SlideShare uma empresa Scribd logo
Da Atmosfera ao Oceano 1 Fernando Sayal
ÁCIDOS E BASES (soluções aquosas) Muitos produtos de consumo contêm ácidos e bases. 2
ÁCIDOS ÁCIDOS 	Podem reconhecer-se as soluções ácidas pelo sabor azedo, por produzirem efervescência com o calcário  libertando-se um gás, o dióxido de carbono, ou por modificarem a cor de alguns indicadores. 3
BASES As soluções das bases são amargas e geralmente escorregadias ao tacto. 4
TEORIA DE ARRHENIUS Segundo Arrhenius, ácidos e bases dissociam-se em H+ e OH-, respectivamente. 5
TEORIA DE ARRHENIUS Ácido 		Substância que em solução aquosa origina iões H+ (H3O+) HCl+H2O<>Cl- +H3O+ 6
TEORIA DE ARRHENIUS Base 	Substância que em solução aquosa origina iões OH- NaOH+H2O<>Na++OH- 7
TEORIA DE ARRHENIUS As definições de Arrhenius revelaram-se muito restritivas pois: ,[object Object],- 	não incluíam todas as substâncias que apresentavam, na prática, comportamento semelhante aos ácidos ou bases de Arrhenius. 8
	Por exemplo: NH3 (aq) + H2O (l)   <>     NH4 +(aq) + OH – (aq) não cabia na definição de Arrhenius, porque o NH3 não contém grupos OH. 9
TEORIA DE BRONSTED-LOWRY ÁcidoHA (aq) + H2O (l)   <>   A- (aq) + H3O + Substância dadora de iões H+(protão) a uma base. 10
TEORIA DE BRONSTED-LOWRY Base    B (aq) + H2O (l)  <>   HB+ (aq) + OH - (aq) Substância receptora de iões H+(protão) de um ácido. 11
TEORIA DE BRONSTED-LOWRY As reacções ácido-base também se designam por reacções protolíticas, uma vez que há transferência de protões (H+) do ácido para a base. 12
Como acontece esta transferência de protões? 13
TEORIA DE BRONSTED-LOWRY 	O ácido e a base relacionados por transferência de um protão constituem um sistema designado por par ácido-base conjugados. Ácido 1 + Base 2   <>    Ácido 2 + Base 1 14
pares conjugado ácido base           HCl / Cl-                  H3O+ / H2O 15
Como caracterizar a acidez ou alcalinidade de uma água? ,[object Object],16
Escala de Sorensen e pH a 25ºC 17
18
pH sair 	O valor de pH expressa a concentração molar do ião H3O+p=-log            pH = - logH3O+                                              H3O+=10-pH 19
pOH Procedimento idêntico é usado na expressão da concentração molar do ião  OH-  pOH = - logOH- OH-=10-pOH 20
Ex:  [H3O+] = 2x10-5       pH= -log(2x10-5)         pH=4,7 [OH-] = 7x10-5         pOH= -log(7x10-5)      pOH=4,2 Se pH=2,2  qual a concentração de iões [H3O+] ?  	[H3O+] = 10-pH  =10-2,2 = 6,3x10-3  mol/dm3 21
A ÁGUA Sendo a água o líquido mais abundante na natureza e o solvente mais usado no laboratório, merece uma referência especial. H2O (l) + H2O (l) <>   H3O + (aq) + OH- (aq) Solvente anfiprótico ou anfotérico  porque pode funcionar como ácido e base.  22
A ÁGUA H2O (l) + H2O (l)   <>   H3O + (aq) + OH- (aq) Este equilíbrio é designado por auto-ionização da água  auto protólise da água Kw =  H3O+  .  OH-  23 A constante de Equilíbrio Kw designa-se por produto iónico
A ÁGUA H2O (l) + H2O (l)  <>   H3O + (aq) + OH- (aq) 	A 25º C , Kw = 1 x 10 -14 Sendo a ionização da  molécula de água  endotérmica, o valor do produto iónico (Kw) aumenta com a  temperatura. 24
Kw=1x10-14             T=25ºC Kw =  H3O+  .  OH-                      1x10-14 =  H3O+  .  OH-            H3O+  =  OH-  = x         logo     1x10-14  = x2    x=√ 1x10-14  = 1x10-7 pH= -log(1x10-7) = 7    e    pOH = -log (1x10-7) = 7     pH + pOH = 14         Se  H3O+           OH-   25
CARÁCTER QUÍMICO DAS SOLUÇÕES(depende da relação entre as concentrações dos iões) - Solução ácida         H3O+  >  OH-  - Solução neutra       H3O+  =  OH-  - Solução básica       OH-  >  H3O+  26
CARÁCTER QUÍMICO DAS SOLUÇÕES Para qualquer solução neutra, ácida ou alcalina, verifica-se sempre a relação Kw =  H3O+  .  OH-  O valor de Kw variará apenas com o valor da temperatura 27
CARÁCTER QUÍMICO DAS SOLUÇÕES As espécies químicas envolvidas em reacções de protólise podem classificar-se como ,[object Object]
  			básicas
anfipróticas
  			neutras28
Espécies Químicas Ácidasue em solução só pode HNO3 HCl  H2SO4 CH3COOH  29
Espécies Químicas Básicasaquímicas que em solução só aceitam protões; NH3 CH3COO -  CO3 2- OH-  30
Espécies Químicas Anfipróticas HSO4 – HCO3 - HS –  H2O    31
Espécies Químicas Neutrass espécies químicas que em solução não captam nem cedem protões, como por exemplo , os catiões dos grupos 1 e 2; Na+ ; K+ ; Ca2+ ; Mg2+ e as partículas conjugadas de ácidos ou bases muito fortes; Cl-; NO3- ; SO42- … 32
SOLUÇÕES DE ÁCIDOS FORTES A ionização de um ácido forte é total : HA (aq) + H2O (l)   >    A- (aq) + H3O + (aq) Como    H3O + =  HA       então: pH = -log  H3O + = -log  HA  33
CONSTANTE DE ACIDEZ (Ka) É a constante de equilíbrio de uma reacção em que um ácido sofre ionização HA (aq) + H2O (l)   <>    A- (aq) + H3O + (aq)                      A - .  H3O+ ] Ka =                                                               HA   Em soluções diluídas a quantidade de água é constante. 34
Força de um Ácido vs Ka A força de um ácido é dada pelo valor da constante de acidez Quanto maior a constante de acidez mais forte é o ácido 35
ÁCIDOS FORTES Os ácidos fortes apresentam   ka >> 1. 36
CONSTANTE DE BASICIDADE É a constante de equilíbrio de uma reacção em que uma base sofre ionização B (aq) + H2O (l) <>  HB+ (aq) + OH - (aq)                            HB+  .  OH-  Kb =                                   B  Quanto maior  Kb, mais forte será a base. 37
BASES FORTES As bases fortes apresentam  kb >> 1. 38
BASES FORTES B (aq) + H2O (l)            HB(aq) + HO - (aq) As bases fortesionizam-se totalmente. 39
Relação entre Ka e Kb HA (aq) + H2O (l)  < >    A- (aq) + H3O + (aq) A- (aq) + H2O (l)    < >    HA(aq) + OH - (aq) Ka . Kb = Kw 40
pH - SOLUÇÕES DE ÁCIDOS FRACOS A ionização de um ácido fraco é parcial : HA (aq) + H2O (l)                   A- (aq) + H3O + (aq) pH = - log H3O+total   onde :   H3O+total=  H3O+ácido +  H3O +água Normalmente despreza-se  a [H3O+] da água 41
42
43
GRAU DE IONIZAÇÃO Ácido    HA (aq) + H2O (l)  <>    A- (aq) + H3O + (aq) Base      B (aq) + H2O (l) <>   HB+ (aq) + OH - (aq)  = nionizadas/ ntotal  44
GRAU DE IONIZAÇÃO HA (aq) + H2O (l) <> A- (aq) + H3O + (aq) ninn              const.         -              - neqn - nconst.        nn 45
