II Colóquio Luso-Brasileiro de Educação a Distância e Online Lisboa,  6 de Novembro de 2007 Nelson Jorge & Lina Morgado
Visão mecanicista tradicional da aprendizagem, onde a “transmissão” de conteúdos domina, na maioria das vezes descontextualizada.
APRENDIZAGEM  centrada em  CONTEXTOS   Na  criação de ambientes sociais ricos em interacção, cultura e actividade que a utilização inteligente das novas  tecnologias  pode proporcionar [FIGUEIREDO & AFONSO, 2005]
A visão construtivista de uma aprendizagem em contexto surge associada aos conceitos de interacção, cultura e actividade, num ambiente social onde professores e aprendentes constroem o próprio contexto.
…  tem existência através das múltiplas interacções entre aprendentes e actividades; …  encontra-se em constante mudança devido à rede de interacções existente entre os seus actores; …  as actividades não ocorrem no contexto, elas são parte do contexto. “ Contexto  é aquilo que é relevante para o aprendente/aluno construir o seu conhecimento, e que pode mudar de momento para momento”.
…  pode apenas ser localizado e delimitado até certo ponto; …  é planeado tendo em conta o que o professor/designer instrucional considera relevante para a experiência de aprendizagem dos aprendentes. “ quando um  designer[ou professor] desenha um contexto de aprendizagem, podemos afirmar que o  contexto é  aquilo que sente que é relevante para a experiência de aprendizagem do aprendente/aluno. ”
criação  partilha  construção  conteúdos colaboração  software social   recriação   interacção   informação   tecnologia plataforma revolução  social wikis   blogs   tags
De utilizadores passivos para utilizadores activos, que criam a própria Web.  “ It’s made of people, it’s not conten t”  (Jarvis,  in  Owen  et al. , 2006:9).
Desenvolve-se em 4 fases:  o professor/ designer   instrucional  cria o espaço e torna-o  acessível; planeia tarefas de socialização e de construção do  conhecimento; desenha as novas tarefas de acordo com a evolução do  contexto; conclui sobre esta mesma evolução, tendo em conta os objectivos gerais previamente definidos.
como espaços de discussão através de comentários aos artigos colocados por toda a comunidade envolvente.  o professor ou  o designer   instrucional  cria o espaço e torna-o acessível.
como ferramentas de criação e edição de páginas Web, que  promovem a construção colaborativa de conhecimento.  o professor ou  o designer   instrucional  cria o espaço e torna-o acessível.
o professor ou  o designer   instrucional  cria o espaço e torna-o acessível. onde a criação da comunidade de aprendizagem é  promovida por uma forte presença social.
O contexto pode apenas ser planeado e previsto até certo ponto, já que depende do rumo que este tomar (Figueiredo & Afonso); A planificação não pode ser rígida para não comprometer a evolução do contexto; Deverá promover a construção de uma comunidade de aprendizagem. planeia tarefas de socialização e de construção do conhecimento.
O prof/tutor disponibiliza novas tarefas de acordo com a importância dada a um determinado tema e/ou ferramenta; Esta filosofia enquadra-se numa perspectiva Web 2.0, naquilo que é classificado por O’ Reilly (2005) como o  “ perpetual beta” . desenha as novas tarefas de acordo com a evolução do contexto.
Reflexão sobre o contexto conclui sobre a evolução do contexto. Balanço final sobre as aprendizagens realizadas
Contexto Web 2.0
Contexto Web 2.0 “ (…) verifiquei que estamos envolvidos, ou seja, fazemos parte do contexto de aprendizagem. Estamos a aprender a aprender, a explorar, a construir, a interagir com o grupo turma e com o(s) professor(es). Os próprios conteúdos (…) são apresentados e explorados pelos próprios estudantes (…)” “ Verificou-se que se processou a construção do conhecimento relativamente ao conceito de Web 2.0 através do próprio contexto, em que eu e (…) os meus colegas (…) participamos activamente na construção do conteúdo através dos nossos comentários, opiniões, reflexões, inserção de vídeos, músicas, links e fotos.” “ (…) se à partida é o contexto que propicia uma cultura de colaboração e interacção social, somos nós, através dessa colaboração e interacção, que o vamos esculpindo, moldando, dando-lhe uma identidade própria. (…) nós somos partes integrantes do contexto. Ou melhor, nós somos contexto.” Reflexões…
Construção Criação Partilha Colaboração Interacção Socialização Cultura Informação
Nelson Jorge  [email_address] Lina Morgado  [email_address]

Comunicação Contexto Web 2.0

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    II Colóquio Luso-Brasileirode Educação a Distância e Online Lisboa, 6 de Novembro de 2007 Nelson Jorge & Lina Morgado
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    Visão mecanicista tradicionalda aprendizagem, onde a “transmissão” de conteúdos domina, na maioria das vezes descontextualizada.
