CORROSÃO NA BASE DE PILARES Causas Prováveis Alta densidade de armaduras devido a presença de ancoragem não permitindo o cobrimento mínimo exigido; Cobrimento em desacordo com o projeto; Falta de homogeneidade do concreto; Perda de nata de cimento pela junta das fôrmas; Alta permeabilidade do concreto; Insuficiência de argamassa para o envolvimento total dos agregados; Em áreas de garagem, devido à presença de monóxido de carbono que pode contribuir para a rápida carbonatação do concreto.    Alta densidade de armadura com cobrimento insuficiente provocando corrosão generalizada e expansão da seção das armaduras com posterior rompimento dos estribos. (Jefferson Maia Lima)  
CORROSÃO DE ARMADURAS EM VIGAS  COM JUNTAS DE DILATAÇÃO Aspectos Gerais  manchas superficiais de cor marrom-avermelhadas; fissuras paralelas à armadura; redução da seção da armadura; descolamento do concreto; saturação da parte inferior da viga.  Causas Prováveis juntas de dilatação obstruídas e com infiltrações; presença de agentes agressivos: águas salinas, atmosferas marinhas, etc.; alta densidade de armaduras não permitindo o cobrimento mínimo exigido; cobrimento em desacordo com o projeto; alta permeabilidade do concreto; insuficiência de argamassa para o envolvimento total dos agregados;  Alta densidade de armadura na base da viga com cobrimento insuficiente e, infiltração pela junta de dilatação provocando corrosão generalizada e expansão da seção das armaduras.
CORROSÃO DE ARMADURAS EM LAJES Aspectos Gerais  manchas superficiais de cor marrom-avermelhadas;  corrosão generalizada em todas as barras da armadura;  redução da seção da armadura;  descolamento do concreto;  Causas Prováveis falta de espaçadores;  abertura nas juntas das fôrmas, provocando a fuga de nata de cimento;  presença de agentes agressivos: águas salinas, atmosferas marinhas, etc.;  cobrimento em desacordo com o projeto;  concreto com alta permeabilidade e/ou elevada porosidade;  insuficiência de estanqueidade das fôrmas;  Laje executada sem o mínimo de cobrimento para proteção da armadura que coincidiu com as juntas das fôrmas provocando corrosão generalizada e expansão da seção das armaduras.   
CORROSÃO DE ARMADURAS DEVIDO  À PRESENÇA DE UMIDADE Aspectos Gerais  manchas superficiais (em geral branco-avermelhadas) na superfície do concreto;  umidade e infiltrações;  percolação de água;  Causas Prováveis acúmulo de água e infiltrações;  alta permeabilidade do concreto;  fissuras na superfície do concreto favorecendo a entrada de água presente.  Juntas de concretagem mal executadas;  Presença de ninhos de concretagem  Laje apresentando concreto altamente permeável e manchas de umidade em toda a superfície com infiltração presente nas proximidades dos ninhos de concretagem provocando corrosão e expansão da seção das armaduras.
CORROSÃO DE ARMADURAS  POR ATAQUE DE CLORETOS    Aspectos Gerais Manchas superficiais de cor marrom-avermelhadas;  Apresenta corrosão localizada com formação de "pites";    Causas Prováveis Presença de agentes agressivos incorporados ao concreto: águas salinas, aditivos à base de cloretos ou cimentos;  Atmosfera viciada: locais fechados com baixa renovação de ar, existindo a intensificação da concentração de gases.    Foto   A estrutura apresenta formação localizada de pites de corrosão e lascamento do concreto devido a expansão dos produtos de corrosão. (José R. S. Pacha)     Apresenta-se formação de pites de corrosão localizada por toda a estrutura e lascamento do concreto devido a expansão dos produtos de corrosão.
NINHOS E SEGREGAÇÕES NO CONCRETO Aspectos Gerais  Vazios na massa de concreto;  Agregados sem o envolvimento da argamassa;  Concreto sem homogeneidade dos componentes;  Causas Prováveis Baixa trabalhabilidade do concreto;  Insuficiência no transporte, lançamento e adensamento do concreto;  alta densidade de armaduras;    Ninhos de concretagem no encontro do pilar com a viga, posteriormente preenchido com tijolo cerâmico     Ninho de concretagem na viga, originalmente encoberto por concreto que não penetrou entre a fôrma e as armaduras.
