SlideShare uma empresa Scribd logo
Disciplina
Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Professora: Arquiteta Dra. Monica Kofler
Ano: 2016
Revestimento e Patologias
A qualidade e Execução de uma Obra Depende:
 Planejamento
 Gerenciamento
 Organização do canteiro de obra
 Condições de higiene e segurança do trabalho
 Controle e armazenamento dos materiais e equipamentos
 Correta operacionalização dos processos administrativos
 Qualidade e execução dos serviços na obra
Ciclo PDCA:
Erros Quando acontecem:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
ABNT NBR 15575 – Edifícios Habitacionais de até 5 pavimentos:
Desempenho
FONTE DE CONSULTA: GUIA ORIENTATIVO PARA ATENDIMENTO A
NORMA ABNT NBR 15575/2003
LINK:
http://www.cbic.org.br/arquivos/guia_livro/Guia_CBIC_Norma_Dese
mpenho_2_edicao.pdf
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Função de um isolamento de
Argamassa:
 Isolante
 Proteger a base
 Permitir acabamento final
 Espessura: 30% a 40% da espessura da parede
 50% do isolamento acústico
 30% do isolamento térmico
 100% estanqueidade de uma vedação de alvenaria comum
Chapisco
RebocoEmboço
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Condições para Inicio dos Serviços de Revestimento:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Eflorescência
na pintura
DEFINIÇÃO:
Depósitos cristalinos de cor
branca resultante da
migração e posterior
evaporação de soluções
aquosas salinizadas:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Eflorescências
Causas prováveis:
 Excesso de água no processo de preparação
das juntas;
 umidade constante ou infiltração;
 sais solúveis presentes no componente da
alvenaria ou no amassamento da argamassa;
 cal não carbonatada.
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Eflorescências:
Prevenção:
Solução do
Problema:
 Utilização do cimento CP IV
(pozolânico) ou cimento tipo
RS (resistente a sulfatos).
 Uso de aditivos redutores de
água
 Utilização de Hidrofugante na
argamassa de proteção.
Lavagem com solução de ácido;
Impermeabilização com aplicação
de 5% do Hidrofugante na
argamassa de proteção.
PRODUTO
ACQUELlA
EX DE
APLICAÇÃO::
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Prevenção da Eflorescências:
 NÃO UTILIZAR MATERIAIS E COMPONENTES COM ELEVADO TEOR DE SAIS SOLÚVEIS.
 NÃO UTILIZAR TIJOLOS COM ELEVADO TEOR DE SULFATOS: a fim de evitar a formação
de substâncias solúveis em água ou produtos expansivos.
 ALVENARIA APARENTE: absorção de água de chuva pelo tijolo, por capilaridade,
pode ser diminuída através de uma pintura impermeável resistente à exposição
em solução salina.
 EXECUÇÃO DE ALVENARIA EM PERÍODO DE SECA: saturar os tijolos com água a fim
de diminuir a absorção de água de amassamento da argamassa pelo tijolo, por
capilaridade, reduzindo o risco de reação tijolo-cimento.
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Empolamento
da pintura: DEFINIÇÃO:
Pequenas bolhas sobre o
substrato
CAUSA:
 Durante a aplicação
ocorreu excesso de
camada.
 Evaporação rápida
dos solventes.
 aumento brusco de
temperatura.
SOLUÇÃO:
 Remover a tinta e reaplicar
com camada mais fina.
 Remover a tinta, pré-aquecer
o substrato, repintar.
 Adicionar pequenas
quantidades de solvente de
baixa evaporação.
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Causas Decorrentes do tipo de pintura:
Causas Externas ao revestimento:
 PINTURAS que formam uma camada impermeável, como as tintas a óleo ou à base
de borracha clorada e epóxi, quando aplicadas prematuramente não permitem um
grau de carbonatação suficiente para conferir resistência ao reboco.
 UMIDADE: problemas relacionados à infiltração de água através de alicerces, lajes
de cobertura mal impermeabilizadas ou argamassas de assentamento magras.
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Vesículas:
Empolamento da pintura com parte
interna branca, preta ou vermelho
castanho.
CAUSAS PROVÁVEIS: hidratação
retardada do óxido de cálcio da cal,
presença de pirita ou de matéria
orgânica na areia, presença de
substâncias ferruginosas na areia.
SOLUÇÃO: renovação da camada de
reboco.
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Mofo e Bolor
na Fachada:
Absorção ou presença de
umidade nas pinturas.
CAUSAS PROVÁVEIS: umidade
constante, área não exposta ao sol.
REPARO: eliminação da infiltração da
umidade, lavagem com solução de
hipoclorito, reparo do revestimento se
estiver pulverulento.
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Bolor - aparecimento de Fungos nas paredes internas:
interno
externo
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Manchas de Bolor - aparecimento de Fungos nas
paredes internas:
Solução:
 Pintura das juntas;
 Limpeza com hipoclorito de
sódio;
 Aplicação com protetores de
fachada (hidrofugante);
 Nova aplicação do material;
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Manchas de Umidade, Mofo e Bolor:
 FASE DE OBRAS: umidade remanescente nos materiais utilizados na construção,
se mantendo durante um certo período após o término da obra, diminuindo
gradualmente até desaparecer.
 ABSORÇÃO E CAPILARIDADE DOS MATERIAIS: absorção da água existente no solo
pelas fundações das paredes e pavimentos, migrando para as fachadas e pisos.
 INFILTRAÇÃO: água da chuva que penetra nas edificações através dos elementos
constituintes de sua envoltória exterior.
 CONDENSAÇÃO: proveniente do vapor de água que se condensa nas superfícies ou
no interior dos elementos de construção.
 EVENTOS ACIDENTAIS: umidade oriunda de vazamentos do sistema de distribuição
e/ou coleta da edificação.
CAUSAS GERAIS:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Umidade nas Fachadas:
 PROJETO DO EDIFÍCIO: grau de exposição do prédio à chuva, ao vento e à
radiação solar são definitivos pelos detalhes específicos para escoamento das
águas, orientação cardeal e altura da construção.
 CONDIÇÕES CLIMÁTICAS DO LOCAL DA OBRA: influem na quantidade de
água incidente nas fachadas e no seu grau de secagem.
 PRESENÇA DE DEFEITOS SUPERFICIAIS: facilitam a penetração de água.
 CONSTITUIÇÃO E PROPRIEDADES DOS MATERIAIS QUE COMPÕEM A FACHADA.
 FORMA GEOMÉTRICA DOS COMPONENTES DA PAREDE: presença de vazios
(furos) nos componentes ocasionando umidade no interior da parede.
CAUSAS GERAIS:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Manchas nos ladrilhos cerâmicos:
Falta de proteção e limpeza no ato de betumação nas
juntas
Solução:
 Lavagem com solução de ácido fraco
 Lavagem com solução de tiossulfato de sódio
 Lavagem com solução de hipoclorito de sódio
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Deslocamento por Empolamento no revestimento
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Deslocamento do Revestimento: Reboco
 TRAÇO INCORRETO DA ARGAMASSA: modo que o excesso de cimento resulta em
material com pouca elasticidade, podendo não absorver as movimentações da
estrutura e/ou da alvenaria, enquanto a falta de aglomerante pode prejudicar a
capacidade da argamassa aderir ao substrato.
 EMPREGO DE MATERIAIS COM ALTO TEOR DE FINOS: particularmente material silto-
argiloso (tipo saibro, caulim) , resultando em revestimento com baixa porosidade,
dificultando o processo de carbonatação da cal.
 EMPREGO DE CAL HIDRATADA ADULTERADA OU DE BAIXA QUALIDADE: que se
parcialmente extinta tem reação de hidratação retardada acompanhada de aumento
de volume e expansão.
CAUSAS GERAIS:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
DESCOLAMENTO EM PLACAS DURAS: Placas endurecidas que quebram com
dificuldade. Sob percussão, o revestimento apresenta som cavo.
CAUSAS PROVÁVEIS: superfície de contato com a camada inferior apresenta
placas de mica, argamassa muito rica em cimento ou aplicada em camada
muito espessa, corrosão da armadura do concreto de base. Em outros casos,
a superfície da base é muito lisa ou está impregnada com substância
hidrófuga, ou ainda a camada de chapisco está ausente.
Deslocamento em Placas Duras:
SOLUÇÃO: renovação do revestimento para o
primeiro conjunto de causas. Apicoamento da
base, aplicação de chapisco ou outro artifício
para melhorar a aderência, antes da renovação
do revestimento, no segundo caso.
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Desprendimento e Empolamento
de Revestimentos de peças Cerâmicas
Causas:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Deslocamento em
Placas Duras:
Destacamento do
Reboco Rígido:
Deterioração do reboco devido a
infiltração: Desagregação com deslocamento do revestimento:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Causas Decorrentes dos materiais utilizados:
 DOS AGREGADOS: existência de impurezas na areia (argilosos, mica,
ferruginosas).
 Do cimento: a finura que regulará os níveis de retração por secagem.
 CAL: maior problema está na reação incompleta da cal virgem ou durante o
amassamento em obra, ocasionando um volume do revestimento,
aumento do volume em função da reação retardada de hidratação.
 ARGAMASSAS DE CIMENTO: maior incidência de problemas quando a
camada do revestimento de regularização, emboço é excessivamente
rico em cimento, proporção 1:2 em massa.
 ARGAMASSA DE CAL: problemas mais comuns advém da baixa
resistência da argamassa através de uma inadequada proporção entre
areia e cal, constituindo uma argamassa magra e pouco aderente ao
substrato, ou relacionado a deficiente carbonatação da cal quando da
execução de camadas espessas.
CAUSAS GERAIS:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Deslocamento do Revestimento: Reboco
 APLICAÇÃO DA ARGAMASSA EM CAMADA MUITO ESPESSA: de modo que o peso
próprio da argamassa pode gerar uma força gravitacional maior que a adesão
inicial com o substrato.
 OPERAÇÃO DE CHAPAR A ARGAMASSA NA PAREDE COM POUCA FORÇA: não
preenchendo o material adequadamente os poros da base.
 PINTURA PRECOCE DOS REVESTIMENTOS À BASE DE CAL: inibindo a carbonatação da
cal principalmente na interface com a parede.
 APLICAÇÃO DE ARGAMASSA SOBRE SUPERFÍCIE MUITO LISA: sem prévio chapisco do
substrato, reduzindo as condições de aderência do revestimento à base.
CAUSAS GERAIS:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Deslocamento do Revestimento: Reboco
 EMPREGO DE ADITIVOS PLASTIFICANTES: que não substituem a propriedade de
retenção de água da cal hidratada ou aplicação da argamassa sobre material com
elevado poder de absorção de água sem prévio umedecimento elevado.
 APLICAÇÃO DE ARGAMASSA SOBRE SUPERFÍCIE MUITO LISA: sem prévio chapisco
do substrato, reduzindo as condições de aderência do revestimento à base.
 APLICAÇÃO DA ARGAMASSA SOBRE BASE CONTAMINADA: engordurada ou
impermeabilizada, impedindo a penetração da nata do aglomerante no
substrato.
CAUSAS GERAIS:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Pulverulência
Descolamento com pulverulência: Película de tinta se descola arrastando o
reboco que se desagrega com facilidade, revestimento monocamada se
desagrega com facilidade, reboco apresenta som cavo.
CAUSAS PROVÁVEIS: excesso de finos no agregado, argamassa magra,
argamassa rica em cal, reboco aplicado em camada muito espessa.
SOLUÇÃO: renovação da camada de reboco.
* a solução deve ser pensada de acordo com a intensidade da reação expansiva
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
O que observar na Colagem e Betumação
de Cerâmica:
Planeza ≤ 5mm
Defeitos 1m2 > 20%
Inclinação mín. 1 % Ralo
e TQ
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Colagem e Betumação de Cerâmica: após 48 horas do revestimento
Para piscinas: Cimento branco,
inertes e aditivos específicos
orgânicos e/ou inorgânico
Argamassas de colagem esperar 24 horas
Betumação de
juntas
Juntas certificadas da
FUGALITE – evita
proliferação de bolores,
fungos e bactérias.
*Limpeza do
material
sobrante na
junta Hidro óleo repelente
nas juntas
Dupla Colagem
Limpeza das juntas
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Umidade por
condensação:
-Eliminar a causa antes de causar a degradação na parede.
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Aplicação do aditivo impermeabilizante no
corpo de prova :
Testes:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Amostra de teste com argamassa de baixo
poder de impermeabilidade:
Elevado o coeficiente capilar
Fácil penetração de água por ausência de hidrófugo
Testes:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
 Biodeteriorização dos vários Revestimentos com aplicação de hipoclorito a
base de cal, Látex PVA, Látex acrílico com antimofo e Látex acrílico: solução
do da água sanitária em dosagem 1:3 para eliminação.
Aplicação de
Soluções aquosa à
base de hipoclorito
de sódio ou cálcio,
com teor de cloro
ativo entre 2,0 a
2,5% :
Testes:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Teste de aderência a resistência
ciclo gelo–degelo; deformalidade.
Testes:
Teste de Aderência no piso
min. 0,3 MPa
 Pressão da
água.
 Temperatura
Frio e calor.
Porosidade
Absorção da água < 1 min
(elevada porosidade)
Dureza
Pulverulência aplicar produto
Teste Aderência a pintura
2 x 2 mm quadrado 10 x 10 cm
Umidade ≤ 10%
Gesso ≤ 3%
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de
Obras III
 Mapeamento das Manchas: umidade e biodeteriorização do revestimento
 Problema: vazamento e infiltração, erro de projeto e na execução ou
materiais inadequados.
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
 Mancha solar na fachada: Biodeteriorização do Revestimento
 insolação nas paredes ao longo das estações.
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
 Mapeamento das Fissuras:
incidência solar pela
manhã, umidade evento
frio
CAUSAS:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Fissura de Retração Fissura de deformação
Fissura de pontos singulares Fissuras Estruturais
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Fissura no revestimento cerâmico e azulejo:
Causa:
 retracção durante a secagem do
produto de assentamento que
causa movimentos diferenciais
entre este e os ladrilhos
 por alterações do teor de água e
de variações de temperatura
Fissuração no revestimento argamassado:
Fissuração das juntas
Causa: aderência insuficiente
da argamassa por
inadequação de granulometria.
Movimentação estrutural
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Causas Decorrentes do modo de aplicação do revestimento:
 ADERÊNCIA À BASE: principal problema é a ausência de rugosidade da camada
de base, sendo essencial que existam condições de aderência do revestimento, o
que depende da textura e da capacidade de absorção da base.
