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Processo de esterilização
de materiais
médicos/hospitalares
Esterilização
Esterilização refere-se ao processo de eliminação completa ou destruição de
todas as formas de vida microbiana, incluindo bactérias, vírus, esporos e
fungos. O objetivo é assegurar que um objeto, superfície ou substância esteja
completamente livre de microrganismos patogênicos, reduzindo assim o risco
de infecções.
Prevenção de Infecções Hospitalares:
Segurança do Paciente:
Qualidade dos Cuidados de Saúde
Prevenção de Propagação de Doenças:
Proteção dos Profissionais de Saúde
• us clientes.
• Unidade de apoio a todos os serviços assistenciais
e de diagnóstico que necessitem de artigos odonto-
médico-hospitalares para a prestação da assistência
a seus clientes.
O desenvolvimento tecnológico ocorrido nas últimas
décadas na área de saúde, impulsionou as
atividades desenvolvidas nas CMEs de forma
vertiginosa, colocando-a como um setor de vital
Central de Material Esterilizado CME
Classificação da CME
Classe I: Realiza o processamento de produtos críticos sem lúmen e sem espaços
internos, produtos semi críticos e produtos não críticos. Exclusivamente em
ambulatórios.
Classe II: Realiza o processamento de produtos críticos, semi críticos e não
criticos, em estabelecimento de saúde com especialidade clinica e cirurgica, com
internação ou semi-internação. É obrigatória a separação física da área de
recepção e limpeza das áreas.
Estrutura física:
I - Área de recepção e limpeza(setor sujo)
II - Área de preparo e esterilização (setor limpo)
III - Área de desinfecção química, quando aplicável (setor limpo)
IV - Área de monitoramento e distribuição de materiais esterilizados (setor
limpo)
O CME Classe I deve possuir no mínimo barreira técnica entre o setor sujo e
setor limpo
O CME Classe II, é obrigatório a separação física de recepção e limpeza das
demais áreas
Críticos:
São artigos que estão envolvidos em alto risco de
aquisição de infecção se estiverem contaminados com
quaisquer microorganismos, incluindo os esporos
bacterianos. Estes objetos penetram tecidos estéreis ou
sistema vascular e devem ser esterilizados para uso.
Ex: instrumentos cirúrgicos, cateteres urinário e
cardíaco, implantes, agulhas e etc.
Classificação De Artigos Hospitalares
Semicríticos:
São artigos que entram em contato com membranas
mucosas íntegras ou pele não íntegra . Devem estar livres
de todos os microorganismos na forma vegetativa, mas,
podem conter alguns esporos. Membranas mucosas
intactas geralmente são resistentes aos esporos
bacterianos mais comuns; porém, são suscetíveis a
infecções por microbactérias e alguns vírus. Estes artigos
requerem desinfecção de alto nível.
Ex: equipamentos respiratórios e de anestesia,
endoscópios digestivo e etc
Não-Críticos
São artigos que entram em contato com pele íntegra, mas não
com mucosas. Há baixíssimo risco de se transmitir agentes
infecciosos para pacientes através dos artigos não críticos.
Entretanto, eles podem servir de fonte de contaminação das
mãos dos profissionais ou dos fômites em geral que por sua vez
poderão carrear microorganismos quando entrarem em contato
com outro paciente. Os artigos não críticos dependendo da sua
particularidade ou grande contaminação poderão ser lavados
com água e sabão, ou receber desinfecção de nível
intermediário ou baixo.
Ex: comadres, aparelhos de pressão, móveis do
paciente.
Classificação dos materiais
Material crítico
entra em contato com
vasos sanguíneos ou tecidos
livres de microorganismos
Ex: instrumental
Esterilização
Material semi-crítico
entra em contato com
mucosa ou pele não
íntegra. Ex: inaladores
Desinfecção
Material não crítico
entra em contato com
pele íntegra. Ex: comadre
Limpeza
Etapas Do Preparo De Material Para Esterilização
1- Seleção
É a separação dos materiais odonto-médico-hospitalares, por
tipo, para que sejam limpos adequadamente sem sofrer danos.
