SlideShare uma empresa Scribd logo
Caule
Bruno Djvan
Henrique Bernardino
Norislania Luna
Rodrigo Moura
Anatomia do Caule:​
• Órgão vegetativo da planta, geralmente aéreo,
que serve de suporte para as folhas, flores,
inflorescências e frutos.​
• Possui geotropismo negativo: cresce em
sentido contrário à gravidade terrestre.​
• Externamente: caracterizado pela presença de
nós e entrenós.
Bruno
Bruno
• Origem do caule: se dá durante o
desenvolvimento do embrião;​
• Caule: a sua maior parte advém da plúmula;​
• Plúmula: é uma região que compreende o
meristema apical, epicótilo e os primórdios
foliares;​
• Pequena parte do caule: é formada a partir do
hipocótilo.
Bruno
Bruno
Funções do caule:​
• Transporte de seiva;​
• Sustentação mecânica;​
• Armazenamento de substâncias de reserva;
• Fotossíntese;
• Propagação vegetativa.​
Henrique
Ápice caulinar
• Organização mais complexa do que a da raiz;
• Além do meristema apical, ela possui
primórdios foliares, e, em muitos casos,
primórdios de ramos;
• Teoria túnica-corpo: o ápice caulinar
apresenta duas regiões distintas:
Henrique
Túnica e corpo
• Túnica: consiste em uma ou mais camadas de
células localizadas perifericamente;
• Corpo: consiste em um núcleo central de
células localizadas abaixo da túnica.
Henrique
Henrique
Estrutura primaria do caule
(crescimento primário)​
• Não existe uma estrutura padrão para o caule
das plantas superiores;
• O corpo primário se desenvolve a partir de
regiões que compõem a organização do seu
ápice:
• Protoderme;
• Meristema fundamental;
• Procâmbio.
Norislania
Estrutura primária do caule de
dicotiledônea
• Caules jovens: epiderme, córtex e cilindro
vascular.
Norislania
Norislania
Epiderme
• Uma só camada de células recoberta pela
cutícula;
• Podem estar presentes na epiderme: estômatos,
idioblastos e tricomas;
• Hipoderme: camada imediatamente abaixo da
epiderme;
• Plantas herbáceas: epiderme pode perdurar por
toda a vida do caule;
• Plantas lenhosas: a epiderme é destruída sendo
substituída pela periderme.
Norislania
Córtex
• Região compreendida entre a epiderme ou
hipoderme e o cilindro vascular;
• Ocorre tecidos como o parênquima, colênquima
e esclerênquima;
• Nas células parenquimáticas: podem ocorrer
cloroplastos;
• Limite interno do córtex: não é tão nítido quanto
na raiz;
• Caules jovens de dicotiledôneas: a camada
cortical mais interna pode conter grande
quantidade de grãos de amido em suas células
parenquimáticas (bainha amilífera).
Rodrigo
Rodrigo
• Quando não há bainha amilífera e nem
endoderme torna-se difícil separar o córtex do
cilindro vascular;
• Córtex do caule: menos desenvolvido do que
o da raiz.
Rodrigo
Rodrigo
Cilindro vascular
• Geralmente, não ocorre periciclo;
• O xilema e floema primários recebem também o
nome de feixes vasculares;
• Feixe colateral: o floema está voltado para fora e
o xilema para dentro (feixe do tipo colateral);
• Feixe bicolateral: o feixe vascular apresenta
floema em ambos os lados do xilema
(Cucurbitaceae: abóbora, melancia; Solanaceae);
Bruno
• Feixes concêntricos: são aqueles em que um
tipo de tecido vascular circunda o outro;
• Feixe do tipo anficrival: se o floema circundar
o xilema. Ex: Pteridófitas;
• Feixe do tipo anfivasal: se o xilema circundar
o floema. Dracaena draco (monocotiledônea);
• Medula: frequentemente formada por
parênquima (paredes primárias), porém
podem apresentar paredes secundárias
lignificadas.
Bruno
Bruno
• Medula e córtex: originados do meristema
fundamental;
• Em alguns caules: a parte central da medula é
destruída durante o crescimento e aí, se
tornam fistulosos ou ocos;
• Caule do milho: não é possível distinguir
claramente os limites entre o córtex, o cilindro
vascular e a medula;
• Seus feixes vasculares são do tipo colateral e
cada feixe, geralmente, é envolvido por uma
bainha esclerenquimática (fibras). Ex: milho​
Henrique
Henrique
Henrique
Tipos de Estelo (cilindro
vascular ou cilindro central)​
• Estelo : constituído pelo periciclo, sistema vascular e
medula (quando presente)
• Plantas vasculares: há 2 tipos principais
de estelo Protostelo e Sinfonostelo;
• Protostelo: mais simples e mais primitivo, é composto
de uma coluna central de xilema, rodeada de floema.
Não possui medula. Ex: Pteridófitas e caules de
algumas angiospermas aquáticas;
• Actinostelo: quando o xilema apresenta forma
estrelada. Seria uma modificação do protostelo. Ex:
plantas que se originam da radícula do embrião.
Henrique
Henrique
• Sinfonostelo: se caracteriza pela presença de
uma medula central. Seus tecidos formam
cilindros concêntricos. Ex: plantas inferiores;
• Possui 2 subtipos básicos:
• Sifonostelo ectoflóico, em que o floema ocorre
somente na parte externa do xilema;
• Sinfonostelo anfiflóico, que contém floema tanto
por dentro como por fora do xilema.
Norislania
• Além desse dois tipos básicos, há o eustelo e o
atactostelo.
• Eustelo: formado por vários feixes vasculares
distribuídos em um único anel. Ex:
gimnospermas e dicotiledôneas.
• Atactostelo: composto por vários feixes
vasculares distribuídos de maneira
desordenada por todo o caule das gramíneas.
Norislania
ESTRUTURA SECUNDÁRIA DO
CAULE (crescimento secundário)​
• Caule das monocotiledôneas: conserva a
estrutura primária durante toda a vida da
planta;
• Caule das dicotiledôneas: possuem estrutura
secundária (caracterizada pelo aparecimento
de meristemas laterais);
• Felogênio ou câmbio suberoso: meristema
lateral que surge no córtex.
Rodrigo
Rodrigo
Câmbio vascular ou câmbio da
casca (meristema lateral do cilindro
central)
Compreende duas partes:
• Câmbio fascicular: originário
