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Controle de Plantas Daninhas
Correção Avaliação de Nivelamento
12/02/2014
Questão 1
Questão 1

• 1. EPIDERME: A epiderme das plantas vasculares
é um tecido formado, de modo geral, por uma
única camada de células de formato irregular,
achatadas, vivas e aclorofiladas. É um tecido de
revestimento típico de órgãos jovens (raiz, caule e
folhas). A epiderme de uma raiz mostra uma
camada cilíndrica de revestimento, com uma
zona pilífera, cujos pelos nada mais são do que
extensões de uma célula epidérmica.
Questão 1

• XILEMA ou lenho e o FLOEMA ou líber, são
tecidos vasculares das plantas traqueófitas, ou
seja, plantas portadoras de vasos que realizam o
transporte de seiva nos organismos vegetais:
pteridófitas, gimnospermas e angiospermas,
comunicando o sistema radicular às estruturas
foliares, intermediada pelo caule.
Questão 1

• O transporte de seiva bruta, constituída por água e
sais minerais, conduzida pelo xilema, é realizado a
partir da capacidade de absorção pelas raízes e
distribuição para todo o restante da planta com
destino essencial às folhas.
• Já o transporte de seiva elaborada, constituída por
substâncias orgânicas sintetizadas na fotossíntese,
tem sua condução pelo floema, partindo das folhas
em direção aos demais órgãos, principalmente os de
reserva energética (raízes e caule).
Questão 1
Questão 1
Questão 1
Questão 1

• MERISTEMA e COIFA:
• Coifa é o órgão em forma de cone encontrado no fim da raiz e que tem como
função proteger o o meristema apical da raiz. As células mais externas vão
morrendo e caindo por descamação, sendo substituída por outras que lhe são
subjacentes.
A principal função da coifa é proteger a extremidade da raiz, - células
meristématicas - contra o atrito com as partículas do solo, durante o
crescimento. Nas plantas aquáticas a coifa não se destrói, sendo
especialmente desenvolvida e podendo ser formada por diversas camadas
superpostas. Sua função é proteger os delicados tecidos meristemáticos da
ponta da raiz contra o ataque de microrganismos, como bactérias, fungos e
animalículos comuns na água. Nas plantas epífitas, a coifa também permanece
e acompanha o crescimento da raiz evitando a dessecação do ápice. A coifa,
falta nas raízes sugadoras como a do cipó-chumbo. A coifa das plantas
aquáticas bem como a das epífitas, carecem de função absorvente
Questão 2
Questão 2
• Cutícula Vegetal é uma cobertura de cera produzida unicamente pelas células
epidérmicas das folhas, brotos jovens e outros tipos de órgãos de plantas
aeróbicas. A cutícula tende a ser uma densa camada lipídica localizada sobre a
folha, com a função de proteger a planta contra a desidratação. No entanto
essa estrutura não é encontrada apenas em pantas de ambientes secos, mas
também é encontrada em células de locais úmidos.
A cutícula vegetal pode vir impregnada de cera, cristais de sílica ou resina. Sua
principal função é de proteção contra a perda excessiva de água. Porém há
também outras funções como:
Impermeabilidade a absorção excessiva de água;
Alguns herbicidas utilizados na agricultura possuem seletividade a diferentes
tipos de planta, ou seja, produzem seus efeitos em uma planta e não produzem
em outra, mesmo estas tendo recebido mesmas doses de aplicação. Uma das
causas desta seletividade deve-se a espessura da cutícula da planta;
O desenvolvimento da cutícula está diretamente ligado à exposição a luz.
Quanto mais luminosidade, maior será a produção de cutícula pela folha.
Questão 2
• A epiderme é o tecido de revestimento primário originado da protoderme,
geralmente de camada única (unisseriado) e não possui espaços intercelulares.
Em órgãos aéreos, é revestida pela cutícula, que reduz o ressecameto. Pode ser
substituída por um tecido secundário a periderme.
• Pode apresentar uma grande variedade de estruturas como papilas, escamas,
estômatos, acúleos, espinhos e tricomas (pêlos). Acúleos são expansões
pluricelulares pontiagudas da epiderme com função de defesa, são fáceis de
remover e são diferentes dos espinhos que são folhas modificadas. Espinhos
são modificações do caule ou da folha. Papilas são células onduladas presentes
em flores (pétalas principalmente) que lhe dão um aspecto aveludado, podem
produzir perfumes e néctar. Às vezes são consideradas um tipo de tricoma.
Tricomas são apêndices da epiderme originados de células chamadas
tricoblastos e podem ser uni ou pluricelulares e de estrutura variada. Evitam o
aquecimento excessivo, evitam ou facilitam perda de água, digerem presas,
protegem contra predadores e ajudam na dispersão de sementes (algodão).
Questão 2
• Estômatos ou estomas são estruturas constituídas por um
conjunto de células localizadas na epiderme dos traqueófitos,
especialmente na epiderme inferior das folhas, com a função
de estabelecer comunicação do meio interno com a
atmosfera, constituindo-se em um canal para a troca de gases
e a transpiração do vegetal.
• Os estômatos servem para trocas gasosas, porém ao fazerem
isso também deixam uma via aberta para perda de água pela
planta; ou seja, são como válvulas que regulam a entrada e
saída de gases e a saída de água. De maneira muito simples:
Quando a planta está com água em excesso ele abre, quando
está com água em pequena quantidade ele fecha para evitar a
perda.
Questão 3
Questão 3
• A semente é o óvulo modificado e desenvolvido. Toda a
semente possui um envoltório, mais ou menos rígido, um
embrião inativo da futura planta e um material de reserva
alimentar chamado endosperma ou albúmen.
Em condições ambientais favoráveis, principalmente de
umidade, ocorre a hidratação da semente e pode ser iniciada
a germinação.
• Todo o embrião contido em uma semente de angiosperma é
um eixo formado por duas extremidades:
• A radícula, que é a primeira estrutura a emergir, quando o
embrião germina; e
• O caulículo, responsável pela formação das primeiras folhas
embrionárias.
Questão 3
• Uma “folha” embrionária merece especial atenção.
É o cotilédone. Algumas angiospermas possuem
dois cotilédones, outras possuem apenas um.
Plantas que possuem dois cotilédones, são
chamadas de eudicotiledôneas e plantas que
possuem um cotilédone sã chamadas de
monocotiledôneas. Os cotilédones inserem-se no
caulículo, que dará origem ao caule.
• Hipocótilo (hipo = abaixo; cotiledon = cotilédone) é
a parte do eixo (caule) do embrião ou plântula
situada entre o ponto de inserção dos cotilédones e
aquele em que tem início a radícula.
Questão 3
Questão 3
• Gema terminal ou gema apical é uma região meristemática situada
no ápice de um ramo. É responsável pelo crescimento vertical
da planta.
• A gemas axilares podem ser encontradas na junção dos ramos com
o pecíolo de uma planta. À medida que o meristema apical cresce e
vai formando folhas, uma região de células é deixada para trás entre o
ramo e a folha. Estão normalmente dormentes, inibidas
pelo hormônio auxina, produzida pelo meristema apical. Se o
meristema for removido ou tiver crescido de maneira a que a
distância para a gema axilar seja grande, esta poderá tornar-se ativa
(não sofre mais de inibição pela auxina). Tal como o meristema apical,
as gemas axilares poderão dar ramos ou flores.
• O AIA (Ácido Indolilacético) produzido nas gemas apicais desloca-se
polarizado para a base. As gemas laterais (axilares), recebendo esse
hormônio, ficam inibidas no seu desenvolvimento. Dizemos que o AIA
produzido na gema apical provoca a dormência das gemas laterais,
fenômeno conhecido por DOMINÂNCIA APICAL.
Questão 3