 ESPESSURA DO REVESTIMENTO: camadas espessas de revestimento dificultam a
absorção de movimentações estruturais. Principalmente pelo emboço , propiciando
falta de carbonatação.
 APLICAÇÃO DA ARGAMASSA: problemas relacionados ao não cumprimento do
tempo de endurecimento e secagem da camada inferior e ao alisamento intenso
da camada criando uma película de carbono que impede o endurecimento
uniforme da camada de revestimento.
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Fissuras Horizontais no revestimento:
Argamassa com alto teor de cimento provocando
fissuras na superfície por retração na secagem
Argamassa com baixo teor de cimento sem provocar fissuras na
superfície mas com falhas na interface da pasta agregado
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
por Recalque Diferencial na Fundação
NBR 9575
FISSURAS, TRINCAS E RACHADURAS
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Fissuras:
Causas:
 movimentação térmica
 movimentação higroscópica por atuação de
sobrecargas
 deformação excessiva de estruturas
 recalque de fundações
 alterações químicas
Fissuras causadas por atuação de sobrecargas: nos pilares
vigas e nas paredes
Medidor:
Exemplo Parede 1 Parede 2 Parede 3 Parede 4
Configuração das fissuras:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Fissuras:
 RETRAÇÃO QUÍMICA: referente a reação química entre o cimento e a água, que
em função das grandes forças interiores de coesão faz a água combinada
quimicamente sofrer uma contração de cerca de 25% de seu volume original.
 RETRAÇÃO DE SECAGEM INERENTE À QUANTIDADE EXCEDENTE DE ÁGUA
EMPREGADA NA PREPARAÇÃO DA ARGAMASSA QUE PERMANECE LIVRE EM SEU
INTERIOR: gerando forças capilares equivalentes a uma compressão isotrópica da
massa.
 RETRAÇÃO POR CARBONATAÇÃO: relativa à cal hidratada, adicionada à argamassa
ou liberada a partir das reações de hidratação do cimento, que reage com o gás
carbônico presente no ar, formando o carbonato de cálcio, gerando a redução de
seu volume.
CAUSAS GERAIS:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Configurações das Trincas, Rachaduras
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Tratamento:
aplicação de
Impermeabilizantes
juntamente com
Tela de poliéster
1
Exemplo:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Solução: tratamento da fissura com imprimação e impermeabilização
2
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Reparação do concreto com danos estruturais:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Reparação do concreto com trincas:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Produtos
Impermeabilizantes
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Produtos:
1. Hidrofugante para fachadas a base de silicone
 Aplicação: Tijolo a vista, cerâmica porosa, concreto aparente,
fachada de pedra rejuntada, telha cerâmica.
 Evita: eflurescência, manchas e escurecimento do rejunte.
2. Super plastificante para concreto
 Aplicação: concretagem de edifícios, pavimentos, pontes,
reservatórios e silos. Concreto bombeado, moldado e
protendido, concretagem para armaduras densas. Concreto de
alto desempenho com sílica ativa.
 Proporciona alta resistência e impermeabilidade.
3. Adesivo de alto desempenho para Argamassa e
Chapisco
 Aplicação: chapisco, reparo em espessura em concreto e
alvenaria, execução de piso e rejuntamento, fixador de caiação,
assentamento de azulejo e cerâmica, plastificante para gesso.
SISTEMA RÍGIDO
 Reparo e fixação
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
4. Plastificante, redutor de água para concreto
 Aplicação: concreto com alta resistência, concretos
bombeados, concretos aparentes.
 Efeito: Reduz a água do concreto deixando homogêneo e
coeso com mais impermeabilidade.
5. Aditivo Plastificante Polifuncional
 Aplicação: concreto de alto desempenho, concreto
bombeado, concreto aparente, concreto impermeável.
 Efeito: redução de água sem alterar o tempo de pega.
6. Tinta Asfáltica para concreto, alvenaria, metais e
madeira
 Aplicação: Caixas d´água e tanques, concreto e alvenarias em
contato com o solo (alicerces, muro de arrimo, baldrames e
revestimentos, estruturas metálicas, primer na aplicação de
mástique e mantas.
 Efeito: Protege o concreto contra umidade e águas agressivas.
SISTEMA RÍGIDOProdutos:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
7. Tinta Asfáltica a base de emulsão para concretos e
argamassas
 Aplicação: pintura de fundações, baldrames, muros de arrimo
e revestimento em contato com o solo.
 Efeito: Película impermeável resistente a água.
8. Aditivo Impermeabilizante para concretos e
Argamassas
 Aplicação: reservatórios e canalizações de água, revestimentos
externos, pisos e paredes em contato com a umidade do solo,
assentamento de tijolos nos alicerces, concreto impermeável.
 Efeito: Hidrofugação do sistema capilar.
9. Impermeabilizante de pega muito rápida
 Aplicação: Estanqueamento de água sob pressão,
concretagem em presença de água, chumbamentos urgentes,
revestimento de superfície úmida.
 Efeito: Acelera o endurecimento e cristalização do cimento de
forma ultrarápida.
SISTEMA RÍGIDOProdutos:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
10. Cristalizante Ultrarrápido para Tamponamentos
 Aplicação: caixa d´água, muros de arrimo, poços de visita,
inspeção, redes de água e esgoto.
 Efeito: Estaqueamento de água.
11. Revestimento Impermeável contra Infiltrações
 Aplicação: reservatórios e caixa d´água, poços de elevadores,
piscinas, paredes internas e externas, rodapés, áreas frias,
subsolos, fundações.
 Efeito: Revestimento impermeável de alta aderência.
12. Revestimento Impermeabilizante de base acrílica
contra infiltrações
 Aplicação: reservatórios e caixa d´água, poços de elevadores,
piscinas, paredes internas e externas, rodapés, áreas frias,
subsolos, fundações.
 Efeito: Alta aderência nos materiais.
SISTEMA RÍGIDO
Produtos:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
13. Cristalizante Ultrarrápido para Tamponamentos
 Aplicação: caixa d´água, muros de arrimo, poços de visita,
inspeção, redes de água e esgoto.
 Efeito: Estaqueamento de água.
14. Revestimento Impermeável contra Infiltrações
 Aplicação: reservatórios e caixa d´água, poços de elevadores,
piscinas, paredes internas e externas, rodapés, áreas frias,
subsolos, fundações.
 Efeito: Revestimento impermeável de alta aderência.
15. Revestimento Impermeabilizante de base acrílica
contra infiltrações
 Aplicação: reservatórios e caixa d´água, poços de elevadores,
piscinas, paredes internas e externas, rodapés, áreas frias,
subsolos, fundações.
 Efeito: Alta aderência nos materiais.
SISTEMA FLEXÍVEL
Produtos:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
16. SISTEMA FLEXÍVEL MOLDADO NO LOCAL e
SISTEMA FLEXÍVEL PRÉ FABRICADO
 Para Aplicação Quando: Movimentação, forte exposição solar,
variações térmica e vibrações, lajes de cobertura, terraço,
calhas de concreto, áreas frias, abóbodas, reservatórios
elevados.
 Efeito: Revestimento impermeável de alta aderência.
SISTEMA FLEXÍVEL
SISTEMA FLEXÍVEL MOLDADO NO LOCAL
Aplicações:
 Impermeabilização de lajes
 Impermeabilizações de boxes e áreas frias
 Impermeabilização de jardineiras
 Impermeabilização de reservatórios elevados
 Impermeabilização de gesso acartonado (DryWall)
SISTEMA FLEXÍVEL PRÉ FABRICADO
 Aplicação com Mantas asfálticas
Produtos:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
17. Massa betuminosa para Impermeabilização
 Aplicação: Impermeabilização de pequenas coberturas,
terraços, banheiros, jardineiras e calhas, colagens de placas
termo acústicas, argamassa antiácida com areia.
 Efeito: camada plástica.
18. Manta Asfáltica Pré moldada de alumínio
 Aplicação: lajes não transitáveis plana ou inclinada, telhados
em geral, calhas e canaletas, marquises, juntas de dilatação.
 Efeito: isolante térmico e acústico.
19. Manta Asfáltica Pré-moldada Poliéster
 Aplicação: lajes transitáveis planas ou inclináveis, jardineiras e
floreiras, muros, caixa d´água, piscina, piso de
estacionamento, áreas frias.
 Efeito: a base de asfalto com resistência a tração e ao
puncionamento, total impermeabilidade.
SISTEMA FLEXÍVELProdutos:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
20. Manta Asfáltica Pré moldada Polietileno
 Aplicação: lajes transitáveis planas ou inclinadas, pisos de
cozinha.
 Efeito: Polietileno antiaderente.
21. Manta Asfáltica Transitável com Revestimento de
Poliéster
 Aplicação: lajes transitáveis planas e inclinadas, telhados em
geral, calhas e canaletas, marquises, juntas de dilatação.
 Efeito: alta resistência mecânica e transitabilidade, estética e
durabilidade.
22. Primer para todos os tipos de mantas asfálticas
 Aplicação: Colagem de manta asfáltica, reservatórios de água,
lajes e tanques.
 Efeito: Imprimação de alta aderância.
SISTEMA FLEXÍVELProdutos:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
23. Membrana para impermeabilização de coberturas
e áreas frias
 Aplicação: lajes de cobertura, terraço, calhas de concreto,
áreas frias, em drywall .
 Efeito: membrana impermeável e elástica.
24. Membrana acrílica para impermeabilização de
coberturas expostas
 Aplicação: áreas não sujeitas a tráfego de veiculo ou pedestre,
como lajes, marquises, coberturas inclinadas, pintura de
parede externa sujeita a batidas de chuva.
 Efeito: elasticidade e durabilidade, resistente a intempéries.
25. Manta liquida de secagem ultrarápida para
impermeabilização de coberturas expostas
 Aplicação: lajes de concreto, prémoldadas, calhas, canaletas e
telhas, mantas asfálticas recoberta com geotêxtil para transito
de pessoas.
 Efeito: ecologicamente correto, com ação fúngica, proteção
contra raios solares.
SISTEMA FLEXÍVELProdutos:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
26. Pintura impermeável contra batidas de chuva
 Aplicação: paredes externas e alvenaria de bloco, sobre
reboco, concreto, fibrocimento e massa acrílica.
 Efeito: pintura elástica, acrílica de alta aderência.
27. Tela de Poliéster Estruturante para
Impermeabilização
 Aplicação: estruturante moldada no local para tratamento de
fissuras e trincas.
 Efeito: aumento da resistência a tração.
28. Revestimento Impermeabilizante Flexível
 Aplicação: caixas d´água, reservatórios, piscinas, áreas
molhadas.
 Efeito: flexível de alta aderência e impermeabilidade.
SISTEMA FLEXÍVELProdutos:
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Exercício – fora da sala de aula:
- Pesquisar 2 problemas sobre patologia na alvenaria, tirar foto
registrando o problema, descrição do problema e pesquisar
sobre possíveis soluções.
Apresentar na sala.
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
RESUMO:
PRINCIPAIS INCIDÊNCIAS
PATOLÓGICAS
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
 Fundações:
Problemas:
UMIDADE ascendente com
deterioração da argamassa de
revestimento nos pés de paredes,
podendo chegar > 1,00m.
INFILTRAÇÃO de água e inundação
das áreas próximas.
INSALUBRIDADE do ambiente.
Soluções:
IMPERMEABILIZAÇÃO RÍGIDA:
cristalizantes e argamassas
poliméricas.
FLEXÍVEL: membranas de asfalto
modificado com polímeros em
solução ou mantas asfálticas.
 Lajes em contato com o solo:
Problemas:
UMIDADE por capilaridade,
Causando deterioração de acabamentos,
como madeiras, carpetes e pisos.
DESTACAMENTO e EMBOLHAMENTO de
pisos de alta resistência.
Soluções:
Internamente, IMPERMEABILIZAÇÃO
RÍGIDA: cristalizantes e argamassas
poliméricas.
Externamente, IMPERMEABILIZAÇÕES PRÉ-
FABRICADAS: mantas asfálticas com
geotêxtil acoplado.
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
 Paredes em contato com o solo:
Problemas:
DETERIORAÇÃO DA ARGAMASSA de
revestimento.
EMBOLHAMENTO e DETERIORAÇÃO
da pintura.
Deteriorização de móveis
encostados nas paredes, quadros,
revestimentos.
Soluções:
Internamente,
IMPERMEABILIZAÇÃO RÍGIDA
 Lajes em contato com o solo:
Problemas:
UMIDADE por capilaridade,
Causando deterioração de acabamentos,
como madeiras, carpetes e pisos.
DESTACAMENTO e EMBOLHAMENTO de
pisos de alta resistência.
Soluções:
Internamente, IMPERMEABILIZAÇÃO RÍGIDA:
cristalizantes (somente para substratos maciços)
e argamassas polimétricas.
Externamente, IMPERMEABILIZAÇÕES PRÉ-
FABRICADAS: mantas asfálticas ou membranas
moldadas no local a base de solução asfáltica
modificada com polímeros, aplicadas a frio e
estruturadas com tela industrial de poliéster.
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
 Pilares (estruturas de concreto):
Problemas:
Ataque as armaduras, com
comprometimento da estrutura.
Soluções:
Os pilares recebem a mesma
impermeabilização de pisos e
paredes.
 Revestimento de Argamassa:
Problemas:
DESAGREGAÇÃO: argamassa perde
resistência e torna-se pulverulenta,
destacando-se da superfície.
Soluções:
Normalmente os revestimentos são
executados após a adoção de alguma
impermeabilização aplicada diretamente na
estrutura. Porém, quando a parede ou cortina
for de alvenaria revestida, este revestimento
deverá ser executado somente com cimento e
areia e poderá ser impermeabilizado contra
umidade de solo com argamassa polimérica
pela face interna. Tratar a causa.
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
 Pintura:
Problemas:
ATAQUE AS ARMADURAS: com
comprometimento da estrutura.
Soluções:
Os pilares recebem a mesma
impermeabilização de pisos e
paredes.
 Lajes de Subsolo (do 1º para 2º. subsolo
Problemas:
OXIDAÇÃO DAS ARMADURAS:
comprometimento das estruturas no
longo prazo.
Soluções:
MANTAS ASFÁLTICAS: exigem altura suficiente e
proteção mecânica dimensionada para o trânsito
de veículos.
Existem alguns compostos por membranas de
uretano com adição de agregados que podem ser
utilizados como acabamento final.
 Concreto Aparente:
Comprometimento da estrutura Pode ser tratado com SISTEMA RÍGIDO:
como argamassa polimérica e
cristalizante, ou FLEXÍVEIS: (mantas
asfálticas, emulsões ou soluções
asfálticas).
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Mapeamento dos agentes de degradação dos materiais utilizados na construção civil
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Mapeamento dos agentes de degradação dos materiais utilizados na construção civil
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
PESQUISA BIBLIOGRÁFICA:
 Roman, H. & Bonin, L. C. (2003) - Normalização e Certificação na
Construção Habitacional. Coletânea Habitare volume 3.
 Ercio, T. (2001) - Tecnologia, Gerenciamento e Qualidade na
Construção. Editora PINI.
Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
Material de uso exclusivo didático do professor da disciplina