DESAGREGAÇÕES DO CONCRETO Aspectos Gerais  agregados soltos ou de fácil remoção  Causas Prováveis devido ao ataque químico expansivo de produtos inerentes ao concreto;  baixa resistência do concreto;  Pilar apresentando desagregação na sua base com fácil remoção de concreto e presença de corrosão acentuada
Bolor Conceito:  Desenvolvimento de microorganismos capazes de deteriorar pinturas e revestimentos. Os fungos são organismos filamentosos, que produzem através de estruturas normalemnte microscópicas chamadas esporos, as quais são produzidas em grande quantidade. Agente Causador:   Umidade:  Necessitam de um teor de umidade elevado no material onde se desenvolvem, ou de uma umidade relativa bastante elevada no ambiente (>75%). Temperatura:  Estes organismos se desenvolvem relativamente bem entre 10 º C e 35 ºC. Ausência de insolação e ventilação. Crescimento é intensificado em trincas e temperaturas elevadas. Ocorrência: Sempre em presença de  UMIDADE  (banheiros, cozinhas, fachadas).
A umidade como agente causador do Bolor: 1- Infiltra ç ão; 2- Condensa ç ão:  causada pro vapores pouca ventila ç ão, 3  –  Umidade proviniente do solo:  á gua que por capilaridade migra atrav é s dos elementos em contato com solo ( funda ç ões, alvenarias etc) 4  –  Umidade proviniente de vazamentos:  originada, principalmente de falhas em canaliza ç ões hidr á ulicas. Prevenção:  Podem ser utilizadas ainda na fase de projeto: Ventilação, iluminação e insolação adequados; Diminuir os riscos de infiltração de água através de paredes, pisos e/ou tetos; Reduzir os riscos de condensação (ex: programar as obras para permitir a evaporação da água usada, antes de iniciar a pintura e a utilização do prédio). Recomendaçõies Curativas: Podem abranger alterações de projeto (ex.: aumentar a ventilação) Limpeza de superfícies contaminadas.
Empregos de solu ç ões fungicidas nos materiais de revestimentos; Substitui ç ão de materiais de constru ç ão por outros mais resistentes ao bolor (c/ fungicidas). Reparos: primeira providência a ser tomada no caso de incidência do bolor localizado ou generalizado em uma edifica ç ão  é  a identifica ç ão da causas; No caso de infiltra ç ão de  á gua ou vazamentos, deve-se inicialmente localizar a fonte de umidade e elimin á -la; O tratamento recomendável  é  o seguinte: 1- limpeza das superfícies com escova dura, aplicando-se a solução seguinte (até a remoção completa das manchas): -  80g de fosfato trissódico; -  30g de detergente; -  90 ml de hipoclorito de sódio; -  2700 ml de água.
Após a aplicação dessa solução, a superfície deve ser  enxaguada com água limpa e seca com pano limpo. Deve ser evitado contato da solução com a pele e componentes metálicos. 2 - No caso de superfícies muito infectadas, deve-se remover o revestimento superficial (papel de parede ou pintura), e, posteriormente, lavar com solução recomendada anteriormente. 3 – Para execução de um novo revestimento deve-se esperar secagem completa da superfície. 4 - É aconselhavel o uso de tinta resistente ao desenvolvimento do bolor (no caso de repintura), e, no caso de papel de parede, uso de cola que possua fungicida apropriada.
Obs.:  Após a limpeza  da superfície refazer a pintura lembrando que: Na linha de tintas a base de solvente, as tintas semibrilhantes ou foscas apresentam maior propenção à proliferação de mofo devido à maior facilidade de ancoragem de sujeira e micoorganismos (superfície mais porosa). Na linha a base de água, as tintas foscas apresentam esta maior propensão.
Patologia em Pinturas Causas:  substrato insuficieentemente curado; Ataques por fungos; Espessura excessiva; Incompatibilidade entre camadas; Secagem rápida. Bolhas   em superfícies internas Esse problema, geralmente é resultante de perda localizada de adesão e levantamento do filme da superfície.
Possíveis Causas •  Aplicação de tinta base óleo sobre uma superfície úmida ou molhada. • Umidade infiltrando através de paredes externas (menos provável com tintas base água). • Superfície pintada exposta à umidade, logo após a secagem, principalmente se houve inadequada preparação da superfície. Soluções •  Se nem todas as bolhas baixaram remova-as, raspando e lixando as regiões comprometidas e repinte com tinta acrílica, indicada para interiores. • Se todas as bolhas baixaram elimine a fonte de umidade, raspe e lixe o local e aplique um selador antes de aplicar a tinta.  • Considere a possibilidade de instalar, um exaustor no ambiente.
