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O rapaz choroso que é referido no primeiro parágrafo era conduzido por um a) encenador profissional. b) economista e professor. c) economista e advogado. d) professor e advogado.
O «miúdo de quinze anos» é a) o próprio narrador, mais novo. b) o destinatário do texto. c) o protagonista desta crónica. d) um rapaz conhecido do autor.
O uso do presente do Indicativo nos primeiros parágrafos («Estamos»; «chora»; «vai»; etc.) resulta de a) esse tempo verbal poder adequar-se à expressão do futuro. b) intenção de se exprimir aspecto durativo da acção. c) vontade de se dar um facto passado como se fosse presenciado na actualidade. d) simultaneidade entre acto de enunciação e o que se relata (o enunciado).
«Não é o que está a pensar, chiça» (1.º parágrafo. l. 5) previne a) conjectura de que o professor tivesse batido no aluno. b) que os leitores pensem que o aluno tinha reprovado. c) possibilidade de se julgar estar em causa um acto pedófilo. d) inferência de que o aluno era «graxista».
Na terceira linha do segundo parágrafo, «prof» é um exemplo de a) redução. b) derivação regressiva. c) amálgama.  d) abreviatura gráfica.
Na sexta linha do terceiro parágrafo, « import/export » é exemplo de a) estrangeirismo. b) abreviatura. c) empréstimo acomodado ao português. d) galicismo.
« Oh Captain, my Captain» é uma citação a) de verso de Walt Whitman. b) de fala de peça de Shakespeare. c) de trecho de Álvaro de Campos. d) inventada no filme  Clube dos Poetas Mortos .
No começo do quinto parágrafo, «Continuo a tratá-lo assim, artigo definido em destaque, embora ele mo desaconselhe», significa que o professor a) lhe pedira para usar tratamento mais informal. b) lhe pedira que o tratasse por tu. c) preferia o uso de «stor» ao uso, mais académico, de «professor». d) lhe pedia para o tratar sem artigo.
«artigo definido em destaque» (5.º parágrafo) traduz que, para o narrador, aquele professor a) é o mais definido. b) é o mais indefinido. c) é um entre vários. d) não se confunde com os outros.
«apercebo-me de que o tempo é maleável» (no final do quinto parágrafo) alude à circunstância de  a) o protagonista ser capaz de desenvolver diversíssimas actividades. b) se ter esbatido a diferença etária entre as duas personagens. c) a personagem estar disposta a mudar radicalmente vida. d) o narrador facilmente se transportar para o passado.
No sétimo parágrafo, em «E, quando desligo o telefone, sou outra vez o miúdo de 15 anos [...]», a vírgula após a conjunção «e» a) está correcta, porque isola-se depois uma oração subordinada temporal. b) está correcta, porque fazemos realmente uma pausa a seguir à conjunção. c) está incorrecta, porque não estabelecemos qualquer pausa entre as duas conjunções («e» e «quando»). d) está incorrecta.
Neste mesmo sétimo parágrafo, o narrador revela a) indecisão quanto à melhor forma de ajudar um amigo. b) tristeza quanto ao que o destino trouxera ao ex-professor. c) angústia por ter estragado uma amizade de tantos anos. d) saudade dos tempos de adolescente.
A peça que um dos alunos de  Clube dos Poetas Mortos  tem vindo a ensaiar é a)  Hamlet , de Shakespeare. b)  Felizmente há luar! , de Sttau Monteiro. c)  O Mercador de Veneza , de Shakespeare. d)  Sonho de uma noite de Verão , de Shakespeare.
Os anseios do professor de Economia, bem como os dos alunos de  Clube dos Poetas Mortos , obedecem a uma perspectiva a) estóica (à Reis). b) inconformista. c) futurista. d) epicurista (à Reis; ou à Caeiro).
O título «Muda de vida», relativamente a «Carpe Diem», pode funcionar como a) decalque irónico. b) tradução literal. c) metáfora. d) tradução livre.