Ex. Instrumentais, endoscópicos, borrachas, vidros, etc.
2– Limpeza
É o processo de remoção de sujidades realizado pela aplicação
de energia mecânica (fricção), química ( soluções detergentes,
desincrustantes ou enzimática ) ou térmica. A utilização
associada de todas estas formas de energia aumentam a
eficiência da limpeza.
LIMPEZA
Manual
✔ detergente (enzimático)
✔ escovas
✔ jatos de água
✔ água quente
E.P.I. – luvas grossas, avental impermeável, óculos e máscara
Remoção mecânica da sujidade
Secagem
Tem por objetivo evitar que a umidade interfere nos processos químicos
e/ou físicos de desinfecção e/ou esterilização dos materiais.
Deve ser feita rigorosamente utilizando-se:
• Pano limpo e seco
• Secadoras de ar quente
• Ar comprimido
Métodos de Esterilização
Calor úmido (autoclave)
Calor seco (fornos)
Radiação (raios gama, feixes de elétrons)
Agentes químicos (óxido de etileno, peróxido de hidrogênio)
Calor úmido (autoclave)
● Princípio de Funcionamento:
● A autoclave utiliza calor úmido sob pressão para esterilizar materiais. Água é aquecida a
vapor, e a alta pressão resultante aumenta a temperatura de esterilização. Isso cria um
ambiente letal para microrganismos.
● Vantagens:
● Eficaz na eliminação de uma ampla variedade de microrganismos, incluindo esporos
bacterianos.
● Rápido e eficiente.
● Amplamente utilizado em ambientes médicos.
● Limitações:
● Alguns materiais sensíveis ao calor ou à umidade podem ser danificados.
● Requer atenção para garantir que todos os itens atinjam a temperatura necessária.
● Materiais que podem ou não ser usado na autoclave
● incluindo instrumentos metálicos, vidro, plástico rígido, tecidos e meios de cultura. No entanto,
alguns materiais sensíveis ao calor, como plásticos flexíveis, substâncias oleosas e líquidos
em grande volume, podem não ser apropriados para autoclavagem, devido ao risco de danos
ou ineficácia do processo
Calor seco (fornos)
● Como Funciona:
● Os fornos de calor seco usam ar quente para esterilizar materiais. Diferentemente da
autoclave, não há pressão envolvida. O calor seco é transferido para os objetos,
resultando na destruição de microorganismos.
● Aplicações Comuns:
● Utilizado para esterilizar instrumentos metálicos, vidro e outros materiais que não são
sensíveis ao calor.
Vantagens
Ausência de Umidade Residual:
Processo Simples:
Menos Dano a Instrumentos Metálicos:
Menor Tempo de Ciclo:
Versatilidade
Desvantagens
Limitações em Materiais Sensíveis ao Calor:
Limitações na Penetração:
Risco de Desidratação:
Requer Temperaturas Mais Elevadas:
Incompatibilidade com Certos Materiais:
Tempo Prolongado para Alcançar Temperaturas
Esterilizantes
Os métodos de esterilização pelo calor
seco em relação ao tempo de exposição
e temperatura não são uniformes,
demonstrando uma diversidade de padrão,
devendo ser validado cada equipamento.
Radiação (raios gama, feixes de elétrons)
● Princípio de Esterilização por Radiação:
● A radiação ionizante, como raios gama e feixes de elétrons, danifica o DNA dos micro-
organismos, impedindo sua reprodução. Esse método é aplicado a materiais sensíveis ao
calor ou à umidade.
● Materiais Adequados:
● Produtos médicos sensíveis, como plásticos, luvas de látex, seringas e equipamentos
eletrônicos.
Vantagens:
Penetração Profunda
Não Deixa Resíduos:
Versatilidade de Materiais
Processo Rápido:
Desvantagens:
Custo Inicial Elevado
Exigências de Segurança
Não é Adequado para Todos os Materiais
Não Pode Ser Desligado Rapidamente:
Agentes Químicos (óxido de etileno, peróxido de hidrogênio)
● Processo e Precauções:
● Óxido de Etileno:
● É um gás altamente penetrante. Os itens são colocados em uma câmara selada e
expostos ao gás. Após a exposição, o gás é removido por aeração.