GRAU DE IONIZAÇÃO B (aq) + H2O (l)               BH+(aq) + HO - (aq) ninn        const.             -          - neqn - nconst.             nn 46
Purificar Água Destilação Destilador Laboratorial As impurezas são removidas por um processo de Vaporização seguido de Condensação 47
Purificar Água Osmose Inversa 48 5- Pós filtro de carvão: torna a água mais saborosa e doce 4- Membrana de Osmose Inversa (0,0001μ=0,1 nm) : remove bactérias, vírus, metais pesados, pesticidas etc 3- Filtro de sedimentos (1-3μ): filtra partículas finas e poluentes 2- Filtro de carvão: remove químicos: cloro, que dão cheiro, fertilizantes 1-Pré filtro 5μ: remove impurezas, poeiras
Purificar Água E numa situação de emergência? Vamos resolver a seguinte actividade. 49
Águas minerais e de abastecimento público Indicadores dos Parâmetros para caracterizar águas: ,[object Object]
não deve ser ultrapassado sob risco de provocar efeitos prejudiciais à saúde
VMR  valor máximo recomendável
não deve ser excedido sob risco de contaminação
O valor paramétrico único tende a substituir os dois anteriores50
51
Parâmetros para caracterizar águas: pH				 Cloro residual			 Sólidos dissolvidos totais Nitratos (NO3-) Sódio (Na+) Fluoretos (F-) 52
pH			6.5 – 9.0 Cloro residual   HClO (aq) + H2O (l) <> ClO-(aq) + H3O+(aq) Sólidos dissolvidos totais 53
Nitratos (NO3-)				< 50 mg/l Sódio (Na+)					< 200 mg/l Fluoretos (F-)             			< 1,5 mg/l - Expressar as concentrações acima em ppm (m/m) 54
REACÇÕES ÁCIDO-BASE Antes de fazer quaisquer culturas é importante determinar o pH do solo. Se for demasiado ácido para a cultura em causa, espalha-se , por exemplo, calcário em pó, que tem um comportamento básico. 55
REACÇÕES ÁCIDO-BASE Há flores como as hortênsias que são azuis em terreno mais ácido e cor-de-rosa em terreno menos ácido 56
REACÇÕES ÁCIDO-BASE A água da chuva é ligeiramente ácida devido à dissolução de dióxido de carbono atmosférico, que dá origem ao ácido carbónico. CO2 + H2O  >   H2CO3 57
REACÇÕES ÁCIDO-BASE A azia, designação atribuída ao excesso de suco gástrico (HCl), pode ser combatida com um antiácido.  	Os antiácidos neutralizam o HCl em excesso no estômago.   58
REACÇÕES ÁCIDO-BASE A picadela da abelha ou da urtiga liberta ácido na pele, cujo efeito pode ser atenuado ou eliminado por uma solução alcalina. 59
TITULAÇÕES ÁCIDO-BASE Uma das aplicações mais correntes de reacções ácido-base é a determinação da concentração de um ácido      ( ou de uma base ) por reacção com uma base ( ou um ácido ) de concentração conhecida . 60
TITULAÇÕES ÁCIDO-BASE 61
TITULAÇÕES ÁCIDO-BASE A reacção processa-se enquanto houver excesso de ácido ( ou de base ) , ou seja , até que sejam adicionadas quantidades equivalentes das duas soluções ; atinge-se nessa altura o ponto de equivalência .   O número de moles de um ácido equivalente ao número de moles de uma base só depende da estequiometria da reacção . 62
PONTO DE EQUIVALÊNCIA Exemplo : H3O+ + Cl- + Na+ + OH-                Na+  +  Cl-+ H2O HCl + NaOH NaCl + H2O Quando o ácido e a base são monopróticos , no ponto de equivalência : Ca.Va = Cb.Vb 63
PONTO DE EQUIVALÊNCIA 2 HCl + Ca(OH)2 CaCl2 + 2 H2O Quando o ácido é monoprótico e a base é diprótica , no ponto de equivalência: Ca.Va = 2 Cb.Vb 64
PONTO DE EQUIVALÊNCIA H2SO4 + 2 NaOH Na2SO4 + 2 H2O Quando o ácido é diprótico e a base é monoprótica , no ponto de equivalência : 2 Ca.Va =  Cb.Vb 65
TITULAÇÕES ÁCIDO-BASE Ácido forte-base forte TITULAÇÕES            Ácido forte-base fraca                                         Ácido fraco-base forte 66
Titulações Ácido-Base                          Ácido forte-base forte – pHeq. = 7 TITULAÇÕES          Ácido forte-base fraca – pHeq. < 7 ( 25ºC )                                      Ácido fraco-base forte – pHeq. > 7 67
ÁCIDO FORTE-BASE FORTE Junto do ponto de equivalência , a variação de pH é muito acentuada , de modo que , por adição dum pequeno volume , obtém-se uma variação de algumas unidades . 68
ÁCIDO FORTE--BASE FORTE reacção que ocorre H3O+ (aq) + HO- (aq)  2 H2O (l) 69
BASE FRACA--ÁCIDO FORTE reacção que ocorre NH3 (aq) + H3O+ (aq)   NH4+ (aq) +  H2O (l) 70
ÁCIDO FRACO--BASE FORTE reacção que ocorre  CH3COOH (aq) + HO- (aq)  CH3COO- (aq) + H2O (l) 71
Vamos titular a sério!!    72
INDICADORES Um indicador de ácido-base pode ser definido como um sistema ácido-base em que as cores da forma ácido e base são diferentes . 73
INDICADORES Considerando o equilíbrio : HIn(aq) + H2O (l) In- (aq) + H3O + (aq)          Ácido                                      Base         (cor A)                                     (cor B) 74
INDICADORES O olho humano é capaz de detectar uma das cores ( ácida = HIn ou básica = In- ) se a concentração da espécie que confere essa cor for , no mínimo, 10 vezes superior à outra . 75
INDICADORES ( Fenolftaleína ) As soluções alcalinas mudam para carmim a solução incolor de fenolftaleína . 76
INDICADORES(Tintura azul de tornesol) As soluções ácidas mudam para vermelho a cor azul do tornesol . 77
INDICADORES -Indicador Universal  É uma mistura de vários indicadores, uns naturais outros sintéticos.  	Apresenta uma grande variedade de cores consoante a acidez ou basicidade da solução. 78
CRITÉRIOS PARA A ESCOLHA DE INDICADORES ÁCIDO-BASE 79
CRITÉRIOS PARA A ESCOLHA DE INDICADORES ÁCIDO-BASE 80
CRITÉRIOS PARA A ESCOLHA DE INDICADORES ÁCIDO-BASE 1- A zona de viragem do indicador deve conter o valor de pH no ponto de equivalência . 81
CRITÉRIOS PARA A ESCOLHA DE INDICADORES ÁCIDO-BASE 2- Caso o ponto 1 não se verifique , então a zona de viragem do indicador deve estar localizada na parte abrupta da curva de titulação .  82
CRITÉRIOS PARA A ESCOLHA DE INDICADORES ÁCIDO-BASE 3- A zona de viragem do indicador deve ser o mais estreita possível  83
Vejamos a chuva ácida Clique Clique também em chuva ácida- cuidado 84
Principais fontes de emissão (ordem decrescente) 85
Casos históricos de ocorrência de chuvas ácidas 86
Fontes antropogénicas de emissão de óxidos de enxofre e azoto 87
Efeitos das chuvas ácidas ,[object Object]
 Degradação de edifícios
 Redução da vida aquática

