Redes Sociais na Aprendizagem  Palavras Chave:  Redes Sociais, Interoperabilidade, Aprendizagem, Visualização do Conhecimento. I2E  Junho 2008 Joaquim F. Silva (Estudante ProDEI) Francisco Restivo (Orientador)
Mudança para uma aprendizagem mais activa, participativa e dinâmica por parte dos alunos.  Envolvência do aluno no processo de aprendizagem.  Personalização e adaptação da aprendizagem. Dificuldade de concretização apenas no espaço sala de aula. Problema inicial I2E  Junho 2008
Contexto: Escola Mobilizar conhecimento privilegiando aquisição de competências. Mudança gradual, Recriação de identidades ( aluno, professor). O professor já não é o centro do fluxo do conhecimento, mas o criador de oportunidades para o aprendiz . (Cowen,2003 ) Mudança do Paradigma de apresentação para participação. E-learning 2.0 Vs Web 2.0 . I2E  Junho 2008
Projecto  de Investigação Realidade actual : Alunos pouco motivados e interessados no contexto sala de aula, mas activos em múltiplos ambientes de aprendizagem informal, em particular em torno de redes sociais.  Existência de múltiplos ambientes de aprendizagem e muitas redes sociais sem integração de serviços ou interoperabilidade entre eles. Dispersão de funcionalidades no social software ( chats, forums, blogs, wikis). Hipótese:   As escolas devem aproximar-se mais da malha da sociedade e do meio cultural em que estão inseridas, estabelecendo pontes  entre o conhecimento formal e as aprendizagens informais que ocorrem fora do contexto de sala de aula.  Pergunta de investigação: De que forma os ambientes de aprendizagem, suportados por redes sociais, poderão melhorar efectivamente a aquisição de competências? I2E  Junho 2008
Utilização das redes sociais para despoletar nos alunos  o desenvolvimento de actividades extra-aula. Pode ser utilizado na criação de grupos de discussão relacionados com grupos específicos ( disciplinas, actividades exta-curricular,…). Estabelecer ligações com membros extra-escola em torno de assuntos tratados no contexto escola. Estabelecer grupos de alunos em cada novo ano, ajudando e favorecendo a mútua ajuda online.  Criar grupos de apoio aos alunos novos, ajudando a criar novas ligações e amizades e manter algumas ligações após a saída da escola.  Aprendizagem em múltiplos espaços, disponível numa única plataforma Web. Sempre disponível e aberta à participação dos alunos. Utilização de redes sociais para estabelecimento de conexões extra-aula e elemento agregador de discussões. O processo passa a estar mais centrado no aluno envolvendo-o na aquisição de competências e o professor é visto como um tutor. Projecto  de Investigação: Metas LIACC Fevereiro 2008
Estudo de casos: Construção Social de Conhecimento (Gunawardena, Lowe, & Anderson, 1997) Modelo de cinco etapas Partilhar ideias, Descoberta de inconsistências Negociar e acordar significados, Testar e modificar, Fase dos acordos  Em debates globais é centrado em tarefas O diálogo permaneceu na etapa 1: Partilha de informação LIACC Fevereiro 2008
Estudo de casos: Construtivismo Social e Comunidades de aprendizagem Online (SCALCO) (Bonk & Wisher, 2000) Os tópicos discutidos online demonstravam relevância real. O ambiente de aprendizagem encorajava a inquisição das ideias e suas perspectivas Havia feedbacks interessantes  Havia um sentimento de comunidade de aprendizagem  Os instrutores forneciam sugestões construtivas e feedbacks online.  Havia controlo pessoal sobre as actividades do curso e sua discussão LIACC Fevereiro 2008
Estado da Arte: Web 2.0 Aprendizagem Informal e Pessoal utilizando a Web 2.0 Blogs Pessoais e Reflexão LIACC Fevereiro 2008
