Congresso de Fortalecimento da Atenção Primária
a Saúde no Estado de Minas

Atenção Primária à Saúde e seu desenvolvimento na
esfera municipal.
Região Metropolitana de Belo Horizonte – RMBH
surgiu em 1973 e é formada, atualmente, por 34 municípios: Belo
Horizonte, Betim, Caeté, Contagem, Ibirité, Lagoa Santa, Nova
Lima, Pedro Leopoldo, Raposos, Ribeirão das Neves, Rio Acima,
Sabará, Santa Luzia, Vespasiano, Brumadinho, Esmeraldas,
Igarapé, Mateus Leme, Juatuba , São José da Lapa, Florestal, Rio
Manso, Confins, Mário Campos, São Joaquim de Bicas e Sarzedo,
Baldim, Capim Branco, Jaboticatubas, Taquaraçu de Minas,
Itaguara, Matozinhos, Nova União e Itatiaiuçu
População total 2010 - 4.427.734
Extensão Territorial – 9.476,94 Km2
Fonte: Fonte: Secretaria de Estado Extraordinária
Granbel/IBGE/2011

de Gestão Metropolitana – MG e
Cenário
•

•

•

•

Grande Cidade – Região
Metropolitana

Cenário de desigualdade social

Transição demográfica e
epidemiológica, e nutricional
Principais causas de
mortalidade: doenças
cardiovasculares, neoplasias e
causas externas
Índice de Vulnerabilidade a Saúde: IVS
Indicador composto conhecido como “Indicador de Risco”, que
categoriza a cidade pelo risco de adoecer.
População por ESF

Risco Muito 2.600
Elevado
Risco
3.100
Elevado
Risco Médio 3.700
Baixo Risco ABCD

Fonte: GEEPI/GVSI/SMSA
Dados Demográficos
PIRÂMIDES ETÁRIAS:
SEGUNDO CATEGORIAS DO IVS 2012 – BH, 201O
Fonte: GEEPI/GVSI/SMSA
MORTALIDADE PROPORCIONAL DAS PRINCIPAIS
CAUSAS EM BELO HORIZONTE, POR ÁREA RISCO-2011
40

35,4
32,3

35
30
25

26,0
21,5

20

23,4
18,8

15,6

11,8

15

6,5

10

8,6

5
0

D aparelho
circulatório
Fonte: GVSI/SMSA, 2012.

Neoplasias

Baixo

Causas
externas

D aparelho
respiratório

Elevado+Muito Elevado

Outras causas
ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE:
SAÚDE DA FAMÍLIA
ATENÇÃO PRIMÁRIA
TERRITÓRIO
População
saudável
Prevenção
Primária
(intervir sobre as
causas das
doenças)
Ex: Vacinação

Promoção da
saúde

População
em risco
Prevenção
Primária e
Secundária /
Diagnóstico
precoce

Promoção da
Saúde

Doença
estabelecida

Doença com
complicações

A base organizativa de
uma rede, é o território

Prevenção Primária e Secundária

Prevenção Terciária / Evitar a
progressão da doença
.Tratamento
adequado
.Monitoramento
de lesões
orgãos alvo
.Diagnóstico
precoce de
complicações

.Tratamento
complicações e
prevenção de
sequelas
.Prevenir novas
complicações
.Tratar sequelas

Promoção da
Saúde

Promoção da
saúde

Vigilância da Saúde

onde vive determinada
população sob influência
de uma realidade
epidemiológica e
interação com múltiplos
determinantes da saúde
ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE
• Contato preferencial dos usuários com o sistema de saúde
orientando-se pelos princípios da universalidade, acessibilidade,

continuidade,

integralidade,

responsabilização,

vínculo, eqüidade e participação social.
• Transdiciplinar
• Cuidado centrado na pessoa, família e comunidade
• Centro do Sistema de Saúde

humanização,
APS EM BELO HORIZONTE
83,5 % de cobertura
Mais de 578.189 famílias assistidas

Mais de 1,9 milhões de cadastrados
 583 Equipes de Saúde da Família
 149 Centros de Saúde

 307 Equipes de Saúde Bucal
 58 Equipes de Saúde Mental
 58 Pólos de Núcleos de Apoio Saúde
da Família
 63 Academias da Cidade
PROMOÇÃO A SAÚDE/ HÁBITOS DE VIDA
SAUDÁVEIS
63 Academias
da Cidade