● Peróxido de Hidrogênio:
● Pode ser usado como gás plasma ou vapor de peróxido de hidrogênio. O plasma é
gerado por radiofrequência, e o vapor é aplicado a vácuo.
● Material Sensível ao Método:
● Materiais sensíveis ao calor e umidade, como plásticos, dispositivos eletrônicos e instrumentos
ópticos.
● Precauções Gerais:
● Adequada ventilação é crucial, especialmente para o óxido de etileno, devido à sua toxicidade.
● Monitoramento cuidadoso dos tempos de exposição e concentrações para garantir a eficácia e
a segurança.
Desinfecção:
É um processo que destrói microrganismos, patogênicos ou não, dos artigos, com
exceção de esporos bacterianos, por meios físicos ou químicos.
Níveis de desinfecção:
Alto nível: destrói todos os microrganismos com exceção a alto número de
esporos => Glutaraldeído 2% - 20 – 30 minutos.
Indicação: área hospitalar preferencialmente.
Médio nível: elimina bactérias vegetativas, a maioria dos vírus, fungos e
micobactérias =>Hipoclorito de sódio 1% - 30 minutos.
Indicação: para UBS, creche, asilos,casa de repouso.
Baixo nível: elimina a maioria das bactérias, alguns vírus e fungos, mas não
elimina micobactérias =>Hipoclorito de sódio 0,025%
Indicação:nutrição.
VÍRUS MÉDIOS OU
LIPÍDICOS
vírus HBV, HIV
BACTÉRIAS VEGETATIVAS
(Pseudomonas aeruginosa)
FUNGOS (Candida spp)
VÍRUS PEQUENOS OU NÃO
LIPÍDICOS (poliovírus)
MICOBACTÉRIAS
ESPOROS BACTERIANOS
(Bacillus subtillis)
MAIOR
RESISTÊNCIA
aldeídos e ácido peracético
Alto Nível
álcool, hipoclorito de sódio a 1%,
cloro orgânico, fenol sintético
Nível Intermediário
quaternário de amônio
e hipoclorito de sódio 0,2%
Baixo Nível
MENOR
RESISTÊNCIA
Desinfecção química
● Testar a eficácia do equipamento na instalação e após
manutenção
● Verificar a eficácia após qualquer modificação proposta
no processo de esterilização
● Estabelecer a eficácia como rotina diária
Monitoramento do processo
Fatores que afetam a eficácia da
esterilização
• A atividade dos agentes esterilizantes depende de inúmeros fatores,
alguns inerentes às qualidades intrínsecas do organismos e outros
dependentes das qualidades físico-químicas do agente ou fatores
externos do ambiente.
- Número e localização de microrganismos
- Resistência inata dos microrganismos
- Concentração e potência do agente germicida
- Fatores físicos e químicos
- Matéria orgânica
- Duração da exposição
Indicadores Químicos
Classe 1: Tiras impregnadas com tinta termo-química que
muda de coloração quando exposto a temperatura.
⇒ usados externamente em todos os
pacotes
⇒ evidenciam a passagem do material pelo
processo
Indicadores Químicos
Teste de BOWIE & DICK - testa a eficácia do sistema de vácuo
da autoclave pré-vácuo.
Classe 2:
⇒ verifica a eficiência da bomba de vácuo
⇒ espera-se mudança uniforme da cor do papel, em toda sua extensão
⇒ recomenda-se que seja feito no primeiro ciclo do dia ou pelo menos a
cada 24 horas
⇒ caso não haja homogeneidade na revelação, efetuar revisão imediata
do equipamento
Teste OK Falha no
Indicadores Químicos
Indicador de parâmetro único
Classe 3:
⇒ controla um único parâmetro: a temperatura pré-estabelecida
⇒ utilizados no centro dos pacotes
Indicador multiparamétrico
Classe 4:
⇒ controla a temperatura e o tempo necessários para o processo
Indicadores Químicos
Integrador: controla temperatura, tempo e qualidade do vapor.