Quando PODAMOS uma
planta, retiramos as
gemas apicais. Dessa
maneira, cessa-se a
inibição e, rapidamente
as gemas laterais se
desenvolvem.
Ex: Fito na soja por
defensivo de contato
Questão 4

• Raiz axial, raiz pivotante ou raiz
primária apresentam raiz principal,
com coifa maior do que as demais,
seu comprimento é maior que o das
outras. E também possui
ramificações ou raízes secundárias.
São características de
eudicotiledôneas. A raiz principal
tem função de fixação no solo, e as
raízes secundárias a função de
absorção de nutrientes e água.
Questão 4
• Raiz fasciculada ou raiz em cabeleira gramíneas e outras hipocotiledóneas
têm um sistema de raiz fibroso,
caracterizado por uma massa de raízes
aproximadamente de igual diâmetro.
Esse sistema de raízes é denominado
de raiz múltipla, ramificada ou
fasciculada e não surge como os ramos
da primeira raiz, como no caso das
raízes axiais; em vez disso, consiste de
numerosas raízes em feixes que
emergem da base do caule e tem
tamanho maior do que a folha. São
características das monocotiledônias.
Questão 4
• Raiz tuberosa - contém grande reserva de
substância nutritiva e é muito utilizada na nossa
alimentação. Como exemplo dessas raízes, podemos
citar a mandioca, cenoura, o nabo, o cará, a batatadoce.
• Obs.: Não confundir raiz tuberosa com caule
tuberoso: a planta com raiz tuberosa possui o caule
e as folhas fora do solo, ex: mandioca. Os caules
tuberosos são aqueles que possuem o caule e a raiz
debaixo da superfície do solo.
Questão 4
• Utilidades para o homem:
• Algumas raízes são comestíveis, como a cenoura,
o ginseng, o nabo o rabanete a mandioca e a beterraba.
• Estas raízes não devem ser confundidas
com tubérculos como a batata, nem bulbos como
a cebola, pois estes são caules subterrâneos, e não
raízes.
• Algumas raízes são consideradas medicinais (como o
próprio ginseng). Um grupo brasileiro chegou a
pesquisar, em 1979, os efeitos anticancerígenos das
raízes de Ternstroemia brasiliensis, uma Theaceae.
Questão 5

• PLÂNTULA é o embrião vegetal que começa a
desenvolver-se pelo ato da germinação. Pode
estar ainda dentro da semente ou também ser
uma planta recém nascida.
• Geralmente é formado por uma ou duas folhas
que podem ser bem diferentes das outras
folhas. É a plantinha baby que acabou de
nascer.
Questão 6

