Eletricidade e Eletrônica
Prof. Guilherme Nonino Rosa 
- Técnico em Informática pela ETESP – Escola Técnica de 
São Paulo 
- Graduado em Ciências da Computação pela Unifran – 
Universidade de Franca no ano de 2000. 
- Licenciado em Informática pela Fatec – Faculdade de 
Tecnologia de Franca no ano de 2011. 
- Pós-Graduado em Tecnologia da Informação aplicada 
aos Negócios pela Unip-Universidade Paulista no ano de 
2012. 
- Pós-Graduando em Docência no Ensino Superior pelo 
Centro Universitário Senac.
Atuação: 
- Docente da Faculdade Anhanguera desde 
Fevereiro / 2013 
- Docente do Senac – Ribeirão Preto desde 
fevereiro/2012. 
- Docente do Centro de Educação Tecnológica 
Paula Souza, na Etec Prof. José Ignácio de 
Azevedo Filho e Etec Prof. Alcídio de Souza 
Prado desde fevereiro/2010.
Contatos: 
Prof. Guilherme Nonino Rosa 
guinonino@gmail.com 
guilhermerosa@aedu.com 
http://guilhermenonino.blogspot.com
PEA –Plano de Ensino e 
Aprendizagem
PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
EMENTA 
• Eletrização e cargas elétricas. 
• Quantização de cargas. 
• Campo, potencial e diferença de potencial. 
• Corrente elétrica. 
• Componentes elétricos básicos: capacitor, resistor e 
indutor. 
• Carga e descarga de um capacitor - circuito RC. 
• Dispositivos semicondutores: diodos e transistores.
Objetivos 
Conhecer os conceitos básicos de 
eletricidade e eletrônica, seus 
componentes básicos: capacitor, 
resistor, indutor, diodos e 
transistores.
Procedimentos Metodológicos 
• Aula expositiva 
• Exercício em classe 
• Aula prática.
Sistema de Avaliação 
1° Avaliação - PESO 4,0 
Atividades Avaliativas a Critério do Professor 
Práticas: 03 
Teóricas: 07 
Total: 10 
2° Avaliação - PESO 6,0 
Prova Escrita Oficial 
Práticas: 03 
Teóricas: 07 
Total: 10
Bibliografia Padrão 
1) BOYLESTAD, Robert L.. Introdução à Análise de Circuitos.. 10ª 
ed. São Paulo: Pearson, 2006.
Bibliografia Básica Unidade 
Faculdade Anhanguera de Ribeirão Preto (FRP) 
1) RAMALHO JR, F. Os Fundamentos da 
Física. 9ª ed. São Paulo: Moderna, 2007. 
2) HALLIDAY, David. Física 3. 5ª ed. Rio de 
Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 
2004.
Cronograma de Aulas 
Semana n°. Tema 
1 Apresentação da Disciplina e Metodologia de Trabalho. 
Conceitos básicos de Eletricidade 
e Eletrônica. 
2 Eletrização e Cargas Elétricas. 
3 Quantização de Cargas. 
4 Campo, Potencial e Diferença de Potencial. 
5 Campo, Potencial e Diferença de Potencial. 
6 Corrente Elétrica. 
7 Componentes Elétricos Básicos: Capacitor, Resistor e 
Indutor. 
8 Componentes Elétricos Básicos: Capacitor, Resistor e 
Indutor.
Cronograma de Aulas 
Semana n°. Tema 
9 Atividades de Avaliação. 
10 Laboratório - Instrumentação. 
11 Laboratório - Instrumentação. 
12 Carga e Descarga de um Capacitor - Circuito RC. 
13 Circuito RC. 
14 Circuito RC. 
15 Dispositivos Semicondutores: Diodos e Transistores. 
16 Dispositivos Semicondutores: Diodos e Transistores.
Cronograma de Aulas 
Semana n°. Tema 
17 Dispositivos Semicondutores: Diodos e Transistores. 
18 Prova Escrita Oficial 
19 Exercícios de Revisão. 
20 Prova Substitutiva.
O que é a Eletrônica? 
A eletrônica é o estudo do controle de pequenas correntes 
elétricas para fazer com que todos os tipos de equipamentos 
eletrônicos funcionem. Embora seja uma ciência nova, seria difícil 
imaginar um mundo sem televisores, rádios, computadores, etc.
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE 
 Tales de Mileto – Atritou a pele de um animal com um 
pedaço de âmbar e percebeu que este 
passava a atrair pequenos objetos 
leves, como pedacinhos de palha, 
pequenas sementes e penas. 
VI a.C.
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE 
 Willian Gilbert – Médico da rainha Elizabeth I, rainha da 
Inglaterra, notou que além do âmbar 
outros materiais sofriam o mesmo 
fenômeno. ( Vidro, enxofre e resinas)
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE 
 Otto Von Guericke – Prefeito da cidade de Magdeburgo, 
Alemanha, montou a primeira 
máquina eletrostática de que se 
tem notícia. 
1602 - 1686
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE 
 Stephen Gray – fez a distinção entre materiais 
condutores e não condutores. 
- Transmitiu cargas elétricas a grandes 
distâncias usando fio de seda 
1729
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE 
 Charles Francis DuFay - descobriu que a eletricidade 
produzida por fricção podia ser 
de duas classes – positiva ou 
negativa 
1730
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE 
 Piter Van Musschenbroek – inventou a garrafa de 
Leyden, destinada a armazenar 
carga elétrica(primeiro capacitor) 
e demonstrou choques elétricos 
1745
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE 
 Benjamin Franklin - 
1745 
Carregou uma garrafa de Leyden 
utilizando pipas durante tempestades 
e constatou que os raios são uma 
forma de eletricidade. 
Possibilitou a invenção dos primeiros 
para raios.
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE 
 Benjamin Franklin - No século XVIII acreditava-se que a 
eletricidade era um fluido. Com base 
nesta teoria Franklin estabeleceu 
(1750) os termos “eletricidade positiva 
“ e “eletricidade negativa” assim como 
as propriedades de atração e repulsão 
entre corpos carregados.
