Armazenamento,
Transporte e
Escoamento de Grãos
Profª MsC. Alessandra Felix
Por que armazenar grãos?
 Melhores preços para comercialização do produto;
 Fretes mais baratos;
 Produtor não tem problemas de logística de
transportes no período do fim da safra.
Legislação vigente
 Lei 9.973/00;
 Decisão Normativa Nº 53 de 1994 do CONFEA:
Art. 2º - A responsabilidade da operação de armazéns
cabe ao Engenheiro Agrônomo ou ao Engenheiro
Agrícola.
Armazenagem eficiente
 Manter, pelo maior tempo possível, o grão com a
mesma qualidade do momento de colheita;
 Más condições de colheita acarretam ineficácia no
sistema de armazenamento;
 Alto teor de umidade e temperatura favorecem o
desenvolvimento de pragas, fungos e aceleram as
reações metabólicas dos grãos.
Etapas para a
Armazenagem
Instalações de recebimento
 Balança onde realiza-se duas pesagens:
Pg: peso dos grãos; Pt: peso total; Pv: peso do veículo.
 Coleta de amostras do produto;
 Moegas podem ser separadas
pelo tipo de grão a ser recebido
Pg = Pt – Pv
Fonte: Bayer, 2018.
Instalações de recebimento
 Descarga dos grãos:
 Manual;
 Caminhão graneleiro basculante;
 Plataforma hidráulica basculante.
Fonte: BUENO, I., 2017. Fonte: COELHO, S., 2011.
Pré - limpeza
 Tem por finalidade encaminhar para dentro dos silos a
massa de grãos com baixa quantidade de dejetos;
 Teor de impureza máximo aceito para comercialização
e armazenagem é de 1%.
Fonte: FIGUEIREDO, Y. C. 2018.
Pré - limpeza
 Realizada por máquinas compostas por peneiras e
sistemas de ventilação;
 Retirada de torrões, pedras e restos de outros vegetais.
Fonte: Agrosilos, 2018.
Secagem
 Processo de retirada de água do grãos, necessário para
a redução de sua taxa metabólica;
 Umidade recomendada para a colheita é mais alta que
a umidade recomendada para armazenagem:
Fonte: Ministério da Agricultura, 2005.
Fonte: Ministério da Agricultura, 2005.
Secagem
 Utiliza-se ar quente proveniente das fornalhas
direcionado para a câmara de secagem, depois o grão
passa para a câmara de resfriamento;
 Sistemas de Softwares que realizam a secagem
automaticamente.
Fonte: WEBER, E. A., 2005.
Secagem
 Corpo do secador e visão externa:
Fonte: WEBER, E. A., 2005. Fonte: SMA Silos, 2018.
Secagem
 Cálculo do peso de água retirada:
 Pa: peso de água removida; Ui: umidade inicial; Uf: umidade final.
 Cálculo do peso restante após secagem:
 Pg: peso final; Pi: peso inicial.
Pa (%) = Ui – Uf x 100
100 - Uf
Pg (Kg) = Pi x 100 – Ui
100 - Uf
Secagem
 Retardo na colheita gera perdas na massa seca do grão,
além de perdas qualitativas.
Fonte: WEBER, E. A., 2005.
Ventilação Natural:
Café: camadas inferiores a 5 cm de espessura.
15
Ventilação Natural
ao Sol em eira
em bandeja
16
Ventilação Natural:
SecadorSolarRotativo
17
Vantagens: Desvantagens:
• Simplicidade de construção
e operação
• Baixo custo inicial.
• Necessidade de revolvimento
do produto.
• O ambiente influencia o
tempo de secagem.
• Baixa capacidade de secagem.
• Maior necessidade de mão-
de-obra;
• Área plana para construção do
terreiro.
Secagem em Terreiros:
18
Silos Graneleiros
 São as células armazenadoras;
 Podem ser verticais ou horizontais, de tamanhos
variados;
 Para armazenagens a granel, contam com recursos
altamente tecnificados para cargas, descargas, sistemas
de aeração e termometria.
Silos Metálicos
 São silos verticais feitos de chapas galvânicas.
 Possuem o fundo plano ou cônico:
Fonte: AgriExpo, 2018.
Fonte: Cirelli, 2018.