• “Cultura perene" ou “cultura permanente" – são
espécies com ciclo de vida longo, que não
precisa ser semeada ou plantada após um ciclo
para que se obtenha o próximo, por exemplo,
frutíferas em geral como citrus, goiabeira, café,
pimenta, pastagens, etc.
• “Culturas anuais" são aquelas que têm uma
única produção, ou seja, após a sua produção
ela "morre“, finaliza seu ciclo com sua produção.
É preciso semear novamente para ter uma nova
produção, por exemplo soja, amendoim, arroz,
cevada, trigo, milho etc.;
Questão 6
• O termo cultura semi-perene designa uma cultura que é
quase perene. No entanto, não se pode usar esse termo
para este tipo de cultura, pois a necessidade de plantio
geralmente ocorre em um período de tempo menor do que
o das culturas perenes propriamente ditas que podem durar
muito e muitos anos, como algumas plantações de café que
atingem até mais de 40 anos.
• O melhor exemplo de "cultura semi perene" é a cana-deaçúcar, que tem um número de cortes pré determinado, ou
seja, uma "mesma" planta (na verdade depois de cortada, a
cana rebrota) pode produzir economicamente bem por 4 a 5
anos.
• Além da cana, a mandioca, e a banana são consideradas
culturas semi-perenes. E, dependendo do manejo, eucalipto.
Questão 7
• A. Erosão laminar: Aquela que ocorre quando o escoamento
da água lava a superfície do terreno, de forma homogênea,
transportando as partículas em suspensão, sem formar
canais preferenciais. É um dos mais importantes desastres
de evolução gradual que ocorre no País.
• B. Lixiviação: processo pelo qual os elementos químicos do
solo migram, de forma passiva, das camadas mais
superficiais de um solo para as camadas mais profundas, em
decorrência de um processo de lavagem devido à ação da
água da chuva ou de irrigação, tornando-se indisponíveis
para as plantas. Nas regiões de clima úmido, os solos
tornam-se estéreis com poucos anos de uso, devido, em
grande parte, aos efeitos da lixiviação. A lixiviação também
ocorre em vazadouros e aterros de resíduos, quando são
dissolvidos e carreados certos poluentes ali presentes para
os corpos d'água superficiais e subterrâneos. (Embrapa)
Nota: Milheto é conhecido como bomba de K, reciclando-o.
Questão 7

• C. Desfragmentação do solo: quebra da estrutura
natural do solo, por via mecânica ou natural,
provocada pela ação da chuva em solos sem
cobertura vegetal e pelo homem, através de
implementos agrícolas como grade e arado.
Questão 8
• Alelopatia: processo que envolve metabólitos secundários
produzidos por plantas, algas, bactérias e fungos que
influenciam o crescimento e desenvolvimento de sistemas
biológicos.
• Alelopatia ocorre quando as plantas liberam substâncias
químicas no meio ambiente que provocam efeitos no
desenvolvimento ou inibição na germinação de outras
espécies vegetais. As substâncias liberadas são absorvidas
pelas raízes e penetram na planta. Elas podem reduzir o
crescimento inicial e depois inibí-lo. As substâncias
alelopáticas são encontradas em diferentes concentrações,
em qualquer parte da planta e durante o período de vida
dela. Liberadas em quantidades suficientes, estas
substâncias causam inibição ou estimulação da
germinação, crescimento e desenvolvimento da planta, e
no desenvolvimento de microorganismos.
Questão 8

• As substâncias alelopáticas são liberadas por
volatilização das folhas, lixiviação dos resíduos
das folhas, decomposição dos resíduos e dos
exsudatos das raízes e pela exsudação das raízes.
• Várias culturas exibem forte alelopatia,
principalmente das culturas subsquentes. Muitos
desses efeitos, tais como em Triticum aestivum
(trigo), Oryza sativa (arroz), Zea mays (milho),
Brassica spp. (canola, couve) e Secale cereale
(centeio), são atribuídos à decomposição do
resíduo das folhas no campo após colheita.
Questão 8

• Trigo, triticale, aveia, centeio, nabo, tremoço e
colza apresentam efeito inibidor de germinação e
desenvolvimento em capim marmelada
(Brachiaria plantaginea), capim carrapicho
(Cenchurs echinatus) e Amendoim Bravo ou
Leiteiro (Euphorbia heterophiyla) (Almeida &
Rodrigues, 1985).
Questão 8
• Trigo, triticale, aveia, centeio, nabo, tremoço e colza
apresentam efeito inibidor de germinação e
desenvolvimento em capim marmelada (Brachiaria
plantaginea), capim carrapicho (Cenchurs echinatus)
e Amendoim Bravo ou Leiteiro (Euphorbia
heterophiyla) (Almeida & Rodrigues, 1985).
• Entre as plantas daninhas as principais que exibem
alelopatia são: Tiririca (Cyperus rotundus), Corda de
Viola (Ipomoea sp.), Desmódio ou pega-pega
(Desmodium tortuosum), Caruru (Amaranthus
viridis), Picão preto (Bidens pilosa), entre outras.
Questão 9

