE, e empresas especializadas.

Introdução Logística.ppt aula de logistica

  • 2.
  • 3.
    PRIMEIRA FASE –ATUAÇÃO SEGMENTADA Logística: Evolução Histórica
  • 4.
    Logística: Evolução Histórica 1950-1970 Condições de mudança:  alteração no padrão de atitude do cliente.  Especialistas de marketing foram propondo aos consumidores aspirações por produtos mais diferenciados.  Consumidores demandavam variedade – da casa de 1.000 itens subiu para 12.000.  Variedade significa maior custo de manutenção de estoques. (de 1 tipo para 3 tipos pode aumentar em 60% o nível de estoque).  Mudança no padrão de distribuição. Varejista sem capacidade de armazenagem demandava entregas mais freqüentes e mais rápidas.  pressão por custos nas indústrias – otimização de atividades e planejamento - ampliação do planejamento da produção consultando os varejistas (clientes) para fazerem a previsão de demanda.  avanço na tecnologia dos computadores.
  • 5.
    Logística: Evolução Histórica 1970em diante  Aumento acentuado na oferta de produtos e de opções;  Aumento dos custos dos derivados de petróleo (crise do petróleo), encarecendo o transporte de mercadorias e, consequentemente, o produto;  Inflação e aumento dos custos dos estoques;  Necessidade de novas alternativas de escoamento do fluxo logístico (multimodalidade);  Logística Integrada, mas ainda muito rígida.
  • 6.
    SEGUNDA FASE –INTEGRAÇÃO RÍGIDA Integração formando um duto rígido, com otimização dois a dois (começa a existir uma integração de planejamento entre os elos da cadeia de suprimento) Manufatura Centro de Distribuição Varejista Transporte Logística: Evolução Histórica
  • 7.
    Logística: Evolução Histórica TerceiraFase: Início em fins da década de 1980  Integração dinâmica e flexível entre os agentes da cadeia de suprimento tanto dentro da empresa como nas inter-relações da empresa com seus clientes e fornecedores. Entretanto, a integração das empresas ainda se dá duas a duas;  O intercâmbio entre dois elementos da cadeia de suprimento passou a se dar por via eletrônica – EDI (Intercâmbio Eletrônico de Dados), possibilitando uma integração dinâmica. (ex: introdução do código de barras nos supermercados que permite a integração flexível das vendas com o CD);  Maior preocupação com a satisfação plena do cliente final, bem como dos clientes intermediários;  Busca pelo “estoque zero”.
  • 8.
    TERCEIRA FASE –INTEGRAÇÃO FLEXÍVEL FORNECEDOR FÁBRICA ATACADISTA VAREJISTA CONSUMIDOR TRANSPORTE Duto Flexível adaptável às condições externas Logística: Evolução Histórica
  • 9.
    QUARTA FASE –INTEGRAÇÃO ESTRATÉGICA Fornecedor Matéria-prima Fornecedor Componentes Manufatura Distribuidor Varejista Integração plena, estratégica e flexível ao longo de toda a cadeia de suprimento Logística: Evolução Histórica
  • 10.
    Logística: Evolução Histórica QuartaFase: Integração Estratégica (SCM)  Empresas da cadeia de suprimento passam a tratar as questões logísticas de forma estratégica.  Postponement (postergação da produção do produto final), visando redução dos prazos e das incertezas ao longo da cadeia.  Surgimento das empresas virtuais - agile enterprises (empresas ágeis). Ex: fabricantes de produtos eletrônicos (grande valor agregado) se localizam junto a aeroportos para recebimento e envio de produtos customizados.  Logística verde e logística reversa (processo de recuperação de materiais diversos através da reciclagem).  Aplicação em larga escala de tecnologia da informação para atender necessidades atuais de custos reduzidos e prazos curtos no ciclo do pedido.
  • 11.
    Logística: Evolução Histórica QuartaFase – Supply Chaim Management características:  Ênfase na satisfação do consumidor final;  Formação de parcerias entre fornecedores e clientes;  Abertura plena entre os parceiros, possibilitando acesso mútuo às informações operacionais e estratégicas;  Aplicação de esforços de maneira continuada em busca de agregar valor para o consumidor final e eliminar desperdícios, visando a redução de custos.
  • 12.