No primeiro verso («O mito é o nada que é tudo») há a) uma metonímia e uma metáfora. b) uma metáfora e um oxímoro. c) uma comparação e uma antítese. d) um polissíndeto e uma aliteração.
Nos vv. 2-5, ilustra-se a relevância dos mitos através da alusão a) ao Sol, que é mudo mas brilhante. b) a Deus, nu mas vivo. c) ao Céu. d) a Cristo crucificado, a luz que a todos ilumina.
No v. 1 da segunda estrofe, o deíctico «Este» corresponde a  a) ‘o mito’. b) ‘o mesmo sol que abre os céus’. c) ‘Ulisses’. d) ‘o corpo morto de Deus’.
O advérbio «aqui» — um deíctico, também — vale por  a) ‘Ítaca’. b) ‘Tróia’. c) ‘Grécia’. d) ‘Lisboa’.
Na última estrofe, defende-se que a) a vida é mais importante do que o mito. b) só há mito enquanto dura a vida. c) só há vida enquanto dura o mito. d) o mito permanece, mesmo quando a vida acaba.
Vês outro que do Tejo a terra pisa [...]: Ulisses é, o que faz a santa casa À deusa que lhe dá língua facunda; Que se lá na Ásia Tróia insigne abrasa, Cá na Europa Lisboa ingente funda. ( Os Lusíadas , VIII, 5)
 
Pai, foste cavaleiro Hoje a vigília é nossa. Dá-nos o exemplo inteiro E a tua inteira força!
Dá, contra a hora em que, errada, Novos infiéis vençam, A bênção como espada, A espada como bênção.
1. «Com efeito, o poema apresenta  um tom de oração, dirigida ao rei fundador da nacionalidade. Referido pelo vocativo «Pai», Afonso Henriques, que teria rece-bido uma missão de Deus, é agora o destinatário do sujeito poético, que nele busca exemplo e força. O poeta consi-dera-se parte de um colectivo, o povo português («dá-nos»), a quem agora caberia («hoje a vigília é nossa») lutar contra «novos infiéis», nesta «hora errada» (no fundo, a quem caberia vencer o adormecimento colectivo).
1. «Com efeito, o poema apresenta  um tom de oração, dirigida ao rei fundador da nacionalidade. Referido pelo vocativo «Pai», Afonso Henriques, que teria recebido uma missão de Deus, é agora o destinatário do sujeito poético, que nele busca exemplo e força.
O poeta considera-se parte de um colectivo, o povo português («dá-nos»), a quem agora caberia («hoje a vigília é nossa») lutar contra «novos infiéis», nesta «hora errada» (no fundo, a quem caberia vencer o adormecimento colectivo).
Quiasmo: A  bênção  como  espada, A  espada  como  bênção !
1.1  De D. Dinis, enquanto figura histórica, o poema refere  a activi-dade poética («escreve um seu Cantar de amigo») e a plantação do pinhal de Leiria («plantador de naus a haver«).
3.  «O plantador de naus a haver» é uma  metáfora  particularmente expressiva, pois  confere a D. Dinis a acção de plantar as naus descobridoras no futuro, como se o rei fosse um construtor do futuro .
«E ouve um silêncio múrmuro consigo» contém um  paradoxo  («ouve um silêncio»), que, porém, talvez seja explicável:  trata-se de uma voz interior («múrmura»), a que inspira e impulsiona o rei.
«É o rumor dos pinhais que, como um trigo / de Império» faz uma  comparação  (entre «pinhal» e «trigo») que aproxima os pinhais plantados pelo rei  de uma semen-teira . Esta sementeira é  metafórica  (é um «trigo de Império»), dará portanto o pão que são as naus construtoras do império futuro.