• Dormência: “Dormência é o estado de repouso
fisiológico em que a semente, em função da sua
estrutura ou composição química, possui um ou
mais mecanismos bloqueadores da germinação”.
(Villiers, 1972).
• Quando a semente não germina embora
colocadas sob condições favoráveis a germinação
• Quiescência: Quando uma Semente não germina
devido a algum fator ambiental desfavorável, mas
a semente está pronta para germinar. Tão logo o
fator seja retirado a semente quiescente
abandona este estado e germina.
Questão 9
•

Uma vez dispersa da planta-mãe, a semente representa um organismo autônomo, sendo
que a continuidade do desenvolvimento do embrião dependerá de uma série de fatores,
seja da própria semente, seja do ambiente. Para que o crescimento do embrião possa
ser retomado –isto é, para que ocorra a germinação–, primeiramente é preciso que as
condições dos ambientes químico e físico sejam favoráveis a esse processo. Assim, por
exemplo, é necessário que a disponibilidade de água, a temperatura e a concentração de
oxigênio no meio não limitem o metabolismo germinativo. Uma semente quiescente é
aquela que inicia e completa o processo germinativo quando não existe insuficiência de
fatores do ambiente e não há a presença de elementos tóxicos (como indicadores
químicos capazes de impedir a germinação. Em suma desde que não haja restrição do
meio, uma semente quiescente germinará em um período relativamente curto,
produzindo uma plântula.
Entretanto, há muito constatou-se que algumas sementes não germinam mesmo
quando colocadas em condições ambientais aparentemente favoráveis. Tais sementes –
denominadas dormentes – apresentam alguma restrição interna ou sistêmica à
germinação, restrição esta que deve ser superada a fim de que o processo germinativo
ocorra. Assim, a dormência em sementes é causada por um bloqueio situado na própria
semente ou na unidade de dispersão ao contrário da quiescência, que é provocada pela
ausência ou insuficiência de um ou mais fatores externos necessários à germinação.
CARDOSO, Victor José Cardoso. Dormência estabelecimento do processo. In: FERREIRA,
Gui & BORGHETTI, Fabian (Org.). Germinação: do básico ao aplicado. Porto Alegre:
ARTMED, 2004.
Questão 10
• A. TUBÉRCULO: Em botânica, tubérculo
se refere ao caule arredondado que
algumas plantas verdes desenvolvem
abaixo da superfície do solo como
órgãos de reserva de energia. O
exemplo mais conhecido é a batatainglesa.
• Possui pequenas folhas escamosas e
gemas minúsculas conhecidas como
"olhos". Esses "olhos" brotam, dando
origem a novas plantas, que retiram seu
alimento do tubérculo, até que as
próprias raízes e folhas se formem.3
• Não confundir com raízes tuberosas, como a batata-doce e a mandioca,
que têm a mesma localização e função,
porém com estruturas bem diferentes.
Questão 10
• B. ESTOLÃO: ou estolho é um tipo
de caule que cresce paralelamente
ao chão, produzindo gemas de
espaço em espaço. Essas gema
podem formar raízes e folhas e
originar novas plantas.
• Ex: Morango, hortelã, melancia,
gramíneas.
Questão 10
• C. RIZOMAS: são caules subterrâneos que acumulam substâncias
nutritivas. Em alguns rizomas ocorre acúmulo de material nutritivo em
certas regiões, formando tubérculos. Rizomas podem ser distinguidos
de raízes pelo fato de apresentarem gemas laterais. O GENGIBRE, usado
como tempero na cozinha oriental, é um caule tipo rizoma.
• A batata-inglesa possui um caule subterrâneo que forma tubérculos, as
batatas, um dos alimentos mais consumidos no mundo
Questão 10
• D. BULBO: são estruturas complexas
formadas pelo caule e por folhas
modificadas. Os bulbos costumam ser
classificados em três tipos: tunicado,
escamoso e cheio.
O exemplo clássico de bulbo tunicado é a
CEBOLA, cuja porção central, chamada prato,
é pouco desenvolvida. Da parte superior do
prato partem folhas modificadas, muito ricas
em substâncias nutritivas: são os catafilos,
que formam a cabeça da cebola. Da porção
inferior do prato partem as raízes.
O bulbo escamoso difere do tunicado pelo
fato dos catafilos se disporem como escamas
parcialmente sobrepostas. Esse tipo de bulbo
é encontrado no LÍRIO.
No caso do bulbo cheio, as escamas são
menos numerosas e revestem o bulbo como
se fosse uma casca. Bulbos cheios estão
presentes na PALMA.
Questão 10

• E. GAVINHAS: são ramos modificados que servem
para a fixação de plantas trepadeiras. Ao
encontrar um substrato adequado as gavinhas
crescem enrolando-se sobre ele.
• Exemplos: Maracujá, Chuchu, Corda de Viola.
Espinhos são ramos curtos, resistentes e com ponta
afiada, cuja função é proteger a planta, afastando dela
animais que poderiam danificá-la.Os espinhos tanto
podem surgir por modificações de folhas, como nas
cactáceas, como se originar do caule. Nesse caso
forma-se nas axilas das folas, a partir de uma gema
axilar, como ocorre nos limoeiros e laranjeiras.
Nas roseiras não há espinhos verdadeiros e sim
acúleos, estruturas afiadas originadas da epiderme, o
que explica serem facilmente destacáveis da planta,
ao contrário dos espinhos.
Não comemos os frutos
Lista de emails para receber essa apresentação

+
um PDF de trabalho científico sobre Dormência,
Quiescência e Germinação de sementes. UNESP,
2009.