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

DRYWALL
DRYWALLDRYWALL
Patologia das estruturas, piso concreto e revestimentos.
Patologia das estruturas, piso concreto e revestimentos.Patologia das estruturas, piso concreto e revestimentos.
Patologia das estruturas, piso concreto e revestimentos.
Thiagoooooo
 
Alvenaria
AlvenariaAlvenaria
Alvenaria
charlessousa192
 
Manifesta patologias-revestimentos-fachadas
Manifesta patologias-revestimentos-fachadasManifesta patologias-revestimentos-fachadas
Manifesta patologias-revestimentos-fachadas
reisferreira
 
Patologias na construção
Patologias na construçãoPatologias na construção
Patologias na construção
elitimothy30
 
Impermeabilização na Construção Civil
Impermeabilização na Construção CivilImpermeabilização na Construção Civil
Impermeabilização na Construção Civil
Brehmer R. de Sá
 
1º lista de exercício avaliativo sobre cimento e aglomerantes
1º lista de exercício avaliativo sobre cimento e aglomerantes1º lista de exercício avaliativo sobre cimento e aglomerantes
1º lista de exercício avaliativo sobre cimento e aglomerantes
profNICODEMOS
 
Mecanismos de deterioracão do Concreto
Mecanismos de deterioracão do ConcretoMecanismos de deterioracão do Concreto
Mecanismos de deterioracão do Concreto
Alonso Patricio Nolasco
 
Slides
SlidesSlides
Apresentação norma de desempenho parte 3 pisos v02
Apresentação norma de desempenho   parte 3 pisos v02Apresentação norma de desempenho   parte 3 pisos v02
Apresentação norma de desempenho parte 3 pisos v02
Marcus Vinícius Fernandes Grossi
 
Aula 1-instalacoes-hidraulicas-2
Aula 1-instalacoes-hidraulicas-2Aula 1-instalacoes-hidraulicas-2
Aula 1-instalacoes-hidraulicas-2
Djair Felix
 
4º lista de exercício avaliativo sobre argamassas
4º lista de exercício avaliativo sobre argamassas4º lista de exercício avaliativo sobre argamassas
4º lista de exercício avaliativo sobre argamassas
profNICODEMOS
 
Marcela, Rafael e Thais - Concreto Armado
Marcela, Rafael e Thais - Concreto ArmadoMarcela, Rafael e Thais - Concreto Armado
Marcela, Rafael e Thais - Concreto Armado
diogenesfm
 
Patologias do concreto 1
Patologias do concreto 1Patologias do concreto 1
Patologias do concreto 1
profNICODEMOS
 
Impermeabilizantes
ImpermeabilizantesImpermeabilizantes
Impermeabilizantes
Carlos Elson Cunha
 
Revestimento argamassado
Revestimento argamassadoRevestimento argamassado
Revestimento argamassado
Bruno Leonardo
 
Muros de arrimo, dimensionamento e detalhamento
Muros de arrimo, dimensionamento e detalhamentoMuros de arrimo, dimensionamento e detalhamento
Muros de arrimo, dimensionamento e detalhamento
rubensmax
 
Aulas de concreto armado
Aulas de concreto armadoAulas de concreto armado
Aulas de concreto armado
Luciana Paixão Arquitetura
 
Apostila madeiras
Apostila madeirasApostila madeiras
Apostila madeiras
Eliezer Silva
 
Aula 7 argamassas
Aula 7   argamassasAula 7   argamassas
Aula 7 argamassas
profNICODEMOS
 

Mais procurados (20)

DRYWALL
DRYWALLDRYWALL
DRYWALL
 
Patologia das estruturas, piso concreto e revestimentos.
Patologia das estruturas, piso concreto e revestimentos.Patologia das estruturas, piso concreto e revestimentos.
Patologia das estruturas, piso concreto e revestimentos.
 