Crateras/espumação : Crateras surgem do rompimento de bolhas causadas pela espumação.   Possíveis Causas   Agitação da lata de tinta parcialmente cheia. • Uso de uma tinta de baixa qualidade, ou, muito velha. • Aplicação muito rápida da tinta, especialmente com rolo. • Uso de rolo com comprimento de pêlo não adequado. • Passar muitas vezes o rolo ou o pincel sobre o mesmo  lugar . • Aplicação de tinta alto ou semi brilho sobre uma superfície porosa.
Soluções   Todas as tintas espumam durante a aplicação, entretanto, tintas de alta qualidade são formuladas para que as bolhas se rompam enquanto a tinta ainda esteja úmida, proporcionando perfeito fluxo e aparência. •  Evite passar o rolo ou o pincel várias vezes sobre um mesmo local. •  Evite usar uma tinta que tenha sido fabricada há mais de um ano. •  Ao pintar uma superfície com tintas alto ou semi brilho, use sempre um rolo de pêlo curto. •  Antes de pintar uma superfície porosa, aplique um selador. •  Prepare adequadamente a superfície antes de aplicar a tinta.
Descamação Ruptura na pintura causada pelo desgaste natural do tempo, levando ao total comprometimento da superfície. No estado inicial o problema se apresenta como uma fina fissura e em seguida, num estágio mais avançado, começam a ocorrer as descamações da tinta.   Possíveis Causas •  Uso de tinta de baixa qualidade, que oferece pouca adesão e flexibilidade. •  Diluição exagerada da tinta. •  Inadequada preparação da superfície, ou aplicação de tinta sobre madeira bruta sem selador. •  Excessiva fragilização de tinta alquídica envelhecida.
Solução •  Remova todos os fragmentos de tinta com uma raspadeira ou escova de aço e lixe a superfície. Se as rupturas ocorrerem também nas camadas mais profundas, o uso de uma massa corrida pode ser necessário. Em superfícies de madeira bruta use selador antes da repintura. Enrugamento Formação de rugas e ondulações sobre a superfície  ocorrem quando a tinta ainda está umida.
Possíveis Causas •  A tinta é aplicada em uma camada muito espessa (mais provável com uso de tintas alquídicas ou base óleo). •  Pintura realizada sob condições extremas de calor ou frio. Isso faz com que a camada mais externa do filme seque mais rápido, enquanto que a camada de baixo ainda permaneça úmida. •  Expor uma superfície, que não esteja totalmente seca, à muita umidade. •  Aplicação de uma camada de tinta, sem que, o selador esteja totalmente seco. •  Pintura sobre superfície suja ou engordurada. Soluções •  Raspe ou lixe a superfície para remover a camada enrugada. Antes de aplicar um selador, certifique-se de que a superfície esteja totalmente seca. Repinte o local, evitando fazê-lo sob condições extremas de temperatura e umidade. •  Utilize uma tinta para Interior de alta qualidade.
Rachaduras na superfície Rachaduras profundas e irregulares na superfície . Possíveis Causas •  A tinta é aplicada em uma camada muito espessa, geralmente, sobre superfície porosa. •  A tinta é aplicada em uma camada muito espessa, a fim de melhorar o poder de cobertura de um produto de baixa qualidade. •  Acúmulo de tinta nos cantos da superfície, durante a aplicação.
Soluções •  Remova a camada afetada, raspando e lixando a superfície. Em alguns casos, apenas o lixamento é necessário. Em seguida, prepare a superfície e repinte-a com uma tinta base água de alta qualidade. Esse tipo de tinta, geralmente, previne o reaparecimento do problema, por ser mais flexível que as tintas alquídicas, base óleo e, mesmo, à base água de baixa qualidade. •  Tintas de alta qualidade têm alta concentração de conteúdos sólidos, que reduzem a tendência a rachaduras na superfície, facilitando a aplicação e proporcionando grande poder de cobertura, o que evita a aplicação de demãos muito espessas.
Calcinação Formação de finas partículas, semelhantes a um pó esbranquiçado, sobre a superfície pintada exposta ao tempo, causando o desbotamento da cor. Ainda que algum desbotamento seja normal, devido ao desgaste  natural, em excesso pode causar extrema calcinação.