do procâmbio (situado nos feixes);
• Câmbio interfascicular: originário de tecido
parenquimático (situado entre os feixes);
• Câmbio vascular: origina o floema secundário
para fora e o xilema secundário para dentro.
Rodrigo
Rodrigo
• Na superfície dos caules em crescimento
secundário: ocorrem lenticelas.
O que são lenticelas?​
• São formações que se desenvolvem a partir
de um felogênio específico, localizado abaixo
da epiderme, onde existe um estômato;
• É através das lenticelas que se dá o
intercâmbio gasoso.
Bruno
Bruno
Crescimento secundário do
caule das monocotiledôneas​
• Os caules das monocotiledôneas: quase não
ocorre crescimento secundário.
Bruno
Anatomia do colo ou coleto
• Colo ou coleto: região onde ocorre a transição
entre a anatomia radicial e a anatomia
caulinar;
• Extensão: não ultrapassa 1 mm.
Bruno
Bruno
Xilopódios
• Órgãos subterrâneos de aspecto tuberoso e bastante
lignificado;
• Armazenam água e outras substâncias;
• Anatomicamente: não é fácil determinar a sua
natureza: se caulinar, radicial ou mista;
• São frequentes em plantas herbáceas do cerrado e da
caatinga;
• Sobrevivem a estação seca e rebrotam no início da
estação chuvosa.
Norislania
Norislania
Tipos de Caules
Henrique
Troncos
• São caules robustos, desenvolvidos na parte
inferior e ramificados no ápice. São
encontrados na maioria das árvores e
arbustos do grupo das dicotiledôneas.
Henrique
Estipes
• São caules geralmente não ramificados, que
apresentam em seu ápice um tufo de folhas.
São típicos das palmeiras.
Henrique
Colmos
• São caules não-ramificados que se distinguem
dos estipes por apresentarem, em toda a sua
extensão, divisão nítida em gomos. Os gomos
dos colmos podem ser ocos como no bambu,
ou cheios como no milho ou na cana-de-
açúcar.
Henrique
Caules trepadores
• Estão presentes em plantas trepadeiras e
crescem enrolados sobre diversos tipos de
suporte. Esse tipo de caule representa uma
adaptação à obtenção de locais mais
iluminados, em que há mais luz para a
fotossíntese.
Rodrigo
Anatomia do Caule
Rodrigo
• As suas funções podem ser consideradas
como o elo entre raiz e folhas, suporte de
flores, frutos e sementes, e ainda podem ser
órgãos de reserva de nutrientes e água;
• Com relação com o ambiente onde vivem,
podem ser classificadas em terrestres,
subterrâneos e aquáticos.
Rodrigo
• Também podem ser plantas epífitas, que
apresentam caules sobre suportes aéreos,
sem ter contato com o solo ou água.
• Epífitas : são as que vivem sobre outras
plantas, sem retirar nutrientes delas, mas
apenas se apoiando nelas (se retirassem
nutrientes delas, não seriam epífitas, mas
parasitas)
Rodrigo
• As gemas do caule (apical e axilar) é de onde
brotam os nós, os ramos, as folhas e as flores.
O meristema é o tecido responsável
pelo crescimento do caule.
Rodrigo
Nó, entrenó e gema terminal/gema
apical
• Nó: região caulinar geralmente delgada de onde partem as
folhas;
• Entre-nó ou meritalo: região caulinar entre dois nós
consecutivos;
• Gema terminal/gema apical: Situada no ápice, constituídas
por escamas, ponto vegetativo (região meristemática, de
forma cônica) e primórdios foliares que o recobrem. Podem
produzir ramos foliosos, flores e promover crescimento. Há
gemas nuas, isto é, sem escamas;
• Gema lateral: De constituição semelhante á anterior e que
pode produzir ramo folioso ou flor. Situada na axila de
folhas, chama-se também gema auxiliar. Muitas vezes,
permanece dormente, isto é, não se desenvolve devido.
Bruno
Tipos de caules considerando-se a
consistência da planta
• Caule herbáceo : caule macio ou maleável com presença de
tecido colenquimático e consequentemente com acúmulo
da celulose junto à parede celular (podendo, geralmente,
ser cortado apenas com a unha);
• Caule sublenhoso : é lignificado apenas na parte mais
velha, junto à raiz, e ocorre em muitos arbustos e ervas;
• Caule lenhoso : amplamente lignificado, rígido e, em geral,
de porte avantajado, forma, por exemplo, os troncos das
árvores;
• Posição do caule: Ereto -Rastejante -Trepador –Volúvel.
Bruno
Tipos de caules considerando-se o
desenvolvimento da planta
• Erva: Pouco desenvolvida;
• Subarbusto: Arbusto pequeno;
• Arbusto: tamanha médio inferior a 5 metros,
resistente e lenhoso;
• Arvoreta: Mesma arquitetura das arvores, porém
só alcança 5 metros;
• Árvore: superior a 5 metros e geralmente com o
tronco nitido;
• Liana: cipó trepador sarmentoso;
• Tronco.
Norislania
Tipos de caules considerando-se
a forma da planta
• Caule anguloso;
• Caule achatado ou comprido;
• Caule bojudo ou barrigudo, exemplo: Baobá;
• Caule cilíndrico;
• Caule cônico;
• Caule estriado;
• Caule sulcado.
Norislania
Tipos de caules considerando-
se o habitat da planta
Henrique
Caules aéreos
Caules eretos:
• Colmo: bambu, cana-de-açúcar e milho;
• Estipe: mamão e palmeiras;
• Haste: rosa e soja;
• Escapo: capim-dandá;
• Tronco: árvores;
Henrique
• Caules rastejantes: Abóbora;
• Caules trepadores: Videira.
Caules volúveis:
• Caules volúveis sinistros;
• Caules volúveis dextros: Madressilva;
• Caules não-volúveis.
Henrique
• Bulbo tunicado: cebola;
• Bulbo composto ou
bulbilho: alho e gladíolo ou palma-de-santa-
rita;
• Rizoma: banana, espada-de-são-
jorge e orquídea;
• Tubérculo: batata, cará e inhame.
Henrique
Caules aquáticos
• São considerados caules aquáticos todos
aqueles que se desenvolvem em meio aquoso,
exemplos: Elódea, Vitória-régia e
outras plantas ornamentais aquáticas.
Rodrigo
Tipos de caules considerando-se o
tipo ramificação da planta
• Caule monopodial: Gema terminal
persistente.
• Caule simpodial: Gema terminal de curta
duração;
• Caule em dicásio.
Rodrigo
Obrigado!!!

