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Em todo inicio de ano há uma preocupação, necessária, por parte de todos
nós educadores, com o processo de avaliação, que por sua vez, norteará todo o trabalho
que será realizado nos diferentes âmbitos de formação da escola.
“Não consigo imaginar meu trabalho sem realizar a atividade diagnóstica.
Ela é a meu ver fundamental, é quem direciona meu trabalho, minha fala, minha ênfase
em determinada situação ou conteúdo, o meu olhar, meu cuidado, minha atenção para
cada criança”. (Professora Tânia Gonçalves).
No entanto, focaremos neste momento, o processo de avaliação das crianças
de uma turma/classe, pois concordamos que o resultado do trabalho depende do
conhecimento que o professor tem de seus alunos e das intervenções que serão
realizadas para o desenvolvimento de cada conhecimento observado.
Este sem dúvida é um momento importante e um trabalho nada fácil de se
realizar, como já constatamos. Há que se considerar que todas as crianças aprendem
construindo hipóteses, e que essas hipóteses são reelaboradas sucessivamente de acordo
com o ritmo de cada uma, de modo que possamos traçar intervenções significativas e
coerentes com o que nos foi apresentado por elas.
Um olhar que vê porque sabe “o que” e “para que” está vendo. Um olhar
embasado no conhecimento das características da idade. E principalmente, um olhar
que direcione ações posteriores voltadas para o desenvolvimento da criança. (Natália
Colpani A. Coelho– coordenadora pedagógica)
Sabemos que o reconhecimento dos saberes dos alunos sobre os conteúdos a
serem trabalhados é um processo que deverá acontecer o ano todo, pois a todo o
momento iniciamos o trabalho com diferentes conteúdos nas classes de Educação
Infantil e o conhecimento prévio das crianças é um importante fator a ser considerado
Avaliação Inicial na Educação Infantil
- Algumas Considerações –
Por: Tânia Cunha Constantino
Assessora Pedagógica da Educação Infantil
2
no encaminhamento das ações, mas no inicio do ano podemos considerar que todos os
assuntos estão sendo iniciado e por isso a demanda avaliativa é maior e a ansiedade em
se conhecer tudo ao mesmo tempo sobre as crianças, leva o professor a uma sobrecarga
de trabalho e estresse que acaba por influenciar o andamento tranquilo da rotina da sala.
“Inicialmente o diagnóstico é importante, mas deveria também tornar-se
um hábito da prática docente durante todo o ano.” (Natália Colpani A. Coelho –
coordenadora pedagógica)
Consideramos necessário fazer uma análise das situações significativas que
podem ser propostas pelo professor neste período inicial, no entanto, gostaríamos de
discutir antes alguns pontos relevantes nesta discussão:
Forma como a avaliação é proposta: é muitas vezes diferente das situações
habitualmente propostas ás crianças.
Considerando que nesta faixa etária as atividades propostas devem
apresentar um caráter lúdico, acreditamos que é preciso que sejam significativas, ou
seja, que tenham um uso real, por isso é desaconselhável criarmos situações artificiais
para avaliarmos os conhecimentos das crianças, pois, isso pode comprometer sua
expressão, seu envolvimento com a proposta, seu empenho e consequentemente o
resultado obtido.
O professor deve procurar conhecer o que a criança sabe através de
atividades consideradas habituais na sala de aula, atividades que as crianças realizam
diariamente, por isso será necessário, vários dias para avaliar todas as crianças sobre
uma mesma atividade, ou seja, o professor deve acompanhar um grupo de crianças hoje,
outro grupo no dia seguinte (enquanto as demais realizam a mesma atividade) e assim
sucessivamente até avaliar a classe toda.
Esse acompanhamento do professor no momento em que a criança realiza a
atividade é importante, pois, seus comentários, suas tentativas, suas perguntas, mostram
ao professor muito mais sobre ela que o resultado exposto no papel.
3
Fase de adaptação da criança: é preciso considerar ainda que o (baixo)
desempenho apresentado pela criança neste momento pode ser fruto de inúmeros
fatores: ansiedade com o novo ambiente, com os novos amigos; forma diferente que a
nova professora conduz a atividade, não entendimento da mesma por parte da criança
dentro outros, e não exatamente do pouco conhecimento que a criança tem sobre o
assunto. Por isso é sabido que muitas crianças após um mês de aula apresentam
“grandes avanços”, estes resultados muitas vezes são considerados como avanços de
forma equivocada, pois o que realmente apresentam são os conhecimentos que as
crianças já tinham ao iniciar o ano e que, no entanto devido aos fatores já citados não
conseguiram expressar.
