Estágio Hospitalar 
Acadêmicos: 
Ednirte Pinheiro 
Juliana Alves 
Luciana Nascimento 
1 
Preceptora: Helena Nogueira
Neoplasia Pulmonar 
+ 
Derrame Pleural 
2
Paciente D.S.S. 35 anos, sexo feminino, dona 
de casa relata que no dia 15 de agosto sentiu algia 
na região torácica e estado febril onde então 
procurou auxilio médico no dia posterior e deu 
entrada no Hospital e Pronto Socorro Delphina 
Rinaldi Abdel Aziz, no qual, ficou por 12 dias, e no 
dia 29 de agosto foi encaminhada ao Hospital 
Platão de Araújo, com suspeita de Derrame Pleural, 
onde se encontra ate hoje. 
Queixa principal: Dor no abdômen (SIC) 
3
Losartan (50 mg); 
Nifedipina (20mg); 
Paracetamol (750 mg); 
Metocloprimida (100mg); 
Omeprazol (40mg); 
Captopril (25mg). 
4 
Medicamentos
Neoplasia Pulmonar 
e 
Derrame pleural HTX D 
5
Fisiopatologia - Definição 
Neoplasia Pulmonar 
Câncer ou Cancro é a denominação dada a um 
conjunto de células que crescem e se dividem 
descontroladamente, invadindo e destruindo 
tecidos próximos. 
ALMEIDA, 2007. 
6
Fisiopatologia da Neoplasia 
7 
Fatores de 
Predisposição 
Invadem células 
vizinhas 
Não afeta 
células 
vizinhas 
Corrente 
Sanguínea e 
linfática 
Tumor 
Massa 
Sólida 
Formato e 
Funcionamento 
irregular 
Metástase 
Maligno 
Benigno
Tosse recente que não diminui; 
Mudança no padrão da tosse; 
Tosse com sangue; 
Falta de ar; 
Rouquidão; 
Dor no tórax. 
8 
Sinais e Sintomas 
Neoplasia Pulmonar
Fisiopatologia - Definição 
Derrame Pleural 
É o acúmulo anormal de líquido na 
cavidade pleural, que é o espaço virtual entre 
as pleuras visceral e parietal. 
Neves, D. 2001. 
9
Fisiopatologia do Derrame Pleural 
4. Condição das 
superfícies das 
membranas 
pleurais 
10 
1.Pressão 
hidrostática 
dos capilares 
Movimento 
de liquido 
entre as 
pleuras 
2.Pressão 
osmótica dos 
capilares 
Alteração de um ou 
vários fatores 
3. Drenagem 
linfática 
Acumulo de excesso de liquido no espaço pleural 
Derrame Pleural
Dor; 
Dispneia; 
Tosse seca; 
Assimetria torácica; 
Redução da expansibilidade do hemitórax 
comprometido. 
11 
Sinais e Sintomas 
Derrame Pleural
Exames De Imagens - TC 
12 
Tumor 
Derrame Pleural
Exame Físico: 
SSVV: FC 56bpm; 
PA: 100X80 mmHg; 
FR 19 irpm 
Escala de coma de Glasgow: 15 
Neurológico: 
Nível de consciência: Acordada e lúcida 
Sensibilidade: Preservada porém ↓ em hemicorpo D 
13 
Avaliação do Paciente
Tórax/Pulmões: 
Ritmo respiratório: irregular; 
Tipo de tórax: cifoescoliótico; 
Padrão respiratório: tóraco abdominal; 
Expansibilidade: assimetria de hemitórax D; 
AP: MV + ↓ 1/3 médio e base em ambos HTX sem 
r/a 
Aparelho Gastrointestinal: 
Alimentação oral, abdômen normal 
14 
Avaliação do Paciente
Aparelho Gênito Urinário: 
Diurese espontânea 
Tegumentar Músculo Esquelético 
Capacidade funcional: Marcha 
ADM: paresia em Hemicorpo D 
15 
Avaliação do Paciente
Paresia em hemicorpo direito, 
assimetria torácica com diminuição de 
expansibilidade do HTXD. 
