SlideShare uma empresa Scribd logo
Caule
              Funções:
        • Condução de
          seivas;
        • Sustentação;
        • Armazenamento
          de reservas
          alimentares.
Regiões do Caule
Divisão:
• Nós: região de onde
  parte uma folha
• Internós: região
  compreendida entre dois
  nós consecutivos.
• Gemas (apicais ou
  laterais): meristema
  primário protegido por
  pequenas folhas
  modificadas (escamas ou
  catáfilos).
Figura 1. Microfotografia e diagrama do ápice caulinar de
         Coleus sp. e respectivos meristemas
Gemas
• Gemas, são regiões meristemáticas protegidas por primórdios
  foliares ou por escamas localizadas em diversos pontos do caule.
  As gemas costumam ser denominadas gemas terminais, quando
  ocorrem no ápice caulinar ou gemas laterais, quando ocorrem em
  axilas de folhas. Portanto gema caulinar é toda aquela que se
  localiza no caule, outra forma de se classificar as gemas é quanto à
  sua atividade meristemática. Denominamos gemas ativas aquelas
  que estão em atividade e inativas aquelas que não estão, durante o
  crescimento da planta, as gemas localizadas na região do ápice
  são gemas ativas, e as gemas localizadas abaixo do ápice, quase
  sempre são gemas inativas, mas mantém potencialidade de
  desenvolvimento, podendo entrar em atividade, de acordo com a
  necessidade do vegetal.
• A característica exclusiva do caule é a existência de gemas laterais.
  São locais dotados de tecido embrionário (meristema) e que, ao
  entrarem em atividade, são capazes de originar ramos de caule,
  raiz, folhas ou flores.
• São estimuladas pelo hormônio vegetal auxina.
Poda
–   De uma maneira geral, podemos dizer que as podas são executadas para que façamos certas
    correções no desenvolvimento das plantas, de acordo com as necessidades de luz, adubação e
    irrigação, ou seja, para mantermos a planta saudável e com um desempenho adequado às suas
    características. É um importante recurso utilizado para obtermos resultados concretos na produção de
    muitos tipos de plantas e árvores. Desta maneira, torna-se uma técnica economicamente muito
    importante para agricultores, pois pode representar aumento na produtividade e maiores lucros.

–   Existem três tipos básicos de podas, que são executadas de acordo com a planta e o objetivo do
    cultivo. São elas a poda de produção, a poda de limpeza e a poda de formação. A poda de produção,
    como o nome já explica, visa aumentar a produção e a produtividade de uma planta. É amplamente
    utilizada no cultivo comercial de frutíferas, por exemplo. Para que este tipo de poda surta os melhores
    efeitos, o agricultor deverá conhecer muito bem o processo vegetativo das plantas, sob o risco de
    diminuir a produtividade, ao invés de aumentá-la.

–   A poda de limpeza é a mais conhecida, utilizada não só em grandes plantações mas, também, em
    jardinagem caseira. Esta modalidade visa eliminar galhos ou ramos mortos, secos, ou que apresentem
    má formação. Isto faz com que a energia vital da planta não seja "desperdiçada" com estes ramos ou
    galhos problemáticos, ajudando no melhor desenvolvimento do vegetal. Por último, existe a poda de
    formação que é feita no início da vida do vegetal, quando este atinge um certo tamanho e precise
    sofrer uma correção no rumo de seu desenvolvimento. Este procedimento faz com que as plantas
    cresçam mais fortes, com boa formação de arbustos, frutificações, etc. e principalmente, alcancem o
    máximo de sua produtividade através de uma condição bastante saudável.