Classe 5:
Classe 6: Integrador mais preciso por oferecer margem de segurança
maior. Reage quando 95% do ciclo é concluído.
Indicadores Biológicos
• São preparações padronizadas de microrganismos, numa
concentração do inóculo em torno de 106,
comprovadamente resistentes e específicos para um
particular processo de esterilização para demonstrar a
efetividade do processo
Primeira geração: tiras de papel com esporos
microbianos, incubados em laboratório de
microbiologia com leitura em 2-7 dias
Indicadores Biológicos
Segunda geração: auto-contidos
com leitura em 24 a 48 horas
Terceira geração: auto-contidos
com leitura em 1 a 3 horas
• visibilidade do conteúdo
• indicador químico
• selagem segura
• indicação para abertura
• lote de fabricação
• tamanhos variados
• registro MS
Embalagem
Ideal
– Guarda do material estéril
Após a esterilização é importante observar:
Em relação aos pacotes:
• Não retirá-los imediatamente após o final do ciclo; deixar o
ar circular na autoclave para evitar choque térmico;
• Não colocar o material estéril quente em superfícies
compactas ao sair da autoclave;
• Observar a integridade e presença de umidade nos
pacotes e embalagens;
• Observar mudança na coloração da fita indicadora;
• Manusear o mínimo possível e com delicadeza.
Em relação ao ambiente:
• Manter o ambiente fechado, limpo e seco;
• Manter a temperatura ambiente entre 18o e 22o C;
• Restringir o acesso e movimentação na sala. Em relação
a estocagem:
• Usar prateleiras móveis, preferencialmente em aço
inoxidável, favorecendo a limpeza;
• Usar estantes com cestos removíveis;
• Observar que a distância entre o material e o piso deve
ser de no mínimo 30cm e em relação ao teto 50 cm;
• Estocar separadamente de materiais não estéreis
Em relação ao período de estocagem:
Em condições adequadas de estocagem, manuseio e
integridade da embalagem, é aconselhado:
Material esterilizado em autoclaves:
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• Papel grau cirúrgico selado – indeterminado

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  • 1. Processo de esterilização de materiais médicos/hospitalares
  • 2. Esterilização Esterilização refere-se ao processo de eliminação completa ou destruição de todas as formas de vida microbiana, incluindo bactérias, vírus, esporos e fungos. O objetivo é assegurar que um objeto, superfície ou substância esteja completamente livre de microrganismos patogênicos, reduzindo assim o risco de infecções. Prevenção de Infecções Hospitalares: Segurança do Paciente: Qualidade dos Cuidados de Saúde Prevenção de Propagação de Doenças: Proteção dos Profissionais de Saúde
  • 3. • us clientes. • Unidade de apoio a todos os serviços assistenciais e de diagnóstico que necessitem de artigos odonto- médico-hospitalares para a prestação da assistência a seus clientes. O desenvolvimento tecnológico ocorrido nas últimas décadas na área de saúde, impulsionou as atividades desenvolvidas nas CMEs de forma vertiginosa, colocando-a como um setor de vital Central de Material Esterilizado CME
  • 4. Classificação da CME Classe I: Realiza o processamento de produtos críticos sem lúmen e sem espaços internos, produtos semi críticos e produtos não críticos. Exclusivamente em ambulatórios. Classe II: Realiza o processamento de produtos críticos, semi críticos e não criticos, em estabelecimento de saúde com especialidade clinica e cirurgica, com internação ou semi-internação. É obrigatória a separação física da área de recepção e limpeza das áreas.