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula Digital de Química - Óxidos
Aula Digital de Química - ÓxidosAula Digital de Química - Óxidos
Aula Digital de Química - Óxidos
Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
Cisões de Ligações Químicas
Cisões de Ligações QuímicasCisões de Ligações Químicas
Cisões de Ligações Químicas
Kaires Braga
 
Síntese e caracterização do cloreto de hexaamminníquel (ii)
Síntese e caracterização do cloreto de hexaamminníquel (ii)Síntese e caracterização do cloreto de hexaamminníquel (ii)
Síntese e caracterização do cloreto de hexaamminníquel (ii)
Cybele Sobrenome
 
Exercícios Resolvidos Química
Exercícios Resolvidos QuímicaExercícios Resolvidos Química
Exercícios Resolvidos Química
Luiz Fabiano
 
Experimento 7 Equilíbrio químico
Experimento 7   Equilíbrio químicoExperimento 7   Equilíbrio químico
Experimento 7 Equilíbrio químico
Silvanildo Macário
 
Teoria ácido base
Teoria ácido baseTeoria ácido base
Teoria ácido base
Fernando Lucas
 
Reacções ácido base
Reacções ácido baseReacções ácido base
Reacções ácido base
Antonio Almeida
 
Preparação para o teste prático de Quimica A 10º ano
Preparação para o teste prático de Quimica A 10º anoPreparação para o teste prático de Quimica A 10º ano
Preparação para o teste prático de Quimica A 10º ano
João Neves
 
Compostos de coordenação
Compostos de coordenaçãoCompostos de coordenação
Compostos de coordenação
Larissa Cadorin
 
4 biomoléculas
4   biomoléculas4   biomoléculas
4 biomoléculas
margaridabt
 
Nema11 manual res
Nema11 manual resNema11 manual res
Nema11 manual res
Maria Mendes
 
Bg 11 experiências de hammerling
Bg 11   experiências de hammerlingBg 11   experiências de hammerling
Bg 11 experiências de hammerling
Nuno Correia
 
Relatório densidade picnómetro
Relatório densidade picnómetroRelatório densidade picnómetro
Relatório densidade picnómetro
ct-esma
 
P h
P hP h
Síntese e utilização do hexanitrocobaltato (iii) de sódio
Síntese e utilização do hexanitrocobaltato (iii) de sódioSíntese e utilização do hexanitrocobaltato (iii) de sódio
Síntese e utilização do hexanitrocobaltato (iii) de sódio
Cybele Sobrenome
 
Reações de Subst. Nucleofïlicas em Compostos Aromáticos
Reações de Subst. Nucleofïlicas em Compostos AromáticosReações de Subst. Nucleofïlicas em Compostos Aromáticos
Reações de Subst. Nucleofïlicas em Compostos Aromáticos
José Nunes da Silva Jr.
 