– Auxina (Hormônio Vegetal que promove o crescimento dos tecidos vegetais) e
  dinâmica apical: Nas plantas, a gema apical exerce um efeito inibidor sobre o
  desenvolvimento das gemas laterais. Com a eliminação do ápice de um caule.
  Rapidamente diversas gemas laterais passam a ser desenvolver, produzindo ramos.
  É o princípio da antiga técnica de jardinagem chamada poda. A auxina produzida
  pelo meristema apical é a responsável pela inibição das gemas laterais. Quando a
  gema apical é removida, cessa sua produção e as gemas laterais podem se
  desenvolver.
Gema axilar (lateral)
Tipos de ramificações:
• Sistema Monopodial:               • Sistema simpodial:
 ramos laterais no eixo principal     sem eixo principal. Ramos com
                                      crescimento limitado
Classificação dos Caules
                            Tronco - caule das árvores,
                           lenhoso, engrossa
                            Haste - caule das ervas, verde, mole
                           e fino (couve, feijoeiro, cravo e
                           salsinha)
              Eretos        Estípite - caule das palmeiras,
                           cilíndrico sem meristemas
                           secundários
Aéreos                      Colmo - caule das gramíneas,
                           dividido em gomos (bambu, cana-
                           de-açúcar).
                            Sarmentoso - que se agarra por
                           gavinhas (chuchu).
              Trepadores
                            Volúvel - que se enrola em um
                           suporte (lúpulo).
                            Estolão - rastejante que vai se
              Rastejantes
                           alastrando pelo chão (morangueiro).
              Rizoma - caule subterrâneo encontrado nas
             bananeiras, samambaias e outros vegetais.
               Tubérculo - ramo de caule que entumesce para
Subterrâneos
              armazenar reservas (batata-inglesa).
              Bulbo: Apresentam folhas que se sobrepõem
              umas as outras (cebola, lírio, tulipa, açafrão).
              Com parênquimas aeríferos que servem para
Aquáticos
             respiração e flutuação (elódea)
Caule aéreo tipo tronco
• Caule tipo estipe    • Caule tipo Colmo




                      •Caule tipo Haste (TANCHAGEM)
Caules aéreos trepadores
• Caule tipo volúvel   • Caule Sarmentoso
• Caule aéreo Rastejante - ESTOLÃO
  (morangueiro)
Caules Subterrâneos
• Bulbo              • Risomas




                                 • Tubérculo
Caules Aquáticos
 Exemplo: Caule de
 Elódea
Adaptações ou metamorfoses caulinares


 Suculento - acumula água para sobreviver às     Espinho - ramo modificado das plantas xerófitas
secas                                           para não perder água


 Cladódio - suculento achatado dos cactus. As    Xilopódio - subterrâneo, característico da região
folhas se transformam em espinhos               dos campos cerrados


 Alado - fino e ramificado com expansão achatada Bulbo tunicado - subterâneo formado por gema
lateral                                          protegida por folhas


 Gavinha - ramo modificado para fixação nas      Bulbo - semelhante, porém protegido por folhas
trepadeiras sarmentosas                         curtas, como escamas
• Acúleo é uma projeção na superfície da planta, sobretudo no caule,
  semelhante a um espinho. É uma espécie de pelo enrijecido
  formado por lignina ou pelo acumulo de substancias inorgânicas
  impregnadas junto à parede celular, e não tem qualquer conexão
  com o sistema vascular do caule (ao contrário dos espinhos),
  apresentando-se como uma peça "encaixada" sobre a superfície do
  mesmo a qual quando destacada permite a visualização de uma
  “cicatriz superficial, externa”. Tem a funçao de defesa. É uma
  estrutura relativamente comum entre as plantas, sobretudo nas
  Bombacaceae e nas Rosas.