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  • 1. Controle de Plantas Daninhas Correção Avaliação de Nivelamento 12/02/2014
  • 3. Questão 1 • 1. EPIDERME: A epiderme das plantas vasculares é um tecido formado, de modo geral, por uma única camada de células de formato irregular, achatadas, vivas e aclorofiladas. É um tecido de revestimento típico de órgãos jovens (raiz, caule e folhas). A epiderme de uma raiz mostra uma camada cilíndrica de revestimento, com uma zona pilífera, cujos pelos nada mais são do que extensões de uma célula epidérmica.
  • 4. Questão 1 • XILEMA ou lenho e o FLOEMA ou líber, são tecidos vasculares das plantas traqueófitas, ou seja, plantas portadoras de vasos que realizam o transporte de seiva nos organismos vegetais: pteridófitas, gimnospermas e angiospermas, comunicando o sistema radicular às estruturas foliares, intermediada pelo caule.
  • 5. Questão 1 • O transporte de seiva bruta, constituída por água e sais minerais, conduzida pelo xilema, é realizado a partir da capacidade de absorção pelas raízes e distribuição para todo o restante da planta com destino essencial às folhas. • Já o transporte de seiva elaborada, constituída por substâncias orgânicas sintetizadas na fotossíntese, tem sua condução pelo floema, partindo das folhas em direção aos demais órgãos, principalmente os de reserva energética (raízes e caule).
  • 9. Questão 1 • MERISTEMA e COIFA: • Coifa é o órgão em forma de cone encontrado no fim da raiz e que tem como função proteger o o meristema apical da raiz. As células mais externas vão morrendo e caindo por descamação, sendo substituída por outras que lhe são subjacentes. A principal função da coifa é proteger a extremidade da raiz, - células meristématicas - contra o atrito com as partículas do solo, durante o crescimento. Nas plantas aquáticas a coifa não se destrói, sendo especialmente desenvolvida e podendo ser formada por diversas camadas superpostas. Sua função é proteger os delicados tecidos meristemáticos da ponta da raiz contra o ataque de microrganismos, como bactérias, fungos e animalículos comuns na água. Nas plantas epífitas, a coifa também permanece e acompanha o crescimento da raiz evitando a dessecação do ápice. A coifa, falta nas raízes sugadoras como a do cipó-chumbo. A coifa das plantas aquáticas bem como a das epífitas, carecem de função absorvente
  • 11. Questão 2 • Cutícula Vegetal é uma cobertura de cera produzida unicamente pelas células epidérmicas das folhas, brotos jovens e outros tipos de órgãos de plantas aeróbicas. A cutícula tende a ser uma densa camada lipídica localizada sobre a folha, com a função de proteger a planta contra a desidratação. No entanto essa estrutura não é encontrada apenas em pantas de ambientes secos, mas também é encontrada em células de locais úmidos. A cutícula vegetal pode vir impregnada de cera, cristais de sílica ou resina. Sua principal função é de proteção contra a perda excessiva de água. Porém há também outras funções como: Impermeabilidade a absorção excessiva de água; Alguns herbicidas utilizados na agricultura possuem seletividade a diferentes tipos de planta, ou seja, produzem seus efeitos em uma planta e não produzem em outra, mesmo estas tendo recebido mesmas doses de aplicação. Uma das causas desta seletividade deve-se a espessura da cutícula da planta; O desenvolvimento da cutícula está diretamente ligado à exposição a luz. Quanto mais luminosidade, maior será a produção de cutícula pela folha.
  • 12. Questão 2 • A epiderme é o tecido de revestimento primário originado da protoderme, geralmente de camada única (unisseriado) e não possui espaços intercelulares. Em órgãos aéreos, é revestida pela cutícula, que reduz o ressecameto. Pode ser substituída por um tecido secundário a periderme. • Pode apresentar uma grande variedade de estruturas como papilas, escamas, estômatos, acúleos, espinhos e tricomas (pêlos). Acúleos são expansões pluricelulares pontiagudas da epiderme com função de defesa, são fáceis de remover e são diferentes dos espinhos que são folhas modificadas. Espinhos são modificações do caule ou da folha. Papilas são células onduladas presentes em flores (pétalas principalmente) que lhe dão um aspecto aveludado, podem produzir perfumes e néctar. Às vezes são consideradas um tipo de tricoma. Tricomas são apêndices da epiderme originados de células chamadas tricoblastos e podem ser uni ou pluricelulares e de estrutura variada. Evitam o aquecimento excessivo, evitam ou facilitam perda de água, digerem presas, protegem contra predadores e ajudam na dispersão de sementes (algodão).