Definição: Tecnologia que permite aos utilizadores o criação de ligações sociais. Utilidade: Comunidades de pessoas que partilham interesses e actividades. Estão igualmente interessadas em descobrir interesses e actividades de outras pessoas. Estado da Arte:  Redes Sociais LIACC Fevereiro 2008
LIACC Fevereiro 2008 Adaptado: FaberNovel Consulting Estado da Arte: Tipos de Redes Sociais
Estado da Arte: Distribuição de Redes Sociais Feb 2008 http://services.alphaworks.ibm.com/manyeyes/app
Estado da Arte:  Redes Sociais Diferentes exemplos com abordagens distintas mas objectivos comuns: Abordagem: Gadgets, Mashups, WebServices. Objectivo comum: Integração de serviços Interoperabilidade Exemplos: LIACC Fevereiro 2008 Redes Comerciais Redes Abertas
Construção de aplicações que interagem facilmente com nossos amigos e colegas.  Lista crescente de APIs específicas para sites. O serviço OpenSocial oferece um conjunto de APIs comuns para desenvolver aplicações sociais que irão funcionar em diversos sítios.  Utiliza JavaScript e HTML padrão para aceder a amigos de uma rede social e actualizar feeds. Implementação: OpenSocial LIACC Fevereiro 2008
Implementação: Elgg.org Elgg é uma plataforma open source social em torno de escolha, flexibilidade e abertura. Um sistema que coloca os indivíduos no centro das suas actividades. Os utilizadores têm a liberdade de incorporar todas as suas ferramentas favoritas dentro de um ambiente. Partilha de conteúdo gerido e controlado pelo utilizador.  LIACC Fevereiro 2008
Implementação: Apresco.com Colaboração social  – Espaços Conhecimento, calendários, discussões, Wikis, tagging social, informação social para o utilizadores . Integrar o exterior no interior  – ferramentas web 2.0 e serviços como Facebook, iGoogle and MediaWiki, WordPress, TypePad, RSS Readers e Email . Integrar o interior no exterior  – públicar conteúdos em vários canais incluindo sítios Web, Facebook, WordPress e TypePad.  Arquitectura Mashup  – Criação de aplicações para a Web (RIA) utilizando Adobe® Flex™ SDK. Arquitectura  Web utilizando scripts e APIs . Escolha  – Sistema operativo, base de dados, servidor de aplicações, portal, ferramentas de criação de conteúdos, ferramentas colaborativas e de redes sociais como por exemplo : SharePoint.  LIACC Fevereiro 2008
Abordagem: Social Graph LIACC Fevereiro 2008 Conjunto de pessoas, referidas como nós, que são ligados juntos por vértices – (conexões), reflectem as suas relações sociais. Ao lado um gráfico social conceptual, que mostra a distinção entre uma conexão com outra pessoa é directa ou indirecta.  O serviço de redes sociais: LinkedIn utiliza este modelo. Um membro do gráfico possui diferentes graus de separação. http://web2.socialcomputingmagazine.com
Estado da Arte :Teorias de Aprendizagem LIACC Fevereiro 2008 A perspectiva socio-cultural da aprendizagem, O processo ensino-aprendizagem incorpora actividades sociais, A interacção social reforça a construção de conhecimento,  Evidente contraste entre o curriculum, o conhecimento prévio e a aprendizagem orientada do aluno (Dewey), Os conceitos surgem primeiro num contexto de interacção social e não ao nível individual (Vygostky). Sistemas de aprendizagem baseados na Web Uma cada vez maior participação dos utilizadores, Existência de guias de orientação gerais, fornecidos pelo professor-tutor, Maior interacção com o sistema computacional, Simples sistemas semânticos ( etiquetas, palavras-chave), Estabelecimento de conexão entre espaços sociais e recursos educativos. Constructivismo Social  Web 2.0