• Em botânica, um espinho é um órgão axial ou apendicular, duro e
  pontiagudo, tais como os encontrados nas laranjeiras, resultantes
  da modificação de um ramo, folha, estípula ou raiz, constituído por
  tecido lignificado e vascular, e que se arrancado destrói o tecido
  subjacente. Geralmente espinhos são estruturas modificadas. Nas
  cactáceas os espinhos, por exemplo, são catafilos (folhas
  modificadas, com menor grau de organização que folhas comuns)
  para evitar perda d'água.
observar espinhos          Cladódios




                    Suculento
Observar as modificações
caulinares:
• Gavinhas
• Alado
• Xilopódio
Tipos de caules
Anatomia do Caule




Caules de Estrutura   Caules de Estrutura
     Eustélica             Astélica
Estrutura eustélica secundária de caule de dicotiledôneas



                   Súber                   Tecido de reserva secundário, pluriestraatificado

Casca
                   Felogênio               Meristema secundário que faz com que a casca engrosse

                   Feloderme               Parênquima secundário formado pelo felogênio


                   Floema secundário       Floema secundário formado pelo câmbio

Cilíndro central
                   Câmbio                  Meristema secundário que faz o cilíndro central engrossar

                                            Xilema secundário formado pelo câmbio, juntamente com
                   Xilema secundário
                                           fibras de esclerênquima forma a madeira.
Crescimento primário de dicotiledôneas
Crescimento secundário de dicotiledônea
• Crescimento do
  caule de uma
  dicotiledônea
Estrutura primária de monocotiledônea
• Floema
           • Xilema
           (elementos de vaso)

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Morfologia: Raiz, Caule e Folhas
Morfologia: Raiz, Caule e FolhasMorfologia: Raiz, Caule e Folhas
Morfologia: Raiz, Caule e Folhas
Aline Souza
 
FRUTOS.pptx
FRUTOS.pptxFRUTOS.pptx
FRUTOS.pptx
CrisnaiaraCndido
 
Frutos
FrutosFrutos
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Flores
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre FloresSlides da aula de Biologia (Renato) sobre Flores
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Flores
Turma Olímpica
 
Morfologia vegetal da inflorescência
Morfologia vegetal da inflorescênciaMorfologia vegetal da inflorescência
Morfologia vegetal da inflorescência
Joseanny Pereira
 
Planta: folha
Planta: folhaPlanta: folha
Planta: folha
00367p
 
Morfologia Vegetal - Caule
Morfologia Vegetal - Caule Morfologia Vegetal - Caule
Morfologia Vegetal - Caule
Bruno Djvan Ramos Barbosa
 
Folha
FolhaFolha
Folhas 2012 aula
Folhas 2012 aulaFolhas 2012 aula
Folhas 2012 aula
Priscila Belintani
 
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folha
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folhaMorfologia vegetal, semente raiz caule e folha
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folha
Marcos Albuquerque
 
CAULE.ppt
CAULE.pptCAULE.ppt
CAULE.ppt
CrisnaiaraCndido
 
Frutos e sementes
Frutos e sementesFrutos e sementes
Frutos e sementes
UERGS
 
Aula tecidos vegetais
Aula tecidos vegetaisAula tecidos vegetais
Aula tecidos vegetais
Ronaldo Professorr
 
Aula4 epiderme
Aula4 epidermeAula4 epiderme
Aula4 epiderme
Viviane Porto
 
Aula 5 Prof. Guth Berger
Aula 5 Prof. Guth BergerAula 5 Prof. Guth Berger
Aula 5 Prof. Guth Berger
Matheus Yuri
 
Aula nomenclatura botânica
Aula nomenclatura botânicaAula nomenclatura botânica
Aula nomenclatura botânica
Maria Betânia
 
1 introdução à botânica
1 introdução à botânica1 introdução à botânica
1 introdução à botânica
Cristóvão Lopes
 
Slides da aula de Biologia (Renato) Anatofisiologia Vegetal
Slides da aula de Biologia (Renato) Anatofisiologia VegetalSlides da aula de Biologia (Renato) Anatofisiologia Vegetal
Slides da aula de Biologia (Renato) Anatofisiologia Vegetal
Turma Olímpica
 
Folhas
FolhasFolhas
Morfologia e anatomia vegetal Caule
Morfologia e anatomia vegetal CauleMorfologia e anatomia vegetal Caule
Morfologia e anatomia vegetal Caule
profatatiana
 

Mais procurados (20)