  • 5. Estrutura física: I - Área de recepção e limpeza(setor sujo) II - Área de preparo e esterilização (setor limpo) III - Área de desinfecção química, quando aplicável (setor limpo) IV - Área de monitoramento e distribuição de materiais esterilizados (setor limpo) O CME Classe I deve possuir no mínimo barreira técnica entre o setor sujo e setor limpo O CME Classe II, é obrigatório a separação física de recepção e limpeza das demais áreas
  • 6. Críticos: São artigos que estão envolvidos em alto risco de aquisição de infecção se estiverem contaminados com quaisquer microorganismos, incluindo os esporos bacterianos. Estes objetos penetram tecidos estéreis ou sistema vascular e devem ser esterilizados para uso. Ex: instrumentos cirúrgicos, cateteres urinário e cardíaco, implantes, agulhas e etc. Classificação De Artigos Hospitalares
  • 7. Semicríticos: São artigos que entram em contato com membranas mucosas íntegras ou pele não íntegra . Devem estar livres de todos os microorganismos na forma vegetativa, mas, podem conter alguns esporos. Membranas mucosas intactas geralmente são resistentes aos esporos bacterianos mais comuns; porém, são suscetíveis a infecções por microbactérias e alguns vírus. Estes artigos requerem desinfecção de alto nível. Ex: equipamentos respiratórios e de anestesia, endoscópios digestivo e etc
  • 8. Não-Críticos São artigos que entram em contato com pele íntegra, mas não com mucosas. Há baixíssimo risco de se transmitir agentes infecciosos para pacientes através dos artigos não críticos. Entretanto, eles podem servir de fonte de contaminação das mãos dos profissionais ou dos fômites em geral que por sua vez poderão carrear microorganismos quando entrarem em contato com outro paciente. Os artigos não críticos dependendo da sua particularidade ou grande contaminação poderão ser lavados com água e sabão, ou receber desinfecção de nível intermediário ou baixo. Ex: comadres, aparelhos de pressão, móveis do paciente.
  • 9. Classificação dos materiais Material crítico entra em contato com vasos sanguíneos ou tecidos livres de microorganismos Ex: instrumental Esterilização Material semi-crítico entra em contato com mucosa ou pele não íntegra. Ex: inaladores Desinfecção Material não crítico entra em contato com pele íntegra. Ex: comadre Limpeza
  • 10. Etapas Do Preparo De Material Para Esterilização 1- Seleção É a separação dos materiais odonto-médico-hospitalares, por tipo, para que sejam limpos adequadamente sem sofrer danos. Ex. Instrumentais, endoscópicos, borrachas, vidros, etc. 2– Limpeza É o processo de remoção de sujidades realizado pela aplicação de energia mecânica (fricção), química ( soluções detergentes, desincrustantes ou enzimática ) ou térmica. A utilização associada de todas estas formas de energia aumentam a eficiência da limpeza.
  • 11. LIMPEZA Manual ✔ detergente (enzimático) ✔ escovas ✔ jatos de água ✔ água quente E.P.I. – luvas grossas, avental impermeável, óculos e máscara Remoção mecânica da sujidade
  • 12. Secagem Tem por objetivo evitar que a umidade interfere nos processos químicos e/ou físicos de desinfecção e/ou esterilização dos materiais. Deve ser feita rigorosamente utilizando-se: • Pano limpo e seco • Secadoras de ar quente • Ar comprimido
  • 13. Métodos de Esterilização Calor úmido (autoclave) Calor seco (fornos) Radiação (raios gama, feixes de elétrons) Agentes químicos (óxido de etileno, peróxido de hidrogênio)
  • 14. Calor úmido (autoclave) ● Princípio de Funcionamento: ● A autoclave utiliza calor úmido sob pressão para esterilizar materiais. Água é aquecida a vapor, e a alta pressão resultante aumenta a temperatura de esterilização. Isso cria um ambiente letal para microrganismos. ● Vantagens: ● Eficaz na eliminação de uma ampla variedade de microrganismos, incluindo esporos bacterianos. ● Rápido e eficiente. ● Amplamente utilizado em ambientes médicos. ● Limitações: ● Alguns materiais sensíveis ao calor ou à umidade podem ser danificados. ● Requer atenção para garantir que todos os itens atinjam a temperatura necessária. ● Materiais que podem ou não ser usado na autoclave ● incluindo instrumentos metálicos, vidro, plástico rígido, tecidos e meios de cultura. No entanto, alguns materiais sensíveis ao calor, como plásticos flexíveis, substâncias oleosas e líquidos em grande volume, podem não ser apropriados para autoclavagem, devido ao risco de danos ou ineficácia do processo
  • 15. Calor seco (fornos) ● Como Funciona: ● Os fornos de calor seco usam ar quente para esterilizar materiais. Diferentemente da autoclave, não há pressão envolvida. O calor seco é transferido para os objetos, resultando na destruição de microorganismos. ● Aplicações Comuns: ● Utilizado para esterilizar instrumentos metálicos, vidro e outros materiais que não são sensíveis ao calor. Vantagens Ausência de Umidade Residual: Processo Simples: Menos Dano a Instrumentos Metálicos: Menor Tempo de Ciclo: Versatilidade Desvantagens Limitações em Materiais Sensíveis ao Calor: Limitações na Penetração: Risco de Desidratação: Requer Temperaturas Mais Elevadas: Incompatibilidade com Certos Materiais: Tempo Prolongado para Alcançar Temperaturas Esterilizantes
  • 16. Os métodos de esterilização pelo calor seco em relação ao tempo de exposição e temperatura não são uniformes, demonstrando uma diversidade de padrão, devendo ser validado cada equipamento.
