CARACTERÍSTICAS DA ALTA IDADE MÉDIA
Ascensão da Igreja católica Descentralização política Divisão social
Produção de subsistência Comércio / escambo Relação de suserano e vassalo
SURGIMENTO E EXPANSÃO DO ISLAMISMO
O Islamismo surgiu no século VII e sua
expansão no decorrer do anos passou a
incomodar a Igreja Católica.
Jerusalém é considerada uma cidade sagrada para os cristãos, judeus e islâmicos.
CRUZADAS
Para impedir a expansão do islamismo, a Igreja Católica passou a incentiva o
combate ao hereges, prometendo-lhes a salvação em nome de Deus.
MOTIVAÇÃO PARA LUTAR NAS CRUZADAS
- A crença religiosa da
sociedade ocidental;
- O domínio dos turcos
seldjúcidas sobre
Jerusalém;
- A necessidade de recuperar
a cidade de Jerusalém;
- O excedente populacional,
que motivou essa
população de
marginalizados na busca
por melhores condições.
CONSEQUÊNCIAS DAS CRUZADAS
No geral as Cruzadas não atingiram o objetivo específico, entretanto, se
tornaram responsáveis por mudanças significativas na sociedade ocidental.
- Reabertura do Mar Mediterrâneo ao comércio
Europeu.
- Decadência da economia feudal;
- Declínio da autoridade clerical;
- Renascimento urbano e comercial.
Antes das cruzadas a produção era de
subsistência, ou seja, o que se era
produzido era para o consumo do
próprio feudo.
Após as Cruzadas houve o renascimento
do comércio fazendo surgir as feiras
medievais ou cidades feiras (conhecidas
como burgos). A venda dos produtos fez
surgir uma nova classe social, a
burguesia.
Primeiras mudanças ocorridas
em decorrência das cruzadas
do Iluminismo
da Ciência
da Arte
Introdução da filosofia
Artesanato
Manufatura
Maquinofatura
Ocorreu o Protestantismo
Burguesia
Contestação à Igreja
A acumulação de
riquezas motivou
o crescimento no
modo de
produção.
racionalismo
ANTECEDENTES
Fatores de transição do período feudal para o moderno
Cruzadas Renascimento do comercio e os Burgos e a burguesia
Renascimento das ideias greco-romanas
CORPORAÇÕES DE OFÍCIO OU GUILDAS
Também conhecidas como GUILDAS as corporações reuniam trabalhadores (artesãos)
de uma mesma profissão.
Estas associações serviam para defender os interesses trabalhistas e econômicos dos
trabalhadores. Cada profissional contribuía com uma taxa para manter a associação em
funcionamento.
As corporações de ofício eram bem organizadas. Existiam as seguintes categorias
numa corporação:
- MESTRES: eram os donos de oficina e com muita experiência no ramo em que atuava;
- OFICIAIS: tinham uma boa experiência na área e recebiam salário pela função exercida;
- APRENDIZES: eram jovens em começo de carreira que estavam na oficina para
aprender o trabalho. Não recebiam salário, mas ganhavam, muitas vezes, uma espécie de
ajuda.
- Podemos considerar as corporações de ofício como uma espécie de embrião dos
sindicatos modernos.
HANSAS OU LIGAS
A Liga Hanseática em 1400
Os banqueiros eram responsáveis
pelas trocas cambiais.
Nas feiras medievais apareciam comerciantes de
diversas partes e para evitar que um passasse a
perna no outro as trocas cambiais passaram a ser
feita por um banqueiro.
Por conta da continua
tentativa de cada um passar
a perna no outro, foram
criados as chamadas
HANSAS ou LIGAS. Que
consiste numa associação
de cidades que procuram
proteger seus integrantes .
MOVIMENTOS COMUNAIS
Com o fortalecimento
econômico dos Burgos
(burguesia) passou a lutar por
sua autonomia (independência)
em relação aos feudos
(senhores feudais).
CARTA DE FRANQUIA
Rei
Burguês
Alguns senhores feudais aceitaram a
proposta de dar (parcialmente ou
totalmente) a autonomia às cidades,
desde que elas pagassem uma taxa ao
senhor, que, por sua vez, assinava a
Carta de Franquia (de
independência).