“... fiquei em dúvida se. as crianças não estavam mostrando os
conhecimentos escritos na entrevista por ser um período muito inicial ou se realmente
elas não chegaram nesse nível de desenvolvimento”. (Eliete Madeira – coordenadora
pedagógica)
Conhecimento avaliado: outro ponto importante a ser considerado é a forma com
que analisamos as avaliações - inicial e final. Muitas vezes, no final de um ano, por
conhecermos bem a criança, ao avaliá-la consideramos o que ela pode fazer com alguma
intervenção, sabemos, por exemplo, que basta perguntarmos a ela: o “MA” DE
MACACO É ESCRITO SOMENTE O “M” OU FALTA ALGUMA OUTRA LETRA?
para que acrescente a letra “A”, ou seja, avaliamos muitas vezes o que a criança faz com
a nossa ajuda, seu conhecimento proximal. De modo diferente, o novo professor ao
receber esta criança no inicio do ano e avaliá-la, não dará esta intervenção, pois avalia o
que a criança faz sozinha, ou seja, seu conhecimento real.
O que avaliar e como registrar os dados obtidos: Como já foi discutida
anteriormente, a avaliação do conhecimento prévio vista aqui como formativa, dá-se no
decorrer do ano todo, sempre que introduzirmos um novo assunto, mas no início do ano
o professor tem uma grande demanda de conteúdos a serem avaliados para que possa
realmente elaborar um planejamento que considere as dificuldades e potencialidades das
crianças. Por isso consideramos oportuno discutir quais conteúdos são imprescindíveis
4
de serem avaliados neste momento. Concluímos que todos aqueles que realmente
podem promover grandes mudanças do planejamento dependendo do retorno das
crianças a eles apresentados, tais como identidade e autonomia, expressão corporal,
linguagem oral, forma do grafismo, o que sabem sobre a escrita, sobre os números,
utilização de materiais, projetos realizados e outros que o professor considerar
necessário.
“Acredito que ter registros da hipótese da escrita, um desenho para ver
como essa criança registra faz parte de uma sondagem inicial. Agora isso não é tudo”
(Ana Flávia Guiaro – coordenadora pedagógica)
Tão importante quanto definirmos os conteúdos a serem realizados é definir
com quais critérios iremos avaliá-los, consideramos que desta forma teremos melhor
condições de focar o olhar para os reais conhecimentos dos alunos.
E ainda, a forma de registros dos resultados, deve ser própria de cada
professor, pois somente ele é capaz de analisar qual será a mais prática para recorrer no
momento em que tiver que (re) planejar.
“Uma atividade que destacou essa semana foi brincar com blocos. As
crianças gostaram da brincadeira e se envolveram, tentando encaixar uma peça na
outra. Até a Maria Clara ficou tentando encaixar e conseguia. Alguns pontos que foi
possível observar:
- gostaram de manipular os jogos
-tiveram iniciativa em tentar encaixar os blocos
- ficaram envolvidos na atividade” (Professora Ariane Cesário de Souza).
5
O que fazer com o resultado da avaliação:
“... utilizar estas informações na estruturação do planejamento, atendendo as reais
necessidades dos alunos de acordo com as dificuldades identificadas, podendo o professor
elaborar sequências de atividades e intervenções adequadas, levando os alunos a construir
novos conhecimentos. (Cynthia Honorato – coordenadora pedagógica)
Não basta conhecermos o que o aluno sabe, é preciso trabalhar com esta
descoberta. Na maioria das vezes trabalhamos de duas formas: ou levantamos o
conhecimento prévio e mantemos o planejamento como está; ou o levantamos e depois
avaliamos junto com as informações que acreditamos poder ampliá-lo.
A questão é a seguinte, como acreditamos que a criança aprende? Será que
favorecer-lhe informações é suficiente para que seu conhecimento seja desenvolvido?
Se a resposta a esta pergunta for não podemos iniciar agora uma reflexão sobre as
formas de planejamento realmente problematizadoras para o avanço das hipóteses
iniciais das crianças.
Acreditamos ser preciso considerar o conhecimento prévio da criança como
uma oportunidade de levá-las a contestá-las, ou seja, propor situações desafiadoras, que
levem as crianças a avançarem nas suas hipóteses iniciais.
Essa é sem dúvida uma discussão bastante propícia a todo educador que
olha a criança como um ser capaz de construir seu próprio conhecimento. Não temos a
intenção de esgotá-la aqui, mas sim de iniciá-la, para que no decorrer do nosso trabalho
possamos voltar a ela todas as vezes que se fizer necessário.
Gostaríamos de finalizar acrescentando o fato de que muitos educadores ao
avaliarem seus alunos atentam-se mais para as coisas que ela ainda não sabe, sobre
determinado conteúdo, deixando de explicitar os saberes que as crianças já possuem
sobre aquilo, é preciso ter cuidado para não cair na armadilha das “coisas que meu aluno
não sabe”, esquecendo muitas vezes, de considerar nosso próprio conhecimento sobre o
fato de que cada criança tem um ritmo próprio, de que o olhar do professor sobre aquela
criança pode fazer a diferença em sua autoestima e, portanto, no seu desenvolvimento
cognitivo e emocional.