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE 
 Luigi Galvani - 
1780 
descobre que as pernas de um sapo 
morto, que estava sobre uma placa 
metálica, sofriam uma contração 
quando tocadas com um bisturi. 
Atribui este fenômeno à descarga 
elétrica; mas a explicação iria demorar 
mais alguns anos.
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE 
 Alessandro Volta – 
1796 
descobre que ocorre uma reação 
química quando dois metais diferentes 
ficam em contato com uma solução 
acida. Devido esta reação surge uma 
corrente elétrica. 
Construiu a primeira pilha utilizando 
discos de cobre e zinco, separados por 
um material que continha uma solução 
acida.
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE 
 Alessandro Volta – 
1796
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE 
 Charles Augustin Coulomb– 
1800 
descobriu que a força entre 
dois pólos carregados é 
inversamente proporcional ao 
quadrado da distancia entre 
eles e diretamente 
proporcional à suas 
magnitudes.
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE 
 Hans Christian Oersted– 
1820 
descobre que uma corrente 
elétrica fluindo em um condutor é 
capaz de alterar a agulha de uma 
bússola
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE 
 André Maria Ampere 
1820 
demonstrou que condutores 
percorridos por correntes elétricas 
desenvolvem forças de atração ou 
de repulsão. Ele inventou o 
solenóide.
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE 
 George Simon Ohm 
1827 
Descobre a relação entre corrente, 
tensão e resistência em um 
condutor elétrico surgindo uma das 
mais utilizadas expressões na 
eletricidade , “ Lei de Ohm”
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE 
 Joseph Henry 
1830 
descobriu a “indução 
eletromagnética” e a conversão do 
magnetismo em eletricidade.
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE 
 Michael Faraday 
1831 
descobriu que se um condutor se 
movimentasse dentro do campo 
magnético de um ímã, uma força eletro 
motriz era induzida nos terminais do 
condutor, criou as leis da eletrólise, da 
capacitância elétrica e inventou o motor 
elétrico, o dínamo e o transformador
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE 
 Wilhelm Weber 
e Karl Gauss 
1833 
- Desenvolveram um telégrafo eletro 
magnético que posteriormente foi 
aperfeiçoado por Werner Von Siemens 
e Samuel Morse
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE 
James Maxwell 
1864 
- desenvolveu as equações 
fundamentais do eletro 
magnetismo –Leis de Maxwell
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE 
Alexander Graham Bell 
1875 
- Inventou o Telefone
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE 
Thomas Edison 
1880 
- desenvolveu a lâmpada 
elétrica incandescente 
- projetou e construiu as 
primeiras usinas geradoras , 
uma em Londres e duas nos 
Estados Unidos. Ambas eram 
de pequeno porte e 
forneciam eletricidade em 
corrente contínua.
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE 
George Westhinghouse 
1886 
-Inaugurou o primeiro 
sistema de energia elétrica 
em CA utilizando um 
transformador eficiente 
desenvolvido por W. Stanley 
- 1887 já havia algumas 
usinas em CA que 
alimentavam cerca de 
135000 lâmpadas. 
- A transmissão era feita em 
1000 volts
BREVE HISTORIA DA ELETRICIDADE 
Nikola Tesla 
1890 
- criou o sistema de geração 
de energia elétrica trifásico, 
que passou a ser utilizado 
em 1896.
UNIDADES DE MEDIDA E O 
SISTEMA INTERNACIONAL 
Fundamentos da Metrologia 
Científica e Industrial
MEDIR 
 Medir é o procedimento experimental 
através do qual o valor momentâneo 
de uma grandeza física (mensurando) 
é determinado como um múltiplo 
e/ou uma fração de uma unidade, 
estabelecida por um padrão, e 
reconhecida internacionalmente. 
Fundamentos da Metrologia Científica e Industrial - Capítulo 2 - (slide 42/48)
O CÚBITO DO FARAÓ
O PÉ MÉDIO DA IDADE MÉDIA
Por que um único sistema de 
unidades?
IMPORTÂNCIA DO SI 
Clareza de entendimentos 
internacionais (técnica, científica) ... 
Transações comerciais ... 
Garantia de coerência ao longo dos 
anos ... 
Coerência entre unidades 
simplificam equações da física ...
AS SETE UNIDADES DE BASE 
Grandeza Unidade Símbolo 
Comprimento Metro m 
Massa Quilograma kg 
Tempo Segundo S 
Corrente Elétrica Ampere A 
Temperatura Kelvin K 
Intensidade luminosa Candela cd 
Quantidade de matéria Mol mol
O METRO 
 1793: décima milionésima parte 
do quadrante do meridiano 
terrestre(distância entre a linha 
do equador e qualquer um dos 
polos ao nível do mar. 
 1983: definição atual: É o 
comprimento do trajeto percorrido 
pela luz no vácuo, durante um 
intervalo de tempo de 1/299 792 
458 de segundo
COMPARAÇÕES ... 
 Se o mundo fosse ampliado de forma que 10- 
12 m se tornasse 1 mm: 
 um glóbulo vermelho teria cerca de 7 km de 
diâmetro. 
 o diâmetro de um fio de cabelo seria da ordem 
de 50 km. 
 A espessura de uma folha de papel seria algo 
entre 100 e 140 km. 
 Um fio de barba cresceria 2 m/s.
O SEGUNDO (S) 
 é a duração de 9 192 631 770 períodos da 
radiação correspondente à transição entre os 
dois níveis hiperfinos do estado fundamental 
do átomo de Césio 133. 
 Observações: 
 Incerteza atual de reprodução: 10-15 s
COMPARAÇÕES ... 
 Se a velocidade com que o tempo passa 
pudesse ser desacelerada de tal forma que 
10-15 s se tornasse 1 s: 
 um avião a jato levaria pouco mais de 120 anos 
para percorrer 1 mm. 
 o tempo em que uma lâmpada de flash ficaria 
acesa seria da ordem de 30 anos. 
 uma turbina de dentista levaria cerca de 60 
anos para completar apenas uma rotação. 
 um ser humano levaria cerca de 600 séculos 
para piscar o olho.