Morfologia: Raiz, Caule e Folhas
Morfologia: Raiz, Caule e FolhasMorfologia: Raiz, Caule e Folhas
Morfologia: Raiz, Caule e Folhas
 
FRUTOS.pptx
FRUTOS.pptxFRUTOS.pptx
FRUTOS.pptx
 
Frutos
FrutosFrutos
Frutos
 
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Flores
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre FloresSlides da aula de Biologia (Renato) sobre Flores
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Flores
 
Morfologia vegetal da inflorescência
Morfologia vegetal da inflorescênciaMorfologia vegetal da inflorescência
Morfologia vegetal da inflorescência
 
Planta: folha
Planta: folhaPlanta: folha
Planta: folha
 
Morfologia Vegetal - Caule
Morfologia Vegetal - Caule Morfologia Vegetal - Caule
Morfologia Vegetal - Caule
 
Folha
FolhaFolha
Folha
 
Folhas 2012 aula
Folhas 2012 aulaFolhas 2012 aula
Folhas 2012 aula
 
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folha
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folhaMorfologia vegetal, semente raiz caule e folha
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folha
 
CAULE.ppt
CAULE.pptCAULE.ppt
CAULE.ppt
 
Frutos e sementes
Frutos e sementesFrutos e sementes
Frutos e sementes
 
Aula tecidos vegetais
Aula tecidos vegetaisAula tecidos vegetais
Aula tecidos vegetais
 
Aula4 epiderme
Aula4 epidermeAula4 epiderme
Aula4 epiderme
 
Aula 5 Prof. Guth Berger
Aula 5 Prof. Guth BergerAula 5 Prof. Guth Berger
Aula 5 Prof. Guth Berger
 
Aula nomenclatura botânica
Aula nomenclatura botânicaAula nomenclatura botânica
Aula nomenclatura botânica
 
1 introdução à botânica
1 introdução à botânica1 introdução à botânica
1 introdução à botânica
 
Slides da aula de Biologia (Renato) Anatofisiologia Vegetal
Slides da aula de Biologia (Renato) Anatofisiologia VegetalSlides da aula de Biologia (Renato) Anatofisiologia Vegetal
Slides da aula de Biologia (Renato) Anatofisiologia Vegetal
 
Folhas
FolhasFolhas
Folhas
 
Morfologia e anatomia vegetal Caule
Morfologia e anatomia vegetal CauleMorfologia e anatomia vegetal Caule
Morfologia e anatomia vegetal Caule
 

Destaque

TIPOS DE CAULES/Morfologia
TIPOS DE CAULES/MorfologiaTIPOS DE CAULES/Morfologia
TIPOS DE CAULES/Morfologia
Andreza Campos
 
O Caule
O CauleO Caule
Sais Minerais
Sais MineraisSais Minerais
Sais Minerais
MyenaF
 
Transpiracao vegetal
Transpiracao vegetal Transpiracao vegetal
Transpiracao vegetal
Alexandre Pusaudse
 
Xilema e floema
Xilema e floemaXilema e floema
Xilema e floema
00367p
 
Transpiração vegetal
Transpiração vegetalTranspiração vegetal
Transpiração vegetal
Andreas Hoskens
 

Destaque (6)

TIPOS DE CAULES/Morfologia
TIPOS DE CAULES/MorfologiaTIPOS DE CAULES/Morfologia
TIPOS DE CAULES/Morfologia
 
O Caule
O CauleO Caule
O Caule
 
Sais Minerais
Sais MineraisSais Minerais
Sais Minerais
 
Transpiracao vegetal
Transpiracao vegetal Transpiracao vegetal
Transpiracao vegetal
 
Xilema e floema
Xilema e floemaXilema e floema
Xilema e floema
 
Transpiração vegetal
Transpiração vegetalTranspiração vegetal
Transpiração vegetal
 

Semelhante a Caule

Caule 2012 aula
Caule 2012 aulaCaule 2012 aula
Caule 2012 aula
Priscila Belintani
 
