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ISRAEL E A QUESTÃO
PALESTINA
Origem do Judaísmo
• Os relatos bíblicos são a principal fonte de informações
para entender as origens dos judeus.
• Segundo a Bíblia, Abraão recebeu de Deus a missão de
levar seu povo até Canaã, a Terra Prometida, região que
passaria a ser conhecida como Palestina.
• Em 37 a .C., a Palestina se tornou província do Império
Romano , quando o Templo de Jerusalém, sagrado para os
judeus, foi destruído. Até hoje, o que sobrou do muro do
Templo é considerado sagrado.
A DIÁSPORA
• No ano de 135, o imperador romano expulsou os judeus da
Palestina. O povo judeu então se espalhou por todo o
mundo, num movimento conhecido como diáspora.
• Os judeus levaram seus costumes e tradições para todo o
mundo. Mesmo adotando as línguas e os costumes dos
países onde passaram a viver conseguiram preservar suas
tradições e crenças, reunidas nos cinco primeiros livros da
Bíblia, chamados Torá.
O Movimento Sionista
• Movimento que defendia a volta dos judeus a sua área
original e o estabelecimento de um Estado judaico na
Palestina .
• Em finais do século XIX, os imigrantes judeus
provenientes da Europa começaram a adquirir terras na
Palestina.
• O Reino Unido reconhecia como legítimo o movimento
migratório de retorno à Terra Prometida , chegando a
formalizar o direito do povo judeu estabelecer um lar
nacional na palestina num documento conhecido como
Declaração Balfour.
• Os árabes que viviam na Palestina, quase todos
muçulmanos sunitas, sentiam-se ameaçados pelo
movimento sionista e pela política inglesa. Temiam
ser submetidos e desapropriados pelos judeus.
• Após a 1ª Guerra Mundial a Palestina passou a ser
controlada pelos britânicos e a divisão entre
palestinos e judeus ficou cada vez mais clara.
A criação do Estado de
Israel
• Em 1945, com o fim da 2ª Guerra Mundial, os conflitos
entre judeus e árabes palestinos havia tornado a situação da
palestina britânica insustentável.
• A imigração judaica para Palestina não parava de crescer.
• A simpatia pelo movimento sionista crescia em todo
mundo principalmente pelo sofrimento dos judeus nas
mãos dos nazistas durante a guerra.
• Os árabes queriam garantir sua presença na Palestina e para
isto realizaram duas conferências no Egito: em Alexandria,
um 1944, e no Cairo, em 1945, que resultaram na criação
da Liga dos Estados Árabes, cujo principal objetivo era a
defesa da presença árabe na Palestina.
• Em 1947 o Reino Unido entregou o assunto a ONU que
decidiu pela partilha da Palestina entre judeus e árabes
palestinos. Os judeus ficariam com 57% enquanto os
palestinos ficariam 43% do território.
• A Liga Árabe não aceitou os termos da partilha proposta
pela ONU.
• Os exércitos do Egito, Jordânia, Iraque, Síria e Líbano
avançaram contra Israel que os enfrentou e os expulsou. A
população árabe abandonou suas casas e terras e refugiou-
se em países árabes vizinhos.
• Em 1949, com aprovação da ONU, Israel passou a ocupar
cerca de 75% da Palestina. A faixa de Gaza ficou para o
Egito e a Cisjordânia para a Jordânia. O estado árabe da
Palestina tinha sumido do mapa.
• Milhares de palestinos deixaram suas casas para morar
em campo de refugiados espalhados por países árabes
como : Síria, Jordânia, Líbano e na Faixa de Gaza.
• Surgiu uma nova geração de palestinos no exílio ,educada
em países árabes, mas com uma lembrança e o crescente
desejo de restabelecer sua pátria na Palestina.
• Grande parte da comunidade árabe continua não
reconhecendo a existência de Israel, considerando
ilegítima essa divisão.
• Desde então , o conflito árabe-israelense já fez milhares de
vítimas . É raro uma família em Israel, seja de árabes ou de
judeus que não tenha perdido algum familiar em
decorrência do conflito.
• No final da década de 1950, começaram a surgir vários
grupos políticos nos campos de refugiados palestinos.
• O principal deles, o Al Fatah, realizava sabotagens contra
Israel, enquanto tentava reunir forças para um confronto
direto com os israelenses.
• A partir de 1965 Israel passou a responder as provocações
dos palestinos atacando os Estados árabes que apoiavam
esses grupos.
• Foi a oportunidade que os Estados árabes esperavam para
começar uma guerra.