LIACC Fevereiro 2008 Abordagem : A)  Construção de um artefacto tecnológico que integre: Rede social de aprendizagem Plataforma de aprendizagem num único interface Web B)  Analisar a utilização desta plataforma híbrida no contexto educativo de uma escola do ensino secundário do grande Porto com  alunos, da faixa etária dos quinze aos dezassete anos na disciplina de Português. Integração Interacção Actividades Sociais Visualização Simplicidade Web Requisitos do sistema: Interoperabilidade Ubiquidade L-tree.org Projecto de Investigação
LIACC Fevereiro 2008 Aprender envolve a criação de conexões entre recursos educativos, com interacção social e acompanhamento de tutoria  A aprendizagem resume-se em alterar hábitos, atitudes e formas de pensar Rede Social Interface Web L-Tree   Serviços  Web LMS Projecto de Investigação Aprendizes Redes Sociais Recursos Educativos
Investigação actual (A) Especificação da Framework do sistema. Standardização de serviços (FOAF, XRI, XDI). Portabilidade de dados e extracção de dados via XML (Google groups). Escolher a tecnologia de desenvolvimento (Mash-up/ gadgets/webServices). LIACC Fevereiro 2008
Investigação Futura (A) Preocupação com as questões de: Interoperabilidade  Protecção individual de identidade e privacidade Open Web identity   http://blogs.zdnet.com/Hinchcliffe/?p=52
Tópicos inter-relacionados - ITS , - Social Software, - Social Networks Services. LIACC Fevereiro 2008
Tópicos extra-relacionados - Social Networks Analysis, - Learning Styles, - Interactive Learning Environments, - Pervasive Learning, - Inquiry Learning, - Computer Supported Colaborative Learning (CSCL), - Technology Enhanced Learning (TEL), - Eportfolios, - Personal Learning Environments (PLE). LIACC Fevereiro 2008
Email:   [email_address] Sítio da investigação: http://www.l-tree.org LIACC Fevereiro 2008 Obrigado pela vosssa atenção Questões?

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    Redes Sociais naAprendizagem Palavras Chave: Redes Sociais, Interoperabilidade, Aprendizagem, Visualização do Conhecimento. I2E Junho 2008 Joaquim F. Silva (Estudante ProDEI) Francisco Restivo (Orientador)
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    Mudança para umaaprendizagem mais activa, participativa e dinâmica por parte dos alunos. Envolvência do aluno no processo de aprendizagem. Personalização e adaptação da aprendizagem. Dificuldade de concretização apenas no espaço sala de aula. Problema inicial I2E Junho 2008
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    Contexto: Escola Mobilizarconhecimento privilegiando aquisição de competências. Mudança gradual, Recriação de identidades ( aluno, professor). O professor já não é o centro do fluxo do conhecimento, mas o criador de oportunidades para o aprendiz . (Cowen,2003 ) Mudança do Paradigma de apresentação para participação. E-learning 2.0 Vs Web 2.0 . I2E Junho 2008
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    Projecto deInvestigação Realidade actual : Alunos pouco motivados e interessados no contexto sala de aula, mas activos em múltiplos ambientes de aprendizagem informal, em particular em torno de redes sociais. Existência de múltiplos ambientes de aprendizagem e muitas redes sociais sem integração de serviços ou interoperabilidade entre eles. Dispersão de funcionalidades no social software ( chats, forums, blogs, wikis). Hipótese: As escolas devem aproximar-se mais da malha da sociedade e do meio cultural em que estão inseridas, estabelecendo pontes entre o conhecimento formal e as aprendizagens informais que ocorrem fora do contexto de sala de aula. Pergunta de investigação: De que forma os ambientes de aprendizagem, suportados por redes sociais, poderão melhorar efectivamente a aquisição de competências? I2E Junho 2008