Vantagens X Desvantagens
 Atende à necessidade de pequenas e grandes
demandas;
 Preço competitivo, durabilidade, simplicidade de uso e
instalação;
 Entretanto, passível de infiltração e fácil aquecimento
em suas paredes devido ao baixo calor específico do
metal.
Silos de Concreto
 São silos verticais feitos de concreto;
 Geralmente maiores que os silos metálicos.
Fonte: Aprosoja, 2018.
Vantagens X Desvantagens
 Maior capacidade de armazenamento, suas paredes
transferem pouco calor para a massa de grãos;
 Possuem alto custo e implementação e manutenção,
além de longo tempo de construção.
Armazéns Graneleiros
 São silos horizontais semelhantes a armazéns
convencionais, porém tecnificados;
 Possuem o fundo plano ou do tipo V.
Fonte: CEAGESP, 2018.
Vantagens X Desvantagens
 Baixo custo de implementação;
 Exigem grande espaço, pequena versatilidade na
mobilidade de grãos.
Armazéns convencionais
 São silos horizontais para armazenagem em sacaria,
não possuem sistemas de termometria e aeração;
 Exigem bags e trator guincho.
Fonte: CEAGESP, 2018.
Fonte: MFRURAL, 2018.
Divisão do armazém
Coxias, Quadras e Ruas
 Coxias: chamam-se coxias as áreas internas de um
armazém correspondentes às suas “águas”, ou melhor, à
projeção sobre o piso, dos planos de seu telhado.
 Quadras: são a divisão das coxias
 Ruas: São corredores que podem separar as coxias,
quadras ou lotes, possibilitando o trânsito no armazém.
Dentro do armazém encontram-se:
 Lote: É um conjunto de mercadorias de uma mesma
espécie, pertencentes a determinado depositante.
 Corte: chama-se corte de um lote a sua divisão em
duas ou mais pilhas distintas.
 Pilha: é a figura geométrica formada pela superposição de
camadas de mercadorias de uma mesma espécie,
obedecendo a determinados princípios.
 Dobramento: entende-se por dobramento a
superposição de um lote sobre outro já empilhado.
 Bloco: conjunto de pilhas empilhadas.
 Empilhamento: é a arte de sobrepor mercadorias
de uma mesma espécie, até determinadas alturas,
em formas geométricas regulares.
 Estrado: são, em geral, de madeira e permitem o
arejamento da sacaria e o contato direto com o solo.
Podem ser de 1,40 x 1,40 m ou 1,60 x 1,60 m.
Vantagens X Desvantagens
 Baixo custo de implementação e manutenção,
demanda pouca mão de obra;
 Não há controle rígido da qualidade dos grãos,
armazena por pouco tempo.
Sistema de Termometria
 Tem o objetivo de indicar a temperatura do interior da
unidade armazenadora;
 Aumento da temperatura indica aumento da atividade
biológica:
C6H12O6 + 6 O2 6CO2 + 6 H2O + energia
Sistema de Termometria
 Sistema preciso e com sensores distribuídos
uniformemente pelo silo;
 Pode ser controlado por softwares integrados com o
sistema de aeração.
Fonte: WEBER, E. A., 2005. Fonte: WEBER, E. A., 2005.
Sistema de Aeração
 Realiza a manutenção da temperatura e umidade
através de ventiladores que introduzem, dentro do silo,
ar atmosférico;
 Dependente das condições climáticas;
 Pode ser controlado por softwares integrados com o
sistema de termometria.
Caso Especial: Silo Bolsa/bags
 Bolsas de polietileno que realizam armazenagem
hermética;
 As mais utilizadas possuem capacidade para 180
toneladas (3.000 sacas) com 60m de comprimento e
2,7 de diâmetro.
Fonte: SiloGrão, 2005.
Caso Especial: Silo Bolsa
 É necessário o preparo do local a ser colocado o silo
bolsa;
 Os grãos são ensacados com a máquina embutidora e
retirados com a máquina extratora.
Fonte: Globo Rural, 2015. Fonte: MENOLLI, R., 2016.
Vantagens X Desvantagens
 Baixo custo investimento, grãos ficam armazenados na
propriedade, possibilita a separação da produção em
lotes, agilidade e praticidade;
 É preciso maquinário específico, são descartáveis,
ocorrência de furos causados por insetos.