óRgãos e tecidos vegetais
óRgãos e tecidos vegetaisóRgãos e tecidos vegetais
óRgãos e tecidos vegetais
aulasdoaris
 
óRgãos e tecidos vegetais
óRgãos e tecidos vegetaisóRgãos e tecidos vegetais
óRgãos e tecidos vegetais
aulasdoaris
 
MorfologiaVegetal.ppt
MorfologiaVegetal.pptMorfologiaVegetal.ppt
MorfologiaVegetal.ppt
Sabrina Nascimento
 
Orgaos vegetais
Orgaos vegetaisOrgaos vegetais
Orgaos vegetais
jonathacioly
 
Ctrl aula 2 gabarito avaliação de nivelamento e revisão de anatomia vegeta...
 Ctrl aula 2   gabarito avaliação de nivelamento e revisão de anatomia vegeta... Ctrl aula 2   gabarito avaliação de nivelamento e revisão de anatomia vegeta...
Ctrl aula 2 gabarito avaliação de nivelamento e revisão de anatomia vegeta...
Carol Castro
 
7º ano reino plantae 1
7º ano    reino plantae 17º ano    reino plantae 1
7º ano reino plantae 1
Simone Maia
 
MorfologiaVegeta, descricao egetall.pptx
MorfologiaVegeta, descricao egetall.pptxMorfologiaVegeta, descricao egetall.pptx
MorfologiaVegeta, descricao egetall.pptx
ManuelAlbertoBizeque
 
Reino vegetal
Reino vegetalReino vegetal
Morfologia vegetal 2o.m
Morfologia vegetal 2o.mMorfologia vegetal 2o.m
Morfologia vegetal 2o.m
le_firmino
 
Reino plantae[1]
Reino plantae[1]Reino plantae[1]
Reino plantae[1]
Roberto Bagatini
 
7º ano cap 12 e 13 angiospermas - órgãos
7º ano cap 12 e 13   angiospermas - órgãos7º ano cap 12 e 13   angiospermas - órgãos
7º ano cap 12 e 13 angiospermas - órgãos
ISJ
 
Aula 7 - RAIZ.pdf
Aula 7 - RAIZ.pdfAula 7 - RAIZ.pdf
Aula 7 - RAIZ.pdf
SimoneBragaTerra
 
Morfologia e anatomia de caule e raíz
Morfologia e anatomia de caule e raízMorfologia e anatomia de caule e raíz
Morfologia e anatomia de caule e raíz
letyap
 
2 caule e folhas
2 caule e folhas2 caule e folhas
2 caule e folhas
Cristóvão Lopes
 
Anatofisiologia vegetal
Anatofisiologia vegetalAnatofisiologia vegetal
Anatofisiologia vegetal
le_firmino
 
1 anokkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.pptx
1 anokkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.pptx1 anokkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.pptx
1 anokkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.pptx
VERONICA47548
 
Morfologiavegetalsementeraizcauleefolha 111108063906-phpapp01
Morfologiavegetalsementeraizcauleefolha 111108063906-phpapp01Morfologiavegetalsementeraizcauleefolha 111108063906-phpapp01
Morfologiavegetalsementeraizcauleefolha 111108063906-phpapp01
adrianapaulon
 
Forragicultura pucrs
Forragicultura   pucrsForragicultura   pucrs
Forragicultura pucrs
Marianny Miranda
 
Folha agronomia
Folha  agronomiaFolha  agronomia
Folha agronomia
Henrique Zini
 

Semelhante a Caule (20)

Caule 2012 aula
Caule 2012 aulaCaule 2012 aula
Caule 2012 aula
 
óRgãos e tecidos vegetais
óRgãos e tecidos vegetaisóRgãos e tecidos vegetais
óRgãos e tecidos vegetais
 
óRgãos e tecidos vegetais
óRgãos e tecidos vegetaisóRgãos e tecidos vegetais
óRgãos e tecidos vegetais
 
MorfologiaVegetal.ppt
MorfologiaVegetal.pptMorfologiaVegetal.ppt
MorfologiaVegetal.ppt
 
Orgaos vegetais
Orgaos vegetaisOrgaos vegetais
Orgaos vegetais
 
Ctrl aula 2 gabarito avaliação de nivelamento e revisão de anatomia vegeta...
 Ctrl aula 2   gabarito avaliação de nivelamento e revisão de anatomia vegeta... Ctrl aula 2   gabarito avaliação de nivelamento e revisão de anatomia vegeta...
Ctrl aula 2 gabarito avaliação de nivelamento e revisão de anatomia vegeta...
 