O QUILOGRAMA (KG) 
 é igual à massa do 
protótipo 
internacional do 
quilograma. 
 incerteza atual de 
reprodução: 2.10-9 g 
 busca-se uma melhor 
definição ...
COMPARAÇÕES ... 
 Se as massas das coisas que nos cercam 
pudessem ser intensificadas de forma que 
2.10-9 g se tornasse 1 g: 
 uma molécula d’água teria 6.10-16 g 
 um vírus 5.10-10 g 
 uma célula humana 2 mg 
 um mosquito 3 kg 
 uma moeda de R$ 0,01 teria 4 t 
 a quantidade de álcool em um drinque seria de 
12 t
O AMPERE (A) 
 é a intensidade de uma corrente elétrica constante 
que, mantida em dois condutores paralelos, retilíneos, 
de comprimento infinito, de seção circular desprezível, 
e situados à distância de 1 metro entre si, no vácuo, 
produz entre estes condutores uma força igual a 2 . 
10-7 newton por metro de comprimento. 
 incerteza atual de reprodução: 9.10-8 A
O KELVIN (K) 
 O kelvin, unidade de temperatura 
termodinâmica, é a fração 1/273,16 da 
temperatura termodinâmica do ponto tríplice 
da água.
A candela (cd) 
 é a intensidade luminosa, numa dada 
direção, de uma fonte que emite uma 
radiação monocromática de frequência 540 
. 1012 hertz e cuja intensidade energética 
nesta direção é de 1/683 watt por 
esterradiano. 
 incerteza atual de reprodução: 10-4 cd
O mol (mol) 
 é a quantidade de matéria de um 
sistema contendo tantas entidades 
elementares quantos átomos existem 
em 0,012 quilograma de carbono 12. 
 incerteza atual de reprodução: 2 . 10-9 mol
As unidades suplementares 
C 
O RADIANO (RAD) 
 É o ângulo central que subtende um arco de 
círculo de comprimento igual ao do 
respectivo raio. 
R 
1 rad 
C = R
ÂNGULO SÓLIDO 
R 
A 
 = A/R2 
 
O ângulo sólido pode ser 
definido como aquele 
que, visto do centro de 
uma esfera, percorre 
uma dada área sobre a 
superfície dessa esfera.
O ESTERRADIANO (SR) 
 É o ângulo sólido que tendo vértice no 
centro de uma esfera, subtende na 
superfície uma área igual ao quadrado do 
raio da esfera. 
São exemplos de ângulo sólido: o vértice de 
um cone e o facho de luz de uma lanterna 
acesa.)
As unidades derivadas 
Grandeza derivada Unidade derivada Símbolo 
área 
volume 
velocidade 
aceleração 
velocidade angular 
aceleração angular 
massa específica 
intensidade de campo magnético 
densidade de corrente 
concentração de substância 
Luminância 
metro quadrado 
metro cúbico 
metro por segundo 
metro por segundo ao quadrado 
radiano por segundo 
radiano por segundo ao quadrado 
quilogramas por metro cúbico 
ampère por metro 
ampère por metro cúbico 
mol por metro cúbico 
candela por metro quadrado 
m2 
m3 
m/s 
m/s2 
rad/s 
rad/s2 
kg/m3 
A/m 
A/m3 
mol/m3 
cd/m2
Grandeza derivada Unidade 
derivada 
Símbolo Em unidades 
do SI 
Em termos das 
unidades base 
frequência 
força 
pressão, tensão 
energia, trabalho, quantidade de calor 
potência e fluxo radiante 
carga elétrica, quantidade de eletricidade 
diferença de potencial elétrico, tensão 
elétrica, força eletromotiva. 
capacitância elétrica 
resistência elétrica 
condutância elétrica 
fluxo magnético 
hertz 
newton 
pascal 
joule 
watt 
coulomb 
volt 
farad 
ohm 
siemens 
weber 
Hz 
N 
Pa 
J 
W 
C 
V 
F 
 
S 
Wb 
N/m2 
N . m 
J/s 
W/A 
C/V 
V/A 
A/V 
V . S 
s-1 
m . kg . s-2 
m-1 . kg . s-2 
m2 . kg . s-2 
m2 . kg . s-3 
s . A 
m2 . kg . s-3 . A-1 
m-2 . kg-1 . s4 . A2 
m2 . kg . s-3 . A-2 
m-2 . kg-1 . s3 . A2 
m2 . kg . s-2 . A-1
Grandeza derivada Unidade 
derivada 
Símbolo Em unidades 
do SI 
Em termos das 
unidades base 
fluxo magnético 
indução magnética, densidade de fluxo magnético 
indutância 
fluxo luminoso 
iluminamento ou aclaramento 
atividade (de radionuclídeo) 
dose absorvida, energia específica 
dose equivalente 
weber 
tesla 
henry 
lumen 
lux 
becquerel 
gray 
siervet 
Wb 
T 
H 
lm 
lx 
Bq 
Gy 
Sv 
V . S 
Wb/m2 
Wb/A 
cd/sr 
lm/m2 
J/kg 
J/kg 
m2 . kg . s-2 . A-1 
kg . s-2 . A-1 
m2 . kg . s-2 . A-2 
cd 
cd . m-2 
s-1 
m2 . s-2 
m2 . s-2
MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS 
Fator Nome do 
prefixo 
Símbolo Fator Nome do 
prefixo 
Símbolo 
1024 
1021 
1018 
1015 
1012 
109 
106 
103 
102 
101 
yotta 
zetta 
exa 
peta 
tera 
giga 
mega 
quilo 
hecto 
deca 
Y 
Z 
E 
P 
T 
G 
M 
k 
h 
da 
10-1 
10-2 
10-3 
10-6 
10-9 
10-12 
10-15 
10-18 
10-21 
10-24 
deci 
centi 
mili 
micro 
nano 
pico 
femto 
atto 
zepto 
yocto 
d 
c 
m 
 
n 
p 
f 
a 
z 
y
UNIDADES EM USO COM O SI 
Grandeza Unidade Símbolo Valor nas unidades do SI 
tempo 
ângulo 
volume 
massa 
pressão 
temperatura 
minuto 
hora 
dia 
grau 
minuto 
segundo 
litro 
tonelada 
bar 
grau Celsius 
min 
h 
d 
° 
' 
" 
l, L 
t 
bar 
°C 
1 min = 60 s 
1 h = 60 min = 3600 s 
1 d = 24 h 
1° = (/180) 
1' = (1/60)° = (/10 800) rad 
1" = (1/60)' = (/648 000) rad 
1 L = 1 dm3 = 10-3 m3 
1 t = 103 kg 
1 bar = 105 Pa 
°C = K - 273,16
UNIDADES TEMPORARIAMENTE EM USO 
Grandeza Unidade Símbolo Valor nas unidades do SI 
comprimento 
velocidade 
massa 
densidade linear 
tensão de sistema 
óptico 
pressão no corpo 
humano 
área 
área 
comprimento 
seção transversal 
milha náutica 
nó 
carat 
tex 
dioptre 
milímetros de 
mercúrio 
are 
hectare 
ângstrom 
barn 
tex 
mmHg 
a 
há 
Å 
b 
1 milha náutica = 1852 m 
1 nó = 1 milha náutica por hora = 
(1852/3600) m/s 
1 carat = 2 . 10-4 kg = 200 mg 
1 tex = 10-6 kg/m = 1 mg/m 
1 dioptre = 1 m-1 
1 mm Hg = 133 322 Pa 
1 a = 100 m2 
1 ha = 104 m2 
1 Å = 0,1 nm = 10-10 m 
1 b = 10-28 m2
GRAFIA DOS NOMES DAS UNIDADES 
 Quando escritos por extenso, os nomes de 
unidades começam por letra minúscula, mesmo 
quando têm o nome de um cientista (por 
exemplo, ampere, kelvin, newton,etc.), exceto o 
grau Celsius. 