As cidades que conquistaram a sua
independência passara a se chamar
cidades Francas.
Porém, alguns senhores não aceitaram o acordo, e então os
burgueses decidiram iniciar um confronto. As cidades que
sofreram com esta revolta foram nomeadas de comunas.
MOVIMENTOS COMUNAIS
(AS COMUNAS)
INTERESSES PARA FORMAÇÃO DOS ESTADOS
NACIONAIS
Unificação de moedas, pesos,
medidas, tributos, leis que
facilitassem o comércio entre os
feudos.
Centralização dos
poderes em sua pessoa.
SISTEMA ECONÔMICO: MERCANTILISMO
O ESTADO
ABSOLUTISTA
Sustenta a nobreza e o clero
Apoia aos
negócios da
burguesia
MERCANTILISMOMEIOS OBJETIVOS
Barreiras alfandegárias; Política Protecionista;
Estímulo à expansão comercial
e marítima;
Pacto colonial;
Balança comercial favorável;
Acumulação de metais preciosos;
TEÓRICOS DO ABSOLUTISMO
NICOLAU MAQUIAVEL
Segundo o filosofo, o
governante poderia fazer
qualquer coisa em seu
território para conseguir a
ordem. De acordo com o
pensador, o rei poderia usar
até mesmo a violência para
atingir seus objetivos. É deste
teórico a famosa frase :
" OS FINS JUSTIFICAM OS
MEIOS."
JACQUES BOSSUET
Para este filósofo
francês o rei era o
representante de Deus
na Terra. Portanto,
todos deveriam
obedecê-lo sem
contestar suas
atitudes.
THOMAS HOBBES
Este pensador inglês,
autor do livro " O Leviatã
", defendia a ideia de que
o rei salvou a civilização
da barbárie e, portanto,
através de um contrato
social, a população
deveria ceder ao Estado
todos os poderes.
ABSOLUTISMO NA INGLATERRA
Henrique VIII, foi responsável por centralizar o poder em suas mãos (1485)
através dos Atos de Supremacia. Apesar de ter sido católico ele se desligou
da Igreja com argumentos de anular seu casamento por não ter gerado
herdeiros homens, sendo assim, ele criou a Igreja Anglicana.
Elizabeth I sucedeu seu pai Henrique (após sua morte 1553). Em seu
governo desenvolveu a marinha de guerra e fez da Inglaterra uma
potência comercial e marítima, além de colonizar a América do Norte;
Como Elizabeth não deixou herdeiros, Jaime VI da Escócia unificou os
reinos e tonou-se Jaime I da Inglaterra (1603). O seu governo foi
marcado pela perseguição aos protestantes e aos anglicanos, que
passaram a fugir para a América.
DinastiaTudor
Com a morte de Jaime I (1625), seu filho Carlos I assumiu o trono inglês. O
seu governo foi marcado pela intensificação do absolutismo e o início das
revoltas inglesas do século XVII (Revolução Anglicana 1640 - 1653 e
Revolução Gloriosa 1688 1689).
DinastiaStuart
Luís XV assumiu o trono em 1715 e seu governo foi
marcado pela decadência do absolutismo. Principal-mente
após a derrota francesa para os ingleses na Guerra dos
Sete Anos.
ABSOLUTISMO
Henrique IV, conseguiu unificar o Estado (1589) após se converter
ao catolicismo. Seu governo foi marcado pelos conflitos religiosos
principalmente após a criação do Édito de Nantes, que deu
liberdade de culto a toda a França. Foi assassinado por um católico
extremista.
Seu filho Luís XIII o sucedeu (1610). Seu governo foi marcado pela
perseguição aos protestantes.
Luís XIV (o rei sol), assumiu o trono após a morte do seu pai(1643). O seu
governo foi marcado pelo luxo e a ostentação simbolizados pela cria-ção do
Palácio de Versalhes; o ministro da economia Jean-Baptiste Col-bert foi
responsável pela implantação do mercantilismo (Colbertismo) no país.
Ao assumir o governo em 1774, Luís XVI encontrou o país devastado pela crise, a
situação piorou ainda mais após a participação na guerra de independência dos
EUA. O absolutismo na França chegou ao fim com a Revolução de 1789.
