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Gabarito: 
1) D 2) E 3)A 4-)D 5-)B 6-)E 7-) – 8-) E 
Exercícios de fixação 
1-)Ainda sobre o Humanismo, assinale a afirmação incorreta: 
a) Associa-se à noção de antropocentrismo e representou a base filosófica e cultural do 
Renascimento. 
b) Teve como centro irradiador a Itália e como precursor Dante Alighieri, Boccaccio e Petrarca. 
c) Denomina-se também Pré-Renascentismo, ou Quatrocentismo, e corresponde ao século XV. 
d) Representa o apogeu da cultura provençal que se irradia da França para os demais países, 
por meio dos trovadores e jograis. 
e) Retorna os clássicos da Antiguidade greco-latina como modelos de Verdade, Beleza e 
Perfeição. 
2-)A obra de Fernão Lopes tem um caráter: 
a) Puramente científico, pelo tratamento documental da matéria histórica; 
b) Essencialmente estético pelo predomínio do elemento ficcional; 
c) Basicamente histórico, pela fidelidade à documentação e pela objetividade da linguagem 
científica; 
d) Histórico-literário, aproximando-se do moderno romance histórico, pela fusão do real com o 
imaginário. 
e) Histórico-literário, pela seriedade da pesquisa histórica, pelas qualidades do estilo e pelo 
tratamento literário, que reveste a narrativa histórica de um tom épico e compõe cenas de 
grande realismo plástico, além do domínio da técnica dramática de composição. 
3-) (FUVEST) Aponte a alternativa correta em relação a Gil Vicente: 
a) Compôs peças de caráter sacro e satírico. 
b) Introduziu a lírica trovadoresca em Portugal. 
c) Escreveu a novela Amadis de Gaula. 
d) Só escreveu peças e português. 
e) Representa o melhor do teatro clássico português.
4-)(FUVEST-SP) Caracteriza o teatro de Gil Vicente: 
a) A revolta contra o cristianismo. 
b) A obra escrita em prosa. 
c) A elaboração requintada dos quadros e cenários apresentados. 
d) A preocupação com o homem e com a religião. 
e) A busca de conceitos universais. 
5-)(FUVEST-SP) Indique a afirmação correta sobre o Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente: 
a) É intricada a estruturação de suas cenas, que surpreendem o público com a inesperado de 
cada situação. 
b) O moralismo vicentino localiza os vícios, não nas instituições, mas nos indivíduos que as 
fazem viciosas. 
c) É complexa a critica aos costumes da época, já que o autor primeiro a relativizar a distinção 
entre Bem e o Mal. 
d) A ênfase desta sátira recai sobre as personagens populares mais ridicularizadas e as mais 
severamente punidas. 
e) A sátira é aqui demolidora e indiscriminada, não fazendo referência a qualquer exemplo de 
valor positivo. 
6-)(FUVEST-SP) Diabo, Companheiro do Diabo, Anjo, Fidalgo, Onzeneiro, Parvo, Sapateiro, 
Frade, Florença, Brísida Vaz, Judeu, Corregedor, Procurador, Enforcado e Quatro Cavaleiros 
são personagens do Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente. 
Analise as informações abaixo e selecione a alternativa incorreta cujas características não 
descrevam adequadamente a personagem. 
a) O Onzeneiro idolatra o dinheiro, é agiota e usurário; de tudo que juntara, nada leva para a 
morte, ou melhor, leva a bolsa vazia. 
b) O Frade representa o clero decadente e é subjugado por suas fraquezas: mulher e esporte; 
leva a amante e as armas de esgrima. 
c) O Diabo, capitão da barca do inferno, é quem apressa o embarque dos condenados; é 
dissimulado e irônico. 
d) O Anjo, capitão da barca do céu, é quem elogia a morte pela fé; é austero e inflexível.
e) O Corregedor representa a justiça e luta pela aplicação integra e exata das leis; leva papéis e 
processos. 
7-Leia agora as seguintes estrofes, que se encontram em passagens diversas de A FARSA DE 
INÊS PEREIRA de Gil Vicente: 
Inês: 
Andar! Pero Marques seja! 
Quero tomar por esposo 
quem se tenha por ditoso 
de cada vez que me veja. 