Alvenaria
AlvenariaAlvenaria
Alvenaria
 
Manifesta patologias-revestimentos-fachadas
Manifesta patologias-revestimentos-fachadasManifesta patologias-revestimentos-fachadas
Manifesta patologias-revestimentos-fachadas
 
Patologias na construção
Patologias na construçãoPatologias na construção
Patologias na construção
 
Impermeabilização na Construção Civil
Impermeabilização na Construção CivilImpermeabilização na Construção Civil
Impermeabilização na Construção Civil
 
1º lista de exercício avaliativo sobre cimento e aglomerantes
1º lista de exercício avaliativo sobre cimento e aglomerantes1º lista de exercício avaliativo sobre cimento e aglomerantes
1º lista de exercício avaliativo sobre cimento e aglomerantes
 
Mecanismos de deterioracão do Concreto
Mecanismos de deterioracão do ConcretoMecanismos de deterioracão do Concreto
Mecanismos de deterioracão do Concreto
 
Slides
SlidesSlides
Slides
 
Apresentação norma de desempenho parte 3 pisos v02
Apresentação norma de desempenho   parte 3 pisos v02Apresentação norma de desempenho   parte 3 pisos v02
Apresentação norma de desempenho parte 3 pisos v02
 
Aula 1-instalacoes-hidraulicas-2
Aula 1-instalacoes-hidraulicas-2Aula 1-instalacoes-hidraulicas-2
Aula 1-instalacoes-hidraulicas-2
 
4º lista de exercício avaliativo sobre argamassas
4º lista de exercício avaliativo sobre argamassas4º lista de exercício avaliativo sobre argamassas
4º lista de exercício avaliativo sobre argamassas
 
Marcela, Rafael e Thais - Concreto Armado
Marcela, Rafael e Thais - Concreto ArmadoMarcela, Rafael e Thais - Concreto Armado
Marcela, Rafael e Thais - Concreto Armado
 
Patologias do concreto 1
Patologias do concreto 1Patologias do concreto 1
Patologias do concreto 1
 
Impermeabilizantes
ImpermeabilizantesImpermeabilizantes
Impermeabilizantes
 
Revestimento argamassado
Revestimento argamassadoRevestimento argamassado
Revestimento argamassado
 
Muros de arrimo, dimensionamento e detalhamento
Muros de arrimo, dimensionamento e detalhamentoMuros de arrimo, dimensionamento e detalhamento
Muros de arrimo, dimensionamento e detalhamento
 
Aulas de concreto armado
Aulas de concreto armadoAulas de concreto armado
Aulas de concreto armado
 
Apostila madeiras
Apostila madeirasApostila madeiras
Apostila madeiras
 
Aula 7 argamassas
Aula 7   argamassasAula 7   argamassas
Aula 7 argamassas
 

Semelhante a Aula Arquitetura: patologias e revestimentos

Aula patologias em alvenarias
Aula patologias em alvenariasAula patologias em alvenarias
Aula patologias em alvenarias
UNAERP
 
Aula patologias e revestimentos material para exercício e relatório
Aula patologias e revestimentos material para exercício e relatórioAula patologias e revestimentos material para exercício e relatório
Aula patologias e revestimentos material para exercício e relatório
UNAERP
 
Patologia das estruturas, piso concreto e revestimentos
Patologia das estruturas, piso concreto e revestimentosPatologia das estruturas, piso concreto e revestimentos
Patologia das estruturas, piso concreto e revestimentos
Thiagoooooo
 
Falhas em revestimentos
Falhas em revestimentosFalhas em revestimentos
Falhas em revestimentos
Ton Luis
 
5º e 6º aula concreto - patologia e aditivos
5º e 6º aula   concreto - patologia e aditivos5º e 6º aula   concreto - patologia e aditivos
5º e 6º aula concreto - patologia e aditivos
profNICODEMOS
 
19PED07_AULA_MPemRevestimentos.pptx
19PED07_AULA_MPemRevestimentos.pptx19PED07_AULA_MPemRevestimentos.pptx
19PED07_AULA_MPemRevestimentos.pptx
DandaSoares
 
aula 4 CIMENTO 2023.pptx
aula 4 CIMENTO 2023.pptxaula 4 CIMENTO 2023.pptx
aula 4 CIMENTO 2023.pptx
CamilaCamposGomezFam
 
UGB MAT AULA 06 - PATOLOGIAS DAS ARGAMASSAS E CONCRETOS.pptx
UGB MAT AULA 06 - PATOLOGIAS DAS ARGAMASSAS E CONCRETOS.pptxUGB MAT AULA 06 - PATOLOGIAS DAS ARGAMASSAS E CONCRETOS.pptx
UGB MAT AULA 06 - PATOLOGIAS DAS ARGAMASSAS E CONCRETOS.pptx
MarcelloSantos40
 
Patologias de paramentos de um edificio da alta de lisboa ramos, marco-2017
Patologias de paramentos de um edificio da alta de lisboa ramos, marco-2017Patologias de paramentos de um edificio da alta de lisboa ramos, marco-2017
Patologias de paramentos de um edificio da alta de lisboa ramos, marco-2017
Marco Roquete
 
Avaliação do Sistema de Qualidade na Construção.pptx
Avaliação do Sistema de Qualidade na Construção.pptxAvaliação do Sistema de Qualidade na Construção.pptx
Avaliação do Sistema de Qualidade na Construção.pptx
ngeloIdasil
 
Impermeabilizacao E Patologias Trabalho Storte
Impermeabilizacao E Patologias Trabalho StorteImpermeabilizacao E Patologias Trabalho Storte
Impermeabilizacao E Patologias Trabalho Storte
ELKA PORCIÚNCULA
 
Aula subsistema estrutural cimento concreto
Aula  subsistema estrutural cimento concretoAula  subsistema estrutural cimento concreto
Aula subsistema estrutural cimento concreto
UNAERP
 
Aula subsistema estrutural cimento concreto
Aula  subsistema estrutural cimento concretoAula  subsistema estrutural cimento concreto
Aula subsistema estrutural cimento concreto
UNAERP
 
Revestimentos cerâmicos apresentação correção
Revestimentos cerâmicos apresentação correçãoRevestimentos cerâmicos apresentação correção
Revestimentos cerâmicos apresentação correção
Felipeforest
 
Patologias do concreto 2
Patologias  do concreto 2Patologias  do concreto 2
Patologias do concreto 2
profNICODEMOS
 
Trabalho
TrabalhoTrabalho
Trabalho
Ariela
 
Pisos industriais
Pisos industriaisPisos industriais
Pisos industriais
Gail Pisos
 
10 patologia dos revest-rev
10 patologia dos revest-rev10 patologia dos revest-rev
10 patologia dos revest-rev
Nauri Freitas
 
10 patologia dos revest-rev
10 patologia dos revest-rev10 patologia dos revest-rev
10 patologia dos revest-rev
Kauana Muniz
 
Patologia na cerâmica de vedação externa pronto
Patologia na cerâmica de vedação externa prontoPatologia na cerâmica de vedação externa pronto
Patologia na cerâmica de vedação externa pronto
Emerson Duarte Marques Tot
 

Semelhante a Aula Arquitetura: patologias e revestimentos (20)

Aula patologias em alvenarias
Aula patologias em alvenariasAula patologias em alvenarias
Aula patologias em alvenarias
 
Aula patologias e revestimentos material para exercício e relatório
Aula patologias e revestimentos material para exercício e relatórioAula patologias e revestimentos material para exercício e relatório
Aula patologias e revestimentos material para exercício e relatório
 
Patologia das estruturas, piso concreto e revestimentos
Patologia das estruturas, piso concreto e revestimentosPatologia das estruturas, piso concreto e revestimentos
Patologia das estruturas, piso concreto e revestimentos
 
Falhas em revestimentos
Falhas em revestimentosFalhas em revestimentos
Falhas em revestimentos
 
5º e 6º aula concreto - patologia e aditivos
5º e 6º aula   concreto - patologia e aditivos5º e 6º aula   concreto - patologia e aditivos
5º e 6º aula concreto - patologia e aditivos
 
19PED07_AULA_MPemRevestimentos.pptx
19PED07_AULA_MPemRevestimentos.pptx19PED07_AULA_MPemRevestimentos.pptx
19PED07_AULA_MPemRevestimentos.pptx
 
aula 4 CIMENTO 2023.pptx
aula 4 CIMENTO 2023.pptxaula 4 CIMENTO 2023.pptx
aula 4 CIMENTO 2023.pptx
 
UGB MAT AULA 06 - PATOLOGIAS DAS ARGAMASSAS E CONCRETOS.pptx
UGB MAT AULA 06 - PATOLOGIAS DAS ARGAMASSAS E CONCRETOS.pptxUGB MAT AULA 06 - PATOLOGIAS DAS ARGAMASSAS E CONCRETOS.pptx
UGB MAT AULA 06 - PATOLOGIAS DAS ARGAMASSAS E CONCRETOS.pptx
 
Patologias de paramentos de um edificio da alta de lisboa ramos, marco-2017
Patologias de paramentos de um edificio da alta de lisboa ramos, marco-2017Patologias de paramentos de um edificio da alta de lisboa ramos, marco-2017
Patologias de paramentos de um edificio da alta de lisboa ramos, marco-2017
 
Avaliação do Sistema de Qualidade na Construção.pptx
Avaliação do Sistema de Qualidade na Construção.pptxAvaliação do Sistema de Qualidade na Construção.pptx
Avaliação do Sistema de Qualidade na Construção.pptx
 