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    Utilização das redessociais para despoletar nos alunos o desenvolvimento de actividades extra-aula. Pode ser utilizado na criação de grupos de discussão relacionados com grupos específicos ( disciplinas, actividades exta-curricular,…). Estabelecer ligações com membros extra-escola em torno de assuntos tratados no contexto escola. Estabelecer grupos de alunos em cada novo ano, ajudando e favorecendo a mútua ajuda online. Criar grupos de apoio aos alunos novos, ajudando a criar novas ligações e amizades e manter algumas ligações após a saída da escola. Aprendizagem em múltiplos espaços, disponível numa única plataforma Web. Sempre disponível e aberta à participação dos alunos. Utilização de redes sociais para estabelecimento de conexões extra-aula e elemento agregador de discussões. O processo passa a estar mais centrado no aluno envolvendo-o na aquisição de competências e o professor é visto como um tutor. Projecto de Investigação: Metas LIACC Fevereiro 2008
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    Estudo de casos:Construção Social de Conhecimento (Gunawardena, Lowe, & Anderson, 1997) Modelo de cinco etapas Partilhar ideias, Descoberta de inconsistências Negociar e acordar significados, Testar e modificar, Fase dos acordos Em debates globais é centrado em tarefas O diálogo permaneceu na etapa 1: Partilha de informação LIACC Fevereiro 2008
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    Estudo de casos:Construtivismo Social e Comunidades de aprendizagem Online (SCALCO) (Bonk & Wisher, 2000) Os tópicos discutidos online demonstravam relevância real. O ambiente de aprendizagem encorajava a inquisição das ideias e suas perspectivas Havia feedbacks interessantes Havia um sentimento de comunidade de aprendizagem Os instrutores forneciam sugestões construtivas e feedbacks online. Havia controlo pessoal sobre as actividades do curso e sua discussão LIACC Fevereiro 2008
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    Estado da Arte:Web 2.0 Aprendizagem Informal e Pessoal utilizando a Web 2.0 Blogs Pessoais e Reflexão LIACC Fevereiro 2008
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    Definição: Tecnologia quepermite aos utilizadores o criação de ligações sociais. Utilidade: Comunidades de pessoas que partilham interesses e actividades. Estão igualmente interessadas em descobrir interesses e actividades de outras pessoas. Estado da Arte: Redes Sociais LIACC Fevereiro 2008
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    LIACC Fevereiro 2008Adaptado: FaberNovel Consulting Estado da Arte: Tipos de Redes Sociais
  • 11.
    Estado da Arte:Distribuição de Redes Sociais Feb 2008 http://services.alphaworks.ibm.com/manyeyes/app
  • 12.
    Estado da Arte: Redes Sociais Diferentes exemplos com abordagens distintas mas objectivos comuns: Abordagem: Gadgets, Mashups, WebServices. Objectivo comum: Integração de serviços Interoperabilidade Exemplos: LIACC Fevereiro 2008 Redes Comerciais Redes Abertas
  • 13.
    Construção de aplicaçõesque interagem facilmente com nossos amigos e colegas. Lista crescente de APIs específicas para sites. O serviço OpenSocial oferece um conjunto de APIs comuns para desenvolver aplicações sociais que irão funcionar em diversos sítios. Utiliza JavaScript e HTML padrão para aceder a amigos de uma rede social e actualizar feeds. Implementação: OpenSocial LIACC Fevereiro 2008
  • 14.