Por usar de siso mero, 
asno que leve quero, 
e não cavalo folão; 
antes lebre que leão, 
antes lavrador que Nero. 
Pero: 
I onde quiserdes ir 
vinde quando quiserdes vir, 
estai quando quiserdes estar. 
Com que podeis vós folgar 
que eu não deva consentir? 
(nota: folão, no caso, significa "bravo", "fogoso") 
a) A fala de Inês ocorre no momento em que aceita casar-se com Pero Marques, após o 
malogrado matrimônio com o escudeiro. Há um trecho nessa fala que se relaciona 
literalmente com o final da peça. Que trecho é esse? Qual é o pormenor da cena final da peça 
que ele está antecipando?
b) A fala de Pero, dirigida a Inês, revela uma atitude contrária a uma característica atribuída ao 
seu primeiro marido. Qual é essa característica ? 
c) Considerando o desfecho dos dois casamentos de Inês, explique por que essa peça de Gil 
Vicente pode ser considerada uma sátira moral. 
8-)O argumento da peça "A Farsa de Inês Pereira", de Gil Vicente, consiste na demonstração 
do refrão popular "Mais quero asno que me carregue que cavalo que me derrube". Identifique 
a alternativa que NÃO corresponde ao provérbio, na construção da farsa. 
a) A segunda parte do provérbio ilustra a experiência desastrosa do primeiro casamento. 
b) O escudeiro Brás da Mata corresponde ao cavalo, animal nobre, que a derruba. 
c) O segundo casamento exemplifica o primeiro termo, asno que a carrega. 
d) O asno corresponde a Pero Marques, primeiro pretendente e segundo marido de Inês. 
e) Cavalo e asno identificam a mesma personagem em diferentes momentos de sua vida 
conjugal. 
9)Humanismo é o nome que se dá à produção escrita histórica literária do final da Idade Média 
e início da Moderna, ou seja, parte do século XV e início do XVI, mais precisamente, de 1434 a 
1527. Três atividades mais destacadas compôs esse período: a produção historiográfica de 
Fernão Lopes, a produção poética dos nobres, por isso dita Poesia Palaciana, e a atividade 
teatral de Gil Vicente. Responda: 
a)Como o Humanismo vê o homem? 
b)Onde e quando o Humanismo teve origem? O que aconteceu com a poesia no Humanismo? 
10-)Assinale a alternativa correta sobre o texto abaixo: 
Levad´, amigo, que dormides as manhãas frias; 
Todalas aves do mundo d`amor dizian: 
Leda m`and`eu! 
Levad`, amigo, que dormide`-las frias manhãas; 
Todalas aves do mundo d`amor cantavan: 
Leda m` and`eu! 
Todalas aves do mundo d`amor dizian:
Do meu amor e do voss` em ment`avian: 
Leda m`and`eu! 
a) Trata-se de uma cantiga de amor paralelística com refrão e eu lírico feminino. 
b) Trata-se de uma cantiga de escárnio, em que uma mulher critica seu namorado por ele 
haver cortado os ramos em que as aves pousavam para cantar o amor de ambos. 
c) É uma típica cantiga de amigo. O eu lírico é feminino, a natureza aparece entrelaçada à 
questão amorosa e as estrofes apresentam estrutura paralelística e refrão. 
d) Não há sinais de influências folclóricas na cantiga em questão; nota-se que, nela, a 
experiência amorosa é adequada aos modos palacianos aristocráticos. 
e) Trata-se de uma cantiga de maldizer, embora o nome da pessoa criticada não seja 
abertamente mencionado. 
11- Assinale a alternativa que identifique corretamente o tipo de composição poética 
exemplificada no texto. 
Ay Deus, e quen mi tolherá 
Gran coyta do meu coraçon 
No mundo, poys mha senhor non 
Quer que eu perca coyta já! 
E direy-vos como non quer: 
Leixa-me sem seu bem viver 
Coytad`, e, se mi non valer 
Ela, que[n] mi pode valer? 
Bernal de Bonaval 
a) cantiga de amor 
b) cantiga de amigo 
c) cantiga de amigo, sem refrão 
d) cantiga de escárnio 
e) cantiga de maldizer 
12-“Ai, flores, ai flores do verde ramo 
se sabedes novas do meu amado? 
Ai, Deus, e u é?” 