Impermeabilizacao E Patologias Trabalho Storte
Impermeabilizacao E Patologias Trabalho StorteImpermeabilizacao E Patologias Trabalho Storte
Impermeabilizacao E Patologias Trabalho Storte
 
Aula subsistema estrutural cimento concreto
Aula  subsistema estrutural cimento concretoAula  subsistema estrutural cimento concreto
Aula subsistema estrutural cimento concreto
 
Aula subsistema estrutural cimento concreto
Aula  subsistema estrutural cimento concretoAula  subsistema estrutural cimento concreto
Aula subsistema estrutural cimento concreto
 
Revestimentos cerâmicos apresentação correção
Revestimentos cerâmicos apresentação correçãoRevestimentos cerâmicos apresentação correção
Revestimentos cerâmicos apresentação correção
 
Patologias do concreto 2
Patologias  do concreto 2Patologias  do concreto 2
Patologias do concreto 2
 
Trabalho
TrabalhoTrabalho
Trabalho
 
Pisos industriais
Pisos industriaisPisos industriais
Pisos industriais
 
10 patologia dos revest-rev
10 patologia dos revest-rev10 patologia dos revest-rev
10 patologia dos revest-rev
 
10 patologia dos revest-rev
10 patologia dos revest-rev10 patologia dos revest-rev
10 patologia dos revest-rev
 
Patologia na cerâmica de vedação externa pronto
Patologia na cerâmica de vedação externa prontoPatologia na cerâmica de vedação externa pronto
Patologia na cerâmica de vedação externa pronto
 

Mais de UNAERP

Desarrollo de un Modelo de Red Neural Artificial para la Predicción de la Con...
Desarrollo de un Modelo de Red Neural Artificial para la Predicción de la Con...Desarrollo de un Modelo de Red Neural Artificial para la Predicción de la Con...
Desarrollo de un Modelo de Red Neural Artificial para la Predicción de la Con...
UNAERP
 
CLIMA URBANO E QUALIDADE AMBIENTAL NA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO ...
CLIMA URBANO E QUALIDADE AMBIENTAL NA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO ...CLIMA URBANO E QUALIDADE AMBIENTAL NA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO ...
CLIMA URBANO E QUALIDADE AMBIENTAL NA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO ...
UNAERP
 
material de aula projeto de prática iv
 material de aula projeto de prática iv material de aula projeto de prática iv
material de aula projeto de prática iv
UNAERP
 
Aula análise de projeto
Aula   análise de projetoAula   análise de projeto
Aula análise de projeto
UNAERP
 
Aula 3 metodos prescritivos
Aula 3   metodos prescritivosAula 3   metodos prescritivos
Aula 3 metodos prescritivos
UNAERP
 
Geoindicadores conforto ambiental pluris 2008
Geoindicadores conforto ambiental pluris 2008Geoindicadores conforto ambiental pluris 2008
Geoindicadores conforto ambiental pluris 2008
UNAERP
 
Indicadores qualidade ambiental na cidade de são paulo
Indicadores   qualidade ambiental na cidade de são pauloIndicadores   qualidade ambiental na cidade de são paulo
Indicadores qualidade ambiental na cidade de são paulo
UNAERP
 
Simpósio Universidade Federal de São Carlos
Simpósio Universidade Federal de São Carlos Simpósio Universidade Federal de São Carlos
Simpósio Universidade Federal de São Carlos
UNAERP
 
igu brisbane 2006
igu brisbane 2006igu brisbane 2006
igu brisbane 2006
UNAERP
 
Cap 8 - o uso de imagem termal gerada pelos satélites - issn 0100-7912 a2
Cap 8 - o uso de imagem termal gerada pelos satélites - issn 0100-7912 a2Cap 8 - o uso de imagem termal gerada pelos satélites - issn 0100-7912 a2
Cap 8 - o uso de imagem termal gerada pelos satélites - issn 0100-7912 a2
UNAERP
 
Aula sobre fundação 2016
Aula sobre fundação 2016Aula sobre fundação 2016
Aula sobre fundação 2016
UNAERP
 
Aula projeto de arquitetura
Aula projeto de arquiteturaAula projeto de arquitetura
Aula projeto de arquitetura
UNAERP
 
Aula metodos abnt
Aula   metodos abntAula   metodos abnt
Aula metodos abnt
UNAERP
 
Aspectos Ambientais e Sociais na Construção da Cidade
Aspectos Ambientais e Sociais na Construção da CidadeAspectos Ambientais e Sociais na Construção da Cidade
Aspectos Ambientais e Sociais na Construção da Cidade
UNAERP
 
Projeto de Pesquisa: Intervenção e o Desenho Urbano no Planejamento das Cidades
Projeto de Pesquisa: Intervenção e o Desenho Urbano no Planejamento das CidadesProjeto de Pesquisa: Intervenção e o Desenho Urbano no Planejamento das Cidades
Projeto de Pesquisa: Intervenção e o Desenho Urbano no Planejamento das Cidades
UNAERP
 
Aula unidade 4
Aula  unidade 4Aula  unidade 4
Aula unidade 4
UNAERP
 
Aula unidade 3
Aula unidade 3Aula unidade 3
Aula unidade 3
UNAERP
 
Saneas
SaneasSaneas
Saneas
UNAERP
 
Avaliação das condições de uso e qualidade do transporte coletivo
Avaliação das condições de uso e qualidade do transporte coletivoAvaliação das condições de uso e qualidade do transporte coletivo
Avaliação das condições de uso e qualidade do transporte coletivo
UNAERP
 
Seminário de trabalho de campo unesp
Seminário de trabalho de campo unespSeminário de trabalho de campo unesp
Seminário de trabalho de campo unesp
UNAERP
 

Mais de UNAERP (20)

Desarrollo de un Modelo de Red Neural Artificial para la Predicción de la Con...
Desarrollo de un Modelo de Red Neural Artificial para la Predicción de la Con...Desarrollo de un Modelo de Red Neural Artificial para la Predicción de la Con...
Desarrollo de un Modelo de Red Neural Artificial para la Predicción de la Con...
 
CLIMA URBANO E QUALIDADE AMBIENTAL NA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO ...
CLIMA URBANO E QUALIDADE AMBIENTAL NA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO ...CLIMA URBANO E QUALIDADE AMBIENTAL NA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO ...
CLIMA URBANO E QUALIDADE AMBIENTAL NA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO ...
 
material de aula projeto de prática iv
 material de aula projeto de prática iv material de aula projeto de prática iv
material de aula projeto de prática iv
 
Aula análise de projeto
Aula   análise de projetoAula   análise de projeto
Aula análise de projeto
 
Aula 3 metodos prescritivos
Aula 3   metodos prescritivosAula 3   metodos prescritivos
Aula 3 metodos prescritivos
 
Geoindicadores conforto ambiental pluris 2008
Geoindicadores conforto ambiental pluris 2008Geoindicadores conforto ambiental pluris 2008
Geoindicadores conforto ambiental pluris 2008
 
Indicadores qualidade ambiental na cidade de são paulo
Indicadores   qualidade ambiental na cidade de são pauloIndicadores   qualidade ambiental na cidade de são paulo
Indicadores qualidade ambiental na cidade de são paulo
 
Simpósio Universidade Federal de São Carlos
Simpósio Universidade Federal de São Carlos Simpósio Universidade Federal de São Carlos
Simpósio Universidade Federal de São Carlos
 
igu brisbane 2006
igu brisbane 2006igu brisbane 2006
igu brisbane 2006
 
Cap 8 - o uso de imagem termal gerada pelos satélites - issn 0100-7912 a2
Cap 8 - o uso de imagem termal gerada pelos satélites - issn 0100-7912 a2Cap 8 - o uso de imagem termal gerada pelos satélites - issn 0100-7912 a2
Cap 8 - o uso de imagem termal gerada pelos satélites - issn 0100-7912 a2
 
Aula sobre fundação 2016
Aula sobre fundação 2016Aula sobre fundação 2016
Aula sobre fundação 2016
 
Aula projeto de arquitetura
Aula projeto de arquiteturaAula projeto de arquitetura
Aula projeto de arquitetura
 
Aula metodos abnt
Aula   metodos abntAula   metodos abnt
Aula metodos abnt
 
Aspectos Ambientais e Sociais na Construção da Cidade
Aspectos Ambientais e Sociais na Construção da CidadeAspectos Ambientais e Sociais na Construção da Cidade
Aspectos Ambientais e Sociais na Construção da Cidade
 
Projeto de Pesquisa: Intervenção e o Desenho Urbano no Planejamento das Cidades
Projeto de Pesquisa: Intervenção e o Desenho Urbano no Planejamento das CidadesProjeto de Pesquisa: Intervenção e o Desenho Urbano no Planejamento das Cidades
Projeto de Pesquisa: Intervenção e o Desenho Urbano no Planejamento das Cidades
 
Aula unidade 4
Aula  unidade 4Aula  unidade 4
Aula unidade 4
 
Aula unidade 3
Aula unidade 3Aula unidade 3
Aula unidade 3
 
Saneas
SaneasSaneas
Saneas
 
Avaliação das condições de uso e qualidade do transporte coletivo
Avaliação das condições de uso e qualidade do transporte coletivoAvaliação das condições de uso e qualidade do transporte coletivo
Avaliação das condições de uso e qualidade do transporte coletivo
 
Seminário de trabalho de campo unesp
Seminário de trabalho de campo unespSeminário de trabalho de campo unesp
Seminário de trabalho de campo unesp
 

Último

Workshop Gerdau 2023 - Soluções em Aço - Resumo.pptx
Workshop Gerdau 2023 - Soluções em Aço - Resumo.pptxWorkshop Gerdau 2023 - Soluções em Aço - Resumo.pptx
Workshop Gerdau 2023 - Soluções em Aço - Resumo.pptx
marcosmpereira
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL INDÚSTRIA E TRANSFORMAÇÃO DIGITAL ...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL  INDÚSTRIA E TRANSFORMAÇÃO DIGITAL ...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL  INDÚSTRIA E TRANSFORMAÇÃO DIGITAL ...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL INDÚSTRIA E TRANSFORMAÇÃO DIGITAL ...
Consultoria Acadêmica
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL ENGENHARIA DA SUSTENTABILIDADE UNIC...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL ENGENHARIA DA SUSTENTABILIDADE UNIC...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL ENGENHARIA DA SUSTENTABILIDADE UNIC...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL ENGENHARIA DA SUSTENTABILIDADE UNIC...
Consultoria Acadêmica
 
MAQUINAS-EQUIPAMENTOS-E-FERRAMENTAS.pptx
MAQUINAS-EQUIPAMENTOS-E-FERRAMENTAS.pptxMAQUINAS-EQUIPAMENTOS-E-FERRAMENTAS.pptx
MAQUINAS-EQUIPAMENTOS-E-FERRAMENTAS.pptx
Vilson Stollmeier
 