• Guerra dos seis dias :
• Em 1967, o Egito fechou o Golfo de Ácaba, impedindo
que os navios israelenses circulassem. Israel atacou o Egito
e destruiu sua força aérea, ocuparam a Península do Sinai
até o Canal de Suez, além de Jerusalém Oriental, da
Cisjordânia e as colinas de Golan, na Síria
• Guerra de Yom Kippur (1973):
• Forças conjuntas de vários países árabes atacam Israel no
dia de Yom Kippur ( dia do perdão) , a data mais sagrada
dos judeus. Mesmo assim os judeus viraram o jogo e
expulsaram os árabes , provando a superioridade de seu
exército. Contavam também com o apoio dos EUA, que
forneciam armamento de última geração a Israel.
• Acordo de Camp David : Egito sela a paz com Israel que
devolve a Península do Sinai. Acordo Israel-Egípcio. / 17
de setembro de 1978
• A ação política do Al-Fatah deu origem a Organização
para Libertação da Palestina ( OLP), em 1964, com o
objetivo de lutar contra a existência do Estado de Israel.
Seus membros propunham uma luta incansável pela
conquista de Jerusalém e da Palestina. Patrocinavam
atentados terroristas em locais públicos em Israel ou em
lugares onde houvesse concentração de judeus.
• Em 1987 explode a Intifada, ou revolta das pedras,
movimento de resistência palestina contra a ocupação
israelense.
• Evitando o uso de armas, a população palestina praticou a
desobediência civil : não respeitava o toque de recolher
do exército israelense, saía as ruas para protestar,
desfiando de todas as formas o governo de Israel.
• Com a Intifada, o movimento palestino ganhou simpatia
da opinião pública internacional, revelando um povo
palestino que vive em territórios ocupados por
israelenses.
• Com a Intifada, a OLP passou a considerar cada vez mais
a opinião nos territórios ocupados e seu desejo de
encerrar a ocupação.
• Hezbollah - Apoiado pelo Irã e pela Síria, esse grupo terrorista
baseada no Líbano emergiu da guerra civil libanesa de 1982
e é considerado como o maior inimigo de Israel e países
árabes sunitas. De acordo com um relatório da Agência
Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA), esta
organização abrange 41% da população libanesa e está
envolvida em várias atividades sociais.
• Taliban (Talibã) - Derivado da palavra ‘estudantes’, o Talibã é
conhecido pelo violento governo que regeu formalmente o
Afeganistão entre 1996 e 2001, apesar de seu governo ter sido
reconhecido por apenas três países – Emirados Árabes Unidos,
Arábia Saudita e Paquistão. Atualmente sua maior força
ofensiva destaca-se contra a OTAN (Organização do Tratado
do Atlântico Norte) e os governos do Paquistão e
Afeganistão.
• Hamas- Sigla de Harakat Al-Muqawama Al-Islamia (Movimento
de Resistência Islâmico), o Hamas é um grupo terrorista sócio-
político da Palestina fundado em 1987 por conta de uma
ramificação da Irmandade Muçulmana. Esta organização foi
fundada com o objetivo de libertar a Palestina da subjugação
israelense. Conhecido por seus terroristas suicidas temerários,
esse grupo terrorista é expressivamente apoiado pelo Hezbollah
em questões contra o governo de Israel.
• Al-Qaeda (Alcaida)- A Al-Qaeda é uma organização
fundamentalista islâmica internacional fundada em 1989 por
Osama Bin Laden, uma figura misteriosa que, até o fatídico 11 de
setembro de 2001, conseguiu se esquivar das agências de
inteligência de todo o mundo. A estrutura organizacional do
grupo, apesar da notoriedade de sua rede integrada, é
composta por elementos desconhecidos. Indubitavelmente, este
é o maior nome do terror mundial. Assassinato de Bin Laden em
02/05/2011.
• 1993 – Acordo de Oslo : foi uma série de acordos entre o
governo de Israel e o Presidente da OLP, Yasser Arafat
mediados pelo então presidente dos EUA, Bill Clinton. Se
comprometiam a unir esforços para a realização da paz
entre os dois povos. Estes acordos previam o término dos
conflitos, a abertura das negociações sobre os territórios
ocupados, a retirada de Israel do sul do Líbano e a questão
do status de Jerusalém.
• 1995 – Primeiro Ministro de Israel , Yitzhak Rabin, e o
presidente da OLP, Yasser Arafat, assinaram um
documento estabelecendo os princípios de transferência
da Faixa de Gaza e de parte do território e de parte do
território da Cisjordânia para que os palestinos
formassem seu próprio Estado.
• Desde então a OLP se transformou em ANP (Autoridade
Nacional Palestina), que seria responsável pelo controle
político do novo Estado.
• O acordo de Oslo não foi suficiente para trazer paz à região:
Rabin foi assassinado em 1995 por um extremista judeu.
• Grupos radicais islâmicos como o Hamas e o Jihad não
reconheceram os acordos realizados pela OLP e pela sua
sucessora ANP e continuam a fazer atos de terrorismo contra
Israel.
• Milhares de colonos israelenses juram que jamais sairão das
colônias da Cisjordânia, nem que seja preciso criar milícias
para substituir as tropas israelenses.