7º ano reino plantae 1
7º ano    reino plantae 17º ano    reino plantae 1
7º ano reino plantae 1
 
MorfologiaVegeta, descricao egetall.pptx
MorfologiaVegeta, descricao egetall.pptxMorfologiaVegeta, descricao egetall.pptx
MorfologiaVegeta, descricao egetall.pptx
 
Reino vegetal
Reino vegetalReino vegetal
Reino vegetal
 
Morfologia vegetal 2o.m
Morfologia vegetal 2o.mMorfologia vegetal 2o.m
Morfologia vegetal 2o.m
 
Reino plantae[1]
Reino plantae[1]Reino plantae[1]
Reino plantae[1]
 
7º ano cap 12 e 13 angiospermas - órgãos
7º ano cap 12 e 13   angiospermas - órgãos7º ano cap 12 e 13   angiospermas - órgãos
7º ano cap 12 e 13 angiospermas - órgãos
 
Aula 7 - RAIZ.pdf
Aula 7 - RAIZ.pdfAula 7 - RAIZ.pdf
Aula 7 - RAIZ.pdf
 
Morfologia e anatomia de caule e raíz
Morfologia e anatomia de caule e raízMorfologia e anatomia de caule e raíz
Morfologia e anatomia de caule e raíz
 
2 caule e folhas
2 caule e folhas2 caule e folhas
2 caule e folhas
 
Anatofisiologia vegetal
Anatofisiologia vegetalAnatofisiologia vegetal
Anatofisiologia vegetal
 
1 anokkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.pptx
1 anokkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.pptx1 anokkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.pptx
1 anokkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.pptx
 
Morfologiavegetalsementeraizcauleefolha 111108063906-phpapp01
Morfologiavegetalsementeraizcauleefolha 111108063906-phpapp01Morfologiavegetalsementeraizcauleefolha 111108063906-phpapp01
Morfologiavegetalsementeraizcauleefolha 111108063906-phpapp01
 
Forragicultura pucrs
Forragicultura   pucrsForragicultura   pucrs
Forragicultura pucrs
 
Folha agronomia
Folha  agronomiaFolha  agronomia
Folha agronomia
 

Último

A importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino MédioA importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino Médio
nunesly
 
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptxTREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
erssstcontato
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
katbrochier1
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
Manuais Formação
 
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdfAula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Marília Pacheco
 
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
SidneySilva523387
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
Manuais Formação
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
HelenStefany
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
Crisnaiara
 
Atividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docxAtividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docx
MARCELARUBIAGAVA
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
JoanaFigueira11
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
rloureiro1
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
vinibolado86
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
pamellaaraujo10
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
fran0410
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Simone399395
 
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdfCurativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
BiancaCristina75
 

Último (20)

A importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino MédioA importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino Médio
 
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptxTREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
 
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdfAula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
 
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
 
Atividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docxAtividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docx
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
 
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdfCurativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
 

