O documento discute a questão da prova no planejamento tributário e conceitos como dolo, fraude, simulação e abuso de direito. Apresenta casos judiciais que tratam de incorporações simuladas, abuso de forma e segregação de pessoas jurídicas para fins tributários. Defende que para requalificar um negócio jurídico é necessário comprovar atitude ilícita dolosa e que o negócio formal diverge do realmente praticado.