 A respectiva unidade pode ser escrita por 
extenso ou representada pelo seu símbolo, não 
sendo admitidas combinações de partes escritas 
por extenso com partes expressas por símbolo.
O PLURAL 
 Quando pronunciado e escrito por extenso, o 
nome da unidade vai para o plural (5 newtons; 
150 metros; 1,2 metros quadrados; 10 
segundos). 
 Os símbolos das unidades nunca vão para o 
plural ( 5N; 150 m; 1,2 m2; 10 s).
OS SÍMBOLOS DAS UNIDADES 
 Os símbolos são invariáveis, não sendo admitido 
colocar, após o símbolo, seja ponto de abreviatura, 
seja "s" de plural, sejam sinais, letras ou índices. 
 Multiplicação: pode ser formada pela justaposição 
dos símbolos se não causar anbigüidade (VA, kWh) ou 
colocando um ponto ou “x” entre os símbolos (m.N ou 
m x N) 
 Divisão: são aceitas qualquer das três maneiras 
exemplificadas a seguir: 
W/(sr.m2) W.sr-1.m-2 
W 
sr.m2
GRAFIA DOS NÚMEROS E SÍMBOLOS 
 Em português o separador decimal deve ser a 
vírgula. 
 Os algarismos que compõem as partes inteira ou 
decimal podem opcionalmente ser separados em 
grupos de três por espaços, mas nunca por pontos. 
 O espaço entre o número e o símbolo é opcional. 
Deve ser omitido quando há possibilidade de fraude.
ALGUNS ENGANOS 
 Errado 
 Km, Kg 
  
 a grama 
 2 hs 
 15 seg 
 80 KM/H 
 250°K 
 um Newton 
 Correto 
 km, kg 
 m 
 o grama 
 2 h 
 15 s 
 80 km/h 
 250 K 
 um newton
Outros enganos
Notação Científica 
Potências de base 10 
Expoentes positivos 
Exemplo: 103 = 10 x 10 x 10 = 1000 
Expoentes negativos 
Exemplo: 10-3 = 1 = 1 = 0,001 
103 1000
Notação Científica 
Potências de base 10 
100 = 1 
101 = 10 10-1 = 0,1 
102 = 100 10-2 = 0,01 
103 = 1000 10-3 = 0,001 
104 = 10000 10-4 = 0,0001 
105 = 100000 10-5 = 0,00001 
106 = 1000000 10-6 = 0,000001 
107 = 10000000 10-7 = 0,0000001 
108 = 100000000 10-8 = 0,00000001 
109 = 1000000000 10-9 = 0,000000001 
1010 =10000000000 10-10 =0,0000000001
Notação Científica 
Existem algumas vantagens em utilizarmos a notação 
científica: 
• os números muito grandes ou muito pequenos 
podem ser escritos de forma reduzida; 
• é utilizada por computadores e máquinas de 
calcular; 
• torna os cálculos mais rápidos e fáceis.
Notação Científica 
Um número estará em notação científica quando estiver escrito no 
seguinte formato: 
x . 10 y 
• X é um valor qualquer* multiplicado por uma potência de base 10 e 
• y é o expoente que pode ser positivo ou negativo 
Ex: 3000 = 3.103 
0,003 = 3.10-3 
Nota: Usamos expoentes positivos quando estamos 
representando números grandes e expoentes negativos 
quando estamos representando números pequenos. 
*O correto é que o valor de x esteja entre 1 e 10, mas não adotaremos essa prática
Notação Científica 
Exemplos de valores escritos em notação científica 
• Velocidade da luz no vácuo: 3 . 105 Km/s 
• Diâmetro de um átomo (H): 1 . 10-10 m 
• Quantidade de moléculas em 1 mol de uma substância 
qualquer: 6,022 . 1023 
• Quantidade de segundos em 1 ano: 3,1536 . 107 
• Quantidade de água nos oceanos da Terra: 1,35 . 1021 L 
• Duração de uma piscada: 2 . 10-1 s 
• Massa de um átomo (C): 19,92 . 10-27 Kg
Operações com notação científica 
Adição 
Para somar números escritos em notação científica, é 
necessário que o expoente seja o mesmo. Se não o for temos 
que transformar uma das potências para que o seu expoente 
seja igual ao da outra. 