1 a terra e os subsistemas terrestres
1   a terra e os subsistemas terrestres1   a terra e os subsistemas terrestres
1 a terra e os subsistemas terrestres
margaridabt
 
Transporte nas plantas
Transporte nas plantasTransporte nas plantas
Transporte nas plantas
margaridabt
 
Reações com carbonatos e bicarbonatos
Reações com carbonatos e bicarbonatosReações com carbonatos e bicarbonatos
Reações com carbonatos e bicarbonatos
ProCLAUDIA/LUCIANE MEIJON/SOARES
 
Aula_ ácidos e bases
Aula_ ácidos e basesAula_ ácidos e bases
Aula_ ácidos e bases
Lorrana Nóbrega
 

Mais procurados (20)

Aula Digital de Química - Óxidos
Aula Digital de Química - ÓxidosAula Digital de Química - Óxidos
Aula Digital de Química - Óxidos
 
Cisões de Ligações Químicas
Cisões de Ligações QuímicasCisões de Ligações Químicas
Cisões de Ligações Químicas
 
Síntese e caracterização do cloreto de hexaamminníquel (ii)
Síntese e caracterização do cloreto de hexaamminníquel (ii)Síntese e caracterização do cloreto de hexaamminníquel (ii)
Síntese e caracterização do cloreto de hexaamminníquel (ii)
 
Exercícios Resolvidos Química
Exercícios Resolvidos QuímicaExercícios Resolvidos Química
Exercícios Resolvidos Química
 
Experimento 7 Equilíbrio químico
Experimento 7   Equilíbrio químicoExperimento 7   Equilíbrio químico
Experimento 7 Equilíbrio químico
 
Teoria ácido base
Teoria ácido baseTeoria ácido base
Teoria ácido base
 
Reacções ácido base
Reacções ácido baseReacções ácido base
Reacções ácido base
 
Preparação para o teste prático de Quimica A 10º ano
Preparação para o teste prático de Quimica A 10º anoPreparação para o teste prático de Quimica A 10º ano
Preparação para o teste prático de Quimica A 10º ano
 
Compostos de coordenação
Compostos de coordenaçãoCompostos de coordenação
Compostos de coordenação
 
4 biomoléculas
4   biomoléculas4   biomoléculas
4 biomoléculas
 
Nema11 manual res
Nema11 manual resNema11 manual res
Nema11 manual res
 
Bg 11 experiências de hammerling
Bg 11   experiências de hammerlingBg 11   experiências de hammerling
Bg 11 experiências de hammerling
 
Relatório densidade picnómetro
Relatório densidade picnómetroRelatório densidade picnómetro
Relatório densidade picnómetro
 
P h
P hP h
P h
 
Síntese e utilização do hexanitrocobaltato (iii) de sódio
Síntese e utilização do hexanitrocobaltato (iii) de sódioSíntese e utilização do hexanitrocobaltato (iii) de sódio
Síntese e utilização do hexanitrocobaltato (iii) de sódio
 
Reações de Subst. Nucleofïlicas em Compostos Aromáticos
Reações de Subst. Nucleofïlicas em Compostos AromáticosReações de Subst. Nucleofïlicas em Compostos Aromáticos
Reações de Subst. Nucleofïlicas em Compostos Aromáticos
 
1 a terra e os subsistemas terrestres
1   a terra e os subsistemas terrestres1   a terra e os subsistemas terrestres
1 a terra e os subsistemas terrestres
 
Transporte nas plantas
Transporte nas plantasTransporte nas plantas
Transporte nas plantas
 
Reações com carbonatos e bicarbonatos
Reações com carbonatos e bicarbonatosReações com carbonatos e bicarbonatos
Reações com carbonatos e bicarbonatos
 
Aula_ ácidos e bases
Aula_ ácidos e basesAula_ ácidos e bases
Aula_ ácidos e bases
 

Semelhante a ácido base

Acidosbasestitulacao
AcidosbasestitulacaoAcidosbasestitulacao
Acidosbasestitulacao
Dinis Medeiros
 
Aula2
Aula2Aula2
Aulas de Equilíbrio químico - Parte II
Aulas de Equilíbrio químico - Parte IIAulas de Equilíbrio químico - Parte II
Aulas de Equilíbrio químico - Parte II
iqscquimica
 
02.acido base
02.acido base02.acido base
02.acido base
Diego Lima
 
Equilíbrio parte2
Equilíbrio parte2Equilíbrio parte2
Equilíbrio parte2
iqscquimica
 
ÁCIDOS E BASES completo em PFf material muito bom
ÁCIDOS E BASES completo em PFf material muito bomÁCIDOS E BASES completo em PFf material muito bom
ÁCIDOS E BASES completo em PFf material muito bom
RamalhoVasconcelos2
 
Equílibrio ácido base pronto cópia
Equílibrio ácido   base pronto cópiaEquílibrio ácido   base pronto cópia
Equílibrio ácido base pronto cópia
Adriana Carneiro de Lima
 
Materia quimica iii periodo 2014
Materia quimica iii periodo 2014Materia quimica iii periodo 2014
Materia quimica iii periodo 2014
Celestino Silva
 
Equilíbrio Iônico
Equilíbrio IônicoEquilíbrio Iônico
Equilíbrio Iônico
Paulo Filho
 
Reações ácido base
Reações ácido baseReações ácido base
Reações ácido base
Celestino Silva
 
Aula8acidos
Aula8acidosAula8acidos
Aula8acidos
Julyanne Rodrigues
 
Acido - Base Escola Agrária.pdf Apresentação
Acido - Base Escola Agrária.pdf ApresentaçãoAcido - Base Escola Agrária.pdf Apresentação
Acido - Base Escola Agrária.pdf Apresentação
LuciliaPereira15
 
6 o p h
6  o p h6  o p h
6 o p h
daniela pinto
 
hidrolise-salina
 hidrolise-salina hidrolise-salina
hidrolise-salina
Julyanne Rodrigues
 
Funções Inorgânicas
Funções InorgânicasFunções Inorgânicas
Funções Inorgânicas
Fabi Wentz
 
Acido acetico
Acido aceticoAcido acetico
Acido acetico
gabrielavenue
 
Aula Digital de Química - Ácidos e Bases
Aula Digital de Química - Ácidos e BasesAula Digital de Química - Ácidos e Bases
Aula Digital de Química - Ácidos e Bases
Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
Equilíbrio iônico
Equilíbrio iônicoEquilíbrio iônico
Equilíbrio iônico
Kellvin Jordan
 
Solucao tampao.ufpr
Solucao tampao.ufprSolucao tampao.ufpr
Solucao tampao.ufpr
Sulene Araujo Araujo
 
