Filosofia
11º Ano
PLATÃO
A retórica não é
uma arte, MAS
uma forma de
actividade empírica
que tem por fim
produzir no
auditório um
sentimento de
agrado e de prazer.
Platão chama a essa
actividade empírica
adulação.
PLATÃO
A retórica é uma
forma de
manipulação.
O orador manipula o
auditório (meio) com o
objectivo de atingir os
seus interesses pessoais
(fim).
Platão, contrariamente aos sofistas, defendia
que há uma realidade objectiva e que há
verdades objectivas e universais, que podem
ser descobertas por intermédio, não da retórica,
mas da dialéctica (razão).
SOFISTAS
• Protágoras (c. 490 – c, 420 a. C.)e
Górgias (c. 483 – 376 a. C.);
• Eram principalmente
estrangeiros(metecos);
• Professores que ensinavam as
técnicas da retórica aos jovens
ricos;
• Platão (c. 429 – 347 a. C.);
• Filósofo ateniense;
• Criticou o ensino da retórica (uso
manipulador), contrapondo-o à
actividade filosófica;
PLATÃO
Sofistas VS Platão PLATÂO
SOFISTAS
• A verdade é relativa e particular, ou
seja, a verdade muda consoante o
homem que percebe o objecto;
• A verdade é objectiva e universal
(sempre a mesma para todas as
pessoas) e é conhecida pela razão;
PLATÃO
Sofistas VS Platão PLATÂO
SOFISTAS
• Quanto ao problema da origem do
conhecimento assumiam uma
perspectiva empirista
(conhecimento tem potr base a
experiência) e quanto à
possibilidade de conhecimento
eram cépticos pois negavam a
existência de verdades ou valores
absolutos, universais. Argumentos:
1) não existe uma realidade
permanente que subjaz e justifica
as aparências, e 2) os orgãos de
conhecimento são falíveis.
• O objectivo do filósofo é distinto
do objectivo do sofista, pois visa
descobrir a verdade universal
enquanto que o do sofista é o de
conquistar o poder pela
manipulação.
PLATÃO
Sofistas VS Platão PLATÂO
SOFISTAS
• Se a verdade é relativa e particular,
e não absoluta e universal, então o
conhecimento reduz-se à opinião e
o bem, à utilidade.
Consequentemente, reconhece-se
a relatividade da verdade e dos
valores morais, que mudariam
segundo o lugar e o tempo.
• Platão e Sócrates opunham-se ao
cepticismo e à retórica, assim como
às pretensões pedagógicas dos
sofistas de ensinarem a virtude
política.
PLATÃO
Sofistas VS Platão PLATÂO

crítica_platão_sofistas

  • 1.
  • 2.
    PLATÃO A retórica nãoé uma arte, MAS uma forma de actividade empírica que tem por fim produzir no auditório um sentimento de agrado e de prazer. Platão chama a essa actividade empírica adulação.
  • 3.
    PLATÃO A retórica éuma forma de manipulação. O orador manipula o auditório (meio) com o objectivo de atingir os seus interesses pessoais (fim).
  • 4.
    Platão, contrariamente aossofistas, defendia que há uma realidade objectiva e que há verdades objectivas e universais, que podem ser descobertas por intermédio, não da retórica, mas da dialéctica (razão).
  • 5.
    SOFISTAS • Protágoras (c.490 – c, 420 a. C.)e Górgias (c. 483 – 376 a. C.); • Eram principalmente estrangeiros(metecos); • Professores que ensinavam as técnicas da retórica aos jovens ricos; • Platão (c. 429 – 347 a. C.); • Filósofo ateniense; • Criticou o ensino da retórica (uso manipulador), contrapondo-o à actividade filosófica; PLATÃO Sofistas VS Platão PLATÂO
  • 6.
    SOFISTAS • A verdadeé relativa e particular, ou seja, a verdade muda consoante o homem que percebe o objecto; • A verdade é objectiva e universal (sempre a mesma para todas as pessoas) e é conhecida pela razão; PLATÃO Sofistas VS Platão PLATÂO
  • 7.
    SOFISTAS • Quanto aoproblema da origem do conhecimento assumiam uma perspectiva empirista (conhecimento tem potr base a experiência) e quanto à possibilidade de conhecimento eram cépticos pois negavam a existência de verdades ou valores absolutos, universais. Argumentos: 1) não existe uma realidade permanente que subjaz e justifica as aparências, e 2) os orgãos de conhecimento são falíveis. • O objectivo do filósofo é distinto do objectivo do sofista, pois visa descobrir a verdade universal enquanto que o do sofista é o de conquistar o poder pela manipulação. PLATÃO Sofistas VS Platão PLATÂO
  • 8.
    SOFISTAS • Se averdade é relativa e particular, e não absoluta e universal, então o conhecimento reduz-se à opinião e o bem, à utilidade. Consequentemente, reconhece-se a relatividade da verdade e dos valores morais, que mudariam segundo o lugar e o tempo. • Platão e Sócrates opunham-se ao cepticismo e à retórica, assim como às pretensões pedagógicas dos sofistas de ensinarem a virtude política. PLATÃO Sofistas VS Platão PLATÂO