Façam as
atividades da
página 40 e 41.

Baixa idade média ocidental

  • 2.
    CARACTERÍSTICAS DA ALTAIDADE MÉDIA Ascensão da Igreja católica Descentralização política Divisão social Produção de subsistência Comércio / escambo Relação de suserano e vassalo
  • 3.
    SURGIMENTO E EXPANSÃODO ISLAMISMO O Islamismo surgiu no século VII e sua expansão no decorrer do anos passou a incomodar a Igreja Católica.
  • 4.
    Jerusalém é consideradauma cidade sagrada para os cristãos, judeus e islâmicos. CRUZADAS Para impedir a expansão do islamismo, a Igreja Católica passou a incentiva o combate ao hereges, prometendo-lhes a salvação em nome de Deus.
  • 5.
    MOTIVAÇÃO PARA LUTARNAS CRUZADAS - A crença religiosa da sociedade ocidental; - O domínio dos turcos seldjúcidas sobre Jerusalém; - A necessidade de recuperar a cidade de Jerusalém; - O excedente populacional, que motivou essa população de marginalizados na busca por melhores condições.
  • 6.
    CONSEQUÊNCIAS DAS CRUZADAS Nogeral as Cruzadas não atingiram o objetivo específico, entretanto, se tornaram responsáveis por mudanças significativas na sociedade ocidental. - Reabertura do Mar Mediterrâneo ao comércio Europeu. - Decadência da economia feudal; - Declínio da autoridade clerical; - Renascimento urbano e comercial.
  • 7.
    Antes das cruzadasa produção era de subsistência, ou seja, o que se era produzido era para o consumo do próprio feudo. Após as Cruzadas houve o renascimento do comércio fazendo surgir as feiras medievais ou cidades feiras (conhecidas como burgos). A venda dos produtos fez surgir uma nova classe social, a burguesia. Primeiras mudanças ocorridas em decorrência das cruzadas
  • 8.
    do Iluminismo da Ciência daArte Introdução da filosofia Artesanato Manufatura Maquinofatura Ocorreu o Protestantismo Burguesia Contestação à Igreja A acumulação de riquezas motivou o crescimento no modo de produção. racionalismo
  • 9.
    ANTECEDENTES Fatores de transiçãodo período feudal para o moderno Cruzadas Renascimento do comercio e os Burgos e a burguesia Renascimento das ideias greco-romanas
  • 10.
    CORPORAÇÕES DE OFÍCIOOU GUILDAS Também conhecidas como GUILDAS as corporações reuniam trabalhadores (artesãos) de uma mesma profissão. Estas associações serviam para defender os interesses trabalhistas e econômicos dos trabalhadores. Cada profissional contribuía com uma taxa para manter a associação em funcionamento. As corporações de ofício eram bem organizadas. Existiam as seguintes categorias numa corporação: - MESTRES: eram os donos de oficina e com muita experiência no ramo em que atuava; - OFICIAIS: tinham uma boa experiência na área e recebiam salário pela função exercida; - APRENDIZES: eram jovens em começo de carreira que estavam na oficina para aprender o trabalho. Não recebiam salário, mas ganhavam, muitas vezes, uma espécie de ajuda. - Podemos considerar as corporações de ofício como uma espécie de embrião dos sindicatos modernos.
  • 11.
    HANSAS OU LIGAS ALiga Hanseática em 1400 Os banqueiros eram responsáveis pelas trocas cambiais. Nas feiras medievais apareciam comerciantes de diversas partes e para evitar que um passasse a perna no outro as trocas cambiais passaram a ser feita por um banqueiro. Por conta da continua tentativa de cada um passar a perna no outro, foram criados as chamadas HANSAS ou LIGAS. Que consiste numa associação de cidades que procuram proteger seus integrantes .
  • 12.
    MOVIMENTOS COMUNAIS Com ofortalecimento econômico dos Burgos (burguesia) passou a lutar por sua autonomia (independência) em relação aos feudos (senhores feudais). CARTA DE FRANQUIA Rei Burguês Alguns senhores feudais aceitaram a proposta de dar (parcialmente ou totalmente) a autonomia às cidades, desde que elas pagassem uma taxa ao senhor, que, por sua vez, assinava a Carta de Franquia (de independência). As cidades que conquistaram a sua independência passara a se chamar cidades Francas.