Intersetorialidade

Lian Gong em 163
unidades de saúde

Unidades de
saúde livres do
tabaco
PROMOÇÃO DA SAÚDE/
POLÍTICA DE EMPODERAMENTO
Equipes de Saúde da
Família/Ações de
Cuidado

Terapia Comunitária/
Superação Sofrimento

PSE / INTERSETORIALIDADE
-Avaliação do estado de
saúde
-Divulgação de informações
Para a saúde
PROMOÇÃO DA SAÚDE/
ALÍVIO DO SOFRIMENTO
......os autores estão indagando se é eticamente aceitável priorizar ações preventivas,
que, por definição, ocorrem sobre pessoas assintomáticas, em detrimento do
atendimento de pessoas com sofrimento “real”, ferindo os preceitos da equidade e da
justiça social.
Não seria este um desvio assistencial promotor da lei de cuidados inversos,
“[...] em que a disponibilidade de uma boa assistência médica tende a variar
inversamente com a necessidade da população atendida”?
“ ... A função principal das equipes da ESF é o alívio do sofrimento por meio do cuidado
individual e familiar, ou seja, responder às necessidades da população contribuindo para
a promoção da saúde.
A nova edição da Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade da SBMFC apresenta, no seu
editorial, o tema Promoção da saúde: um desafio para a atenção primária. Editor chefe - Armando
Henrique Norman. MSc em Antropologia Médica pela Durham University.
Organização do Cuidado e o desafio das agendas
Estratificação da população
Demanda Espontânea
Riscos clínicos e sociais
x
Complexidade
Demanda programada
Quanto mais complexos os casos,
maior demanda por ações de saúde e cuidados
profissionais
Instrumentos de micro-gestão (Gestão da Clínica):
Identificação dos casos
Registros
Cuidado Multidisciplinar / Plano Terapeutico
Gestão dos casos
Auto cuidado
Auditoria Clínica
DISTRIBUIÇÃO DOS PACIENTES
CLASSIFICADOS DE ACORDO COM O
RISCO CARDIOVASCULAR EM BH,
2008-2013

Moderado
43%

Alto
24%
Baixo
33%
CONHECIMENTO DO
TERRITÓRIO E DAS
FAMÍLIAS
Classificação de Risco das Famílias
CRITÉRIOS SÓCIO-ECONÔMICOS
PONTUAÇÃO FINAL
PARA CLASSIFICAÇÃO
Baixo Risco

POR GRAU DE RISCO

Médio Risco

Risco
Elevado

Risco Muito
Elevado ou
Bolsa Família

P

0

1

2

3

0

0

1

2

3

PONTUAÇÃO TOTAL

GRAU DE RISCO

0

Sem Risco

1

Risco Baixo

2–3

Risco Médio

=4

Risco Alto

Nenhum dos
componentes tem
alguma condição ou
patologia crônica
Apenas 1 dos

CRITÉRIOS CLÍNICOS

componentes tem 1
patologia ou

1

1

2

3

4

2

2

3

4

5

3

3

4

5

6

condição crônica
2 ou mais
componentes têm 1
patologia ou
condição crônica
1 ou mais
componentes têm
concomitantemente
2 ou mais condições
ou patologias
crônicas
VIGILÂNCIA EM SAÚDE
As ações de Vigilância em Saúde se inserem no cotidiano das equipes de

Atenção Primária/Saúde da Família, integrando os processos de trabalho,
planejamento, programação, monitoramento e avaliação em território único
de atuação.
A Vigilância em Saúde atende aos seguintes princípios:
•Desenvolvimento de ações tendo como base o território;
•Intervenção sobre problemas de saúde (riscos e/ou determinantes, danos);
•Monitoramento e avaliação;
•Responsabilidade sanitária.
Estratégias de Fortalecimento da APS
MELHORIA DA COMPREENSÃO DAS ATRIBUIÇÕES DA APS e
INVESTIMENTO EM EDUCAÇÃO PERMANENTE
DESTAQUES
Oficinas de Qualificação da Atenção Primária à Saúde em Belo Horizonte,
Programa de Educação Permanente (médicos) e
Gestão Clínica (Equipes e Gerentes)
Matriciamento
Residência Médica e Multiprofissional
Oficinas de Qualificação da Atenção Primária
• Consolidação da APS como eixo estruturador da atenção à saúde.
• Reorientação dos processos de trabalho das ESF por meio das.