Vocabulário:
sabedes: sabeis 
u: onde 
Escreva as palavras que completam os espaços; 
“Os versos acima pertencem a uma cantiga de (a) _________ características de 
____________português, estética literária dos séculos XII, XIII e XIV.” 
13- Trovadorismo é a primeira manifestação literária da língua portuguesa. Humanismo é o 
nome que se dá à produção escrita histórica literária do final da Idade Média e início da 
Moderna. Como você diferenciaria as duas palavras em negrito? 
14-FUVEST 2007 – 
E chegando à barca da glória, diz ao Anjo: 
Brísida. Barqueiro, mano, meus olhos, 
prancha a Brísida Vaz! 
Anjo. Eu não sei quem te cá traz... 
Brísida. Peço-vo-lo de giolhos! 
Cuidais que trago piolhos, 
anjo de Deus, minha rosa? 
Eu sou Brísida, a preciosa, 
que dava as môças aos molhos. 
A que criava as meninas 
para os cônegos da Sé... 
Passai-me, por vossa fé, 
meu amor, minhas boninas, 
olhos de perlinhas finas! 
(...) 
Gil Vicente, Auto da barca do inferno. (Texto fixado por S. Spina) 
a) No excerto, a maneira de tratar o Anjo, empregada por Brísida Vaz, relaciona-se à atividade 
que ela exercera em vida? Explique resumidamente. 
b) No excerto, o tratamento que Brísida Vaz dispensa ao Anjo é adequado à obtenção do que 
ela deseja – isto é, levar o Anjo a permitir que ela embarque? Por quê? 
15-UNICAMP 2007 - Leia o diálogo abaixo, de Auto da Barca do Inferno:
DIABO 
Cavaleiros, vós passais 
e não perguntais onde is? 
CAVALEIRO 
Vós, Satanás, presumis? 
Atentai com quem falais! 
OUTRO CAVALEIRO 
Vós que nos demandais? 
Siquer conhecê-nos bem. 
Morremos nas partes d’além, 
e não queirais saber mais. 
(Gil Vicente, Auto da Barca do Inferno, em Antologia do Teatro de Gil Vicente. Org. 
Cleonice Berardinelli, Rio de Janeiro: Nova Fronteira/ Brasília: INL, 1984, p.89.) 
a) Por que o cavaleiro chama a atenção do Diabo? 
b) Onde e como morreram os dois Cavaleiros? 
Por que os dois passam pelo Diabo sem se dirigir a ele? 
16- Considere as seguintes afirmações sobre o “Auto da Barca do Inferno”, de Gil Vicente: 
I. O auto atinge seu clímax na cena do Fidalgo, personagem que reúne em si os vícios das 
diferentes categorias sociais anteriormente representadas. 
II. A descontinuidade das cenas é coerente com o caráter didático do auto, pois facilita o 
distanciamento do espectador. 
III. A caricatura dos tipos sociais presentes no auto não é gratuita nem artificial, mas resulta da 
acentuação de traços típicos. 
Está correto apenas o que se afirma em: 
a) I. b) II. c) II e III. d) I e II. e) I e III. 
Resolução: 
01. Esse velho, descontente com o empreendimento português de buscar do 
mundo novas partes, destrói ponto por ponto os ideais que levaram à epopéia 
das grandes navegações. Começa por desmitificar o ideal da fama, dizendo 
que ela nada mais é que a vontade de poder, fraude com que os poderosos 
atiçam as massas para fazê-las apoiar sua política expansionista. 
“Chamam-te Fama e Glória soberana / Nomes com que se o povo néscio 
engana. Esse desejo de mandar só produz danos. Mostra que o projeto
ultramarino será um desastre para a sociedade portuguesa, ocasionando o 
despovoamento e o enfraquecimento do país, já que os homens válidos 
estarão mortos ou em outras terras e, em Portugal, estarão os velhos, as 
mulheres, os órfãos. Para ele, a empresa navegadora produzirá somente 
pobreza, adultério, desamparo. Execra ainda os chamados heróis civilizadores, 
aqueles que fizeram progredir a sociedade humana, por exemplo: Prometeu, 
que roubou ofogo do céu e deu aos homens; Dédalo, grande arquiteto que 
fabricou para seu filho Ícaro umas asas, presas com cera nos ombros, com 
cujo auxílio pretendeu voar. Considera todo avanço técnico intrinsecamente 
mau, porque ocasionam a ruína de seus empreendedores. 