4.  D. Dinis figura em  Mensagem  como aquele que soube escutar a voz do mar, o antecipador da empresa de descoberta do mar, aqui mitificado. N’ Os Lusíadas , epopeia que se ocupa da matéria mais histórica, merece apenas duas estrofes, pois não é um rei guerreiro, os seus feitos foram de ordem mais artística e intelectual.
Louco, sim, louco, porque quis grandeza Qual a sorte a não dá. Não coube em mim minha certeza; Por isso onde o areal está Ficou meu ser que houve, não o que há.
Minha loucura, outros que me a tomem Com o que nela ia. Sem a loucura que é o homem Mais que a besta sadia, Cadáver adiado que procria.
1.   A utilização da 1.ª pessoa identifica o sujeito poético com a figura mítica de D. Sebastião, como se o poeta quisesse reconhecer a loucura como componente essencial da condição humana.
3.  Em D. Sebastião, conjugam-se  a verdade histórica e o mito . Historica-mente,  o rei ficou no «areal» do deserto marroquino, vencido o seu exército em Alcácer Quibir  (o «ser que houve» ficou «onde o areal está»). Porém, o mito (« o que há ») não ficou no areal, antes  permanece .  É mais este o lado que interessa a  Mensagem , aliás.
7.  É a D. Sebastião que Camões dedica os Lusíadas (e a quem dirige o apelo para fazer ressurgir a Pátria da «apagada e vil tristeza» do presente). Em  Mensagem  D. Sebas-tião (e o Sebastanismo) é o mito organizador, articulador, da obra.
 
TPC Lança as emendas que fiz em textos hoje devolvidos (os do Concurso Correntes d’Escritas).  Na próxima aula, dar-me-ás não só as página s  já pas s adas a limpo, como o original em que escrevi as correcções.
 
 
 

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ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 19

  • 1.  
  • 2.  
  • 3. O rapaz choroso que é referido no primeiro parágrafo era conduzido por um a) encenador profissional. b) economista e professor. c) economista e advogado. d) professor e advogado.
  • 4. O «miúdo de quinze anos» é a) o próprio narrador, mais novo. b) o destinatário do texto. c) o protagonista desta crónica. d) um rapaz conhecido do autor.
  • 5. O uso do presente do Indicativo nos primeiros parágrafos («Estamos»; «chora»; «vai»; etc.) resulta de a) esse tempo verbal poder adequar-se à expressão do futuro. b) intenção de se exprimir aspecto durativo da acção. c) vontade de se dar um facto passado como se fosse presenciado na actualidade. d) simultaneidade entre acto de enunciação e o que se relata (o enunciado).
  • 6. «Não é o que está a pensar, chiça» (1.º parágrafo. l. 5) previne a) conjectura de que o professor tivesse batido no aluno. b) que os leitores pensem que o aluno tinha reprovado. c) possibilidade de se julgar estar em causa um acto pedófilo. d) inferência de que o aluno era «graxista».
  • 7. Na terceira linha do segundo parágrafo, «prof» é um exemplo de a) redução. b) derivação regressiva. c) amálgama. d) abreviatura gráfica.
  • 8. Na sexta linha do terceiro parágrafo, « import/export » é exemplo de a) estrangeirismo. b) abreviatura. c) empréstimo acomodado ao português. d) galicismo.
  • 9. « Oh Captain, my Captain» é uma citação a) de verso de Walt Whitman. b) de fala de peça de Shakespeare. c) de trecho de Álvaro de Campos. d) inventada no filme Clube dos Poetas Mortos .
  • 10. No começo do quinto parágrafo, «Continuo a tratá-lo assim, artigo definido em destaque, embora ele mo desaconselhe», significa que o professor a) lhe pedira para usar tratamento mais informal. b) lhe pedira que o tratasse por tu. c) preferia o uso de «stor» ao uso, mais académico, de «professor». d) lhe pedia para o tratar sem artigo.