AE03 - MATERIAIS DA CONSTRUÇÃO MECÂNICA UNICESUMAR 52/2024
AE03 - MATERIAIS DA CONSTRUÇÃO MECÂNICA UNICESUMAR 52/2024AE03 - MATERIAIS DA CONSTRUÇÃO MECÂNICA UNICESUMAR 52/2024
AE03 - MATERIAIS DA CONSTRUÇÃO MECÂNICA UNICESUMAR 52/2024
Consultoria Acadêmica
 
Introdução ao GNSS Sistema Global de Posicionamento
Introdução ao GNSS Sistema Global de PosicionamentoIntrodução ao GNSS Sistema Global de Posicionamento
Introdução ao GNSS Sistema Global de Posicionamento
GeraldoGouveia2
 
Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdfDimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
RodrigoQuintilianode1
 
AE02 - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II UNICESUMAR 52/2024
AE02 - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II UNICESUMAR 52/2024AE02 - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II UNICESUMAR 52/2024
AE02 - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II UNICESUMAR 52/2024
Consultoria Acadêmica
 

Último (8)

Workshop Gerdau 2023 - Soluções em Aço - Resumo.pptx
Workshop Gerdau 2023 - Soluções em Aço - Resumo.pptxWorkshop Gerdau 2023 - Soluções em Aço - Resumo.pptx
Workshop Gerdau 2023 - Soluções em Aço - Resumo.pptx
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL INDÚSTRIA E TRANSFORMAÇÃO DIGITAL ...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL  INDÚSTRIA E TRANSFORMAÇÃO DIGITAL ...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL  INDÚSTRIA E TRANSFORMAÇÃO DIGITAL ...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL INDÚSTRIA E TRANSFORMAÇÃO DIGITAL ...
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL ENGENHARIA DA SUSTENTABILIDADE UNIC...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL ENGENHARIA DA SUSTENTABILIDADE UNIC...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL ENGENHARIA DA SUSTENTABILIDADE UNIC...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL ENGENHARIA DA SUSTENTABILIDADE UNIC...
 
MAQUINAS-EQUIPAMENTOS-E-FERRAMENTAS.pptx
MAQUINAS-EQUIPAMENTOS-E-FERRAMENTAS.pptxMAQUINAS-EQUIPAMENTOS-E-FERRAMENTAS.pptx
MAQUINAS-EQUIPAMENTOS-E-FERRAMENTAS.pptx
 
AE03 - MATERIAIS DA CONSTRUÇÃO MECÂNICA UNICESUMAR 52/2024
AE03 - MATERIAIS DA CONSTRUÇÃO MECÂNICA UNICESUMAR 52/2024AE03 - MATERIAIS DA CONSTRUÇÃO MECÂNICA UNICESUMAR 52/2024
AE03 - MATERIAIS DA CONSTRUÇÃO MECÂNICA UNICESUMAR 52/2024
 
Introdução ao GNSS Sistema Global de Posicionamento
Introdução ao GNSS Sistema Global de PosicionamentoIntrodução ao GNSS Sistema Global de Posicionamento
Introdução ao GNSS Sistema Global de Posicionamento
 
Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdfDimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
 
AE02 - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II UNICESUMAR 52/2024
AE02 - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II UNICESUMAR 52/2024AE02 - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II UNICESUMAR 52/2024
AE02 - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II UNICESUMAR 52/2024
 