02. E 03. B 04. E 05. D 
06. C 07. E 08. E 09. D 
10. E 
Questões: 
01. Os Lusíadas - Luís de Camões - Justifique a afirmação: O discurso do 
“Velho Restelo” está em oposição a certas concepções dominantes na 
sociedade portuguesa da época dos grandes descobrimentos, expressas pelo 
discurso que exalta a empresa navegadora posta em marcha pela Coroa 
Lusitana. 
02. Identifique a alternativa que não contenha ideais clássicos de arte: 
a) Universalismo e racionalismo. 
b) Formalismo e perfeccionismo. 
c) Obediência às regras e modelos e contenção do lirismo. 
d) Valorização do homem (do aventureiro, do soldado, do sábio e do amante) e 
verossimilhança (imitação da verdade e da natureza). 
e) Liberdade de criação e predomínio dos impulsos pessoais. 
03. O culto aos valores universais – o Belo, o Bem, a Verdade e a Perfeição – e 
a preocupação com a forma aproximaram o Classicismo de duas escolas 
literárias posteriores. Aponte a alternativa que identifica essas escolas: 
a) Barroco e Simbolismo; 
b) Arcadismo e Parnasianismo; 
c) Romantismo e Modernismo; 
d) Trovadorismo e Humanismo; 
e) Realismo e Naturalismo.
04. Não se relaciona à medida nova: 
a) versos decassílabos; 
b) influência italiana; 
c) predileção por formas fixas; 
d) sonetos, tercetos, oitavas e odes; 
e) cultura popular, tradicional. 
05. O Classicismo propriamente dito, tem por limites cronológicos, em Portugal, 
as datas de: 
a) 1500 e 1601. 
b) 1434 e 1516. 
c) 1502 e 1578. 
d) 1527 e 1580. 
e) 1198 e 1434. 
06. Assinale a incorreta sobre Camões: 
a) Sua obra compreende os gêneros épico, lírico e dramático. 
b) A lírica de Camões permaneceu praticamente inédita. Sua primeira 
compilação e póstumas, datada de 1595, e organizada sob o título de As 
Rimas de Luis de Camões, por Fernão Rodrigues Lobo Soropita. 
c) Sua lírica compõe-se exclusivamente de redondilhas e sonetos. 
d) Apesar de localizada no período clássico-renascentista, a obra de citações 
barrocas. 
e) Representa a amadurecimento de língua portuguesa, sua estabilização e a 
maior manifestação de sua excelência literária. 
07. Ainda sobre Camões, assinale a incorreta: 
a) Não há um texto definitivo de lírica camoniana. Atribuem-se-lhe cerca de 380 
composições líricas, 
destacando-se os cerca de 200 sonetos, alguns de autoria controversa. 
b) Camões teria reunido sua lírica sob o titulo de O Parnaso Lusitano, que se 
perdeu, e do qual há algumas referências nas cartas do poetas. 
c) As redondilhas de Camões seguem os moldes da poesia palaciana do
Cancioneiro Geral de Garcia de Resende e , mesmo na medida velha, o poeta 
superou seus contemporâneos e antecessores. 
d) A lírica na medida velha, tradicional, medieval, vale-se dos motes glosados, 
das redondilhas e são de cunho galante, alegre madrigalesco. 
e) A principal diferença entre a poesia lírica e a poesia épica é formal e 
manifesta-se da utilização de versos de diferentes metros. 
08. Não são modalidade da medida nova: 
a) canção e elegia; 
b) soneto e ode; 
c) terceto e oitava; 
d) écloga e sextina; 
e) trova e vilancete. 
09. (FUVEST-SP) Na Lírica de Camões: 
a) o verso usado para a composição dos sonetos é o redondilho maior; 
b) encontram-se sonetos, odes, sátiras e autos; 
c) cantar a pátria é o centro das preocupações; 
d) encontra-se uma fonte de inspiração de muitos poetas brasileiros do século 
XX; 
e) a mulher é vista em seus aspectos físicos, despojada de espiritualidade. 