Possíveis Causas •  Uso de uma tinta de baixa qualidade, que contenha alta concentração de pigmentação. •  Uso externo de uma tinta indicada para superfícies internas.   Soluções •  Remova a tinta, usando uma escova de aço, todo e qualquer vestígio de calcinação, enxaguando bem com uma mangueira ou com jatos d’água. Verifique se ainda há presença de vestígios, passando a mão sobre a superficie já seca. •  Caso o problema persista, aplique um selador base óleo ou látex acrílico e repinte com uma tinta de alta qualidade, indicada para superfícies externas. •  Se a superfície estiver isenta ou apresentar mínimo sinal de calcinação e a tinta antiga estiver em boas condições não é necessário utilizar um selador.
Descamação O "trincamento" da tinta resulta em total comprometimento da superfície pintada. No início, o problema se apresenta como uma fina fissura e em  seguida, as descamações começam a acontecer.
Possíveis Causas •  Uso de tinta de baixa qualidade, que ofereça insuficiente adesão e flexibilidade. •  Diluição excessiva da tinta ou aplicação de uma demão muito fina. •  Preparação incorreta do substrato, antes da aplicação da tinta, principalmente se a tinta for aplicada diretamente sobre superfície de madeira bruta sem uso de selador. •  Efetuar a pintura com tinta base água, com o tempo muito frio ou com muito vento.   Soluções •  É possível corrigir as descamações que não atingiram o substrato removendo as lascas de tinta com uma espátula ou escova de aço, lixe para eliminar rebarbas e repinte. Caso a superfície seja de madeira, antes de repintá-la aplique um selador. •  Se a descamação atingiu o substrato, remova toda a tinta, raspando e lixando. Em seguida, sele a superfície e aplique uma tinta látex de alta qualidade, indicada para exteriores.
Descolamento Perda de adesão da tinta. Se no local tiverem sido aplicadas duas ou mais camadas de tinta, o descolamento poderá afetar tanto uma quanto todas as camadas.
Possíveis Causas •  Infiltração de umidade pelas fissuras, vedações desgastadas ou vazamento proveniente de telhados e muros. •  Excesso de umidade se infiltrando pelas paredes (mais provável se a tinta existente na superfície for base óleo). •  Inadequada preparação da superfície. •  Uso de tinta de baixa qualidade. •  Aplicação de tinta base óleo sobre uma superfície úmida. •  Precoce aparecimento de bolhas na superfície pintada (ver Bolhas).    Soluções •  Identifique e elimine a fonte de umidade (ver Eflorescência/Manchas). •  Prepare a superfície, removendo todo o material comprometido com uma raspadeira ou escova de aço.  •  Em seguida, lixe bem o local e sele o substrato se for de madeira. Repinte com tinta acrílica de alta qualidade para garantir melhor adesão e maior resistência à umidade.
Escorrimento de calcinação O escorrimento da calcinação é proveniente da excessiva erosão/desgaste de tinta antiga existente sobre o substrato, comprometendo a sua aparência.
Possíveis Causas •  Uso de tinta de baixa qualidade que contenha alta concentração de pigmentação. •  Uso externo de tinta indicada para superfícies internas.   Soluções •  Remova totalmente os resíduos de calcinação (ver Calcinação). Limpe bem as áreas manchadas, esfregando detergente sobre elas, com o auxílio de uma brocha. Em seguida, enxágüe bem. Em casos de manchas mais resistentes, substitua o detergente por um produto ácido. •  Caso ocorra clareamento de cor nos locais que foram limpos, aplique uma tinta base água de alta qualidade.
Bolhas externas Esse problema, geralmente, é resultante de perda localizada de adesão e levantamento do filme da superfície. Possíveis Causas •  Aplicação da tinta em uma superfície aquecida pela luz direta do sol. •  Aplicação de uma tinta base óleo ou alquídica sobre superfície úmida ou molhada. •  Ocorrência de infiltração de umidade por através da tinta, e conseqüentemente da superfície (menos provável com tintas látex do que com tintas base óleo ou alquídicas). •  Exposição de superfície recém-pintada com tinta látex à umidade, principalmente se o substrato não foi preparado corretamente. Soluções •  Se as bolhas baixarem, elimine a fonte de umidade e impermeabilize novamente a superfície. •  Caso as bolhas não tenham baixado, raspe e lixe a superfície até removê-las totalmente. Se o substrato for de madeira bruta aplique um selador e repinte novamente.

Patologias na construção

  • 2.
