O estudo investigou a automedicação entre 1509 enfermeiros em hospitais públicos do Rio de Janeiro, revelando alta prevalência, especialmente entre jovens que trabalham longas horas. A pesquisa apontou que analgésicos são os medicamentos mais usados e que a automedicação está associada a falta de informações sobre efeitos colaterais e à escassez de tempo para cuidados pessoais. A pesquisa enfatiza a necessidade de intervenções para aumentar a conscientização sobre os riscos da automedicação entre enfermeiros e na população em geral.