  • 13. Questão 2 • Estômatos ou estomas são estruturas constituídas por um conjunto de células localizadas na epiderme dos traqueófitos, especialmente na epiderme inferior das folhas, com a função de estabelecer comunicação do meio interno com a atmosfera, constituindo-se em um canal para a troca de gases e a transpiração do vegetal. • Os estômatos servem para trocas gasosas, porém ao fazerem isso também deixam uma via aberta para perda de água pela planta; ou seja, são como válvulas que regulam a entrada e saída de gases e a saída de água. De maneira muito simples: Quando a planta está com água em excesso ele abre, quando está com água em pequena quantidade ele fecha para evitar a perda.
  • 15. Questão 3 • A semente é o óvulo modificado e desenvolvido. Toda a semente possui um envoltório, mais ou menos rígido, um embrião inativo da futura planta e um material de reserva alimentar chamado endosperma ou albúmen. Em condições ambientais favoráveis, principalmente de umidade, ocorre a hidratação da semente e pode ser iniciada a germinação. • Todo o embrião contido em uma semente de angiosperma é um eixo formado por duas extremidades: • A radícula, que é a primeira estrutura a emergir, quando o embrião germina; e • O caulículo, responsável pela formação das primeiras folhas embrionárias.
  • 16. Questão 3 • Uma “folha” embrionária merece especial atenção. É o cotilédone. Algumas angiospermas possuem dois cotilédones, outras possuem apenas um. Plantas que possuem dois cotilédones, são chamadas de eudicotiledôneas e plantas que possuem um cotilédone sã chamadas de monocotiledôneas. Os cotilédones inserem-se no caulículo, que dará origem ao caule. • Hipocótilo (hipo = abaixo; cotiledon = cotilédone) é a parte do eixo (caule) do embrião ou plântula situada entre o ponto de inserção dos cotilédones e aquele em que tem início a radícula.
  • 18. Questão 3 • Gema terminal ou gema apical é uma região meristemática situada no ápice de um ramo. É responsável pelo crescimento vertical da planta. • A gemas axilares podem ser encontradas na junção dos ramos com o pecíolo de uma planta. À medida que o meristema apical cresce e vai formando folhas, uma região de células é deixada para trás entre o ramo e a folha. Estão normalmente dormentes, inibidas pelo hormônio auxina, produzida pelo meristema apical. Se o meristema for removido ou tiver crescido de maneira a que a distância para a gema axilar seja grande, esta poderá tornar-se ativa (não sofre mais de inibição pela auxina). Tal como o meristema apical, as gemas axilares poderão dar ramos ou flores. • O AIA (Ácido Indolilacético) produzido nas gemas apicais desloca-se polarizado para a base. As gemas laterais (axilares), recebendo esse hormônio, ficam inibidas no seu desenvolvimento. Dizemos que o AIA produzido na gema apical provoca a dormência das gemas laterais, fenômeno conhecido por DOMINÂNCIA APICAL.
  • 19. Questão 3 Quando PODAMOS uma planta, retiramos as gemas apicais. Dessa maneira, cessa-se a inibição e, rapidamente as gemas laterais se desenvolvem. Ex: Fito na soja por defensivo de contato
  • 20. Questão 4 • Raiz axial, raiz pivotante ou raiz primária apresentam raiz principal, com coifa maior do que as demais, seu comprimento é maior que o das outras. E também possui ramificações ou raízes secundárias. São características de eudicotiledôneas. A raiz principal tem função de fixação no solo, e as raízes secundárias a função de absorção de nutrientes e água.
  • 21. Questão 4 • Raiz fasciculada ou raiz em cabeleira gramíneas e outras hipocotiledóneas têm um sistema de raiz fibroso, caracterizado por uma massa de raízes aproximadamente de igual diâmetro. Esse sistema de raízes é denominado de raiz múltipla, ramificada ou fasciculada e não surge como os ramos da primeira raiz, como no caso das raízes axiais; em vez disso, consiste de numerosas raízes em feixes que emergem da base do caule e tem tamanho maior do que a folha. São características das monocotiledônias.
  • 22. Questão 4 • Raiz tuberosa - contém grande reserva de substância nutritiva e é muito utilizada na nossa alimentação. Como exemplo dessas raízes, podemos citar a mandioca, cenoura, o nabo, o cará, a batatadoce. • Obs.: Não confundir raiz tuberosa com caule tuberoso: a planta com raiz tuberosa possui o caule e as folhas fora do solo, ex: mandioca. Os caules tuberosos são aqueles que possuem o caule e a raiz debaixo da superfície do solo.
  • 23. Questão 4 • Utilidades para o homem: • Algumas raízes são comestíveis, como a cenoura, o ginseng, o nabo o rabanete a mandioca e a beterraba. • Estas raízes não devem ser confundidas com tubérculos como a batata, nem bulbos como a cebola, pois estes são caules subterrâneos, e não raízes. • Algumas raízes são consideradas medicinais (como o próprio ginseng). Um grupo brasileiro chegou a pesquisar, em 1979, os efeitos anticancerígenos das raízes de Ternstroemia brasiliensis, uma Theaceae.
  • 24. Questão 5 • PLÂNTULA é o embrião vegetal que começa a desenvolver-se pelo ato da germinação. Pode estar ainda dentro da semente ou também ser uma planta recém nascida. • Geralmente é formado por uma ou duas folhas que podem ser bem diferentes das outras folhas. É a plantinha baby que acabou de nascer.