Beneficiamento de Grãos e Cereais
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Recepção
Armazenage
m provisória
(Seco/Úmido
)
Pré-limpeza Secagem
Armazenage
m provisória
(Seco)
Limpeza
Separação e
classificação
Armazenamento
a granel
Tratamentos
Armazenage
m comercial
Modais de
Transporte
Transporte de Grãos
 Governo Juscelino Kubitschek (JK) - 1956 até 1961:
Plano de metas.
 Modais mais utilizados no Brasil:
Fonte: ANTT, 2013.
Ferroviário
 Alta capacidade de carga e indicado para longas
distâncias, porém trafega em baixas velocidades;
 A malha brasileira tem extensão de aproximadamente
30 mil km.
Fonte: Flickr, 2018.
+
Aquaviário
 Alta capacidade de carga e depende da navegabilidade
dos rios;
 No Brasil há cerca de 13 mil km de vias navegáveis.
Fonte: ANDRADE, J., 2018.
Rodoviário
 Indicado para pequenas cargas e curtas distâncias,
porém trafega em altas velocidades;
 Há em torno de 65.000 km de rodovias federais.
Fonte: Ministério dos Transportes, 2011.
Portos
 Unidades destinadas para atracamento de navios, para
serviços de cargas e descargas.
Fonte: Ministério da Fazenda, 2018.
Custos dos Modais
Fonte: Afonso, de 2006.
Fonte: Grãos Brasil, de 2003.
Fonte: Afonso, 2006.
Problemas Enfrentados
 Sistema brasileiro de transportes é majoritariamente
rodoviário, que possuem custos mais elevados e são
mais poluentes;
 Rodovias em condições precárias ou não
pavimentadas, perda de grãos, alto risco de acidentes.
Fonte: G1, 2017.
Problemas Enfrentados em Goiás
 O Estado de Goiás possui 4.159 km de rodovias federais
( 3.054 km pavimentados) e 20.738 km de rodovias
estaduais ( 9.803,90 km pavimentados), totalizando
24.897 km de rodovias.
Fonte: Ministério dos Transportes, 2015.

Armazenamento transporte e escoamento de graos.pptx

  • 1.
    Armazenamento, Transporte e Escoamento deGrãos Profª MsC. Alessandra Felix
  • 2.
    Por que armazenargrãos?  Melhores preços para comercialização do produto;  Fretes mais baratos;  Produtor não tem problemas de logística de transportes no período do fim da safra.
  • 3.
    Legislação vigente  Lei9.973/00;  Decisão Normativa Nº 53 de 1994 do CONFEA: Art. 2º - A responsabilidade da operação de armazéns cabe ao Engenheiro Agrônomo ou ao Engenheiro Agrícola.
  • 4.
    Armazenagem eficiente  Manter,pelo maior tempo possível, o grão com a mesma qualidade do momento de colheita;  Más condições de colheita acarretam ineficácia no sistema de armazenamento;  Alto teor de umidade e temperatura favorecem o desenvolvimento de pragas, fungos e aceleram as reações metabólicas dos grãos.
  • 5.
  • 6.
    Instalações de recebimento Balança onde realiza-se duas pesagens: Pg: peso dos grãos; Pt: peso total; Pv: peso do veículo.  Coleta de amostras do produto;  Moegas podem ser separadas pelo tipo de grão a ser recebido Pg = Pt – Pv Fonte: Bayer, 2018.
  • 7.
    Instalações de recebimento Descarga dos grãos:  Manual;  Caminhão graneleiro basculante;  Plataforma hidráulica basculante. Fonte: BUENO, I., 2017. Fonte: COELHO, S., 2011.
  • 8.
    Pré - limpeza Tem por finalidade encaminhar para dentro dos silos a massa de grãos com baixa quantidade de dejetos;  Teor de impureza máximo aceito para comercialização e armazenagem é de 1%. Fonte: FIGUEIREDO, Y. C. 2018.
  • 9.
    Pré - limpeza Realizada por máquinas compostas por peneiras e sistemas de ventilação;  Retirada de torrões, pedras e restos de outros vegetais. Fonte: Agrosilos, 2018.
  • 10.
    Secagem  Processo deretirada de água do grãos, necessário para a redução de sua taxa metabólica;  Umidade recomendada para a colheita é mais alta que a umidade recomendada para armazenagem: Fonte: Ministério da Agricultura, 2005. Fonte: Ministério da Agricultura, 2005.