Exemplo: (5 . 104) + (7,1 . 102) 
= (5 . 104) + (0,071 . 104) 
= (5 + 0,071) . 104 
= 5,071 . 104
Operações com notação científica 
Subtração 
Na subtração também é necessário que o expoente seja o mesmo. O 
procedimento é igual ao da soma. 
Exemplo: (7,7 . 106) - (2,5 . 103) 
= (7,7 . 106) - (0,0025 . 106) 
= (7,7 - 0,0025) . 106 
= 7,6975 . 106
Operações com notação científica 
Multiplicação 
Multiplicamos os números sem expoente, mantemos a potência de base 10 
e somamos os expoentes de cada uma. 
Exemplo: (4,3 . 103) . (7 . 102) 
= (4,3 . 7) . 10(3+2) 
= 30,1 . 105
Operações com notação científica 
Divisão 
Dividimos os números sem expoente, mantemos a potência de base 10 
e subtraímos os expoentes. 
Exemplo: 6 . 103 
8,2 . 102 
=(6/8,2) . 10(3-2) 
= 0,73 . 101
Conversões
Símbolos

Aula 1 - Eletricidade e Eletrônica - Apresentação e introdução

  • 1.
  • 2.
    Prof. Guilherme NoninoRosa - Técnico em Informática pela ETESP – Escola Técnica de São Paulo - Graduado em Ciências da Computação pela Unifran – Universidade de Franca no ano de 2000. - Licenciado em Informática pela Fatec – Faculdade de Tecnologia de Franca no ano de 2011. - Pós-Graduado em Tecnologia da Informação aplicada aos Negócios pela Unip-Universidade Paulista no ano de 2012. - Pós-Graduando em Docência no Ensino Superior pelo Centro Universitário Senac.
  • 3.
    Atuação: - Docenteda Faculdade Anhanguera desde Fevereiro / 2013 - Docente do Senac – Ribeirão Preto desde fevereiro/2012. - Docente do Centro de Educação Tecnológica Paula Souza, na Etec Prof. José Ignácio de Azevedo Filho e Etec Prof. Alcídio de Souza Prado desde fevereiro/2010.
  • 4.
    Contatos: Prof. GuilhermeNonino Rosa guinonino@gmail.com guilhermerosa@aedu.com http://guilhermenonino.blogspot.com
  • 5.
    PEA –Plano deEnsino e Aprendizagem
  • 6.
    PLANO DE ENSINOE APRENDIZAGEM
  • 7.
    EMENTA • Eletrizaçãoe cargas elétricas. • Quantização de cargas. • Campo, potencial e diferença de potencial. • Corrente elétrica. • Componentes elétricos básicos: capacitor, resistor e indutor. • Carga e descarga de um capacitor - circuito RC. • Dispositivos semicondutores: diodos e transistores.
  • 8.
    Objetivos Conhecer osconceitos básicos de eletricidade e eletrônica, seus componentes básicos: capacitor, resistor, indutor, diodos e transistores.
  • 9.
    Procedimentos Metodológicos •Aula expositiva • Exercício em classe • Aula prática.
  • 10.
    Sistema de Avaliação 1° Avaliação - PESO 4,0 Atividades Avaliativas a Critério do Professor Práticas: 03 Teóricas: 07 Total: 10 2° Avaliação - PESO 6,0 Prova Escrita Oficial Práticas: 03 Teóricas: 07 Total: 10
  • 11.
    Bibliografia Padrão 1)BOYLESTAD, Robert L.. Introdução à Análise de Circuitos.. 10ª ed. São Paulo: Pearson, 2006.
  • 12.
    Bibliografia Básica Unidade Faculdade Anhanguera de Ribeirão Preto (FRP) 1) RAMALHO JR, F. Os Fundamentos da Física. 9ª ed. São Paulo: Moderna, 2007. 2) HALLIDAY, David. Física 3. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2004.
  • 13.
    Cronograma de Aulas Semana n°. Tema 1 Apresentação da Disciplina e Metodologia de Trabalho. Conceitos básicos de Eletricidade e Eletrônica. 2 Eletrização e Cargas Elétricas. 3 Quantização de Cargas. 4 Campo, Potencial e Diferença de Potencial. 5 Campo, Potencial e Diferença de Potencial. 6 Corrente Elétrica. 7 Componentes Elétricos Básicos: Capacitor, Resistor e Indutor. 8 Componentes Elétricos Básicos: Capacitor, Resistor e Indutor.
  • 14.
    Cronograma de Aulas Semana n°. Tema 9 Atividades de Avaliação. 10 Laboratório - Instrumentação. 11 Laboratório - Instrumentação. 12 Carga e Descarga de um Capacitor - Circuito RC. 13 Circuito RC. 14 Circuito RC. 15 Dispositivos Semicondutores: Diodos e Transistores. 16 Dispositivos Semicondutores: Diodos e Transistores.
  • 15.
    Cronograma de Aulas Semana n°. Tema 17 Dispositivos Semicondutores: Diodos e Transistores. 18 Prova Escrita Oficial 19 Exercícios de Revisão. 20 Prova Substitutiva.
  • 16.
    O que éa Eletrônica? A eletrônica é o estudo do controle de pequenas correntes elétricas para fazer com que todos os tipos de equipamentos eletrônicos funcionem. Embora seja uma ciência nova, seria difícil imaginar um mundo sem televisores, rádios, computadores, etc.
  • 17.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE  Tales de Mileto – Atritou a pele de um animal com um pedaço de âmbar e percebeu que este passava a atrair pequenos objetos leves, como pedacinhos de palha, pequenas sementes e penas. VI a.C.