• Diante do impasse explode uma nova Intifada em setembro de
2000.
• A reação de Israel foi violenta: construiu um muro separando
os povos árabes das colônias judaicas da Cisjordânia,
impedindo a circulação dos palestinos e enviou tropas para as
principais cidades palestinas.
• O líder Yasser Arafat se transformou em prisioneiro em seu
próprio quartel general, cercado pelo exército de Israel, de
onde só saiu em 2004, gravemente enfermo. Morreu em 2004
Muro que separa árabes
palestinos e judeus
• Em agosto de 2005 Israel decidiu esvaziar todas as colônias
judaicas da Faixa de Gaza, depois de 38 anos de ocupação.
Quatro colônias da Cisjordânia também foram desativadas e
cerca de15 mil judeus foram removidos.
• Apesar desta retirada ainda restam mais de 100 colônias
judaicas na Cisjordânia e o governo de Israel não está disposto
a continuar com as remoções.
• Israel também não pretende abrir mão de Jerusalém,
reivindicada pelos palestinos para ser a capital de seu futuro
Estado.
• O Hamas já avisou que usará todas as armas para lutar
pela libertação da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental.
• Junho de 2009 : O ministro de Assuntos exteriores de
Israel, Lieberman, afirmou que o governo israelense está
disposto a iniciar um diálogo com os palestinos : se
referiu pela primeira vez à criação de um “ Estado
Palestino”, mas fez uma série de requisitos à ANP, como
por exemplo que seja um território desmilitarizado.
• O presidente dos EUA, Obama, pediu uma total
paralisação das construções nas colônias judias,
um dos principais empecilhos no processo de paz
entre israelenses e palestinos.
• Extremistas da direita nacionalista israelense
anunciaram suas intenções de construir nas
próximas semanas 30 novas áreas judias na
Cisjordânia.
• Meir Bretler, membro do grupo “Lealdade à Terra
de Israel”, integrado por colonos judeus, declarou
que algumas áreas serão levantadas em lugares
onde não há assentamentos a fim de se estender
no território o máximo possível.
• O movimento islâmico Hamas condenou o
discurso feito pelo ministro israelense e
considerou inaceitáveis as condições impostas
para a criação de um “ Estado Palestino”.
• Segundo Ismail Radwan , um dos líderes do
Hamas: ele negou os direitos legítimos do povo
palestino, como o direito ao retorno dos
refugiados e o reconhecimento de Jerusalém
como capital do futuro Estado palestino“. O
discurso é uma bofetada na cara de todos
aqueles que apostaram na opção das
negociações com Israel. Também representa
uma resposta aos árabes e palestinos que
defendem o diálogo de paz", disse.
FUNCAB - 2013 - SEDUC-RO - Professor Em 14 de maio de 1948, é proclamado o Estado de Israel,
tendo como primeiro ministro David Ben Gurion, do Partido Trabalhista. Nesse mesmo ano, eclode a
primeira guerra árabe-israelense, dando início a uma série de conflitos que se mantêm até os dias
atuais. Dentre esses conf l i tos, um particularmente despertou a opinião pública mundial para a
causa palestina, que foi a Intifada, caracterizada:
a) pela invasão de Israel pelo Iraque, comandada por Saddam Hussein, com o apoio da
Organização para a Libertação dos Palestinos.
b) pela ação direta dos jovens palestinos, que reagem ao domínio bélico do Estado de Israel com
paus e pedras e ações suicidas contra alvos israelenses.
c) pelo episódio conhecido como “setembro negro”, em que tropas do rei Hussein da Jordânia
massacram guerrilheiros da OLP.
d) pela Operação Paz para a Galileia, quando o exército de Israel invade o Líbano a pretexto de
eliminar as bases da OLP.
e) pelo assassinato de onze atletas israelenses nas Olimpíadas de Munique por comandos
palestinos.
Latra B
• Julgue os itens que se seguem, relativos a aspectos diversos
do cenário geopolítico mundial.
1- O primeiro-ministro israelense anunciou, recentemente, a
construção de um muro de segurança ao longo da fronteira de
Israel com a Síria, em decorrência do temor de ataques
terroristas e da formação, no país vizinho, com a eventual
derrubada do regime sírio, de um Estado islâmico antissionista.
Em 1947, a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou um plano de partilha da Palestina que previa a criação
de dois Estados: um judeu e outro palestino. A recusa árabe em aceitar a decisão conduziu ao primeiro conflito entre
Israel e países árabes.
A segunda guerra (Suez, 1956) decorreu da decisão egípcia de nacionalizar o canal, ato que atingia interesses anglo-
franceses e israelenses. Vitorioso, Israel passou a controlar a Península do Sinai. O terceiro conflito árabe-israelense
(1967) ficou conhecido como Guerra dos Seis Dias, tal a rapidez da vitória de Israel.