  • 17. Radiação (raios gama, feixes de elétrons) ● Princípio de Esterilização por Radiação: ● A radiação ionizante, como raios gama e feixes de elétrons, danifica o DNA dos micro- organismos, impedindo sua reprodução. Esse método é aplicado a materiais sensíveis ao calor ou à umidade. ● Materiais Adequados: ● Produtos médicos sensíveis, como plásticos, luvas de látex, seringas e equipamentos eletrônicos. Vantagens: Penetração Profunda Não Deixa Resíduos: Versatilidade de Materiais Processo Rápido: Desvantagens: Custo Inicial Elevado Exigências de Segurança Não é Adequado para Todos os Materiais Não Pode Ser Desligado Rapidamente:
  • 18. Agentes Químicos (óxido de etileno, peróxido de hidrogênio) ● Processo e Precauções: ● Óxido de Etileno: ● É um gás altamente penetrante. Os itens são colocados em uma câmara selada e expostos ao gás. Após a exposição, o gás é removido por aeração. ● Peróxido de Hidrogênio: ● Pode ser usado como gás plasma ou vapor de peróxido de hidrogênio. O plasma é gerado por radiofrequência, e o vapor é aplicado a vácuo. ● Material Sensível ao Método: ● Materiais sensíveis ao calor e umidade, como plásticos, dispositivos eletrônicos e instrumentos ópticos. ● Precauções Gerais: ● Adequada ventilação é crucial, especialmente para o óxido de etileno, devido à sua toxicidade. ● Monitoramento cuidadoso dos tempos de exposição e concentrações para garantir a eficácia e a segurança.
  • 19. Desinfecção: É um processo que destrói microrganismos, patogênicos ou não, dos artigos, com exceção de esporos bacterianos, por meios físicos ou químicos. Níveis de desinfecção: Alto nível: destrói todos os microrganismos com exceção a alto número de esporos => Glutaraldeído 2% - 20 – 30 minutos. Indicação: área hospitalar preferencialmente. Médio nível: elimina bactérias vegetativas, a maioria dos vírus, fungos e micobactérias =>Hipoclorito de sódio 1% - 30 minutos. Indicação: para UBS, creche, asilos,casa de repouso. Baixo nível: elimina a maioria das bactérias, alguns vírus e fungos, mas não elimina micobactérias =>Hipoclorito de sódio 0,025% Indicação:nutrição.
  • 20. VÍRUS MÉDIOS OU LIPÍDICOS vírus HBV, HIV BACTÉRIAS VEGETATIVAS (Pseudomonas aeruginosa) FUNGOS (Candida spp) VÍRUS PEQUENOS OU NÃO LIPÍDICOS (poliovírus) MICOBACTÉRIAS ESPOROS BACTERIANOS (Bacillus subtillis) MAIOR RESISTÊNCIA aldeídos e ácido peracético Alto Nível álcool, hipoclorito de sódio a 1%, cloro orgânico, fenol sintético Nível Intermediário quaternário de amônio e hipoclorito de sódio 0,2% Baixo Nível MENOR RESISTÊNCIA Desinfecção química
  • 21.