    Logística Integrada Gestão daCadeia de Suprimentos x Logística Integrada Logística de Abastecimento Logística deDistibuição Logística Interna Fornecedor Fornecedor Fábrica Distribuidor CLIENTE Vender e Atender ao Cliente PRODUZIR Gestão da Cadeia de Suprimentos x Logística Integrada Logística de Abastecimento Logística deDistribuição Logística Interna Fornecedor Fornecedor Fábrica Distribuidor CLIENTE Vender e Atender ao Cliente PRODUZIR
  • 13.
    MARKETING Atividades: - Promoção. - Pesquisa demercado. - Gerencia- mento das vendas. PRODUÇÃO Atividades: - Controle da qualidade. - Programação da produção. - Manutenção de equipa- mentos. - Planejamen- to da capacidade. - Mensuração do trabalho. Atividades de interface: - Programação da produção. - Localização industrial. - Compra de suprimentos. Atividades de interface: - Padrões de serviço. - Formação de preço. - Embalagem. - Localização do varejo. LOGÍSTICA Atividades: - Transportes. - Estoques. - Processamento de pedidos. - Armazenagem. - Manuseio de materiais. A Logística na Empresa
  • 14.
  • 15.
    Logística 15 2-C: entre asAtividades da Logística, estão
  • 16.
    Outra subdivisão dalogística  Logística interna  Logística de distribuição  Logística reversa
  • 17.
    17 Logística Interna Atividades Relacionadas Alogística interna começa no momento em que a demanda é identificada e o pedido é confirmado.  Ela inclui toda a movimentação de materiais até o momento em que o produto ou serviço solicitado é entregue ao cliente. Também inclui ações complementares, como devoluções, trocas, manutenção e monitoramento.
  • 19.
    “ O processode planejamento, implementação e controle do fluxo eficiente e economicamente eficaz de matérias primas, estoque em processo, produtos acabados e informações relativas desde o ponto de consumo até o ponto de origem, com o propósito de recapturar valor ou disposição ambientalmente adequada”. (ROGERS E TIBBEN- LEMBKE,1999) Conceito:
  • 20.
    O Surgimento daLogística Reversa foi motivado por fatores como:  Crescente preocupação com as questões ambientais;  O surgimento de leis e normas que estabelecem regras para o recolhimento, a reciclagem e a disposição de produtos industrializados;  Existência de mercados secundários para componentes, matéria prima e produtos reciclados;  Necessidade de redução de desperdícios e a busca pela redução nos custos de fabricação de produtos;  Avanços tecnológicos nos processos de recuperação;  Redução do ciclo de vida dos produtos.
  • 21.
    • Medição dosimpactos ambientais de um modo de transporte particular. Mede a emissão de gases e ruído no modal. • Certificação na ISO 14000 • Reduzir o uso de materiais na fabricação dos produtos Logística Reversa Logística Verde x • Coleta de produtos • Armazenagem • Reprocessamento • Distribuição Reciclagem e Remanufatura Atividades Comuns
  • 22.
    Situações possíveis:  Fabricanteabastece diretamente as lojas de varejo;  Fabricante abastece seus próprios depósitos ou CDs e, a partir desses pontos, abastece as lojas de varejo;  Fabricante abastece os CDs do varejista que, por sua vez, abastece as lojas;  Fabricante distribui seus produtos para o centro de distribuição de um operador logístico, que distribui as lojas de varejo;  Fabricante entrega o produto diretamente no domicílio do consumidor final.
  • 23.
     Garantir arápida disponibilidade do produto nos segmentos do mercado identificados como prioritários (varejista certo);  Intensificar ao máximo o potencial de vendas do produto (parcerias para exposição do produto);  Buscar cooperação entre os participantes da cadeia no que se refere aos fatores relevantes ligados a distribuição (definição de lotes mínimos de pedido, definição de tipos especiais de embalagem, condições de descarga, restrições de tempo nas entrega, etc.)  Garantir fluxo rápido e preciso de informações;  Buscar a redução de custo de maneira integrada.
  • 24.
  • 25.
    Fonte: Pesquisa CEL/Coppead– Custos Logísticos 2005
  • 26.
  • 27.
    Rodoviário Modal mais utilizadono Brasil; Vantagem de ter um serviço porta a porta; Alta disponibilidade de empresas transportadoras, operadores logísticos; Alta disponibilidade de estradas; Custo relativamente barato; Utilização de pallets para agilizar a movimentação;
  • 28.
    Rodoviário Apresenta opções diversas: grandes cargas (carretas); cargas pequenas (avião terrestre). Bom para cargas volumosas, pesadas. Problemas atuais : roubo de carga, má conservação das estradas; tempo da entrega em alguns lugares devido as dimensões continentais do Brasil.