    CORROSÃO NA BASEDE PILARES Causas Prováveis Alta densidade de armaduras devido a presença de ancoragem não permitindo o cobrimento mínimo exigido; Cobrimento em desacordo com o projeto; Falta de homogeneidade do concreto; Perda de nata de cimento pela junta das fôrmas; Alta permeabilidade do concreto; Insuficiência de argamassa para o envolvimento total dos agregados; Em áreas de garagem, devido à presença de monóxido de carbono que pode contribuir para a rápida carbonatação do concreto.   Alta densidade de armadura com cobrimento insuficiente provocando corrosão generalizada e expansão da seção das armaduras com posterior rompimento dos estribos. (Jefferson Maia Lima)  
  • 3.
    CORROSÃO DE ARMADURASEM VIGAS COM JUNTAS DE DILATAÇÃO Aspectos Gerais manchas superficiais de cor marrom-avermelhadas; fissuras paralelas à armadura; redução da seção da armadura; descolamento do concreto; saturação da parte inferior da viga. Causas Prováveis juntas de dilatação obstruídas e com infiltrações; presença de agentes agressivos: águas salinas, atmosferas marinhas, etc.; alta densidade de armaduras não permitindo o cobrimento mínimo exigido; cobrimento em desacordo com o projeto; alta permeabilidade do concreto; insuficiência de argamassa para o envolvimento total dos agregados; Alta densidade de armadura na base da viga com cobrimento insuficiente e, infiltração pela junta de dilatação provocando corrosão generalizada e expansão da seção das armaduras.
  • 4.
    CORROSÃO DE ARMADURASEM LAJES Aspectos Gerais manchas superficiais de cor marrom-avermelhadas; corrosão generalizada em todas as barras da armadura; redução da seção da armadura; descolamento do concreto; Causas Prováveis falta de espaçadores; abertura nas juntas das fôrmas, provocando a fuga de nata de cimento; presença de agentes agressivos: águas salinas, atmosferas marinhas, etc.; cobrimento em desacordo com o projeto; concreto com alta permeabilidade e/ou elevada porosidade; insuficiência de estanqueidade das fôrmas; Laje executada sem o mínimo de cobrimento para proteção da armadura que coincidiu com as juntas das fôrmas provocando corrosão generalizada e expansão da seção das armaduras.  
  • 5.
    CORROSÃO DE ARMADURASDEVIDO À PRESENÇA DE UMIDADE Aspectos Gerais manchas superficiais (em geral branco-avermelhadas) na superfície do concreto; umidade e infiltrações; percolação de água; Causas Prováveis acúmulo de água e infiltrações; alta permeabilidade do concreto; fissuras na superfície do concreto favorecendo a entrada de água presente. Juntas de concretagem mal executadas; Presença de ninhos de concretagem Laje apresentando concreto altamente permeável e manchas de umidade em toda a superfície com infiltração presente nas proximidades dos ninhos de concretagem provocando corrosão e expansão da seção das armaduras.
  • 6.
    CORROSÃO DE ARMADURAS POR ATAQUE DE CLORETOS   Aspectos Gerais Manchas superficiais de cor marrom-avermelhadas; Apresenta corrosão localizada com formação de "pites";   Causas Prováveis Presença de agentes agressivos incorporados ao concreto: águas salinas, aditivos à base de cloretos ou cimentos; Atmosfera viciada: locais fechados com baixa renovação de ar, existindo a intensificação da concentração de gases.   Foto   A estrutura apresenta formação localizada de pites de corrosão e lascamento do concreto devido a expansão dos produtos de corrosão. (José R. S. Pacha)     Apresenta-se formação de pites de corrosão localizada por toda a estrutura e lascamento do concreto devido a expansão dos produtos de corrosão.
  • 7.
    NINHOS E SEGREGAÇÕESNO CONCRETO Aspectos Gerais Vazios na massa de concreto; Agregados sem o envolvimento da argamassa; Concreto sem homogeneidade dos componentes; Causas Prováveis Baixa trabalhabilidade do concreto; Insuficiência no transporte, lançamento e adensamento do concreto; alta densidade de armaduras;   Ninhos de concretagem no encontro do pilar com a viga, posteriormente preenchido com tijolo cerâmico     Ninho de concretagem na viga, originalmente encoberto por concreto que não penetrou entre a fôrma e as armaduras.
  • 8.
    DESAGREGAÇÕES DO CONCRETOAspectos Gerais agregados soltos ou de fácil remoção Causas Prováveis devido ao ataque químico expansivo de produtos inerentes ao concreto; baixa resistência do concreto; Pilar apresentando desagregação na sua base com fácil remoção de concreto e presença de corrosão acentuada
  • 10.