Caule

  • 1. Caule Funções: • Condução de seivas; • Sustentação; • Armazenamento de reservas alimentares.
  • 2. Regiões do Caule Divisão: • Nós: região de onde parte uma folha • Internós: região compreendida entre dois nós consecutivos. • Gemas (apicais ou laterais): meristema primário protegido por pequenas folhas modificadas (escamas ou catáfilos).
  • 3. Figura 1. Microfotografia e diagrama do ápice caulinar de Coleus sp. e respectivos meristemas
  • 4. Gemas • Gemas, são regiões meristemáticas protegidas por primórdios foliares ou por escamas localizadas em diversos pontos do caule. As gemas costumam ser denominadas gemas terminais, quando ocorrem no ápice caulinar ou gemas laterais, quando ocorrem em axilas de folhas. Portanto gema caulinar é toda aquela que se localiza no caule, outra forma de se classificar as gemas é quanto à sua atividade meristemática. Denominamos gemas ativas aquelas que estão em atividade e inativas aquelas que não estão, durante o crescimento da planta, as gemas localizadas na região do ápice são gemas ativas, e as gemas localizadas abaixo do ápice, quase sempre são gemas inativas, mas mantém potencialidade de desenvolvimento, podendo entrar em atividade, de acordo com a necessidade do vegetal. • A característica exclusiva do caule é a existência de gemas laterais. São locais dotados de tecido embrionário (meristema) e que, ao entrarem em atividade, são capazes de originar ramos de caule, raiz, folhas ou flores. • São estimuladas pelo hormônio vegetal auxina.
  • 5. Poda – De uma maneira geral, podemos dizer que as podas são executadas para que façamos certas correções no desenvolvimento das plantas, de acordo com as necessidades de luz, adubação e irrigação, ou seja, para mantermos a planta saudável e com um desempenho adequado às suas características. É um importante recurso utilizado para obtermos resultados concretos na produção de muitos tipos de plantas e árvores. Desta maneira, torna-se uma técnica economicamente muito importante para agricultores, pois pode representar aumento na produtividade e maiores lucros. – Existem três tipos básicos de podas, que são executadas de acordo com a planta e o objetivo do cultivo. São elas a poda de produção, a poda de limpeza e a poda de formação. A poda de produção, como o nome já explica, visa aumentar a produção e a produtividade de uma planta. É amplamente utilizada no cultivo comercial de frutíferas, por exemplo. Para que este tipo de poda surta os melhores efeitos, o agricultor deverá conhecer muito bem o processo vegetativo das plantas, sob o risco de diminuir a produtividade, ao invés de aumentá-la. – A poda de limpeza é a mais conhecida, utilizada não só em grandes plantações mas, também, em jardinagem caseira. Esta modalidade visa eliminar galhos ou ramos mortos, secos, ou que apresentem má formação. Isto faz com que a energia vital da planta não seja "desperdiçada" com estes ramos ou galhos problemáticos, ajudando no melhor desenvolvimento do vegetal. Por último, existe a poda de formação que é feita no início da vida do vegetal, quando este atinge um certo tamanho e precise sofrer uma correção no rumo de seu desenvolvimento. Este procedimento faz com que as plantas cresçam mais fortes, com boa formação de arbustos, frutificações, etc. e principalmente, alcancem o máximo de sua produtividade através de uma condição bastante saudável. – Auxina (Hormônio Vegetal que promove o crescimento dos tecidos vegetais) e dinâmica apical: Nas plantas, a gema apical exerce um efeito inibidor sobre o desenvolvimento das gemas laterais. Com a eliminação do ápice de um caule. Rapidamente diversas gemas laterais passam a ser desenvolver, produzindo ramos. É o princípio da antiga técnica de jardinagem chamada poda. A auxina produzida pelo meristema apical é a responsável pela inibição das gemas laterais. Quando a gema apical é removida, cessa sua produção e as gemas laterais podem se desenvolver.