6
É preciso potencializar aquilo que o aluno é capaz de fazer, ressaltar seus
conhecimentos e a partir deles trabalhar para avançar os que ainda estão fora de sua área
potencial.
“Li no dicionário que diagnosticar além do seu significado estar diretamente
vinculado à medicina, é qualificar. E qualificar significa indicar a qualidade.” (Natália
Colpani A. Coelho – coordenadora pedagógica)
7
Sugestões para o diagnóstico inicial
Berçário I
O que avaliar Como avaliar
Se a criança:
1- Fica de bruços;
2- Segue com os olhos o que a mão
toca;
3- Vira para os lados;
4- Levanta a cabeça e os ombros;
5- Consegue sentar-se;
6- Brinca de “tuti”;
7- Fixa o olhar em um ponto móvel;
8- Arrasta-se;
9- Tenta engatinhar;
10- Consegue levantar com apoio;
11- Tenta se comunicar (balbucios,
apontamentos);
12- Estabelece vínculo com o professor.
A avaliação diagnóstica nesta fase
dar-se-á mediante OBSERVAÇÃO
diária na convivência inicial do período
de adaptação priorizando o acolhimento
do bebê e o seu bem estar em um
ambiente diferente do familiar.
Considerando que nesta faixa
etária há “estranheza” a objetos e suas
sensações e que isso é predominante na
adaptação, o professor deve estar atento
à construção de vínculos e características
gerais do desenvolvimento.
Contudo é importante destacar que
a avaliação diagnóstica é necessária em
todo processo de desenvolvimento nesta
faixa-etária compreendida entre 1 a 2
anos de idade.
Toda observação deve ser criteriosa e
sistemática com finalidade funcional
para o trabalho do professor visando
sempre o desenvolvimento da criança.
OBS: O registro escrito destas observações
fica a critério do professor, considerando
suas necessidades. No entanto sugerimos
alguns instrumentos: planilhas, caderno
descritivo, relatório semanal, pasta do aluno
entre outros.
8
Berçário II
O que avaliar Como avaliar
Se a criança:
1- Senta;
2- Engatinha;
3- Ajoelha;
4- Fica em pé com apoio;
5- Segura objetos;
6- Arremessa objetos;
7- Anda com ou sem ajuda;
8- Faz imitações (orais e gestuais);
9- Realiza movimentos de preensão;
10- Tenta se comunicar (balbucios,
fonemas);
11- Aceita a alimentação oferecida;
12- Estabelece vínculo com o professor.
A avaliação diagnóstica nesta fase
dar-se-á mediante OBSERVAÇÃO
diária na convivência inicial do período
de adaptação priorizando o acolhimento
do bebê e o seu bem estar em um
ambiente diferente do familiar.
Considerando que nesta faixa
etária há “estranheza” a objetos e suas
sensações e que isso é predominante na
adaptação, o professor deve estar atento
à construção de vínculos e características
gerais do desenvolvimento.
Contudo é importante destacar que
a avaliação diagnóstica é necessária em
todo processo de desenvolvimento nesta
faixa-etária compreendida entre 1 a 2
anos de idade.
Toda observação deve ser
criteriosa e sistemática com finalidade
funcional para o trabalho do professor
visando sempre o desenvolvimento da
criança.
OBS: O registro escrito destas observações
fica a critério do professor, considerando
suas necessidades. No entanto sugerimos
alguns instrumentos: planilhas, caderno
descritivo, relatório semanal, pasta do aluno
entre outros.
9
Maternal I
O que avaliar Como avaliar
Se a criança:
1- Interessa-se por ouvir histórias;
2- Comunica-se através de palavras,
gestos, frases;
3- Interessa-se por ouvir e cantar
músicas;
4- Manifesta necessidades pessoais;
5- Brinca;
6- Aceita a alimentação oferecida;
7- Necessita trazer algum objeto de
casa;
8- Dorme sozinho ou necessita ser
acalentado;
9- Consegue comer sozinho;
10- Explora os limites do próprio corpo
(correr, agachar, pular, andar);
11- Demonstra interesse e curiosidades
pelos materiais e trabalhos propostos;
12- Estabelece vínculo com o professor.
Observação direta durante a realização das
atividades:
- Repouso, higiene das mãos, tomar
água, troca e banho, alimentação;
-Roda de história;
-Roda de conversa;
-Roda de música;
-Brincadeiras com obstáculos;
-Parque;
-Artísticas com diferentes suportes e
materiais;
-E demais momentos da rotina.
OBS: O registro escrito destas observações
fica a critério do professor, considerando
suas necessidades. No entanto sugerimos
alguns instrumentos: planilhas, caderno
descritivo, relatório semanal, pasta do aluno
entre outros.