  • 11.
    Secagem  Utiliza-se arquente proveniente das fornalhas direcionado para a câmara de secagem, depois o grão passa para a câmara de resfriamento;  Sistemas de Softwares que realizam a secagem automaticamente. Fonte: WEBER, E. A., 2005.
  • 12.
    Secagem  Corpo dosecador e visão externa: Fonte: WEBER, E. A., 2005. Fonte: SMA Silos, 2018.
  • 13.
    Secagem  Cálculo dopeso de água retirada:  Pa: peso de água removida; Ui: umidade inicial; Uf: umidade final.  Cálculo do peso restante após secagem:  Pg: peso final; Pi: peso inicial. Pa (%) = Ui – Uf x 100 100 - Uf Pg (Kg) = Pi x 100 – Ui 100 - Uf
  • 14.
    Secagem  Retardo nacolheita gera perdas na massa seca do grão, além de perdas qualitativas. Fonte: WEBER, E. A., 2005.
  • 15.
    Ventilação Natural: Café: camadasinferiores a 5 cm de espessura. 15
  • 16.
    Ventilação Natural ao Solem eira em bandeja 16
  • 17.
  • 18.
    Vantagens: Desvantagens: • Simplicidadede construção e operação • Baixo custo inicial. • Necessidade de revolvimento do produto. • O ambiente influencia o tempo de secagem. • Baixa capacidade de secagem. • Maior necessidade de mão- de-obra; • Área plana para construção do terreiro. Secagem em Terreiros: 18
  • 19.
    Silos Graneleiros  Sãoas células armazenadoras;  Podem ser verticais ou horizontais, de tamanhos variados;  Para armazenagens a granel, contam com recursos altamente tecnificados para cargas, descargas, sistemas de aeração e termometria.
  • 20.
    Silos Metálicos  Sãosilos verticais feitos de chapas galvânicas.  Possuem o fundo plano ou cônico: Fonte: AgriExpo, 2018. Fonte: Cirelli, 2018.
  • 21.
    Vantagens X Desvantagens Atende à necessidade de pequenas e grandes demandas;  Preço competitivo, durabilidade, simplicidade de uso e instalação;  Entretanto, passível de infiltração e fácil aquecimento em suas paredes devido ao baixo calor específico do metal.
  • 22.
    Silos de Concreto São silos verticais feitos de concreto;  Geralmente maiores que os silos metálicos. Fonte: Aprosoja, 2018.
  • 23.
    Vantagens X Desvantagens Maior capacidade de armazenamento, suas paredes transferem pouco calor para a massa de grãos;  Possuem alto custo e implementação e manutenção, além de longo tempo de construção.
  • 24.
    Armazéns Graneleiros  Sãosilos horizontais semelhantes a armazéns convencionais, porém tecnificados;  Possuem o fundo plano ou do tipo V. Fonte: CEAGESP, 2018.
  • 25.
    Vantagens X Desvantagens Baixo custo de implementação;  Exigem grande espaço, pequena versatilidade na mobilidade de grãos.
  • 26.
    Armazéns convencionais  Sãosilos horizontais para armazenagem em sacaria, não possuem sistemas de termometria e aeração;  Exigem bags e trator guincho. Fonte: CEAGESP, 2018. Fonte: MFRURAL, 2018.
  • 27.
    Divisão do armazém Coxias,Quadras e Ruas  Coxias: chamam-se coxias as áreas internas de um armazém correspondentes às suas “águas”, ou melhor, à projeção sobre o piso, dos planos de seu telhado.  Quadras: são a divisão das coxias  Ruas: São corredores que podem separar as coxias, quadras ou lotes, possibilitando o trânsito no armazém.
  • 28.
    Dentro do armazémencontram-se:  Lote: É um conjunto de mercadorias de uma mesma espécie, pertencentes a determinado depositante.  Corte: chama-se corte de um lote a sua divisão em duas ou mais pilhas distintas.  Pilha: é a figura geométrica formada pela superposição de camadas de mercadorias de uma mesma espécie, obedecendo a determinados princípios.
  • 29.