  • 25. Questão 6 • “Cultura perene" ou “cultura permanente" – são espécies com ciclo de vida longo, que não precisa ser semeada ou plantada após um ciclo para que se obtenha o próximo, por exemplo, frutíferas em geral como citrus, goiabeira, café, pimenta, pastagens, etc. • “Culturas anuais" são aquelas que têm uma única produção, ou seja, após a sua produção ela "morre“, finaliza seu ciclo com sua produção. É preciso semear novamente para ter uma nova produção, por exemplo soja, amendoim, arroz, cevada, trigo, milho etc.;
  • 26. Questão 6 • O termo cultura semi-perene designa uma cultura que é quase perene. No entanto, não se pode usar esse termo para este tipo de cultura, pois a necessidade de plantio geralmente ocorre em um período de tempo menor do que o das culturas perenes propriamente ditas que podem durar muito e muitos anos, como algumas plantações de café que atingem até mais de 40 anos. • O melhor exemplo de "cultura semi perene" é a cana-deaçúcar, que tem um número de cortes pré determinado, ou seja, uma "mesma" planta (na verdade depois de cortada, a cana rebrota) pode produzir economicamente bem por 4 a 5 anos. • Além da cana, a mandioca, e a banana são consideradas culturas semi-perenes. E, dependendo do manejo, eucalipto.
  • 27. Questão 7 • A. Erosão laminar: Aquela que ocorre quando o escoamento da água lava a superfície do terreno, de forma homogênea, transportando as partículas em suspensão, sem formar canais preferenciais. É um dos mais importantes desastres de evolução gradual que ocorre no País. • B. Lixiviação: processo pelo qual os elementos químicos do solo migram, de forma passiva, das camadas mais superficiais de um solo para as camadas mais profundas, em decorrência de um processo de lavagem devido à ação da água da chuva ou de irrigação, tornando-se indisponíveis para as plantas. Nas regiões de clima úmido, os solos tornam-se estéreis com poucos anos de uso, devido, em grande parte, aos efeitos da lixiviação. A lixiviação também ocorre em vazadouros e aterros de resíduos, quando são dissolvidos e carreados certos poluentes ali presentes para os corpos d'água superficiais e subterrâneos. (Embrapa) Nota: Milheto é conhecido como bomba de K, reciclando-o.
  • 28. Questão 7 • C. Desfragmentação do solo: quebra da estrutura natural do solo, por via mecânica ou natural, provocada pela ação da chuva em solos sem cobertura vegetal e pelo homem, através de implementos agrícolas como grade e arado.
  • 29. Questão 8 • Alelopatia: processo que envolve metabólitos secundários produzidos por plantas, algas, bactérias e fungos que influenciam o crescimento e desenvolvimento de sistemas biológicos. • Alelopatia ocorre quando as plantas liberam substâncias químicas no meio ambiente que provocam efeitos no desenvolvimento ou inibição na germinação de outras espécies vegetais. As substâncias liberadas são absorvidas pelas raízes e penetram na planta. Elas podem reduzir o crescimento inicial e depois inibí-lo. As substâncias alelopáticas são encontradas em diferentes concentrações, em qualquer parte da planta e durante o período de vida dela. Liberadas em quantidades suficientes, estas substâncias causam inibição ou estimulação da germinação, crescimento e desenvolvimento da planta, e no desenvolvimento de microorganismos.
  • 30. Questão 8 • As substâncias alelopáticas são liberadas por volatilização das folhas, lixiviação dos resíduos das folhas, decomposição dos resíduos e dos exsudatos das raízes e pela exsudação das raízes. • Várias culturas exibem forte alelopatia, principalmente das culturas subsquentes. Muitos desses efeitos, tais como em Triticum aestivum (trigo), Oryza sativa (arroz), Zea mays (milho), Brassica spp. (canola, couve) e Secale cereale (centeio), são atribuídos à decomposição do resíduo das folhas no campo após colheita.
  • 31. Questão 8 • Trigo, triticale, aveia, centeio, nabo, tremoço e colza apresentam efeito inibidor de germinação e desenvolvimento em capim marmelada (Brachiaria plantaginea), capim carrapicho (Cenchurs echinatus) e Amendoim Bravo ou Leiteiro (Euphorbia heterophiyla) (Almeida & Rodrigues, 1985).
  • 32. Questão 8 • Trigo, triticale, aveia, centeio, nabo, tremoço e colza apresentam efeito inibidor de germinação e desenvolvimento em capim marmelada (Brachiaria plantaginea), capim carrapicho (Cenchurs echinatus) e Amendoim Bravo ou Leiteiro (Euphorbia heterophiyla) (Almeida & Rodrigues, 1985). • Entre as plantas daninhas as principais que exibem alelopatia são: Tiririca (Cyperus rotundus), Corda de Viola (Ipomoea sp.), Desmódio ou pega-pega (Desmodium tortuosum), Caruru (Amaranthus viridis), Picão preto (Bidens pilosa), entre outras.
  • 33. Questão 9 • Dormência: “Dormência é o estado de repouso fisiológico em que a semente, em função da sua estrutura ou composição química, possui um ou mais mecanismos bloqueadores da germinação”. (Villiers, 1972). • Quando a semente não germina embora colocadas sob condições favoráveis a germinação • Quiescência: Quando uma Semente não germina devido a algum fator ambiental desfavorável, mas a semente está pronta para germinar. Tão logo o fator seja retirado a semente quiescente abandona este estado e germina.