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    APRENDIZAGEM centradaem CONTEXTOS Na criação de ambientes sociais ricos em interacção, cultura e actividade que a utilização inteligente das novas tecnologias pode proporcionar [FIGUEIREDO & AFONSO, 2005]
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    A visão construtivistade uma aprendizagem em contexto surge associada aos conceitos de interacção, cultura e actividade, num ambiente social onde professores e aprendentes constroem o próprio contexto.
  • 5.
    … temexistência através das múltiplas interacções entre aprendentes e actividades; … encontra-se em constante mudança devido à rede de interacções existente entre os seus actores; … as actividades não ocorrem no contexto, elas são parte do contexto. “ Contexto é aquilo que é relevante para o aprendente/aluno construir o seu conhecimento, e que pode mudar de momento para momento”.
  • 6.
    … podeapenas ser localizado e delimitado até certo ponto; … é planeado tendo em conta o que o professor/designer instrucional considera relevante para a experiência de aprendizagem dos aprendentes. “ quando um designer[ou professor] desenha um contexto de aprendizagem, podemos afirmar que o contexto é aquilo que sente que é relevante para a experiência de aprendizagem do aprendente/aluno. ”
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    criação partilha construção conteúdos colaboração software social recriação interacção informação tecnologia plataforma revolução social wikis blogs tags
  • 8.
    De utilizadores passivospara utilizadores activos, que criam a própria Web. “ It’s made of people, it’s not conten t” (Jarvis, in Owen et al. , 2006:9).
  • 9.
    Desenvolve-se em 4fases: o professor/ designer instrucional cria o espaço e torna-o acessível; planeia tarefas de socialização e de construção do conhecimento; desenha as novas tarefas de acordo com a evolução do contexto; conclui sobre esta mesma evolução, tendo em conta os objectivos gerais previamente definidos.
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    como espaços dediscussão através de comentários aos artigos colocados por toda a comunidade envolvente. o professor ou o designer instrucional cria o espaço e torna-o acessível.
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    como ferramentas decriação e edição de páginas Web, que promovem a construção colaborativa de conhecimento. o professor ou o designer instrucional cria o espaço e torna-o acessível.
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    o professor ou o designer instrucional cria o espaço e torna-o acessível. onde a criação da comunidade de aprendizagem é promovida por uma forte presença social.
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    O contexto podeapenas ser planeado e previsto até certo ponto, já que depende do rumo que este tomar (Figueiredo & Afonso); A planificação não pode ser rígida para não comprometer a evolução do contexto; Deverá promover a construção de uma comunidade de aprendizagem. planeia tarefas de socialização e de construção do conhecimento.
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    O prof/tutor disponibilizanovas tarefas de acordo com a importância dada a um determinado tema e/ou ferramenta; Esta filosofia enquadra-se numa perspectiva Web 2.0, naquilo que é classificado por O’ Reilly (2005) como o “ perpetual beta” . desenha as novas tarefas de acordo com a evolução do contexto.
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    Reflexão sobre ocontexto conclui sobre a evolução do contexto. Balanço final sobre as aprendizagens realizadas
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    Contexto Web 2.0“ (…) verifiquei que estamos envolvidos, ou seja, fazemos parte do contexto de aprendizagem. Estamos a aprender a aprender, a explorar, a construir, a interagir com o grupo turma e com o(s) professor(es). Os próprios conteúdos (…) são apresentados e explorados pelos próprios estudantes (…)” “ Verificou-se que se processou a construção do conhecimento relativamente ao conceito de Web 2.0 através do próprio contexto, em que eu e (…) os meus colegas (…) participamos activamente na construção do conteúdo através dos nossos comentários, opiniões, reflexões, inserção de vídeos, músicas, links e fotos.” “ (…) se à partida é o contexto que propicia uma cultura de colaboração e interacção social, somos nós, através dessa colaboração e interacção, que o vamos esculpindo, moldando, dando-lhe uma identidade própria. (…) nós somos partes integrantes do contexto. Ou melhor, nós somos contexto.” Reflexões…
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    Construção Criação PartilhaColaboração Interacção Socialização Cultura Informação
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    Nelson Jorge [email_address] Lina Morgado [email_address]