10
Maternal II
O que avaliar Como avaliar
Se a criança:
1- Ouve histórias;
2- Manifesta necessidades pessoais;
3- Atende quando solicitada;
4- Controla suas necessidades
fisiológicas;
5- Demonstra ações relacionadas à
higiene e alimentação;
6- Ajuda a guardar brinquedos;
7- Brinca;
8- Necessita trazer algum objeto de
casa;
9- Dorme sozinho ou necessita ser
acalentado;
10- Arrisca-se na resolução das
atividades;
11- Comunica-se através de frases;
12- Estabelece vinculo com a professora.
Avaliar ainda:
•••• Fase do grafismo.
Pesquisar com o professor do ano
anterior:
•••• Artistas conhecidos.
Observação direta durante a realização das
atividades:
- Repouso, higiene das mãos, tomar
água, alimentação, troca e banho;
-Roda de História;
-Roda de Organização;
-Roda de Conversa e outros momentos
da rotina;
-Diversificadas;
-Parque;
-Roda de brincadeiras musicais;
-Artes;
-Jogos.
OBS: O registro escrito destas observações
fica a critério do professor, considerando
suas necessidades. No entanto sugerimos
alguns instrumentos: planilhas, caderno
descritivo, relatório semanal, pasta do aluno
entre outros.
11
Jardim I
O que avaliar O que avaliar
Se a criança:
1- Reconta histórias;
2- Coloca-se no papel de leitora;
3- Coloca-se no papel de escritora;
4- Se expressa com clareza através da
oralidade;
5- Escuta histórias;
6- Identifica letras do alfabeto;
7- Identifica e escreve o nome, com ou sem
apoio do crachá;
8- Brinca;
9- Realiza atividades cotidianas com ou sem
apoio da professora;
10- Utiliza diferentes materiais artísticos;
11- Resolve problemas;
12- Recita;
13- Conta;
14- Participa de jogos;
15- Escreve números;
16- Apresenta ações de independência tais
como: tirar e colocar o sapato, utilizar
sozinha o banheiro, lavar as mãos,
servir-se e comer sozinha;
17- Possui um bom repertório musical;
18- Observa a função social do calendário;
19- Estabelece vínculo com a professora.
Avaliar ainda:
•••• Hipótese de escrita;
•••• Fase do grafismo.
Pesquisar com o professor do ano
anterior:
•••• Artistas conhecidos;
•••• Projetos realizados.
Observação direta durante a realização das
atividades:
-Roda de História;
-Roda de conversa;
-Jogos;
-Escrita de listas com campo semântico;
-Alfabeto móvel;
-Higiene e Alimentação;
-Parque;
-Diversificada;
-Atividades Artísticas;
-Brincadeiras Musicais;
-Brincadeiras Tradicionais;
-Problemas não convencionais;
-Atividades escritas que apresentam função
social.
OBS: O registro escrito destas observações
fica a critério do professor, considerando
suas necessidades. No entanto sugerimos
alguns instrumentos: planilhas, caderno
descritivo, relatório semanal, pasta do aluno
entre outros.
12
Jardim II
O que avaliar Como avaliar
Se a criança:
1- Se expressa com clareza através da oralidade;
2- Reconta histórias;
3- Coloca-se no papel de leitora;
4- Coloca-se no papel de escritora;
5- Identifica e escreve o nome;
6- Identifica as letras do alfabeto;
7- Escuta histórias;
8- Participa de produção de texto (ditado ao
professor);
9- Brinca;
10- Utiliza adequadamente diferentes materiais
artísticos;
11- Participa das propostas de música;
12- Resolve situações problemas;
13- Recita números;
14- Conta;
15- Lê e identifica números;
16- Observa a função social do calendário;
17- Apresenta ações de independência tais como: tirar
e colocar o sapato, utilizar sozinha o banheiro,
lavar as mãos, servir-se, etc.
18- Possui um bom repertório musical;
19- Estabelece vinculo com a professora.
Avaliar ainda:
•••• Hipótese de escrita;
•••• Habilidades motoras;
•••• Fase do grafismo;
•••• Hipótese da escrita numérica.
Pesquisar com o professor do ano anterior:
•••• Artistas conhecidos;
•••• Projetos realizados.
Observação direta durante a
realização das atividades:
- Rodas de conversa;
- Rodas de história;
- Rodas de organização;
- Diversificada;
- Escritas de próprio punho;
- Escrita do nome nos momentos
que se fizer necessário;
- Bingo do alfabeto;
- Produção de texto coletivo
(professor como escriba);
- Momentos de parque, banheiro e
refeitório;
- Aulas de movimento;
- Produções com diversos
materiais artísticos;
- Roda de música;
- Problemas não convencionais e
convencionais;
- Jogos.
OBS: O registro escrito destas
observações fica a critério do
professor, considerando suas
necessidades. No entanto
sugerimos alguns instrumentos:
planilhas, caderno descritivo,
relatório semanal, pasta do aluno
entre outros.
