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Ciberdemocracia : Interatividade Exatidão ao ponto, informação clara e precisa Custos baixos para os utilizadores Rapidez como um meio de comunicação Não limitação geográfica Capacidade (parcial) de manter o anonimato
“ ...a ação em favor da democracia (e de seu aperfeiçoamento em ciberdemocracia planetária) não é em vão, absurda ou desesperada, mas que ela deve possuir um sentido.” (pág.39) - O progresso é um processo de autocriação, e não a execução de um plano. - Só será um progresso se for um processo ético e moral. A inteligência coletiva precisa ser concebida com responsabilidade. Exemplo: Evolução na área da genética.
“ O progresso de que falamos não é mecanicamente determinado. Seu objetivo não está fixado de antemão  em um plano divino. Ele não faz  da liberdade humana uma ilusão.  Ao contrário, trata-se efetivamente  do progresso da LIBERDADE.” 1° Aperfeiçoamento das técnicas e acúmulo de conhecimentos; 2° Avanços morais, jurídicos e políticos de emancipação humana.
“ A história que evocamos é uma HISTÓRIA DO SENTIDO onde cada instante é uma ocasião para interpretar todos aqueles que o precederam e poderá, por sua vez, ser reinterpretado indefinidamente.” (Pág. 41)
“ Um homem pré-histórico não teria podido imaginar  o mundo contemporâneo, suas instituições,  suas ciências e suas técnicas.  Ora, visto a velocidade alcançada hoje pela evolução  cultural, somos talvez os homens pré-históricas  de nossos netos. Somos muito mais capazes de evoluir,  isto é, de estarmos abertos às mudanças dos sentidos e da liberdade do que podemos imaginar.” (Pág. 42)
 
Essa aprendizagem coletiva se dá pelo princípio da colaboração em rede, princípio que rege a cibercultura em seu conjunto de praticas sociais e comunicacionais. Essas novas tecnologias da comunicação alteram os processos de produção e criação, circulação de bens, trazendo “uma nova configuração social, cultural, comunicacional e consequentemente política.”
- liberação da omissão; - conexão generalizada; - reconfiguração social, cultural, econômica e política;
No primeiro princípio – liberação do pólo da emissão . Mostrar que a emergência de vozes e discursos ainda estão em jogo, mesmo depois de terem sido reprimidos na edição de informação.
O segundo principio – “tudo em rede” conectividade generalizada. Tudo se comunica e tudo está em rede: pessoas, objetos, cidades. É a era da “internet das coisas”
O terceiro princípio – é o da configuração . Reconfigurar práticas, modalidades, espaços, sem a substituição dos seus antecedentes. Reconfiguração social, cultural, econômica e política
Mídias Mídias de massa Mídias interativas, novas mídias Rádio Tv Jornais Internet Telefones Celulares Microcomputadores Com novas funções abertas, interativas, distributivas e pós-massivas.
... As funções “pós-massivas emergentes tencionam  a paisagem comunicacional e têm  forte impacto político  ... (pág 47)
Funções massivas Funções pós-massivas As funções massivas são aquelas voltadas para o receptor massivo, homogêneo, não diferenciado, pessoas que não se conhecem, que não enteragem. Não existe estrutura organizacional nas massas, fazendo com que as mesmas sejam dominadas pelas idéias mais simples possíveis. Permitem a produção livre e a circulação aberta e cooperativa dos produtos informacionais. Não há a necessidades de  grandes recursos financeiros, a idéia é a de “possibilitar inúmeros produtos para poucos” é a “cauda longa” de Cris Anderson, para suprir as necessidades dos nichos.
O desenvolvimento da computação móvel e das novas tecnologias sem fio estabelece a passagem do acesso por ponto de presença (com cabos) ao acesso em um "ambiente generalizado de conexão" (sem fios) que envolve o usuário em plena mobilidade. Ou seja, o acesso à informação é pessoal e móvel, a ciberdemocracia do século XXI tem a liberdade da palavra e expressão.