16 
Diagnóstico Cinesiológico 
Funcional
17 
Objetivos e Condutas 
OBJETIVOS CONDUTAS 
1 – Favorecer a reexpansão 
pulmonar; 
Respiração diafragmática, 
direcionamento de fluxo e 
exercícios inspiratórios 
2 – Prevenir a obstrução ou 
acúmulo de secreção; 
Tosse e Huffing 
3 – Corrigir padrões posturais; Treino de propriocepção 
4 – Manter mobilidade 
articular; 
Mobilização articular e 
alongamentos 
5 – Ganhar força muscular Exercício isométrico e 
resistidos 
6 – Otimizar AVD’s Exercícios funcionais
18 
Evolução 
Paciente mostrou uma maior resistência aos treinos 
respiratórios e uma melhoria no desempenho funcional no lado 
acometido pela hemiparesia, conseguindo assim, realizar treinos 
que exigissem maior equilíbrio e força do membro afetado. 
Prognóstico 
Moderado à grave
Referência Bibliográfica 
ALMEIDA, J.R.C. et al. Marcadores Tumorais: Revisão de 
Literatura. Revista Brasileira de Cancerologia, v. 53, n. 3, p. 305- 
316, 2007. 
KISNER, Carolyn. Exercícios terapêuticos: Fundamentos e 
técnicas. 5ª edição. Ed Manole, São Paulo - 2009 
Neves, D. D., C. T. Silva Junior, and A. M. Chibante. "Derrame 
pleural." Sociedade de Pneumologia e Tisiologia do Estado do 
Rio de Janeiro. Pneumologia: prática e atual. Rio de Janeiro: 
Editora Revinter (2001): 185-1991, 2001. 
SILVA, Geruza A. Derrames pleurais: fisiopatologia e 
diagnóstico. Medicina (Ribeirao Preto. Online), v. 31, n. 2, p. 
208-215, 1998. 
Disponível em: http://www.einstein.br/einstein-saude/em-dia-com- 
a-saude/Paginas/cancer-do-pulmao.aspx Acesso em: 23/ 
set/ 2014 
19
OBRIGADA!! 
20

Neoplasia Pulmonar e Derrame Pleural

  • 1.
    Estágio Hospitalar Acadêmicos: Ednirte Pinheiro Juliana Alves Luciana Nascimento 1 Preceptora: Helena Nogueira
  • 2.
    Neoplasia Pulmonar + Derrame Pleural 2
  • 3.
    Paciente D.S.S. 35anos, sexo feminino, dona de casa relata que no dia 15 de agosto sentiu algia na região torácica e estado febril onde então procurou auxilio médico no dia posterior e deu entrada no Hospital e Pronto Socorro Delphina Rinaldi Abdel Aziz, no qual, ficou por 12 dias, e no dia 29 de agosto foi encaminhada ao Hospital Platão de Araújo, com suspeita de Derrame Pleural, onde se encontra ate hoje. Queixa principal: Dor no abdômen (SIC) 3
  • 4.
    Losartan (50 mg); Nifedipina (20mg); Paracetamol (750 mg); Metocloprimida (100mg); Omeprazol (40mg); Captopril (25mg). 4 Medicamentos
  • 5.
    Neoplasia Pulmonar e Derrame pleural HTX D 5
  • 6.
    Fisiopatologia - Definição Neoplasia Pulmonar Câncer ou Cancro é a denominação dada a um conjunto de células que crescem e se dividem descontroladamente, invadindo e destruindo tecidos próximos. ALMEIDA, 2007. 6
  • 7.
    Fisiopatologia da Neoplasia 7 Fatores de Predisposição Invadem células vizinhas Não afeta células vizinhas Corrente Sanguínea e linfática Tumor Massa Sólida Formato e Funcionamento irregular Metástase Maligno Benigno
  • 8.