• 11 oficinas temáticas capacitando mais de 10.000 profissionais.
Elementos para Melhoria da
Integração dos Pontos de Atenção à
Saúde
• Centros de Especialidades Médicas Regionalizados

• Critérios de Priorização e Regulação assistencial
• Prontuário eletrônico
• Fluxos definidos
• Protocolos técnico-assistenciais
• Teleconsultoria/ Videoconferêcia
• Gestão Clínica/ Atendimento Compartihado/Auditorias Clínicas
• Apoio Matricial
• Alta hospitalar com vinculação ás ESF
Contrato Interno de Gestão
Instrumentos de Gestão Compartilhada e de planejamento
• Indicadores por ciclo de vida
• Indicadores selecionados pela SMSA (Oficinas) e PMAQ
• Uso de indicadores como forma de dar visibilidade aos
problemas de saúde na população (diagnóstico) e
estabelecer prioridades
• Monitoramento e Avaliação
• Elaboração de plano de ação para enfrentamento
Problemas e Desafios
Infra-Estrutura / Financiamento

Áreas físicas inadequadas e insuficientes para o desenvolvimento do trabalho
das equipes;

Áreas de abrangência extensas.
Recursos Humanos






Dificuldades para estabilização das equipes;
Competição entre municípios;

Opção profissional temporária;
Insuficiência de oferta de profissionais com formação para APS e com

formação para a Saúde da Família
Problemas e Desafios
Modelo Assistencial

Particularidades no trabalho das diversas equipes numa mesma unidade
(autonomia X diretrizes/normas)

Humanização e qualidade da atenção
 Atenção à demanda espontânea X ações programadas
Promoção à saúde: mitos e possibilidades
Integração com os outros pontos da Rede
APS como centro do sistema de saúde
 Violência Urbana
Obrigada!

Gerência de Atenção Primária
Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte
mtostes@pbh.gov.br