13
Esperamos que o diagnóstico inicial propicie aos professores, cada vez
mais, melhores oportunidades de planejar situações desafiadoras e significativas a seus
alunos, para isso faz-se essencial que cada um reflita sobre seu planejamento de modo a
torná-lo funcional a serviço não só do ensino, mas acima de tudo, da aprendizagem dos
alunos.

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Avaliação inicial na educação infantil

  • 1. 1 Em todo inicio de ano há uma preocupação, necessária, por parte de todos nós educadores, com o processo de avaliação, que por sua vez, norteará todo o trabalho que será realizado nos diferentes âmbitos de formação da escola. “Não consigo imaginar meu trabalho sem realizar a atividade diagnóstica. Ela é a meu ver fundamental, é quem direciona meu trabalho, minha fala, minha ênfase em determinada situação ou conteúdo, o meu olhar, meu cuidado, minha atenção para cada criança”. (Professora Tânia Gonçalves). No entanto, focaremos neste momento, o processo de avaliação das crianças de uma turma/classe, pois concordamos que o resultado do trabalho depende do conhecimento que o professor tem de seus alunos e das intervenções que serão realizadas para o desenvolvimento de cada conhecimento observado. Este sem dúvida é um momento importante e um trabalho nada fácil de se realizar, como já constatamos. Há que se considerar que todas as crianças aprendem construindo hipóteses, e que essas hipóteses são reelaboradas sucessivamente de acordo com o ritmo de cada uma, de modo que possamos traçar intervenções significativas e coerentes com o que nos foi apresentado por elas. Um olhar que vê porque sabe “o que” e “para que” está vendo. Um olhar embasado no conhecimento das características da idade. E principalmente, um olhar que direcione ações posteriores voltadas para o desenvolvimento da criança. (Natália Colpani A. Coelho– coordenadora pedagógica) Sabemos que o reconhecimento dos saberes dos alunos sobre os conteúdos a serem trabalhados é um processo que deverá acontecer o ano todo, pois a todo o momento iniciamos o trabalho com diferentes conteúdos nas classes de Educação Infantil e o conhecimento prévio das crianças é um importante fator a ser considerado Avaliação Inicial na Educação Infantil - Algumas Considerações – Por: Tânia Cunha Constantino Assessora Pedagógica da Educação Infantil
  • 2. 2 no encaminhamento das ações, mas no inicio do ano podemos considerar que todos os assuntos estão sendo iniciado e por isso a demanda avaliativa é maior e a ansiedade em se conhecer tudo ao mesmo tempo sobre as crianças, leva o professor a uma sobrecarga de trabalho e estresse que acaba por influenciar o andamento tranquilo da rotina da sala. “Inicialmente o diagnóstico é importante, mas deveria também tornar-se um hábito da prática docente durante todo o ano.” (Natália Colpani A. Coelho – coordenadora pedagógica) Consideramos necessário fazer uma análise das situações significativas que podem ser propostas pelo professor neste período inicial, no entanto, gostaríamos de discutir antes alguns pontos relevantes nesta discussão: Forma como a avaliação é proposta: é muitas vezes diferente das situações habitualmente propostas ás crianças. Considerando que nesta faixa etária as atividades propostas devem apresentar um caráter lúdico, acreditamos que é preciso que sejam significativas, ou seja, que tenham um uso real, por isso é desaconselhável criarmos situações artificiais para avaliarmos os conhecimentos das crianças, pois, isso pode comprometer sua expressão, seu envolvimento com a proposta, seu empenho e consequentemente o resultado obtido. O professor deve procurar conhecer o que a criança sabe através de atividades consideradas habituais na sala de aula, atividades que as crianças realizam diariamente, por isso será necessário, vários dias para avaliar todas as crianças sobre uma mesma atividade, ou seja, o professor deve acompanhar um grupo de crianças hoje, outro grupo no dia seguinte (enquanto as demais realizam a mesma atividade) e assim sucessivamente até avaliar a classe toda. Esse acompanhamento do professor no momento em que a criança realiza a atividade é importante, pois, seus comentários, suas tentativas, suas perguntas, mostram ao professor muito mais sobre ela que o resultado exposto no papel.