Solucao tampao
Solucao tampaoSolucao tampao
Solucao tampao
Daiane Ribeiro
 

Semelhante a ácido base (20)

Acidosbasestitulacao
AcidosbasestitulacaoAcidosbasestitulacao
Acidosbasestitulacao
 
Aula2
Aula2Aula2
Aula2
 
Aulas de Equilíbrio químico - Parte II
Aulas de Equilíbrio químico - Parte IIAulas de Equilíbrio químico - Parte II
Aulas de Equilíbrio químico - Parte II
 
02.acido base
02.acido base02.acido base
02.acido base
 
Equilíbrio parte2
Equilíbrio parte2Equilíbrio parte2
Equilíbrio parte2
 
ÁCIDOS E BASES completo em PFf material muito bom
ÁCIDOS E BASES completo em PFf material muito bomÁCIDOS E BASES completo em PFf material muito bom
ÁCIDOS E BASES completo em PFf material muito bom
 
Equílibrio ácido base pronto cópia
Equílibrio ácido   base pronto cópiaEquílibrio ácido   base pronto cópia
Equílibrio ácido base pronto cópia
 
Materia quimica iii periodo 2014
Materia quimica iii periodo 2014Materia quimica iii periodo 2014
Materia quimica iii periodo 2014
 
Equilíbrio Iônico
Equilíbrio IônicoEquilíbrio Iônico
Equilíbrio Iônico
 
Reações ácido base
Reações ácido baseReações ácido base
Reações ácido base
 
Aula8acidos
Aula8acidosAula8acidos
Aula8acidos
 
Acido - Base Escola Agrária.pdf Apresentação
Acido - Base Escola Agrária.pdf ApresentaçãoAcido - Base Escola Agrária.pdf Apresentação
Acido - Base Escola Agrária.pdf Apresentação
 
6 o p h
6  o p h6  o p h
6 o p h
 
hidrolise-salina
 hidrolise-salina hidrolise-salina
hidrolise-salina
 
Funções Inorgânicas
Funções InorgânicasFunções Inorgânicas
Funções Inorgânicas
 
Acido acetico
Acido aceticoAcido acetico
Acido acetico
 
Aula Digital de Química - Ácidos e Bases
Aula Digital de Química - Ácidos e BasesAula Digital de Química - Ácidos e Bases
Aula Digital de Química - Ácidos e Bases
 
Equilíbrio iônico
Equilíbrio iônicoEquilíbrio iônico
Equilíbrio iônico
 
Solucao tampao.ufpr
Solucao tampao.ufprSolucao tampao.ufpr
Solucao tampao.ufpr
 
Solucao tampao
Solucao tampaoSolucao tampao
Solucao tampao
 

Mais de Fersay

A8 - Tratamento de aguas.pdf
A8 - Tratamento de aguas.pdfA8 - Tratamento de aguas.pdf
A8 - Tratamento de aguas.pdf
Fersay
 
7 reactores quimicos-rev 2103
7 reactores quimicos-rev 21037 reactores quimicos-rev 2103
7 reactores quimicos-rev 2103
Fersay
 
5 permuta ionica-tecnologia-quimica
5 permuta ionica-tecnologia-quimica5 permuta ionica-tecnologia-quimica
5 permuta ionica-tecnologia-quimica
Fersay
 
4 extracçâo
4 extracçâo4 extracçâo
4 extracçâo
Fersay
 
3 evaporação-tecnologia quimica
3 evaporação-tecnologia quimica3 evaporação-tecnologia quimica
3 evaporação-tecnologia quimica
Fersay
 
1 destilaçâo-tecnologia quimica
1 destilaçâo-tecnologia quimica1 destilaçâo-tecnologia quimica
1 destilaçâo-tecnologia quimica
Fersay
 
2 absorçãodegases-tecnologiaquimica
2 absorçãodegases-tecnologiaquimica2 absorçãodegases-tecnologiaquimica
2 absorçãodegases-tecnologiaquimica
Fersay
 
Modulo1 introduçãoàindústriaquimica
Modulo1 introduçãoàindústriaquimicaModulo1 introduçãoàindústriaquimica
Modulo1 introduçãoàindústriaquimica
Fersay
 
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte2
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte2Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte2
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte2
Fersay
 
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte1
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte1Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte1
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte1
Fersay
 
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3
Fersay
 
Módulo2 ppt-estática-dinâmicadefluidos
Módulo2 ppt-estática-dinâmicadefluidosMódulo2 ppt-estática-dinâmicadefluidos
Módulo2 ppt-estática-dinâmicadefluidos
Fersay
 
Mod 5 transferencia-de-calor-vs 2013-2014
Mod 5 transferencia-de-calor-vs 2013-2014Mod 5 transferencia-de-calor-vs 2013-2014
Mod 5 transferencia-de-calor-vs 2013-2014
Fersay
 
solubilidade e precipitação
solubilidade e precipitaçãosolubilidade e precipitação
solubilidade e precipitação
Fersay
 
Oxidação redução
Oxidação reduçãoOxidação redução
Oxidação redução
Fersay
 

Mais de Fersay (15)

A8 - Tratamento de aguas.pdf
A8 - Tratamento de aguas.pdfA8 - Tratamento de aguas.pdf
A8 - Tratamento de aguas.pdf
 
7 reactores quimicos-rev 2103
7 reactores quimicos-rev 21037 reactores quimicos-rev 2103
7 reactores quimicos-rev 2103
 
5 permuta ionica-tecnologia-quimica
5 permuta ionica-tecnologia-quimica5 permuta ionica-tecnologia-quimica
5 permuta ionica-tecnologia-quimica
 
4 extracçâo
4 extracçâo4 extracçâo
4 extracçâo
 
3 evaporação-tecnologia quimica
3 evaporação-tecnologia quimica3 evaporação-tecnologia quimica
3 evaporação-tecnologia quimica
 
1 destilaçâo-tecnologia quimica
1 destilaçâo-tecnologia quimica1 destilaçâo-tecnologia quimica
1 destilaçâo-tecnologia quimica
 
2 absorçãodegases-tecnologiaquimica
2 absorçãodegases-tecnologiaquimica2 absorçãodegases-tecnologiaquimica
2 absorçãodegases-tecnologiaquimica
 