    Implementação: Elgg.org Elggé uma plataforma open source social em torno de escolha, flexibilidade e abertura. Um sistema que coloca os indivíduos no centro das suas actividades. Os utilizadores têm a liberdade de incorporar todas as suas ferramentas favoritas dentro de um ambiente. Partilha de conteúdo gerido e controlado pelo utilizador. LIACC Fevereiro 2008
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    Implementação: Apresco.com Colaboraçãosocial – Espaços Conhecimento, calendários, discussões, Wikis, tagging social, informação social para o utilizadores . Integrar o exterior no interior – ferramentas web 2.0 e serviços como Facebook, iGoogle and MediaWiki, WordPress, TypePad, RSS Readers e Email . Integrar o interior no exterior – públicar conteúdos em vários canais incluindo sítios Web, Facebook, WordPress e TypePad. Arquitectura Mashup – Criação de aplicações para a Web (RIA) utilizando Adobe® Flex™ SDK. Arquitectura Web utilizando scripts e APIs . Escolha – Sistema operativo, base de dados, servidor de aplicações, portal, ferramentas de criação de conteúdos, ferramentas colaborativas e de redes sociais como por exemplo : SharePoint. LIACC Fevereiro 2008
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    Abordagem: Social GraphLIACC Fevereiro 2008 Conjunto de pessoas, referidas como nós, que são ligados juntos por vértices – (conexões), reflectem as suas relações sociais. Ao lado um gráfico social conceptual, que mostra a distinção entre uma conexão com outra pessoa é directa ou indirecta. O serviço de redes sociais: LinkedIn utiliza este modelo. Um membro do gráfico possui diferentes graus de separação. http://web2.socialcomputingmagazine.com
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    Estado da Arte:Teorias de Aprendizagem LIACC Fevereiro 2008 A perspectiva socio-cultural da aprendizagem, O processo ensino-aprendizagem incorpora actividades sociais, A interacção social reforça a construção de conhecimento, Evidente contraste entre o curriculum, o conhecimento prévio e a aprendizagem orientada do aluno (Dewey), Os conceitos surgem primeiro num contexto de interacção social e não ao nível individual (Vygostky). Sistemas de aprendizagem baseados na Web Uma cada vez maior participação dos utilizadores, Existência de guias de orientação gerais, fornecidos pelo professor-tutor, Maior interacção com o sistema computacional, Simples sistemas semânticos ( etiquetas, palavras-chave), Estabelecimento de conexão entre espaços sociais e recursos educativos. Constructivismo Social Web 2.0
  • 18.
    LIACC Fevereiro 2008Abordagem : A) Construção de um artefacto tecnológico que integre: Rede social de aprendizagem Plataforma de aprendizagem num único interface Web B) Analisar a utilização desta plataforma híbrida no contexto educativo de uma escola do ensino secundário do grande Porto com alunos, da faixa etária dos quinze aos dezassete anos na disciplina de Português. Integração Interacção Actividades Sociais Visualização Simplicidade Web Requisitos do sistema: Interoperabilidade Ubiquidade L-tree.org Projecto de Investigação
  • 19.
    LIACC Fevereiro 2008Aprender envolve a criação de conexões entre recursos educativos, com interacção social e acompanhamento de tutoria A aprendizagem resume-se em alterar hábitos, atitudes e formas de pensar Rede Social Interface Web L-Tree Serviços Web LMS Projecto de Investigação Aprendizes Redes Sociais Recursos Educativos
  • 20.
    Investigação actual (A)Especificação da Framework do sistema. Standardização de serviços (FOAF, XRI, XDI). Portabilidade de dados e extracção de dados via XML (Google groups). Escolher a tecnologia de desenvolvimento (Mash-up/ gadgets/webServices). LIACC Fevereiro 2008
  • 21.
    Investigação Futura (A)Preocupação com as questões de: Interoperabilidade Protecção individual de identidade e privacidade Open Web identity http://blogs.zdnet.com/Hinchcliffe/?p=52
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    Tópicos inter-relacionados -ITS , - Social Software, - Social Networks Services. LIACC Fevereiro 2008
  • 23.
    Tópicos extra-relacionados -Social Networks Analysis, - Learning Styles, - Interactive Learning Environments, - Pervasive Learning, - Inquiry Learning, - Computer Supported Colaborative Learning (CSCL), - Technology Enhanced Learning (TEL), - Eportfolios, - Personal Learning Environments (PLE). LIACC Fevereiro 2008
  • 24.
    Email: [email_address] Sítio da investigação: http://www.l-tree.org LIACC Fevereiro 2008 Obrigado pela vosssa atenção Questões?