  • 7. Tipos de ramificações: • Sistema Monopodial: • Sistema simpodial: ramos laterais no eixo principal sem eixo principal. Ramos com crescimento limitado
  • 8. Classificação dos Caules Tronco - caule das árvores, lenhoso, engrossa Haste - caule das ervas, verde, mole e fino (couve, feijoeiro, cravo e salsinha) Eretos Estípite - caule das palmeiras, cilíndrico sem meristemas secundários Aéreos Colmo - caule das gramíneas, dividido em gomos (bambu, cana- de-açúcar). Sarmentoso - que se agarra por gavinhas (chuchu). Trepadores Volúvel - que se enrola em um suporte (lúpulo). Estolão - rastejante que vai se Rastejantes alastrando pelo chão (morangueiro). Rizoma - caule subterrâneo encontrado nas bananeiras, samambaias e outros vegetais. Tubérculo - ramo de caule que entumesce para Subterrâneos armazenar reservas (batata-inglesa). Bulbo: Apresentam folhas que se sobrepõem umas as outras (cebola, lírio, tulipa, açafrão). Com parênquimas aeríferos que servem para Aquáticos respiração e flutuação (elódea)
  • 10. • Caule tipo estipe • Caule tipo Colmo •Caule tipo Haste (TANCHAGEM)
  • 11. Caules aéreos trepadores • Caule tipo volúvel • Caule Sarmentoso
  • 12. • Caule aéreo Rastejante - ESTOLÃO (morangueiro)
  • 13. Caules Subterrâneos • Bulbo • Risomas • Tubérculo
  • 14. Caules Aquáticos Exemplo: Caule de Elódea
  • 15. Adaptações ou metamorfoses caulinares Suculento - acumula água para sobreviver às Espinho - ramo modificado das plantas xerófitas secas para não perder água Cladódio - suculento achatado dos cactus. As Xilopódio - subterrâneo, característico da região folhas se transformam em espinhos dos campos cerrados Alado - fino e ramificado com expansão achatada Bulbo tunicado - subterâneo formado por gema lateral protegida por folhas Gavinha - ramo modificado para fixação nas Bulbo - semelhante, porém protegido por folhas trepadeiras sarmentosas curtas, como escamas
  • 16. • Acúleo é uma projeção na superfície da planta, sobretudo no caule, semelhante a um espinho. É uma espécie de pelo enrijecido formado por lignina ou pelo acumulo de substancias inorgânicas impregnadas junto à parede celular, e não tem qualquer conexão com o sistema vascular do caule (ao contrário dos espinhos), apresentando-se como uma peça "encaixada" sobre a superfície do mesmo a qual quando destacada permite a visualização de uma “cicatriz superficial, externa”. Tem a funçao de defesa. É uma estrutura relativamente comum entre as plantas, sobretudo nas Bombacaceae e nas Rosas. • Em botânica, um espinho é um órgão axial ou apendicular, duro e pontiagudo, tais como os encontrados nas laranjeiras, resultantes da modificação de um ramo, folha, estípula ou raiz, constituído por tecido lignificado e vascular, e que se arrancado destrói o tecido subjacente. Geralmente espinhos são estruturas modificadas. Nas cactáceas os espinhos, por exemplo, são catafilos (folhas modificadas, com menor grau de organização que folhas comuns) para evitar perda d'água.
  • 17. observar espinhos Cladódios Suculento
  • 18. Observar as modificações caulinares: • Gavinhas • Alado • Xilopódio
  • 20.
  • 21. Anatomia do Caule Caules de Estrutura Caules de Estrutura Eustélica Astélica
  • 22. Estrutura eustélica secundária de caule de dicotiledôneas Súber Tecido de reserva secundário, pluriestraatificado Casca Felogênio Meristema secundário que faz com que a casca engrosse Feloderme Parênquima secundário formado pelo felogênio Floema secundário Floema secundário formado pelo câmbio Cilíndro central Câmbio Meristema secundário que faz o cilíndro central engrossar Xilema secundário formado pelo câmbio, juntamente com Xilema secundário fibras de esclerênquima forma a madeira.
  • 23.
  • 24. Crescimento primário de dicotiledôneas
  • 25. Crescimento secundário de dicotiledônea
  • 26. • Crescimento do caule de uma dicotiledônea
  • 27.
  • 28.
  • 29. Estrutura primária de monocotiledônea
  • 30. • Floema • Xilema (elementos de vaso)