  • 34. Questão 9 • Uma vez dispersa da planta-mãe, a semente representa um organismo autônomo, sendo que a continuidade do desenvolvimento do embrião dependerá de uma série de fatores, seja da própria semente, seja do ambiente. Para que o crescimento do embrião possa ser retomado –isto é, para que ocorra a germinação–, primeiramente é preciso que as condições dos ambientes químico e físico sejam favoráveis a esse processo. Assim, por exemplo, é necessário que a disponibilidade de água, a temperatura e a concentração de oxigênio no meio não limitem o metabolismo germinativo. Uma semente quiescente é aquela que inicia e completa o processo germinativo quando não existe insuficiência de fatores do ambiente e não há a presença de elementos tóxicos (como indicadores químicos capazes de impedir a germinação. Em suma desde que não haja restrição do meio, uma semente quiescente germinará em um período relativamente curto, produzindo uma plântula. Entretanto, há muito constatou-se que algumas sementes não germinam mesmo quando colocadas em condições ambientais aparentemente favoráveis. Tais sementes – denominadas dormentes – apresentam alguma restrição interna ou sistêmica à germinação, restrição esta que deve ser superada a fim de que o processo germinativo ocorra. Assim, a dormência em sementes é causada por um bloqueio situado na própria semente ou na unidade de dispersão ao contrário da quiescência, que é provocada pela ausência ou insuficiência de um ou mais fatores externos necessários à germinação. CARDOSO, Victor José Cardoso. Dormência estabelecimento do processo. In: FERREIRA, Gui & BORGHETTI, Fabian (Org.). Germinação: do básico ao aplicado. Porto Alegre: ARTMED, 2004.
  • 35. Questão 10 • A. TUBÉRCULO: Em botânica, tubérculo se refere ao caule arredondado que algumas plantas verdes desenvolvem abaixo da superfície do solo como órgãos de reserva de energia. O exemplo mais conhecido é a batatainglesa. • Possui pequenas folhas escamosas e gemas minúsculas conhecidas como "olhos". Esses "olhos" brotam, dando origem a novas plantas, que retiram seu alimento do tubérculo, até que as próprias raízes e folhas se formem.3 • Não confundir com raízes tuberosas, como a batata-doce e a mandioca, que têm a mesma localização e função, porém com estruturas bem diferentes.
  • 36. Questão 10 • B. ESTOLÃO: ou estolho é um tipo de caule que cresce paralelamente ao chão, produzindo gemas de espaço em espaço. Essas gema podem formar raízes e folhas e originar novas plantas. • Ex: Morango, hortelã, melancia, gramíneas.
  • 37. Questão 10 • C. RIZOMAS: são caules subterrâneos que acumulam substâncias nutritivas. Em alguns rizomas ocorre acúmulo de material nutritivo em certas regiões, formando tubérculos. Rizomas podem ser distinguidos de raízes pelo fato de apresentarem gemas laterais. O GENGIBRE, usado como tempero na cozinha oriental, é um caule tipo rizoma. • A batata-inglesa possui um caule subterrâneo que forma tubérculos, as batatas, um dos alimentos mais consumidos no mundo
  • 38. Questão 10 • D. BULBO: são estruturas complexas formadas pelo caule e por folhas modificadas. Os bulbos costumam ser classificados em três tipos: tunicado, escamoso e cheio. O exemplo clássico de bulbo tunicado é a CEBOLA, cuja porção central, chamada prato, é pouco desenvolvida. Da parte superior do prato partem folhas modificadas, muito ricas em substâncias nutritivas: são os catafilos, que formam a cabeça da cebola. Da porção inferior do prato partem as raízes. O bulbo escamoso difere do tunicado pelo fato dos catafilos se disporem como escamas parcialmente sobrepostas. Esse tipo de bulbo é encontrado no LÍRIO. No caso do bulbo cheio, as escamas são menos numerosas e revestem o bulbo como se fosse uma casca. Bulbos cheios estão presentes na PALMA.
  • 39. Questão 10 • E. GAVINHAS: são ramos modificados que servem para a fixação de plantas trepadeiras. Ao encontrar um substrato adequado as gavinhas crescem enrolando-se sobre ele. • Exemplos: Maracujá, Chuchu, Corda de Viola. Espinhos são ramos curtos, resistentes e com ponta afiada, cuja função é proteger a planta, afastando dela animais que poderiam danificá-la.Os espinhos tanto podem surgir por modificações de folhas, como nas cactáceas, como se originar do caule. Nesse caso forma-se nas axilas das folas, a partir de uma gema axilar, como ocorre nos limoeiros e laranjeiras. Nas roseiras não há espinhos verdadeiros e sim acúleos, estruturas afiadas originadas da epiderme, o que explica serem facilmente destacáveis da planta, ao contrário dos espinhos.
  • 40.
  • 41.
  • 42. Não comemos os frutos
  • 43. Lista de emails para receber essa apresentação + um PDF de trabalho científico sobre Dormência, Quiescência e Germinação de sementes. UNESP, 2009.