10. (MACKENZIE-SP) Sobre o poema Os Lusíadas, é incorreto afirmar que: 
a) quando a ação do poema começa, as naus portuguesas estão navegando 
em pleno Oceano Índico, 
portanto no meio da viagem; 
b) na Invocação, o poeta se dirige às Tágides, ninfas do rio Tejo; 
c) Na ilha dos Amores, após o banquete, Tétis conduz o capitão ao ponto mais 
alto da ilha, onde lhe 
descenda a “máquina do mundo”; 
d) Tem como núcleo narrativo a viagem de Vasco da Gama, a fim de 
estabelecer contato marítimo com as Índias; 
e) É composto em sonetos decassílabos, mantendo em 1.102 estrofes o 
mesmo esquemas de rimas.
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Projetovestibular

  • 1. Gabarito: 1) D 2) E 3)A 4-)D 5-)B 6-)E 7-) – 8-) E Exercícios de fixação 1-)Ainda sobre o Humanismo, assinale a afirmação incorreta: a) Associa-se à noção de antropocentrismo e representou a base filosófica e cultural do Renascimento. b) Teve como centro irradiador a Itália e como precursor Dante Alighieri, Boccaccio e Petrarca. c) Denomina-se também Pré-Renascentismo, ou Quatrocentismo, e corresponde ao século XV. d) Representa o apogeu da cultura provençal que se irradia da França para os demais países, por meio dos trovadores e jograis. e) Retorna os clássicos da Antiguidade greco-latina como modelos de Verdade, Beleza e Perfeição. 2-)A obra de Fernão Lopes tem um caráter: a) Puramente científico, pelo tratamento documental da matéria histórica; b) Essencialmente estético pelo predomínio do elemento ficcional; c) Basicamente histórico, pela fidelidade à documentação e pela objetividade da linguagem científica; d) Histórico-literário, aproximando-se do moderno romance histórico, pela fusão do real com o imaginário. e) Histórico-literário, pela seriedade da pesquisa histórica, pelas qualidades do estilo e pelo tratamento literário, que reveste a narrativa histórica de um tom épico e compõe cenas de grande realismo plástico, além do domínio da técnica dramática de composição. 3-) (FUVEST) Aponte a alternativa correta em relação a Gil Vicente: a) Compôs peças de caráter sacro e satírico. b) Introduziu a lírica trovadoresca em Portugal. c) Escreveu a novela Amadis de Gaula. d) Só escreveu peças e português. e) Representa o melhor do teatro clássico português.
  • 2. 4-)(FUVEST-SP) Caracteriza o teatro de Gil Vicente: a) A revolta contra o cristianismo. b) A obra escrita em prosa. c) A elaboração requintada dos quadros e cenários apresentados. d) A preocupação com o homem e com a religião. e) A busca de conceitos universais. 5-)(FUVEST-SP) Indique a afirmação correta sobre o Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente: a) É intricada a estruturação de suas cenas, que surpreendem o público com a inesperado de cada situação. b) O moralismo vicentino localiza os vícios, não nas instituições, mas nos indivíduos que as fazem viciosas. c) É complexa a critica aos costumes da época, já que o autor primeiro a relativizar a distinção entre Bem e o Mal. d) A ênfase desta sátira recai sobre as personagens populares mais ridicularizadas e as mais severamente punidas. e) A sátira é aqui demolidora e indiscriminada, não fazendo referência a qualquer exemplo de valor positivo. 6-)(FUVEST-SP) Diabo, Companheiro do Diabo, Anjo, Fidalgo, Onzeneiro, Parvo, Sapateiro, Frade, Florença, Brísida Vaz, Judeu, Corregedor, Procurador, Enforcado e Quatro Cavaleiros são personagens do Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente. Analise as informações abaixo e selecione a alternativa incorreta cujas características não descrevam adequadamente a personagem. a) O Onzeneiro idolatra o dinheiro, é agiota e usurário; de tudo que juntara, nada leva para a morte, ou melhor, leva a bolsa vazia. b) O Frade representa o clero decadente e é subjugado por suas fraquezas: mulher e esporte; leva a amante e as armas de esgrima. c) O Diabo, capitão da barca do inferno, é quem apressa o embarque dos condenados; é dissimulado e irônico. d) O Anjo, capitão da barca do céu, é quem elogia a morte pela fé; é austero e inflexível.