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

1 introdução à botânica
1 introdução à botânica1 introdução à botânica
1 introdução à botânica
Cristóvão Lopes
 
Hormônios Vegetais
Hormônios VegetaisHormônios Vegetais
Hormônios Vegetais
Turma Olímpica
 
Histologia vegetal
Histologia vegetalHistologia vegetal
Histologia vegetal
Eldon Clayton
 
Anatomia e morfologia de folha
Anatomia e morfologia de folhaAnatomia e morfologia de folha
Anatomia e morfologia de folha
Janaína Baldêz
 
Anatomia vegetal
Anatomia vegetalAnatomia vegetal
Tecidos vegetais
Tecidos vegetaisTecidos vegetais
Tecidos vegetais
Marcos Albuquerque
 
Anatomia do Fruto e da Semente
Anatomia do Fruto e da SementeAnatomia do Fruto e da Semente
Anatomia do Fruto e da Semente
Diego Santos
 
Anatomia foliar
Anatomia foliarAnatomia foliar
Anatomia foliar
profatatiana
 
Tipos de folhas
Tipos de folhasTipos de folhas
Tipos de folhas
Felipe Nascimento
 
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Folha
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre FolhaSlides da aula de Biologia (Renato) sobre Folha
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Folha
Turma Olímpica
 
Raiz 97
Raiz 97Raiz 97
Raiz 97
profatatiana
 
Aula fisiologia vegetal
Aula fisiologia vegetalAula fisiologia vegetal
Aula fisiologia vegetal
BIOLOGIA Associação Pré-FEDERAL
 
Aula flor
Aula florAula flor
Aula flor
Francione Gomes
 
Zoologia geral aulas 1
Zoologia geral aulas 1Zoologia geral aulas 1
Zoologia geral aulas 1
Henrique Zini
 
Raiz
RaizRaiz
Angiospermas www unifev_edu_br
Angiospermas www unifev_edu_brAngiospermas www unifev_edu_br
Angiospermas www unifev_edu_br
EduardoEmiliano
 
Reino Plantas
Reino PlantasReino Plantas
Reino Plantas
infoeducp2
 
Folhas
FolhasFolhas
Morfologia vegetal da raiz
Morfologia vegetal da raizMorfologia vegetal da raiz
Morfologia vegetal da raiz
Joseanny Pereira
 
Classificação das folhas
Classificação das folhasClassificação das folhas
Classificação das folhas
00367p
 

Mais procurados (20)

1 introdução à botânica
1 introdução à botânica1 introdução à botânica
1 introdução à botânica
 
Hormônios Vegetais
Hormônios VegetaisHormônios Vegetais
Hormônios Vegetais
 
Histologia vegetal
Histologia vegetalHistologia vegetal
Histologia vegetal
 
Anatomia e morfologia de folha
Anatomia e morfologia de folhaAnatomia e morfologia de folha
Anatomia e morfologia de folha
 
Anatomia vegetal
Anatomia vegetalAnatomia vegetal
Anatomia vegetal
 
Tecidos vegetais
Tecidos vegetaisTecidos vegetais
Tecidos vegetais
 
Anatomia do Fruto e da Semente
Anatomia do Fruto e da SementeAnatomia do Fruto e da Semente
Anatomia do Fruto e da Semente
 
Anatomia foliar
Anatomia foliarAnatomia foliar
Anatomia foliar
 
Tipos de folhas
Tipos de folhasTipos de folhas
Tipos de folhas
 
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Folha
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre FolhaSlides da aula de Biologia (Renato) sobre Folha
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Folha
 
Raiz 97
Raiz 97Raiz 97
Raiz 97
 
Aula fisiologia vegetal
Aula fisiologia vegetalAula fisiologia vegetal
Aula fisiologia vegetal
 