  • 3. 3 Fase de adaptação da criança: é preciso considerar ainda que o (baixo) desempenho apresentado pela criança neste momento pode ser fruto de inúmeros fatores: ansiedade com o novo ambiente, com os novos amigos; forma diferente que a nova professora conduz a atividade, não entendimento da mesma por parte da criança dentro outros, e não exatamente do pouco conhecimento que a criança tem sobre o assunto. Por isso é sabido que muitas crianças após um mês de aula apresentam “grandes avanços”, estes resultados muitas vezes são considerados como avanços de forma equivocada, pois o que realmente apresentam são os conhecimentos que as crianças já tinham ao iniciar o ano e que, no entanto devido aos fatores já citados não conseguiram expressar. “... fiquei em dúvida se. as crianças não estavam mostrando os conhecimentos escritos na entrevista por ser um período muito inicial ou se realmente elas não chegaram nesse nível de desenvolvimento”. (Eliete Madeira – coordenadora pedagógica) Conhecimento avaliado: outro ponto importante a ser considerado é a forma com que analisamos as avaliações - inicial e final. Muitas vezes, no final de um ano, por conhecermos bem a criança, ao avaliá-la consideramos o que ela pode fazer com alguma intervenção, sabemos, por exemplo, que basta perguntarmos a ela: o “MA” DE MACACO É ESCRITO SOMENTE O “M” OU FALTA ALGUMA OUTRA LETRA? para que acrescente a letra “A”, ou seja, avaliamos muitas vezes o que a criança faz com a nossa ajuda, seu conhecimento proximal. De modo diferente, o novo professor ao receber esta criança no inicio do ano e avaliá-la, não dará esta intervenção, pois avalia o que a criança faz sozinha, ou seja, seu conhecimento real. O que avaliar e como registrar os dados obtidos: Como já foi discutida anteriormente, a avaliação do conhecimento prévio vista aqui como formativa, dá-se no decorrer do ano todo, sempre que introduzirmos um novo assunto, mas no início do ano o professor tem uma grande demanda de conteúdos a serem avaliados para que possa realmente elaborar um planejamento que considere as dificuldades e potencialidades das crianças. Por isso consideramos oportuno discutir quais conteúdos são imprescindíveis
  • 4. 4 de serem avaliados neste momento. Concluímos que todos aqueles que realmente podem promover grandes mudanças do planejamento dependendo do retorno das crianças a eles apresentados, tais como identidade e autonomia, expressão corporal, linguagem oral, forma do grafismo, o que sabem sobre a escrita, sobre os números, utilização de materiais, projetos realizados e outros que o professor considerar necessário. “Acredito que ter registros da hipótese da escrita, um desenho para ver como essa criança registra faz parte de uma sondagem inicial. Agora isso não é tudo” (Ana Flávia Guiaro – coordenadora pedagógica) Tão importante quanto definirmos os conteúdos a serem realizados é definir com quais critérios iremos avaliá-los, consideramos que desta forma teremos melhor condições de focar o olhar para os reais conhecimentos dos alunos. E ainda, a forma de registros dos resultados, deve ser própria de cada professor, pois somente ele é capaz de analisar qual será a mais prática para recorrer no momento em que tiver que (re) planejar. “Uma atividade que destacou essa semana foi brincar com blocos. As crianças gostaram da brincadeira e se envolveram, tentando encaixar uma peça na outra. Até a Maria Clara ficou tentando encaixar e conseguia. Alguns pontos que foi possível observar: - gostaram de manipular os jogos -tiveram iniciativa em tentar encaixar os blocos - ficaram envolvidos na atividade” (Professora Ariane Cesário de Souza).
  • 5. 5 O que fazer com o resultado da avaliação: “... utilizar estas informações na estruturação do planejamento, atendendo as reais necessidades dos alunos de acordo com as dificuldades identificadas, podendo o professor elaborar sequências de atividades e intervenções adequadas, levando os alunos a construir novos conhecimentos. (Cynthia Honorato – coordenadora pedagógica) Não basta conhecermos o que o aluno sabe, é preciso trabalhar com esta descoberta. Na maioria das vezes trabalhamos de duas formas: ou levantamos o conhecimento prévio e mantemos o planejamento como está; ou o levantamos e depois avaliamos junto com as informações que acreditamos poder ampliá-lo. A questão é a seguinte, como acreditamos que a criança aprende? Será que favorecer-lhe informações é suficiente para que seu conhecimento seja desenvolvido? Se a resposta a esta pergunta for não podemos iniciar agora uma reflexão sobre as formas de planejamento realmente problematizadoras para o avanço das hipóteses iniciais das crianças. Acreditamos ser preciso considerar o conhecimento prévio da criança como uma oportunidade de levá-las a contestá-las, ou seja, propor situações desafiadoras, que levem as crianças a avançarem nas suas hipóteses iniciais. Essa é sem dúvida uma discussão bastante propícia a todo educador que olha a criança como um ser capaz de construir seu próprio conhecimento. Não temos a intenção de esgotá-la aqui, mas sim de iniciá-la, para que no decorrer do nosso trabalho possamos voltar a ela todas as vezes que se fizer necessário. Gostaríamos de finalizar acrescentando o fato de que muitos educadores ao avaliarem seus alunos atentam-se mais para as coisas que ela ainda não sabe, sobre determinado conteúdo, deixando de explicitar os saberes que as crianças já possuem sobre aquilo, é preciso ter cuidado para não cair na armadilha das “coisas que meu aluno não sabe”, esquecendo muitas vezes, de considerar nosso próprio conhecimento sobre o fato de que cada criança tem um ritmo próprio, de que o olhar do professor sobre aquela criança pode fazer a diferença em sua autoestima e, portanto, no seu desenvolvimento cognitivo e emocional.