Em 6 de outubro de 1973, quando os judeus comemoravam o Yom Kippur (Dia do Perdão), forças egípcias e sírias
atacaram de surpresa Israel, que revidou de forma arrasadora. A intervenção americano-soviética impôs o cessar-
fogo, concluído em 22 de outubro.
A partir do texto acima, assinale a opção correta.
a) A primeira guerra árabe-israelense foi determinada pela ação bélica de tradicionais potências européias no
Oriente Médio.
b) Na segunda metade dos anos 1960, quando explodiu a terceira guerra árabe-israelense, Israel obteve rápida
vitória.
c) A guerra do Yom Kippur ocorreu no momento em que, a partir de decisão da ONU, foi oficialmente instalado o
Estado de Israel.
d) A ação dos governos de Washington e de Moscou foi decisiva para o cessar-fogo que pôs fim ao primeiro conflito
árabe- israelense.
e) Apesar das sucessivas vitórias militares, Israel mantém suas dimensões territoriais tal como estabelecido pela
resolução de 1947 aprovada pela ONU.
Letra B
CESGRANRIO 2010 –
A perseguição aos judeus e o interesse dos EUA e da URSS em afastar a
presença do colonialismo anglo-francês do Oriente Médio, região
valorizada principalmente por suas reservas petrolíferas, explicam a
resolução aprovada na ONU, pondo fim ao mandato inglês na Palestina.
Foram decididas também a criação de uma zona neutra em Jerusalém e a
divisão da região em dois estados: um árabe e outro judeu (1947).
Os ingleses retiraram-se da Palestina em 14 de maio de 1948. No mesmo dia,
foi proclamada a criação do Estado de Israel e, no dia seguinte, começou
a primeira das guerras opondo Estados Árabes e Israel, denominada
a) Guerra de Suez.
b) Guerra dos Seis Dias.
c) Guerra do Yon Kippur.
d) Guerra do Golfo.
e) 1a Guerra árabe-israelense.
Letra E
ESAF - 2004 - MRE - Assistente de Chancelaria O Oriente Médio
permanece sendo uma das áreas mais explosivas do mundo
contemporâneo. Fatores econômicos e políticos entrelaçam-se
com elementos culturais e religiosos para criar e manter um clima
de intolerância e de ódio. Entre os mais graves problemas da
região, há que se destacar
a) a ação coletiva e coesa dos países árabes na luta contra Israel.
b) a não-implantação efetiva do Estado da Palestina.
c) o caráter pacifista do atual governo israelense, que torna
insustentáveis as conquistas anteriores de seu país.
d) a omissão dos Estados Unidos, se recusando a participar da
discussão em torno das questões que afetam a região.
e) o desmantelamento dos grupos radicais que, a seu modo,
propunham uma solução negociada para a área.
Letra B
FEPESE - 2011 – CELESC
A morte do ex-governante da Líbia Muammar Kadaf e a libertação do soldado Gilad Shalit, preso desde junho de 2006, em troca de mais de mil presos
palestinos, foram assuntos de grande repercussão na imprensa, fazendo o mundo mais uma vez voltar-se para o conflito do chamado Oriente Médio.
Analise as afirmativas abaixo relacionadas à gênese do conflito entre israelenses e palestinos.
1. Ao final da Primeira Guerra Mundial, a Liga das Nações entregou a administração da Palestina à Grã-Bretanha.
2. No início do século XX já existiam na região pequenas comunidades israelitas, vivendo em meio à população predominantemente árabe.
3. Durante o Mandato Britânico, o governo inglês, que se opunha aos Estados Muçulmanos do Oriente Médio, incentivou com a doação de terras e ajuda
financeira a imigração dos judeus europeus para o Oriente Médio.
4. Em 1947, a Assembleia Geral da ONU resolveu dividir a Palestina em dois Estados independentes: um judeu e outro palestino.
5. Imediatamente após a proclamação do Estado de Israel, iniciou-se uma guerra em que os israelenses enfrentaram o Egito, a Arábia Saudita, a Jordânia, o
Iraque, a Síria e o Líbano.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmações corretas.
a) São corretas apenas as afirmativas 3 e 5.
b) São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3.
c) São corretas apenas as afirmativas 3, 4 e 5.
d) São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 4 e 5.
e) São corretas as afirmativas 1, 2, 3, 4 e 5.
Letra D
FGV - 2010 - DETRAN-RN “No ano de 1947, a assembleia geral da
Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou a criação de
um Estado judeu na Palestina. Os dois países que concentravam
a bipolaridade de forças na época, EUA e URSS, eram
favoráveis, assim como a opinião pública internacional após o
genocídio nazista ocorrido na 2ª Guerra Mundial.” O enunciado
está se referindo à criação de que país (ES) ou organização?
a) Israel.
b) Cisjordânia.
c) Jordânia.
d) Alemanha Ocidental e Alemanha Oriental.
e) Organização de Libertação da Palestina (OLP).