  • 11. «artigo definido em destaque» (5.º parágrafo) traduz que, para o narrador, aquele professor a) é o mais definido. b) é o mais indefinido. c) é um entre vários. d) não se confunde com os outros.
  • 12. «apercebo-me de que o tempo é maleável» (no final do quinto parágrafo) alude à circunstância de a) o protagonista ser capaz de desenvolver diversíssimas actividades. b) se ter esbatido a diferença etária entre as duas personagens. c) a personagem estar disposta a mudar radicalmente vida. d) o narrador facilmente se transportar para o passado.
  • 13. No sétimo parágrafo, em «E, quando desligo o telefone, sou outra vez o miúdo de 15 anos [...]», a vírgula após a conjunção «e» a) está correcta, porque isola-se depois uma oração subordinada temporal. b) está correcta, porque fazemos realmente uma pausa a seguir à conjunção. c) está incorrecta, porque não estabelecemos qualquer pausa entre as duas conjunções («e» e «quando»). d) está incorrecta.
  • 14. Neste mesmo sétimo parágrafo, o narrador revela a) indecisão quanto à melhor forma de ajudar um amigo. b) tristeza quanto ao que o destino trouxera ao ex-professor. c) angústia por ter estragado uma amizade de tantos anos. d) saudade dos tempos de adolescente.
  • 15. A peça que um dos alunos de Clube dos Poetas Mortos tem vindo a ensaiar é a) Hamlet , de Shakespeare. b) Felizmente há luar! , de Sttau Monteiro. c) O Mercador de Veneza , de Shakespeare. d) Sonho de uma noite de Verão , de Shakespeare.
  • 16. Os anseios do professor de Economia, bem como os dos alunos de Clube dos Poetas Mortos , obedecem a uma perspectiva a) estóica (à Reis). b) inconformista. c) futurista. d) epicurista (à Reis; ou à Caeiro).
  • 17. O título «Muda de vida», relativamente a «Carpe Diem», pode funcionar como a) decalque irónico. b) tradução literal. c) metáfora. d) tradução livre.
  • 18. No primeiro verso («O mito é o nada que é tudo») há a) uma metonímia e uma metáfora. b) uma metáfora e um oxímoro. c) uma comparação e uma antítese. d) um polissíndeto e uma aliteração.
  • 19. Nos vv. 2-5, ilustra-se a relevância dos mitos através da alusão a) ao Sol, que é mudo mas brilhante. b) a Deus, nu mas vivo. c) ao Céu. d) a Cristo crucificado, a luz que a todos ilumina.
  • 20. No v. 1 da segunda estrofe, o deíctico «Este» corresponde a a) ‘o mito’. b) ‘o mesmo sol que abre os céus’. c) ‘Ulisses’. d) ‘o corpo morto de Deus’.
  • 21. O advérbio «aqui» — um deíctico, também — vale por a) ‘Ítaca’. b) ‘Tróia’. c) ‘Grécia’. d) ‘Lisboa’.
  • 22. Na última estrofe, defende-se que a) a vida é mais importante do que o mito. b) só há mito enquanto dura a vida. c) só há vida enquanto dura o mito. d) o mito permanece, mesmo quando a vida acaba.
  • 23. Vês outro que do Tejo a terra pisa [...]: Ulisses é, o que faz a santa casa À deusa que lhe dá língua facunda; Que se lá na Ásia Tróia insigne abrasa, Cá na Europa Lisboa ingente funda. ( Os Lusíadas , VIII, 5)
  • 24.  
  • 25. Pai, foste cavaleiro Hoje a vigília é nossa. Dá-nos o exemplo inteiro E a tua inteira força!
  • 26. Dá, contra a hora em que, errada, Novos infiéis vençam, A bênção como espada, A espada como bênção.