  • 6. 6 É preciso potencializar aquilo que o aluno é capaz de fazer, ressaltar seus conhecimentos e a partir deles trabalhar para avançar os que ainda estão fora de sua área potencial. “Li no dicionário que diagnosticar além do seu significado estar diretamente vinculado à medicina, é qualificar. E qualificar significa indicar a qualidade.” (Natália Colpani A. Coelho – coordenadora pedagógica)
  • 7. 7 Sugestões para o diagnóstico inicial Berçário I O que avaliar Como avaliar Se a criança: 1- Fica de bruços; 2- Segue com os olhos o que a mão toca; 3- Vira para os lados; 4- Levanta a cabeça e os ombros; 5- Consegue sentar-se; 6- Brinca de “tuti”; 7- Fixa o olhar em um ponto móvel; 8- Arrasta-se; 9- Tenta engatinhar; 10- Consegue levantar com apoio; 11- Tenta se comunicar (balbucios, apontamentos); 12- Estabelece vínculo com o professor. A avaliação diagnóstica nesta fase dar-se-á mediante OBSERVAÇÃO diária na convivência inicial do período de adaptação priorizando o acolhimento do bebê e o seu bem estar em um ambiente diferente do familiar. Considerando que nesta faixa etária há “estranheza” a objetos e suas sensações e que isso é predominante na adaptação, o professor deve estar atento à construção de vínculos e características gerais do desenvolvimento. Contudo é importante destacar que a avaliação diagnóstica é necessária em todo processo de desenvolvimento nesta faixa-etária compreendida entre 1 a 2 anos de idade. Toda observação deve ser criteriosa e sistemática com finalidade funcional para o trabalho do professor visando sempre o desenvolvimento da criança. OBS: O registro escrito destas observações fica a critério do professor, considerando suas necessidades. No entanto sugerimos alguns instrumentos: planilhas, caderno descritivo, relatório semanal, pasta do aluno entre outros.
  • 8. 8 Berçário II O que avaliar Como avaliar Se a criança: 1- Senta; 2- Engatinha; 3- Ajoelha; 4- Fica em pé com apoio; 5- Segura objetos; 6- Arremessa objetos; 7- Anda com ou sem ajuda; 8- Faz imitações (orais e gestuais); 9- Realiza movimentos de preensão; 10- Tenta se comunicar (balbucios, fonemas); 11- Aceita a alimentação oferecida; 12- Estabelece vínculo com o professor. A avaliação diagnóstica nesta fase dar-se-á mediante OBSERVAÇÃO diária na convivência inicial do período de adaptação priorizando o acolhimento do bebê e o seu bem estar em um ambiente diferente do familiar. Considerando que nesta faixa etária há “estranheza” a objetos e suas sensações e que isso é predominante na adaptação, o professor deve estar atento à construção de vínculos e características gerais do desenvolvimento. Contudo é importante destacar que a avaliação diagnóstica é necessária em todo processo de desenvolvimento nesta faixa-etária compreendida entre 1 a 2 anos de idade. Toda observação deve ser criteriosa e sistemática com finalidade funcional para o trabalho do professor visando sempre o desenvolvimento da criança. OBS: O registro escrito destas observações fica a critério do professor, considerando suas necessidades. No entanto sugerimos alguns instrumentos: planilhas, caderno descritivo, relatório semanal, pasta do aluno entre outros.
  • 9. 9 Maternal I O que avaliar Como avaliar Se a criança: 1- Interessa-se por ouvir histórias; 2- Comunica-se através de palavras, gestos, frases; 3- Interessa-se por ouvir e cantar músicas; 4- Manifesta necessidades pessoais; 5- Brinca; 6- Aceita a alimentação oferecida; 7- Necessita trazer algum objeto de casa; 8- Dorme sozinho ou necessita ser acalentado; 9- Consegue comer sozinho; 10- Explora os limites do próprio corpo (correr, agachar, pular, andar); 11- Demonstra interesse e curiosidades pelos materiais e trabalhos propostos; 12- Estabelece vínculo com o professor. Observação direta durante a realização das atividades: - Repouso, higiene das mãos, tomar água, troca e banho, alimentação; -Roda de história; -Roda de conversa; -Roda de música; -Brincadeiras com obstáculos; -Parque; -Artísticas com diferentes suportes e materiais; -E demais momentos da rotina. OBS: O registro escrito destas observações fica a critério do professor, considerando suas necessidades. No entanto sugerimos alguns instrumentos: planilhas, caderno descritivo, relatório semanal, pasta do aluno entre outros.