Aula Arquitetura: patologias e revestimentos

  • 1. Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III Professora: Arquiteta Dra. Monica Kofler Ano: 2016 Revestimento e Patologias
  • 2. A qualidade e Execução de uma Obra Depende:  Planejamento  Gerenciamento  Organização do canteiro de obra  Condições de higiene e segurança do trabalho  Controle e armazenamento dos materiais e equipamentos  Correta operacionalização dos processos administrativos  Qualidade e execução dos serviços na obra Ciclo PDCA: Erros Quando acontecem: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 3. ABNT NBR 15575 – Edifícios Habitacionais de até 5 pavimentos: Desempenho FONTE DE CONSULTA: GUIA ORIENTATIVO PARA ATENDIMENTO A NORMA ABNT NBR 15575/2003 LINK: http://www.cbic.org.br/arquivos/guia_livro/Guia_CBIC_Norma_Dese mpenho_2_edicao.pdf Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 4. Função de um isolamento de Argamassa:  Isolante  Proteger a base  Permitir acabamento final  Espessura: 30% a 40% da espessura da parede  50% do isolamento acústico  30% do isolamento térmico  100% estanqueidade de uma vedação de alvenaria comum Chapisco RebocoEmboço Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 5. Condições para Inicio dos Serviços de Revestimento: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 6. Eflorescência na pintura DEFINIÇÃO: Depósitos cristalinos de cor branca resultante da migração e posterior evaporação de soluções aquosas salinizadas: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 7. Eflorescências Causas prováveis:  Excesso de água no processo de preparação das juntas;  umidade constante ou infiltração;  sais solúveis presentes no componente da alvenaria ou no amassamento da argamassa;  cal não carbonatada. Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 8. Eflorescências: Prevenção: Solução do Problema:  Utilização do cimento CP IV (pozolânico) ou cimento tipo RS (resistente a sulfatos).  Uso de aditivos redutores de água  Utilização de Hidrofugante na argamassa de proteção. Lavagem com solução de ácido; Impermeabilização com aplicação de 5% do Hidrofugante na argamassa de proteção. PRODUTO ACQUELlA EX DE APLICAÇÃO:: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 9. Prevenção da Eflorescências:  NÃO UTILIZAR MATERIAIS E COMPONENTES COM ELEVADO TEOR DE SAIS SOLÚVEIS.  NÃO UTILIZAR TIJOLOS COM ELEVADO TEOR DE SULFATOS: a fim de evitar a formação de substâncias solúveis em água ou produtos expansivos.  ALVENARIA APARENTE: absorção de água de chuva pelo tijolo, por capilaridade, pode ser diminuída através de uma pintura impermeável resistente à exposição em solução salina.  EXECUÇÃO DE ALVENARIA EM PERÍODO DE SECA: saturar os tijolos com água a fim de diminuir a absorção de água de amassamento da argamassa pelo tijolo, por capilaridade, reduzindo o risco de reação tijolo-cimento. Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 10. Empolamento da pintura: DEFINIÇÃO: Pequenas bolhas sobre o substrato CAUSA:  Durante a aplicação ocorreu excesso de camada.  Evaporação rápida dos solventes.  aumento brusco de temperatura. SOLUÇÃO:  Remover a tinta e reaplicar com camada mais fina.  Remover a tinta, pré-aquecer o substrato, repintar.  Adicionar pequenas quantidades de solvente de baixa evaporação. Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 11. Causas Decorrentes do tipo de pintura: Causas Externas ao revestimento:  PINTURAS que formam uma camada impermeável, como as tintas a óleo ou à base de borracha clorada e epóxi, quando aplicadas prematuramente não permitem um grau de carbonatação suficiente para conferir resistência ao reboco.  UMIDADE: problemas relacionados à infiltração de água através de alicerces, lajes de cobertura mal impermeabilizadas ou argamassas de assentamento magras. Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 12. Vesículas: Empolamento da pintura com parte interna branca, preta ou vermelho castanho. CAUSAS PROVÁVEIS: hidratação retardada do óxido de cálcio da cal, presença de pirita ou de matéria orgânica na areia, presença de substâncias ferruginosas na areia. SOLUÇÃO: renovação da camada de reboco. Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 13. Mofo e Bolor na Fachada: Absorção ou presença de umidade nas pinturas. CAUSAS PROVÁVEIS: umidade constante, área não exposta ao sol. REPARO: eliminação da infiltração da umidade, lavagem com solução de hipoclorito, reparo do revestimento se estiver pulverulento. Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 14. Bolor - aparecimento de Fungos nas paredes internas: interno externo Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 15. Manchas de Bolor - aparecimento de Fungos nas paredes internas: Solução:  Pintura das juntas;  Limpeza com hipoclorito de sódio;  Aplicação com protetores de fachada (hidrofugante);  Nova aplicação do material; Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 16. Manchas de Umidade, Mofo e Bolor:  FASE DE OBRAS: umidade remanescente nos materiais utilizados na construção, se mantendo durante um certo período após o término da obra, diminuindo gradualmente até desaparecer.  ABSORÇÃO E CAPILARIDADE DOS MATERIAIS: absorção da água existente no solo pelas fundações das paredes e pavimentos, migrando para as fachadas e pisos.  INFILTRAÇÃO: água da chuva que penetra nas edificações através dos elementos constituintes de sua envoltória exterior.  CONDENSAÇÃO: proveniente do vapor de água que se condensa nas superfícies ou no interior dos elementos de construção.  EVENTOS ACIDENTAIS: umidade oriunda de vazamentos do sistema de distribuição e/ou coleta da edificação. CAUSAS GERAIS: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 17. Umidade nas Fachadas:  PROJETO DO EDIFÍCIO: grau de exposição do prédio à chuva, ao vento e à radiação solar são definitivos pelos detalhes específicos para escoamento das águas, orientação cardeal e altura da construção.  CONDIÇÕES CLIMÁTICAS DO LOCAL DA OBRA: influem na quantidade de água incidente nas fachadas e no seu grau de secagem.  PRESENÇA DE DEFEITOS SUPERFICIAIS: facilitam a penetração de água.  CONSTITUIÇÃO E PROPRIEDADES DOS MATERIAIS QUE COMPÕEM A FACHADA.  FORMA GEOMÉTRICA DOS COMPONENTES DA PAREDE: presença de vazios (furos) nos componentes ocasionando umidade no interior da parede. CAUSAS GERAIS: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 18. Manchas nos ladrilhos cerâmicos: Falta de proteção e limpeza no ato de betumação nas juntas Solução:  Lavagem com solução de ácido fraco  Lavagem com solução de tiossulfato de sódio  Lavagem com solução de hipoclorito de sódio Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 19. Deslocamento por Empolamento no revestimento Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 20. Deslocamento do Revestimento: Reboco  TRAÇO INCORRETO DA ARGAMASSA: modo que o excesso de cimento resulta em material com pouca elasticidade, podendo não absorver as movimentações da estrutura e/ou da alvenaria, enquanto a falta de aglomerante pode prejudicar a capacidade da argamassa aderir ao substrato.  EMPREGO DE MATERIAIS COM ALTO TEOR DE FINOS: particularmente material silto- argiloso (tipo saibro, caulim) , resultando em revestimento com baixa porosidade, dificultando o processo de carbonatação da cal.  EMPREGO DE CAL HIDRATADA ADULTERADA OU DE BAIXA QUALIDADE: que se parcialmente extinta tem reação de hidratação retardada acompanhada de aumento de volume e expansão. CAUSAS GERAIS: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 21. DESCOLAMENTO EM PLACAS DURAS: Placas endurecidas que quebram com dificuldade. Sob percussão, o revestimento apresenta som cavo. CAUSAS PROVÁVEIS: superfície de contato com a camada inferior apresenta placas de mica, argamassa muito rica em cimento ou aplicada em camada muito espessa, corrosão da armadura do concreto de base. Em outros casos, a superfície da base é muito lisa ou está impregnada com substância hidrófuga, ou ainda a camada de chapisco está ausente. Deslocamento em Placas Duras: SOLUÇÃO: renovação do revestimento para o primeiro conjunto de causas. Apicoamento da base, aplicação de chapisco ou outro artifício para melhorar a aderência, antes da renovação do revestimento, no segundo caso. Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 22. Desprendimento e Empolamento de Revestimentos de peças Cerâmicas Causas: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 23. Deslocamento em Placas Duras: Destacamento do Reboco Rígido: Deterioração do reboco devido a infiltração: Desagregação com deslocamento do revestimento: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 24. Causas Decorrentes dos materiais utilizados:  DOS AGREGADOS: existência de impurezas na areia (argilosos, mica, ferruginosas).  Do cimento: a finura que regulará os níveis de retração por secagem.  CAL: maior problema está na reação incompleta da cal virgem ou durante o amassamento em obra, ocasionando um volume do revestimento, aumento do volume em função da reação retardada de hidratação.  ARGAMASSAS DE CIMENTO: maior incidência de problemas quando a camada do revestimento de regularização, emboço é excessivamente rico em cimento, proporção 1:2 em massa.  ARGAMASSA DE CAL: problemas mais comuns advém da baixa resistência da argamassa através de uma inadequada proporção entre areia e cal, constituindo uma argamassa magra e pouco aderente ao substrato, ou relacionado a deficiente carbonatação da cal quando da execução de camadas espessas. CAUSAS GERAIS: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 25. Deslocamento do Revestimento: Reboco  APLICAÇÃO DA ARGAMASSA EM CAMADA MUITO ESPESSA: de modo que o peso próprio da argamassa pode gerar uma força gravitacional maior que a adesão inicial com o substrato.  OPERAÇÃO DE CHAPAR A ARGAMASSA NA PAREDE COM POUCA FORÇA: não preenchendo o material adequadamente os poros da base.  PINTURA PRECOCE DOS REVESTIMENTOS À BASE DE CAL: inibindo a carbonatação da cal principalmente na interface com a parede.  APLICAÇÃO DE ARGAMASSA SOBRE SUPERFÍCIE MUITO LISA: sem prévio chapisco do substrato, reduzindo as condições de aderência do revestimento à base. CAUSAS GERAIS: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 26. Deslocamento do Revestimento: Reboco  EMPREGO DE ADITIVOS PLASTIFICANTES: que não substituem a propriedade de retenção de água da cal hidratada ou aplicação da argamassa sobre material com elevado poder de absorção de água sem prévio umedecimento elevado.  APLICAÇÃO DE ARGAMASSA SOBRE SUPERFÍCIE MUITO LISA: sem prévio chapisco do substrato, reduzindo as condições de aderência do revestimento à base.  APLICAÇÃO DA ARGAMASSA SOBRE BASE CONTAMINADA: engordurada ou impermeabilizada, impedindo a penetração da nata do aglomerante no substrato. CAUSAS GERAIS: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 27. Pulverulência Descolamento com pulverulência: Película de tinta se descola arrastando o reboco que se desagrega com facilidade, revestimento monocamada se desagrega com facilidade, reboco apresenta som cavo. CAUSAS PROVÁVEIS: excesso de finos no agregado, argamassa magra, argamassa rica em cal, reboco aplicado em camada muito espessa. SOLUÇÃO: renovação da camada de reboco. * a solução deve ser pensada de acordo com a intensidade da reação expansiva Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 28. O que observar na Colagem e Betumação de Cerâmica: Planeza ≤ 5mm Defeitos 1m2 > 20% Inclinação mín. 1 % Ralo e TQ Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 29. Colagem e Betumação de Cerâmica: após 48 horas do revestimento Para piscinas: Cimento branco, inertes e aditivos específicos orgânicos e/ou inorgânico Argamassas de colagem esperar 24 horas Betumação de juntas Juntas certificadas da FUGALITE – evita proliferação de bolores, fungos e bactérias. *Limpeza do material sobrante na junta Hidro óleo repelente nas juntas Dupla Colagem Limpeza das juntas Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 30. Umidade por condensação: -Eliminar a causa antes de causar a degradação na parede. Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 31. Aplicação do aditivo impermeabilizante no corpo de prova : Testes: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 32. Amostra de teste com argamassa de baixo poder de impermeabilidade: Elevado o coeficiente capilar Fácil penetração de água por ausência de hidrófugo Testes: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 33.  Biodeteriorização dos vários Revestimentos com aplicação de hipoclorito a base de cal, Látex PVA, Látex acrílico com antimofo e Látex acrílico: solução do da água sanitária em dosagem 1:3 para eliminação. Aplicação de Soluções aquosa à base de hipoclorito de sódio ou cálcio, com teor de cloro ativo entre 2,0 a 2,5% : Testes: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 34. Teste de aderência a resistência ciclo gelo–degelo; deformalidade. Testes: Teste de Aderência no piso min. 0,3 MPa  Pressão da água.  Temperatura Frio e calor. Porosidade Absorção da água < 1 min (elevada porosidade) Dureza Pulverulência aplicar produto Teste Aderência a pintura 2 x 2 mm quadrado 10 x 10 cm Umidade ≤ 10% Gesso ≤ 3% Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 35.  Mapeamento das Manchas: umidade e biodeteriorização do revestimento  Problema: vazamento e infiltração, erro de projeto e na execução ou materiais inadequados. Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 36.  Mancha solar na fachada: Biodeteriorização do Revestimento  insolação nas paredes ao longo das estações. Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 37.  Mapeamento das Fissuras: incidência solar pela manhã, umidade evento frio CAUSAS: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 38. Fissura de Retração Fissura de deformação Fissura de pontos singulares Fissuras Estruturais Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 39. Fissura no revestimento cerâmico e azulejo: Causa:  retracção durante a secagem do produto de assentamento que causa movimentos diferenciais entre este e os ladrilhos  por alterações do teor de água e de variações de temperatura Fissuração no revestimento argamassado: Fissuração das juntas Causa: aderência insuficiente da argamassa por inadequação de granulometria. Movimentação estrutural Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 40. Causas Decorrentes do modo de aplicação do revestimento:  ADERÊNCIA À BASE: principal problema é a ausência de rugosidade da camada de base, sendo essencial que existam condições de aderência do revestimento, o que depende da textura e da capacidade de absorção da base.  