Modulo1 introduçãoàindústriaquimica
Modulo1 introduçãoàindústriaquimicaModulo1 introduçãoàindústriaquimica
Modulo1 introduçãoàindústriaquimica
 
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte2
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte2Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte2
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte2
 
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte1
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte1Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte1
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte1
 
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3
 
Módulo2 ppt-estática-dinâmicadefluidos
Módulo2 ppt-estática-dinâmicadefluidosMódulo2 ppt-estática-dinâmicadefluidos
Módulo2 ppt-estática-dinâmicadefluidos
 
Mod 5 transferencia-de-calor-vs 2013-2014
Mod 5 transferencia-de-calor-vs 2013-2014Mod 5 transferencia-de-calor-vs 2013-2014
Mod 5 transferencia-de-calor-vs 2013-2014
 
solubilidade e precipitação
solubilidade e precipitaçãosolubilidade e precipitação
solubilidade e precipitação
 
Oxidação redução
Oxidação reduçãoOxidação redução
Oxidação redução
 

Último

Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
AntonioAngeloNeves
 
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptxTudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
IACEMCASA
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
AlineOliveira625820
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
bmgrama
 
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.pptFUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
MarceloMonteiro213738
 
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptxTREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
erssstcontato
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
ARIADNEMARTINSDACRUZ
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
HelenStefany
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
ProfessoraTatianaT
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
joaresmonte3
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
vinibolado86
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
Manuais Formação
 
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
Gênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9ºGênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9º
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
sjcelsorocha
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
ElinarioCosta
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
TiagoLouro8
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
beatrizsilva525654
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
Manuais Formação
 

Último (20)

Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
 
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptxTudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
 
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.pptFUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
 
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptxTREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
 
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
Gênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9ºGênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9º
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
 