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Conflito árabe israelense

  • 1. ISRAEL E A QUESTÃO PALESTINA
  • 2. Origem do Judaísmo • Os relatos bíblicos são a principal fonte de informações para entender as origens dos judeus. • Segundo a Bíblia, Abraão recebeu de Deus a missão de levar seu povo até Canaã, a Terra Prometida, região que passaria a ser conhecida como Palestina. • Em 37 a .C., a Palestina se tornou província do Império Romano , quando o Templo de Jerusalém, sagrado para os judeus, foi destruído. Até hoje, o que sobrou do muro do Templo é considerado sagrado.
  • 3.
  • 4. A DIÁSPORA • No ano de 135, o imperador romano expulsou os judeus da Palestina. O povo judeu então se espalhou por todo o mundo, num movimento conhecido como diáspora. • Os judeus levaram seus costumes e tradições para todo o mundo. Mesmo adotando as línguas e os costumes dos países onde passaram a viver conseguiram preservar suas tradições e crenças, reunidas nos cinco primeiros livros da Bíblia, chamados Torá.
  • 5. O Movimento Sionista • Movimento que defendia a volta dos judeus a sua área original e o estabelecimento de um Estado judaico na Palestina . • Em finais do século XIX, os imigrantes judeus provenientes da Europa começaram a adquirir terras na Palestina. • O Reino Unido reconhecia como legítimo o movimento migratório de retorno à Terra Prometida , chegando a formalizar o direito do povo judeu estabelecer um lar nacional na palestina num documento conhecido como Declaração Balfour.
  • 6. • Os árabes que viviam na Palestina, quase todos muçulmanos sunitas, sentiam-se ameaçados pelo movimento sionista e pela política inglesa. Temiam ser submetidos e desapropriados pelos judeus. • Após a 1ª Guerra Mundial a Palestina passou a ser controlada pelos britânicos e a divisão entre palestinos e judeus ficou cada vez mais clara.
  • 7. A criação do Estado de Israel • Em 1945, com o fim da 2ª Guerra Mundial, os conflitos entre judeus e árabes palestinos havia tornado a situação da palestina britânica insustentável. • A imigração judaica para Palestina não parava de crescer. • A simpatia pelo movimento sionista crescia em todo mundo principalmente pelo sofrimento dos judeus nas mãos dos nazistas durante a guerra.
  • 8. • Os árabes queriam garantir sua presença na Palestina e para isto realizaram duas conferências no Egito: em Alexandria, um 1944, e no Cairo, em 1945, que resultaram na criação da Liga dos Estados Árabes, cujo principal objetivo era a defesa da presença árabe na Palestina. • Em 1947 o Reino Unido entregou o assunto a ONU que decidiu pela partilha da Palestina entre judeus e árabes palestinos. Os judeus ficariam com 57% enquanto os palestinos ficariam 43% do território.
  • 9.
  • 10. • A Liga Árabe não aceitou os termos da partilha proposta pela ONU. • Os exércitos do Egito, Jordânia, Iraque, Síria e Líbano avançaram contra Israel que os enfrentou e os expulsou. A população árabe abandonou suas casas e terras e refugiou- se em países árabes vizinhos. • Em 1949, com aprovação da ONU, Israel passou a ocupar cerca de 75% da Palestina. A faixa de Gaza ficou para o Egito e a Cisjordânia para a Jordânia. O estado árabe da Palestina tinha sumido do mapa.
  • 11.
  • 12.
  • 13. • Milhares de palestinos deixaram suas casas para morar em campo de refugiados espalhados por países árabes como : Síria, Jordânia, Líbano e na Faixa de Gaza. • Surgiu uma nova geração de palestinos no exílio ,educada em países árabes, mas com uma lembrança e o crescente desejo de restabelecer sua pátria na Palestina. • Grande parte da comunidade árabe continua não reconhecendo a existência de Israel, considerando ilegítima essa divisão.
  • 14. • Desde então , o conflito árabe-israelense já fez milhares de vítimas . É raro uma família em Israel, seja de árabes ou de judeus que não tenha perdido algum familiar em decorrência do conflito. • No final da década de 1950, começaram a surgir vários grupos políticos nos campos de refugiados palestinos. • O principal deles, o Al Fatah, realizava sabotagens contra Israel, enquanto tentava reunir forças para um confronto direto com os israelenses.
  • 15. • A partir de 1965 Israel passou a responder as provocações dos palestinos atacando os Estados árabes que apoiavam esses grupos. • Foi a oportunidade que os Estados árabes esperavam para começar uma guerra. • Guerra dos seis dias : • Em 1967, o Egito fechou o Golfo de Ácaba, impedindo que os navios israelenses circulassem. Israel atacou o Egito e destruiu sua força aérea, ocuparam a Península do Sinai até o Canal de Suez, além de Jerusalém Oriental, da Cisjordânia e as colinas de Golan, na Síria
  • 16.