    Bolor Conceito: Desenvolvimento de microorganismos capazes de deteriorar pinturas e revestimentos. Os fungos são organismos filamentosos, que produzem através de estruturas normalemnte microscópicas chamadas esporos, as quais são produzidas em grande quantidade. Agente Causador: Umidade: Necessitam de um teor de umidade elevado no material onde se desenvolvem, ou de uma umidade relativa bastante elevada no ambiente (>75%). Temperatura: Estes organismos se desenvolvem relativamente bem entre 10 º C e 35 ºC. Ausência de insolação e ventilação. Crescimento é intensificado em trincas e temperaturas elevadas. Ocorrência: Sempre em presença de UMIDADE (banheiros, cozinhas, fachadas).
  • 11.
    A umidade comoagente causador do Bolor: 1- Infiltra ç ão; 2- Condensa ç ão: causada pro vapores pouca ventila ç ão, 3 – Umidade proviniente do solo: á gua que por capilaridade migra atrav é s dos elementos em contato com solo ( funda ç ões, alvenarias etc) 4 – Umidade proviniente de vazamentos: originada, principalmente de falhas em canaliza ç ões hidr á ulicas. Prevenção: Podem ser utilizadas ainda na fase de projeto: Ventilação, iluminação e insolação adequados; Diminuir os riscos de infiltração de água através de paredes, pisos e/ou tetos; Reduzir os riscos de condensação (ex: programar as obras para permitir a evaporação da água usada, antes de iniciar a pintura e a utilização do prédio). Recomendaçõies Curativas: Podem abranger alterações de projeto (ex.: aumentar a ventilação) Limpeza de superfícies contaminadas.
  • 12.
    Empregos de soluç ões fungicidas nos materiais de revestimentos; Substitui ç ão de materiais de constru ç ão por outros mais resistentes ao bolor (c/ fungicidas). Reparos: primeira providência a ser tomada no caso de incidência do bolor localizado ou generalizado em uma edifica ç ão é a identifica ç ão da causas; No caso de infiltra ç ão de á gua ou vazamentos, deve-se inicialmente localizar a fonte de umidade e elimin á -la; O tratamento recomendável é o seguinte: 1- limpeza das superfícies com escova dura, aplicando-se a solução seguinte (até a remoção completa das manchas): - 80g de fosfato trissódico; - 30g de detergente; - 90 ml de hipoclorito de sódio; - 2700 ml de água.
  • 13.
    Após a aplicaçãodessa solução, a superfície deve ser enxaguada com água limpa e seca com pano limpo. Deve ser evitado contato da solução com a pele e componentes metálicos. 2 - No caso de superfícies muito infectadas, deve-se remover o revestimento superficial (papel de parede ou pintura), e, posteriormente, lavar com solução recomendada anteriormente. 3 – Para execução de um novo revestimento deve-se esperar secagem completa da superfície. 4 - É aconselhavel o uso de tinta resistente ao desenvolvimento do bolor (no caso de repintura), e, no caso de papel de parede, uso de cola que possua fungicida apropriada.
  • 15.
    Obs.: Apósa limpeza da superfície refazer a pintura lembrando que: Na linha de tintas a base de solvente, as tintas semibrilhantes ou foscas apresentam maior propenção à proliferação de mofo devido à maior facilidade de ancoragem de sujeira e micoorganismos (superfície mais porosa). Na linha a base de água, as tintas foscas apresentam esta maior propensão.
  • 16.
    Patologia em PinturasCausas: substrato insuficieentemente curado; Ataques por fungos; Espessura excessiva; Incompatibilidade entre camadas; Secagem rápida. Bolhas em superfícies internas Esse problema, geralmente é resultante de perda localizada de adesão e levantamento do filme da superfície.
  • 17.
    Possíveis Causas • Aplicação de tinta base óleo sobre uma superfície úmida ou molhada. • Umidade infiltrando através de paredes externas (menos provável com tintas base água). • Superfície pintada exposta à umidade, logo após a secagem, principalmente se houve inadequada preparação da superfície. Soluções • Se nem todas as bolhas baixaram remova-as, raspando e lixando as regiões comprometidas e repinte com tinta acrílica, indicada para interiores. • Se todas as bolhas baixaram elimine a fonte de umidade, raspe e lixe o local e aplique um selador antes de aplicar a tinta. • Considere a possibilidade de instalar, um exaustor no ambiente.