Aula flor
Aula florAula flor
Aula flor
 
Zoologia geral aulas 1
Zoologia geral aulas 1Zoologia geral aulas 1
Zoologia geral aulas 1
 
Raiz
RaizRaiz
Raiz
 
Angiospermas www unifev_edu_br
Angiospermas www unifev_edu_brAngiospermas www unifev_edu_br
Angiospermas www unifev_edu_br
 
Reino Plantas
Reino PlantasReino Plantas
Reino Plantas
 
Folhas
FolhasFolhas
Folhas
 
Morfologia vegetal da raiz
Morfologia vegetal da raizMorfologia vegetal da raiz
Morfologia vegetal da raiz
 
Classificação das folhas
Classificação das folhasClassificação das folhas
Classificação das folhas
 

Semelhante a Morfologia Vegetal - Caule

Morfologia vegetal 2o.m
Morfologia vegetal 2o.mMorfologia vegetal 2o.m
Morfologia vegetal 2o.m
le_firmino
 
Morfologiavegetalsementeraizcauleefolha 111108063906-phpapp01
Morfologiavegetalsementeraizcauleefolha 111108063906-phpapp01Morfologiavegetalsementeraizcauleefolha 111108063906-phpapp01
Morfologiavegetalsementeraizcauleefolha 111108063906-phpapp01
adrianapaulon
 
Anatofisiologia vegetal
Anatofisiologia vegetalAnatofisiologia vegetal
Anatofisiologia vegetal
le_firmino
 
Reino plantae[1]
Reino plantae[1]Reino plantae[1]
Reino plantae[1]
Roberto Bagatini
 
Slides da aula de Biologia (Renato) Anatofisiologia Vegetal
Slides da aula de Biologia (Renato) Anatofisiologia VegetalSlides da aula de Biologia (Renato) Anatofisiologia Vegetal
Slides da aula de Biologia (Renato) Anatofisiologia Vegetal
Turma Olímpica
 
Tecidos vegetais
Tecidos vegetaisTecidos vegetais
Tecidos vegetais
Marcos Albuquerque
 
MorfologiaVegetal.ppt
MorfologiaVegetal.pptMorfologiaVegetal.ppt
MorfologiaVegetal.ppt
Sabrina Nascimento
 
Morfologia das angiospermas
Morfologia das angiospermasMorfologia das angiospermas
Morfologia das angiospermas
alinesantana1422
 
Orgaos vegetais
Orgaos vegetaisOrgaos vegetais
Orgaos vegetais
jonathacioly
 
6_SISTEMA_DÉRMICO-bb438fea96164c63bacca931f2177827.pdf
6_SISTEMA_DÉRMICO-bb438fea96164c63bacca931f2177827.pdf6_SISTEMA_DÉRMICO-bb438fea96164c63bacca931f2177827.pdf
6_SISTEMA_DÉRMICO-bb438fea96164c63bacca931f2177827.pdf
EfraimAlmeida1
 
Ctrl aula 2 gabarito avaliação de nivelamento e revisão de anatomia vegeta...
 Ctrl aula 2   gabarito avaliação de nivelamento e revisão de anatomia vegeta... Ctrl aula 2   gabarito avaliação de nivelamento e revisão de anatomia vegeta...
Ctrl aula 2 gabarito avaliação de nivelamento e revisão de anatomia vegeta...
Carol Castro
 
A folha
A folhaA folha
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folha
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folhaMorfologia vegetal, semente raiz caule e folha
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folha
Marcos Albuquerque
 
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folha
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folhaMorfologia vegetal, semente raiz caule e folha
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folha
Marcos Albuquerque
 
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folha
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folhaMorfologia vegetal, semente raiz caule e folha
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folha
Marcos Albuquerque
 
2 caule e folhas
2 caule e folhas2 caule e folhas
2 caule e folhas
Cristóvão Lopes
 
Parcial biologia
Parcial   biologiaParcial   biologia
Parcial biologia
Isabella Silva
 
Diversidade das plantas
Diversidade das plantasDiversidade das plantas
Diversidade das plantas
Geisla Maia Gomes
 
Diversidade das plantas
Diversidade das plantasDiversidade das plantas
Diversidade das plantas
Paulo_Jorge
 
Diversidade das plantas
Diversidade das plantasDiversidade das plantas
Diversidade das plantas
Paulo_Jorge
 

Semelhante a Morfologia Vegetal - Caule (20)

Morfologia vegetal 2o.m
Morfologia vegetal 2o.mMorfologia vegetal 2o.m
Morfologia vegetal 2o.m
 
Morfologiavegetalsementeraizcauleefolha 111108063906-phpapp01
Morfologiavegetalsementeraizcauleefolha 111108063906-phpapp01Morfologiavegetalsementeraizcauleefolha 111108063906-phpapp01
Morfologiavegetalsementeraizcauleefolha 111108063906-phpapp01
 
Anatofisiologia vegetal
Anatofisiologia vegetalAnatofisiologia vegetal
Anatofisiologia vegetal
 
Reino plantae[1]
Reino plantae[1]Reino plantae[1]
Reino plantae[1]
 
Slides da aula de Biologia (Renato) Anatofisiologia Vegetal
Slides da aula de Biologia (Renato) Anatofisiologia VegetalSlides da aula de Biologia (Renato) Anatofisiologia Vegetal
Slides da aula de Biologia (Renato) Anatofisiologia Vegetal
 
Tecidos vegetais
Tecidos vegetaisTecidos vegetais
Tecidos vegetais
 
MorfologiaVegetal.ppt
MorfologiaVegetal.pptMorfologiaVegetal.ppt
MorfologiaVegetal.ppt
 