Atenção Primária à Saúde e seu Desenvolvimento na Esfera Municipal

  • 1.
    Congresso de Fortalecimentoda Atenção Primária a Saúde no Estado de Minas Atenção Primária à Saúde e seu desenvolvimento na esfera municipal.
  • 2.
    Região Metropolitana deBelo Horizonte – RMBH surgiu em 1973 e é formada, atualmente, por 34 municípios: Belo Horizonte, Betim, Caeté, Contagem, Ibirité, Lagoa Santa, Nova Lima, Pedro Leopoldo, Raposos, Ribeirão das Neves, Rio Acima, Sabará, Santa Luzia, Vespasiano, Brumadinho, Esmeraldas, Igarapé, Mateus Leme, Juatuba , São José da Lapa, Florestal, Rio Manso, Confins, Mário Campos, São Joaquim de Bicas e Sarzedo, Baldim, Capim Branco, Jaboticatubas, Taquaraçu de Minas, Itaguara, Matozinhos, Nova União e Itatiaiuçu População total 2010 - 4.427.734 Extensão Territorial – 9.476,94 Km2 Fonte: Fonte: Secretaria de Estado Extraordinária Granbel/IBGE/2011 de Gestão Metropolitana – MG e
  • 3.
    Cenário • • • • Grande Cidade –Região Metropolitana Cenário de desigualdade social Transição demográfica e epidemiológica, e nutricional Principais causas de mortalidade: doenças cardiovasculares, neoplasias e causas externas
  • 6.
    Índice de Vulnerabilidadea Saúde: IVS Indicador composto conhecido como “Indicador de Risco”, que categoriza a cidade pelo risco de adoecer.
  • 7.
    População por ESF RiscoMuito 2.600 Elevado Risco 3.100 Elevado Risco Médio 3.700 Baixo Risco ABCD Fonte: GEEPI/GVSI/SMSA
  • 8.
    Dados Demográficos PIRÂMIDES ETÁRIAS: SEGUNDOCATEGORIAS DO IVS 2012 – BH, 201O Fonte: GEEPI/GVSI/SMSA
  • 9.
    MORTALIDADE PROPORCIONAL DASPRINCIPAIS CAUSAS EM BELO HORIZONTE, POR ÁREA RISCO-2011 40 35,4 32,3 35 30 25 26,0 21,5 20 23,4 18,8 15,6 11,8 15 6,5 10 8,6 5 0 D aparelho circulatório Fonte: GVSI/SMSA, 2012. Neoplasias Baixo Causas externas D aparelho respiratório Elevado+Muito Elevado Outras causas
  • 10.
    ATENÇÃO PRIMÁRIA ÀSAÚDE: SAÚDE DA FAMÍLIA
  • 11.
    ATENÇÃO PRIMÁRIA TERRITÓRIO População saudável Prevenção Primária (intervir sobreas causas das doenças) Ex: Vacinação Promoção da saúde População em risco Prevenção Primária e Secundária / Diagnóstico precoce Promoção da Saúde Doença estabelecida Doença com complicações A base organizativa de uma rede, é o território Prevenção Primária e Secundária Prevenção Terciária / Evitar a progressão da doença .Tratamento adequado .Monitoramento de lesões orgãos alvo .Diagnóstico precoce de complicações .Tratamento complicações e prevenção de sequelas .Prevenir novas complicações .Tratar sequelas Promoção da Saúde Promoção da saúde Vigilância da Saúde onde vive determinada população sob influência de uma realidade epidemiológica e interação com múltiplos determinantes da saúde
  • 12.
    ATENÇÃO PRIMÁRIA ÀSAÚDE • Contato preferencial dos usuários com o sistema de saúde orientando-se pelos princípios da universalidade, acessibilidade, continuidade, integralidade, responsabilização, vínculo, eqüidade e participação social. • Transdiciplinar • Cuidado centrado na pessoa, família e comunidade • Centro do Sistema de Saúde humanização,
  • 13.
    APS EM BELOHORIZONTE 83,5 % de cobertura Mais de 578.189 famílias assistidas Mais de 1,9 milhões de cadastrados  583 Equipes de Saúde da Família  149 Centros de Saúde  307 Equipes de Saúde Bucal  58 Equipes de Saúde Mental  58 Pólos de Núcleos de Apoio Saúde da Família  63 Academias da Cidade
  • 17.
    PROMOÇÃO A SAÚDE/HÁBITOS DE VIDA SAUDÁVEIS 63 Academias da Cidade Intersetorialidade Lian Gong em 163 unidades de saúde Unidades de saúde livres do tabaco
  • 18.
    PROMOÇÃO DA SAÚDE/ POLÍTICADE EMPODERAMENTO Equipes de Saúde da Família/Ações de Cuidado Terapia Comunitária/ Superação Sofrimento PSE / INTERSETORIALIDADE -Avaliação do estado de saúde -Divulgação de informações Para a saúde
  • 19.
    PROMOÇÃO DA SAÚDE/ ALÍVIODO SOFRIMENTO ......os autores estão indagando se é eticamente aceitável priorizar ações preventivas, que, por definição, ocorrem sobre pessoas assintomáticas, em detrimento do atendimento de pessoas com sofrimento “real”, ferindo os preceitos da equidade e da justiça social. Não seria este um desvio assistencial promotor da lei de cuidados inversos, “[...] em que a disponibilidade de uma boa assistência médica tende a variar inversamente com a necessidade da população atendida”? “ ... A função principal das equipes da ESF é o alívio do sofrimento por meio do cuidado individual e familiar, ou seja, responder às necessidades da população contribuindo para a promoção da saúde. A nova edição da Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade da SBMFC apresenta, no seu editorial, o tema Promoção da saúde: um desafio para a atenção primária. Editor chefe - Armando Henrique Norman. MSc em Antropologia Médica pela Durham University.