  • 10. 10 Maternal II O que avaliar Como avaliar Se a criança: 1- Ouve histórias; 2- Manifesta necessidades pessoais; 3- Atende quando solicitada; 4- Controla suas necessidades fisiológicas; 5- Demonstra ações relacionadas à higiene e alimentação; 6- Ajuda a guardar brinquedos; 7- Brinca; 8- Necessita trazer algum objeto de casa; 9- Dorme sozinho ou necessita ser acalentado; 10- Arrisca-se na resolução das atividades; 11- Comunica-se através de frases; 12- Estabelece vinculo com a professora. Avaliar ainda: •••• Fase do grafismo. Pesquisar com o professor do ano anterior: •••• Artistas conhecidos. Observação direta durante a realização das atividades: - Repouso, higiene das mãos, tomar água, alimentação, troca e banho; -Roda de História; -Roda de Organização; -Roda de Conversa e outros momentos da rotina; -Diversificadas; -Parque; -Roda de brincadeiras musicais; -Artes; -Jogos. OBS: O registro escrito destas observações fica a critério do professor, considerando suas necessidades. No entanto sugerimos alguns instrumentos: planilhas, caderno descritivo, relatório semanal, pasta do aluno entre outros.
  • 11. 11 Jardim I O que avaliar O que avaliar Se a criança: 1- Reconta histórias; 2- Coloca-se no papel de leitora; 3- Coloca-se no papel de escritora; 4- Se expressa com clareza através da oralidade; 5- Escuta histórias; 6- Identifica letras do alfabeto; 7- Identifica e escreve o nome, com ou sem apoio do crachá; 8- Brinca; 9- Realiza atividades cotidianas com ou sem apoio da professora; 10- Utiliza diferentes materiais artísticos; 11- Resolve problemas; 12- Recita; 13- Conta; 14- Participa de jogos; 15- Escreve números; 16- Apresenta ações de independência tais como: tirar e colocar o sapato, utilizar sozinha o banheiro, lavar as mãos, servir-se e comer sozinha; 17- Possui um bom repertório musical; 18- Observa a função social do calendário; 19- Estabelece vínculo com a professora. Avaliar ainda: •••• Hipótese de escrita; •••• Fase do grafismo. Pesquisar com o professor do ano anterior: •••• Artistas conhecidos; •••• Projetos realizados. Observação direta durante a realização das atividades: -Roda de História; -Roda de conversa; -Jogos; -Escrita de listas com campo semântico; -Alfabeto móvel; -Higiene e Alimentação; -Parque; -Diversificada; -Atividades Artísticas; -Brincadeiras Musicais; -Brincadeiras Tradicionais; -Problemas não convencionais; -Atividades escritas que apresentam função social. OBS: O registro escrito destas observações fica a critério do professor, considerando suas necessidades. No entanto sugerimos alguns instrumentos: planilhas, caderno descritivo, relatório semanal, pasta do aluno entre outros.
  • 12. 12 Jardim II O que avaliar Como avaliar Se a criança: 1- Se expressa com clareza através da oralidade; 2- Reconta histórias; 3- Coloca-se no papel de leitora; 4- Coloca-se no papel de escritora; 5- Identifica e escreve o nome; 6- Identifica as letras do alfabeto; 7- Escuta histórias; 8- Participa de produção de texto (ditado ao professor); 9- Brinca; 10- Utiliza adequadamente diferentes materiais artísticos; 11- Participa das propostas de música; 12- Resolve situações problemas; 13- Recita números; 14- Conta; 15- Lê e identifica números; 16- Observa a função social do calendário; 17- Apresenta ações de independência tais como: tirar e colocar o sapato, utilizar sozinha o banheiro, lavar as mãos, servir-se, etc. 18- Possui um bom repertório musical; 19- Estabelece vinculo com a professora. Avaliar ainda: •••• Hipótese de escrita; •••• Habilidades motoras; •••• Fase do grafismo; •••• Hipótese da escrita numérica. Pesquisar com o professor do ano anterior: •••• Artistas conhecidos; •••• Projetos realizados. Observação direta durante a realização das atividades: - Rodas de conversa; - Rodas de história; - Rodas de organização; - Diversificada; - Escritas de próprio punho; - Escrita do nome nos momentos que se fizer necessário; - Bingo do alfabeto; - Produção de texto coletivo (professor como escriba); - Momentos de parque, banheiro e refeitório; - Aulas de movimento; - Produções com diversos materiais artísticos; - Roda de música; - Problemas não convencionais e convencionais; - Jogos. OBS: O registro escrito destas observações fica a critério do professor, considerando suas necessidades. No entanto sugerimos alguns instrumentos: planilhas, caderno descritivo, relatório semanal, pasta do aluno entre outros.
  • 13. 13 Esperamos que o diagnóstico inicial propicie aos professores, cada vez mais, melhores oportunidades de planejar situações desafiadoras e significativas a seus alunos, para isso faz-se essencial que cada um reflita sobre seu planejamento de modo a torná-lo funcional a serviço não só do ensino, mas acima de tudo, da aprendizagem dos alunos.