Morfologia das angiospermas
Morfologia das angiospermasMorfologia das angiospermas
Morfologia das angiospermas
 
Orgaos vegetais
Orgaos vegetaisOrgaos vegetais
Orgaos vegetais
 
6_SISTEMA_DÉRMICO-bb438fea96164c63bacca931f2177827.pdf
6_SISTEMA_DÉRMICO-bb438fea96164c63bacca931f2177827.pdf6_SISTEMA_DÉRMICO-bb438fea96164c63bacca931f2177827.pdf
6_SISTEMA_DÉRMICO-bb438fea96164c63bacca931f2177827.pdf
 
Ctrl aula 2 gabarito avaliação de nivelamento e revisão de anatomia vegeta...
 Ctrl aula 2   gabarito avaliação de nivelamento e revisão de anatomia vegeta... Ctrl aula 2   gabarito avaliação de nivelamento e revisão de anatomia vegeta...
Ctrl aula 2 gabarito avaliação de nivelamento e revisão de anatomia vegeta...
 
A folha
A folhaA folha
A folha
 
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folha
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folhaMorfologia vegetal, semente raiz caule e folha
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folha
 
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folha
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folhaMorfologia vegetal, semente raiz caule e folha
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folha
 
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folha
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folhaMorfologia vegetal, semente raiz caule e folha
Morfologia vegetal, semente raiz caule e folha
 
2 caule e folhas
2 caule e folhas2 caule e folhas
2 caule e folhas
 
Parcial biologia
Parcial   biologiaParcial   biologia
Parcial biologia
 
Diversidade das plantas
Diversidade das plantasDiversidade das plantas
Diversidade das plantas
 
Diversidade das plantas
Diversidade das plantasDiversidade das plantas
Diversidade das plantas
 
Diversidade das plantas
Diversidade das plantasDiversidade das plantas
Diversidade das plantas
 

Mais de Bruno Djvan Ramos Barbosa

TRANSLOCAÇÃO DE SOLUTOS PELO FLOEMA
TRANSLOCAÇÃO DE SOLUTOS PELO FLOEMATRANSLOCAÇÃO DE SOLUTOS PELO FLOEMA
TRANSLOCAÇÃO DE SOLUTOS PELO FLOEMA
Bruno Djvan Ramos Barbosa
 
Sistema Reprodutor Comparado - Fisiologia Comparada
Sistema Reprodutor Comparado - Fisiologia ComparadaSistema Reprodutor Comparado - Fisiologia Comparada
Sistema Reprodutor Comparado - Fisiologia Comparada
Bruno Djvan Ramos Barbosa
 
Umbuzeiro - Caatinga
Umbuzeiro - Caatinga Umbuzeiro - Caatinga
Umbuzeiro - Caatinga
Bruno Djvan Ramos Barbosa
 
Sistema Reprodutor Masculino e Feminino
Sistema Reprodutor Masculino e Feminino Sistema Reprodutor Masculino e Feminino
Sistema Reprodutor Masculino e Feminino
Bruno Djvan Ramos Barbosa
 
Síndrome de Down
Síndrome de Down Síndrome de Down
Síndrome de Down
Bruno Djvan Ramos Barbosa
 
Educação sexual - Estágio Supervisionado III e IV
Educação sexual - Estágio Supervisionado III e IVEducação sexual - Estágio Supervisionado III e IV
Educação sexual - Estágio Supervisionado III e IV
Bruno Djvan Ramos Barbosa
 
cactáceas da caatinga
cactáceas da caatinga cactáceas da caatinga
cactáceas da caatinga
Bruno Djvan Ramos Barbosa
 
Avaliação da dinâmica da água no solo, evapotranspiração da cultura e estado ...
Avaliação da dinâmica da água no solo, evapotranspiração da cultura e estado ...Avaliação da dinâmica da água no solo, evapotranspiração da cultura e estado ...
Avaliação da dinâmica da água no solo, evapotranspiração da cultura e estado ...
Bruno Djvan Ramos Barbosa
 
Água nas Plantas
Água nas PlantasÁgua nas Plantas
Água nas Plantas
Bruno Djvan Ramos Barbosa
 
Aplicação da Geoestatística em Ciências Agrarias
Aplicação da Geoestatística em Ciências AgrariasAplicação da Geoestatística em Ciências Agrarias
Aplicação da Geoestatística em Ciências Agrarias
Bruno Djvan Ramos Barbosa
 
Relações hídricas parte 7
Relações hídricas parte 7Relações hídricas parte 7
Relações hídricas parte 7
Bruno Djvan Ramos Barbosa
 
Relações hídricas
Relações hídricasRelações hídricas
Relações hídricas
Bruno Djvan Ramos Barbosa
 
Relações hídricas parte 13
Relações hídricas parte 13Relações hídricas parte 13
Relações hídricas parte 13
Bruno Djvan Ramos Barbosa
 
Relações hídricas parte 12
Relações hídricas parte 12Relações hídricas parte 12
Relações hídricas parte 12
Bruno Djvan Ramos Barbosa
 
Relações hídricas parte 11
Relações hídricas parte 11Relações hídricas parte 11
Relações hídricas parte 11
Bruno Djvan Ramos Barbosa
 
Relações hídricas parte 10
Relações hídricas parte 10Relações hídricas parte 10
Relações hídricas parte 10
Bruno Djvan Ramos Barbosa
 
Relações hídricas parte 9
Relações hídricas parte 9Relações hídricas parte 9
Relações hídricas parte 9
Bruno Djvan Ramos Barbosa
 