  • 3. e) O Corregedor representa a justiça e luta pela aplicação integra e exata das leis; leva papéis e processos. 7-Leia agora as seguintes estrofes, que se encontram em passagens diversas de A FARSA DE INÊS PEREIRA de Gil Vicente: Inês: Andar! Pero Marques seja! Quero tomar por esposo quem se tenha por ditoso de cada vez que me veja. Por usar de siso mero, asno que leve quero, e não cavalo folão; antes lebre que leão, antes lavrador que Nero. Pero: I onde quiserdes ir vinde quando quiserdes vir, estai quando quiserdes estar. Com que podeis vós folgar que eu não deva consentir? (nota: folão, no caso, significa "bravo", "fogoso") a) A fala de Inês ocorre no momento em que aceita casar-se com Pero Marques, após o malogrado matrimônio com o escudeiro. Há um trecho nessa fala que se relaciona literalmente com o final da peça. Que trecho é esse? Qual é o pormenor da cena final da peça que ele está antecipando?
  • 4. b) A fala de Pero, dirigida a Inês, revela uma atitude contrária a uma característica atribuída ao seu primeiro marido. Qual é essa característica ? c) Considerando o desfecho dos dois casamentos de Inês, explique por que essa peça de Gil Vicente pode ser considerada uma sátira moral. 8-)O argumento da peça "A Farsa de Inês Pereira", de Gil Vicente, consiste na demonstração do refrão popular "Mais quero asno que me carregue que cavalo que me derrube". Identifique a alternativa que NÃO corresponde ao provérbio, na construção da farsa. a) A segunda parte do provérbio ilustra a experiência desastrosa do primeiro casamento. b) O escudeiro Brás da Mata corresponde ao cavalo, animal nobre, que a derruba. c) O segundo casamento exemplifica o primeiro termo, asno que a carrega. d) O asno corresponde a Pero Marques, primeiro pretendente e segundo marido de Inês. e) Cavalo e asno identificam a mesma personagem em diferentes momentos de sua vida conjugal. 9)Humanismo é o nome que se dá à produção escrita histórica literária do final da Idade Média e início da Moderna, ou seja, parte do século XV e início do XVI, mais precisamente, de 1434 a 1527. Três atividades mais destacadas compôs esse período: a produção historiográfica de Fernão Lopes, a produção poética dos nobres, por isso dita Poesia Palaciana, e a atividade teatral de Gil Vicente. Responda: a)Como o Humanismo vê o homem? b)Onde e quando o Humanismo teve origem? O que aconteceu com a poesia no Humanismo? 10-)Assinale a alternativa correta sobre o texto abaixo: Levad´, amigo, que dormides as manhãas frias; Todalas aves do mundo d`amor dizian: Leda m`and`eu! Levad`, amigo, que dormide`-las frias manhãas; Todalas aves do mundo d`amor cantavan: Leda m` and`eu! Todalas aves do mundo d`amor dizian:
  • 5. Do meu amor e do voss` em ment`avian: Leda m`and`eu! a) Trata-se de uma cantiga de amor paralelística com refrão e eu lírico feminino. b) Trata-se de uma cantiga de escárnio, em que uma mulher critica seu namorado por ele haver cortado os ramos em que as aves pousavam para cantar o amor de ambos. c) É uma típica cantiga de amigo. O eu lírico é feminino, a natureza aparece entrelaçada à questão amorosa e as estrofes apresentam estrutura paralelística e refrão. d) Não há sinais de influências folclóricas na cantiga em questão; nota-se que, nela, a experiência amorosa é adequada aos modos palacianos aristocráticos. e) Trata-se de uma cantiga de maldizer, embora o nome da pessoa criticada não seja abertamente mencionado. 11- Assinale a alternativa que identifique corretamente o tipo de composição poética exemplificada no texto. Ay Deus, e quen mi tolherá Gran coyta do meu coraçon No mundo, poys mha senhor non Quer que eu perca coyta já! E direy-vos como non quer: Leixa-me sem seu bem viver Coytad`, e, se mi non valer Ela, que[n] mi pode valer? Bernal de Bonaval a) cantiga de amor b) cantiga de amigo c) cantiga de amigo, sem refrão d) cantiga de escárnio e) cantiga de maldizer 12-“Ai, flores, ai flores do verde ramo se sabedes novas do meu amado? Ai, Deus, e u é?” Vocabulário:
  • 6. sabedes: sabeis u: onde Escreva as palavras que completam os espaços; “Os versos acima pertencem a uma cantiga de (a) _________ características de ____________português, estética literária dos séculos XII, XIII e XIV.” 13- Trovadorismo é a primeira manifestação literária da língua portuguesa. Humanismo é o nome que se dá à produção escrita histórica literária do final da Idade Média e início da Moderna. Como você diferenciaria as duas palavras em negrito? 14-FUVEST 2007 – E chegando à barca da glória, diz ao Anjo: Brísida. Barqueiro, mano, meus olhos, prancha a Brísida Vaz! Anjo. Eu não sei quem te cá traz... Brísida. Peço-vo-lo de giolhos! Cuidais que trago piolhos, anjo de Deus, minha rosa? Eu sou Brísida, a preciosa, que dava as môças aos molhos. A que criava as meninas para os cônegos da Sé... Passai-me, por vossa fé, meu amor, minhas boninas, olhos de perlinhas finas! (...) Gil Vicente, Auto da barca do inferno. (Texto fixado por S. Spina) a) No excerto, a maneira de tratar o Anjo, empregada por Brísida Vaz, relaciona-se à atividade que ela exercera em vida? Explique resumidamente. b) No excerto, o tratamento que Brísida Vaz dispensa ao Anjo é adequado à obtenção do que ela deseja – isto é, levar o Anjo a permitir que ela embarque? Por quê? 15-UNICAMP 2007 - Leia o diálogo abaixo, de Auto da Barca do Inferno:
  • 7. DIABO Cavaleiros, vós passais e não perguntais onde is? CAVALEIRO Vós, Satanás, presumis? Atentai com quem falais! OUTRO CAVALEIRO Vós que nos demandais? Siquer conhecê-nos bem. Morremos nas partes d’além, e não queirais saber mais. (Gil Vicente, Auto da Barca do Inferno, em Antologia do Teatro de Gil Vicente. Org. Cleonice Berardinelli, Rio de Janeiro: Nova Fronteira/ Brasília: INL, 1984, p.89.) a) Por que o cavaleiro chama a atenção do Diabo? b) Onde e como morreram os dois Cavaleiros? Por que os dois passam pelo Diabo sem se dirigir a ele? 16- Considere as seguintes afirmações sobre o “Auto da Barca do Inferno”, de Gil Vicente: I. O auto atinge seu clímax na cena do Fidalgo, personagem que reúne em si os vícios das diferentes categorias sociais anteriormente representadas. II. A descontinuidade das cenas é coerente com o caráter didático do auto, pois facilita o distanciamento do espectador. III. A caricatura dos tipos sociais presentes no auto não é gratuita nem artificial, mas resulta da acentuação de traços típicos. Está correto apenas o que se afirma em: a) I. b) II. c) II e III. d) I e II. e) I e III. Resolução: 01. Esse velho, descontente com o empreendimento português de buscar do mundo novas partes, destrói ponto por ponto os ideais que levaram à epopéia das grandes navegações. Começa por desmitificar o ideal da fama, dizendo que ela nada mais é que a vontade de poder, fraude com que os poderosos atiçam as massas para fazê-las apoiar sua política expansionista. “Chamam-te Fama e Glória soberana / Nomes com que se o povo néscio engana. Esse desejo de mandar só produz danos. Mostra que o projeto
  • 8. ultramarino será um desastre para a sociedade portuguesa, ocasionando o despovoamento e o enfraquecimento do país, já que os homens válidos estarão mortos ou em outras terras e, em Portugal, estarão os velhos, as mulheres, os órfãos. Para ele, a empresa navegadora produzirá somente pobreza, adultério, desamparo. Execra ainda os chamados heróis civilizadores, aqueles que fizeram progredir a sociedade humana, por exemplo: Prometeu, que roubou ofogo do céu e deu aos homens; Dédalo, grande arquiteto que fabricou para seu filho Ícaro umas asas, presas com cera nos ombros, com cujo auxílio pretendeu voar. Considera todo avanço técnico intrinsecamente mau, porque ocasionam a ruína de seus empreendedores. 02. E 03. B 04. E 05. D 06. C 07. E 08. E 09. D 10. E Questões: 01. Os Lusíadas - Luís de Camões - Justifique a afirmação: O discurso do “Velho Restelo” está em oposição a certas concepções dominantes na sociedade portuguesa da época dos grandes descobrimentos, expressas pelo discurso que exalta a empresa navegadora posta em marcha pela Coroa Lusitana. 02. Identifique a alternativa que não contenha ideais clássicos de arte: a) Universalismo e racionalismo. b) Formalismo e perfeccionismo. c) Obediência às regras e modelos e contenção do lirismo. d) Valorização do homem (do aventureiro, do soldado, do sábio e do amante) e verossimilhança (imitação da verdade e da natureza). e) Liberdade de criação e predomínio dos impulsos pessoais. 03. O culto aos valores universais – o Belo, o Bem, a Verdade e a Perfeição – e a preocupação com a forma aproximaram o Classicismo de duas escolas literárias posteriores. Aponte a alternativa que identifica essas escolas: a) Barroco e Simbolismo; b) Arcadismo e Parnasianismo; c) Romantismo e Modernismo; d) Trovadorismo e Humanismo; e) Realismo e Naturalismo.