  • 18.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE  Willian Gilbert – Médico da rainha Elizabeth I, rainha da Inglaterra, notou que além do âmbar outros materiais sofriam o mesmo fenômeno. ( Vidro, enxofre e resinas)
  • 19.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE  Otto Von Guericke – Prefeito da cidade de Magdeburgo, Alemanha, montou a primeira máquina eletrostática de que se tem notícia. 1602 - 1686
  • 20.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE
  • 21.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE  Stephen Gray – fez a distinção entre materiais condutores e não condutores. - Transmitiu cargas elétricas a grandes distâncias usando fio de seda 1729
  • 22.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE  Charles Francis DuFay - descobriu que a eletricidade produzida por fricção podia ser de duas classes – positiva ou negativa 1730
  • 23.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE  Piter Van Musschenbroek – inventou a garrafa de Leyden, destinada a armazenar carga elétrica(primeiro capacitor) e demonstrou choques elétricos 1745
  • 24.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE  Benjamin Franklin - 1745 Carregou uma garrafa de Leyden utilizando pipas durante tempestades e constatou que os raios são uma forma de eletricidade. Possibilitou a invenção dos primeiros para raios.
  • 25.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE  Benjamin Franklin - No século XVIII acreditava-se que a eletricidade era um fluido. Com base nesta teoria Franklin estabeleceu (1750) os termos “eletricidade positiva “ e “eletricidade negativa” assim como as propriedades de atração e repulsão entre corpos carregados.
  • 26.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE  Luigi Galvani - 1780 descobre que as pernas de um sapo morto, que estava sobre uma placa metálica, sofriam uma contração quando tocadas com um bisturi. Atribui este fenômeno à descarga elétrica; mas a explicação iria demorar mais alguns anos.
  • 27.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE  Alessandro Volta – 1796 descobre que ocorre uma reação química quando dois metais diferentes ficam em contato com uma solução acida. Devido esta reação surge uma corrente elétrica. Construiu a primeira pilha utilizando discos de cobre e zinco, separados por um material que continha uma solução acida.
  • 28.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE  Alessandro Volta – 1796
  • 29.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE  Charles Augustin Coulomb– 1800 descobriu que a força entre dois pólos carregados é inversamente proporcional ao quadrado da distancia entre eles e diretamente proporcional à suas magnitudes.
  • 30.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE  Hans Christian Oersted– 1820 descobre que uma corrente elétrica fluindo em um condutor é capaz de alterar a agulha de uma bússola
  • 31.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE  André Maria Ampere 1820 demonstrou que condutores percorridos por correntes elétricas desenvolvem forças de atração ou de repulsão. Ele inventou o solenóide.
  • 32.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE  George Simon Ohm 1827 Descobre a relação entre corrente, tensão e resistência em um condutor elétrico surgindo uma das mais utilizadas expressões na eletricidade , “ Lei de Ohm”
  • 33.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE  Joseph Henry 1830 descobriu a “indução eletromagnética” e a conversão do magnetismo em eletricidade.
  • 34.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE  Michael Faraday 1831 descobriu que se um condutor se movimentasse dentro do campo magnético de um ímã, uma força eletro motriz era induzida nos terminais do condutor, criou as leis da eletrólise, da capacitância elétrica e inventou o motor elétrico, o dínamo e o transformador
  • 35.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE  Wilhelm Weber e Karl Gauss 1833 - Desenvolveram um telégrafo eletro magnético que posteriormente foi aperfeiçoado por Werner Von Siemens e Samuel Morse
  • 36.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE James Maxwell 1864 - desenvolveu as equações fundamentais do eletro magnetismo –Leis de Maxwell
  • 37.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE Alexander Graham Bell 1875 - Inventou o Telefone
  • 38.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE Thomas Edison 1880 - desenvolveu a lâmpada elétrica incandescente - projetou e construiu as primeiras usinas geradoras , uma em Londres e duas nos Estados Unidos. Ambas eram de pequeno porte e forneciam eletricidade em corrente contínua.
  • 39.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE George Westhinghouse 1886 -Inaugurou o primeiro sistema de energia elétrica em CA utilizando um transformador eficiente desenvolvido por W. Stanley - 1887 já havia algumas usinas em CA que alimentavam cerca de 135000 lâmpadas. - A transmissão era feita em 1000 volts
  • 40.
    BREVE HISTORIA DAELETRICIDADE Nikola Tesla 1890 - criou o sistema de geração de energia elétrica trifásico, que passou a ser utilizado em 1896.
  • 41.
    UNIDADES DE MEDIDAE O SISTEMA INTERNACIONAL Fundamentos da Metrologia Científica e Industrial
  • 42.
    MEDIR  Mediré o procedimento experimental através do qual o valor momentâneo de uma grandeza física (mensurando) é determinado como um múltiplo e/ou uma fração de uma unidade, estabelecida por um padrão, e reconhecida internacionalmente. Fundamentos da Metrologia Científica e Industrial - Capítulo 2 - (slide 42/48)
  • 43.
  • 44.
    O PÉ MÉDIODA IDADE MÉDIA
  • 45.
    Por que umúnico sistema de unidades?
  • 47.
    IMPORTÂNCIA DO SI Clareza de entendimentos internacionais (técnica, científica) ... Transações comerciais ... Garantia de coerência ao longo dos anos ... Coerência entre unidades simplificam equações da física ...
  • 48.
    AS SETE UNIDADESDE BASE Grandeza Unidade Símbolo Comprimento Metro m Massa Quilograma kg Tempo Segundo S Corrente Elétrica Ampere A Temperatura Kelvin K Intensidade luminosa Candela cd Quantidade de matéria Mol mol
  • 49.
    O METRO 1793: décima milionésima parte do quadrante do meridiano terrestre(distância entre a linha do equador e qualquer um dos polos ao nível do mar.  1983: definição atual: É o comprimento do trajeto percorrido pela luz no vácuo, durante um intervalo de tempo de 1/299 792 458 de segundo
  • 50.
    COMPARAÇÕES ... Se o mundo fosse ampliado de forma que 10- 12 m se tornasse 1 mm:  um glóbulo vermelho teria cerca de 7 km de diâmetro.  o diâmetro de um fio de cabelo seria da ordem de 50 km.  A espessura de uma folha de papel seria algo entre 100 e 140 km.  Um fio de barba cresceria 2 m/s.
  • 51.
    O SEGUNDO (S)  é a duração de 9 192 631 770 períodos da radiação correspondente à transição entre os dois níveis hiperfinos do estado fundamental do átomo de Césio 133.  Observações:  Incerteza atual de reprodução: 10-15 s
  • 52.