Relações hídricas parte 8
Relações hídricas parte 8Relações hídricas parte 8
Relações hídricas parte 8
Bruno Djvan Ramos Barbosa
 
Relações hídricas parte 6
Relações hídricas parte 6Relações hídricas parte 6
Relações hídricas parte 6
Bruno Djvan Ramos Barbosa
 
Relações hídricas parte 5
Relações hídricas parte 5Relações hídricas parte 5
Relações hídricas parte 5
Bruno Djvan Ramos Barbosa
 

Mais de Bruno Djvan Ramos Barbosa (20)

TRANSLOCAÇÃO DE SOLUTOS PELO FLOEMA
TRANSLOCAÇÃO DE SOLUTOS PELO FLOEMATRANSLOCAÇÃO DE SOLUTOS PELO FLOEMA
TRANSLOCAÇÃO DE SOLUTOS PELO FLOEMA
 
Sistema Reprodutor Comparado - Fisiologia Comparada
Sistema Reprodutor Comparado - Fisiologia ComparadaSistema Reprodutor Comparado - Fisiologia Comparada
Sistema Reprodutor Comparado - Fisiologia Comparada
 
Umbuzeiro - Caatinga
Umbuzeiro - Caatinga Umbuzeiro - Caatinga
Umbuzeiro - Caatinga
 
Sistema Reprodutor Masculino e Feminino
Sistema Reprodutor Masculino e Feminino Sistema Reprodutor Masculino e Feminino
Sistema Reprodutor Masculino e Feminino
 
Síndrome de Down
Síndrome de Down Síndrome de Down
Síndrome de Down
 
Educação sexual - Estágio Supervisionado III e IV
Educação sexual - Estágio Supervisionado III e IVEducação sexual - Estágio Supervisionado III e IV
Educação sexual - Estágio Supervisionado III e IV
 
cactáceas da caatinga
cactáceas da caatinga cactáceas da caatinga
cactáceas da caatinga
 
Avaliação da dinâmica da água no solo, evapotranspiração da cultura e estado ...
Avaliação da dinâmica da água no solo, evapotranspiração da cultura e estado ...Avaliação da dinâmica da água no solo, evapotranspiração da cultura e estado ...
Avaliação da dinâmica da água no solo, evapotranspiração da cultura e estado ...
 
Água nas Plantas
Água nas PlantasÁgua nas Plantas
Água nas Plantas
 
Aplicação da Geoestatística em Ciências Agrarias
Aplicação da Geoestatística em Ciências AgrariasAplicação da Geoestatística em Ciências Agrarias
Aplicação da Geoestatística em Ciências Agrarias
 
Relações hídricas parte 7
Relações hídricas parte 7Relações hídricas parte 7
Relações hídricas parte 7
 
Relações hídricas
Relações hídricasRelações hídricas
Relações hídricas
 
Relações hídricas parte 13
Relações hídricas parte 13Relações hídricas parte 13
Relações hídricas parte 13
 
Relações hídricas parte 12
Relações hídricas parte 12Relações hídricas parte 12
Relações hídricas parte 12
 
Relações hídricas parte 11
Relações hídricas parte 11Relações hídricas parte 11
Relações hídricas parte 11
 
Relações hídricas parte 10
Relações hídricas parte 10Relações hídricas parte 10
Relações hídricas parte 10
 
Relações hídricas parte 9
Relações hídricas parte 9Relações hídricas parte 9
Relações hídricas parte 9
 
Relações hídricas parte 8
Relações hídricas parte 8Relações hídricas parte 8
Relações hídricas parte 8
 
Relações hídricas parte 6
Relações hídricas parte 6Relações hídricas parte 6
Relações hídricas parte 6
 
Relações hídricas parte 5
Relações hídricas parte 5Relações hídricas parte 5
Relações hídricas parte 5
 

Último

1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
LeticiaRochaCupaiol
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
wagnermorais28
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Professor Belinaso
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
YeniferGarcia36
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
profesfrancleite
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
WelberMerlinCardoso
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
rloureiro1
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
fernandacosta37763
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
silvamelosilva300
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Mary Alvarenga
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
TomasSousa7
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
TomasSousa7
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
Manuais Formação
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
TomasSousa7
 
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sonsAula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Érika Rufo
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
todorokillmepls
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
MateusTavares54
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 

Último (20)

1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
 
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sonsAula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 