  • 9. 04. Não se relaciona à medida nova: a) versos decassílabos; b) influência italiana; c) predileção por formas fixas; d) sonetos, tercetos, oitavas e odes; e) cultura popular, tradicional. 05. O Classicismo propriamente dito, tem por limites cronológicos, em Portugal, as datas de: a) 1500 e 1601. b) 1434 e 1516. c) 1502 e 1578. d) 1527 e 1580. e) 1198 e 1434. 06. Assinale a incorreta sobre Camões: a) Sua obra compreende os gêneros épico, lírico e dramático. b) A lírica de Camões permaneceu praticamente inédita. Sua primeira compilação e póstumas, datada de 1595, e organizada sob o título de As Rimas de Luis de Camões, por Fernão Rodrigues Lobo Soropita. c) Sua lírica compõe-se exclusivamente de redondilhas e sonetos. d) Apesar de localizada no período clássico-renascentista, a obra de citações barrocas. e) Representa a amadurecimento de língua portuguesa, sua estabilização e a maior manifestação de sua excelência literária. 07. Ainda sobre Camões, assinale a incorreta: a) Não há um texto definitivo de lírica camoniana. Atribuem-se-lhe cerca de 380 composições líricas, destacando-se os cerca de 200 sonetos, alguns de autoria controversa. b) Camões teria reunido sua lírica sob o titulo de O Parnaso Lusitano, que se perdeu, e do qual há algumas referências nas cartas do poetas. c) As redondilhas de Camões seguem os moldes da poesia palaciana do
  • 10. Cancioneiro Geral de Garcia de Resende e , mesmo na medida velha, o poeta superou seus contemporâneos e antecessores. d) A lírica na medida velha, tradicional, medieval, vale-se dos motes glosados, das redondilhas e são de cunho galante, alegre madrigalesco. e) A principal diferença entre a poesia lírica e a poesia épica é formal e manifesta-se da utilização de versos de diferentes metros. 08. Não são modalidade da medida nova: a) canção e elegia; b) soneto e ode; c) terceto e oitava; d) écloga e sextina; e) trova e vilancete. 09. (FUVEST-SP) Na Lírica de Camões: a) o verso usado para a composição dos sonetos é o redondilho maior; b) encontram-se sonetos, odes, sátiras e autos; c) cantar a pátria é o centro das preocupações; d) encontra-se uma fonte de inspiração de muitos poetas brasileiros do século XX; e) a mulher é vista em seus aspectos físicos, despojada de espiritualidade. 10. (MACKENZIE-SP) Sobre o poema Os Lusíadas, é incorreto afirmar que: a) quando a ação do poema começa, as naus portuguesas estão navegando em pleno Oceano Índico, portanto no meio da viagem; b) na Invocação, o poeta se dirige às Tágides, ninfas do rio Tejo; c) Na ilha dos Amores, após o banquete, Tétis conduz o capitão ao ponto mais alto da ilha, onde lhe descenda a “máquina do mundo”; d) Tem como núcleo narrativo a viagem de Vasco da Gama, a fim de estabelecer contato marítimo com as Índias; e) É composto em sonetos decassílabos, mantendo em 1.102 estrofes o mesmo esquemas de rimas.