 
Mark Elliot Zuckerber nasceu em 24 de maio de 1984 e é programador e empreendedor norte americano. Durante sua formação,  na Phillips Exeter Academy, Zuckerber e seu amigo Adam D'Angelo trabalharam juntos em diversos projetos.  Já em Harvard, Mark continuou criando seus projetos,  agora sozinho, e até teve seu  acesso à internet revogado pelos administradores oficiais por ser acusado de infringir regras de segurança na internet e de privacidade e propriedade intelectual. Em 2004, criou o site de relacionamento Facebook em seu dormitório em Harvard.
Orkut Büyükkökten nasceu em 6 de fevereiro de 1977 na Turquia e é engenheiro de software.  Desenvolveu a rede social num projeto independente enquanto estudava na Universidade de Standfor, que recebeu seu nome, Orkut.   A rede de relacionamento teve como base A Teoria dos Seis Graus de Separação, que diz: As pessoas do mundo podem ser conectadas a qualquer outra por uma rede de cinco intermediários.
O sistema de Microbbloging, mais conhecido como Twitter, foi co-criado por Jack Dorsey, Biz Stone e Evan Williams.
Uso de internet por governos, também chamado e-governo contribui para a democracia com o fornecimento de serviços e interação com os cidadãos.
Com base na filosofia wiki da Wikipédia, a Câmara dos Deputados brasileira desenvolveu o conceito de  Wikilégis , uma ferramenta digital que permite a realização de trabalho colaborativo na construção da lei. Assim, o cidadão poderá apresentar sugestões diretamente no texto de forma colaborativa com outros usuários. O objetivo do  Wikilégis  é estimular a busca pelo consenso na construção da lei. A participação popular não precisa (e talvez não deva) gerar a formulação da lei propriamente dita e sim promover elementos para sua construção. O Projeto e-Democracia é uma espécie de comunidade virtual que visa catalisar opiniões, sugestões, posicionamentos políticos e críticas aos projetos de lei e outras proposições legislativas em trâmite na Câmara dos Deputados brasileira. ( http://www.democraciaparticipativa.org )
Educação e Cibercultura Anna Carolina Magaro Bárbara Monteiro Fernanda Vendas Professor : Marcos

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  • 6. “ O progresso de que falamos não é mecanicamente determinado. Seu objetivo não está fixado de antemão em um plano divino. Ele não faz da liberdade humana uma ilusão. Ao contrário, trata-se efetivamente do progresso da LIBERDADE.” 1° Aperfeiçoamento das técnicas e acúmulo de conhecimentos; 2° Avanços morais, jurídicos e políticos de emancipação humana.
  • 7. “ A história que evocamos é uma HISTÓRIA DO SENTIDO onde cada instante é uma ocasião para interpretar todos aqueles que o precederam e poderá, por sua vez, ser reinterpretado indefinidamente.” (Pág. 41)
  • 8. “ Um homem pré-histórico não teria podido imaginar o mundo contemporâneo, suas instituições, suas ciências e suas técnicas. Ora, visto a velocidade alcançada hoje pela evolução cultural, somos talvez os homens pré-históricas de nossos netos. Somos muito mais capazes de evoluir, isto é, de estarmos abertos às mudanças dos sentidos e da liberdade do que podemos imaginar.” (Pág. 42)
  • 9.  
  • 10. Essa aprendizagem coletiva se dá pelo princípio da colaboração em rede, princípio que rege a cibercultura em seu conjunto de praticas sociais e comunicacionais. Essas novas tecnologias da comunicação alteram os processos de produção e criação, circulação de bens, trazendo “uma nova configuração social, cultural, comunicacional e consequentemente política.”
  • 11. - liberação da omissão; - conexão generalizada; - reconfiguração social, cultural, econômica e política;
  • 12. No primeiro princípio – liberação do pólo da emissão . Mostrar que a emergência de vozes e discursos ainda estão em jogo, mesmo depois de terem sido reprimidos na edição de informação.