Morfologia Vegetal - Caule

  • 2. Anatomia do Caule:​ • Órgão vegetativo da planta, geralmente aéreo, que serve de suporte para as folhas, flores, inflorescências e frutos.​ • Possui geotropismo negativo: cresce em sentido contrário à gravidade terrestre.​ • Externamente: caracterizado pela presença de nós e entrenós. Bruno
  • 4. • Origem do caule: se dá durante o desenvolvimento do embrião;​ • Caule: a sua maior parte advém da plúmula;​ • Plúmula: é uma região que compreende o meristema apical, epicótilo e os primórdios foliares;​ • Pequena parte do caule: é formada a partir do hipocótilo. Bruno
  • 6. Funções do caule:​ • Transporte de seiva;​ • Sustentação mecânica;​ • Armazenamento de substâncias de reserva; • Fotossíntese; • Propagação vegetativa.​ Henrique
  • 7. Ápice caulinar • Organização mais complexa do que a da raiz; • Além do meristema apical, ela possui primórdios foliares, e, em muitos casos, primórdios de ramos; • Teoria túnica-corpo: o ápice caulinar apresenta duas regiões distintas: Henrique
  • 8. Túnica e corpo • Túnica: consiste em uma ou mais camadas de células localizadas perifericamente; • Corpo: consiste em um núcleo central de células localizadas abaixo da túnica. Henrique
  • 10. Estrutura primaria do caule (crescimento primário)​ • Não existe uma estrutura padrão para o caule das plantas superiores; • O corpo primário se desenvolve a partir de regiões que compõem a organização do seu ápice: • Protoderme; • Meristema fundamental; • Procâmbio. Norislania
  • 11. Estrutura primária do caule de dicotiledônea • Caules jovens: epiderme, córtex e cilindro vascular. Norislania
  • 13. Epiderme • Uma só camada de células recoberta pela cutícula; • Podem estar presentes na epiderme: estômatos, idioblastos e tricomas; • Hipoderme: camada imediatamente abaixo da epiderme; • Plantas herbáceas: epiderme pode perdurar por toda a vida do caule; • Plantas lenhosas: a epiderme é destruída sendo substituída pela periderme. Norislania
  • 14. Córtex • Região compreendida entre a epiderme ou hipoderme e o cilindro vascular; • Ocorre tecidos como o parênquima, colênquima e esclerênquima; • Nas células parenquimáticas: podem ocorrer cloroplastos; • Limite interno do córtex: não é tão nítido quanto na raiz; • Caules jovens de dicotiledôneas: a camada cortical mais interna pode conter grande quantidade de grãos de amido em suas células parenquimáticas (bainha amilífera). Rodrigo
  • 16. • Quando não há bainha amilífera e nem endoderme torna-se difícil separar o córtex do cilindro vascular; • Córtex do caule: menos desenvolvido do que o da raiz. Rodrigo
  • 18. Cilindro vascular • Geralmente, não ocorre periciclo; • O xilema e floema primários recebem também o nome de feixes vasculares; • Feixe colateral: o floema está voltado para fora e o xilema para dentro (feixe do tipo colateral); • Feixe bicolateral: o feixe vascular apresenta floema em ambos os lados do xilema (Cucurbitaceae: abóbora, melancia; Solanaceae); Bruno
  • 19. • Feixes concêntricos: são aqueles em que um tipo de tecido vascular circunda o outro; • Feixe do tipo anficrival: se o floema circundar o xilema. Ex: Pteridófitas; • Feixe do tipo anfivasal: se o xilema circundar o floema. Dracaena draco (monocotiledônea); • Medula: frequentemente formada por parênquima (paredes primárias), porém podem apresentar paredes secundárias lignificadas. Bruno
  • 20. Bruno
  • 21. • Medula e córtex: originados do meristema fundamental; • Em alguns caules: a parte central da medula é destruída durante o crescimento e aí, se tornam fistulosos ou ocos; • Caule do milho: não é possível distinguir claramente os limites entre o córtex, o cilindro vascular e a medula; • Seus feixes vasculares são do tipo colateral e cada feixe, geralmente, é envolvido por uma bainha esclerenquimática (fibras). Ex: milho​ Henrique
  • 24. Tipos de Estelo (cilindro vascular ou cilindro central)​ • Estelo : constituído pelo periciclo, sistema vascular e medula (quando presente) • Plantas vasculares: há 2 tipos principais de estelo Protostelo e Sinfonostelo; • Protostelo: mais simples e mais primitivo, é composto de uma coluna central de xilema, rodeada de floema. Não possui medula. Ex: Pteridófitas e caules de algumas angiospermas aquáticas; • Actinostelo: quando o xilema apresenta forma estrelada. Seria uma modificação do protostelo. Ex: plantas que se originam da radícula do embrião. Henrique
  • 26. • Sinfonostelo: se caracteriza pela presença de uma medula central. Seus tecidos formam cilindros concêntricos. Ex: plantas inferiores; • Possui 2 subtipos básicos: • Sifonostelo ectoflóico, em que o floema ocorre somente na parte externa do xilema; • Sinfonostelo anfiflóico, que contém floema tanto por dentro como por fora do xilema. Norislania
  • 27. • Além desse dois tipos básicos, há o eustelo e o atactostelo. • Eustelo: formado por vários feixes vasculares distribuídos em um único anel. Ex: gimnospermas e dicotiledôneas. • Atactostelo: composto por vários feixes vasculares distribuídos de maneira desordenada por todo o caule das gramíneas. Norislania
  • 28. ESTRUTURA SECUNDÁRIA DO CAULE (crescimento secundário)​ • Caule das monocotiledôneas: conserva a estrutura primária durante toda a vida da planta; • Caule das dicotiledôneas: possuem estrutura secundária (caracterizada pelo aparecimento de meristemas laterais); • Felogênio ou câmbio suberoso: meristema lateral que surge no córtex. Rodrigo
  • 30. Câmbio vascular ou câmbio da casca (meristema lateral do cilindro central) Compreende duas partes: • Câmbio fascicular: originário do procâmbio (situado nos feixes); • Câmbio interfascicular: originário de tecido parenquimático (situado entre os feixes); • Câmbio vascular: origina o floema secundário para fora e o xilema secundário para dentro. Rodrigo