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
 

ácido base

  • 1. Da Atmosfera ao Oceano 1 Fernando Sayal
  • 2. ÁCIDOS E BASES (soluções aquosas) Muitos produtos de consumo contêm ácidos e bases. 2
  • 3. ÁCIDOS ÁCIDOS Podem reconhecer-se as soluções ácidas pelo sabor azedo, por produzirem efervescência com o calcário libertando-se um gás, o dióxido de carbono, ou por modificarem a cor de alguns indicadores. 3
  • 4. BASES As soluções das bases são amargas e geralmente escorregadias ao tacto. 4
  • 5. TEORIA DE ARRHENIUS Segundo Arrhenius, ácidos e bases dissociam-se em H+ e OH-, respectivamente. 5
  • 6. TEORIA DE ARRHENIUS Ácido Substância que em solução aquosa origina iões H+ (H3O+) HCl+H2O<>Cl- +H3O+ 6
  • 7. TEORIA DE ARRHENIUS Base Substância que em solução aquosa origina iões OH- NaOH+H2O<>Na++OH- 7
  • 8.
  • 9. Por exemplo: NH3 (aq) + H2O (l) <> NH4 +(aq) + OH – (aq) não cabia na definição de Arrhenius, porque o NH3 não contém grupos OH. 9
  • 10. TEORIA DE BRONSTED-LOWRY ÁcidoHA (aq) + H2O (l) <> A- (aq) + H3O + Substância dadora de iões H+(protão) a uma base. 10
  • 11. TEORIA DE BRONSTED-LOWRY Base B (aq) + H2O (l) <> HB+ (aq) + OH - (aq) Substância receptora de iões H+(protão) de um ácido. 11
  • 12. TEORIA DE BRONSTED-LOWRY As reacções ácido-base também se designam por reacções protolíticas, uma vez que há transferência de protões (H+) do ácido para a base. 12
  • 13. Como acontece esta transferência de protões? 13
  • 14. TEORIA DE BRONSTED-LOWRY O ácido e a base relacionados por transferência de um protão constituem um sistema designado por par ácido-base conjugados. Ácido 1 + Base 2 <> Ácido 2 + Base 1 14
  • 15. pares conjugado ácido base HCl / Cl- H3O+ / H2O 15
  • 16.
  • 17. Escala de Sorensen e pH a 25ºC 17
  • 18. 18
  • 19. pH sair O valor de pH expressa a concentração molar do ião H3O+p=-log pH = - logH3O+ H3O+=10-pH 19
  • 20. pOH Procedimento idêntico é usado na expressão da concentração molar do ião OH- pOH = - logOH- OH-=10-pOH 20
  • 21. Ex: [H3O+] = 2x10-5 pH= -log(2x10-5) pH=4,7 [OH-] = 7x10-5 pOH= -log(7x10-5) pOH=4,2 Se pH=2,2 qual a concentração de iões [H3O+] ? [H3O+] = 10-pH =10-2,2 = 6,3x10-3 mol/dm3 21
  • 22. A ÁGUA Sendo a água o líquido mais abundante na natureza e o solvente mais usado no laboratório, merece uma referência especial. H2O (l) + H2O (l) <> H3O + (aq) + OH- (aq) Solvente anfiprótico ou anfotérico porque pode funcionar como ácido e base. 22
  • 23. A ÁGUA H2O (l) + H2O (l) <> H3O + (aq) + OH- (aq) Este equilíbrio é designado por auto-ionização da água auto protólise da água Kw =  H3O+  .  OH-  23 A constante de Equilíbrio Kw designa-se por produto iónico
  • 24. A ÁGUA H2O (l) + H2O (l) <> H3O + (aq) + OH- (aq) A 25º C , Kw = 1 x 10 -14 Sendo a ionização da molécula de água endotérmica, o valor do produto iónico (Kw) aumenta com a temperatura. 24
  • 25. Kw=1x10-14 T=25ºC Kw =  H3O+  .  OH-  1x10-14 =  H3O+  .  OH-   H3O+  =  OH-  = x logo 1x10-14 = x2 x=√ 1x10-14 = 1x10-7 pH= -log(1x10-7) = 7 e pOH = -log (1x10-7) = 7 pH + pOH = 14 Se  H3O+   OH-  25
  • 26. CARÁCTER QUÍMICO DAS SOLUÇÕES(depende da relação entre as concentrações dos iões) - Solução ácida  H3O+  >  OH-  - Solução neutra  H3O+  =  OH-  - Solução básica  OH-  >  H3O+  26
  • 27. CARÁCTER QUÍMICO DAS SOLUÇÕES Para qualquer solução neutra, ácida ou alcalina, verifica-se sempre a relação Kw =  H3O+  .  OH-  O valor de Kw variará apenas com o valor da temperatura 27
  • 28.
  • 32. Espécies Químicas Ácidasue em solução só pode HNO3 HCl H2SO4 CH3COOH 29
  • 33. Espécies Químicas Básicasaquímicas que em solução só aceitam protões; NH3 CH3COO - CO3 2- OH- 30
  • 34. Espécies Químicas Anfipróticas HSO4 – HCO3 - HS – H2O 31
  • 35. Espécies Químicas Neutrass espécies químicas que em solução não captam nem cedem protões, como por exemplo , os catiões dos grupos 1 e 2; Na+ ; K+ ; Ca2+ ; Mg2+ e as partículas conjugadas de ácidos ou bases muito fortes; Cl-; NO3- ; SO42- … 32
  • 36. SOLUÇÕES DE ÁCIDOS FORTES A ionização de um ácido forte é total : HA (aq) + H2O (l) > A- (aq) + H3O + (aq) Como  H3O + =  HA  então: pH = -log  H3O + = -log  HA  33
  • 37. CONSTANTE DE ACIDEZ (Ka) É a constante de equilíbrio de uma reacção em que um ácido sofre ionização HA (aq) + H2O (l) <> A- (aq) + H3O + (aq) A - .  H3O+ ] Ka =  HA  Em soluções diluídas a quantidade de água é constante. 34
  • 38. Força de um Ácido vs Ka A força de um ácido é dada pelo valor da constante de acidez Quanto maior a constante de acidez mais forte é o ácido 35
  • 39. ÁCIDOS FORTES Os ácidos fortes apresentam ka >> 1. 36
  • 40. CONSTANTE DE BASICIDADE É a constante de equilíbrio de uma reacção em que uma base sofre ionização B (aq) + H2O (l) <> HB+ (aq) + OH - (aq)  HB+  .  OH-  Kb =  B  Quanto maior Kb, mais forte será a base. 37
  • 41. BASES FORTES As bases fortes apresentam kb >> 1. 38
  • 42. BASES FORTES B (aq) + H2O (l) HB(aq) + HO - (aq) As bases fortesionizam-se totalmente. 39
  • 43. Relação entre Ka e Kb HA (aq) + H2O (l) < > A- (aq) + H3O + (aq) A- (aq) + H2O (l) < > HA(aq) + OH - (aq) Ka . Kb = Kw 40
  • 44. pH - SOLUÇÕES DE ÁCIDOS FRACOS A ionização de um ácido fraco é parcial : HA (aq) + H2O (l) A- (aq) + H3O + (aq) pH = - log H3O+total onde :  H3O+total=  H3O+ácido +  H3O +água Normalmente despreza-se a [H3O+] da água 41
  • 45. 42
  • 46. 43
  • 47. GRAU DE IONIZAÇÃO Ácido HA (aq) + H2O (l) <> A- (aq) + H3O + (aq) Base B (aq) + H2O (l) <> HB+ (aq) + OH - (aq)  = nionizadas/ ntotal 44
  • 48. GRAU DE IONIZAÇÃO HA (aq) + H2O (l) <> A- (aq) + H3O + (aq) ninn const. - - neqn - nconst. nn 45
  • 49. GRAU DE IONIZAÇÃO B (aq) + H2O (l) BH+(aq) + HO - (aq) ninn const. - - neqn - nconst. nn 46
  • 50. Purificar Água Destilação Destilador Laboratorial As impurezas são removidas por um processo de Vaporização seguido de Condensação 47
  • 51. Purificar Água Osmose Inversa 48 5- Pós filtro de carvão: torna a água mais saborosa e doce 4- Membrana de Osmose Inversa (0,0001μ=0,1 nm) : remove bactérias, vírus, metais pesados, pesticidas etc 3- Filtro de sedimentos (1-3μ): filtra partículas finas e poluentes 2- Filtro de carvão: remove químicos: cloro, que dão cheiro, fertilizantes 1-Pré filtro 5μ: remove impurezas, poeiras
  • 52. Purificar Água E numa situação de emergência? Vamos resolver a seguinte actividade. 49
  • 53.