  • 27. 1. «Com efeito, o poema apresenta um tom de oração, dirigida ao rei fundador da nacionalidade. Referido pelo vocativo «Pai», Afonso Henriques, que teria rece-bido uma missão de Deus, é agora o destinatário do sujeito poético, que nele busca exemplo e força. O poeta consi-dera-se parte de um colectivo, o povo português («dá-nos»), a quem agora caberia («hoje a vigília é nossa») lutar contra «novos infiéis», nesta «hora errada» (no fundo, a quem caberia vencer o adormecimento colectivo).
  • 28. 1. «Com efeito, o poema apresenta um tom de oração, dirigida ao rei fundador da nacionalidade. Referido pelo vocativo «Pai», Afonso Henriques, que teria recebido uma missão de Deus, é agora o destinatário do sujeito poético, que nele busca exemplo e força.
  • 29. O poeta considera-se parte de um colectivo, o povo português («dá-nos»), a quem agora caberia («hoje a vigília é nossa») lutar contra «novos infiéis», nesta «hora errada» (no fundo, a quem caberia vencer o adormecimento colectivo).
  • 30. Quiasmo: A bênção como espada, A espada como bênção !
  • 31. 1.1 De D. Dinis, enquanto figura histórica, o poema refere a activi-dade poética («escreve um seu Cantar de amigo») e a plantação do pinhal de Leiria («plantador de naus a haver«).
  • 32. 3. «O plantador de naus a haver» é uma metáfora particularmente expressiva, pois confere a D. Dinis a acção de plantar as naus descobridoras no futuro, como se o rei fosse um construtor do futuro .
  • 33. «E ouve um silêncio múrmuro consigo» contém um paradoxo («ouve um silêncio»), que, porém, talvez seja explicável: trata-se de uma voz interior («múrmura»), a que inspira e impulsiona o rei.
  • 34. «É o rumor dos pinhais que, como um trigo / de Império» faz uma comparação (entre «pinhal» e «trigo») que aproxima os pinhais plantados pelo rei de uma semen-teira . Esta sementeira é metafórica (é um «trigo de Império»), dará portanto o pão que são as naus construtoras do império futuro.
  • 35. 4. D. Dinis figura em Mensagem como aquele que soube escutar a voz do mar, o antecipador da empresa de descoberta do mar, aqui mitificado. N’ Os Lusíadas , epopeia que se ocupa da matéria mais histórica, merece apenas duas estrofes, pois não é um rei guerreiro, os seus feitos foram de ordem mais artística e intelectual.
  • 36. Louco, sim, louco, porque quis grandeza Qual a sorte a não dá. Não coube em mim minha certeza; Por isso onde o areal está Ficou meu ser que houve, não o que há.
  • 37. Minha loucura, outros que me a tomem Com o que nela ia. Sem a loucura que é o homem Mais que a besta sadia, Cadáver adiado que procria.
  • 38. 1. A utilização da 1.ª pessoa identifica o sujeito poético com a figura mítica de D. Sebastião, como se o poeta quisesse reconhecer a loucura como componente essencial da condição humana.
  • 39. 3. Em D. Sebastião, conjugam-se a verdade histórica e o mito . Historica-mente, o rei ficou no «areal» do deserto marroquino, vencido o seu exército em Alcácer Quibir (o «ser que houve» ficou «onde o areal está»). Porém, o mito (« o que há ») não ficou no areal, antes permanece . É mais este o lado que interessa a Mensagem , aliás.
  • 40. 7. É a D. Sebastião que Camões dedica os Lusíadas (e a quem dirige o apelo para fazer ressurgir a Pátria da «apagada e vil tristeza» do presente). Em Mensagem D. Sebas-tião (e o Sebastanismo) é o mito organizador, articulador, da obra.
  • 41.  
  • 42. TPC Lança as emendas que fiz em textos hoje devolvidos (os do Concurso Correntes d’Escritas). Na próxima aula, dar-me-ás não só as página s já pas s adas a limpo, como o original em que escrevi as correcções.
  • 43.  
  • 44.  
  • 45.