  • 17. • Guerra de Yom Kippur (1973): • Forças conjuntas de vários países árabes atacam Israel no dia de Yom Kippur ( dia do perdão) , a data mais sagrada dos judeus. Mesmo assim os judeus viraram o jogo e expulsaram os árabes , provando a superioridade de seu exército. Contavam também com o apoio dos EUA, que forneciam armamento de última geração a Israel. • Acordo de Camp David : Egito sela a paz com Israel que devolve a Península do Sinai. Acordo Israel-Egípcio. / 17 de setembro de 1978
  • 18. • A ação política do Al-Fatah deu origem a Organização para Libertação da Palestina ( OLP), em 1964, com o objetivo de lutar contra a existência do Estado de Israel. Seus membros propunham uma luta incansável pela conquista de Jerusalém e da Palestina. Patrocinavam atentados terroristas em locais públicos em Israel ou em lugares onde houvesse concentração de judeus. • Em 1987 explode a Intifada, ou revolta das pedras, movimento de resistência palestina contra a ocupação israelense.
  • 19.
  • 20.
  • 21.
  • 22. • Evitando o uso de armas, a população palestina praticou a desobediência civil : não respeitava o toque de recolher do exército israelense, saía as ruas para protestar, desfiando de todas as formas o governo de Israel. • Com a Intifada, o movimento palestino ganhou simpatia da opinião pública internacional, revelando um povo palestino que vive em territórios ocupados por israelenses. • Com a Intifada, a OLP passou a considerar cada vez mais a opinião nos territórios ocupados e seu desejo de encerrar a ocupação.
  • 23. • Hezbollah - Apoiado pelo Irã e pela Síria, esse grupo terrorista baseada no Líbano emergiu da guerra civil libanesa de 1982 e é considerado como o maior inimigo de Israel e países árabes sunitas. De acordo com um relatório da Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA), esta organização abrange 41% da população libanesa e está envolvida em várias atividades sociais. • Taliban (Talibã) - Derivado da palavra ‘estudantes’, o Talibã é conhecido pelo violento governo que regeu formalmente o Afeganistão entre 1996 e 2001, apesar de seu governo ter sido reconhecido por apenas três países – Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Paquistão. Atualmente sua maior força ofensiva destaca-se contra a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) e os governos do Paquistão e Afeganistão.
  • 24. • Hamas- Sigla de Harakat Al-Muqawama Al-Islamia (Movimento de Resistência Islâmico), o Hamas é um grupo terrorista sócio- político da Palestina fundado em 1987 por conta de uma ramificação da Irmandade Muçulmana. Esta organização foi fundada com o objetivo de libertar a Palestina da subjugação israelense. Conhecido por seus terroristas suicidas temerários, esse grupo terrorista é expressivamente apoiado pelo Hezbollah em questões contra o governo de Israel. • Al-Qaeda (Alcaida)- A Al-Qaeda é uma organização fundamentalista islâmica internacional fundada em 1989 por Osama Bin Laden, uma figura misteriosa que, até o fatídico 11 de setembro de 2001, conseguiu se esquivar das agências de inteligência de todo o mundo. A estrutura organizacional do grupo, apesar da notoriedade de sua rede integrada, é composta por elementos desconhecidos. Indubitavelmente, este é o maior nome do terror mundial. Assassinato de Bin Laden em 02/05/2011.
  • 25. • 1993 – Acordo de Oslo : foi uma série de acordos entre o governo de Israel e o Presidente da OLP, Yasser Arafat mediados pelo então presidente dos EUA, Bill Clinton. Se comprometiam a unir esforços para a realização da paz entre os dois povos. Estes acordos previam o término dos conflitos, a abertura das negociações sobre os territórios ocupados, a retirada de Israel do sul do Líbano e a questão do status de Jerusalém.
  • 26. • 1995 – Primeiro Ministro de Israel , Yitzhak Rabin, e o presidente da OLP, Yasser Arafat, assinaram um documento estabelecendo os princípios de transferência da Faixa de Gaza e de parte do território e de parte do território da Cisjordânia para que os palestinos formassem seu próprio Estado. • Desde então a OLP se transformou em ANP (Autoridade Nacional Palestina), que seria responsável pelo controle político do novo Estado.
  • 27. • O acordo de Oslo não foi suficiente para trazer paz à região: Rabin foi assassinado em 1995 por um extremista judeu. • Grupos radicais islâmicos como o Hamas e o Jihad não reconheceram os acordos realizados pela OLP e pela sua sucessora ANP e continuam a fazer atos de terrorismo contra Israel. • Milhares de colonos israelenses juram que jamais sairão das colônias da Cisjordânia, nem que seja preciso criar milícias para substituir as tropas israelenses.