  • 54. não deve ser ultrapassado sob risco de provocar efeitos prejudiciais à saúde
  • 55. VMR valor máximo recomendável
  • 56. não deve ser excedido sob risco de contaminação
  • 57. O valor paramétrico único tende a substituir os dois anteriores50
  • 58. 51
  • 59. Parâmetros para caracterizar águas: pH Cloro residual Sólidos dissolvidos totais Nitratos (NO3-) Sódio (Na+) Fluoretos (F-) 52
  • 60. pH 6.5 – 9.0 Cloro residual HClO (aq) + H2O (l) <> ClO-(aq) + H3O+(aq) Sólidos dissolvidos totais 53
  • 61. Nitratos (NO3-) < 50 mg/l Sódio (Na+) < 200 mg/l Fluoretos (F-) < 1,5 mg/l - Expressar as concentrações acima em ppm (m/m) 54
  • 62. REACÇÕES ÁCIDO-BASE Antes de fazer quaisquer culturas é importante determinar o pH do solo. Se for demasiado ácido para a cultura em causa, espalha-se , por exemplo, calcário em pó, que tem um comportamento básico. 55
  • 63. REACÇÕES ÁCIDO-BASE Há flores como as hortênsias que são azuis em terreno mais ácido e cor-de-rosa em terreno menos ácido 56
  • 64. REACÇÕES ÁCIDO-BASE A água da chuva é ligeiramente ácida devido à dissolução de dióxido de carbono atmosférico, que dá origem ao ácido carbónico. CO2 + H2O > H2CO3 57
  • 65. REACÇÕES ÁCIDO-BASE A azia, designação atribuída ao excesso de suco gástrico (HCl), pode ser combatida com um antiácido. Os antiácidos neutralizam o HCl em excesso no estômago. 58
  • 66. REACÇÕES ÁCIDO-BASE A picadela da abelha ou da urtiga liberta ácido na pele, cujo efeito pode ser atenuado ou eliminado por uma solução alcalina. 59
  • 67. TITULAÇÕES ÁCIDO-BASE Uma das aplicações mais correntes de reacções ácido-base é a determinação da concentração de um ácido ( ou de uma base ) por reacção com uma base ( ou um ácido ) de concentração conhecida . 60
  • 69. TITULAÇÕES ÁCIDO-BASE A reacção processa-se enquanto houver excesso de ácido ( ou de base ) , ou seja , até que sejam adicionadas quantidades equivalentes das duas soluções ; atinge-se nessa altura o ponto de equivalência . O número de moles de um ácido equivalente ao número de moles de uma base só depende da estequiometria da reacção . 62
  • 70. PONTO DE EQUIVALÊNCIA Exemplo : H3O+ + Cl- + Na+ + OH- Na+ + Cl-+ H2O HCl + NaOH NaCl + H2O Quando o ácido e a base são monopróticos , no ponto de equivalência : Ca.Va = Cb.Vb 63
  • 71. PONTO DE EQUIVALÊNCIA 2 HCl + Ca(OH)2 CaCl2 + 2 H2O Quando o ácido é monoprótico e a base é diprótica , no ponto de equivalência: Ca.Va = 2 Cb.Vb 64
  • 72. PONTO DE EQUIVALÊNCIA H2SO4 + 2 NaOH Na2SO4 + 2 H2O Quando o ácido é diprótico e a base é monoprótica , no ponto de equivalência : 2 Ca.Va = Cb.Vb 65
  • 73. TITULAÇÕES ÁCIDO-BASE Ácido forte-base forte TITULAÇÕES Ácido forte-base fraca Ácido fraco-base forte 66
  • 74. Titulações Ácido-Base Ácido forte-base forte – pHeq. = 7 TITULAÇÕES Ácido forte-base fraca – pHeq. < 7 ( 25ºC ) Ácido fraco-base forte – pHeq. > 7 67
  • 75. ÁCIDO FORTE-BASE FORTE Junto do ponto de equivalência , a variação de pH é muito acentuada , de modo que , por adição dum pequeno volume , obtém-se uma variação de algumas unidades . 68
  • 76. ÁCIDO FORTE--BASE FORTE reacção que ocorre H3O+ (aq) + HO- (aq)  2 H2O (l) 69
  • 77. BASE FRACA--ÁCIDO FORTE reacção que ocorre NH3 (aq) + H3O+ (aq)  NH4+ (aq) + H2O (l) 70
  • 78. ÁCIDO FRACO--BASE FORTE reacção que ocorre CH3COOH (aq) + HO- (aq)  CH3COO- (aq) + H2O (l) 71
  • 79. Vamos titular a sério!! 72
  • 80. INDICADORES Um indicador de ácido-base pode ser definido como um sistema ácido-base em que as cores da forma ácido e base são diferentes . 73
  • 81. INDICADORES Considerando o equilíbrio : HIn(aq) + H2O (l) In- (aq) + H3O + (aq) Ácido Base (cor A) (cor B) 74
  • 82. INDICADORES O olho humano é capaz de detectar uma das cores ( ácida = HIn ou básica = In- ) se a concentração da espécie que confere essa cor for , no mínimo, 10 vezes superior à outra . 75
  • 83. INDICADORES ( Fenolftaleína ) As soluções alcalinas mudam para carmim a solução incolor de fenolftaleína . 76
  • 84. INDICADORES(Tintura azul de tornesol) As soluções ácidas mudam para vermelho a cor azul do tornesol . 77
  • 85. INDICADORES -Indicador Universal É uma mistura de vários indicadores, uns naturais outros sintéticos. Apresenta uma grande variedade de cores consoante a acidez ou basicidade da solução. 78
  • 86. CRITÉRIOS PARA A ESCOLHA DE INDICADORES ÁCIDO-BASE 79
  • 87. CRITÉRIOS PARA A ESCOLHA DE INDICADORES ÁCIDO-BASE 80
  • 88. CRITÉRIOS PARA A ESCOLHA DE INDICADORES ÁCIDO-BASE 1- A zona de viragem do indicador deve conter o valor de pH no ponto de equivalência . 81
  • 89. CRITÉRIOS PARA A ESCOLHA DE INDICADORES ÁCIDO-BASE 2- Caso o ponto 1 não se verifique , então a zona de viragem do indicador deve estar localizada na parte abrupta da curva de titulação . 82
  • 90. CRITÉRIOS PARA A ESCOLHA DE INDICADORES ÁCIDO-BASE 3- A zona de viragem do indicador deve ser o mais estreita possível 83
  • 91. Vejamos a chuva ácida Clique Clique também em chuva ácida- cuidado 84
  • 92. Principais fontes de emissão (ordem decrescente) 85
  • 93. Casos históricos de ocorrência de chuvas ácidas 86
  • 94. Fontes antropogénicas de emissão de óxidos de enxofre e azoto 87
  • 95.
  • 96. Degradação de edifícios
  • 97. Redução da vida aquática
  • 100.
  • 101. 89
  • 102. Controlo das chuvas ácidas 1-Absorção de SO2 Uso de calcário ou cal 2-Conversão dos NOx Uso de catalisadores 3- Neutralização dos solos Uso de hidróxido de cálcio 90
  • 103. TEORIA DOS LOGARITMOS Em 1550, na Escócia, nasceu John Napier (ou Neper) de quem pouco se sabe, mas que ficou na história por ter inventado os logaritmos e que já quase no final da vida, em 1614, (provavelmente farto de multiplicações e divisões), inventou um instrumento que transformava operações em simples adições e subtracções: a esse instrumento atribui-se o nome de “Bastões de Napier” 91
  • 105. SOLUÇÕES TAMPÃO O pH das lágrimas é mantido em 7,4 graças a uma solução tampão de proteínas. 93
  • 106. SOLUÇÕES TAMPÃO Soluções cujo pH se mantém praticamente invariável face à adição de pequenas quantidades de ácido ou de base. 94
  • 107. SOLUÇÕES TAMPÃO É uma solução que contém um ácido mais a sua base conjugada , em concentrações aproximadamente iguais. 95
  • 108. SOLUÇÕES TAMPÃO pH = pKa + log[Base] / [Ácido] 96
  • 109. SOLUÇÕES TAMPÃO Teremos melhor efeito tampão quando: [Ácido ] = [Base] 97