  • 13. O segundo principio – “tudo em rede” conectividade generalizada. Tudo se comunica e tudo está em rede: pessoas, objetos, cidades. É a era da “internet das coisas”
  • 14. O terceiro princípio – é o da configuração . Reconfigurar práticas, modalidades, espaços, sem a substituição dos seus antecedentes. Reconfiguração social, cultural, econômica e política
  • 15. Mídias Mídias de massa Mídias interativas, novas mídias Rádio Tv Jornais Internet Telefones Celulares Microcomputadores Com novas funções abertas, interativas, distributivas e pós-massivas.
  • 16. ... As funções “pós-massivas emergentes tencionam a paisagem comunicacional e têm forte impacto político ... (pág 47)
  • 17. Funções massivas Funções pós-massivas As funções massivas são aquelas voltadas para o receptor massivo, homogêneo, não diferenciado, pessoas que não se conhecem, que não enteragem. Não existe estrutura organizacional nas massas, fazendo com que as mesmas sejam dominadas pelas idéias mais simples possíveis. Permitem a produção livre e a circulação aberta e cooperativa dos produtos informacionais. Não há a necessidades de grandes recursos financeiros, a idéia é a de “possibilitar inúmeros produtos para poucos” é a “cauda longa” de Cris Anderson, para suprir as necessidades dos nichos.
  • 18. O desenvolvimento da computação móvel e das novas tecnologias sem fio estabelece a passagem do acesso por ponto de presença (com cabos) ao acesso em um "ambiente generalizado de conexão" (sem fios) que envolve o usuário em plena mobilidade. Ou seja, o acesso à informação é pessoal e móvel, a ciberdemocracia do século XXI tem a liberdade da palavra e expressão.
  • 19.  
  • 20. Mark Elliot Zuckerber nasceu em 24 de maio de 1984 e é programador e empreendedor norte americano. Durante sua formação, na Phillips Exeter Academy, Zuckerber e seu amigo Adam D'Angelo trabalharam juntos em diversos projetos. Já em Harvard, Mark continuou criando seus projetos, agora sozinho, e até teve seu acesso à internet revogado pelos administradores oficiais por ser acusado de infringir regras de segurança na internet e de privacidade e propriedade intelectual. Em 2004, criou o site de relacionamento Facebook em seu dormitório em Harvard.
  • 21. Orkut Büyükkökten nasceu em 6 de fevereiro de 1977 na Turquia e é engenheiro de software. Desenvolveu a rede social num projeto independente enquanto estudava na Universidade de Standfor, que recebeu seu nome, Orkut.   A rede de relacionamento teve como base A Teoria dos Seis Graus de Separação, que diz: As pessoas do mundo podem ser conectadas a qualquer outra por uma rede de cinco intermediários.
  • 22. O sistema de Microbbloging, mais conhecido como Twitter, foi co-criado por Jack Dorsey, Biz Stone e Evan Williams.
  • 23. Uso de internet por governos, também chamado e-governo contribui para a democracia com o fornecimento de serviços e interação com os cidadãos.
  • 24. Com base na filosofia wiki da Wikipédia, a Câmara dos Deputados brasileira desenvolveu o conceito de Wikilégis , uma ferramenta digital que permite a realização de trabalho colaborativo na construção da lei. Assim, o cidadão poderá apresentar sugestões diretamente no texto de forma colaborativa com outros usuários. O objetivo do Wikilégis é estimular a busca pelo consenso na construção da lei. A participação popular não precisa (e talvez não deva) gerar a formulação da lei propriamente dita e sim promover elementos para sua construção. O Projeto e-Democracia é uma espécie de comunidade virtual que visa catalisar opiniões, sugestões, posicionamentos políticos e críticas aos projetos de lei e outras proposições legislativas em trâmite na Câmara dos Deputados brasileira. ( http://www.democraciaparticipativa.org )
  • 25. Educação e Cibercultura Anna Carolina Magaro Bárbara Monteiro Fernanda Vendas Professor : Marcos