    Tosse recente quenão diminui; Mudança no padrão da tosse; Tosse com sangue; Falta de ar; Rouquidão; Dor no tórax. 8 Sinais e Sintomas Neoplasia Pulmonar
  • 9.
    Fisiopatologia - Definição Derrame Pleural É o acúmulo anormal de líquido na cavidade pleural, que é o espaço virtual entre as pleuras visceral e parietal. Neves, D. 2001. 9
  • 10.
    Fisiopatologia do DerramePleural 4. Condição das superfícies das membranas pleurais 10 1.Pressão hidrostática dos capilares Movimento de liquido entre as pleuras 2.Pressão osmótica dos capilares Alteração de um ou vários fatores 3. Drenagem linfática Acumulo de excesso de liquido no espaço pleural Derrame Pleural
  • 11.
    Dor; Dispneia; Tosseseca; Assimetria torácica; Redução da expansibilidade do hemitórax comprometido. 11 Sinais e Sintomas Derrame Pleural
  • 12.
    Exames De Imagens- TC 12 Tumor Derrame Pleural
  • 13.
    Exame Físico: SSVV:FC 56bpm; PA: 100X80 mmHg; FR 19 irpm Escala de coma de Glasgow: 15 Neurológico: Nível de consciência: Acordada e lúcida Sensibilidade: Preservada porém ↓ em hemicorpo D 13 Avaliação do Paciente
  • 14.
    Tórax/Pulmões: Ritmo respiratório:irregular; Tipo de tórax: cifoescoliótico; Padrão respiratório: tóraco abdominal; Expansibilidade: assimetria de hemitórax D; AP: MV + ↓ 1/3 médio e base em ambos HTX sem r/a Aparelho Gastrointestinal: Alimentação oral, abdômen normal 14 Avaliação do Paciente
  • 15.
    Aparelho Gênito Urinário: Diurese espontânea Tegumentar Músculo Esquelético Capacidade funcional: Marcha ADM: paresia em Hemicorpo D 15 Avaliação do Paciente
  • 16.
    Paresia em hemicorpodireito, assimetria torácica com diminuição de expansibilidade do HTXD. 16 Diagnóstico Cinesiológico Funcional
  • 17.
    17 Objetivos eCondutas OBJETIVOS CONDUTAS 1 – Favorecer a reexpansão pulmonar; Respiração diafragmática, direcionamento de fluxo e exercícios inspiratórios 2 – Prevenir a obstrução ou acúmulo de secreção; Tosse e Huffing 3 – Corrigir padrões posturais; Treino de propriocepção 4 – Manter mobilidade articular; Mobilização articular e alongamentos 5 – Ganhar força muscular Exercício isométrico e resistidos 6 – Otimizar AVD’s Exercícios funcionais
  • 18.
    18 Evolução Pacientemostrou uma maior resistência aos treinos respiratórios e uma melhoria no desempenho funcional no lado acometido pela hemiparesia, conseguindo assim, realizar treinos que exigissem maior equilíbrio e força do membro afetado. Prognóstico Moderado à grave
  • 19.
    Referência Bibliográfica ALMEIDA,J.R.C. et al. Marcadores Tumorais: Revisão de Literatura. Revista Brasileira de Cancerologia, v. 53, n. 3, p. 305- 316, 2007. KISNER, Carolyn. Exercícios terapêuticos: Fundamentos e técnicas. 5ª edição. Ed Manole, São Paulo - 2009 Neves, D. D., C. T. Silva Junior, and A. M. Chibante. "Derrame pleural." Sociedade de Pneumologia e Tisiologia do Estado do Rio de Janeiro. Pneumologia: prática e atual. Rio de Janeiro: Editora Revinter (2001): 185-1991, 2001. SILVA, Geruza A. Derrames pleurais: fisiopatologia e diagnóstico. Medicina (Ribeirao Preto. Online), v. 31, n. 2, p. 208-215, 1998. Disponível em: http://www.einstein.br/einstein-saude/em-dia-com- a-saude/Paginas/cancer-do-pulmao.aspx Acesso em: 23/ set/ 2014 19
  • 20.