     Dobramento: entende-sepor dobramento a superposição de um lote sobre outro já empilhado.  Bloco: conjunto de pilhas empilhadas.  Empilhamento: é a arte de sobrepor mercadorias de uma mesma espécie, até determinadas alturas, em formas geométricas regulares.
  • 30.
     Estrado: são,em geral, de madeira e permitem o arejamento da sacaria e o contato direto com o solo. Podem ser de 1,40 x 1,40 m ou 1,60 x 1,60 m.
  • 32.
    Vantagens X Desvantagens Baixo custo de implementação e manutenção, demanda pouca mão de obra;  Não há controle rígido da qualidade dos grãos, armazena por pouco tempo.
  • 33.
    Sistema de Termometria Tem o objetivo de indicar a temperatura do interior da unidade armazenadora;  Aumento da temperatura indica aumento da atividade biológica: C6H12O6 + 6 O2 6CO2 + 6 H2O + energia
  • 34.
    Sistema de Termometria Sistema preciso e com sensores distribuídos uniformemente pelo silo;  Pode ser controlado por softwares integrados com o sistema de aeração. Fonte: WEBER, E. A., 2005. Fonte: WEBER, E. A., 2005.
  • 35.
    Sistema de Aeração Realiza a manutenção da temperatura e umidade através de ventiladores que introduzem, dentro do silo, ar atmosférico;  Dependente das condições climáticas;  Pode ser controlado por softwares integrados com o sistema de termometria.
  • 36.
    Caso Especial: SiloBolsa/bags  Bolsas de polietileno que realizam armazenagem hermética;  As mais utilizadas possuem capacidade para 180 toneladas (3.000 sacas) com 60m de comprimento e 2,7 de diâmetro. Fonte: SiloGrão, 2005.
  • 37.
    Caso Especial: SiloBolsa  É necessário o preparo do local a ser colocado o silo bolsa;  Os grãos são ensacados com a máquina embutidora e retirados com a máquina extratora. Fonte: Globo Rural, 2015. Fonte: MENOLLI, R., 2016.
  • 38.
    Vantagens X Desvantagens Baixo custo investimento, grãos ficam armazenados na propriedade, possibilita a separação da produção em lotes, agilidade e praticidade;  É preciso maquinário específico, são descartáveis, ocorrência de furos causados por insetos.
  • 39.
    Beneficiamento de Grãose Cereais 39 Recepção Armazenage m provisória (Seco/Úmido ) Pré-limpeza Secagem Armazenage m provisória (Seco) Limpeza Separação e classificação Armazenamento a granel Tratamentos Armazenage m comercial
  • 40.
  • 41.
    Transporte de Grãos Governo Juscelino Kubitschek (JK) - 1956 até 1961: Plano de metas.  Modais mais utilizados no Brasil: Fonte: ANTT, 2013.
  • 42.
    Ferroviário  Alta capacidadede carga e indicado para longas distâncias, porém trafega em baixas velocidades;  A malha brasileira tem extensão de aproximadamente 30 mil km. Fonte: Flickr, 2018. +
  • 43.
    Aquaviário  Alta capacidadede carga e depende da navegabilidade dos rios;  No Brasil há cerca de 13 mil km de vias navegáveis. Fonte: ANDRADE, J., 2018.
  • 44.
    Rodoviário  Indicado parapequenas cargas e curtas distâncias, porém trafega em altas velocidades;  Há em torno de 65.000 km de rodovias federais. Fonte: Ministério dos Transportes, 2011.
  • 45.
    Portos  Unidades destinadaspara atracamento de navios, para serviços de cargas e descargas. Fonte: Ministério da Fazenda, 2018.
  • 46.
    Custos dos Modais Fonte:Afonso, de 2006. Fonte: Grãos Brasil, de 2003. Fonte: Afonso, 2006.
  • 47.
    Problemas Enfrentados  Sistemabrasileiro de transportes é majoritariamente rodoviário, que possuem custos mais elevados e são mais poluentes;  Rodovias em condições precárias ou não pavimentadas, perda de grãos, alto risco de acidentes. Fonte: G1, 2017.
  • 48.
    Problemas Enfrentados emGoiás  O Estado de Goiás possui 4.159 km de rodovias federais ( 3.054 km pavimentados) e 20.738 km de rodovias estaduais ( 9.803,90 km pavimentados), totalizando 24.897 km de rodovias. Fonte: Ministério dos Transportes, 2015.