  • 29.
  • 30.
    Aeroviário Rápida entrega; Não esquecerde levar em conta o processo de descarga e carga para um transporte rodoviário; Alto custo ???? Tem bons operadores no Brasil; empresas aéreas de linha; transportadoras de carga (cargo); taxis aéreos; operadores logísticos.
  • 31.
    Aeroviário Limitações em relaçãoà tamanho e peso dos produtos. limites das áreas de armazenamento; limites de capacidade na decolagem; Poucos danos às mercadorias.
  • 32.
  • 33.
    Ferroviário Transportador para longostrechos; Utilizado para transporte de matéria-prima e commodities; Foi privatizado recentemente.
  • 34.
  • 35.
    Aquaviário Transporte lento; Grande capacidadede carga; Limitado à bacia fluvial do país para movimentação interna; Muito utilizado nos transportes internacionais; Utilização de contêineres para facilitar a operação.
  • 36.
    Aquaviário  Cabotagem –transporte marítimo realizado entre dois portos da costa de um mesmo país ou entre um porto costeiro e um fluvial.  Cabotagem Internacional – navegação costeira entre dois ou mais países.
  • 37.
  • 38.
    Dutoviário Utilizado para transportede petróleo e seus derivados; Velocidade de transporte é baixa, porém o tempo efetivo de transporte é alto (24hs x 30 dias); Entrega porta a porta muito efetiva (ir direto aos fornos). Problemas mínimos no transporte.
  • 39.
  • 40.
     Rodoviário Custos fixosbaixos (rodovias estabelecidas e construídas com fundos públicos) Custo variável médio (combustível, manutenção, etc.)  Ferroviário Altos custos fixos em equipamentos, terminais, vias férreas, etc Custo variável baixo  Aquaviário Custo fixo médio (navios e equipamentos) Custo variável baixo (capacidade para transportar grande quantidade de tonelagem)  Dutoviário Custo fixo mais elevado (direito de acesso, construção, requisitos para controle das estações e capacidade de bombeamento) Custo variável mais baixo (nenhum custo de mão-de-obra de grande importância)  Aeroviário Custo fixo alto (aeronaves e manuseio e sistema de cargas) Alto custo variável (combustível, mão-de-obra, manutenção, etc.)
  • 41.
    Divisão do transportede cargas no Brasil 0,33% 13,86% 20,86% 4,46% 60,49% Rodoviário Aéreo Aquaviário Dutoviário Ferroviário
  • 42.
    Custo x margemdo produto; Tempo de entrega; Perdas inerentes ao tipo de transporte.
  • 43.
    43 Como Fazer Logística? •Conhecendo e administrando conjuntamente os fluxos logísticos. Fluxos Logísticos • São os caminhos percorridos pelos materiais e pelas informações que colocam estes materiais em movimento, dentro de cada organização e entre organizações diferentes.
  • 44.
    44 Fluxo de Materiais Fluxode Informações Fabricação Aprovisionamento (compras) Fornecedor Distribuição Física Cliente Empresa Fluxo Logístico: Relações Diretas da Empresa
  • 45.
    45 Logística Empresarial: É aadministração integrada dos fluxos das informações e dos materiais nas empresas e cadeias produtivas, partindo da demanda do cliente final e indo até à fonte de matéria-prima. Council Logistics Management
  • 46.