  • 32. • Na superfície dos caules em crescimento secundário: ocorrem lenticelas. O que são lenticelas?​ • São formações que se desenvolvem a partir de um felogênio específico, localizado abaixo da epiderme, onde existe um estômato; • É através das lenticelas que se dá o intercâmbio gasoso. Bruno
  • 33. Bruno
  • 34. Crescimento secundário do caule das monocotiledôneas​ • Os caules das monocotiledôneas: quase não ocorre crescimento secundário. Bruno
  • 35. Anatomia do colo ou coleto • Colo ou coleto: região onde ocorre a transição entre a anatomia radicial e a anatomia caulinar; • Extensão: não ultrapassa 1 mm. Bruno
  • 36. Bruno
  • 37. Xilopódios • Órgãos subterrâneos de aspecto tuberoso e bastante lignificado; • Armazenam água e outras substâncias; • Anatomicamente: não é fácil determinar a sua natureza: se caulinar, radicial ou mista; • São frequentes em plantas herbáceas do cerrado e da caatinga; • Sobrevivem a estação seca e rebrotam no início da estação chuvosa. Norislania
  • 40. Troncos • São caules robustos, desenvolvidos na parte inferior e ramificados no ápice. São encontrados na maioria das árvores e arbustos do grupo das dicotiledôneas. Henrique
  • 41. Estipes • São caules geralmente não ramificados, que apresentam em seu ápice um tufo de folhas. São típicos das palmeiras. Henrique
  • 42. Colmos • São caules não-ramificados que se distinguem dos estipes por apresentarem, em toda a sua extensão, divisão nítida em gomos. Os gomos dos colmos podem ser ocos como no bambu, ou cheios como no milho ou na cana-de- açúcar. Henrique
  • 43. Caules trepadores • Estão presentes em plantas trepadeiras e crescem enrolados sobre diversos tipos de suporte. Esse tipo de caule representa uma adaptação à obtenção de locais mais iluminados, em que há mais luz para a fotossíntese. Rodrigo
  • 45. • As suas funções podem ser consideradas como o elo entre raiz e folhas, suporte de flores, frutos e sementes, e ainda podem ser órgãos de reserva de nutrientes e água; • Com relação com o ambiente onde vivem, podem ser classificadas em terrestres, subterrâneos e aquáticos. Rodrigo
  • 46. • Também podem ser plantas epífitas, que apresentam caules sobre suportes aéreos, sem ter contato com o solo ou água. • Epífitas : são as que vivem sobre outras plantas, sem retirar nutrientes delas, mas apenas se apoiando nelas (se retirassem nutrientes delas, não seriam epífitas, mas parasitas) Rodrigo
  • 47. • As gemas do caule (apical e axilar) é de onde brotam os nós, os ramos, as folhas e as flores. O meristema é o tecido responsável pelo crescimento do caule. Rodrigo
  • 48. Nó, entrenó e gema terminal/gema apical • Nó: região caulinar geralmente delgada de onde partem as folhas; • Entre-nó ou meritalo: região caulinar entre dois nós consecutivos; • Gema terminal/gema apical: Situada no ápice, constituídas por escamas, ponto vegetativo (região meristemática, de forma cônica) e primórdios foliares que o recobrem. Podem produzir ramos foliosos, flores e promover crescimento. Há gemas nuas, isto é, sem escamas; • Gema lateral: De constituição semelhante á anterior e que pode produzir ramo folioso ou flor. Situada na axila de folhas, chama-se também gema auxiliar. Muitas vezes, permanece dormente, isto é, não se desenvolve devido. Bruno
  • 49. Tipos de caules considerando-se a consistência da planta • Caule herbáceo : caule macio ou maleável com presença de tecido colenquimático e consequentemente com acúmulo da celulose junto à parede celular (podendo, geralmente, ser cortado apenas com a unha); • Caule sublenhoso : é lignificado apenas na parte mais velha, junto à raiz, e ocorre em muitos arbustos e ervas; • Caule lenhoso : amplamente lignificado, rígido e, em geral, de porte avantajado, forma, por exemplo, os troncos das árvores; • Posição do caule: Ereto -Rastejante -Trepador –Volúvel. Bruno
  • 50. Tipos de caules considerando-se o desenvolvimento da planta • Erva: Pouco desenvolvida; • Subarbusto: Arbusto pequeno; • Arbusto: tamanha médio inferior a 5 metros, resistente e lenhoso; • Arvoreta: Mesma arquitetura das arvores, porém só alcança 5 metros; • Árvore: superior a 5 metros e geralmente com o tronco nitido; • Liana: cipó trepador sarmentoso; • Tronco. Norislania
  • 51. Tipos de caules considerando-se a forma da planta • Caule anguloso; • Caule achatado ou comprido; • Caule bojudo ou barrigudo, exemplo: Baobá; • Caule cilíndrico; • Caule cônico; • Caule estriado; • Caule sulcado. Norislania
  • 52. Tipos de caules considerando- se o habitat da planta Henrique
  • 53. Caules aéreos Caules eretos: • Colmo: bambu, cana-de-açúcar e milho; • Estipe: mamão e palmeiras; • Haste: rosa e soja; • Escapo: capim-dandá; • Tronco: árvores; Henrique
  • 54. • Caules rastejantes: Abóbora; • Caules trepadores: Videira. Caules volúveis: • Caules volúveis sinistros; • Caules volúveis dextros: Madressilva; • Caules não-volúveis. Henrique
  • 55. • Bulbo tunicado: cebola; • Bulbo composto ou bulbilho: alho e gladíolo ou palma-de-santa- rita; • Rizoma: banana, espada-de-são- jorge e orquídea; • Tubérculo: batata, cará e inhame. Henrique
  • 56. Caules aquáticos • São considerados caules aquáticos todos aqueles que se desenvolvem em meio aquoso, exemplos: Elódea, Vitória-régia e outras plantas ornamentais aquáticas. Rodrigo
  • 57. Tipos de caules considerando-se o tipo ramificação da planta • Caule monopodial: Gema terminal persistente. • Caule simpodial: Gema terminal de curta duração; • Caule em dicásio. Rodrigo