  • 22. ● Testar a eficácia do equipamento na instalação e após manutenção ● Verificar a eficácia após qualquer modificação proposta no processo de esterilização ● Estabelecer a eficácia como rotina diária Monitoramento do processo
  • 23. Fatores que afetam a eficácia da esterilização • A atividade dos agentes esterilizantes depende de inúmeros fatores, alguns inerentes às qualidades intrínsecas do organismos e outros dependentes das qualidades físico-químicas do agente ou fatores externos do ambiente. - Número e localização de microrganismos - Resistência inata dos microrganismos - Concentração e potência do agente germicida - Fatores físicos e químicos - Matéria orgânica - Duração da exposição
  • 24. Indicadores Químicos Classe 1: Tiras impregnadas com tinta termo-química que muda de coloração quando exposto a temperatura. ⇒ usados externamente em todos os pacotes ⇒ evidenciam a passagem do material pelo processo
  • 25. Indicadores Químicos Teste de BOWIE & DICK - testa a eficácia do sistema de vácuo da autoclave pré-vácuo. Classe 2: ⇒ verifica a eficiência da bomba de vácuo ⇒ espera-se mudança uniforme da cor do papel, em toda sua extensão ⇒ recomenda-se que seja feito no primeiro ciclo do dia ou pelo menos a cada 24 horas ⇒ caso não haja homogeneidade na revelação, efetuar revisão imediata do equipamento Teste OK Falha no
  • 26. Indicadores Químicos Indicador de parâmetro único Classe 3: ⇒ controla um único parâmetro: a temperatura pré-estabelecida ⇒ utilizados no centro dos pacotes Indicador multiparamétrico Classe 4: ⇒ controla a temperatura e o tempo necessários para o processo
  • 27. Indicadores Químicos Integrador: controla temperatura, tempo e qualidade do vapor. Classe 5: Classe 6: Integrador mais preciso por oferecer margem de segurança maior. Reage quando 95% do ciclo é concluído.
  • 28. Indicadores Biológicos • São preparações padronizadas de microrganismos, numa concentração do inóculo em torno de 106, comprovadamente resistentes e específicos para um particular processo de esterilização para demonstrar a efetividade do processo Primeira geração: tiras de papel com esporos microbianos, incubados em laboratório de microbiologia com leitura em 2-7 dias
  • 29. Indicadores Biológicos Segunda geração: auto-contidos com leitura em 24 a 48 horas Terceira geração: auto-contidos com leitura em 1 a 3 horas
  • 30. • visibilidade do conteúdo • indicador químico • selagem segura • indicação para abertura • lote de fabricação • tamanhos variados • registro MS Embalagem Ideal
  • 31. – Guarda do material estéril Após a esterilização é importante observar: Em relação aos pacotes: • Não retirá-los imediatamente após o final do ciclo; deixar o ar circular na autoclave para evitar choque térmico; • Não colocar o material estéril quente em superfícies compactas ao sair da autoclave; • Observar a integridade e presença de umidade nos pacotes e embalagens; • Observar mudança na coloração da fita indicadora; • Manusear o mínimo possível e com delicadeza.
  • 32. Em relação ao ambiente: • Manter o ambiente fechado, limpo e seco; • Manter a temperatura ambiente entre 18o e 22o C; • Restringir o acesso e movimentação na sala. Em relação a estocagem: • Usar prateleiras móveis, preferencialmente em aço inoxidável, favorecendo a limpeza; • Usar estantes com cestos removíveis; • Observar que a distância entre o material e o piso deve ser de no mínimo 30cm e em relação ao teto 50 cm; • Estocar separadamente de materiais não estéreis
  • 33. Em relação ao período de estocagem: Em condições adequadas de estocagem, manuseio e integridade da embalagem, é aconselhado: Material esterilizado em autoclaves: • Campos de algodão – 7 dias • Papel grau cirúrgico selado – indeterminado