  • 20.
    Organização do Cuidadoe o desafio das agendas Estratificação da população Demanda Espontânea Riscos clínicos e sociais x Complexidade Demanda programada Quanto mais complexos os casos, maior demanda por ações de saúde e cuidados profissionais Instrumentos de micro-gestão (Gestão da Clínica): Identificação dos casos Registros Cuidado Multidisciplinar / Plano Terapeutico Gestão dos casos Auto cuidado Auditoria Clínica
  • 23.
    DISTRIBUIÇÃO DOS PACIENTES CLASSIFICADOSDE ACORDO COM O RISCO CARDIOVASCULAR EM BH, 2008-2013 Moderado 43% Alto 24% Baixo 33%
  • 24.
  • 25.
    Classificação de Riscodas Famílias CRITÉRIOS SÓCIO-ECONÔMICOS PONTUAÇÃO FINAL PARA CLASSIFICAÇÃO Baixo Risco POR GRAU DE RISCO Médio Risco Risco Elevado Risco Muito Elevado ou Bolsa Família P 0 1 2 3 0 0 1 2 3 PONTUAÇÃO TOTAL GRAU DE RISCO 0 Sem Risco 1 Risco Baixo 2–3 Risco Médio =4 Risco Alto Nenhum dos componentes tem alguma condição ou patologia crônica Apenas 1 dos CRITÉRIOS CLÍNICOS componentes tem 1 patologia ou 1 1 2 3 4 2 2 3 4 5 3 3 4 5 6 condição crônica 2 ou mais componentes têm 1 patologia ou condição crônica 1 ou mais componentes têm concomitantemente 2 ou mais condições ou patologias crônicas
  • 26.
    VIGILÂNCIA EM SAÚDE Asações de Vigilância em Saúde se inserem no cotidiano das equipes de Atenção Primária/Saúde da Família, integrando os processos de trabalho, planejamento, programação, monitoramento e avaliação em território único de atuação. A Vigilância em Saúde atende aos seguintes princípios: •Desenvolvimento de ações tendo como base o território; •Intervenção sobre problemas de saúde (riscos e/ou determinantes, danos); •Monitoramento e avaliação; •Responsabilidade sanitária.
  • 27.
    Estratégias de Fortalecimentoda APS MELHORIA DA COMPREENSÃO DAS ATRIBUIÇÕES DA APS e INVESTIMENTO EM EDUCAÇÃO PERMANENTE DESTAQUES Oficinas de Qualificação da Atenção Primária à Saúde em Belo Horizonte, Programa de Educação Permanente (médicos) e Gestão Clínica (Equipes e Gerentes) Matriciamento Residência Médica e Multiprofissional Oficinas de Qualificação da Atenção Primária • Consolidação da APS como eixo estruturador da atenção à saúde. • Reorientação dos processos de trabalho das ESF por meio das. • 11 oficinas temáticas capacitando mais de 10.000 profissionais.
  • 28.
    Elementos para Melhoriada Integração dos Pontos de Atenção à Saúde • Centros de Especialidades Médicas Regionalizados • Critérios de Priorização e Regulação assistencial • Prontuário eletrônico • Fluxos definidos • Protocolos técnico-assistenciais • Teleconsultoria/ Videoconferêcia • Gestão Clínica/ Atendimento Compartihado/Auditorias Clínicas • Apoio Matricial • Alta hospitalar com vinculação ás ESF
  • 29.
    Contrato Interno deGestão Instrumentos de Gestão Compartilhada e de planejamento • Indicadores por ciclo de vida • Indicadores selecionados pela SMSA (Oficinas) e PMAQ • Uso de indicadores como forma de dar visibilidade aos problemas de saúde na população (diagnóstico) e estabelecer prioridades • Monitoramento e Avaliação • Elaboração de plano de ação para enfrentamento
  • 30.
    Problemas e Desafios Infra-Estrutura/ Financiamento Áreas físicas inadequadas e insuficientes para o desenvolvimento do trabalho das equipes; Áreas de abrangência extensas. Recursos Humanos     Dificuldades para estabilização das equipes; Competição entre municípios; Opção profissional temporária; Insuficiência de oferta de profissionais com formação para APS e com formação para a Saúde da Família
  • 31.
    Problemas e Desafios ModeloAssistencial Particularidades no trabalho das diversas equipes numa mesma unidade (autonomia X diretrizes/normas) Humanização e qualidade da atenção  Atenção à demanda espontânea X ações programadas Promoção à saúde: mitos e possibilidades Integração com os outros pontos da Rede APS como centro do sistema de saúde  Violência Urbana
  • 32.
    Obrigada! Gerência de AtençãoPrimária Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte mtostes@pbh.gov.br