ESPESSURA DO REVESTIMENTO: camadas espessas de revestimento dificultam a absorção de movimentações estruturais. Principalmente pelo emboço , propiciando falta de carbonatação.  APLICAÇÃO DA ARGAMASSA: problemas relacionados ao não cumprimento do tempo de endurecimento e secagem da camada inferior e ao alisamento intenso da camada criando uma película de carbono que impede o endurecimento uniforme da camada de revestimento. Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 41. Fissuras Horizontais no revestimento: Argamassa com alto teor de cimento provocando fissuras na superfície por retração na secagem Argamassa com baixo teor de cimento sem provocar fissuras na superfície mas com falhas na interface da pasta agregado Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 42. por Recalque Diferencial na Fundação NBR 9575 FISSURAS, TRINCAS E RACHADURAS Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 43. Fissuras: Causas:  movimentação térmica  movimentação higroscópica por atuação de sobrecargas  deformação excessiva de estruturas  recalque de fundações  alterações químicas Fissuras causadas por atuação de sobrecargas: nos pilares vigas e nas paredes Medidor: Exemplo Parede 1 Parede 2 Parede 3 Parede 4 Configuração das fissuras: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 44. Fissuras:  RETRAÇÃO QUÍMICA: referente a reação química entre o cimento e a água, que em função das grandes forças interiores de coesão faz a água combinada quimicamente sofrer uma contração de cerca de 25% de seu volume original.  RETRAÇÃO DE SECAGEM INERENTE À QUANTIDADE EXCEDENTE DE ÁGUA EMPREGADA NA PREPARAÇÃO DA ARGAMASSA QUE PERMANECE LIVRE EM SEU INTERIOR: gerando forças capilares equivalentes a uma compressão isotrópica da massa.  RETRAÇÃO POR CARBONATAÇÃO: relativa à cal hidratada, adicionada à argamassa ou liberada a partir das reações de hidratação do cimento, que reage com o gás carbônico presente no ar, formando o carbonato de cálcio, gerando a redução de seu volume. CAUSAS GERAIS: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 45. Configurações das Trincas, Rachaduras Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 46. Tratamento: aplicação de Impermeabilizantes juntamente com Tela de poliéster 1 Exemplo: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 47. Solução: tratamento da fissura com imprimação e impermeabilização 2 Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 48. Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 49. Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 50. Reparação do concreto com danos estruturais: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 51. Reparação do concreto com trincas: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 52. Produtos Impermeabilizantes Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 53. Produtos: 1. Hidrofugante para fachadas a base de silicone  Aplicação: Tijolo a vista, cerâmica porosa, concreto aparente, fachada de pedra rejuntada, telha cerâmica.  Evita: eflurescência, manchas e escurecimento do rejunte. 2. Super plastificante para concreto  Aplicação: concretagem de edifícios, pavimentos, pontes, reservatórios e silos. Concreto bombeado, moldado e protendido, concretagem para armaduras densas. Concreto de alto desempenho com sílica ativa.  Proporciona alta resistência e impermeabilidade. 3. Adesivo de alto desempenho para Argamassa e Chapisco  Aplicação: chapisco, reparo em espessura em concreto e alvenaria, execução de piso e rejuntamento, fixador de caiação, assentamento de azulejo e cerâmica, plastificante para gesso. SISTEMA RÍGIDO  Reparo e fixação Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 54. 4. Plastificante, redutor de água para concreto  Aplicação: concreto com alta resistência, concretos bombeados, concretos aparentes.  Efeito: Reduz a água do concreto deixando homogêneo e coeso com mais impermeabilidade. 5. Aditivo Plastificante Polifuncional  Aplicação: concreto de alto desempenho, concreto bombeado, concreto aparente, concreto impermeável.  Efeito: redução de água sem alterar o tempo de pega. 6. Tinta Asfáltica para concreto, alvenaria, metais e madeira  Aplicação: Caixas d´água e tanques, concreto e alvenarias em contato com o solo (alicerces, muro de arrimo, baldrames e revestimentos, estruturas metálicas, primer na aplicação de mástique e mantas.  Efeito: Protege o concreto contra umidade e águas agressivas. SISTEMA RÍGIDOProdutos: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 55. 7. Tinta Asfáltica a base de emulsão para concretos e argamassas  Aplicação: pintura de fundações, baldrames, muros de arrimo e revestimento em contato com o solo.  Efeito: Película impermeável resistente a água. 8. Aditivo Impermeabilizante para concretos e Argamassas  Aplicação: reservatórios e canalizações de água, revestimentos externos, pisos e paredes em contato com a umidade do solo, assentamento de tijolos nos alicerces, concreto impermeável.  Efeito: Hidrofugação do sistema capilar. 9. Impermeabilizante de pega muito rápida  Aplicação: Estanqueamento de água sob pressão, concretagem em presença de água, chumbamentos urgentes, revestimento de superfície úmida.  Efeito: Acelera o endurecimento e cristalização do cimento de forma ultrarápida. SISTEMA RÍGIDOProdutos: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 56. 10. Cristalizante Ultrarrápido para Tamponamentos  Aplicação: caixa d´água, muros de arrimo, poços de visita, inspeção, redes de água e esgoto.  Efeito: Estaqueamento de água. 11. Revestimento Impermeável contra Infiltrações  Aplicação: reservatórios e caixa d´água, poços de elevadores, piscinas, paredes internas e externas, rodapés, áreas frias, subsolos, fundações.  Efeito: Revestimento impermeável de alta aderência. 12. Revestimento Impermeabilizante de base acrílica contra infiltrações  Aplicação: reservatórios e caixa d´água, poços de elevadores, piscinas, paredes internas e externas, rodapés, áreas frias, subsolos, fundações.  Efeito: Alta aderência nos materiais. SISTEMA RÍGIDO Produtos: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 57. 13. Cristalizante Ultrarrápido para Tamponamentos  Aplicação: caixa d´água, muros de arrimo, poços de visita, inspeção, redes de água e esgoto.  Efeito: Estaqueamento de água. 14. Revestimento Impermeável contra Infiltrações  Aplicação: reservatórios e caixa d´água, poços de elevadores, piscinas, paredes internas e externas, rodapés, áreas frias, subsolos, fundações.  Efeito: Revestimento impermeável de alta aderência. 15. Revestimento Impermeabilizante de base acrílica contra infiltrações  Aplicação: reservatórios e caixa d´água, poços de elevadores, piscinas, paredes internas e externas, rodapés, áreas frias, subsolos, fundações.  Efeito: Alta aderência nos materiais. SISTEMA FLEXÍVEL Produtos: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 58. 16. SISTEMA FLEXÍVEL MOLDADO NO LOCAL e SISTEMA FLEXÍVEL PRÉ FABRICADO  Para Aplicação Quando: Movimentação, forte exposição solar, variações térmica e vibrações, lajes de cobertura, terraço, calhas de concreto, áreas frias, abóbodas, reservatórios elevados.  Efeito: Revestimento impermeável de alta aderência. SISTEMA FLEXÍVEL SISTEMA FLEXÍVEL MOLDADO NO LOCAL Aplicações:  Impermeabilização de lajes  Impermeabilizações de boxes e áreas frias  Impermeabilização de jardineiras  Impermeabilização de reservatórios elevados  Impermeabilização de gesso acartonado (DryWall) SISTEMA FLEXÍVEL PRÉ FABRICADO  Aplicação com Mantas asfálticas Produtos: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 59. 17. Massa betuminosa para Impermeabilização  Aplicação: Impermeabilização de pequenas coberturas, terraços, banheiros, jardineiras e calhas, colagens de placas termo acústicas, argamassa antiácida com areia.  Efeito: camada plástica. 18. Manta Asfáltica Pré moldada de alumínio  Aplicação: lajes não transitáveis plana ou inclinada, telhados em geral, calhas e canaletas, marquises, juntas de dilatação.  Efeito: isolante térmico e acústico. 19. Manta Asfáltica Pré-moldada Poliéster  Aplicação: lajes transitáveis planas ou inclináveis, jardineiras e floreiras, muros, caixa d´água, piscina, piso de estacionamento, áreas frias.  Efeito: a base de asfalto com resistência a tração e ao puncionamento, total impermeabilidade. SISTEMA FLEXÍVELProdutos: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 60. 20. Manta Asfáltica Pré moldada Polietileno  Aplicação: lajes transitáveis planas ou inclinadas, pisos de cozinha.  Efeito: Polietileno antiaderente. 21. Manta Asfáltica Transitável com Revestimento de Poliéster  Aplicação: lajes transitáveis planas e inclinadas, telhados em geral, calhas e canaletas, marquises, juntas de dilatação.  Efeito: alta resistência mecânica e transitabilidade, estética e durabilidade. 22. Primer para todos os tipos de mantas asfálticas  Aplicação: Colagem de manta asfáltica, reservatórios de água, lajes e tanques.  Efeito: Imprimação de alta aderância. SISTEMA FLEXÍVELProdutos: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 61. 23. Membrana para impermeabilização de coberturas e áreas frias  Aplicação: lajes de cobertura, terraço, calhas de concreto, áreas frias, em drywall .  Efeito: membrana impermeável e elástica. 24. Membrana acrílica para impermeabilização de coberturas expostas  Aplicação: áreas não sujeitas a tráfego de veiculo ou pedestre, como lajes, marquises, coberturas inclinadas, pintura de parede externa sujeita a batidas de chuva.  Efeito: elasticidade e durabilidade, resistente a intempéries. 25. Manta liquida de secagem ultrarápida para impermeabilização de coberturas expostas  Aplicação: lajes de concreto, prémoldadas, calhas, canaletas e telhas, mantas asfálticas recoberta com geotêxtil para transito de pessoas.  Efeito: ecologicamente correto, com ação fúngica, proteção contra raios solares. SISTEMA FLEXÍVELProdutos: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 62. 26. Pintura impermeável contra batidas de chuva  Aplicação: paredes externas e alvenaria de bloco, sobre reboco, concreto, fibrocimento e massa acrílica.  Efeito: pintura elástica, acrílica de alta aderência. 27. Tela de Poliéster Estruturante para Impermeabilização  Aplicação: estruturante moldada no local para tratamento de fissuras e trincas.  Efeito: aumento da resistência a tração. 28. Revestimento Impermeabilizante Flexível  Aplicação: caixas d´água, reservatórios, piscinas, áreas molhadas.  Efeito: flexível de alta aderência e impermeabilidade. SISTEMA FLEXÍVELProdutos: Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 63. Exercício – fora da sala de aula: - Pesquisar 2 problemas sobre patologia na alvenaria, tirar foto registrando o problema, descrição do problema e pesquisar sobre possíveis soluções. Apresentar na sala. Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 65.  Fundações: Problemas: UMIDADE ascendente com deterioração da argamassa de revestimento nos pés de paredes, podendo chegar > 1,00m. INFILTRAÇÃO de água e inundação das áreas próximas. INSALUBRIDADE do ambiente. Soluções: IMPERMEABILIZAÇÃO RÍGIDA: cristalizantes e argamassas poliméricas. FLEXÍVEL: membranas de asfalto modificado com polímeros em solução ou mantas asfálticas.  Lajes em contato com o solo: Problemas: UMIDADE por capilaridade, Causando deterioração de acabamentos, como madeiras, carpetes e pisos. DESTACAMENTO e EMBOLHAMENTO de pisos de alta resistência. Soluções: Internamente, IMPERMEABILIZAÇÃO RÍGIDA: cristalizantes e argamassas poliméricas. Externamente, IMPERMEABILIZAÇÕES PRÉ- FABRICADAS: mantas asfálticas com geotêxtil acoplado. Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 66.  Paredes em contato com o solo: Problemas: DETERIORAÇÃO DA ARGAMASSA de revestimento. EMBOLHAMENTO e DETERIORAÇÃO da pintura. Deteriorização de móveis encostados nas paredes, quadros, revestimentos. Soluções: Internamente, IMPERMEABILIZAÇÃO RÍGIDA  Lajes em contato com o solo: Problemas: UMIDADE por capilaridade, Causando deterioração de acabamentos, como madeiras, carpetes e pisos. DESTACAMENTO e EMBOLHAMENTO de pisos de alta resistência. Soluções: Internamente, IMPERMEABILIZAÇÃO RÍGIDA: cristalizantes (somente para substratos maciços) e argamassas polimétricas. Externamente, IMPERMEABILIZAÇÕES PRÉ- FABRICADAS: mantas asfálticas ou membranas moldadas no local a base de solução asfáltica modificada com polímeros, aplicadas a frio e estruturadas com tela industrial de poliéster. Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 67.  Pilares (estruturas de concreto): Problemas: Ataque as armaduras, com comprometimento da estrutura. Soluções: Os pilares recebem a mesma impermeabilização de pisos e paredes.  Revestimento de Argamassa: Problemas: DESAGREGAÇÃO: argamassa perde resistência e torna-se pulverulenta, destacando-se da superfície. Soluções: Normalmente os revestimentos são executados após a adoção de alguma impermeabilização aplicada diretamente na estrutura. Porém, quando a parede ou cortina for de alvenaria revestida, este revestimento deverá ser executado somente com cimento e areia e poderá ser impermeabilizado contra umidade de solo com argamassa polimérica pela face interna. Tratar a causa. Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 68.  Pintura: Problemas: ATAQUE AS ARMADURAS: com comprometimento da estrutura. Soluções: Os pilares recebem a mesma impermeabilização de pisos e paredes.  Lajes de Subsolo (do 1º para 2º. subsolo Problemas: OXIDAÇÃO DAS ARMADURAS: comprometimento das estruturas no longo prazo. Soluções: MANTAS ASFÁLTICAS: exigem altura suficiente e proteção mecânica dimensionada para o trânsito de veículos. Existem alguns compostos por membranas de uretano com adição de agregados que podem ser utilizados como acabamento final.  Concreto Aparente: Comprometimento da estrutura Pode ser tratado com SISTEMA RÍGIDO: como argamassa polimérica e cristalizante, ou FLEXÍVEIS: (mantas asfálticas, emulsões ou soluções asfálticas). Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 69. Mapeamento dos agentes de degradação dos materiais utilizados na construção civil Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 70. Mapeamento dos agentes de degradação dos materiais utilizados na construção civil Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 71. Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 72. PESQUISA BIBLIOGRÁFICA:  Roman, H. & Bonin, L. C. (2003) - Normalização e Certificação na Construção Habitacional. Coletânea Habitare volume 3.  Ercio, T. (2001) - Tecnologia, Gerenciamento e Qualidade na Construção. Editora PINI. Disciplina Tecnologia da Construção e Canteiro de Obras III
  • 73. Material de uso exclusivo didático do professor da disciplina