  • 18.
    Crateras/espumação : Craterassurgem do rompimento de bolhas causadas pela espumação. Possíveis Causas Agitação da lata de tinta parcialmente cheia. • Uso de uma tinta de baixa qualidade, ou, muito velha. • Aplicação muito rápida da tinta, especialmente com rolo. • Uso de rolo com comprimento de pêlo não adequado. • Passar muitas vezes o rolo ou o pincel sobre o mesmo lugar . • Aplicação de tinta alto ou semi brilho sobre uma superfície porosa.
  • 19.
    Soluções Todas as tintas espumam durante a aplicação, entretanto, tintas de alta qualidade são formuladas para que as bolhas se rompam enquanto a tinta ainda esteja úmida, proporcionando perfeito fluxo e aparência. • Evite passar o rolo ou o pincel várias vezes sobre um mesmo local. • Evite usar uma tinta que tenha sido fabricada há mais de um ano. • Ao pintar uma superfície com tintas alto ou semi brilho, use sempre um rolo de pêlo curto. • Antes de pintar uma superfície porosa, aplique um selador. • Prepare adequadamente a superfície antes de aplicar a tinta.
  • 20.
    Descamação Ruptura napintura causada pelo desgaste natural do tempo, levando ao total comprometimento da superfície. No estado inicial o problema se apresenta como uma fina fissura e em seguida, num estágio mais avançado, começam a ocorrer as descamações da tinta. Possíveis Causas • Uso de tinta de baixa qualidade, que oferece pouca adesão e flexibilidade. • Diluição exagerada da tinta. • Inadequada preparação da superfície, ou aplicação de tinta sobre madeira bruta sem selador. • Excessiva fragilização de tinta alquídica envelhecida.
  • 21.
    Solução • Remova todos os fragmentos de tinta com uma raspadeira ou escova de aço e lixe a superfície. Se as rupturas ocorrerem também nas camadas mais profundas, o uso de uma massa corrida pode ser necessário. Em superfícies de madeira bruta use selador antes da repintura. Enrugamento Formação de rugas e ondulações sobre a superfície ocorrem quando a tinta ainda está umida.
  • 22.
    Possíveis Causas • A tinta é aplicada em uma camada muito espessa (mais provável com uso de tintas alquídicas ou base óleo). • Pintura realizada sob condições extremas de calor ou frio. Isso faz com que a camada mais externa do filme seque mais rápido, enquanto que a camada de baixo ainda permaneça úmida. • Expor uma superfície, que não esteja totalmente seca, à muita umidade. • Aplicação de uma camada de tinta, sem que, o selador esteja totalmente seco. • Pintura sobre superfície suja ou engordurada. Soluções • Raspe ou lixe a superfície para remover a camada enrugada. Antes de aplicar um selador, certifique-se de que a superfície esteja totalmente seca. Repinte o local, evitando fazê-lo sob condições extremas de temperatura e umidade. • Utilize uma tinta para Interior de alta qualidade.
  • 23.
    Rachaduras na superfícieRachaduras profundas e irregulares na superfície . Possíveis Causas • A tinta é aplicada em uma camada muito espessa, geralmente, sobre superfície porosa. • A tinta é aplicada em uma camada muito espessa, a fim de melhorar o poder de cobertura de um produto de baixa qualidade. • Acúmulo de tinta nos cantos da superfície, durante a aplicação.
  • 24.
    Soluções • Remova a camada afetada, raspando e lixando a superfície. Em alguns casos, apenas o lixamento é necessário. Em seguida, prepare a superfície e repinte-a com uma tinta base água de alta qualidade. Esse tipo de tinta, geralmente, previne o reaparecimento do problema, por ser mais flexível que as tintas alquídicas, base óleo e, mesmo, à base água de baixa qualidade. • Tintas de alta qualidade têm alta concentração de conteúdos sólidos, que reduzem a tendência a rachaduras na superfície, facilitando a aplicação e proporcionando grande poder de cobertura, o que evita a aplicação de demãos muito espessas.
  • 25.
    Calcinação Formação definas partículas, semelhantes a um pó esbranquiçado, sobre a superfície pintada exposta ao tempo, causando o desbotamento da cor. Ainda que algum desbotamento seja normal, devido ao desgaste natural, em excesso pode causar extrema calcinação.
  • 26.