  • 28. • Diante do impasse explode uma nova Intifada em setembro de 2000. • A reação de Israel foi violenta: construiu um muro separando os povos árabes das colônias judaicas da Cisjordânia, impedindo a circulação dos palestinos e enviou tropas para as principais cidades palestinas. • O líder Yasser Arafat se transformou em prisioneiro em seu próprio quartel general, cercado pelo exército de Israel, de onde só saiu em 2004, gravemente enfermo. Morreu em 2004
  • 29.
  • 30. Muro que separa árabes palestinos e judeus
  • 31. • Em agosto de 2005 Israel decidiu esvaziar todas as colônias judaicas da Faixa de Gaza, depois de 38 anos de ocupação. Quatro colônias da Cisjordânia também foram desativadas e cerca de15 mil judeus foram removidos. • Apesar desta retirada ainda restam mais de 100 colônias judaicas na Cisjordânia e o governo de Israel não está disposto a continuar com as remoções. • Israel também não pretende abrir mão de Jerusalém, reivindicada pelos palestinos para ser a capital de seu futuro Estado.
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  • 35. • O Hamas já avisou que usará todas as armas para lutar pela libertação da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental. • Junho de 2009 : O ministro de Assuntos exteriores de Israel, Lieberman, afirmou que o governo israelense está disposto a iniciar um diálogo com os palestinos : se referiu pela primeira vez à criação de um “ Estado Palestino”, mas fez uma série de requisitos à ANP, como por exemplo que seja um território desmilitarizado.
  • 36. • O presidente dos EUA, Obama, pediu uma total paralisação das construções nas colônias judias, um dos principais empecilhos no processo de paz entre israelenses e palestinos. • Extremistas da direita nacionalista israelense anunciaram suas intenções de construir nas próximas semanas 30 novas áreas judias na Cisjordânia. • Meir Bretler, membro do grupo “Lealdade à Terra de Israel”, integrado por colonos judeus, declarou que algumas áreas serão levantadas em lugares onde não há assentamentos a fim de se estender no território o máximo possível.
  • 37. • O movimento islâmico Hamas condenou o discurso feito pelo ministro israelense e considerou inaceitáveis as condições impostas para a criação de um “ Estado Palestino”. • Segundo Ismail Radwan , um dos líderes do Hamas: ele negou os direitos legítimos do povo palestino, como o direito ao retorno dos refugiados e o reconhecimento de Jerusalém como capital do futuro Estado palestino“. O discurso é uma bofetada na cara de todos aqueles que apostaram na opção das negociações com Israel. Também representa uma resposta aos árabes e palestinos que defendem o diálogo de paz", disse.
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  • 39. FUNCAB - 2013 - SEDUC-RO - Professor Em 14 de maio de 1948, é proclamado o Estado de Israel, tendo como primeiro ministro David Ben Gurion, do Partido Trabalhista. Nesse mesmo ano, eclode a primeira guerra árabe-israelense, dando início a uma série de conflitos que se mantêm até os dias atuais. Dentre esses conf l i tos, um particularmente despertou a opinião pública mundial para a causa palestina, que foi a Intifada, caracterizada: a) pela invasão de Israel pelo Iraque, comandada por Saddam Hussein, com o apoio da Organização para a Libertação dos Palestinos. b) pela ação direta dos jovens palestinos, que reagem ao domínio bélico do Estado de Israel com paus e pedras e ações suicidas contra alvos israelenses. c) pelo episódio conhecido como “setembro negro”, em que tropas do rei Hussein da Jordânia massacram guerrilheiros da OLP. d) pela Operação Paz para a Galileia, quando o exército de Israel invade o Líbano a pretexto de eliminar as bases da OLP. e) pelo assassinato de onze atletas israelenses nas Olimpíadas de Munique por comandos palestinos. Latra B
  • 40. • Julgue os itens que se seguem, relativos a aspectos diversos do cenário geopolítico mundial. 1- O primeiro-ministro israelense anunciou, recentemente, a construção de um muro de segurança ao longo da fronteira de Israel com a Síria, em decorrência do temor de ataques terroristas e da formação, no país vizinho, com a eventual derrubada do regime sírio, de um Estado islâmico antissionista.