    COMPARAÇÕES ... Se a velocidade com que o tempo passa pudesse ser desacelerada de tal forma que 10-15 s se tornasse 1 s:  um avião a jato levaria pouco mais de 120 anos para percorrer 1 mm.  o tempo em que uma lâmpada de flash ficaria acesa seria da ordem de 30 anos.  uma turbina de dentista levaria cerca de 60 anos para completar apenas uma rotação.  um ser humano levaria cerca de 600 séculos para piscar o olho.
  • 53.
    O QUILOGRAMA (KG)  é igual à massa do protótipo internacional do quilograma.  incerteza atual de reprodução: 2.10-9 g  busca-se uma melhor definição ...
  • 54.
    COMPARAÇÕES ... Se as massas das coisas que nos cercam pudessem ser intensificadas de forma que 2.10-9 g se tornasse 1 g:  uma molécula d’água teria 6.10-16 g  um vírus 5.10-10 g  uma célula humana 2 mg  um mosquito 3 kg  uma moeda de R$ 0,01 teria 4 t  a quantidade de álcool em um drinque seria de 12 t
  • 55.
    O AMPERE (A)  é a intensidade de uma corrente elétrica constante que, mantida em dois condutores paralelos, retilíneos, de comprimento infinito, de seção circular desprezível, e situados à distância de 1 metro entre si, no vácuo, produz entre estes condutores uma força igual a 2 . 10-7 newton por metro de comprimento.  incerteza atual de reprodução: 9.10-8 A
  • 56.
    O KELVIN (K)  O kelvin, unidade de temperatura termodinâmica, é a fração 1/273,16 da temperatura termodinâmica do ponto tríplice da água.
  • 57.
    A candela (cd)  é a intensidade luminosa, numa dada direção, de uma fonte que emite uma radiação monocromática de frequência 540 . 1012 hertz e cuja intensidade energética nesta direção é de 1/683 watt por esterradiano.  incerteza atual de reprodução: 10-4 cd
  • 58.
    O mol (mol)  é a quantidade de matéria de um sistema contendo tantas entidades elementares quantos átomos existem em 0,012 quilograma de carbono 12.  incerteza atual de reprodução: 2 . 10-9 mol
  • 60.
    As unidades suplementares C O RADIANO (RAD)  É o ângulo central que subtende um arco de círculo de comprimento igual ao do respectivo raio. R 1 rad C = R
  • 61.
    ÂNGULO SÓLIDO R A  = A/R2  O ângulo sólido pode ser definido como aquele que, visto do centro de uma esfera, percorre uma dada área sobre a superfície dessa esfera.
  • 62.
    O ESTERRADIANO (SR)  É o ângulo sólido que tendo vértice no centro de uma esfera, subtende na superfície uma área igual ao quadrado do raio da esfera. São exemplos de ângulo sólido: o vértice de um cone e o facho de luz de uma lanterna acesa.)
  • 63.
    As unidades derivadas Grandeza derivada Unidade derivada Símbolo área volume velocidade aceleração velocidade angular aceleração angular massa específica intensidade de campo magnético densidade de corrente concentração de substância Luminância metro quadrado metro cúbico metro por segundo metro por segundo ao quadrado radiano por segundo radiano por segundo ao quadrado quilogramas por metro cúbico ampère por metro ampère por metro cúbico mol por metro cúbico candela por metro quadrado m2 m3 m/s m/s2 rad/s rad/s2 kg/m3 A/m A/m3 mol/m3 cd/m2
  • 64.
    Grandeza derivada Unidade derivada Símbolo Em unidades do SI Em termos das unidades base frequência força pressão, tensão energia, trabalho, quantidade de calor potência e fluxo radiante carga elétrica, quantidade de eletricidade diferença de potencial elétrico, tensão elétrica, força eletromotiva. capacitância elétrica resistência elétrica condutância elétrica fluxo magnético hertz newton pascal joule watt coulomb volt farad ohm siemens weber Hz N Pa J W C V F  S Wb N/m2 N . m J/s W/A C/V V/A A/V V . S s-1 m . kg . s-2 m-1 . kg . s-2 m2 . kg . s-2 m2 . kg . s-3 s . A m2 . kg . s-3 . A-1 m-2 . kg-1 . s4 . A2 m2 . kg . s-3 . A-2 m-2 . kg-1 . s3 . A2 m2 . kg . s-2 . A-1
  • 65.
    Grandeza derivada Unidade derivada Símbolo Em unidades do SI Em termos das unidades base fluxo magnético indução magnética, densidade de fluxo magnético indutância fluxo luminoso iluminamento ou aclaramento atividade (de radionuclídeo) dose absorvida, energia específica dose equivalente weber tesla henry lumen lux becquerel gray siervet Wb T H lm lx Bq Gy Sv V . S Wb/m2 Wb/A cd/sr lm/m2 J/kg J/kg m2 . kg . s-2 . A-1 kg . s-2 . A-1 m2 . kg . s-2 . A-2 cd cd . m-2 s-1 m2 . s-2 m2 . s-2
  • 66.
    MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS Fator Nome do prefixo Símbolo Fator Nome do prefixo Símbolo 1024 1021 1018 1015 1012 109 106 103 102 101 yotta zetta exa peta tera giga mega quilo hecto deca Y Z E P T G M k h da 10-1 10-2 10-3 10-6 10-9 10-12 10-15 10-18 10-21 10-24 deci centi mili micro nano pico femto atto zepto yocto d c m  n p f a z y
  • 67.
    UNIDADES EM USOCOM O SI Grandeza Unidade Símbolo Valor nas unidades do SI tempo ângulo volume massa pressão temperatura minuto hora dia grau minuto segundo litro tonelada bar grau Celsius min h d ° ' " l, L t bar °C 1 min = 60 s 1 h = 60 min = 3600 s 1 d = 24 h 1° = (/180) 1' = (1/60)° = (/10 800) rad 1" = (1/60)' = (/648 000) rad 1 L = 1 dm3 = 10-3 m3 1 t = 103 kg 1 bar = 105 Pa °C = K - 273,16
  • 68.