    Possíveis Causas • Uso de uma tinta de baixa qualidade, que contenha alta concentração de pigmentação. • Uso externo de uma tinta indicada para superfícies internas.   Soluções • Remova a tinta, usando uma escova de aço, todo e qualquer vestígio de calcinação, enxaguando bem com uma mangueira ou com jatos d’água. Verifique se ainda há presença de vestígios, passando a mão sobre a superficie já seca. •  Caso o problema persista, aplique um selador base óleo ou látex acrílico e repinte com uma tinta de alta qualidade, indicada para superfícies externas. • Se a superfície estiver isenta ou apresentar mínimo sinal de calcinação e a tinta antiga estiver em boas condições não é necessário utilizar um selador.
  • 27.
    Descamação O "trincamento"da tinta resulta em total comprometimento da superfície pintada. No início, o problema se apresenta como uma fina fissura e em seguida, as descamações começam a acontecer.
  • 28.
    Possíveis Causas • Uso de tinta de baixa qualidade, que ofereça insuficiente adesão e flexibilidade. • Diluição excessiva da tinta ou aplicação de uma demão muito fina. • Preparação incorreta do substrato, antes da aplicação da tinta, principalmente se a tinta for aplicada diretamente sobre superfície de madeira bruta sem uso de selador. • Efetuar a pintura com tinta base água, com o tempo muito frio ou com muito vento.   Soluções • É possível corrigir as descamações que não atingiram o substrato removendo as lascas de tinta com uma espátula ou escova de aço, lixe para eliminar rebarbas e repinte. Caso a superfície seja de madeira, antes de repintá-la aplique um selador. • Se a descamação atingiu o substrato, remova toda a tinta, raspando e lixando. Em seguida, sele a superfície e aplique uma tinta látex de alta qualidade, indicada para exteriores.
  • 29.
    Descolamento Perda deadesão da tinta. Se no local tiverem sido aplicadas duas ou mais camadas de tinta, o descolamento poderá afetar tanto uma quanto todas as camadas.
  • 30.
    Possíveis Causas • Infiltração de umidade pelas fissuras, vedações desgastadas ou vazamento proveniente de telhados e muros. • Excesso de umidade se infiltrando pelas paredes (mais provável se a tinta existente na superfície for base óleo). • Inadequada preparação da superfície. • Uso de tinta de baixa qualidade. • Aplicação de tinta base óleo sobre uma superfície úmida. • Precoce aparecimento de bolhas na superfície pintada (ver Bolhas).   Soluções • Identifique e elimine a fonte de umidade (ver Eflorescência/Manchas). • Prepare a superfície, removendo todo o material comprometido com uma raspadeira ou escova de aço. • Em seguida, lixe bem o local e sele o substrato se for de madeira. Repinte com tinta acrílica de alta qualidade para garantir melhor adesão e maior resistência à umidade.
  • 31.
    Escorrimento de calcinaçãoO escorrimento da calcinação é proveniente da excessiva erosão/desgaste de tinta antiga existente sobre o substrato, comprometendo a sua aparência.
  • 32.
    Possíveis Causas • Uso de tinta de baixa qualidade que contenha alta concentração de pigmentação. • Uso externo de tinta indicada para superfícies internas.   Soluções • Remova totalmente os resíduos de calcinação (ver Calcinação). Limpe bem as áreas manchadas, esfregando detergente sobre elas, com o auxílio de uma brocha. Em seguida, enxágüe bem. Em casos de manchas mais resistentes, substitua o detergente por um produto ácido. • Caso ocorra clareamento de cor nos locais que foram limpos, aplique uma tinta base água de alta qualidade.
  • 33.
    Bolhas externas Esseproblema, geralmente, é resultante de perda localizada de adesão e levantamento do filme da superfície. Possíveis Causas • Aplicação da tinta em uma superfície aquecida pela luz direta do sol. • Aplicação de uma tinta base óleo ou alquídica sobre superfície úmida ou molhada. • Ocorrência de infiltração de umidade por através da tinta, e conseqüentemente da superfície (menos provável com tintas látex do que com tintas base óleo ou alquídicas). • Exposição de superfície recém-pintada com tinta látex à umidade, principalmente se o substrato não foi preparado corretamente. Soluções • Se as bolhas baixarem, elimine a fonte de umidade e impermeabilize novamente a superfície. • Caso as bolhas não tenham baixado, raspe e lixe a superfície até removê-las totalmente. Se o substrato for de madeira bruta aplique um selador e repinte novamente.