    E qual aparticipação da atividade de Transporte? A Logísitica possui atividades primárias que são: Transportes, Manutenção de estoques Transportes, Manutenção de estoques e Processamento de Pedidos e Processamento de Pedidos O O transporte transporte é a atividade básica que trata da é a atividade básica que trata da movimentação movimentação tanto de tanto de matérias primas matérias primas quanto do quanto do produto final produto final É considerada por muitos como a atividade mais notória e conhecida no meio empresarial, devido a sua importância nos custos logísticos ( absorve cerca de 2/3 desses custos ) LOGÍSTICA LOGÍSTICA
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    É o meiode traslado de pessoas ou bens de um lugar para outro. Transporte é o principal componente componente dos sistemas logísticos sistemas logísticos das empresas, pois impacta diretamente impacta diretamente o tempo de entrega tempo de entrega, a confiabilidade confiabilidade e a segurança dos produtos segurança dos produtos Em geral, há cinco modos de transporte: Aquático, Rodoviário, Ferroviário, Aéreo e por Oleodutos Aquático, Rodoviário, Ferroviário, Aéreo e por Oleodutos INTRODUÇÃO
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    Trata-se do canalde demanda Trata-se do canal de demanda Estratégias de distribuição ao cliente Empresa de manufatura:  transporte da mercadoria da empresa ao cliente Empresa de serviços:  alto contato com o cliente TRANSPORTE LOGÍSTICO
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    Análise Modal eIntermodal
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    Gestão Estratégica doTransporte Gestão Estratégica do Transporte Administrar o transporte significa tomar decisões sobre um amplo conjunto de aspectos: ✔ Decisões Estratégicas Decisões Estratégicas ✔ Decisões Operacionais Decisões Operacionais
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    Gestão Estratégica doTransporte Gestão Estratégica do Transporte Decisões Estratégicas Decisões Estratégicas  Escolha de modais Escolha de modais  Propriedade da frota Propriedade da frota  Seleção e negociação com transportadores Seleção e negociação com transportadores  Política de consolidação de cargas Política de consolidação de cargas
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    Propriedade da frota Propriedadeda frota Operação maior  Frota própria Competência no setor Carga de retorno Modal utilizado Seleção e negociação com transportadores Seleção e negociação com transportadores Confiabilidade, Preço, Flexibilidade, Saúde Financeira, etc Política de consolidação de cargas Política de consolidação de cargas Capacidade plena, reduzindo custos
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    Gestão Estratégica doTransporte Gestão Estratégica do Transporte Decisões Operacionais Decisões Operacionais  Planejamento de embarques Planejamento de embarques  Programação de veículos Programação de veículos  Roteirização Roteirização  Auditoria de Fretes Auditoria de Fretes  Gerenciamento de avarias Gerenciamento de avarias
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    Custeio do TransporteRodoviário de Cargas Custeio do Transporte Rodoviário de Cargas O transporte rodoviário de carga no Brasil chama a atenção por faturar o equivalente a 10% do PIB e movimentar 2/3 da carga total do país Pulverização do Transporte Rodoviário Pulverização do Transporte Rodoviário - 800 mil transportadores autônomos - 40 mil empresas transportadoras - 50 mil transportadores de carga própria
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    Custeio do TransporteRodoviário de Cargas Custeio do Transporte Rodoviário de Cargas Custos Fixos e Variáveis Custos Fixos e Variáveis A classificação dever ser c/ relação a algum parâmetro Transportador Transportador Quilometragem percorrida será a unidade variável Longo Prazo Longo Prazo Todos os custos são variáveis Serviço Comprometido Serviço Comprometido Empresa de Ônibus, os custos variáveis se tornam fixos ( exemplo: combustível )
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    Custeio do TransporteRodoviário de Cargas Custeio do Transporte Rodoviário de Cargas Os custos de Os custos de carga carga e e descarga descarga independem independem da da distância distância percorrida percorrida, enquanto o custo da , enquanto o custo da viagem viagem é é diretamente diretamente proporcional proporcional ao tamanho da ao tamanho da rota rota Fatores que influenciam o custo e o preço do transporte Fatores que influenciam o custo e o preço do transporte ( manuseio, acomodação, risco da carga, tipo veículo, etc ) Custos calculados e preços praticados Custos calculados e preços praticados ( grande volume e baixo valor o preço praticado é menor ) O problema dos subsídios cruzados O problema dos subsídios cruzados ( evitar que clientes sejam beneficiados em detrimento de outros ) Oportunidades para redução dos custos Oportunidades para redução dos custos ( planejamento, menor variabilidade do volume e utilização da frota )
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    Custeio do TransporteRodoviário de Cargas Custeio do Transporte Rodoviário de Cargas O O custo custo do transporte do transporte não não deve ser encarado deve ser encarado como sendo de como sendo de responsabilidade responsabilidade de uma de uma única empresa única empresa na cadeia de suprimentos na cadeia de suprimentos Na verdade, diversos membros da cadeia, Na verdade, diversos membros da cadeia, como o como o transportador transportador, o , o embarcador embarcador e o e o destinatário destinatário, têm influência direta sobre a , têm influência direta sobre a eficiência e o custo da operação eficiência e o custo da operação
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    Aprenda a exportar Aprendaa exportar Em 2006 o governo lançou um site de apoio aos empresários que tenham intereçe em exportar seus produtos www.aprendendoaexportar.gov.br além de manuais SEBRAE, e empresas especializadas.