    UNIDADES TEMPORARIAMENTE EMUSO Grandeza Unidade Símbolo Valor nas unidades do SI comprimento velocidade massa densidade linear tensão de sistema óptico pressão no corpo humano área área comprimento seção transversal milha náutica nó carat tex dioptre milímetros de mercúrio are hectare ângstrom barn tex mmHg a há Å b 1 milha náutica = 1852 m 1 nó = 1 milha náutica por hora = (1852/3600) m/s 1 carat = 2 . 10-4 kg = 200 mg 1 tex = 10-6 kg/m = 1 mg/m 1 dioptre = 1 m-1 1 mm Hg = 133 322 Pa 1 a = 100 m2 1 ha = 104 m2 1 Å = 0,1 nm = 10-10 m 1 b = 10-28 m2
  • 69.
    GRAFIA DOS NOMESDAS UNIDADES  Quando escritos por extenso, os nomes de unidades começam por letra minúscula, mesmo quando têm o nome de um cientista (por exemplo, ampere, kelvin, newton,etc.), exceto o grau Celsius.  A respectiva unidade pode ser escrita por extenso ou representada pelo seu símbolo, não sendo admitidas combinações de partes escritas por extenso com partes expressas por símbolo.
  • 70.
    O PLURAL Quando pronunciado e escrito por extenso, o nome da unidade vai para o plural (5 newtons; 150 metros; 1,2 metros quadrados; 10 segundos).  Os símbolos das unidades nunca vão para o plural ( 5N; 150 m; 1,2 m2; 10 s).
  • 71.
    OS SÍMBOLOS DASUNIDADES  Os símbolos são invariáveis, não sendo admitido colocar, após o símbolo, seja ponto de abreviatura, seja "s" de plural, sejam sinais, letras ou índices.  Multiplicação: pode ser formada pela justaposição dos símbolos se não causar anbigüidade (VA, kWh) ou colocando um ponto ou “x” entre os símbolos (m.N ou m x N)  Divisão: são aceitas qualquer das três maneiras exemplificadas a seguir: W/(sr.m2) W.sr-1.m-2 W sr.m2
  • 72.
    GRAFIA DOS NÚMEROSE SÍMBOLOS  Em português o separador decimal deve ser a vírgula.  Os algarismos que compõem as partes inteira ou decimal podem opcionalmente ser separados em grupos de três por espaços, mas nunca por pontos.  O espaço entre o número e o símbolo é opcional. Deve ser omitido quando há possibilidade de fraude.
  • 73.
    ALGUNS ENGANOS Errado  Km, Kg    a grama  2 hs  15 seg  80 KM/H  250°K  um Newton  Correto  km, kg  m  o grama  2 h  15 s  80 km/h  250 K  um newton
  • 74.
  • 79.
    Notação Científica Potênciasde base 10 Expoentes positivos Exemplo: 103 = 10 x 10 x 10 = 1000 Expoentes negativos Exemplo: 10-3 = 1 = 1 = 0,001 103 1000
  • 80.
    Notação Científica Potênciasde base 10 100 = 1 101 = 10 10-1 = 0,1 102 = 100 10-2 = 0,01 103 = 1000 10-3 = 0,001 104 = 10000 10-4 = 0,0001 105 = 100000 10-5 = 0,00001 106 = 1000000 10-6 = 0,000001 107 = 10000000 10-7 = 0,0000001 108 = 100000000 10-8 = 0,00000001 109 = 1000000000 10-9 = 0,000000001 1010 =10000000000 10-10 =0,0000000001
  • 81.
    Notação Científica Existemalgumas vantagens em utilizarmos a notação científica: • os números muito grandes ou muito pequenos podem ser escritos de forma reduzida; • é utilizada por computadores e máquinas de calcular; • torna os cálculos mais rápidos e fáceis.
  • 82.
    Notação Científica Umnúmero estará em notação científica quando estiver escrito no seguinte formato: x . 10 y • X é um valor qualquer* multiplicado por uma potência de base 10 e • y é o expoente que pode ser positivo ou negativo Ex: 3000 = 3.103 0,003 = 3.10-3 Nota: Usamos expoentes positivos quando estamos representando números grandes e expoentes negativos quando estamos representando números pequenos. *O correto é que o valor de x esteja entre 1 e 10, mas não adotaremos essa prática
  • 83.
    Notação Científica Exemplosde valores escritos em notação científica • Velocidade da luz no vácuo: 3 . 105 Km/s • Diâmetro de um átomo (H): 1 . 10-10 m • Quantidade de moléculas em 1 mol de uma substância qualquer: 6,022 . 1023 • Quantidade de segundos em 1 ano: 3,1536 . 107 • Quantidade de água nos oceanos da Terra: 1,35 . 1021 L • Duração de uma piscada: 2 . 10-1 s • Massa de um átomo (C): 19,92 . 10-27 Kg
  • 84.
    Operações com notaçãocientífica Adição Para somar números escritos em notação científica, é necessário que o expoente seja o mesmo. Se não o for temos que transformar uma das potências para que o seu expoente seja igual ao da outra. Exemplo: (5 . 104) + (7,1 . 102) = (5 . 104) + (0,071 . 104) = (5 + 0,071) . 104 = 5,071 . 104
  • 85.
    Operações com notaçãocientífica Subtração Na subtração também é necessário que o expoente seja o mesmo. O procedimento é igual ao da soma. Exemplo: (7,7 . 106) - (2,5 . 103) = (7,7 . 106) - (0,0025 . 106) = (7,7 - 0,0025) . 106 = 7,6975 . 106
  • 86.
    Operações com notaçãocientífica Multiplicação Multiplicamos os números sem expoente, mantemos a potência de base 10 e somamos os expoentes de cada uma. Exemplo: (4,3 . 103) . (7 . 102) = (4,3 . 7) . 10(3+2) = 30,1 . 105
  • 87.
    Operações com notaçãocientífica Divisão Dividimos os números sem expoente, mantemos a potência de base 10 e subtraímos os expoentes. Exemplo: 6 . 103 8,2 . 102 =(6/8,2) . 10(3-2) = 0,73 . 101
  • 91.
  • 92.