  • 13.
    Porém, alguns senhoresnão aceitaram o acordo, e então os burgueses decidiram iniciar um confronto. As cidades que sofreram com esta revolta foram nomeadas de comunas. MOVIMENTOS COMUNAIS (AS COMUNAS)
  • 14.
    INTERESSES PARA FORMAÇÃODOS ESTADOS NACIONAIS Unificação de moedas, pesos, medidas, tributos, leis que facilitassem o comércio entre os feudos. Centralização dos poderes em sua pessoa.
  • 16.
    SISTEMA ECONÔMICO: MERCANTILISMO OESTADO ABSOLUTISTA Sustenta a nobreza e o clero Apoia aos negócios da burguesia MERCANTILISMOMEIOS OBJETIVOS Barreiras alfandegárias; Política Protecionista; Estímulo à expansão comercial e marítima; Pacto colonial; Balança comercial favorável; Acumulação de metais preciosos;
  • 17.
    TEÓRICOS DO ABSOLUTISMO NICOLAUMAQUIAVEL Segundo o filosofo, o governante poderia fazer qualquer coisa em seu território para conseguir a ordem. De acordo com o pensador, o rei poderia usar até mesmo a violência para atingir seus objetivos. É deste teórico a famosa frase : " OS FINS JUSTIFICAM OS MEIOS." JACQUES BOSSUET Para este filósofo francês o rei era o representante de Deus na Terra. Portanto, todos deveriam obedecê-lo sem contestar suas atitudes. THOMAS HOBBES Este pensador inglês, autor do livro " O Leviatã ", defendia a ideia de que o rei salvou a civilização da barbárie e, portanto, através de um contrato social, a população deveria ceder ao Estado todos os poderes.
  • 19.
    ABSOLUTISMO NA INGLATERRA HenriqueVIII, foi responsável por centralizar o poder em suas mãos (1485) através dos Atos de Supremacia. Apesar de ter sido católico ele se desligou da Igreja com argumentos de anular seu casamento por não ter gerado herdeiros homens, sendo assim, ele criou a Igreja Anglicana. Elizabeth I sucedeu seu pai Henrique (após sua morte 1553). Em seu governo desenvolveu a marinha de guerra e fez da Inglaterra uma potência comercial e marítima, além de colonizar a América do Norte; Como Elizabeth não deixou herdeiros, Jaime VI da Escócia unificou os reinos e tonou-se Jaime I da Inglaterra (1603). O seu governo foi marcado pela perseguição aos protestantes e aos anglicanos, que passaram a fugir para a América. DinastiaTudor Com a morte de Jaime I (1625), seu filho Carlos I assumiu o trono inglês. O seu governo foi marcado pela intensificação do absolutismo e o início das revoltas inglesas do século XVII (Revolução Anglicana 1640 - 1653 e Revolução Gloriosa 1688 1689). DinastiaStuart
  • 20.
    Luís XV assumiuo trono em 1715 e seu governo foi marcado pela decadência do absolutismo. Principal-mente após a derrota francesa para os ingleses na Guerra dos Sete Anos. ABSOLUTISMO Henrique IV, conseguiu unificar o Estado (1589) após se converter ao catolicismo. Seu governo foi marcado pelos conflitos religiosos principalmente após a criação do Édito de Nantes, que deu liberdade de culto a toda a França. Foi assassinado por um católico extremista. Seu filho Luís XIII o sucedeu (1610). Seu governo foi marcado pela perseguição aos protestantes. Luís XIV (o rei sol), assumiu o trono após a morte do seu pai(1643). O seu governo foi marcado pelo luxo e a ostentação simbolizados pela cria-ção do Palácio de Versalhes; o ministro da economia Jean-Baptiste Col-bert foi responsável pela implantação do mercantilismo (Colbertismo) no país. Ao assumir o governo em 1774, Luís XVI encontrou o país devastado pela crise, a situação piorou ainda mais após a participação na guerra de independência dos EUA. O absolutismo na França chegou ao fim com a Revolução de 1789.
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