  • 41. Em 1947, a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou um plano de partilha da Palestina que previa a criação de dois Estados: um judeu e outro palestino. A recusa árabe em aceitar a decisão conduziu ao primeiro conflito entre Israel e países árabes. A segunda guerra (Suez, 1956) decorreu da decisão egípcia de nacionalizar o canal, ato que atingia interesses anglo- franceses e israelenses. Vitorioso, Israel passou a controlar a Península do Sinai. O terceiro conflito árabe-israelense (1967) ficou conhecido como Guerra dos Seis Dias, tal a rapidez da vitória de Israel. Em 6 de outubro de 1973, quando os judeus comemoravam o Yom Kippur (Dia do Perdão), forças egípcias e sírias atacaram de surpresa Israel, que revidou de forma arrasadora. A intervenção americano-soviética impôs o cessar- fogo, concluído em 22 de outubro. A partir do texto acima, assinale a opção correta. a) A primeira guerra árabe-israelense foi determinada pela ação bélica de tradicionais potências européias no Oriente Médio. b) Na segunda metade dos anos 1960, quando explodiu a terceira guerra árabe-israelense, Israel obteve rápida vitória. c) A guerra do Yom Kippur ocorreu no momento em que, a partir de decisão da ONU, foi oficialmente instalado o Estado de Israel. d) A ação dos governos de Washington e de Moscou foi decisiva para o cessar-fogo que pôs fim ao primeiro conflito árabe- israelense. e) Apesar das sucessivas vitórias militares, Israel mantém suas dimensões territoriais tal como estabelecido pela resolução de 1947 aprovada pela ONU. Letra B
  • 42. CESGRANRIO 2010 – A perseguição aos judeus e o interesse dos EUA e da URSS em afastar a presença do colonialismo anglo-francês do Oriente Médio, região valorizada principalmente por suas reservas petrolíferas, explicam a resolução aprovada na ONU, pondo fim ao mandato inglês na Palestina. Foram decididas também a criação de uma zona neutra em Jerusalém e a divisão da região em dois estados: um árabe e outro judeu (1947). Os ingleses retiraram-se da Palestina em 14 de maio de 1948. No mesmo dia, foi proclamada a criação do Estado de Israel e, no dia seguinte, começou a primeira das guerras opondo Estados Árabes e Israel, denominada a) Guerra de Suez. b) Guerra dos Seis Dias. c) Guerra do Yon Kippur. d) Guerra do Golfo. e) 1a Guerra árabe-israelense. Letra E
  • 43. ESAF - 2004 - MRE - Assistente de Chancelaria O Oriente Médio permanece sendo uma das áreas mais explosivas do mundo contemporâneo. Fatores econômicos e políticos entrelaçam-se com elementos culturais e religiosos para criar e manter um clima de intolerância e de ódio. Entre os mais graves problemas da região, há que se destacar a) a ação coletiva e coesa dos países árabes na luta contra Israel. b) a não-implantação efetiva do Estado da Palestina. c) o caráter pacifista do atual governo israelense, que torna insustentáveis as conquistas anteriores de seu país. d) a omissão dos Estados Unidos, se recusando a participar da discussão em torno das questões que afetam a região. e) o desmantelamento dos grupos radicais que, a seu modo, propunham uma solução negociada para a área. Letra B
  • 44. FEPESE - 2011 – CELESC A morte do ex-governante da Líbia Muammar Kadaf e a libertação do soldado Gilad Shalit, preso desde junho de 2006, em troca de mais de mil presos palestinos, foram assuntos de grande repercussão na imprensa, fazendo o mundo mais uma vez voltar-se para o conflito do chamado Oriente Médio. Analise as afirmativas abaixo relacionadas à gênese do conflito entre israelenses e palestinos. 1. Ao final da Primeira Guerra Mundial, a Liga das Nações entregou a administração da Palestina à Grã-Bretanha. 2. No início do século XX já existiam na região pequenas comunidades israelitas, vivendo em meio à população predominantemente árabe. 3. Durante o Mandato Britânico, o governo inglês, que se opunha aos Estados Muçulmanos do Oriente Médio, incentivou com a doação de terras e ajuda financeira a imigração dos judeus europeus para o Oriente Médio. 4. Em 1947, a Assembleia Geral da ONU resolveu dividir a Palestina em dois Estados independentes: um judeu e outro palestino. 5. Imediatamente após a proclamação do Estado de Israel, iniciou-se uma guerra em que os israelenses enfrentaram o Egito, a Arábia Saudita, a Jordânia, o Iraque, a Síria e o Líbano. Assinale a alternativa que indica todas as afirmações corretas. a) São corretas apenas as afirmativas 3 e 5. b) São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3. c) São corretas apenas as afirmativas 3, 4 e 5. d) São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 4 e 5. e) São corretas as afirmativas 1, 2, 3, 4 e 5. Letra D
  • 45. FGV - 2010 - DETRAN-RN “No ano de 1947, a assembleia geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou a criação de um Estado judeu na Palestina. Os dois países que concentravam a bipolaridade de forças na época, EUA e URSS, eram favoráveis, assim como a opinião pública internacional após o genocídio nazista ocorrido na 2ª Guerra Mundial.” O enunciado está se referindo à criação de que país (ES) ou organização? a) Israel. b) Cisjordânia. c) Jordânia. d) Alemanha Ocidental e Alemanha Oriental. e) Organização de Libertação da Palestina (OLP).